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PG e MBA - Instituto de Estudos Superiores Financeiros e FiscaisMétodos e Técnicas de Apoio à Gestão e ao e-BusinessDocent...
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Concorrer com o Grátis<br />Os ataques dos pinguins<br />O código aberto é outra forma de software grátis<br />A Netscape ...
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02<br />03<br />01<br />2001 – 2003 <br />2003 – hoje <br />1999 – 2001 <br />adoptam uma forma self-service para os anunc...
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Qual é a dimensão da economia Grátis?<br />R.: De que economia grátis estamos a falar?<br />Valores como atenção e reputaç...
Qual é a dimensão da economia Grátis?<br />ohloh.net<br />201 mil pessoas<br />146 mil projectos<br />É o tamanho da força...
Imaginar a abundância<br />Experiências de pensamento em sociedades pós escassez<br />Vida depois da morte<br />O nosso cé...
Grátis numa época de crise económica<br />Para um consumidor o grátis é muito mais atractivo numa economia em baixa<br />A...
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As tácticas do Freemium<br />Encontrar um modelo Freemium que funcione <br />Limitação de tempo (trial) – usar 30 dias<br ...
As tácticas do Freemium<br />Qual é a percentagem de conversão correcta?<br />Oferece 95% para vender 5%<br />Flickr = 5% ...
As tácticas do Freemium<br />Qual é o valor de um cliente gratuito<br />O grátis é o melhor marketing<br />Saber o valor d...
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Estratégia que pode ser essencial para a sobrevivência.
A economia pode ser construída à volta do "grátis" e como isso influenciará a nossa vida.
Origem em A Cauda Longa, economia da abundância.
Nunca existiu uma economia concebida a pensar na noção de "grátis“, como se pode fazer dinheiro desta forma e quais as suas implicações.
Uma ideia radical para a nova economia global, com preço revolucionário com benefício dos consumidores e das empresas.
Mais info em: http://www.vascomarques.net

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Free - O Futuro é Grátis

  1. 1. PG e MBA - Instituto de Estudos Superiores Financeiros e FiscaisMétodos e Técnicas de Apoio à Gestão e ao e-BusinessDocente: Vasco Marqueswww.vascomarques.net<br />Subtema: Free | Outubro 2010<br />1<br />
  2. 2. Free<br />
  3. 3. Índice<br />O nascimento do Grátis<br />O básico de Free<br />A história do Grátis<br />A psicologia do Grátis<br />Barato de mais para ter importância<br />A informação quer ser grátis<br />Concorrer com o Grátis<br />Os novos modelos dos media<br />Qual é a dimensão da economia Grátis?<br />Imaginar a abundância<br />Grátis numa época de crise económica<br />Regras do Grátis<br />As tácticas do Freemium<br />
  4. 4. Para ampliar o mindmap clique aqui: http://www.scribd.com/doc/40401027/Free-O-futuro-e-Gratis<br />
  5. 5. Free - O Futuro é Grátis de Chris Anderson<br />Estratégia que pode ser essencial para a sobrevivência.<br />A economia pode ser construída à volta do "grátis" e como isso influenciará a nossa vida.<br />Origem em A Cauda Longa, economia da abundância.<br />Nunca existiu uma economia concebida a pensar na noção de "grátis“, como se pode fazer dinheiro desta forma e quais as suas implicações. <br />Uma ideia radical para a nova economia global, com preço revolucionário com benefício dos consumidores e das empresas.<br />
  6. 6. O nascimento do Grátis<br />Gelatina 1895 <br />Cores e sabores, não entendiam o produto<br />250 milhões livros de receitas grátis<br />Dar uma coisa para criar procura de outra<br />Grátis não significa sem lucro<br />
