Plantio Direto e Indicadores

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método referenciado em NICHOLLS, Clara Inês; ALTIERI, Miguel A. Sistema agroecologico rápido de evaluación de calidad de suelo y salud de cultivos en el agroecosistema de café. Universidad de California, Berkeley. 2004.

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Plantio Direto e Indicadores

  1. 1. Indicadores de sustentabilidade, diversidade, consórcios, plantio direto sem uso de agrotóxicos Universidade Federal de Santa Catarina Marcelo Venturi 2009
  2. 2. O que é sustentabilidade? Requisitos? Como chegar?
  3. 3. O que é diversidade? E na agricultura? Deem exemplos Diversificação de culturas (animais, vegetais, ciclo nutrientes, P) De idéias, de técnicas animais produto e trabalho, Energia Solar: eólica, térmica, água da chuva Esgoto produzindo alimentos...
  4. 4. Fonte: Prof. Paulo Lovato
  5. 5. Fonte: Prof. Paulo Lovato
  6. 6. MACHADODAROSA CONFORTO ANIMAL, INSTALAÇÕES E MANEJO - DZR CCA UFSC                                                                                                                                                                                                                                              
  7. 7. MACHADODAROSA CONFORTO ANIMAL, INSTALAÇÕES E MANEJO - DZR CCA UFSC                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   
  8. 8. MACHADODAROSA CONFORTO ANIMAL, INSTALAÇÕES E MANEJO - DZR CCA UFSC                                                                                                                                                                                                                                              
  9. 9. MACHADODAROSA CONFORTO ANIMAL, INSTALAÇÕES E MANEJO - DZR CCA UFSC
  10. 10. MACHADODAROSA CONFORTO ANIMAL, INSTALAÇÕES E MANEJO - DZR CCA UFSC
  11. 11. MACHADODAROSA CONFORTO ANIMAL, INSTALAÇÕES E MANEJO - DZR CCA UFSC Gliciridia sepium
  12. 12. MACHADODAROSA CONFORTO ANIMAL, INSTALAÇÕES E MANEJO - DZR CCA UFSC Acacia angustissima
  13. 13. MACHADODAROSA CONFORTO ANIMAL, INSTALAÇÕES E MANEJO - DZR CCA UFSC
  14. 14. MACHADODAROSA CONFORTO ANIMAL, INSTALAÇÕES E MANEJO - DZR CCA UFSC Angico-vermelho, angico Parapiptadenia rigida (Benth.) Brenan
  15. 15. Contribuição: MACHADODAROSA PLANEJANDO O AMBIENTE Onde estamos?
  16. 16. Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br E onde estamos neste ciclo???
  17. 17. Conhecimento do ambiente onde a propriedade está inserida. MACHADODAROSA CONFORTO ANIMAL, INSTALAÇÕES E MANEJO - DZR CCA UFSC
  18. 18. S O AMBIENTE DA PROPRIEDADE MACHADODAROSA CONFORTO ANIMAL, INSTALAÇÕES E MANEJO - DZR CCA UFSC
  19. 19. Diversificação de culturas comerciais: CONSÓRCIOS
  20. 20. Experimento com policultivos <ul><li>Testar 4 policultivos X monocultivos: </li></ul><ul><li>Rendimento das culturas </li></ul><ul><li>Produção de biomassa </li></ul><ul><li>Uso eficiente da terra </li></ul><ul><li>Retorno monetário </li></ul><ul><li>Rendimento da mão-de-obra no controle de espontâneas </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Milho + Feijão + Abóbora </li></ul><ul><li>Milho + Feijão </li></ul><ul><li>Milho + Soja + Abóbora </li></ul><ul><li>Milho + Soja </li></ul><ul><li>Cada um em monocultivo: milho, feijão, soja, abóbora </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Redimento das Culturas </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Biomassa do Milho </li></ul><ul><li>Milho + Feijão + Abóbora = interação positiva. Milho + feijão ou Milho + soja = nem tanto </li></ul>
