SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 96
Baixar para ler offline
w w w. gui apratico e ne m. c o m.b r
APRESENTAÇÃO
          Ç

  Caro aluno,

  O Vestibular e o ENEM são momentos de decisão
  e expectativa para mais de 5 milhões de jovens
  em todo o Brasil. É uma corrida para garantir a
  tão sonhada vaga na universidade e o início da
  busca por um futuro melhor. Mas a quantidade
  de informações, fórmulas, aulas e simulados
  deixam os jovens apreensivos e ansiosos, sem
  contar a pressão familiar.



  Para tentar minimizar esses problemas e ter um ganho de tempo foi
  desenvolvido o GUIA PRÁTICO DO VESTIBULAR E ENEM, que traz através de uma
  linguagem simples e ilustrada os principais assuntos de Ciências da Natureza,
  Ciências Humana, Linguagens, Literatura, Redação e Matemática.

  Elaborado por professores experientes e inovadores de escolas e cursos
  pré-vestibulares tem um novo conceito de conteúdo, formatado com uma visão
  jovem e objetiva para que você revise de forma rápida os principais assuntos.

  O GUIA PRÁTICO é um manual prático, ilustrado com dicas, macetes, resumos e
  questões resolvidas, que ajudarão você a se dar bem na hora da prova!

  Leve sua Coleção GUIA PRÁTICO no dia da prova e estude pelos resumos.

  Boa Sorte!!!


  Prof. Bruno Dantralves
  COORDENADOR DE CONTEÚDO




                                          3
SUMÁRIO
CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICA
BIOLOGIA
Reino Plantae, Vegetalia ou Metaphyta ..................................................................................................... 6
Os Vegetais Inferiores ............................................................................................................................ 6
Vegetais Intermediários ......................................................................................................................... 6
Semelhanças Entre Briófitas e Pteridófitas....................................................................................................7
Vegetais Superiores ...............................................................................................................................7
Verticilos............................................................................................................................................. 8
Zoologia ............................................................................................................................................. 9
Filo Protozõa ........................................................................................................................................ 9
Filo das Esponjas ou Poríferos ................................................................................................................. 10
Filo dos Celenterados ou Cnidários ........................................................................................................... 10
Filo dos Platelmintos ............................................................................................................................ 10
Filo dos Asquelmintos ou Nematelmintos ................................................................................................... 10
Filo dos Anelídeos ............................................................................................................................... 11
Filo dos Artrópodes .............................................................................................................................. 11
Filo dos Moluscos ................................................................................................................................. 11
Filo dos Equinodermos .......................................................................................................................... 12
Filo Chordata ....................................................................................................................................... 12
Virologia ............................................................................................................................................ 12
Vamos Revisar!? .................................................................................................................................. 14
FÍSICA
Introdução à Eletricidade ....................................................................................................................... 16
Introdução – A Carga Elétrica ................................................................................................................... 16
Corpo Neutro/Corpo Eletrizado ................................................................................................................ 16
Quantidade de Carga de um Corpo (Q) ....................................................................................................... 17
Princípios da Eletricidade ....................................................................................................................... 17
Condutores e Isolantes .......................................................................................................................... 17
Processos de Eletrização ........................................................................................................................ 18
Lei de Coulomb – Força Elétrica ................................................................................................................ 19
O Campo Elétrico .................................................................................................................................. 19
Corrente Elétrica .................................................................................................................................. 20
Resistência Elétrica (R) ......................................................................................................................... 20
Noções de Eletromagnetismo .................................................................................................................. 21
Magnetismo........................................................................................................................................ 21
Eletromagnetismo ................................................................................................................................ 21
Vamos Revisar!? .................................................................................................................................. 22
QUÍMICA
Termoquímica...................................................................................................................................... 24
Lei de Hess ......................................................................................................................................... 24
Agora Vamos Estudar as Classificações das Entalpias (Calor de Reação) ............................................................. 24
Cinética Química .................................................................................................................................. 25
Equilíbrio Químico ................................................................................................................................26
Deslocamento de Equilíbrio .................................................................................................................... 27
Equilíbrio Iônico .................................................................................................................................. 27
Eletroquímica ......................................................................................................................................28
Pilhas ................................................................................................................................................29
Pilha Seca .......................................................................................................................................... 30
Pilha Alcalina ...................................................................................................................................... 30
Bateria de Automóvel ............................................................................................................................ 30
Vamos Revisar!? .................................................................................................................................. 31
MATEMÁTICA
Fatorial (!) ......................................................................................................................................... 32
Princípio Fundamental de Contagem – PFC.................................................................................................. 32
Permutação ........................................................................................................................................ 33
Arranjo .............................................................................................................................................. 34
Combinação ........................................................................................................................................ 34
Noções de Estatística ............................................................................................................................ 35
Média Aritmética.................................................................................................................................. 35
Moda ................................................................................................................................................ 35
Mediana ............................................................................................................................................ 35
Noções de Matemática Financeira............................................................................................................. 37
O Que é o Juro? .................................................................................................................................... 37
Capitalização Simples ............................................................................................................................ 37
Aumentos e Descontos ..........................................................................................................................38
Capitalização Composta .........................................................................................................................38
Vamos Revisar!? ..................................................................................................................................39

CIÊNCIAS HUMANAS, PORTUGUÊS, REDAÇÃO E LITERATURA
HISTÓRIA GERAL
O Período Entre Guerras ............................................................................................................................ 42
O American Way Of Life (Estilo Americano De Vida).......................................................................................... 42

                                                                            4
A Crise de 1929 ....................................................................................................................................... 42
O Que Foi o Crack da Bolsa de Valores? .......................................................................................................... 42
O New Deal ............................................................................................................................................ 42
Enquanto Isso na Alemanha e na Itália… ....................................................................................................... 43
Mas, o Que Foi o Totalitarismo?................................................................................................................... 43
Estados Totalitários – Nazismo e Fascismo ..................................................................................................... 43
A Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945) ...................................................................................................... 43
Mas, Quais Foram as Causas Desse Conflito? .................................................................................................. 44
Fases da Guerra ...................................................................................................................................... 44
Mas, o Que Acontecia na Ásia Nesse Momento? .............................................................................................. 45
Consequências da Guerra .......................................................................................................................... 45
A Descolonização da África e da Ásia ............................................................................................................ 46
Os Principais Acontecimentos do Século XX .................................................................................................... 46
A Independência da Índia .......................................................................................................................... 46
A Guerra do Vietnã (1961 – 1975)................................................................................................................. 46
O Conflito Entre Israel e Palestinos .............................................................................................................. 47
A Revolução Chinesa ................................................................................................................................ 47
A Revolução Cubana ................................................................................................................................. 47
O Fim da URSS ........................................................................................................................................ 50
O Governo Brejnev (1964 a 1982) ................................................................................................................ 50
O Governo de Gorbatchev (1982 a 1991) ........................................................................................................ 50
HISTÓRIA DO BRASIL
Estado Novo (1937-1944) ....................................................................................................................... 52
O Fim do Estado Novo ............................................................................................................................ 52
O Queremismo ..................................................................................................................................... 53
Governo Dutra (1946-1951) .................................................................................................................... 53
Governo de Getúlio Vargas (1951-1954) ..................................................................................................... 53
Juscelino Kubitschek (1956-1961) ............................................................................................................ 54
Jânio Quadros (1961)............................................................................................................................. 54
João Goulart (1961-1964) ....................................................................................................................... 54
Ditadura Militar (1964-1985) .................................................................................................................. 55
GEOGRAFIA
As Regiões Administrativas .....................................................................................................................56
A Região Sul........................................................................................................................................56
A Região Sudeste .................................................................................................................................58
O Nordeste .........................................................................................................................................59
O Centro Oeste..................................................................................................................................... 61
Região Norte .......................................................................................................................................62
LÍNGUA PORTUGUESA
Compreensão (ou Intelecção) e Interpretação de Textos.................................................................................64
Dicas Iniciais .......................................................................................................................................64
  Observar Atentamente o Título ..............................................................................................................64
  Observar Atentamente o Autor e/ou a Fonte .............................................................................................65
  Ler o Texto Duas Vezes ........................................................................................................................65
  Tipos de Questões de Interpretação........................................................................................................65
Texto Um ............................................................................................................................................65
Texto Dois ..........................................................................................................................................66
Texto Três ........................................................................................................................................... 67
Texto Quatro........................................................................................................................................ 67
Texto Cinco .........................................................................................................................................68
Armadilhas da Interpretação ...................................................................................................................68
Análise Textual ....................................................................................................................................68
REDAÇÃO
Notícias Ortográficas ............................................................................................................................. 70
Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa ............................................................................................ 71
Hífen ................................................................................................................................................ 72
Português do Brasil – Português de Portugal ............................................................................................... 76
Dicas Retiradas do Fórum Correio Web, Sobre a PRF em 22/01/07 ..................................................................... 79
Os 10 Mandamentos Para Uma Boa Redação ................................................................................................ 81
LITERATURA
E Aí Galera, Vamos de Olho no Futuro dar uma Espiada nas Vanguardas! .............................................................82
Vamos ao Modernismo ...........................................................................................................................82
Manuel Bandeira (1886 – 1968, Recife – PE) ...............................................................................................83
Oswald de Andrade (1890 – 1954, São Paulo-SP) ..........................................................................................83
Mário de Andrade (1893 – 1945, São Paulo-SP) ...........................................................................................84
Segunda Geração do Modernismo!............................................................................................................84
Carlos Drummond de Andrade (MG, 1902 – Rj, 1987) .....................................................................................84
Cecília Meireles (1901 – 1964 / RJ) ...........................................................................................................85
Vinícius de Moraes (1913 – 1980 / RJ) .......................................................................................................85
Terceira Fase do Modernismo ..................................................................................................................85

QUESTÕES COMENTADAS..............................................................................................89
                                                                            5
BIOLOGIA

                                     este último módulo finalizamos com o estudo dos
                                 N   vegetais, animais e os vírus. Lembre-se que a estratégia é
                                 fundamental para garantir a vitória. Boa sorte na prova!
                                 Bruno Dantralves


Neste caderno estudaremos os
vegetais, animais e os vírus.
                                                                        UFBA 2008 (1ª FASE) / Questão 29
REINO PLANTAE, VEGETALIA                                              (02) Um sistema radical superficial e pouco ramificado e com
OU METAPHYTA                                                               elevado poder osmótico são aspectos característicos da
                                                                           vegetação da caatinga.
• VEGETAIS INFERIORES – Compreendem as algas.
• VEGETAIS INTERMEDIÁRIOS – Compreendem as briófitas                   Proposição VERDADEIRA.
  e pteridófitas.                                                      Por ser superficial e pouco ramificado diminui a área da raiz
                                                                      em contato com o solo seco, diminuindo a perda de água. E por
• VEGETAIS SUPERIORES – Compreendem as                                possuir um elevado poder osmótico pode absorve rapidamente
  gimnospermas e angiospermas.                                        a água quando presente.


OS VEGETAIS INFERIORES                                               Agora vamos nos deter ao estudo dos vegetais
Podem apresentar reprodução assexuada, sexuada ou                    intermediários e superiores.
metagênese.
• Clorofíceas (algas verdes) – Organismos aquáticos que
  podem ser unicelulares (formam o fitoplâncton) ou                            Nas briófitas, o gametófito é desenvolvido e
  pluricelulares.                                                             duradouro e o esporófito é reduzido e dependente
• Feofíceas (algas pardas) – Organismos pluricelulares                        do gametófito, enquanto nas pteridófitas, o
  predominantemente marinhos, cujo corpo (talo) se                            gametófito (prótalo) é reduzido e transitório e o
                                                                              esporófito é o vegetal desenvolvido, complexo e
  organiza em rizóides, caulóides e filóides.                                  duradouro. Em ambos, o esporófito e gametófito são
• rodofíceas (algas vermelhas) – São organismos                               verdes e independentes. Nas gimnospermas e
  pluricelulares, bentônicos, predominantemente marinhos.                     angiospermas o esporófito é o vegetal desenvolvido
                                                                              e o gametófito (saco embrionário e tubo polínico) é
                                                                              reduzido e dependente do esporófito.



                                                                     VEGETAIS INTERMEDIÁRIOS
              Para conquistar o ambiente terrestre, as plantas
             tiveram que desenvolver raízes para obter água e        Briófitas (musgos, hepáticas e antóceros) e pteridófitas
             minerais do solo, além da cutícula para evitar a        (samambaias, licopódios, cavalinhas).
          transpiração excessiva. Os estômatos possibilitaram
    as trocas gasosas e o tecido de sustentação possibilitou         Eles dependem da água para a reprodução e apresentam
    o crescimento. Já o xilema e floema garantiram a                  metagênese com meiose espórica. Nunca produzem flores,
    distribuição da seiva bruta (água e minerais) e da seiva         frutos e sementes (criptógamos). O órgão reprodutor
    elaborada (carboidratos). Também os vegetais se                  feminino é o arquegônio (produz a oosfera) e o masculino
    tornaram independentes da água para a reprodução.
                                                                     é o anterídio (produz anterozóides).