  7. 7. O nascimento do Grátis<br />O grátis no séc. XXI. <br />Baseada na economia dos bits, não da dos átomos. <br />A economia dos átomos é inflacionária, a economia dos bits é deflacionária <br />Em 2007 o NYTimes criou uma versão (híbrida) grátis on-line<br />Músicos oferecem música<br />O Lei de Moore - preço de uma unidade de capacidade PC, desce para metade a cada 2 anos. O preço da largura de banda e armazenamento desce ainda mais rapidamente<br />
  8. 8. +<br />+<br />Processamento<br />Armazenamento<br />largura de banda<br />deflação 50% ano<br />
  9. 9. O básico de Free<br />Inglês conotação diferente (livre e grátis)<br />Uma ampla gama de significado e modelos de negócios<br />Compre 1 e leve 2, Oferta no interior, Envio grátis, Amostra grátis, Período de teste grátis, Ar grátis (bomba de gasolina) - Bem complementar<br />Realmente grátis?<br />Flickr - não usa pub, Google – anúncios em alguns serviços, Wikipedia – donativos, Blogosfera – reputação com visita ou link.<br />Subsídios cruzados – não há almoços grátis!<br />O jornal gratuito<br />Estacionamento grátis no supermercado<br />Amostras grátis<br />
  10. 10. O básico de Free<br />Tipos de grátis:<br />Subsídios cruzados directos <br />Qualquer produto que incentive a pagar por outro produto (Raynair, bancos, etc)<br />O mercado das 3 partes<br />Uma terceira parte paga, para participar num mercado criado por uma troca gratuita entre as 2 primeiras partes (TV, rádio, jornais e revistas, etc)<br />
  11. 11. O básico de Free<br />Tipos de grátis:<br />Freemium<br />O que é grátis? Combinado com uma versão premium (modelo comum na Internet)<br />5% dos utilizadores sustenta os restantes (proporção invertida no mundo dos átomos)<br />O custo de servir os gratuitos é próximo do zero<br />Mercados não monetários<br />Tudo o que as pessoas optam por oferecer sem expectativa de pagamento<br />Economia de oferta (12 milhões de artigos na wikipedia)<br />Incentivos: reputação, satisfação, atenção, divertimento e expressão<br />Modelos de negócio reversíveis: ginásio (paga quando não vai), médico (recebe por saudáveis)<br />
  12. 12. A história do Grátis<br />O capitalismo e os seus inimigos<br />Graças a Adam Smith (pai da economia moderna), o comércio tornou-se uma forma de pensar sobre toda a actividade humana.<br />A ciência social da economia, nasceu com forma de estudar o motivo pelo qual as pessoas fazem as escolhas que fazem<br />O motivo do lucro é tão forte na economia como o gene egoísta na natureza<br />Karl Marx defendia a propriedade colectiva, distribuição de acordo com a necessidade e não com a capacidade para pagar<br />Com os mundos virtuais surgiram grandes economias, de acordo com o benefício mútuo, a funcionarem na realidade<br />
  13. 13. A história do Grátis<br />O primeiro almoço grátis<br />No final do século XIX o grátis era uma ferramenta de marketing, que não era bem visto<br />Não há almoços grátis. Ofereciam a comida, na compra de uma bebida, na expectativa que comprassem mais do que uma bebida<br />
  14. 14. A história do Grátis<br />A Era da abundância<br />No século XX adoptaram novamente o grátis como conceito. A chegada da abundância (comida, abrigo, etc)<br />Fome (antes) vs obesidade (agora)<br />O custo da alimentação baixou de 33% (1955) para menos de 15% (hoje)<br />
  15. 15. A história do Grátis<br />A abundância vence<br />As economias correm em direcção à abundância<br />Procura de novas escassezes <br />O desafio permanente está em descobrir a melhor forma de dividir o trabalho e computadores e essa fronteira está sempre a mudar<br />
  16. 16. A psicologia do Grátis<br />A diferença de 1 cêntimo<br />Pode travar a acção da maioria dos consumidores<br />Faz-nos pensar sobre a escolha<br />O cérebro finca condicionado com um preço<br />Com preço zero a “bandeira” nunca se levanta<br />Custos mentais de transacção – o custo de pensar. Pensar o menos possível<br />O pior de 2 mundos: esforço e retorno<br />O grátis permite um potencial de amostragem em massa. Mais interesse na atenção do que na receita<br />Gratuito é uma vantagem competitiva. Não pode ser superado, apenas igualado<br />Uma estratégia de evolução estável<br />