  24. 24. <ul><li>Rendimento em Dias/homem </li></ul><ul><li>Diferença no milho solteiro pela alta densidade de plantas </li></ul>
  25. 25. Conclusões deste experimento <ul><li>Os policultivos superaram os monocultivos em todas as características observadas. </li></ul><ul><li>Os piores resultados foram do feijão e soja solteiros, seguidos da abóbora. </li></ul><ul><li>Permitiram desmistificar este preconceito atual de que policultivos seriam piores. </li></ul><ul><li>As empresas comerciais são orientadas contra esta direção pois visam apenas a venda de insumos. </li></ul>
  26. 26. Atividade <ul><li>Em cada Grupo: </li></ul><ul><li>Criar e definir atributos indicadores de sustentabilidade na propriedade que estão desenvolvendo projeto. </li></ul><ul><li>Como fariam para avaliar cada atributo? </li></ul>
  27. 27. Manejo (Agro)Ecológico do Solo Como fazer, afinal? Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br
  28. 28. Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br <ul><li>Enfim: copiando a natureza e trabalhando com ela, e não contra ela! </li></ul><ul><li>Manejo (Agro)Ecológico do Solo Como fazer, afinal? </li></ul><ul><li>- Com solo SEMPRE protegido: Plantio direto sem herbicidas em curva de nível, com terraços, etc... </li></ul><ul><li>- Pastoreio Racional Voisin </li></ul><ul><li>- Aumento da Biodiversidade cultivada e criada: Consórcios (animais + vegetais), Corredores, Agroflorestas e Sistemas Agro-silvo-pastoris </li></ul>
  29. 29. Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br Manejo (Agro)Ecológico do Solo solo protegido: Plantio direto sem herbicidas <ul><li>Sistemas de preparo do solo convencional </li></ul><ul><li>Eliminação da cobertura do solo </li></ul><ul><li>Desestabilização da estrutura </li></ul><ul><li>Compactação </li></ul><ul><li>Redução da matéria orgânica </li></ul><ul><li>Agrotóxicos: plantas espontâneas, pragas e doenças </li></ul>
  30. 30. Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br Manejo (Agro)Ecológico do Solo solo protegido: Plantio direto sem herbicidas Sistemas de preparo do solo convencional
  31. 31. Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br Manejo (Agro)Ecológico do Solo solo protegido: Plantio direto sem herbicidas Sistemas de preparo do solo convencional
  32. 32. Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br Manejo (Agro)Ecológico do Solo solo protegido: Plantio direto sem herbicidas Sistemas de preparo do solo convencional
  33. 33. Plantio Direto <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Como fazer? Descrevam. </li></ul><ul><li>Quais vantagens? </li></ul><ul><li>E desvantagens? </li></ul><ul><li>Sem agrotóxicos? Como? </li></ul>
  34. 34. Sistema de Plantio Direto (SPD)‏ <ul><li>Semeadura com revolvimento do solo restrito (linha de plantio ou cova), coberto com palhada </li></ul><ul><li>Brasil: década de 1970, controle químico das plantas espontâneas </li></ul><ul><li>Conservar o solo e economizar combustíveis </li></ul>Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br
  35. 35. Benefícios do SPD <ul><li>Redução na erosão </li></ul><ul><li>Melhoria da estrutura do solo </li></ul><ul><li>Aumento: fertilidade, retenção de água, matéria orgânica, população e atividade de microrganismos </li></ul><ul><li>Redução: custos de produção (uso de máquinas), penosidade do trabalho </li></ul>Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br
