Situação de aprendizagem grupo 2

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Situação de aprendizagem grupo 2

  1. 1. SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEMPRODUZINDO UMA CRÔNICA NARRATIVASITUAÇÃO DE APRENDIZAGEMPRODUZINDO UMA CRÔNICA NARRATIVALÍNGUA PORTUGUESAENSINO FUNDAMENTAL – 6º ANOLÍNGUA PORTUGUESAENSINO FUNDAMENTAL – 6º ANONamoro & FutebolMoacyr Scliar
  2. 2. Tempo Previsto: 5 a 6 aulasTempo Previsto: 5 a 6 aulasConteúdos ou temas: traços característicos da crônica narrativa; leituraoral, com enfoque na estrutura do gênero; leitura de textos relacionados aogênero analisado.Competências e habilidades: reconhecer características do gênero “crônicanarrativa”; comparar narrativas em diferentes gêneros; distinguir tipologianarrativa de gêneros narrativos, identificando crônicas narrativas entreoutros gêneros narrativos; ouvir textos narrativos; produzir texto narrativo.Estratégias: sondagem inicial com base no repertório narrativo dos alunos;comparação entre gêneros organizados pela tipologia narrativa; produçãode crônicas narrativas com base em fatos retirados da realidade dos alunos.Recursos: livro didático; dicionário; pesquisa na internet.Avaliação: seleção de crônicas; atividades de interpretação; produção decrônica.Conteúdos ou temas: traços característicos da crônica narrativa; leituraoral, com enfoque na estrutura do gênero; leitura de textos relacionados aogênero analisado.Competências e habilidades: reconhecer características do gênero “crônicanarrativa”; comparar narrativas em diferentes gêneros; distinguir tipologianarrativa de gêneros narrativos, identificando crônicas narrativas entreoutros gêneros narrativos; ouvir textos narrativos; produzir texto narrativo.Estratégias: sondagem inicial com base no repertório narrativo dos alunos;comparação entre gêneros organizados pela tipologia narrativa; produçãode crônicas narrativas com base em fatos retirados da realidade dos alunos.Recursos: livro didático; dicionário; pesquisa na internet.Avaliação: seleção de crônicas; atividades de interpretação; produção decrônica.
  3. 3. Leia o texto a seguirLeia o texto a seguirNamoro & FutebolElas querem a sua chuteira. Desafiar os meninos para jogar futebol virou mania nas escolas; e não é que asgarotas estão batendo um bolão? - Folhateen, 12.09.2005Moacyr ScliarEles se conheceram na escola, onde cursavam a mesma classe. E foi o legítimo amor à primeira vista. Uma semana depois jáestavam namorando, e namorando firme. Eram desses namorados que fazem as pessoas suspirar e dizer baixinho: meu Deus, oamor é lindo. Ele, 17 anos, alto, forte, simpático; ela, 16, uma beleza rara. Logo estavam se visitando em casa. Os pais de ambosdavam a maior força para o namoro e antecipavam um casamento no futuro: os dois formavam o casalzinho ideal. Inclusive porquegostavam das mesmas coisas: ler, ir ao cinema, passear no parque.Mas alguma coisa tinha de aparecer, não é mesmo? Alguma coisa sempre aparece para perturbar mesmo o idílio maisperfeito.Foi o futebol.Ele era maluco pelo esporte. Jogava num dos vários times da escola, no qual era o goleiro. Um grande e esforçado goleiro,cujas defesas muitas vezes arrancavam aplausos da torcida.Ela costumava assistir as partidas. No começo nem gostava muito, mas então passou a se interessar. Um dia disse aonamorado que queria jogar também, no time das meninas da escola. Para surpresa dela, ele se mostrou radicalmente contrário àideia. Disse que futebol era coisa para homem, que ela acabaria se machucando. Se queria praticar algum esporte, deveria escolhero vôlei. Ela ficou absolutamente revoltada com o que considerou uma postura machista dele. Disse que iria começar a treinar dequalquer jeito.Começou mesmo. E levava jeito para a coisa: driblava bem, tinha um chute potente. Só que aquilo azedava cada vez mais asrelações entre eles. Discutiam com frequência e acabaram decidindo dar um tempo. Uma notícia que deixou a todos consternados.Passadas umas semanas, a surpresa: o time das meninas desafiou o time em que ele era goleiro para uma partida.Ele tentou o possível para convencer os companheiros a não jogar com elas. No fundo, porém, não queria se ver frente afrente com a namorada, ou ex-namorada. Os outros perceberam isso, disseram que era bobagem e o jogo foi marcado.Ele estava tenso, nervoso. E não podia tirar os olhos dela. Agora tinha de admitir: jogava muito bem, a garota. Era tãorápida, quando graciosa e, olhando-a, ele sentia que, apesar das discussões, ainda gostava dela.De repente, o pênalti. Pênalti