  17. 17. A psicologia do Grátis<br />A diferença de 1 cêntimo<br />A curva da procura e da oferta. Existem dois mercados: o grátis e todo o resto.<br />O grátis dobra a curva da procura<br />A procura para preço zero é muitas vezes superior da de um preço reduzido. Cresce de uma forma não linear<br />A maioria dos empreendedores caem na armadilha de acreditarem na elasticidade consistente do preço (quanto menor o preço, maior a procura)<br />Ofereça um produto e ele pode disseminar-se como um vírus. Cobre um cêntimo e tem um negócio completamente diferente<br />O zero é um mercado, e qualquer outro preço é outro mercado. Em muitos casos essa é a diferença entre um grande mercado e nenhum<br />
  18. 18. A psicologia do Grátis<br />Não há custo, não há compromisso<br />Num encontro da Google, oferta de comida<br />Junto às mesas, pacotes meio comidos<br />Com um custo de 0,10€:<br />Seriam levados muito menos alimentos<br />Mais pessoas teriam acabado os que teriam levado<br />E se sentiriam mais felizes pela sua decisão<br />Teriam pensado se realmente queriam um<br />Teriam esperado até ter fome<br />Esta é uma das implicações negativas do grátis<br />
  19. 19. A psicologia do Grátis<br />Não há custo, não há compromisso<br />Não se importam com o que não pagam<br />Não pensam muito no que não pagam<br />Consumismo, ganância, desperdício, culpa,…<br />Cobrar um preço, pode encorajar um comportamento muito mais responsável<br />
  20. 20. A psicologia do Grátis<br />A equação tempo dinheiro<br />Pode acontecer em dada altura da sua vida de ter mais dinheiro que tempo<br />Não procurar gasolina mais barata, não andar a pé, não pintar a sua casa,….<br />Está na base da economia Freemium<br />Uma criança ou jovem tem mais tempo que dinheiro (caso de download de mp3)<br />Música errada, qualidade, informação (Steve Jobs)<br />Hardware de código aberto (arduino.cc). Pode fazer ou pode comprar<br />
  21. 21. A psicologia do Grátis<br />Modelo de negócio simples construído com base no grátis:<br />Crie uma comunidade de informação e aconselhamento livre em relação a um tema específico<br />Com ajuda dessa comunidade desenhe alguns produtos que as pessoas queiram e devolva o favor tornando o produto grátis no seu estado original<br />Deixe que aqueles que com mais dinheiro que tempo, ou capacidade de tolerância ao risco, comprem a versão mais refinada desses produtos<br />Faça isto uma e outra vez, criando uma margem de lucro de 40% nos produtos para pagar as contas<br />
  22. 22. A psicologia do Grátis<br />Uma versão grátis e código aberto<br />Pode examinar sem correr riscos<br />Pode modificar se não for o que quer (?)<br />Atrai uma comunidade de utilizadores alargada<br />Muitos outros foram atraídos pelo produto e estão disponíveis para ajudar se tiver problemas<br />Desejo mimético – queremos as mesmas coisas que os outros, porque as suas decisões validam as nossas. Isso explica desde o comportamento de rebanho até à moda dos bonés desportivos<br />
  23. 23. A psicologia do Grátis<br />É por isso que o grátis funciona tão bem com o pago. Pode acomodar uma variedade de psicologias de uma série de consumidores, dos que têm mais tempo do que dinheiro (e o inverso)<br />O grátis aliado ao pago pode alastrar-se a toda a psicologia do consumismo<br />
  24. 24. A psicologia do Grátis<br />Cérebro de pirata<br />A pirataria é uma forma especial de roubo<br />Os custos para o proprietário são intangíveis<br />Os piratas não estão a levar uma coisa que possui, mas reproduzir uma coisa que possui<br />Não sofre uma perda, mas ganha menos. Custo de oportunidade das vendas não efectuadas<br />A pirataria é uma forma imposta de grátis<br />Indústria musical e software (e vídeo)<br />Quando o custo marginal é zero, as barreiras ao grátis são psicológicas (lei, justiça, tempo, hábito,…)<br />