                                                                 6
Nas briófitas, a fase haplóide (gametófito) é mais longa e              Os microstróbilos formam os microesporângios que,
complexa que a fase diplóide (esporófito) que é                        por meiose, forma os micrósporos que origina o
dependente do gametófito. Nas pteridófitas ocorre                       gametófito, grão de pólen (formado por célula
inversão com o esporófito mais complexo e com vida mais                geradora e do tubo ou vegetal).
longa que o gametófito, que é simples e transitório.
                                                                      Os megastróbilos formam os megasporângios que é
                                                                      chamado de óvulo, onde uma célula sofre meiose
                                                                      formando quatro células, três se degeneram e uma origina
                                                                      o megásporo funcional (n).
            As briófitas são avasculares, pois não
              apresentam vasos condutores de seiva e por
             isso crescem pouco.



As pteridófitas são as primeiras plantas traqueófitas (apresenta
                                                                                   As gimnospermas são as primeiras plantas
vasos condutores de seiva - floema e xilema). O esporófito,                         produtoras de flores (fanerógamas) e de
planta propriamente dita, apresenta raiz, caule e folhas                          sementes (espermatófitas).
diferenciados. Na parte inferior das folhas formam-se os soros,
esses esporângios formam os esporos que ao germinar originam
o prótalo, gametófito que contem os anterídios e arquegônios,
                                                                        >> FIQUE ATENTO
os quais originam os gametas que são dependentes da água
para a fecundação e irão produzir um novo esporófito.                    Nas gimnospermas a semente é nua, sem proteção dos frutos.

                                                                      As Angiospermas são fanerógamas e espermatófitas que
                                                                      produzem frutos envolvendo as sementes (frutíferas). Está
                                                                      dividida em monocotiledôneas e dicotiledôneas.
                                                                      O gametófito (fase haplóide) se mostra ainda mais
                                                                      reduzido nas gimnospermas e angiospermas, nas quais os
                                                                      gametófito masculino (tubo polínico ou microprótalo)
                                                                      contém 3 núcleos e o gametófito feminino (saco
                                                                      embrionário ou megaprótalo) contém 8 núcleos.




  >> FIQUE ATENTO
  As pteridófitas eram dominantes no período carbonífero,
  alcançavam ate 40m de altura e originaram o carvão
  mineral e petróleo, utilizado hoje como combustível.

SEMELHANÇAS ENTRE BRIÓFITAS E PTERIDÓFITAS
Apresentam metagênese, com órgãos reprodutores
formados por arquegônio e anterídios. Não apresentam
flores, frutos e sementes, e dependem da água para
fecundação. Preferem ambientes úmidos e sombreados.

VEGETAIS SUPERIORES                                                           Com a evolução dos vegetais observamos uma
Nas Gimnospermas (pinheiros) a planta propriamente dita é                     acentuada redução do gametófito (haplóide) e um
                                                                              aumento na complexidade e dominância do
o esporófito (2n), nele encontramos os cones (estróbilos)                      esporófito (diplóide).
masculino - microstróbilo e feminino - megastróbilo.

                                                                  7
BIOLOGIA
                                                                   com formação do tubo polínico. No interior do ovário
   UFBA 2007 (1ª FASE) / Questão 11
                                                                   pode conter um ou vários óvulos, onde se forma a
 (02) O fruto é uma aquisição privilegiada das angiospermas,       oosfera (gameta feminino).
      constituindo uma estratégia de dispersão da espécie.
                                                                   c) Brácteas – folhas modificadas que protegem a flor.
 Proposição VERDADEIRA.
 As angiospermas são as únicas frutíferas e essa estrutura         O megasporângio possui uma célula volumosa que se
 possibilita a dispersão das sementes por animais.                 divide por meiose originando quatro megásporos. Porém,
                                                                   apenas um germina e seu núcleo sofre três mitoses
                                                                   consecutivas originando oito células que vão organizar o
Agora vamos comentar as estruturas que os compõe.                  saco embrionário (gametófito feminino), onde uma dessas
• Raiz – É responsável pela fixação do vegetal e absorção           células é a oosfera (gameta feminino) e dois núcleos
  de seiva bruta (água e sais minerais).                           polares que após fecundados originam o tecido de reserva
                                                                   (endosperma), além de outras células que se degeneram.
• Caule – Sustenta folhas, flores e frutos e transporta
  as seivas.                                                       A fecundação das flores é compreendida em três etapas:
• Folha – Realiza fotossíntese. É formado por:                     • Polinização – Corresponde ao transporte do pólen da
• Flor – É o aparelho reprodutor das angiospermas,                   antera ao estigma. O pólen pode ser transportado pelo
  pode apresentar:                                                   vento ou animais.
                                                                   • Formação do tubo polínico – A membrana interna se
VERTICILOS:                                                          alonga percorrendo o estilete conduzindo os
                                                                     anterozóides em direção ao óvulo.
a) Protetores:
                                                                   • Fecundação – Consiste na fusão do anterozóide com a
• Cálice – formado por folhas verdes clorofiladas                     oosfera, formando o zigoto que originara o embrião
  (sépalas).                                                         da semente.
• Corola – formado por folhas modificadas e coloridas
  (pétalas).
• Perianto – conjunto formado pelo cálice e corola.
                                                                               Após a fecundação, o óvulo se desenvolve em
                                                                                semente e o ovário fecundado originará o fruto.




               Perigônio é o termo utilizado quando o cálice         >> FIQUE ATENTO
              e a corola apresentam a mesma forma e cor,             O fruto serve para proteger a semente e possibilitar a
              recebendo essas folhas o nome de tépalas.              sua dispersão.


b) Reprodutores:                                                   A germinação consiste na saída da planta jovem (plântula)
                                                                   do interior da semente.
• Androceu – É formado pelos estames (microsporófilos),
  constituídos pelo filete, conectivo e antera. Na antera
  encontramos os sacos polínicos, responsáveis pela
  formação do grão de pólen (gameta masculino).                            Alguns vegetais podem se reproduzir
Observe abaixo o esquema explicativo.                                      assexuadamente através da estaquia, mergulhia,
                                                                           alporquia e enxertia.
• Gineceu – É formado pelos carpelos (pistilo ou
  macrosporófilo) e organizam em estigma,
  estilete e ovário.                                               Agora vamos conhecer alguns hormônios vegetais.
O estigma produz substância viscosa, possibilitando a              • Auxinas (AIA) – São produzidos nas regiões de
aderência do grão de pólen e sua posterior germinação                crescimento (os meristemas apicais do caule e

                                                               8
raiz), nas folhas, frutos e sementes. Estimula                • Colênquima – É formado por células vivas com paredes
   mitoses promovendo o crescimento.                               celulares espessas conferindo sustentação ao vegetal,
                                                                   essas células podem sofrer lignificação se
                                                                   transformando em esclerênquima, principal tecido de
          Enquanto o caule é estimulado por maiores                sustentação em plantas com crescimento primário; ele
CUIDADO
          concentrações e AIA, a raiz é estimulada por             é formado por esclereídeos ou fibras.
          menores concentrações.
                                                                 • Floema ou líber – Conduz seiva elaborada.
                                                                 • Xilema ou lenho – Transporta seiva bruta, exerce função
                                                                   de sustentação em plantas com crescimento secundário.
                                                                 Os meristemas primários são originados de células
                                                                 embrionárias, já os secundários surgem da
                                                                 desdiferenciação de outras células.
              À medida que a folha envelhece, a
             concentração de AIA diminui, provocando a           Os primários são:
             abscisão (queda).
                                                                 • Protoderme – Origina a epiderme.
                                                                 • Meristema fundamental – Origina o parênquima.
                                                                 • Procâmbio – Origina o sistema vascular.
  >> FIQUE ATENTO
  Aplicando-se AIA e giberelina em flores, estimula o             Os meristemas secundários possibilitam crescimento em
  desenvolvimento do ovário em frutos mesmo que não              espessura nas gmnospermas e dicotiledôneas, são eles:
  ocorra a fecundação (partenocarpia).
                                                                 • Felogênio – Produz o súber ou felema e o feloderme,
                                                                   ambos compreendem a periderme.
• Giberelinas – São produzidas em meristemas,
                                                                 • Câmbio interfascicular – Produz xilema e floema.
  sementes imaturas e frutos. Provoca o alongamento do
  caule, folhas e frutos e a germinação de sementes.
• Citocininas – São produzidas na raiz. Promovem a divisão
                                                                 ZOOLOGIA
  celular, a germinação e aumento do metabolismo.                I. FILO PROTOZÕA
• Etileno – É um gás que pode estimular o início da              CARACTERÍSTICAS
  floração e amadurecimento dos frutos.
                                                                 • São seres unicelulares eucariontes. Possuem vida livre,
                                                                   são parasitas ou comensais.
                                                                 • Respiração: os parasitas são anaeróbicos e os
          Para se conservar por mais tempo um fruto deve
          deixá-lo em baixas temperaturas e com elevadas
                                                                   comensais de vida livre são aeróbicos.
          taxas de CO2 para inibir a produção de etileno.
                                                                 PRINCIPAIS DOENÇAS CAUSADAS
                                                                 POR PROTOZOÁRIOS.
O fotoperiodismo corresponde ao tempo de iluminação que
é requerido pelo vegetal. As plantas de dias longos                 ESPÉCIE /
                                                                                     SINTOMAS     TRANSMISSÃO    PROFILAXIA
necessitam de maior quantidade de luz para formar flores              DOENÇA
e frutos, enquanto as de dias curtos requerem menor                                                              Água tratada,
intensidade luminosa.                                                                             Ingestão
                                                                                   Úlceras                       instalações
                                                                  E. histolítica                  de cistos
                                                                                   intestinais,                  sanitárias,
Assim como os animais, os vegetais também são                     (amebíase)                      eliminados
                                                                                   diarréia.                     lavar
compostos por vários tecidos, originados de células                                               com as fezes
                                                                                                                 alimentos
meristemáticas (totipotentes).
                                                                                                  Fezes do       Habitação
• Epiderme – Tecido de proteção.                                                                  barbeiro       e uso de
                                                                  T. cruzi         Lesões no
                                                                                                  através de     inseticidas
                                                                  (Chagas)         miocárdio
• Parênquima clorofiliano ou clorênquima – é responsável                                           lesões na      para o
  pela fotossíntese.                                                                              pele           barbeiro


                                                             9
BIOLOGIA
 T. gambiensis      Lesões          Picada                                IV. FILO DOS PLATELMINTOS
                                                     Uso de
 (doença do         meningo-        da mosca
 sono)              encefálicas     (Glossina)
                                                     inseticidas          CARACTERÍSTICAS
                                                                          • Vermes de corpo achatado, em forma de fita;
                    Feridas                          Uso de                 triblásticos (ecto, meso e endoderma), acelomados
                                    Picada do
 L. brasiliensis    nos rostos,                      inseticidas,           (não possui cavidade onde se alojam órgãos).
                                    mosquito palha
 (leishmaniose)     braços e                         evitar água
                                    (Phlebotomus)
                    pernas                           empoçada             • Aquáticos ou terrestres, parasitas ou vida livre.
                                                     Evitar
                                    Relação
 T. vaginalis
                    Vaginite,
                                    sexual e
                                                     relações             CLASSES:
                    uretrite e                       sexuais e uso
 (tricomoniase)                     objetos                               a) Turbelária – planárias. Apresentam vida livre.
                    corrimento                       de roupas
                                    contaminados
                                                     intimas              b) Trematódea – Schistosoma mansoni e fasciola
                                    Ingestão
                                                                             hepática, parasitas.
                    Dores                            A mesma
 Giardia                            de cistos                             c) Cestódia – tênias. São parasitas.
                    intestinais e                    profilaxia da
 (giardíase)                        eliminados
                    diarréia                         amebíase
                                    com as fezes                          Tubo digestivo ausente; absorve os nutrientes pela
                                                                          epiderme. Apresenta o escolex (cabeça) com ventosas para
 Giardia                                                                  fixação e corpo formado por vários anéis (proglótides).
                    sim             não              sim
 (giardíase)

                                                                             UFBA 2009 (1ª FASE) / Questão 19
                                                                            (01) O tratamento inadequado da água pode levar à ingestão de
II. FILO DAS ESPONJAS OU PORÍFEROS                                               ovos de Schistosoma mansoni, contaminando o homem sem a
                                                                                 necessidade de um hospedeiro intermediário.
CARACTERÍSTICAS
                                                                            Proposição FALSA.
• São animais metazoários (pluricelulares); não formam                      Para completar o ciclo de vida o Schistosoma mansoni precisa
  tecidos. São ricos em poros (poríferos), sendo                            de um hospedeiro intermediário (caramujo) que libera as
  aquáticos marinhos ou de água doce.                                       cercarias na água e estas penetram ativamente na pele.


