Capitao do navio

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Capitao do navio

  1. 1. E. : o . Tx o M A u414('1_N4_s_ D 1-: A T n A Y 'n R. _ç 1p. . . o _frgprietáriost _llilhus du José Bernardo da Silva História o o
  2. 2. Vou narrar uma história do tempo da, inocência de um homem que sofreu uma horrenda inclemêneia sem se meldizer da sorte sem faltar-lhe a paciência Num dia de : sexta-feira ouviu uma. voz perguntar: queres passar bem , em moço ou quando velho ficar? quando foi no outro dia a. voz tornou-lhe a Íalar: Ele chamou a mulher pegou então a contar: há três noites desta parte ouço uma voz perguntar se quero ser pobre* em moço ou quando velho ficar
  3. 3. (2) lãntão lhe disse a mulher: tenho um conselho pra dar * queira padecer em moço antes de velho ficar voce enquanto 'ior moço tem força pra trabalhar Quando foi no outro dia a mesma voz lhe falou ' ele então lhe respondeu_ - como a mulher lhe ensinou no outro dia seguinte a desgraça começou , animais 'que possuia morreram e se sumiram morreu a escravatura 'os que licaram; fugiram vendeu a propriedade e os bens se consumiram_ Se acabou a riqueza ficou ele Dobrezlnho foi trabalhar de alugado pra sustentar seus iilhinhos só não morreu nas miséria por Jesus ser seu padrinho Ganhava no alugado , de conhecido e estranho s. sua mulher no rio lavava roupa de ganho as injúrias para eles eram de todo tamanho
  4. 4. i3) ” Foi um dia. pro serviço -cumprir assim seu mister as novos horas do mesmo saiu de casa a mulher para o rio lavar roupa. lá. em um porto qualquer Nessa mesma ocasião chegou um navio no pôrto 0 capitão do navio viu a__mu_lher, ficou morto -iê; _.1o'go<? um mau juizo para fazer* mai ao outro Chamou logo os empregados botaram nágua o escalar o capitão do navio saltou na. barra de pé mandou' uma merotriz para, iludir a. mulher A meretriz chamou ela: mulher, conversa comigo é tua' felicidade e se fizeres o . que te digo quomfagoera por diante »ou «terei gosto contigo Então a mulher lhe disse: pois diz para eu ouvir; a meretriz respondeu: o que me traz por aqui . .é só trazer um recado *de muito bem para ti
  5. 5. '4- fria. -6 capitão do navio _ é um homem de posição: ficou muito apaixonador por tua linda feição e te manda oferecer alma, vida e coração Ai a mulher aaugou-se tratou de a repelir: _ mudamos esta conversa pois eu nâoa quero ouvir tu' sabes que eu sou casada. para que vous_ me iludir? _Nao 'ieejae teia. , mulher 'eu iludo para o bem porque teu marido . é pobre “ não possui um só Vintém o capitaodo navio nada falta, tudo tem _Melhora eaia~se daqui não quero -conaelho teu _ meu imarido já foi . rico , tudo que tinha. perdeu hoje me¡ vejo em . pobrezar louvado seja, meu Deue e* _Voce com o capitão vive limpa e aeeeada anda de meia e sapato . de ouro e pedra esmeraida pra lhe servir todo. vida nunca lhe falta criada
  6. 6. .. (5')u. r. -Vaidosa iludideira v tudo isso . eu tenho tido hoje me acho em pobreza . que só possuo um vestido hourarei até à morte a barba do meu marido 0 que iêz a_ meretriz iludindo a pobreziuha: eu não estou iludíndo isto é caçoada minha se iôsse para iludi~la por dinheiro eu ea não vinha Depois disse a meretriz: mulher, me taça um favor meu marido neste instante 1a de dentro me chamou você vai junto comigo que eu sozinha não vou i , A mulherolhe perguntou: você também é casada? disse a meretriz: eu sou a outra iicou calada até que se levantou e seguiu de camarada A meretriz_ conversava com respeito e educação e a fim de botar a outra na @rala da perdição até que pode chegar . na porta da embarcação.