  25. 25. Barato de mais para ter importância<br />Largura de banda ilimitada = youtube<br />Armazenamento demasiado barato = gmail<br />Gravadores digitais<br />iPod = a oferta gerou procura (+1000 músicas)<br />A web tornou-se a terra do grátis<br />O preço caiu para o custo marginal – compensa arredondar <br />O preço é determinado pela oferta e pela procura, mas as tendências de fixação de preço a longo prazo são determinadas pela própria tecnologia. Quanto maior for a quantidade de um produto, mais barato será<br />A Lei de Say determinada que a oferta determina a sua procura<br />
  26. 26. A informação quer ser grátis<br />A história de uma frase que definiu a era digital<br />Por um lado a informação quer ser cara, porque é demasiado valiosa. A informação certa no sítio certo, muda a sua vida. Por outro lado a informação quer ser grátis porque o custo da a obter esta cada vez mais baixo e continua a diminuir. Portanto temos dois lados a lutar entre si.<br />Stewart Brand 1984 – Hacker Conference<br />Esta é provavelmente a mais importante e incompreendida frase da economia da Internet<br />
  27. 27. A informação quer ser grátis<br />A história de uma frase que definiu a era digital<br />Estabelece uma ligação económica entre a tecnologia e as ideias<br />A informação comoditizada quer ser grátis<br />A informação personalizada quer ser paga <br />A informação que pode ser reproduzida e distribuída a um custo marginal baixo, precisa de ser grátis<br />A informação com custos marginais altos, precisa de ser cara<br />
  28. 28. Concorrer com o Grátis<br />Cópia pirata do Windows<br />Aparecimento do CD prosperou as cópias<br />Na China o crescente mercado dos PC foi impulsionado pela pirataria<br />Sabiam que era impossível acabar com a pirataria<br />A quota de mercado imaginária (pirataria) poderia algum dia converter em quota real, assim que os países subdesenvolvidos se desenvolvessem<br />Agora, Netbook 250€, a MS reduziu o preço para 20€<br />Existe agora um grande mercado pago na China, paralelamente ao da pirataria<br />
  29. 29. Concorrer com o Grátis<br />Os ataques dos pinguins<br />O código aberto é outra forma de software grátis<br />A Netscape catalisou a popularização do software grátis<br />Linux – LinusTorvalds<br />Tanto o mercado aberto como fechado são mercados enormes<br />Firefox continua a ganhar espaço ao IE<br />Mozilla pub na pesquisa financia o projecto FF<br />Mesmo nas empresas mais sérias o código aberto está a conquistar espaço com o Java e PHP<br />
  30. 30. Concorrer com o Grátis<br />Desmonetização<br />Google – A maior empresa da história construída para oferecer coisas. Mais de 100 produtos sem encargos. Pode adoptar o grátis em tudo o resto que faz.<br />Será que as pessoas gostam? versus Será que dá dinheiro<br />Custo de serviços de alojamento acessível. As empresas podem começar pequenas, com grandes ambições, sem grande risco financeiro e sem saber como vão ganhar dinheiro.<br />“Criem algo que as pessoas queiram” - Paul Graham<br />A questão seguinte é saber quanto é que os consumidores estão dispostos a pagar. Ou como se pode fazer dinheiro<br />
  31. 31. 02<br />03<br />01<br />2001 – 2003 <br />2003 – hoje <br />1999 – 2001 <br />adoptam uma forma self-service para os anunciantes criarem os seus anúncios<br />cria outros produtos para estender o alcance da Google. Publicidade não sacrifica a experiência do utilizador<br />inventam uma forma de busca que melhora, quando a web se torna maior<br />A história do Google<br />
  32. 32. Concorrer com o Grátis<br />Receitas de mais de 23 mil milhões de dólares<br />A cada 18 meses o custo do Gmail cai para metade<br />Meio milhão de servidores espalhados em mais de 36 centros de dados – maior do mundo<br />
