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Influência da dessecação e do manejo mecânico da aveia sobre o estabelecimento de plantas espontâneas na cultura da soja n...
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PD de tomate PD de melancia
PD de fumo Cobertura verde
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Controle de Plantas Espontâneas em Plantio direto sem herbicidas

  1. 1. <ul><li>Controle de plantas espontâneas </li></ul><ul><li>Mecânico ou físico </li></ul><ul><li>A rranquio (monda), </li></ul><ul><li>Capina manual ou mecânica, </li></ul><ul><li>Roçada, </li></ul><ul><li>Inundação, </li></ul><ul><li>Cobertura morta. </li></ul>
  2. 2. <ul><li>Cultural </li></ul><ul><li>Favorecimento do desenvolvimento da cultura </li></ul><ul><li>Adubações, </li></ul><ul><li>Variedades adaptadas, </li></ul><ul><li>Variação no espaçamento da cultura, </li></ul><ul><li>Rotação de culturas, </li></ul><ul><li>Plantas de cobertura. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Preventivo </li></ul><ul><li>P revenir a introdução, estabelecimento e/ou disseminação em áreas livres </li></ul><ul><li>Depende do agricultor e trabalhadores, </li></ul><ul><li>Uso de sementes de áreas livres de espontâneas, </li></ul><ul><li>Limpeza de equipamentos (sementes e/ou propágulos que não existiam na área), </li></ul><ul><li>Cuidado com a introdução de animais (quarentena), </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Eliminação de espontâneas de canais de irrigação, estradas de acesso, </li></ul><ul><li>Eliminação dos primeiros focos de infestação, não deixar produzir sementes, </li></ul><ul><li>Evitar p ousio de inverno: disseminação e multiplicação de espontâneas (trocar monocultura por rotação). </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Legislação de sementes (nacional e estadual): </li></ul><ul><li>Nível de tolerância e espécies proibidas em amostragens, </li></ul><ul><li>Determinação da qualidade do lote de sementes por cultura agrícola. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Biológico </li></ul><ul><li>Alelopatia: efeito direto ou indireto, nocivo (ou “benéfico?”); produção de compostos químicos liberados ao ambiente </li></ul><ul><li>Interações biológicas entre plantas (microrganismos) </li></ul><ul><li>Autoxicidade e Heterotoxicida </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Aleloquímicos: produtos secundários (sobras) de </li></ul><ul><li>rotas metabólicas principais </li></ul><ul><li>Plantas vivas (lixiviação, exsudação radicular, </li></ul><ul><li>volatilização), decomposição de resíduos, sementes, </li></ul><ul><li>moléculas grandes e complexas (decomposição MO </li></ul><ul><li>microrganismos) </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Substâncias: ác. clorogêncio, glicosídeos, ác. vanílico, ác. p cumárico, ác. Ferúcico, compostos fenólicos </li></ul><ul><li>Concentrações: suficientes para causar efeito; outro processo inibitório é a competição (luz, água, nutrientes e CO 2 ) </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Dificuldades dos estudos </li></ul><ul><li>Identificar e quantificar sintomas específicos da interferência, </li></ul><ul><li>Isolar, identificar e sintetizar a toxina (ensaios), </li></ul><ul><li>Simular a interferência pela aplicação de doses mínimas, </li></ul><ul><li>Quantificar taxa de toxina liberada ao ambiente e absorvida pela planta, </li></ul><ul><li>Provar que a substância tóxica é produzida, se acumula ou persiste em concentrações o suficiente para causar inibição. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Estudos com alelopatia (analogia com microrganismos) </li></ul><ul><li>Aplicação do aleloquímico contínua e em concentração semelhante àquela da planta, </li></ul><ul><li>Produtos podem ser degradados: outra substância + ou – tóxica, </li></ul><ul><li>Interações: aplicação da toxina requer conhecimentos complexos de química, da concentração de cada componente e do mecanismo de liberação </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Trigo mourisco: supressão total do crescimento de Chenopodium album e  NPK; aveia preta tem apenas efeito de supressão, </li></ul><ul><li>Mostarda preta: invade pastagens (Costa da Califórnia) e forma monocultura; em áreas circundantes gramíneas emergem em grande densidade (pH, T, água e nutrientes adequados), </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Sorgo: cobertura antes da alfafa  8 X a população de plantas espontâneas (comparado a milheto); </li></ul><ul><li> germinação e crescimento várias espontâneas </li></ul><ul><li>Inibidores: folhas (durin: glicosídeo cianogênico), raízes (sorgoleone: hidroquinona de cadeia longa) </li></ul><ul><li>Exsudação por raízes vivas : níveis  1% MS </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Início do PD com aveia preta (controle de espontâneas, não favorece doenças no trigo e  de rendimento da cultura subseqüente) </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Palhada da aveia preta: em 90% da área com resteva não se usou herbicidas antes da soja ou milho; áreas com trigo comportamento inverso (Cruz Alta, RS) </li></ul>
  15. 15. Influência da dessecação e do manejo mecânico da aveia sobre o estabelecimento de plantas espontâneas na cultura da soja no SPD (FUNDACEP, Cruz Alta, RS, 1995) [20 dias após os manejos químico e mecânico] MÉDIA sem dessecação com dessecação NÚMERO DE ESPONTÂNEAS/m 2 42,0 79,0 5,0 86,0 165,7 6,3 MÉDIA 122,4 sem rolagem 5,7 com rolagem MANEJO MECÂNICO
  16. 25. PD de tomate PD de melancia
  17. 26. PD de fumo Cobertura verde
  18. 27. PD milho

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