  7. 7. (01, A meretriz entrou logo e a outro ficou tora disse ela, a traiçoeira: tarde pouco, vamos embora; diz baixinho a meretriz: . ' seu capitão, e agora A meretriz chamouela com muita delicadeza: senhora, entre sem medo venha ver que boniteza! afinal tanto iludiu ' que pôde deixa-la presa Ai veio o capitão iazendo muita gracinha , -veimha a meus braços, mimosa. quero dar-te uma buquinha meu coracao, minha vida agora és toda minha A mulher triste chorosa lhe respondeu com Iranqueza: seu capitão do navio reconheço que estou presa porém guardo até á. morte ao meu marido, iíimeza -Reconheço que estou presa nas ondas do mar, pasdiaia já hcie me oonsicero uma íxrikclíçv. desvuida a izarlia do meu marido hei de honrar tôda vida
  8. 8. 'valium (7) Vamos tratar sobre o homem quando da roça voltou diziam os filhos chorando mamãe. aqui não chegoul. .., podem bem imaginar como esse homem Iicou Assim que ele foi chegando estavam os filhos dando aí disse: quêde a tua mãe? _Nós não sabemos, papai foi ao rio lavar' roupa até aqui» nãçyaroltou mais Saiu ele à procura vagando como judeu perguntando a todo mundo ninguem noticia lhe deu _Ninguém sabe, ninguem viu aqui não apareceu Voltou o homem tristonho sem ter nenhuma demora percorreu a vizinhança no espaço duma. hora boácm os ííiíms na ! rente seguiu por ali afora - Com dois dias de viagem -encontrotrum rio de hacia pegou o filho mais velho foi botar no outro lado deixando o outro mais nove em um cantinho sentado
  9. 9. [SJ Chegou sentou o filho voltou de cabeça baixa chegando não acha o outro para o outro lado marcha chegou lá. no outro lado procura o outro não acha Ai. disse o 'pobre homem: ai meu Deus, fiquei sozinho já fiquei sem a mulher agora . sem meus iilhinhos! só quero que Deus me seja protetor, pai e padrinho Saiu por aliaiora em um reinado . chegou aí falou com o rei n pra ser seu trabalhador ficou o homem tratando de uma horta de ilor Estando ele há 4 aanos nesse serviço grosseiro e como era muito sabido certo, iiei, verdadeiro , ioi »tirado a pelo rei para ser-seu conselheiro Passando mais 4 anos esse rei caiu doente ~. por não ter uma pessoa , nem no reinado um parente chamou esse cujo homem da coroa iez presente
  10. 10. (9) . .-a_Senhor' me acho doente não acho quem se condoa passo-lhe um testamento dou de presente a coroa tome conta do reinado ; iara não ficar s. toa Passou-lhe um tesstamente pegou a coroa e lhe deu, esse rei quando iez isso no outro dia , morreu ficou ele como dono e o. reinado como seu_ i Quando _ici no outro dia viu dois rapazes chegar pedindo pra sentar praça na guarda nacional; chegando um navio no porto fez ponto na beira-mar O capitão do navio pediu ao rei dois soldados pra guaruecer- o navio com medo de ser roubado foram os dos soldados novos que tinham praça sentado a Um -soldado disse ao outro: homem, não seio que faça vivo no mundo sozinho chorando- a minha desgraça se eu tivesse pai e mãe Iião tinha -seatado praça
