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De Jango     a       CasteloBranco( 1961 – 1964 )( 1964- 1967 )                    Palestrante: Olga Fernandes Marques
Jânio Quadros no dia de sua                            posse. (janeiro de 1961)Jânio Quadros ao lado de“Che” Guevara, o qu...
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Quando voltou da China foifeito um plebiscito (1963)onde 10 milhões de pessoasoptaram pelopresidencialismo. Na foto, aoseu...
Quando tornou-se presidente Jangoiniciou suas Reformas de Base:•Educacional;•Tributária;•Urbana;•Agrária (Liga Camponesa);...
A to Ins titucional nº 1:•O presidente da República teria amplospoderes para suspender por 10 anos osdireitos políticos de...
Ato Institucional nº 2:                  Ato Institucional nº 3:•Ficava estabelecido que as eleições     •Estabelecia que ...
Ato Institucional nº 4:•Estabelecia todas as regras que oCongresso Nacional deveria obedecerpara a aprovação da nova Const...
Artur Costa e Silva    1967 - 1969                Palestrante: Alanna Correia Silva
Foi contra a vontade de Castelo Branco queCosta e Silva assumiu a presidência. Manteveo poder com o auxilio do Comando doS...
A oposição ganhava adeptos; alguns políticos queprepararam e participaram ativamente do Golpe, estavamdescontentes com o n...
O descontentamento aumentava; aspromessa de abertura democrática do presidenteCosta e Silva foram cobradas. Ressurgia mais...
Com a criação do AI-5,houve cassações, prisões egrande silêncio nos meiosestudantis, sindicais,artísticos e intelectuais.A...
Costa e Silvamorreu de umatrombose cerebral. Nosegundo semestre de1969, uma junta militarassumiu o poder,encerrando o mand...
Emílio Garrastazu Médici             (I)        1968 - 1974       “A Luta Armada”                Palestrante: Danilo de Sa...
A foto ao lado mostra oestudante Edson Luís, morto emmanifestação UNE (UniãoNacional dos Estudantes).A foto acima mostra o...
Convencidos de que não atingiriam ademocracia por via pacífica algunssetores de esquerda optaram pelaluta armada.A figura ...
O governo Médici foi                                             marcado pela                                             ...
A figura ao lado mostra o corpo de Carlos                Marighella morto em 1969, numa emboscada                comandada...
Emílio Garrastazu   Médici ( II )    1969 - 1974“Crescimento Econômico”                 Palestrante: Antônio Nazário da S....
O 3º presidente da eramilitar, que governou de1969 a 1974 num regime deextrema repressão e um“crescimento” explosivo.
No período do governo Médici,                       o então Ministro da Fazenda,                       Antônio Delfim Nett...
• O setor terciário cresce acompanhando                         o ritmo de atividade do setor industrial                  ...
O governo de Médici foi marcado principalmente pelo arrochosalarial, pela forte entrada de indústrias estrangeiras, grande...
O tricampeonato mundial de                                         futebol no México, em 1970,                            ...
Com o desenvolvimento econômico, surgiu omito do Brasil potência, alimentado pelosslogans divulgados pela propaganda ofici...
Ernesto Geisel 1974 - 1979             Palestrante: Larissy Lima Santos
O penúltimo presidenteda ditadura centrou seuplano de governo naabertura política, usadacomo estratégia paraprolongar a du...
Grandes ajudantes na elaboração                                     do plano de governo do Geisel,                        ...
Uma boa demonstração daimpopularidade do partido dedireita, a ARENA, foi o êxito doMDB nas eleições para o Senadoe Câmara....
As mortes do jornalista VladimirHerzog e do sindicalista Manoel FielFilho nas mesmas instalações do DOI-CODI, executadas p...
Manoel Fiel Filho                    Comandante do II exército, General                    Ednardo D´Ávila Melo
João Baptista Figueiredo 1979 - 1985           Palestrante: Rafaelle Alves Almeida
O general JoãoBatista Figueiredo foio nosso presidenteeqüestre. Ex-chefedo SNI, declarou que“preferia o cheirodos cavalos ...
O crescimento da oposiçãoacelerou o processo deabertura política.
A anistia veio em 1979. Mas não foi "ampla,                         geral e irrestrita". O pior é que os torturadores     ...
Em janeiro de 1985, Tancredo Neves foi                 eleito pelo Colégio Eleitoral                              Figueire...
“O Brasil dos nossosdias não admite nem oexclusivismo do governonem da oposição.Governo e oposição,acima dos seusobjetivos...