III. FILO DOS CELENTERADOS OU CNIDÁRIOS
                                                                          V. FILO DOS ASQUELMINTOS
CARACTERÍSTICAS                                                           OU NEMATELMINTOS
• São metazoários, formam tecidos. Possuem dois                           CARACTERÍSTICAS
  folhetos embrionários (ectoderma e
  endoderma) e mesogléia.                                                 • Verme de corpo cilíndrico; triploblásticos, pseudo-
                                                                            celomados; dióicos com dimorfismo sexual .
• São aquáticos marinhos (bentônicos) ou vivem em
  colônias fixas (pólipos). Quando estão livres se                         • Vida livre em ambiente terrestre ou aquático, podendo
  locomovem (medusa).                                                       ser parasitas de plantas e animais.

                                                                            >> FIQUE ATENTO
                                                                            Primeiros com tubo digestivo completo (boca e ânus).


                                                                          • Ascaridíase: doença causada pelo verme Ascaris
                São os primeiros animais a apresentar
               arco-reflexo simples, pois possuem                            lumbricoides.
               célula nervosa.
                                                                          • Amarelão: doença causada pelo verme
                                                                            Ancylostoma duodenale.
• Reprodução: por metagênese – Alternância de gerações                    Os vermes adultos se alojam no intestino provocando
  sexuada e assexuada.                                                    hemorragias.

                                                                     10
• Elefantíase ou filaríase: doença causada pelo verme
                                                                             CLASSES             ARACHNIDA                  INSECTA
  Wuchereria bancrofti.
                                                                                             Aranha, escorpião e      Formiga, abelha,
Os vermes se alojam nos vasos linfáticos de diversos                        Exemplos
                                                                                             carrapato                gafanhoto
órgãos, dificultando o escoamento da linfa, provocando
hipertrofia destes.                                                                           Cefalotórax e            Cabeça, tórax e
                                                                            Corpo
                                                                                             abdômen                  abdômen
    ESPÉCIE /       SINTOMAS       TRANSMISSÃO       PROFILAXIA             Patas            Quatro pares             Três pares
     DOENÇA
                   Bronquite,                                               Antenas          Ausentes                 Um par
                                   Via oral pela    Higiene
 A. lumbricóide    cólicas,        ingestão de      pessoal e uso
 (ascaridíase)     obstrução                                                                 Traquéia ou
                                   ovos             de sanitários
                   intestinal                                               Respiração                                Traquéia
                                                                                             filotraquéia
                   Feridas         Penetração
 A. duodenali                                       Uso de
                   intestinais,    das larvas
 (ancilostomose    diarréia,       rabditóides      calçados e                               Glândulas coxais e
 ou amarelão)                                       sanitários              Excreção                                  Tubos de Malpighi
                   anemia          pela pele                                                 tubos de Malpighi
                                   Penetração       Evitar o
 A. braziliensis   Coceira e       das larvas       contato                 Habitat          Terrestres               Terrestres
                   infecção da
 (dermatite)                       “migrans” pela   com areia
                   pele            pele             contaminada
                   Inchaço nas     Picada do        Se proteger                 CRUSTÁCEA                 CHILOPODA            DIPLOPODA
 W. bancrofti      pernas, seios   pernilongo       do inseto e
 (elefantíase)     e escroto       Culéx            destruí-lo              Camarão, siri,
 O.
                                                                                                    Lacraia                Piolho de cobra
                   Coceira anal                     Higiene                 lagosta
 vermiculares                      Ingestão de
                   e distúrbios                     pessoal, tratar
 (enterobiose                      ovos                                     Cefalotorax e                                  Cabeça, tórax e
                   intestinais                      o alimento.                                     Cabeça e corpo
 ou oxiurose)
                                                                            abdômen                                        corpo

VI. FILO DOS ANELÍDEOS                                                                              Um par por             Dois pares por
                                                                            variável
                                                                                                    segmento               segmento
CARACTERÍSTICAS
                                                                            Dois pares              Um par                 Um par
• Animais de corpo cilíndrico, segmentado em anéis
  (metâmeros), triblásticos e celomados.                                    Brânquia                Traquéia               Traquéia

Vejamos as classes que compreendem esse filo.                                                                               Tubos de
                                                                            Glândulas verdes        Tubos de Malpighi
                                                                                                                           Malpighi
a) Oligoquetos – Poucas cerdas (minhocas).
                                                                            Aquáticos               Terrestres             Terrestres
    Terrestres e dulcícolas, monóicos, fecundação externa
    e cruzada, desenvolvimento direto.
b) Poliquetos – muitas cerdas (nereida).
                                                                           VIII. FILO DOS MOLUSCOS
    Maioria marinhos, dióicos, fecundação externa,                         CARACTERÍSTICAS
    desenvolvimento indireto (larva trocófora).                            • Animais de corpo mole e viscoso, com ou sem concha.
c) Hirudina – sem cerdas (sanguessuga).                                      São triblásticos e celomados (possui cavidade onde se
                                                                             alojam os órgãos).
    Terrestres ou aquáticos, monóicos, desenvolvimento direto.
                                                                           Vejamos as principais classes:
VII. FILO DOS ARTRÓPODES                                                   a) Gastrópodos: possui rádula e concha univalve
                                                                              (caracóis) ou ausentes (lesmas).
CARACTERÍSTICAS
Estão presentes em todos os ambientes, apresentando o                      b) Bivalvos: maioria marinhos e concha bivalve, sem
maior número de espécies.                                                     rádula, brânquias para a respiração e captura de
                                                                              alimento (ostras).
• São animais de patas articuladas, tripoblásticos,
  celomados, com corpo segmentado, simetria bilateral e                    c) Cefalópodos: marinhos, com olhos desenvolvidos e pés em
  exoesqueleto quitinoso ou calcário.                                         forma de tentáculos partindo da cabeça (polvos e lulas).

                                                                      11
BIOLOGIA
IX. FILO DOS EQUINODERMOS                                           V. Mamíferos: mais desenvolvidos; pele com glândulas
                                                                       sudoríparas e pelos. Coração com quatro cavidades,
CARACTERÍSTICAS                                                        não ocorre mistura de sangue.
• São exclusivamente marinhos, apresentam pele com                  Agora passaremos ao estudo dos vírus
  espinhos. São triblásticos, celomados, com simetria
  radiada. Animais de vida livre, predadores ou
  detritívoros com corpo sem cabeça, não segmentado.
                                                                    VIROLOGIA
                                                                    Os vírus são parasitas intracelular obrigatórios, pois só
                                                                    apresentam característica de ser vivo, como a reprodução,
         Único invertebrado deuterostômio (com o                    quando estão de dentro de uma célula. Fora da célula se
         blastóporo originando o ânus).                             cristalizam, comportando–se como seres inanimados.
                                                                    Eles utilizam a maquinaria biossintética da célula
Conheça as classes que pertencem a esse filo.                        hospedeira, pois não possuem orgânulos nem
                                                                    enzimas para a síntese de seus constituintes
a) Equinóide: (ouriços), corpo bojudo com espinhos                  (proteínas, ácido nucléico).
   grandes e móveis.
                                                                     Por não possuírem metabolismo próprio, eles parasitam
b) Asteróide: (estrela), corpo em forma de estrela com 5 ou         células para ter acesso a substâncias orgânicas que
   mais braços com espinhos pequenos.                               necessitam (aminoácidos, ATP, nucleotídeos,
c) Crinóide: (lírio), corpo em forma de estrela com braços          carboidratos), além da maquinaria enzimática celular
   sem espinhos.                                                    para a construção de novos vírus.
d) Holoturóide: (pepino), corpo cilíndrico sem braços e             Eles podem possuir DNA e/ou RNA envolvido por uma
   espinhos.                                                        cápsula protéica chamada de capsídio.
e) Ofiuróide: (serpente), corpo estrelado com disco central          Os ácidos nucléicos contém as informações
   e espinhos nos braços.                                           características de cada vírus. A especificidade viral é
                                                                    determinada pelas proteínas do capsídeo ou envoltório
                                                                    viral que possui afinidade com proteínas encontradas na
FILO CHORDATA                                                       membrana de determinadas células, possibilitando o
CARACTERÍSTICAS                                                     vírus infectar um tipo de célula específico.
• Notocorda, fendas branquiais, triblásticos, celomados,            É muito importante entender que os vírus possuem ação
  simetria bilateral, corpo segmentado, deuterostômios.             antigênica, pois quando presentes no organismo atuam
                                                                    como antígenos, estimulando as defesas e propiciando a
CRANIADOS (SUBFILO VERTEBRADOS)                                     formação de anticorpos.
I. Peixes: corpo revestido por escamas, respiração                  Os vírus podem ser classificados de acordo com o tipo de
   branquial (alguns pulmonados), sistema circulatório              ácido nucléico em:
   fechado, coração com 2 cavidades (aurícula e ventrículo),
   circulação simples, onde passa sangue venoso.                    • Vírus com DNA – Ex.: bacteriófago - infectam
   Cartilaginosos (condrictes) e ósseos (osteíctes).                  bactérias.
II. Anfíbios: pele lisa, sem escamas, rica em glândulas que         • Vírus com RNA – Ex.: a influenza que causa a gripe,
    a mantém úmida, possibilitando a respiração.                      infectando a mucosa do aparelho respiratório.
    Esqueleto ósseo com musculatura desenvolvida.
                                                                    • Vírus com RNA e transcriptase reversa (retrovírus)
    Coração com 2 aurículas e 1 ventrículo; circulação dupla
                                                                      – possuem a transcriptase reversa (enzima que produz
    e incompleta (mistura o sangue venoso com o arterial).
                                                                      DNA a partir de um molde de RNA). Ex.: HIV que
III. Répteis: pele seca queratinizada, impermeável e sem              infecta células do sistema imunológico causando a
     glândulas. As cobras não possuem membros. Coração                AIDS. O HIV possui 2 moléculas de RNA, além de uma
     com quatro cavidades mais ocorre mistura de sangue               transcriptase reversa, e uma integrase que promove a
     venoso e arterial com exceção dos Crocodilianos.                 integração do DNA viral ao DNA humano. Também se
                                                                      observa um folheto lipídico envolvendo o capsídio.
IV. Aves: corpo coberto com penas, ossos pneumáticos e
    ossos ocos para facilitar o vôo. Coração com quatro             RNA viral t.reversa – DNA – transcreve – RNAm traduz
    cavidades, não ocorre mistura de sangue.                        – Proteínas virais.

                                                               12
>> COMENTÁRIOS
                                                                     Não se esqueça. Por não possuir metabolismo, antibióticos não
        Como os vírus apresentam especificidade não é                 possuem ação sobre os vírus, sendo usados no combate a
        normal vírus de animais infectar vegetais.                   doenças causadas por bactérias. No combate a doenças virais se
                                                                     utilizam coquetéis com inibidores enzimáticos capazes de inibir a
                                                                     célula de produzir as partículas virais ou inibir as enzimas virais.
Os vírus de vegetais são constituídos de RNA e não
apresentam envoltório. Ex.: o mosaico do tabaco pode causar
manchas verde-clara ou amarela nas folhas ou em todo o
                                                                    Anotações:
vegetal. A transmissão dos vírus das plantas ocorre por meio
de um vetor – inseto, fungo, verme nematódeo; a ação
antrópica (do homem) também possibilita a transmissão.
Agora vamos estudar a reprodução viral, lembrem-se que
os vírus não se reproduzem fora da célula.

  >> FIQUE ATENTO
  Os vírus parasitam para poder reproduzir, devido a
  ausência de um metabolismo próprio.

Os bacteriófagos podem manifestar dois ciclos reprodutivos.
• O Ciclo lisogênico – vírus temperado ou não virulento.
  Não destrói a célula; o material genético está inativo e
  não altera o metabolismo da célula hospedeira. As
  células lisogênicas podem, a partir de agentes
  químicos, físicos ou mutações, sofrer indução
  (torna-se lítica). Quando o vírus está inativo dentro da
  célula dizemos que está latente e quando fora da célula
  cristalizado.
• O Ciclo lítico – vírus virulento. As células infectadas
  morrem devido a lise (ruptura) que sofrem por causa
  da atividade do vírus.




            Há evidências de que alguns tipos de câncer
             humano são causados por vírus. Por
             exemplo, o vírus da hepatite B parece causar
      câncer de fígado; o HPV está relacionado ao câncer
       de colo de útero. Provavelmente esses vírus
       ativam oncogênes (genes envolvidos na regulação
    da divisão celular) e as células começam a se
    comportar de maneira patológica, aumentando a
    frequência de suas mitoses e formando tumores.


Agora vamos analisar a reprodução de um dos vírus mais
perigosos da humaninade. O HIV tem afinidade por
linfócitos que apresentam em sua membrana um complexo
protéico CD4. Essas células são responsáveis por regular e
controlar o sistema imunológico. Após o reconhecimento
viral, o invólucro se funde a membrana celular liberando o
nucleocapsídeo no citoplasma da célula de defesa.