  11. 11. *s c$w2o~ ' . . 'w ; WA 44 ir¡ *a* cus” v _YVL ai' . .o II R. Il v1» l. ., v( › ss . .. . D¡ JV«. . _ v: é, .ta. .. .y a . . I. . , A. : I. c¡ a V¡ . . 'Ó . .l N o X t 4.. . It a" U t: Hi' u › . .s ol l Í It u. , . .I l n. í . . . . . Ar l y n t¡ o vu. .. l . 1.. .. i ; v t. : | .. . . I . I. av . .cx . ..¡. .vu . .I l¡ u. r If . .W. .Cr, r . v) IC. 614 x A . Lá r A , .ao a . . . . nl ! - . ç . o o. . ... .a . a1. . § . .Í 3 na. . I. .. .. I. . . ,n D' Um . SM ¡. ~ . «Í t. .. .I r . . . Í. a . t¡ _| Í cc¡ . .. UAI. .l Í( .74 . n. ss. x . cut, l JU 7. _ _. _ 1'. a | x Í , O . .. u. . 4 . É I. b. t. . . l, , gm m. : . . . .I J¡ . . Íw . I , a à, ll m¡ N. . n: : t¡ . .t co. . . I. , . |.. . $ . .. . xs. › u. . v . FÍ. ! a x¡ «ai p t. n- n 1V a . . . tu . .. I. .. . .1 v¡ o¡ , , Í , x . l . l . L. › . .a 31.. ._ . jsaí'l_›í_ 'w &cr;
  12. 12. (11) -Com dois dias de viagem encontrou um rio de nado me deixou em uma margem em um cantinho sentado pegou meu irmão mais velho toi deixar no outro lado -Esperei muito por ele até que não pude mais nada dêle vir me ver eu só, iiquei dando al sem parente nem aderente sem irmão, sem lar, sem pai A mulher de dentro ouvindo quando a. história acabou-se veio olhar para os soldados rindo com maneira dôce aí êles imaginaram -que com mau sentido ! esse A mulher. voltou ligeira falou; para o capitão: doze aneedestavpasrte que vivo n esta, prisão se me levar-Cao' palácio te darei meu coração Respondeu o capitão: eu pm lograr teus carinhos te levo em cguaiquex' lugar meu coração, meu benziuho só não te levo no céu ' porque não sei do caminho
  13. 13. [121 A mulher seguiu pensando 0 que tinha no sentido o o capitão do navio _. foi muito bem recebido quando a. mulher: foi chegando 'foi conhecendo o marido Antes dela se sentar 1 disse para o rei primeiro: mande chamar os soldados que o navio guarneceram para contar . uma história perante seus conselheiros Levantou-se o capitão falando de um certo jeito: soldados não vêm à. côrte porque nenhum tem respeito não é possivel, senhora o seu pedido ser aceito Ai responde a mulher: senhor capitão, eu sei soldado não tem respeito falo em presença do rei se não houvesse soldado tambem não havia lei Disseram os conselheiros: está. muito bem apoiado; mandaram um portador fpara chamar os soldados o capitão ficou logo 'um pouco desconfiado É*
  14. 14. . U3) Quando os soldados chegaram ficaram ambos defronte foi a mulher e lhes disse: soldados, quero que contem aquela história passada que vocês contaram ontem -Senhora, nos conversamos relativo a criação até que depois sabemos que nos dois somos irmãos foi essa a nossa conversa outra não contamos, não Lhes respondeu a mulher: ici essa que eu' bem sei eu quero »ela contada é na presença do rei para ele escuta-ia pelo artigo da lei Um soldado disse ao outro: ,sei que estamos. enrsscados só; relato êsse segredo porque me vejo obrigado; êIe ai contou o caso " do jeito que foi passado _Meu pai era um homem rico . e depois empobreceu animais, terras' gado tudo que tinha _perdeu ficou com a minha mãe comigo e um “írmão- meu