  33. 33. Concorrer com o Grátis<br />Estratégias de maximização<br />Porque é que a google adoptou o grátis como valor?<br />Porque é a melhor maneira de conquistar o maior mercado possível e atingir a adopção em massa<br />A google quer que a informação seja gratuita, porque ganha mais dinheiro à medida que o preço da informação diminui<br />
  34. 34. Concorrer com o Grátis<br />Um grande ruído de sucção<br />Tudo isto pode ser assustador…as empresas estão a perder o poder de determinar o preço<br />O facto de ser gratuito, não significa que não se estejam a ganhar fortunas<br />Grande liquidez = interacção entre partes<br />1 em 10 mil contribuem na wikipedia<br />1 em cada mil utilizadores envia vídeos Youtube<br />1 em cada milhão clica no spam<br />Criar um negócio de 0 mil milhões de dólares<br />
  35. 35. Os novos modelos dos media<br />Os media grátis não é novo<br />O que é novo é a expansão desse modelo para tudo o que está on-line<br />
  36. 36. Os novos modelos dos media<br />O fim do conteúdo pago<br />Oferta e procura – a oferta multiplicou-se, mas a procura não<br />Perda de forma física – valorizamos mais os átomos do que os bits<br />Facilidade de acesso – mais fácil fazer download do que comprar numa loja<br />Mudança para o conteúdo financiado por anúncios – não deveria ser assim no off-line?<br />A indústria informática quer que o conteúdo seja gratuito – a apple não ganha a vender música, mas a vender iPods. Conteúdo gratuito torna os dispositivos mais valiosos (1920 indústria radiofónica)<br />Geração grátis – a geração que cresceu com a banda larga, tem a economia digital ligada ao seu ADN<br />
  37. 37. Os novos modelos dos media<br />A publicidade não pode financiar tudo<br />Uma revista de qualidade pode cobrar 100€, por anúncio, por cada milhar de leitores na edição impressa<br />Dificuldade em conseguir mais de 20€ / milhar de leitores on-line<br />Mais concorrência on-line, preço desce para o que o mercado tolera<br />O Google não vende espaço, vende as intenções dos utilizadores<br />Eric Schmidt estima que o mercado potencial on-line é de 800 mil milhões de dólares, 2 vezes o mercado actual on-line e off-line<br />Sei que desperdiço metade do dinheiro que gasto em publicidade. O problema é que não sei qual a metade. - John Wanamaker<br />
  38. 38. Os novos modelos dos media<br />O triunfo do modelo dos media<br />Myspace, digg, facebook,…<br />Novas formas de anunciar:<br />CPM – custo por mil<br />CPC – custo por click (Google)<br />CPT – Custo por transacção (Amazon)<br />
  39. 39. Os novos modelos dos media<br />O triunfo do modelo dos media<br />Há 20 anos a publicidade dividia-se em 5 categorias<br />Impressa<br />Gráfica e classificados<br />Televisão, rádio <br />Outdoors, cartazes e posters<br />Distribuída em mão (folheots,etc)<br />Hoje existem pelo menos 50 modelos de publicidade on-line, e cada um deles muda todos os dias!<br />
  40. 40. Qual é a dimensão da economia Grátis?<br />R.: De que economia grátis estamos a falar?<br />Valores como atenção e reputação são muito importantes<br />O mercado das 3 partes (media grátis financiado pela publicidade) – Internet, TV, rádio, revistas e jornais, etc... – cerca de 100 mil milhões de dólares<br />Freemium – 36 mil milhões de dólares<br />Economia da oferta – Música grátis e iPod, Myspace e bandas, concertos e P2P,…<br />300 mil milhões de dólares<br />
  41. 41. Qual é a dimensão da economia Grátis?<br />ohloh.net<br />201 mil pessoas<br />146 mil projectos<br />É o tamanho da força de trabalho da GM<br />A Google calcula que a web tem mais de 1 bilião de URL únicos<br />A Internet representa 1 bilião de horas<br />15 anos de Internet, representa 32 milhões de pessoas a trabalhar a tempo inteiro<br />40% desse trabalho feito gratuitamente<br />O grátis é do tamanho de um país, quem nem se quer é dos mais pequenos<br />