                                                               13
Vamos Revisar                                           >> BIOLOGIA

Requisitos para o ambiente terrestre – raiz, cutícula,                 • Androceu, órgão reprodutor masculino, é formado
   estômato, xilema e floema e tubo polínico.                             pelos estames, constituídos pelo filete, conectivo e
DependênciaREVISAR. reprodução – briófitas e                              antera (saco polínico).
 VAMOS da água para
   pteridófitas                                                         Hormônios vegetais – auxinas, giberelinas, citocininas.
Nas briófitas o gametófito é desenvolvido e duradouro                       Células meristemáticas são células vegetais que podem
e o esporófito é reduzido e dependente do gametófito,                       originar outros ticos celulares (totipotentes).
enquanto nas pteridófitas o gametófito (prótalo)                         Meristemas primários – protoderme, meristema
é reduzido e transitório e o esporófito é o vegetal                       fundamental e procâmbio.
desenvolvido, complexo e duradouro.
                                                                       Meristemas secundários – felogênio e cambio
• Nas gminospermas e angiospermas o esporófito é o                        interfascicular.
  vegetal desenvolvido e o gametófito (saco embrionário e
  tubo polínico) é reduzido e dependente do esporófito.                 Tecidos de sustentação – colênquima,
                                                                           esclerênquima, xilema.
• O órgão reprodutor feminino é o arquegônio (produz a
  oosfera) e o masculino é o anterídio (produz anterozóides).          Floema ou líber – conduz seiva elaborada.
• As pteridófitas são os primeiros vegetais a apresentar                Xilema ou lenho – transporta seiva bruta.
  vasos condutores de seiva (floema e xilema), sendo                    Vírus – parasita intracelular obrigatório, não possui
  traqueófitas.                                                            metabolismo próprio.
Gimnospermas - produzem flores (fanerógamas) e                          Especificidade viral – capacidade do vírus parasitar tipos
   sementes (espermatófitas).                                              específicos de células.
Angiospermas - são fanerógamas e espermatófitas que
                                                                       Capsídio – envoltório protéico que protege o DNA viral.
   produzem frutos.
                                                                       Vírus latente – inativo dentro da célula.
• Gineceu, órgão reprodutor feminino, é formado pelos
  carpelos e organizam em estigma, estilete e ovário.                  Vírus cristalizado – inativo, fora da célula.


                                  ESPONJAS                   CELENTERADOS                   PLATELMINTOS             NEMATELMINTOS
 DESENVOLVIMENTO                                                                                                   Triblásticos,
                        Diblásticos acelomados         Triblásticos acelomados        Triblásticos, acelomados
 EMBRIONÁRIO                                                                                                       pseudocelomados
                        Ausente. Digestão              Ausente. Digestão
                                                                                      Ausente ou incompleto        Completo, não possui
 TUBO DIGESTIVO         intracelular em coanócitos e   extracelular (cnidoblasto) e
                                                                                      (sem ânus)                   estômago.
                        amebócitos.                    intracelular (gastroderma).
                                                                                      Inicio de cefalização
                                                                                                                   Gânglios cerebrais e
 SISTEMA NERVOSO        Ausente                        Difuso na mesogléia            com gânglios cerebrais e
                                                                                                                   cordões longitudinais
                                                                                      cordões longitudinais
                                                       Ausente. Material lançado
 SISTEMA EXCRETOR       Ausente (por difusão)          na cavidade gastrovascular     Células flama                 Metanefrídios
                                                       saindo pela boca.
                                                       Ausente. Reprodução por        Presentes. Sexos separados
                        Ausente. Reprodução
                                                       metagênese (alternância        (monóicos) schistosoma
 ÓRGÃOS REPRODUTORES    assexuada por brotamento                                                                   Presente
                                                       de geração sexuada e           e hermafroditas (dióicos)
                        e sexuada
                                                       assexuada).                    Tênia e planária.
                        Ausente. A água com            Ausente. A água com
 SISTEMA CIRCULATÓRIO   nutrientes circula pelo        nutrientes circula pela        Ausente                      Ausente
                        ósculo.                        cavidade gastrovascular
                        Ausente (distribuição
                                                       Ausente (por difusão).                                      Ausente. Respiração
 SISTEMA RESPIRATÓRIO   por difusão).                                                 Ausente
                                                       Respiração aeróbia.                                         cutânea
                        Respiração aeróbia.
 ÓRGÃOS DE LOCOMOÇÃO    Ausente (séssil)               ausente                        Ausente.                     Ausente



                                                                 14
Anotações:




            ANELÍDEOS                       ARTRÓPODOS                      MOLUSCOS                          CELENTERADOS
                                                                                                    Triblásticos, celomados e
Triblásticos e celomados         Triblásticos e celomados         Triblásticos e celomados.
                                                                                                    deuterostómios
                                                                                                    Completo, podendo apresentar
                                                                  Completo. Os bivalves
Completo, com papo e moela.      Completo, com estomago e                                           glândulas digestivas e aparelho
                                                                  não apresentam aparelho
São protostómios.                glândulas anexas                                                   mastigador formado por dentes
                                                                  mastigador (rádula).
                                                                                                    (lanterna de Aristóteles).

Gânglios cerebrais e cordão      Ganglionar; com órgãos                                             Pouco desenvolvido. Com células
                                                                  Ganglionar.
ventral                          sensoriais.                                                        sensitivas na ponta dos braços.

                                 Tubos de Malpighi e glândulas    Metanefrídios (rins               Ausente, Excretas eliminadas pelos
Nefrídios
                                 verdes                           rudimentares).                    pódios do sistema ambulacral

                                                                                                    Presente. Maioria dióico
                                                                  Presente. Sexos separados ou
Presente                         Presente                                                           com fecundação externa e
                                                                  hermafroditas.
                                                                                                    desenvolvimento indireto.

Presente, circulação fechada
                                                                                                    Ausente. Sem vasos; nos canais
com “corações laterais”          Presente, circulação aberta ou   Presente. Circulação aberta com
                                                                                                    celômicos circula um liquido
e sangue com pigmentos           lacunar.                         exceção dos polvos e lulas.
                                                                                                    incolor.
respiratórios.

Ausente na maioria. Cutânea ou                                    Respiração cutânea, pulmonar      Pelos pódios ou pequenas
                                 Presente, traqueal e branquial
por brânquias modificadas.                                         e branquial.                      brânquias

Presente                         Presente, com articulações       Sistema esquelético ausente.      Pés ambulacrais



                                                                   15
FÍSICA


                                     osso último assunto. Introdução a eletricidade.
                               N     Aproveite os dias que faltam para revisar pelos resumos.
                               Marcelo Albuquerque (Fininho)



INTRODUÇÃO À ELETRICIDADE                                            quantidade de carga igual a 1,6 x 10-19 C da quantidade
01. INTRODUÇÃO – A CARGA ELÉTRICA                                    de carga de um elétron ou de um próton. Esta se chama
                                                                     de carga elétrica elementar (e).
A eletricidade é o ramo da física que estuda o
comportamento das cargas elétricas. A carga elétrica é
uma propriedade intrínseca da matéria associada a
algumas partículas elementares.




                                                                  02. CORPO NEUTRO/CORPO ELETRIZADO
                                                                  Um corpo (ou átomo) em seu estado normal possui
                                                                  quantidades iguais de cargas elétricas positivas e
                                                                  negativas sendo, portanto, considerado um corpo neutro.
            Os prótons e elétrons são considerados
            portadores de cargas elétricas. Por convenção,        Em caso de desequilíbrio de cargas, dizemos que o corpo
           os prótons são dotados de cargas positivas e os        encontra-se eletrizado.
      elétrons de cargas negativas.
                                                                  OBSERVAÇÕES
                                                                  Para que um corpo fique eletrizado, alteramos sua
                                                                  quantidade de elétrons, pois os prótons estão situados
A unidade de medida de carga elétrica, no SI, é o                 no núcleo dos átomos, logo só podem ser manipulados
couloumb (C). É comum utilizarmos alguns                          através de processos especiais.
submúltiplos do Coulomb.
                                                                  Todo corpo eletrizado neutraliza no momento que entra em
                                                                  contato com a Terra.
                                                                  Observe o esquema abaixo:
                                                                  CORPO NEUTRO: n° prótons = n° elétrons




• Carga elétrica elementar (e) – Experiências revelam que
  um próton, bem como um elétron, possui uma

                                                             16
CORPO ELETRIZADO: n° prótons ≠ n° elétrons                          04. PRINCÍPIOS DA ELETRICIDADE
• Positivamente: n° prótons > n° elétrons                           a) Atração e repulsão
                                                                     • Corpos eletrizados com cargas de sinais contrários se
                                                                       atraem.
                                                                     • Corpos carregados com cargas de mesmo sinal se repelem.
                                                                    Se atritarmos um bastão de vidro, por alguns segundos,
                                                                    com um pedaço de lã, verificamos que este é capaz de
                                                                    atrair pedacinhos de papel supostamente neutros.
• Negativamente: n° prótons < n° elétrons


                                                                                Corpos eletrizados atraem corpos neutros.




                                                                    b) Conservação de cargas
                                                                       A soma algébrica das quantidades de carga é sempre
            ÍON: átomo eletrizado                                      constante.
          • ÍON CÁTION (+): perde elétrons (eletrizado
            positivamente).                                         No exemplo abaixo os corpos trocaram cargas, mas a soma
          • ÍON ÂNION (-): ganha elétrons (eletrizado               algébrica não se alterou.
            positivamente).



03. QUANTIDADE DE CARGA DE UM CORPO (Q)
É a quantidade de cargas em excesso de um corpo.
   1 portador de carga em excesso → 1 x 1,6 x 10-19 C
   2 portadores de carga em excesso → 2 x 1,6 x 10-19 C
   3 portadores de carga em excesso → 3 x 1,6 x 10-19 C
   n portadores de carga em excesso → n x 1,6 x 10-19 C

Assim, se quisermos calcular a quantidade de cargas em
excesso de um corpo, basta multiplicar o número de
portadores em excesso pela carga elementar (e).                     CONDUTORES E ISOLANTES
                                                                    Dizemos que um corpo é um bom condutor elétrico quando
                                                                    é dotado de grande quantidade de portadores de carga que
                                                                    são facilmente movimentáveis. São eles:
                                                                    • Elétrons livres (nos metais em geral).
                                                                    • Íons nas soluções eletrolíticas.
                                                                    • Íons e elétrons livres nos gases ionizados.

          O termo “carga elétrica puntiforme” refere-se a um
                                                                    Já o isolante elétrico é um corpo no qual os portadores
CUIDADO                                                             de carga encontram dificuldade para se movimentarem.
          corpo eletrizado que possui dimensões desprezíveis
          em relação a outro(s) corpo(s) eletrizado(s).             São exemplos de isolantes: o ar atmosférico, borracha,
                                                                    vidro, seda etc.

                                                               17
FÍSICA
                                                                          FDC
        Em um condutor eletrizado em equilíbrio                         Três esferas metálicas idênticas I, II e III estão penduradas em
        eletrostático, as cargas em excesso sempre se                   um suporte por fios isolantes e eletricamente carregadas com
        distribuem na superfície externa.                               cargas indicadas no esquema. A esfera IV, idêntica às demais,
                                                                        também indicada no esquema, está inicialmente neutra e
                                                                        adaptada a um cabo isolante.


É por este motivo que durante uma tempestade ficamos                      I       II       III     IV
protegidos dentro do carro dos efeitos provocados pelas
descargas elétricas (“blindagem eletrostática”).
                                                                          3Q          Q      -Q
                                                                           2          4       2
06. PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO                                            A esfera com cabo isolante é movimentada de modo a tocar,
                                                                        sucessivamente, nas esferas I, II e III. Após o ultimo toque, a
Existem três maneiras de eletrizar um corpo. Vejamos                    carga da esfera IV é:
quais são elas.
                                                                        a) Q          b) 3Q/4     c) Q/2       d) Q/4        e) nula
a) Eletrização por atrito: Consiste em esfregar dois corpos
   inicialmente neutros e constituídos de substâncias                   Resolução.
   diferentes. Isso se deve ao fato dos corpos terem diferentes         Trata-se de um contato sucessivo entre corpos idênticos.
                                                                        1° contato (IV e I)
   tendências a ganhar elétrons. Observe o exemplo:
                                                                               3Q
                                                                         0+
                                                                                2         3Q
                                                                                      =
                                                                              2             4

                                                                        2° contato (IV e II)
                                                                         3Q       Q
                                                                               +
                                                                          4       4          Q
                                                                                        =
                                                                              2              2

                                                                        3° contato (IV e III)
                                                                         Q        Q
                                                                             +
                                                                         2         4
                                                                                           =0
                                                                               2

Ao final do processo, os corpos ficam eletrizados com                     Gabarito: letra E.
cargas de mesmo módulo, porém de sinais contrários.
b) Eletrização por contato – Consiste na transferência                 • Eletrização por indução – Este é o único processo
   de portadores móveis quando um corpo eletrizado                       no qual os corpos envolvidos (indutor e induzido)
   entra em contato com um corpo neutro no intuito                       não se tocam. Vejamos as etapas do processo de
   de eletrizá-lo.                                                       eletrização por indução de uma esfera.