  36. 36. Requisitos <ul><li>Rotação de culturas </li></ul><ul><li>Revolvimento do solo restrito à linha de plantio </li></ul><ul><li>Resíduos vegetais (culturas específicas)‏ </li></ul><ul><li>Correção prévia de solos ácidos e nutrientes (*P)‏ </li></ul><ul><li>Correção de compactação, sulcos </li></ul><ul><li>Cobertura do solo  50 % (plantas de cobertura)‏ </li></ul>
  37. 37. Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br Manejo (Agro)Ecológico do Solo solo protegido: Plantio direto sem herbicidas Sistemas de plantio direto convencional Soja RR (“planta invasora”)‏
  38. 38. Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br Manejo (Agro)Ecológico do Solo Plantio direto convencional: Soja RR Foto: Robinson Osipe
  39. 39. Soja RR (“planta invasora”)‏ Com Glifosato Sem Glifosato Figura: Teste de germinação no solo. À esquerda, plântulas de soja convencional de área dessecada em pré-colheita com glifosato; à direita, sem glifosato. Informações Agronômicas - Potafos Set. 2006
  40. 40. Soja RR (“planta invasora”)‏ Com Glifosato Sem Glifosato Figura: Teste de germinação em laboratório. À esquerda, plântulas de soja convencional oriundas de área experimental dessecada em pré-colheita com glifosato; à direita, sem glifosato. Informações Agronômicas - Potafos Set. 2006
  41. 41. Tá, Plantio Direto… <ul><li>Mas sem agrotóxico? E agora, como fazer? </li></ul>
  42. 42. Fenologia e arquitetura das plantas Manejo (Agro)Ecológico do Solo solo protegido: Plantio direto sem herbicidas – 1. Sem pousio: Plantar culturas diversas Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br
  43. 43. Tipos de sistemas radiculares Manejo (Agro)Ecológico do Solo solo protegido: Plantio direto sem herbicidas – 1. Sem pousio: Plantar culturas diversas nas entressafras Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br
  44. 44. Tipos de sistemas radiculares Que plantas daqui que tem estas características? Quais vocês usam? Manejo (Agro)Ecológico do Solo solo protegido: Plantio direto sem herbicidas – 1. Sem pousio: Plantar culturas diversas nas entressafras
  45. 45. Manejo (Agro)Ecológico do Solo solo protegido: Plantio direto sem herbicidas – 2 . Após crescidas, solo coberto Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br
  46. 46. aveia+nabo+ervilhaca Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br
  47. 47. Manejo (Agro)Ecológico do Solo solo protegido: Plantio direto sem herbicidas – 3. Após crescidas, solo coberto: Rolar Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br
  48. 48. Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br
  49. 49. Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br
  50. 50. Manejo (Agro)Ecológico do Solo solo protegido: Plantio direto sem herbicidas – 3. Após crescidas, solo coberto: Rolar
  51. 51. Manejo (Agro)Ecológico do Solo solo protegido: Plantio direto sem herbicidas – 3. Após crescidas, solo coberto: Rolar
  52. 52. Manejo (Agro)Ecológico do Solo solo protegido: Plantio direto sem herbicidas – 4. Plantar, sem mexer no solo Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br
  53. 53. Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br
  54. 54. Manejo (Agro)Ecológico do Solo solo protegido: Plantio direto sem herbicidas – 4. Plantar, sem mexer no solo Marcelo Venturi - [email_address] - http://agroecologia.ufsc.br
  55. 55. Um agricultor e sua obra Roland Ristow Manejo de mucuna-preta/branca e de capim-doce ( Brachiaria plantaginea ), para produção de milho e de fumo (sem revolvimento = plantio direto e sem herbicidas)‏ ROLAND RISTOW: UMA CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA AGRICULTURA SUSTENTÁVEL. JOSÉ CEZAR PEREIRA. PGA – UFSC.
