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- Eu sou um grande monstro castanho. ..

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  1. 1. (ADIVLNLIA) QUANTO EU GOSTO DE. TI . h. A¡ 7 ' ' ' S” ' . N' ' 'i , ff. p' _ . _ : ._' 1 r ' ' ' ' ' r t' ' ? z ' U ' ñ f w 'á É ' Sam ÀXCBrameV u'›. LoIx-. :.^". - Anita . leram @ND
  2. 2. í * à ÁL, _ Pequena Lebre Castanha. e a Grande Lebre Castanha andavam aos saltinhos ao vento do Outono. x; e 'R -_- ' g 5 l ' y 633o. : b ' "¡ t P f. ks N L' r J n? ) 'kw L' - , 4¡' é 'Ç t! ) *I* ( &Jxhgg/ (f/ /kx ' Ju* < _. :,-= .~&2__/ /. l u¡ )
  3. 3. Num dia de vento e_ as Folhas andam pelo ar.
  4. 4. Andaram a correr atrás das folhas até a Grande Lebre Castanha já não poder mais. - Tenho de descansar! - disse ela.
  5. 5. 3 v' r t' , #0 j R , I l WI A. ; f', , a _à í¡ x A* X K h #LU - . v. _v p v i7ãJ? ,›_§“~““; I“/ Q”n LP b; 'r rt¡ ; U H 'Ú»H¡¡~_~ [intão uma grande caixa caastanha apareceu a rolar ao vento de Outono. : Pequena Lebre Castanha crunseguíu apanhar a caixa quando ela ñcou presa numa moita. Â? 'x . › ~ q " _/ M : u-. :.-~. k«»›, .¡. , , _N f¡ CÀ/ 1 › Êxta- Agçà. ñ 'QI' ^ * ; '53 5"' J w K : Sa/ 'L , t . Í Jv ' áí 'kg/ f L J . É %¡Q&'5t, .h›*mma Ymsgr (É, ¡ ñ d 7 fhgñ”, kú'i "'>°4'› l .1 ¡b . à f$l . . @AIH
  6. 6. Que bela caixaí K . ff ° ' : Í ' 'Y lira óptima para . - . A q”. à _ . A Jr""- A à “' . 7,. Hu: sahar . LI AUIÚ: plc- * 'D é Â . 9.3 f *á por cxmzam . _ * , ,ê '3 33.7» ; 4 SH "x [z ' à. .*»'¡; ,J, z -' 0%” " "R$41" **' . .n/ nã - ' ' lho: suJtur para¡ cima. .. ' Í A725** U1" ! r 't' . '“ . ' Às' 'üíívúâíí'íuxm'kki' H1(- sahm' para dentro.
  7. 7. VU 'Miz- W. (xrzmcic Lebre Lastanha estava _Ifçx/ . *í J W: a descansar debaixo de uma Ç” b' Xi (xr 25% . ' -. ., . 1 1¡ JR. ("J , E / 11| L O . Í, ¡tác- h/ v m' ~, v( . . 't V à: [rente uma caixa. Uma grande 4 c; ~:i. ~<; ›. castanha. Deu um pulo a: depois licou muito quiciirmhn. e . 7* z . Sou o monstro da caixa! .V j v. ; - gritou a Caixa. Mp5 w _, _ 'uk _. af* '~ Nm (V. _ / à” “ = * _- J*~. ''-; 'u" -. , x / . M' v « ' «ia . I i/ Ká' .43/ d à ¡. i 'A 4 I'm' | › . 'i L 74 Q | ~ Qxri - ', - ur). _v . Q _ _ fomVxüj. S; 14 rm' -: s.. ~1- 1:1* "k “'“. Ã'1', . “J
  8. 8. Sumo orelhudo! : Grande lxbrc Castanha piscou os olhos e ¡vcnsou sc não estaria a sonhar. _vi ' . porque nunca Linha A' W . ouvido ihlar de um 3 ' ¡i monstro da caixa. _, y 3 V* , i , - l ' ” i / i ii »o i w rj* «, .j m( &u; I *j M¡ f" : às , __
  9. 9. A caixa ou o tnOl1SIl'0-~ ou se calhar o monstro da catixa - deu dois puios cm frente. - Aqui vou cu! - rugiu a caixa. dando um pulo enorme. e a Grande Lebre Castanha sztitou para trás da árvore. / I / N J 'x . _.- í f¡ . N. 75. "x / ' 'J . ° É: r , xx e m. À¡ of: JRR. ; Lx; n!7¡. v¡__~, ›_›“ 02kg_ u¡ , M'
  10. 10. ai* kf A -__~ / _."/ Y'. h i _ i f . . ) J É g' -1 . to sc¡ so. : nao tuya. - disse a Grande
  11. 11. - Não! ~ gritou a caixa, ue de re ente % voou pelo ar. - Sou só cu! E alí estava a Pequena Lebre Castanha. que ria a bom rir. õ à K! K j! x / ),/ / % t" se »i9 x = e Z' , *~“ , s. t C33» . ' I fi' - * ' f z " f" */ X' Z__* Í I i'
  12. 12. Wo/ Êxí x/ - Não és um monstro - . / . (lnssc a Grande Lebre Castanha. * - Mas sabes uma coisa? É¡ ' - O qué?
  13. 13. - Eu sou um grande monstro castanho. .. C vou-te apanhar!
  14. 14. E apanhou mesmo.

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