Após a eletrização por contato, os corpos ficam eletrizados
com cargas de mesmo sinal.

                                                                  18
Observe que ao final do processo os corpos ficam                         Assim, dizemos que toda carga elétrica puntiforme (q)
eletrizados com cargas de sinais contrários.                           imersa num campo elétrico (E) sofre ação de uma força
                                                                       elétrica (F).
OBSERVAÇÃO
As cargas elétricas distribuídas na superfície externa de um           F=q.E         →       E=F/q
condutor têm a tendência de se acumular nas regiões pontiagudas
(“Poder das pontas”). Por esse motivo, os pára-raios possuem,          Usando a definição, conclui-se que a unidade do campo
em suas extremidades, hastes dotadas de pontas.                        elétrico, no SI, é o N/C.


07. LEI DE COULOMB – FORÇA ELÉTRICA
                                                                               A carga elétrica puntiforme (q) é também
Considere duas partículas eletrizadas com cargas Q e q                         chamada de carga de prova. As fontes do campo
separadas por uma distância d.                                                 elétrico (E) são corpos eletrizados chamados de
                                                                               cargas fonte (Q).


                                                                       Através do sinal da carga fonte (Q), identifica-se num
                                                                       ponto do espaço o sentido do campo elétrico (E)
                                                                       representado através de linhas de campo.


Podemos dizer que a força elétrica (repulsão ou atração)
é diretamente proporcional ao produto do módulo das
cargas das partículas e inversamente proporcional à
distância que separa os seus centros.

                     F = K. Q .2 q
                             d

A constante K é chamada constante eletrostática que
depende do meio em que as partículas estão imersas. Sua                OBSERVAÇÃO
unidade no SI é o N.m2 / C2.                                           CAMPO ELÉTRICO UNIFORME
                                                                       Região do espaço delimitada entre duas placas paralelas
                                                                       carregadas com cargas de mesmo módulo e sentidos
                                                                       contrários onde o vetor campo elétrico é constante.
         As forças elétricas entre duas partículas constituem
         um par ação e reação.



08. O CAMPO ELÉTRICO
Um corpo carregado “cria” uma região de influência
denominada campo elétrico que lhe possibilita interagir
com outras cargas.




                                                                       Os capacitores são aparelhos que acumulam energia em
                                                                       um campo elétrico uniforme para disparar o flash das
                                                                       máquinas fotográficas.

                                                                  19
FÍSICA
09. CORRENTE ELÉTRICA                                                                       i=
                                                                                                 Q
                                                                                                 ∆t
Já sabemos que um condutor metálico possui uma grande
quantidade de elétrons livres que se movimentam                   Pela definição, conclui-se que a unidade da
desordenadamente.                                                 intensidade da corrente elétrica, no SI, é expressa em
Quando ligamos uma pilha (gerador) aos terminais de               C/s, também chamada de ampère (A).
um fio condutor, estes elétrons livres recebem uma
                                                                  Quando dizemos que a intensidade de uma
certa quantidade de energia e passam a se movimentar
                                                                  corrente elétrica é igual a 4 A, significa que em
de maneira parcialmente ordenada. É o que chamamos
                                                                  cada 1 s, uma quantidade de carga igual a 4 C passa
de corrente elétrica. Observe o esquema de um
                                                                  por uma seção do condutor.
circuito simplificado.

                                                                  RESISTÊNCIA ELÉTRICA (R)
                                                                  Numa corrente elétrica, os elétrons livres colidem com
                                                                  outros elétrons e também com átomos que constituem a
                                                                  estrutura cristalina do condutor, logo encontram
                                                                  resistência, à sua passagem ao longo do meio condutor.
                                                                  Para calcularmos a resistência elétrica basta dividirmos a
                                                                  tensão (U) entre os terminais de um condutor pela
                                                                  intensidade da corrente que o percorre (i).




•   Diferença de potencial (U)
Podemos observar na figura acima que a pilha possui uma
                                                                                                 U
indicação que corresponde a 1,5 V. Significa dizer que 1 C                                 R=
                                                                                                 i
de carga recebe uma energia de 1,5 J para ser transportada
ao longo do circuito.
A diferença de potencial, no SI, é expressa em joules por
                                                                          Aplicada uma mesma tensão (U) a condutores
coulomb (J/C). Essa unidade recebe o nome de volt (V).                    diferentes, a resistência elétrica (R) é
                                                                          inversamente proporcional à intensidade da
                                                                          corrente que os percorre (i).

         A diferença de potencial é também chamada de
         tensão ou voltagem.
                                                                  ALGUNS EFEITOS DA CORRENTE ELÉTRICA
                                                                  a) Efeito Joule
•   Intensidade da corrente elétrica (i)
                                                                  Quando colocamos a mão sobre um fio isolado por
A intensidade da corrente elétrica é definida como a               onde passa corrente elétrica, percebemos que o
quantidade de carga (Q) que atravessa uma seção de um             mesmo esquenta.
condutor por unidade de tempo.
                                                                  Em geral, os dispositivos que proporcionam esse
                                                                  aquecimento são dotados de resistência como, por
                                                                  exemplo, o chuveiro elétrico.
                                                                  O efeito térmico produzido pela corrente elétrica
                                                                  chama-se efeito joule.

                                                             20
b) Efeito Magnético                                                O pólo norte (expresso por N) é aquele que aponta para o
                                                                   norte geográfico (sul magnético).
Toda corrente elétrica gera um campo magnético. Quanto
maior a intensidade da corrente, maior a intensidade do
campo magnético.                                                   ELETROMAGNETISMO
Os disjuntores são dispositivos que protegem os circuitos          O físico dinamarquês H. Oersted provou que cargas
elétricos contra problemas causados por sobrecargas de             elétricas em movimento dão origem a um campo
corrente elétrica.                                                 magnético. Para comprovar essa ideia, basta aproximarmos
                                                                   uma bússola de um fio por onde passa uma corrente
                                                                   elétrica. Iremos observar que a agulha sofre desvios.
                                                                   •   O Eletroímã – Para obter um eleroímã basta enrolarmos
                                                                       um pedaço de fio a um núcleo de ferro (Ex.: prego).

Quando a intensidade da corrente supera um certo valor
desejado, a chave magnética desliga automaticamente.

NOÇÕES DE ELETROMAGNETISMO
MAGNETISMO
Quando aproximamos um ímã de pequenos objetos
metálicos notamos que os objetos são atraídos. Isso
acontece porque o ímã possui uma região de influência
denominada campo magnético, assim como as massas –                 Submetendo o fio a uma diferença de potencial, o
campo gravitacional e as cargas elétricas - campo elétrico.        mesmo é percorrido por uma corrente elétrica, que
Observa-se também que certas partes do ímã conseguem               consequentemente irá gerar um campo magnético na
atrair objetos com maior intensidade. Essas partes são             região próxima a essa espira.
chamadas polos de um ímã.                                          A intensidade do campo magnético criado pelo eletroímã, bem
                                                                   como a distância que ele atingirá dependerão da intensidade
                                                                   da corrente aplicada e do número de voltas da espira.

           • Polos magnéticos de mesmo nome se repelem.            Com base neste princípio é possível criar inúmeros
            • Polos magnéticos de nomes diferentes se              dispositivos elétricos, incluindo motores, cabeçotes de
    atraem.                                                        leitura/gravação para discos rígidos e toca-fitas,
                                                                   alto-falantes etc.

A Terra se comporta como um grande imã, possuindo um
imenso campo magnético que serve de proteção contra                Anotações:
certas radiações provenientes do Sol.
•   A bússola – Trata-se de um instrumento de localização
    formado basicamente por uma agulha imantada,
    apoiada de modo a poder girar livremente.




                                                              21
Vamos Revisar                              >> FÍSICA

Carga Elementar (e)                                   Processos de eletrização
             -19
e = + 1,6 x 10 C (um próton)                          • Atrito
e = - 1,6 x 10-19 C (um elétron)                      • Contato
Quantidade de Carga em Excesso (Q)                    • Indução
                                                      Lei de Coulomb - Força Elétrica
  Q = n.e
                                                       F = K. Q .2 q
                                                               d
n → n° de portadores de carga em excesso
                                                      Campo Elétrico (E)
Corpo Neutro:
n° prótons = n° de elétrons                             E=F/q
Corpo Eletrizado:                                     Intensidade da Corrente Elétrica (i)
n° prótons ≠ n° de elétrons                                  Q
                                                        i=
Eletrizado Positivamente:                                    ∆t

n° prótons > n° de elétrons                           Resistência Elétrica (R)
Eletrizado Negativamente:                                    U
                                                        R=
n° prótons < n° de elétrons                                  i




Anotações:




                                                 22
Q QUÍMICA

                                    hora de fechar com chave de ouro. Dê todo gás agora na
                               É    reta final. Lembre-se, revisar nunca é demais.

                               Daniela Leite



TERMOQUÍMICA
É a parte da química que estuda as trocas de calor que             ∆H > 0 → Reação endotérmica
ocorrem durante a formação de uma reação química.                  ∆H < 0 → Reação exotérmica
• Reação endotérmica: é aquela que só ocorre com
  absorção de calor (neste caso a quantidade de calor                >> FIQUE ATENTO
  absorvido para realizar a reação é maior que o liberado).          A energia não pode ser criada nem destruída, apenas
                                                                     transformada. Esse fato é também conhecido como
                                                                     princípio da conservação da energia.
        Nas reações endotérmicas, a energia dos produtos é
        maior que a dos reagentes, pois os reagentes
        absorvem energia para se transformar nos produtos.                   A entalpia depende do estado físico das substâncias
                                                                   CUIDADO
                                                                             e seu estado alotrópico.
• Reação exotérmica: é aquela que ocorre com liberação
  de calor (a quantidade de calor liberado é maior que o
  inicialmente absorvido para realizar a reação).                  LEI DE HESS
                                                                   É também conhecida como “Lei do estado final e inicial”.
           Nas reações exotérmicas a energia dos produtos          Esse cientista percebeu que a variação de entalpia
            é menor que a dos reagentes, pois uma parte            envolvida em uma reação química depende somente do
           da energia dos reagentes foi liberada.                  seu estado inicial e final, não importando o caminho da
                                                                   reação, desde que a pressão e a temperatura do sistema
                                                                   sejam iguais nos estados inicial e final.
ENTALPIA DE UMA SUBSTÂNCIA (H)
É a quantidade de energia (calor) armazenada em
cada substância.                                                             Quando vier uma equação pedindo para calcular a
                                                                             variação de entalpia final, basta somar as
                                                                             entalpias intermediárias.
VARIAÇÃO DE ENTALPIA (∆H)                                                    ΔHf = ΔH1 + ΔH2

Mede a variação de calor que ocorre em uma
reação química.                                                    AGORA VAMOS ESTUDAR AS CLASSIFICAÇÕES
É calculado pela fórmula:                                          DAS ENTALPIAS (CALOR DE REAÇÃO)
                                                                   a) Entalpia de formação: é a variação de entalpia (∆H)
              ∆H = H produtos – H reagentes                           associada à reação de síntese de 1 mol da

                                                              24
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6
Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6

Mais conteúdo relacionado

Destaque

Prova faetec nível médio subseqüente e vestibular is es e ists-prova de mate...
Prova faetec  nível médio subseqüente e vestibular is es e ists-prova de mate...Prova faetec  nível médio subseqüente e vestibular is es e ists-prova de mate...
Prova faetec nível médio subseqüente e vestibular is es e ists-prova de mate...tandyguit
 
AR1 - 2º ano
AR1 - 2º anoAR1 - 2º ano
AR1 - 2º anoV
 
Manual do vestibular UPE 2015 (1)
Manual do vestibular UPE 2015 (1)Manual do vestibular UPE 2015 (1)
Manual do vestibular UPE 2015 (1)Isaquel Silva
 
Resoluções das Provas do Enem
Resoluções das Provas do EnemResoluções das Provas do Enem
Resoluções das Provas do EnemKassio Silva
 
Exercicio argumentação
Exercicio argumentaçãoExercicio argumentação
Exercicio argumentaçãoAnne Clea Lima
 
ENEM 2009 Física: corrigido e comentado, em Word - Conteúdo vinculado ao blog...
ENEM 2009 Física: corrigido e comentado, em Word - Conteúdo vinculado ao blog...ENEM 2009 Física: corrigido e comentado, em Word - Conteúdo vinculado ao blog...
ENEM 2009 Física: corrigido e comentado, em Word - Conteúdo vinculado ao blog...Rodrigo Penna
 
Caderno de exercícios de ciências da natureza e suas tecnologias
Caderno de exercícios de ciências da natureza e suas tecnologiasCaderno de exercícios de ciências da natureza e suas tecnologias
Caderno de exercícios de ciências da natureza e suas tecnologiasHomero Alves de Lima
 
Moderna digital - Cadernos de Revisão
Moderna digital - Cadernos de RevisãoModerna digital - Cadernos de Revisão
Moderna digital - Cadernos de RevisãoEditora Moderna
 
2 Redações Comentadas - FCC - PROJETO NOTA MÁXIMA NAS PROVAS DISCURSIVAS
 2 Redações Comentadas - FCC - PROJETO NOTA MÁXIMA NAS PROVAS DISCURSIVAS 2 Redações Comentadas - FCC - PROJETO NOTA MÁXIMA NAS PROVAS DISCURSIVAS
2 Redações Comentadas - FCC - PROJETO NOTA MÁXIMA NAS PROVAS DISCURSIVASGlória Alves
 
Apostila 2º semestre blog da tia io
Apostila 2º semestre blog da tia ioApostila 2º semestre blog da tia io
Apostila 2º semestre blog da tia ioIolanda Sá
 
119 atividades-envolvendo-temas-relacionados-a-natureza-e-sociedade
119 atividades-envolvendo-temas-relacionados-a-natureza-e-sociedade119 atividades-envolvendo-temas-relacionados-a-natureza-e-sociedade
119 atividades-envolvendo-temas-relacionados-a-natureza-e-sociedadecrisold
 

Destaque (16)

Prova faetec nível médio subseqüente e vestibular is es e ists-prova de mate...
Prova faetec  nível médio subseqüente e vestibular is es e ists-prova de mate...Prova faetec  nível médio subseqüente e vestibular is es e ists-prova de mate...
Prova faetec nível médio subseqüente e vestibular is es e ists-prova de mate...
 