  56. 56. Propriedade Ristow (Ibirama, SC): declividades de 32 a 42% Fonte: José César Pereira. - http://agroecologia.ufsc.br
  57. 57. Solo coberto por mucuna Fonte: José César Pereira. - http://agroecologia.ufsc.br
  58. 58. A máquina &quot;maria louca&quot;, um rolo-disco automotriz Adaptação de Roland Ristow Fonte: José César Pereira. - http://agroecologia.ufsc.br
  59. 59. Capim doce (vigor e cobertura efetiva do solo)‏ Fonte: José César Pereira. - http://agroecologia.ufsc.br
  60. 60. Fumo no primeiro plano (42% declividade), milho ao fundo (30% declividade)‏ Fonte: José César Pereira. - http://agroecologia.ufsc.br
  61. 61. Milho em estádio de inicial de desenvolvimento Fonte: José César Pereira. - http://agroecologia.ufsc.br
  62. 62. Poros da macrofauna Fonte: José César Pereira. - http://agroecologia.ufsc.br
  63. 63. Fonte: José César Pereira. - http://agroecologia.ufsc.br
  64. 64. Avaliando a capacidade de infiltração Fonte: José César Pereira. - http://agroecologia.ufsc.br
  65. 65. Análise de solo do sistema de Roland Ristow “ Não uso calcário, só um pouco de adubo (de síntese química) no fumo. No milho e noutras culturas não uso nada. Pode plantar que sempre dá” Fonte: José César Pereira. - http://agroecologia.ufsc.br 3,2 3,2 5,2 - +150 +50 6,4 2 3,9 3,3 6,7 - 88 +50 6,6 1 % cmol c L -1 mg kg -1 SMP Gleba M.O. Mg Ca Al K P pH
  66. 66. Mão-de-obra necessária no sistema “RR” (Roland Ristow) em comparação ao modelo convencional (principais culturas anuais) Dimensão operacional 1,8 X 1,7 X Fonte: José César Pereira. - http://agroecologia.ufsc.br
  67. 67. Dimensão ambiental Densidade aparente do solo no sistema “RR” (Roland Ristow) em comparação ao modelo convencional 1,3 X Fonte: José César Pereira. - http://agroecologia.ufsc.br
  68. 68. Biomassa microbiana no sistema “RR” (Roland Ristow) em comparação ao modelo convencional 1,5 X Fonte: José César Pereira. - http://agroecologia.ufsc.br
  69. 69. Uso de agrotóxicos pelo modelo convencional e o sistema “RR” (Roland Ristow) (kg ou L/ha.SAU)‏ 6 X Fonte: José César Pereira. - http://agroecologia.ufsc.br
  70. 70. Uso de fertilizantes de síntese química pelo modelo convencional e o sistema “RR” (Roland Ristow) (kg/ha.SAU)‏ 4 X Fonte: José César Pereira. - http://agroecologia.ufsc.br
  71. 71. Dimensão econômica Margem Bruta da atividade fumo no sistema Ristow em comparação ao sistema convencional 5 X Fonte: José César Pereira. - http://agroecologia.ufsc.br
  72. 72. Margem Bruta da atividade milho no sistema Ristow em comparação ao sistema convencional 2,8 X Fonte: José César Pereira. - http://agroecologia.ufsc.br
  73. 73. Projeto de teste e difusão de sistemas de melhoramento de solo para agricultores de Santa Catarina <ul><li>Plantio direto sem agrotóxicos </li></ul><ul><li>70 famílias envolvidas + 3 estações experimentais </li></ul><ul><li>Área: 800 m 2 cada família </li></ul><ul><li>Policultivos de inverno: Centeio, Nabo e Ervilhaca (2007) + Tremoço e Aveia (2008)‏ </li></ul><ul><li>Verão: mono e policultivos </li></ul>http://www.agroecologia.ufsc.br/
  74. 74. Croqui das culturas de cobertura de inverno Croqui das culturas de verão para Agricultores Mistura A 20 m Inverno 40 m 10 m 20 m Mistura A Mistura B Mistura C Mistura D
  75. 75. Projeto de teste e difusão de sistemas de melhoramento de solo para agricultores de Santa Catarina
  76. 76. Projeto de teste e difusão de sistemas de melhoramento de solo para agricultores de Santa Catarina <ul><li>Etapas desenvolvidas: </li></ul><ul><ul><li>Implantação do projeto com Epagri e famílias </li></ul></ul><ul><ul><li>Plantio direto sem agrotóxicos </li></ul></ul><ul><ul><li>Capacitação dos agricultores e levantamento dos seus indicadores </li></ul></ul>