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Ditadura militar   40 anos do golpe
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  1. 1. I COLÓQUIO TEMAS CONTEMPORÂNEOSDit dur M it r– 4 A do G pe a a il a 0 nos ol Coordenador: Prof. Cícero Valeriano
  2. 2. Ditadura Militar – 40 anos do golpe Olga Fernandes Marques – de Jango a Castelo Branco Alana Correia Silva – Artur Costa e Silva Danilo de Santana Bezerra – Emílio Garrastazu Médici I Antônio Nazário da S. Filho – Emílio Garrastazu Médici I I Larissy Lima Santos – Ernesto Geisel Rafaelle Alves Almeida – João Baptista Figueiredo
  3. 3. De Jango a CasteloBranco( 1961 – 1964 )( 1964- 1967 ) Palestrante: Olga Fernandes Marques
  4. 4. Jânio Quadros no dia de sua posse. (janeiro de 1961)Jânio Quadros ao lado de“Che” Guevara, o qual foicondecorado com aOrdem do Cruzeiro doSul.
  5. 5. O famoso apelido do presidente Jânio Quadros se enquadrou exatamente com suas idéias. Dizia ele que varreria do poder a corrupção e o comunismo.Jânio Quadros emcampanha eleitoral,1960.
  6. 6. Quando voltou da China foifeito um plebiscito (1963)onde 10 milhões de pessoasoptaram pelopresidencialismo. Na foto, aoseu lado, Ranieri Mazzilli quegovernou enquanto ele estavana China, junto aoparlamento.
  7. 7. Quando tornou-se presidente Jangoiniciou suas Reformas de Base:•Educacional;•Tributária;•Urbana;•Agrária (Liga Camponesa);•Eleitoral (extinguindo voto censitário);•Lei de remessa de lucros;
  8. 8. A to Ins titucional nº 1:•O presidente da República teria amplospoderes para suspender por 10 anos osdireitos políticos de qualquer cidadão ecassar mandatos de parlamentares;•Ficavam suspensas por 6 meses asgarantias constitucionais deestabilidade dos servidores públicos;•O presidente da República passava ater o exclusivo poder de decretar estadode sítio ou prolongá-lo por mais 30 dias,e o de apresentar emendasconstitucionais e projetos de leis que oCongresso Nacional só poderia recusarpor maioria absoluta (50% + 1) numprazo de até 30 dias.
  9. 9. Ato Institucional nº 2: Ato Institucional nº 3:•Ficava estabelecido que as eleições •Estabelecia que os governadorespara presidente, a partir de então, seriam eleitos indiretamente pelasseriam definitivamente indiretas; respectivas assembléias legislativas de seus estados;•Extinguiam-se todos os partidospolíticos; •Ficava firmado que seriam considerados eleitos para vice-•Competia ao presidente decretar presidente da República e para vice-estado de sítio ou prorrogá-lo por governador do estado os candidatosum prazo máximo de 180 dias; escritos para cargo na chapa dos•Ficavam excluídos de apreciação vitoriosos;judicial todos os atos praticados •Os prefeitos das capitais dospelo Comando Supremo da estados seriam nomeados pelosRevolução e pelo governo federal; governadores, mediante prévio•O presidente da República passava assentimento da Assembléiater o direito de decretar o recesso do Legislativa ao nome proposto, bemCongresso Nacional, das como os prefeitos das cidadesAssembléias Legislativas e das consideradas áreas de “SegurançaCâmaras Municipais, estando o país Nacional”.sob estado de sítio ou não.
  10. 10. Ato Institucional nº 4:•Estabelecia todas as regras que oCongresso Nacional deveria obedecerpara a aprovação da nova Constituição.“Não tenhovocação paraditador.” “Caminharemos para a frente com a segurança de que o remédio para os malefícios da extrema esquerda não será o nascimento de uma direita reacionária, mas o das reformas que se fizerem necessárias.”
  11. 11. Artur Costa e Silva 1967 - 1969 Palestrante: Alanna Correia Silva
  12. 12. Foi contra a vontade de Castelo Branco queCosta e Silva assumiu a presidência. Manteveo poder com o auxilio do Comando doSupremo da Revolução, junta militar quedecretou o AI-1, cuja chefia estava em seuencargo.Em eleições indiretas para a presidência,obteve 295 votos da Arena enquanto osparlamentares do MDB, retiraram-se do localde votação em sinal de protesto.Durante o governo de Castelo Branco, esteve à frente dainstitucionalização da ditadura por meio do AI-2 e alinhou-se aossetores que exigiam mais repressões por parte do presidente.