contra o time dos garotos. E ela foi designada para cobrá-lo. Ali estavam os dois, ele nervoso,ela absolutamente impassível. Correu para a bola -no último segundo ainda sorriu- e bateu forte. Um chute violento que ele, bemposicionado, defendeu. Sob os aplausos da torcida.O jogo terminou zero a zero. Eles se reconciliaram e agora estão firmes de novo. Mas uma dúvida o persegue: será que elanão chutou a bola para que ele fizesse a brilhante defesa? Não teria sido aquilo um gesto, por assim dizer, de reconciliação?Ela se recusa a responder a essa pergunta. Diz que um pouco de mistério dá sabor ao namoro. E talvez tenha razão. O fato éque, desde então, ela já cobrou vários pênaltis. E não errou nenhum.Folha de São Paulo (São Paulo) 26/09/2005Namoro & FutebolElas querem a sua chuteira. Desafiar os meninos para jogar futebol virou mania nas escolas; e não é que asgarotas estão batendo um bolão? - Folhateen, 12.09.2005Moacyr ScliarEles se conheceram na escola, onde cursavam a mesma classe. E foi o legítimo amor à primeira vista. Uma semana depois jáestavam namorando, e namorando firme. Eram desses namorados que fazem as pessoas suspirar e dizer baixinho: meu Deus, oamor é lindo. Ele, 17 anos, alto, forte, simpático; ela, 16, uma beleza rara. Logo estavam se visitando em casa. Os pais de ambosdavam a maior força para o namoro e antecipavam um casamento no futuro: os dois formavam o casalzinho ideal. Inclusive porquegostavam das mesmas coisas: ler, ir ao cinema, passear no parque.Mas alguma coisa tinha de aparecer, não é mesmo? Alguma coisa sempre aparece para perturbar mesmo o idílio maisperfeito.Foi o futebol.Ele era maluco pelo esporte. Jogava num dos vários times da escola, no qual era o goleiro. Um grande e esforçado goleiro,cujas defesas muitas vezes arrancavam aplausos da torcida.Ela costumava assistir as partidas. No começo nem gostava muito, mas então passou a se interessar. Um dia disse aonamorado que queria jogar também, no time das meninas da escola. Para surpresa dela, ele se mostrou radicalmente contrário àideia. Disse que futebol era coisa para homem, que ela acabaria se machucando. Se queria praticar algum esporte, deveria escolhero vôlei. Ela ficou absolutamente revoltada com o que considerou uma postura machista dele. Disse que iria começar a treinar dequalquer jeito.Começou mesmo. E levava jeito para a coisa: driblava bem, tinha um chute potente. Só que aquilo azedava cada vez mais asrelações entre eles. Discutiam com frequência e acabaram decidindo dar um tempo. Uma notícia que deixou a todos consternados.Passadas umas semanas, a surpresa: o time das meninas desafiou o time em que ele era goleiro para uma partida.Ele tentou o possível para convencer os companheiros a não jogar com elas. No fundo, porém, não queria se ver frente afrente com a namorada, ou ex-namorada. Os outros perceberam isso, disseram que era bobagem e o jogo foi marcado.Ele estava tenso, nervoso. E não podia tirar os olhos dela. Agora tinha de admitir: jogava muito bem, a garota. Era tãorápida, quando graciosa e, olhando-a, ele sentia que, apesar das discussões, ainda gostava dela.De repente, o pênalti. Pênalti contra o time dos garotos. E ela foi designada para cobrá-lo. Ali estavam os dois, ele nervoso,ela absolutamente impassível. Correu para a bola -no último segundo ainda sorriu- e bateu forte. Um chute violento que ele, bemposicionado, defendeu. Sob os aplausos da torcida.O jogo terminou zero a zero. Eles se reconciliaram e agora estão firmes de novo. Mas uma dúvida o persegue: será que elanão chutou a bola para que ele fizesse a brilhante defesa? Não teria sido aquilo um gesto, por assim dizer, de reconciliação?Ela se recusa a responder a essa pergunta. Diz que um pouco de mistério dá sabor ao namoro. E talvez tenha razão. O fato éque, desde então, ela já cobrou vários pênaltis. E não errou nenhum.Folha de São Paulo (São Paulo) 26/09/2005
  4. 4. Leitura e Análise de TextoLeitura e Análise de Texto1. Observe o título e responda: o texto vai tratar sobrequal assunto? Você conhece o autor desse texto?2. O que você sabe sobre o tema principal?3. Quais palavras do texto você não conhece? Pesquise-as no dicionário.4. O texto está de acordo com o que você imaginavaantes de iniciar a leitura?1. Observe o título e responda: o texto vai tratar sobrequal assunto? Você conhece o autor desse texto?2. O que você sabe sobre o tema principal?3. Quais palavras do texto você não conhece? Pesquise-as no dicionário.4. O texto está de acordo com o que você imaginavaantes de iniciar a leitura?