  77. 77. Por quê promover diversidade? Qualquer elemento que vocês coloquem em seus projetos devem ter funções claras
  78. 78. <ul><li>Nabo </li></ul><ul><li>Ervilhaca (leguminosas)‏ </li></ul><ul><li>Centeio (gramíneas, capins)‏ </li></ul><ul><li>Raíz pivotante: descompacta, busca nutrientes </li></ul><ul><li>Folhas largas: sombras </li></ul><ul><li>Ácido glutâmico (crucíferas), enxofre: resgata nutrientes </li></ul><ul><li>Flores: atrai insetos/controle inimigos </li></ul><ul><li>Adubação: Nitrogênio, Matéria orgânica </li></ul><ul><li>Palhada: cobertura, proteção do solo </li></ul><ul><li>Quais outras plantas cumprem estas funções?? Que outras funções podem ter? </li></ul>Funções da diversidade no PD
  79. 79. Epagri – Ituporanga : Plantio Direto de tomate
  80. 80. Epagri – Ituporanga : Plantio Direto de tomate
  81. 82. Uso de indicadores com Agricultores <ul><li>Agricultores capacitados: </li></ul><ul><li>Indicadores de qualidade do solo </li></ul><ul><li>De qualidade das plantas </li></ul><ul><li>Outros que considerassem de interesse para cada região ou propriedade <<<< ! </li></ul>
  82. 84. Trocas de conhecimentos Horizontalização do conhecimento
  83. 85. O que são indicadores? <ul><li>São características que indicam a qualidade do solo. </li></ul><ul><ul><li>Dêem exemplos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Agora podemos dar notas para os indicadores. </li></ul></ul><ul><li>Os resultados podem ser comparados entre diferentes propriedades e ao longo dos anos. </li></ul><ul><li>A comparação serve apenas para termos uma noção do que precisa melhorar. </li></ul>
  84. 86. <ul><li>indicadores precisam ser: </li></ul><ul><ul><li>de fácil coleta dos dados; </li></ul></ul><ul><ul><li>dados sejam confiáveis; </li></ul></ul><ul><ul><li>de baixo custo e </li></ul></ul><ul><ul><li>capazes de integrar propriedades físicas, químicas e biológicas do solo. </li></ul></ul><ul><li>O próprio agricultor analisa o desenvolvimento de seu sistema, percebe como vai a saúde de seu solo e escolhe qual prática cultural que o melhore. </li></ul>
  85. 87. Escolha dos indicadores <ul><li>Discussão com interessados sobre quais parâmetros são importantes/interessantes para avaliação. </li></ul>
  86. 88. Notas <ul><li>No campo, deve haver discussão sobre o valor do indicador; </li></ul><ul><li>o que é o bom, ruim, aceitável... </li></ul><ul><li>Atribuição da nota. </li></ul>
  87. 89. Construção coletiva dos Gráficos para registros Após a prática criamos coletivamente os gráficos com as notas atribuidas por cada agricultor para os indicadores levantados.
  88. 91. Retornando do campo: <ul><li>Observar as relações entre diferentes indicadores; </li></ul><ul><li>Pontos fortes de cada sistema; </li></ul>
  89. 92. Alguns Resultados
  90. 93. Ocorrência de Plantas espontâneas
  91. 96. Palhada - Notas
  92. 97. Palhada em centímetros
  93. 98. Cobertura por plantas espontâneas
  94. 99. Produtividade (apenas 5 Agricultores)‏ Monocultivo = Milho / Consórcio a = Milho, b = Feijão
  95. 100. Produtividade
  96. 101. Produtividade
  97. 102. Objetivos alcançados Foi percebida uma diferença entre agricultores das diferentes regiões e com diferentes experiências e usos do solo. Observaram (e registraram nas avaliações) relações ecológicas e edáficas interessantes. Muitos agricultores aprenderam a observar e tirar suas próprias conclusões com menor dependência técnica, resultando em grupos organizados de agricultores em algumas regiões. Solos com maior tempo de plantio direto as culturas sofreram menos com a seca.
  98. 103. Obrigado!

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