AR1 - 2º ano
AR1 - 2º anoAR1 - 2º ano
AR1 - 2º ano
 
Manual do vestibular UPE 2015 (1)
Manual do vestibular UPE 2015 (1)Manual do vestibular UPE 2015 (1)
Manual do vestibular UPE 2015 (1)
 
Resoluções das Provas do Enem
Resoluções das Provas do EnemResoluções das Provas do Enem
Resoluções das Provas do Enem
 
Exercicio argumentação
Exercicio argumentaçãoExercicio argumentação
Exercicio argumentação
 
ENEM 2009 Física: corrigido e comentado, em Word - Conteúdo vinculado ao blog...
ENEM 2009 Física: corrigido e comentado, em Word - Conteúdo vinculado ao blog...ENEM 2009 Física: corrigido e comentado, em Word - Conteúdo vinculado ao blog...
ENEM 2009 Física: corrigido e comentado, em Word - Conteúdo vinculado ao blog...
 
90226300 redacao
90226300 redacao90226300 redacao
90226300 redacao
 
Curso Exame cfc 2015
Curso Exame cfc 2015Curso Exame cfc 2015
Curso Exame cfc 2015
 
Caderno de exercícios de ciências da natureza e suas tecnologias
Caderno de exercícios de ciências da natureza e suas tecnologiasCaderno de exercícios de ciências da natureza e suas tecnologias
Caderno de exercícios de ciências da natureza e suas tecnologias
 
MODELO DE REDAÇÃO TRT
MODELO DE REDAÇÃO TRTMODELO DE REDAÇÃO TRT
MODELO DE REDAÇÃO TRT
 
Apostila redacaodiscursiva fcc
Apostila redacaodiscursiva fccApostila redacaodiscursiva fcc
Apostila redacaodiscursiva fcc
 
Redações comentadas
Redações comentadasRedações comentadas
Redações comentadas
 
Moderna digital - Cadernos de Revisão
Moderna digital - Cadernos de RevisãoModerna digital - Cadernos de Revisão
Moderna digital - Cadernos de Revisão
 
2 Redações Comentadas - FCC - PROJETO NOTA MÁXIMA NAS PROVAS DISCURSIVAS
 2 Redações Comentadas - FCC - PROJETO NOTA MÁXIMA NAS PROVAS DISCURSIVAS 2 Redações Comentadas - FCC - PROJETO NOTA MÁXIMA NAS PROVAS DISCURSIVAS
2 Redações Comentadas - FCC - PROJETO NOTA MÁXIMA NAS PROVAS DISCURSIVAS
 
Apostila 2º semestre blog da tia io
Apostila 2º semestre blog da tia ioApostila 2º semestre blog da tia io
Apostila 2º semestre blog da tia io
 
119 atividades-envolvendo-temas-relacionados-a-natureza-e-sociedade
119 atividades-envolvendo-temas-relacionados-a-natureza-e-sociedade119 atividades-envolvendo-temas-relacionados-a-natureza-e-sociedade
119 atividades-envolvendo-temas-relacionados-a-natureza-e-sociedade
 

Semelhante a Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6

Apostilaenem 42 43 44 45
Apostilaenem 42 43 44 45Apostilaenem 42 43 44 45
Apostilaenem 42 43 44 45Jonas Fabiciaki
 
A genética humana no livro didático de biologia
A genética humana no livro didático de biologiaA genética humana no livro didático de biologia
A genética humana no livro didático de biologiaGabi2001
 
Entomofauna de solo como indicador para avaliar
Entomofauna de solo como indicador para avaliarEntomofauna de solo como indicador para avaliar
Entomofauna de solo como indicador para avaliarMiguel Rocha Neto
 
Parasitologia na Prática - 3 Edição
Parasitologia na Prática  - 3 EdiçãoParasitologia na Prática  - 3 Edição
Parasitologia na Prática - 3 EdiçãoAlexis Galeno Matos
 
Mã³dulo 6 -_psicopedagogia-_avaliaã§ã£o_e_diagnã³stico
Mã³dulo 6 -_psicopedagogia-_avaliaã§ã£o_e_diagnã³sticoMã³dulo 6 -_psicopedagogia-_avaliaã§ã£o_e_diagnã³stico
Mã³dulo 6 -_psicopedagogia-_avaliaã§ã£o_e_diagnã³sticoAna Zelia Marques
 
Caracterização e diversidade genética de germoplasma de mandioca-de-mesa da r...
Caracterização e diversidade genética de germoplasma de mandioca-de-mesa da r...Caracterização e diversidade genética de germoplasma de mandioca-de-mesa da r...
Caracterização e diversidade genética de germoplasma de mandioca-de-mesa da r...Pantanal Editoral
 
Caule decomposto de buritizeiro e doses de nitrogênio no crescimento de Acaci...
Caule decomposto de buritizeiro e doses de nitrogênio no crescimento de Acaci...Caule decomposto de buritizeiro e doses de nitrogênio no crescimento de Acaci...
Caule decomposto de buritizeiro e doses de nitrogênio no crescimento de Acaci...Pantanal Editoral
 
Livro principios de ecologia aplicados a agroecologia 2013
Livro principios de ecologia aplicados a agroecologia 2013Livro principios de ecologia aplicados a agroecologia 2013
Livro principios de ecologia aplicados a agroecologia 2013Alexandre Panerai
 
Métodos para estudo da dinâmica de raízes
Métodos para estudo da dinâmica de raízesMétodos para estudo da dinâmica de raízes
Métodos para estudo da dinâmica de raízesPantanal Editoral
 
Características agronômicas da soja em função da adubação nitrogenada associa...
Características agronômicas da soja em função da adubação nitrogenada associa...Características agronômicas da soja em função da adubação nitrogenada associa...
Características agronômicas da soja em função da adubação nitrogenada associa...Pantanal Editoral
 
Percepção Ambiental dos alunos do 5º ano da escola Estadual Jorge Amado em Ch...
Percepção Ambiental dos alunos do 5º ano da escola Estadual Jorge Amado em Ch...Percepção Ambiental dos alunos do 5º ano da escola Estadual Jorge Amado em Ch...
Percepção Ambiental dos alunos do 5º ano da escola Estadual Jorge Amado em Ch...Pantanal Editoral
 
Conservação e manutenção de estradas não pavimentadas: estudo técnico da Rodo...
Conservação e manutenção de estradas não pavimentadas: estudo técnico da Rodo...Conservação e manutenção de estradas não pavimentadas: estudo técnico da Rodo...
Conservação e manutenção de estradas não pavimentadas: estudo técnico da Rodo...Pantanal Editoral
 
Elementos pre textuais (1) (1)
Elementos pre textuais (1) (1)Elementos pre textuais (1) (1)
Elementos pre textuais (1) (1)Lucas Sousa
 

Semelhante a Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6 (20)

Apostilaenem 42 43 44 45
Apostilaenem 42 43 44 45Apostilaenem 42 43 44 45
Apostilaenem 42 43 44 45
 
Apostila enem
Apostila enemApostila enem
Apostila enem
 
A genética humana no livro didático de biologia
A genética humana no livro didático de biologiaA genética humana no livro didático de biologia
A genética humana no livro didático de biologia
 
Parte 1 Monografia
Parte 1 MonografiaParte 1 Monografia
Parte 1 Monografia
 
Entomofauna de solo como indicador para avaliar
Entomofauna de solo como indicador para avaliarEntomofauna de solo como indicador para avaliar
Entomofauna de solo como indicador para avaliar
 
EPMURAS - Seleção e Acasalamento Dirigido
EPMURAS - Seleção e Acasalamento DirigidoEPMURAS - Seleção e Acasalamento Dirigido
EPMURAS - Seleção e Acasalamento Dirigido
 
TCC Zamba
TCC Zamba TCC Zamba
TCC Zamba
 
CPII_port-d-2011
CPII_port-d-2011CPII_port-d-2011
CPII_port-d-2011
 
Parasitologia na Prática - 3 Edição
Parasitologia na Prática  - 3 EdiçãoParasitologia na Prática  - 3 Edição
Parasitologia na Prática - 3 Edição
 
Mã³dulo 6 -_psicopedagogia-_avaliaã§ã£o_e_diagnã³stico
Mã³dulo 6 -_psicopedagogia-_avaliaã§ã£o_e_diagnã³sticoMã³dulo 6 -_psicopedagogia-_avaliaã§ã£o_e_diagnã³stico
Mã³dulo 6 -_psicopedagogia-_avaliaã§ã£o_e_diagnã³stico
 
Caracterização e diversidade genética de germoplasma de mandioca-de-mesa da r...
Caracterização e diversidade genética de germoplasma de mandioca-de-mesa da r...Caracterização e diversidade genética de germoplasma de mandioca-de-mesa da r...
Caracterização e diversidade genética de germoplasma de mandioca-de-mesa da r...
 
Caule decomposto de buritizeiro e doses de nitrogênio no crescimento de Acaci...
Caule decomposto de buritizeiro e doses de nitrogênio no crescimento de Acaci...Caule decomposto de buritizeiro e doses de nitrogênio no crescimento de Acaci...
Caule decomposto de buritizeiro e doses de nitrogênio no crescimento de Acaci...
 
Livro principios de ecologia aplicados a agroecologia 2013
Livro principios de ecologia aplicados a agroecologia 2013Livro principios de ecologia aplicados a agroecologia 2013
Livro principios de ecologia aplicados a agroecologia 2013
 
Métodos para estudo da dinâmica de raízes
Métodos para estudo da dinâmica de raízesMétodos para estudo da dinâmica de raízes
Métodos para estudo da dinâmica de raízes
 
Características agronômicas da soja em função da adubação nitrogenada associa...
Características agronômicas da soja em função da adubação nitrogenada associa...Características agronômicas da soja em função da adubação nitrogenada associa...
Características agronômicas da soja em função da adubação nitrogenada associa...
 
Percepção Ambiental dos alunos do 5º ano da escola Estadual Jorge Amado em Ch...
Percepção Ambiental dos alunos do 5º ano da escola Estadual Jorge Amado em Ch...Percepção Ambiental dos alunos do 5º ano da escola Estadual Jorge Amado em Ch...
Percepção Ambiental dos alunos do 5º ano da escola Estadual Jorge Amado em Ch...
 
Conservação e manutenção de estradas não pavimentadas: estudo técnico da Rodo...
Conservação e manutenção de estradas não pavimentadas: estudo técnico da Rodo...Conservação e manutenção de estradas não pavimentadas: estudo técnico da Rodo...
Conservação e manutenção de estradas não pavimentadas: estudo técnico da Rodo...
 
