Conferencias Do Clima

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Trabalho realizado por Andressa Martins e Denisiane Souza - Turma 11 do Senac/Tito para a Estação Ecogestão e Saneamento Ambiental.

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Conferencias Do Clima

  1. 1. Ecogestão – Profa Valéria Bolognini Por Denisiane Souza E Andressa Martins
  2. 3. <ul><li>Os sérios problemas ambientais que afetavam o mundo foram a causa da convocação pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1968, da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, que veio a se realizar em junho de 1972 em Estocolmo. </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Essa Conferência chamou a atenção das nações para o fato de que a ação humana estava causando séria degradação da natureza e criando severos riscos para o bem estar e para a própria sobrevivência da humanidade. Foi marcada por uma visão antropocêntrica de mundo, em que o homem era tido como o centro de toda a atividade realizada no planeta, desconsiderando o fato de a espécie humana ser parte da grande cadeia ecológica que rege a vida na Terra. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>A Conferência foi marcada pelo confronto entre as perspectivas dos “ países desenvolvidos .” e dos países “ em desenvolvimento.” </li></ul>
  5. 6. <ul><li>A Conferência contou com representantes de 113 países, 250 organizações-não-governamentais e dos organismos da ONU. A Conferência produziu a Declaração sobre o Meio Ambiente Humano, uma declaração de princípios de comportamento e responsabilidade que deveriam governar as decisões concernentes a questões ambientais. Outro resultado formal foi um Plano de Ação que convocava todos os países, os organismos das Nações Unidas, bem como todas as organizações internacionais a cooperarem na busca de soluções para uma série de problemas ambientais. </li></ul>
  6. 8. <ul><li>Primeira Conferência Mundial sobre o Clima, que reuniu cientistas e alertou para a necessidade de reduzir os gases do efeito estufa. A ONU cria o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), para avaliar o risco da mudança climática devido à atividade humana. </li></ul>
  7. 10. <ul><li>Estabeleceu a necessidade de um tal tratado internacional climático, que acabaria sendo produzido em 1992. As negociações para ele começaram no mesmo ano, com a criação de um comitê para produzi-lo: o Comitê Intergovernamental de Negociação para uma Convenção-Quadro sobre Mudanças Climáticas. </li></ul><ul><li>O IPCC divulga seu primeiro relatório de avaliação, que mostrava que a temperatura do planeta estaria aumentando. A projeção era de cerca de 0,15 ºC e 0,3 ºC para a década seguinte. </li></ul>
  8. 12. <ul><li>A Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD ou Rio-92) resulta nos tratados internacionais Agenda 21, Convenção da Biodiversidade e Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCC, na sigla em inglês). O objetivo da UNFCC é de estabilizar a concentração de gases do efeito estufa na atmosfera. </li></ul>
  9. 14. <ul><li>Na primeira Conferência das Partes (COP-1), foram definidos os compromissos legais de redução de emissões, que fariam parte do Protocolo de Kyoto. No mesmo ano, é divulgado o segundo relatório do IPCC. </li></ul>
  10. 16. <ul><li>Na COP-2, fica definido que os relatórios do IPCC nortearão as decisões futuras. </li></ul>
  11. 18. <ul><li>A COP-3 passa para a história como a convenção em que a comunidade internacional firmou um amplo acordo de caráter ambiental, apesar das divergências entre Estados Unidos e União Européia: o Protocolo de Kyoto . </li></ul>
  12. 19. <ul><li>Ele é um instrumento legal que sugere a redução de emissões de gases do efeito estufa nos países signatários e, no caso dos grandes poluidores do mundo desenvolvido, impõe metas variadas de redução, sendo 5,2% em média, tomando como parâmetro as emissões de 1990. Para que tivesse efeito, teria que ser ratificado pelos países desenvolvidos, cuja soma de emissões de CO 2 representava 55% do total. São criados o MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo), a partir de uma proposta brasileira, e os certificados de carbono. </li></ul>
  13. 21. <ul><li>Na COP-4, começam as discussões sobre um cronograma para implementar o Protocolo de Kyoto. No ano seguinte, durante a COP-5, em Bonn (Alemanha), as discussões de implementação continuam. </li></ul>
  14. 23. <ul><li>A tensão entre a União Europeia e o grupo liderado pelos Estados Unidos aumenta na COP-6, levando ao impasse as negociações. No ano seguinte, o presidente George W. Bush declara que os Estados Unidos não ratificarão o Protocolo de Kyoto, um entrave para a continuidade das negociações. Com a saída do maior poluidor do mundo, o protocolo corre o risco de perder seu efeito. </li></ul>
  15. 25. <ul><li>O IPCC convoca uma COP extraordinária para divulgar o terceiro relatório, em que fica cada vez mais evidente a interferência do homem nas mudanças climáticas. A tensão entre os países industrializados diminui na COP-7, em Marrakesh. </li></ul>