  13. 13. A oposição ganhava adeptos; alguns políticos queprepararam e participaram ativamente do Golpe, estavamdescontentes com o novo governo, pois estavam sendomarginalizados. Carlos Lacerda organizou então, uma“Frente ampla” de oposição, que reuniu participantes doMDB, de liberais cassados, como Juscelino Kubitschek,burgueses conservadores, estudantes e trabalhadores. Oobjetivo era exclusivamente político, exigindo elaboraçãode uma Constituição democrática e restabelecimento daseleições diretas em todos os níveis. Apesar do fracasso, o protesto foi sintoma da não-legitimação consensual dos caminhos que o regimeestava tomando.
  14. 14. O descontentamento aumentava; aspromessa de abertura democrática do presidenteCosta e Silva foram cobradas. Ressurgia mais umavez a crise, estudantes descontentes,trabalhadores devido a contenção de salários,geraram greves. Foi resultado disso, a passeatados cem mil. Em 1968 foi editado o AtoInstitucional 5, que dava o presidente quase osmesmos poderes que o AI-2, acrescentando o deconfiscar bens no caso de enriquecimento “ilícito”e da suspensão do direito de Habeas Corpus nocaso da infração da Lei de Segurança Nacional.Nessa época houve o fechamento do Congresso.
  15. 15. Com a criação do AI-5,houve cassações, prisões egrande silêncio nos meiosestudantis, sindicais,artísticos e intelectuais.Além disso, odesenvolvimento políticoestava subordinado ao ato. A partir daí, há um acordo entre o estado e a burguesia: essa abria mão dos controles políticos tradicionais como a liberdade de imprensa e do pluripartidarismo, o Habeas Corpus; o estado, por sua vez, mantinha a ordem a qualquer custo, assumindo os interesses dos empresários como se fossem de toda a nação.
  16. 16. Costa e Silvamorreu de umatrombose cerebral. Nosegundo semestre de1969, uma junta militarassumiu o poder,encerrando o mandatode Costa e Silva, eindicando parapresidência o GeneralEmílio GarrastazuMédici, ex-chefe doSNI.
  17. 17. Emílio Garrastazu Médici (I) 1968 - 1974 “A Luta Armada” Palestrante: Danilo de Santana Bezerra
  18. 18. A foto ao lado mostra oestudante Edson Luís, morto emmanifestação UNE (UniãoNacional dos Estudantes).A foto acima mostra osguerrilheiros Lamarca e Zequinhamortos no sertão da Bahia.
  19. 19. Convencidos de que não atingiriam ademocracia por via pacífica algunssetores de esquerda optaram pelaluta armada.A figura ao lado mostra CarlosLamarca ex-cap. do exército e lídermais expressivo da VPR.Os grupos de guerrilha se dividiamquanto a tática definida:• Alguns acreditavam que a guerrilharural era o melhor meio de tomar opoder;•Outros acreditavam na guerrilhaurbana como meio de tomar o poder.
  20. 20. O governo Médici foi marcado pela violenta repressão a certos setores sociais como estudantes, políticos, artistas e intelectuais de esquerda. Em 1970, com a criação do DOI-CODI, intensifica-se o uso da tortura pela linha dura para intimidaros grupos armados de esquerda que lutavam contra o regime.
  21. 21. A figura ao lado mostra o corpo de Carlos Marighella morto em 1969, numa emboscada comandada por Sérgio Paranhos Fleury, notório torturador. Marighella era o dirigente da ALN ( Ação Libertadora Nacional ), a organização de maior contingente e expressão.Carlos Lamarca:líder da VPR, que depois ingressou no MR-8( movimento revolucionário 8 de outubro ),morto em 1972 no sertão da Bahia.
  22. 22. Emílio Garrastazu Médici ( II ) 1969 - 1974“Crescimento Econômico” Palestrante: Antônio Nazário da S. Filho
  23. 23. O 3º presidente da eramilitar, que governou de1969 a 1974 num regime deextrema repressão e um“crescimento” explosivo.
  24. 24. No período do governo Médici, o então Ministro da Fazenda, Antônio Delfim Netto, teve uma contribuição expressiva para concretizar o plano de desenvolvimento da economia.Um dia, certo jornalista perguntasobre a dívida externa paraDelfim Netto e ele responde:“A dívida externa é grande, masé bem administrada”
  25. 25. • O setor terciário cresce acompanhando o ritmo de atividade do setor industrial (secundário), com uma taxa média de crescimento de 12,5% a.a. •O setor primário (agricultura) apresenta uma taxa de crescimento inferior a dos demais setores (4,5% a.a.), mas cresce mais do que a população (3%). •A indústria de construção civil também cresce atendendo à demanda para as obras de infra-estrutura do Estado.O crescimento econômico foi A capacidade produtiva utilizadaimpulsionado pelo bom em 1967 era de 76%, crescendodesempenho nas indústrias de para 93% em 1971, chegando àbens duráveis (automóveis e plena utilização no período entreeletrodomésticos) e de 1972-73.construção civil. Esse crescimento gerou uma As indústrias de material riqueza fabulosa, que elevou o PIBelétrico, química, construção de 4,8%, em 1967, para 14%, emnaval e de bens de capital 1973. Mas todo o dinheiro estavatambém aumentaram sua concentrado na mão da minoria .produção.