Ciência em Foco
Ciência em FocoCiência em Foco
Ciência em Foco
 
Elementos pre textuais (1) (1)
Elementos pre textuais (1) (1)Elementos pre textuais (1) (1)
Elementos pre textuais (1) (1)
 
Tcc lucia
Tcc luciaTcc lucia
Tcc lucia
 

Mais de V

Método de separação de misturas
Método de separação de misturasMétodo de separação de misturas
Método de separação de misturasV
 
Kevin trudeau curas naturais que eles nao querem que voce saiba
Kevin trudeau   curas naturais que eles nao querem que voce saibaKevin trudeau   curas naturais que eles nao querem que voce saiba
Kevin trudeau curas naturais que eles nao querem que voce saibaV
 
Reunião pais-7-03-12
Reunião pais-7-03-12Reunião pais-7-03-12
Reunião pais-7-03-12V
 
AR1 - 1º ano
AR1 - 1º anoAR1 - 1º ano
AR1 - 1º anoV
 
AR1 - 2º ano
AR1 - 2º anoAR1 - 2º ano
AR1 - 2º anoV
 
Resolução de AR1 - 3º ano
Resolução de AR1 - 3º anoResolução de AR1 - 3º ano
Resolução de AR1 - 3º anoV
 
Resolução exercícios de R1 - 3ª série - QII
Resolução exercícios de R1 - 3ª série - QIIResolução exercícios de R1 - 3ª série - QII
Resolução exercícios de R1 - 3ª série - QIIV
 
Exercícios de R1 - 3ª série - QII
Exercícios de R1 - 3ª série - QIIExercícios de R1 - 3ª série - QII
Exercícios de R1 - 3ª série - QIIV
 
Exercícios de R1 - 3ª série - QI
Exercícios de R1 - 3ª série - QIExercícios de R1 - 3ª série - QI
Exercícios de R1 - 3ª série - QIV
 
Resolução exercícios de R1 - 3ª série - QI
Resolução exercícios de R1 - 3ª série - QIResolução exercícios de R1 - 3ª série - QI
Resolução exercícios de R1 - 3ª série - QIV
 
Resolução exercícios de R1 - 2ª série
Resolução exercícios de R1 - 2ª sérieResolução exercícios de R1 - 2ª série
Resolução exercícios de R1 - 2ª sérieV
 
Exercícios de R1 - 2ª série
Exercícios de R1 - 2ª sérieExercícios de R1 - 2ª série
Exercícios de R1 - 2ª sérieV
 
Avaliação Q. Orgânica - 3 ano
Avaliação Q. Orgânica - 3 anoAvaliação Q. Orgânica - 3 ano
Avaliação Q. Orgânica - 3 anoV
 
Exercícios de química - 9º ano
Exercícios de química - 9º anoExercícios de química - 9º ano
Exercícios de química - 9º anoV
 
A Evolução do Átomo
A Evolução do ÁtomoA Evolução do Átomo
A Evolução do ÁtomoV
 
Arlequim, pierrot, colombina1
Arlequim, pierrot, colombina1Arlequim, pierrot, colombina1
Arlequim, pierrot, colombina1V
 
Exercícios de nomenclatura
Exercícios de nomenclaturaExercícios de nomenclatura
Exercícios de nomenclaturaV
 
Exercícios de química orgânica
Exercícios de química orgânicaExercícios de química orgânica
Exercícios de química orgânicaV
 
A Química do Amor
A Química do AmorA Química do Amor
A Química do AmorV
 
Introduçao ao estudo da química
Introduçao ao estudo da químicaIntroduçao ao estudo da química
Introduçao ao estudo da químicaV
 

Mais de V (20)

Método de separação de misturas
Método de separação de misturasMétodo de separação de misturas
Método de separação de misturas
 
Kevin trudeau curas naturais que eles nao querem que voce saiba
Kevin trudeau   curas naturais que eles nao querem que voce saibaKevin trudeau   curas naturais que eles nao querem que voce saiba
Kevin trudeau curas naturais que eles nao querem que voce saiba
 
Reunião pais-7-03-12
Reunião pais-7-03-12Reunião pais-7-03-12
Reunião pais-7-03-12
 
AR1 - 1º ano
AR1 - 1º anoAR1 - 1º ano
AR1 - 1º ano
 
AR1 - 2º ano
AR1 - 2º anoAR1 - 2º ano
AR1 - 2º ano
 
Resolução de AR1 - 3º ano
Resolução de AR1 - 3º anoResolução de AR1 - 3º ano
Resolução de AR1 - 3º ano
 
Resolução exercícios de R1 - 3ª série - QII
Resolução exercícios de R1 - 3ª série - QIIResolução exercícios de R1 - 3ª série - QII
Resolução exercícios de R1 - 3ª série - QII
 
Exercícios de R1 - 3ª série - QII
Exercícios de R1 - 3ª série - QIIExercícios de R1 - 3ª série - QII
Exercícios de R1 - 3ª série - QII
 
Exercícios de R1 - 3ª série - QI
Exercícios de R1 - 3ª série - QIExercícios de R1 - 3ª série - QI
Exercícios de R1 - 3ª série - QI
 
Resolução exercícios de R1 - 3ª série - QI
Resolução exercícios de R1 - 3ª série - QIResolução exercícios de R1 - 3ª série - QI
Resolução exercícios de R1 - 3ª série - QI
 
Resolução exercícios de R1 - 2ª série
Resolução exercícios de R1 - 2ª sérieResolução exercícios de R1 - 2ª série
Resolução exercícios de R1 - 2ª série
 
Exercícios de R1 - 2ª série
Exercícios de R1 - 2ª sérieExercícios de R1 - 2ª série
Exercícios de R1 - 2ª série
 
Avaliação Q. Orgânica - 3 ano
Avaliação Q. Orgânica - 3 anoAvaliação Q. Orgânica - 3 ano
Avaliação Q. Orgânica - 3 ano
 
Exercícios de química - 9º ano
Exercícios de química - 9º anoExercícios de química - 9º ano
Exercícios de química - 9º ano
 
A Evolução do Átomo
A Evolução do ÁtomoA Evolução do Átomo
A Evolução do Átomo
 
Arlequim, pierrot, colombina1
Arlequim, pierrot, colombina1Arlequim, pierrot, colombina1
Arlequim, pierrot, colombina1
 
Exercícios de nomenclatura
Exercícios de nomenclaturaExercícios de nomenclatura
Exercícios de nomenclatura
 
Exercícios de química orgânica
Exercícios de química orgânicaExercícios de química orgânica
Exercícios de química orgânica
 
A Química do Amor
A Química do AmorA Química do Amor
A Química do Amor
 
Introduçao ao estudo da química
Introduçao ao estudo da químicaIntroduçao ao estudo da química
Introduçao ao estudo da química
 

Último

HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Intolerância religiosa. Trata-se de uma apresentação sobre o respeito a diver...
Intolerância religiosa. Trata-se de uma apresentação sobre o respeito a diver...Intolerância religiosa. Trata-se de uma apresentação sobre o respeito a diver...
Intolerância religiosa. Trata-se de uma apresentação sobre o respeito a diver...LizanSantos1
 
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresSociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresaulasgege
 
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptxApostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptxIsabelaRafael2
 
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxIsabellaGomes58
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfEditoraEnovus
 
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Centro Jacques Delors
 
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfUFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfManuais Formação
 
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalGerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalJacqueline Cerqueira
 
trabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduratrabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduraAdryan Luiz
 
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 anoAdelmaTorres2
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPanandatss1
 
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃOLEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃOColégio Santa Teresinha
 
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveAula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveaulasgege
 
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresLilianPiola
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Habilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e EspecíficasHabilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e EspecíficasCassio Meira Jr.
 
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANOInvestimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANOMarcosViniciusLemesL
 

Último (20)

HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA -
XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA      -XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA      -
XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA -
 
Intolerância religiosa. Trata-se de uma apresentação sobre o respeito a diver...
Intolerância religiosa. Trata-se de uma apresentação sobre o respeito a diver...Intolerância religiosa. Trata-se de uma apresentação sobre o respeito a diver...
Intolerância religiosa. Trata-se de uma apresentação sobre o respeito a diver...
 
Em tempo de Quaresma .
Em tempo de Quaresma                            .Em tempo de Quaresma                            .
Em tempo de Quaresma .
 
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresSociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
 
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptxApostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
 
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
 
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
 
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfUFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
 
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalGerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
 
trabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditaduratrabalho wanda rocha ditadura
trabalho wanda rocha ditadura
 
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
637743470-Mapa-Mental-Portugue-s-1.pdf 4 ano
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SP
 
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃOLEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
 
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveAula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
 
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Habilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e EspecíficasHabilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e Específicas
 
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANOInvestimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
 