  5. 5. 5. Complete os itens a seguir. Título da crônica:_____________________________________ Nome do autor:_____________________________________ Suporte de publicação:_____________________________________ Considerando o local de publicação, a que público-alvo o texto se destina?5. Complete os itens a seguir. Título da crônica:_____________________________________ Nome do autor:_____________________________________ Suporte de publicação:_____________________________________ Considerando o local de publicação, a que público-alvo o texto se destina?
  6. 6. 6. Identifique algumas características da narrativa eresponda às questões.O narrador está em primeira pessoa ou em terceira pessoa?_____________________________________ Há presença de personagens? Quais são elas?_____________________________________ Há marcas de passagem de tempo? Quais?_____________________________________Em que espaço a história ocorre?6. Identifique algumas características da narrativa eresponda às questões.O narrador está em primeira pessoa ou em terceira pessoa?_____________________________________ Há presença de personagens? Quais são elas?_____________________________________ Há marcas de passagem de tempo? Quais?_____________________________________Em que espaço a história ocorre?
  7. 7. 7. Analise as características do gênero eresponda. É uma narrativa curta? Justifique._____________________________________ Aborda um tema do cotidiano, que pode ser vividopor qualquer jovem da sua idade? Por quê?_____________________________________ Desperta a imaginação do leitor? Grife os trechos ecomente sua presença no texto.7. Analise as características do gênero eresponda. É uma narrativa curta? Justifique._____________________________________ Aborda um tema do cotidiano, que pode ser vividopor qualquer jovem da sua idade? Por quê?_____________________________________ Desperta a imaginação do leitor? Grife os trechos ecomente sua presença no texto.
  8. 8. 8. Observe a narrativa e faça sua análise. A linguagem está apropriada? Comente.__________________________________ Há um conflito a ser superado. Copie a parte queexplica a sua resposta.8. Observe a narrativa e faça sua análise. A linguagem está apropriada? Comente.__________________________________ Há um conflito a ser superado. Copie a parte queexplica a sua resposta.
  9. 9. 9. Analise o trecho abaixo:“Ela ficou absolutamente revoltada com o queconsiderou uma postura machista dele”. Você também o considera machista? E você, qualseria sua postura diante dessa situação?9. Analise o trecho abaixo:“Ela ficou absolutamente revoltada com o queconsiderou uma postura machista dele”. Você também o considera machista? E você, qualseria sua postura diante dessa situação?
  10. 10.  Produza uma crônica narrativa de acordo com ascaracterísticas do gênero. Tenha como base otema analisado “Namoro e Futebol”. Para construir seu texto, leia as questõestrabalhadas e reflita sobre a sua função social. Produza uma crônica narrativa de acordo com ascaracterísticas do gênero. Tenha como base otema analisado “Namoro e Futebol”. Para construir seu texto, leia as questõestrabalhadas e reflita sobre a sua função social.10. Produção escritaProduza uma crônica narrativa de acordo com ascaracterísticas do gênero. Tenha como base o temaanalisado “Namoro e Futebol”. Para construir seu texto, leia as questões trabalhadase reflita sobre a sua função social.10. Produção escritaProduza uma crônica narrativa de acordo com ascaracterísticas do gênero. Tenha como base o temaanalisado “Namoro e Futebol”. Para construir seu texto, leia as questões trabalhadase reflita sobre a sua função social.
  11. 11. Para escrever sua história, você precisa definir:a)Qual será o foco narrativo?b)Quais serão os fatos narrados?c)Quais personagens aparecerão em sua história?•Como serão registradas as passagens de tempo?a)Quais espaços aparecerão no texto?Para escrever sua história, você precisa definir:a)Qual será o foco narrativo?b)Quais serão os fatos narrados?c)Quais personagens aparecerão em sua história?•Como serão registradas as passagens de tempo?a)Quais espaços aparecerão no texto?

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