  42. 42. Imaginar a abundância<br />Experiências de pensamento em sociedades pós escassez<br />Vida depois da morte<br />O nosso cérebro está condicionado para a escassez<br />Somos motivados pelo que não temos<br />Na economia a abundância é o motor da inovação e do crescimento, mas psicologicamente só entendemos a escassez<br />
  43. 43. Grátis numa época de crise económica<br />Para um consumidor o grátis é muito mais atractivo numa economia em baixa<br />Acelera a mudança para Open Source<br />Ferramentas web grátis<br />Os computadores mais populares são os netbooks – 250€ com Linux ou Win XP<br />Jogar grátis<br />Ouvir música grátis no pandora.com<br />Ver vídeos grátis no hulu.com<br />Reduzir valor de chamadas com o skype<br />Expectativa de que a reputação ou atenção se converta em dinheiro algum dia de alguma forma<br />
  44. 44. Grátis numa época de crise económica<br />A publicidade é um modelo de negócio habitual para as empresas que na prática não têm um modelo de negócio<br />Problema dos anúncios<br />Preço e taxa de clique (baixo)<br />O Facebook é muito popular, mas uma plataforma extraordinariamente pouco eficaz (?)<br />As aplicações do Facebook recebem menos de 1€ por mil visitas, em comparação com os 20€ dos websites dos grandes media<br />A Google construiu um motor económico invejável com base nos seus anúncios de texto direccionados<br />
  45. 45. Grátis numa época de crise económica<br />Adsense no seu blog, por mais popular que seja, não lhe pagará nem o ordenado mínimo pelo trabalho que demora a escrevê-lo (?)<br />Num bom mês poderá cobrir as despesas de alojamento (?)<br />WallStreetJournal – combinar serviços grátis com pagos<br />Microsoft – Se a empresa tem menos de 3 anos e receitas inferiores a 1 milhão de dólares, pode usar versão web através do programa BizSpark<br />Youtube – procura ainda lutar para fazer corresponder popularidade com receitas<br />Digg – ainda não ganhou 1 cêntimo (?)<br />
  46. 46. Grátis numa época de crise económica<br />GRÁTIS<br />O grátis pode ser o melhor preço, mas não pode ser o único<br />
  47. 47. Regras do Grátis<br />Os 10 princípios do pensamento da abundância:<br />Se é digital, mais tarde ou mais cedo, vai ser grátis<br />Os átomos também gostariam de ser grátis, mas não são tão insistentes em relação a isso<br />Não pode travar o grátis – a força da gravidade económica acaba por vencer<br />Pode ganhar dinheiro com o grátis<br />Redefinira o seu mercado (viagens)<br />Arredonde para baixo<br />Mais tarde ou mais cedo, irá concorrer com o grátis<br />Aceite o desperdício<br />O grátis torna outras coisas mais valiosas<br />Faça uma gestão de pensar na ambundância<br />
  48. 48. As tácticas do Freemium<br />Encontrar um modelo Freemium que funcione <br />Limitação de tempo (trial) – usar 30 dias<br />Limitação de características (wordpress) – versão gratuita e paga<br />Limitação de lugares – gratuito para determinado número de pessoas<br />Limitação do tipo de cliente (BizSpark) – empresas pequenas vs empresas maiores<br />
  49. 49. As tácticas do Freemium<br />Qual é a percentagem de conversão correcta?<br />Oferece 95% para vender 5%<br />Flickr = 5% a 10%<br />Shareware = 0,5%<br />Varia de acordo com indústria. 5% a 10% de conversão é o ideal. <br />
  50. 50. As tácticas do Freemium<br />Qual é o valor de um cliente gratuito<br />O grátis é o melhor marketing<br />Saber o valor do cliente ao longo do tempo, pode ajudar a saber qual o momento certo para o grátis <br />Segundo estudo da Harvard, um cliente do eBay no início vale muito mais porque atraí torrentes de outros utilizadores que podem ser novos compradores (dão lucro)<br />
  51. 51. Bibliografia<br />Free - O Futuro é Grátisde Chris Anderson<br />http://www.longtail.com/the_long_tail/2009/07/free-for-free-first-ebook-and-audiobook-versions-released.html<br />
  52. 52. Free<br />

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