  16. 27. <ul><li>A COP-8 pede ações mais objetivas para a redução das emissões. Os países entram em acordo sobre as regras do MDL. A questão do desenvolvimento sustentável entra em foco. </li></ul>
  17. 29. <ul><li>Na COP-9, aprofundam-se as diferenças entre os países industrializados e o resto do mundo. Fica clara a falta de lideranças comprometidas para costurar acordos, o que é cobrado por ONGs. O assunto &quot;florestas&quot; entra em pauta. </li></ul>
  18. 31. <ul><li>Iniciam-se, durante a COP-10, discussões informais sobre novos compromissos de longo prazo a partir de 2012, quando vence o primeiro período do Protocolo de Kyoto. </li></ul>
  19. 33. <ul><li>Fica clara a necessidade de um amplo acordo internacional, ajustado à nova realidade mundial: Brasil, China e Índia tornaram-se emissores importantes. Na COP-11, é proposta pelo Brasil a negociação em dois trilhos: o pós-Kyoto e outra paralela entre os grandes emissores, o que inclui os Estados Unidos. </li></ul>
  20. 35. <ul><li>Na COP-12, a vulnerabilidade dos países mais pobres fica evidente. Ainda repercute o Relatório Stern, lançado na Inglaterra no mesmo ano e considerado o estudo econômico mais complexo e abrangente sobre os prejuízos do aquecimento global. Em Nairóbi, o Brasil apresenta a proposta de um mecanismo de incentivos financeiros para a manutenção das florestas, o Redd (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação). </li></ul>
  21. 37. <ul><li>É criado o Mapa do Caminho, com cinco pilares de discussão para facilitar a assinatura de um compromisso internacional em Copenhague: visão compartilhada, mitigação, adaptação, transferência de tecnologia e suporte financeiro. </li></ul><ul><li>Na COP-13 ficou acertado que seriam criados um fundo de recursos para os países em desenvolvimento e as Namas (Ações de Mitigação Nacionalmente Adequadas), modelo ideal para os países em desenvolvimento que, mesmo sem obrigação legal, concordem em diminuir suas emissões. </li></ul>
  22. 39. <ul><li>Continuam as costuras para um acordo amplo em Compenhague, sem muitos avanços. O Brasil lança o Plano Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), incluindo metas para a redução do desmatamento. Apresenta ainda o Fundo Amazônia, iniciativa para captar recursos para projetos de combate ao desmatamento e de promoção da conservação e uso sustentável na região. </li></ul>
  23. 40. Conferência de Copenhagen
  24. 41. <ul><li>Em Dezembro de 2009 foi realizada a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 15), em Copenhagen. </li></ul><ul><li>Essa foi a maior reunião diplomática da história, que resultou em frustrações, visto que as expectativas eram grandes, mas também, em avanços significativos. </li></ul>
  25. 42. Foto da Conferência em Copenhagen( COP15 /2009)
  26. 43. A Conferência teve como objetivo a difícil missão de Líderes de 190 países chegarem a um consenso sobre o novo acordo climático para complementar o Protocolo de Kyoto depois de 2012. O desafio incluiu a conciliação de interesses de países ricos e nações em desenvolvimento para chegar a níveis de redução de emissões de gases de efeito estufa que evitem o colapso climático do planeta.
  27. 44. É necessária a UNIÃO dos países para a SOBREVIVÊNCIA do PLANETA!!!
  28. 45. Como já foi dito, a Conferência resultou em muitas frustrações, mas também teve suas notícias positivas.A primeira delas é que o mundo todo tomou conhecimento do problema; a segunda é que os Estados Unidos e a China, os dois maiores emissores de gases de efeito estufa, concordaram em participar do acordo pela primeira vez,com metas. É um avanço significativo. Dá um claro sinal às empresas daqueles países – e do mundo - de que o aquecimento deixa de ser uma preocupação ambiental movida por altruísmo e se firma como questão geopolítica e estratégica.
  29. 46. O papel do Brasil merece destaque.O país, que até pouco, mostrava pouco entusiasmo pela questão pode ser considerado hoje um dos lideres mundiais no que tange ao aquecimento global . Ficou claro, ainda, que o debate sobre o assunto vai estar no centro da próxima campanha para presidente no nosso país. Os três pré-candidatos - José Serra , Dilma Rousseff e Marina Silva - estiveram atuantes no COP15. E a questão do aquecimento esteve, pelo menos durante a conferência, no centro da grande imprensa brasileira, com direito a manchetes nas primeiras páginas dos jornais e revistas. “ Diz Caco de Paula , coordenador do Planeta Sustentável.”
  30. 47. Para que possamos enxergar no FUTURO ! Está na hora de olhar e trabalhar no presente...
  31. 48. Enquanto houverem somente palavras e não existirem ações concretas,não adianta fazer congressos nem conferências.
  32. 51. <ul><li>O MUNDO NUNCA COBROU ALUGUEL MAS JÁ ESTÁ A PONTO DE MANDAR VOCÊ EMBORA!!! </li></ul>

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