  26. 26. O governo de Médici foi marcado principalmente pelo arrochosalarial, pela forte entrada de indústrias estrangeiras, grandedesenvolvimento e tecnologia, fome e miséria nacional. Foi nesse período que a Rede Globo, se desenvolveu bastante e tornou-se a mais popular e poderosa do país, por conta do grande apoio junto ao governo Médici.
  27. 27. O tricampeonato mundial de futebol no México, em 1970, colaborou para criar um clima de otimismo, quase euforia, e reforçar a imagem do país que dá certo. Foi nesse tempo que surgiu a canção, “90 milhões em ação, pra frente Brasil, do meu coração...”Os governos lançaram-se ainda àconcretização de grandes projetos deengenharia civil, as obras faraônicas,símbolos do Brasil potência, obras deinteresse questionável, mas ótimapara a propaganda. Exemplos dessasobras foram as construções da ponteRio-Niterói, da Transamazônica e ahidrelétrica de Itaipu.
  28. 28. Com o desenvolvimento econômico, surgiu omito do Brasil potência, alimentado pelosslogans divulgados pela propaganda oficial(“Ninguém mais segura este país”, “Brasil,ame-o ou deixe-o”, “Pra frente Brasil”, “Até1964 o Brasil era o país do futuro: agora o Brasil, Eu te amo!!!futuro chegou”).
  29. 29. Ernesto Geisel 1974 - 1979 Palestrante: Larissy Lima Santos
  30. 30. O penúltimo presidenteda ditadura centrou seuplano de governo naabertura política, usadacomo estratégia paraprolongar a duração daditadura.
  31. 31. Grandes ajudantes na elaboração do plano de governo do Geisel, antes mesmo de o mandato de Médici terminar, foram o general Golbery, Leitão de Abreu, Delfim Netto e Cândido Mendes de Almeida.Este último até convidou oprofessor Samuel Huntington,cientista político de Harvard paraelaborar o plano de abertura dopresidente.
  32. 32. Uma boa demonstração daimpopularidade do partido dedireita, a ARENA, foi o êxito doMDB nas eleições para o Senadoe Câmara. Isso causou a reaçãoda direita, pois esta elaborou aLei Falcão e o Pacote de Abrilpara evitar a chegada de umcandidato do MBD às eleiçõespresidenciais.
  33. 33. As mortes do jornalista VladimirHerzog e do sindicalista Manoel FielFilho nas mesmas instalações do DOI-CODI, executadas pelo mesmocomandante, Ednardo D´Ávila Meloprovou que Geisel não tinha pulso paracontrolar a “linha dura”.
  34. 34. Manoel Fiel Filho Comandante do II exército, General Ednardo D´Ávila Melo
  35. 35. João Baptista Figueiredo 1979 - 1985 Palestrante: Rafaelle Alves Almeida
  36. 36. O general JoãoBatista Figueiredo foio nosso presidenteeqüestre. Ex-chefedo SNI, declarou que“preferia o cheirodos cavalos aocheiro do povo”
  37. 37. O crescimento da oposiçãoacelerou o processo deabertura política.
  38. 38. A anistia veio em 1979. Mas não foi "ampla, geral e irrestrita". O pior é que os torturadores também foram anistiados, sem jamais terem sentado no banco dos réus.Em 1982 o país negocioucom o FMI, como sempreeste faz exigências cruéis.
  39. 39. Em janeiro de 1985, Tancredo Neves foi eleito pelo Colégio Eleitoral Figueiredo O PT recusa-se a comparecer aoTANCREDO NEVES Colégio Eleitoral sob o argumento de não compactuar com a farsa das eleições indiretas.
  40. 40. “O Brasil dos nossosdias não admite nem oexclusivismo do governonem da oposição.Governo e oposição,acima dos seusobjetivos políticos, temdeveres inalienáveiscom o nosso povo”Tancredo Neves, 1983
  41. 41. • Restabelecimento das eleições diretaspara presidente e vice, econseqüentemente eliminação do colégioeleitoral;• Restauração das eleições diretas paraprefeitos das capitais, das áreasconsideradas de segurança nacional;•Liberalização das atividades sindicais;•Direito de voto aos analfabetos;•Liberdade de organização de novospartidos e legalização dos partidos queviviam na clandestinidade;
  42. 42. “Quem sa fa ahor . . . be z a ‘ ~ . . . na esper a ecer o a cont ”

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