  15. 15. (143 -Um dia foi pro serviço o_ o seu dinheiro ganhar minha mãeipi lavar roupa emum pôrto a beira~mar deu a tarde, o sol se pôs e nada dela voltar _Meu pai saiu a procura mamãe não apareceu ele a todos perguntava ninguém noticia lhe deu «talvez ela caiu nágua e o peixe grande comeu _Voltou meu, pai_ para casa consigo , mesmo dizia: v = não posso mais' suportar _ «esta horrenda tirania; «ele com êsse desgosto mudou-se de 'freguesia ; com dois, diasade viagem . encontrou um rio o *de nado_ me deixou em uma margem- ' em um cantinho” sentado pegou meuirmão mais velho íoi bota io nooutro lado r-ESDBYQÍ muito por êle , até que não pude mais' nada dêle vir me ver fiquei sozinho dando ai < . .. sem parente nem aderente sem irmão, sem lar, sem pai
  16. 16. U5) O rei conheceu os filhos pegou ele pela mão man dou trajá-los de príncipes na . mesma ocasião a mulher sempre com medo que não tivesse o perdão A mulher triste e chorosa dando suspiro e gemido contou logo ao esposo tudo que tinha sofrido por todos foi apoiada teve o perdão do marido Disse o rei ao capitão com toda força , que tinha: Aconsigo eu logo converso esta mulher é a minha; deu-lhe honra competente trajou-a como rainha »Doze anos que -andaste : dentro do mar degredada levando descomposturas sendo muito maltratada' . sem ser falsa a seu marido merece ser perdoada Os filhos foram exaltados foi' perdoado a mulher o capitão morreu logo tentado por Lucifer fiquem todos na certeza Deus protege” a quem quer *
  17. 17. ,_ , _, . , . , n_ - 3,', 5' e ~ ~ , - ; -. ,. " 3-. !Í t: - J: rÍ. °I: I¡gL, ' ', s. _ «ff : :im f ' É h »'15 ¡ , Lp _. ;g v* n; 4I¡ l "ÀQNH Ufy. lui! Í»Í_›_¡'›_ ~ __Í"› "V * ' e ~ . -2.. ,- wsñi co: W' : c : :A t : :J g N¡ : ,_¡«: Í -' "pa, na, Iqcisfâlh ; :ãu: u a f. " «-. *:j›“: ¡~'= é:7 A' “- r; . * _- '« -" na* u. ; *m . ui '~ - Uxislifrz «A . q n 'Í n Fo"~. 'l íxãifiy tv_ . . ~ É › . - . a. . _ : r _'. _ : :iñzna a f». a'3i›í? '› m»- y¡; ' 'r -í-"g -1 -¡- -, 2 , pf " ' ¡ 1) J: I§2›; 'AHW~_'F. N¡ a, v 1*¡ " * (V: ~ 5°. ' _ : *É* ~ 1-3 ' - á _w h. ÍSEjâÉILíJÍÍL'. f. " ¡_j. 'dr_sg~_ , _¡¡_. -¡' Pau* . ,__ _s __ . .V à < If. _:, '1 N! ' 7/ II: !;i'*-. 11-' _NÇÍÊ 'Jg' *$71.01 ' 'i 1:, H/ ¡HN _ ¡YU! 1.' l. v . z1'5íí_l'_v¡Ig_. ',')¡: -.'z: :. . wtf/ Í vu'. ff». . Lfy , é;¡j. i_t›¡_u_fgíz¡~ g. . í'; í¡4~: .~ íu_ 3A-; Í,I, K°¡“çy. ,. 'iutíuçf-'r- &c; 71312¡ u ~. '.: ?Ê°É 571m ; Heli _qt . Né «í- ? '02 = ¡«›; Q'('›; '.': _as ixjggk' m, a. -ifrÍ zEIZÍEfIÍiÍ; í' = v'_! Íe-'*"I', '?? _.$g. 'f-, I! 3_i¡¡, f'_¡_r1¡'7~<_q5'á)_›íç3)Ç-ÍV çfijíf"? 'lajífl' %f); àt-«rílñiüüâaãíQ-QVÉÚ- É* ¡lrúln 'axu "'14 “33/0! . .,_ r-*': _". “ - É". WH'- N71:: - c s» a 4:0». ' $512 -ínâw x , - p», ' «"” : *" › 1 -Çm »m - ~. a7- », -' (zur. : ¡[8]! míiéhíl: IiÍÍYIJ-fr. '. -l': rÍ'-i'é? it-'íí*f. l~f* lí: .. Vfàíc1f. _›. §ç. ~j* 3411;/ _L 7¡7!'. _?›_"; I1. _ _ifsnitzfâ '_¡ içrrpà_A¡)3'¡*<. ›4_! ¡ vida¡ "Mr-Mix . 'r'(-t›. i!r$ 31/747. u' 41x' , . . wr II§ÍE : râf 'n '¡ 'xü-b' -l' . L¡ "i f. iíA a. . V . _ ' v . ,C , "É" '”~¡. 'Í~TÊ. *'›“7 " : saw m. _â_ >r¡s'I_1:¡_s'¡)-_›__¡
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