Guia Prático Do Vestibular e Enem – Vol. 6

  • 1. w w w. gui apratico e ne m. c o m.b r
  • 2.
  • 3. APRESENTAÇÃO Ç Caro aluno, O Vestibular e o ENEM são momentos de decisão e expectativa para mais de 5 milhões de jovens em todo o Brasil. É uma corrida para garantir a tão sonhada vaga na universidade e o início da busca por um futuro melhor. Mas a quantidade de informações, fórmulas, aulas e simulados deixam os jovens apreensivos e ansiosos, sem contar a pressão familiar. Para tentar minimizar esses problemas e ter um ganho de tempo foi desenvolvido o GUIA PRÁTICO DO VESTIBULAR E ENEM, que traz através de uma linguagem simples e ilustrada os principais assuntos de Ciências da Natureza, Ciências Humana, Linguagens, Literatura, Redação e Matemática. Elaborado por professores experientes e inovadores de escolas e cursos pré-vestibulares tem um novo conceito de conteúdo, formatado com uma visão jovem e objetiva para que você revise de forma rápida os principais assuntos. O GUIA PRÁTICO é um manual prático, ilustrado com dicas, macetes, resumos e questões resolvidas, que ajudarão você a se dar bem na hora da prova! Leve sua Coleção GUIA PRÁTICO no dia da prova e estude pelos resumos. Boa Sorte!!! Prof. Bruno Dantralves COORDENADOR DE CONTEÚDO 3
  • 4. SUMÁRIO CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICA BIOLOGIA Reino Plantae, Vegetalia ou Metaphyta ..................................................................................................... 6 Os Vegetais Inferiores ............................................................................................................................ 6 Vegetais Intermediários ......................................................................................................................... 6 Semelhanças Entre Briófitas e Pteridófitas....................................................................................................7 Vegetais Superiores ...............................................................................................................................7 Verticilos............................................................................................................................................. 8 Zoologia ............................................................................................................................................. 9 Filo Protozõa ........................................................................................................................................ 9 Filo das Esponjas ou Poríferos ................................................................................................................. 10 Filo dos Celenterados ou Cnidários ........................................................................................................... 10 Filo dos Platelmintos ............................................................................................................................ 10 Filo dos Asquelmintos ou Nematelmintos ................................................................................................... 10 Filo dos Anelídeos ............................................................................................................................... 11 Filo dos Artrópodes .............................................................................................................................. 11 Filo dos Moluscos ................................................................................................................................. 11 Filo dos Equinodermos .......................................................................................................................... 12 Filo Chordata ....................................................................................................................................... 12 Virologia ............................................................................................................................................ 12 Vamos Revisar!? .................................................................................................................................. 14 FÍSICA Introdução à Eletricidade ....................................................................................................................... 16 Introdução – A Carga Elétrica ................................................................................................................... 16 Corpo Neutro/Corpo Eletrizado ................................................................................................................ 16 Quantidade de Carga de um Corpo (Q) ....................................................................................................... 17 Princípios da Eletricidade ....................................................................................................................... 17 Condutores e Isolantes .......................................................................................................................... 17 Processos de Eletrização ........................................................................................................................ 18 Lei de Coulomb – Força Elétrica ................................................................................................................ 19 O Campo Elétrico .................................................................................................................................. 19 Corrente Elétrica .................................................................................................................................. 20 Resistência Elétrica (R) ......................................................................................................................... 20 Noções de Eletromagnetismo .................................................................................................................. 21 Magnetismo........................................................................................................................................ 21 Eletromagnetismo ................................................................................................................................ 21 Vamos Revisar!? .................................................................................................................................. 22 QUÍMICA Termoquímica...................................................................................................................................... 24 Lei de Hess ......................................................................................................................................... 24 Agora Vamos Estudar as Classificações das Entalpias (Calor de Reação) ............................................................. 24 Cinética Química .................................................................................................................................. 25 Equilíbrio Químico ................................................................................................................................26 Deslocamento de Equilíbrio .................................................................................................................... 27 Equilíbrio Iônico .................................................................................................................................. 27 Eletroquímica ......................................................................................................................................28 Pilhas ................................................................................................................................................29 Pilha Seca .......................................................................................................................................... 30 Pilha Alcalina ...................................................................................................................................... 30 Bateria de Automóvel ............................................................................................................................ 30 Vamos Revisar!? .................................................................................................................................. 31 MATEMÁTICA Fatorial (!) ......................................................................................................................................... 32 Princípio Fundamental de Contagem – PFC.................................................................................................. 32 Permutação ........................................................................................................................................ 33 Arranjo .............................................................................................................................................. 34 Combinação ........................................................................................................................................ 34 Noções de Estatística ............................................................................................................................ 35 Média Aritmética.................................................................................................................................. 35 Moda ................................................................................................................................................ 35 Mediana ............................................................................................................................................ 35 Noções de Matemática Financeira............................................................................................................. 37 O Que é o Juro? .................................................................................................................................... 37 Capitalização Simples ............................................................................................................................ 37 Aumentos e Descontos ..........................................................................................................................38 Capitalização Composta .........................................................................................................................38 Vamos Revisar!? ..................................................................................................................................39 CIÊNCIAS HUMANAS, PORTUGUÊS, REDAÇÃO E LITERATURA HISTÓRIA GERAL O Período Entre Guerras ............................................................................................................................ 42 O American Way Of Life (Estilo Americano De Vida).......................................................................................... 42 4
  • 5. A Crise de 1929 ....................................................................................................................................... 42 O Que Foi o Crack da Bolsa de Valores? .......................................................................................................... 42 O New Deal ............................................................................................................................................ 42 Enquanto Isso na Alemanha e na Itália… ....................................................................................................... 43 Mas, o Que Foi o Totalitarismo?................................................................................................................... 43 Estados Totalitários – Nazismo e Fascismo ..................................................................................................... 43 A Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945) ...................................................................................................... 43 Mas, Quais Foram as Causas Desse Conflito? .................................................................................................. 44 Fases da Guerra ...................................................................................................................................... 44 Mas, o Que Acontecia na Ásia Nesse Momento? .............................................................................................. 45 Consequências da Guerra .......................................................................................................................... 45 A Descolonização da África e da Ásia ............................................................................................................ 46 Os Principais Acontecimentos do Século XX .................................................................................................... 46 A Independência da Índia .......................................................................................................................... 46 A Guerra do Vietnã (1961 – 1975)................................................................................................................. 46 O Conflito Entre Israel e Palestinos .............................................................................................................. 47 A Revolução Chinesa ................................................................................................................................ 47 A Revolução Cubana ................................................................................................................................. 47 O Fim da URSS ........................................................................................................................................ 50 O Governo Brejnev (1964 a 1982) ................................................................................................................ 50 O Governo de Gorbatchev (1982 a 1991) ........................................................................................................ 50 HISTÓRIA DO BRASIL Estado Novo (1937-1944) ....................................................................................................................... 52 O Fim do Estado Novo ............................................................................................................................ 52 O Queremismo ..................................................................................................................................... 53 Governo Dutra (1946-1951) .................................................................................................................... 53 Governo de Getúlio Vargas (1951-1954) ..................................................................................................... 53 Juscelino Kubitschek (1956-1961) ............................................................................................................ 54 Jânio Quadros (1961)............................................................................................................................. 54 João Goulart (1961-1964) ....................................................................................................................... 54 Ditadura Militar (1964-1985) .................................................................................................................. 55 GEOGRAFIA As Regiões Administrativas .....................................................................................................................56 A Região Sul........................................................................................................................................56 A Região Sudeste .................................................................................................................................58 O Nordeste .........................................................................................................................................59 O Centro Oeste..................................................................................................................................... 61 Região Norte .......................................................................................................................................62 LÍNGUA PORTUGUESA Compreensão (ou Intelecção) e Interpretação de Textos.................................................................................64 Dicas Iniciais .......................................................................................................................................64 Observar Atentamente o Título ..............................................................................................................64 Observar Atentamente o Autor e/ou a Fonte .............................................................................................65 Ler o Texto Duas Vezes ........................................................................................................................65 Tipos de Questões de Interpretação........................................................................................................65 Texto Um ............................................................................................................................................65 Texto Dois ..........................................................................................................................................66 Texto Três ........................................................................................................................................... 67 Texto Quatro........................................................................................................................................ 67 Texto Cinco .........................................................................................................................................68 Armadilhas da Interpretação ...................................................................................................................68 Análise Textual ....................................................................................................................................68 REDAÇÃO Notícias Ortográficas ............................................................................................................................. 70 Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa ............................................................................................ 71 Hífen ................................................................................................................................................ 72 Português do Brasil – Português de Portugal ............................................................................................... 76 Dicas Retiradas do Fórum Correio Web, Sobre a PRF em 22/01/07 ..................................................................... 79 Os 10 Mandamentos Para Uma Boa Redação ................................................................................................ 81 LITERATURA E Aí Galera, Vamos de Olho no Futuro dar uma Espiada nas Vanguardas! .............................................................82 Vamos ao Modernismo ...........................................................................................................................82 Manuel Bandeira (1886 – 1968, Recife – PE) ...............................................................................................83 Oswald de Andrade (1890 – 1954, São Paulo-SP) ..........................................................................................83 Mário de Andrade (1893 – 1945, São Paulo-SP) ...........................................................................................84 Segunda Geração do Modernismo!............................................................................................................84 Carlos Drummond de Andrade (MG, 1902 – Rj, 1987) .....................................................................................84 Cecília Meireles (1901 – 1964 / RJ) ...........................................................................................................85 Vinícius de Moraes (1913 – 1980 / RJ) .......................................................................................................85 Terceira Fase do Modernismo ..................................................................................................................85 QUESTÕES COMENTADAS..............................................................................................89 5
  • 6. BIOLOGIA este último módulo finalizamos com o estudo dos N vegetais, animais e os vírus. Lembre-se que a estratégia é fundamental para garantir a vitória. Boa sorte na prova! Bruno Dantralves Neste caderno estudaremos os vegetais, animais e os vírus. UFBA 2008 (1ª FASE) / Questão 29 REINO PLANTAE, VEGETALIA (02) Um sistema radical superficial e pouco ramificado e com OU METAPHYTA elevado poder osmótico são aspectos característicos da vegetação da caatinga. • VEGETAIS INFERIORES – Compreendem as algas. • VEGETAIS INTERMEDIÁRIOS – Compreendem as briófitas Proposição VERDADEIRA. e pteridófitas. Por ser superficial e pouco ramificado diminui a área da raiz em contato com o solo seco, diminuindo a perda de água. E por • VEGETAIS SUPERIORES – Compreendem as possuir um elevado poder osmótico pode absorve rapidamente gimnospermas e angiospermas. a água quando presente. OS VEGETAIS INFERIORES Agora vamos nos deter ao estudo dos vegetais Podem apresentar reprodução assexuada, sexuada ou intermediários e superiores. metagênese. • Clorofíceas (algas verdes) – Organismos aquáticos que podem ser unicelulares (formam o fitoplâncton) ou Nas briófitas, o gametófito é desenvolvido e pluricelulares. duradouro e o esporófito é reduzido e dependente • Feofíceas (algas pardas) – Organismos pluricelulares do gametófito, enquanto nas pteridófitas, o predominantemente marinhos, cujo corpo (talo) se gametófito (prótalo) é reduzido e transitório e o esporófito é o vegetal desenvolvido, complexo e organiza em rizóides, caulóides e filóides. duradouro. Em ambos, o esporófito e gametófito são • rodofíceas (algas vermelhas) – São organismos verdes e independentes. Nas gimnospermas e pluricelulares, bentônicos, predominantemente marinhos. angiospermas o esporófito é o vegetal desenvolvido e o gametófito (saco embrionário e tubo polínico) é reduzido e dependente do esporófito. VEGETAIS INTERMEDIÁRIOS Para conquistar o ambiente terrestre, as plantas tiveram que desenvolver raízes para obter água e Briófitas (musgos, hepáticas e antóceros) e pteridófitas minerais do solo, além da cutícula para evitar a (samambaias, licopódios, cavalinhas). transpiração excessiva. Os estômatos possibilitaram as trocas gasosas e o tecido de sustentação possibilitou Eles dependem da água para a reprodução e apresentam o crescimento. Já o xilema e floema garantiram a metagênese com meiose espórica. Nunca produzem flores, distribuição da seiva bruta (água e minerais) e da seiva frutos e sementes (criptógamos). O órgão reprodutor elaborada (carboidratos). Também os vegetais se feminino é o arquegônio (produz a oosfera) e o masculino tornaram independentes da água para a reprodução. é o anterídio (produz anterozóides). 6
  • 7. Nas briófitas, a fase haplóide (gametófito) é mais longa e Os microstróbilos formam os microesporângios que, complexa que a fase diplóide (esporófito) que é por meiose, forma os micrósporos que origina o dependente do gametófito. Nas pteridófitas ocorre gametófito, grão de pólen (formado por célula inversão com o esporófito mais complexo e com vida mais geradora e do tubo ou vegetal). longa que o gametófito, que é simples e transitório. Os megastróbilos formam os megasporângios que é chamado de óvulo, onde uma célula sofre meiose formando quatro células, três se degeneram e uma origina o megásporo funcional (n). As briófitas são avasculares, pois não apresentam vasos condutores de seiva e por isso crescem pouco. As pteridófitas são as primeiras plantas traqueófitas (apresenta As gimnospermas são as primeiras plantas vasos condutores de seiva - floema e xilema). O esporófito, produtoras de flores (fanerógamas) e de planta propriamente dita, apresenta raiz, caule e folhas sementes (espermatófitas). diferenciados. Na parte inferior das folhas formam-se os soros, esses esporângios formam os esporos que ao germinar originam o prótalo, gametófito que contem os anterídios e arquegônios, >> FIQUE ATENTO os quais originam os gametas que são dependentes da água para a fecundação e irão produzir um novo esporófito. Nas gimnospermas a semente é nua, sem proteção dos frutos. As Angiospermas são fanerógamas e espermatófitas que produzem frutos envolvendo as sementes (frutíferas). Está dividida em monocotiledôneas e dicotiledôneas. O gametófito (fase haplóide) se mostra ainda mais reduzido nas gimnospermas e angiospermas, nas quais os gametófito masculino (tubo polínico ou microprótalo) contém 3 núcleos e o gametófito feminino (saco embrionário ou megaprótalo) contém 8 núcleos. >> FIQUE ATENTO As pteridófitas eram dominantes no período carbonífero, alcançavam ate 40m de altura e originaram o carvão mineral e petróleo, utilizado hoje como combustível. SEMELHANÇAS ENTRE BRIÓFITAS E PTERIDÓFITAS Apresentam metagênese, com órgãos reprodutores formados por arquegônio e anterídios. Não apresentam flores, frutos e sementes, e dependem da água para fecundação. Preferem ambientes úmidos e sombreados. VEGETAIS SUPERIORES Com a evolução dos vegetais observamos uma Nas Gimnospermas (pinheiros) a planta propriamente dita é acentuada redução do gametófito (haplóide) e um aumento na complexidade e dominância do o esporófito (2n), nele encontramos os cones (estróbilos) esporófito (diplóide). masculino - microstróbilo e feminino - megastróbilo. 7
  • 8. BIOLOGIA com formação do tubo polínico. No interior do ovário UFBA 2007 (1ª FASE) / Questão 11 pode conter um ou vários óvulos, onde se forma a (02) O fruto é uma aquisição privilegiada das angiospermas, oosfera (gameta feminino). constituindo uma estratégia de dispersão da espécie. c) Brácteas – folhas modificadas que protegem a flor. Proposição VERDADEIRA. As angiospermas são as únicas frutíferas e essa estrutura O megasporângio possui uma célula volumosa que se possibilita a dispersão das sementes por animais. divide por meiose originando quatro megásporos. Porém, apenas um germina e seu núcleo sofre três mitoses consecutivas originando oito células que vão organizar o Agora vamos comentar as estruturas que os compõe. saco embrionário (gametófito feminino), onde uma dessas • Raiz – É responsável pela fixação do vegetal e absorção células é a oosfera (gameta feminino) e dois núcleos de seiva bruta (água e sais minerais). polares que após fecundados originam o tecido de reserva (endosperma), além de outras células que se degeneram. • Caule – Sustenta folhas, flores e frutos e transporta as seivas. A fecundação das flores é compreendida em três etapas: • Folha – Realiza fotossíntese. É formado por: • Polinização – Corresponde ao transporte do pólen da • Flor – É o aparelho reprodutor das angiospermas, antera ao estigma. O pólen pode ser transportado pelo pode apresentar: vento ou animais. • Formação do tubo polínico – A membrana interna se VERTICILOS: alonga percorrendo o estilete conduzindo os anterozóides em direção ao óvulo. a) Protetores: • Fecundação – Consiste na fusão do anterozóide com a • Cálice – formado por folhas verdes clorofiladas oosfera, formando o zigoto que originara o embrião (sépalas). da semente. • Corola – formado por folhas modificadas e coloridas (pétalas). • Perianto – conjunto formado pelo cálice e corola. Após a fecundação, o óvulo se desenvolve em semente e o ovário fecundado originará o fruto. Perigônio é o termo utilizado quando o cálice >> FIQUE ATENTO e a corola apresentam a mesma forma e cor, O fruto serve para proteger a semente e possibilitar a recebendo essas folhas o nome de tépalas. sua dispersão. b) Reprodutores: A germinação consiste na saída da planta jovem (plântula) do interior da semente. • Androceu – É formado pelos estames (microsporófilos), constituídos pelo filete, conectivo e antera. Na antera encontramos os sacos polínicos, responsáveis pela formação do grão de pólen (gameta masculino). Alguns vegetais podem se reproduzir Observe abaixo o esquema explicativo. assexuadamente através da estaquia, mergulhia, alporquia e enxertia. • Gineceu – É formado pelos carpelos (pistilo ou macrosporófilo) e organizam em estigma, estilete e ovário. Agora vamos conhecer alguns hormônios vegetais. O estigma produz substância viscosa, possibilitando a • Auxinas (AIA) – São produzidos nas regiões de aderência do grão de pólen e sua posterior germinação crescimento (os meristemas apicais do caule e 8
  • 9. raiz), nas folhas, frutos e sementes. Estimula • Colênquima – É formado por células vivas com paredes mitoses promovendo o crescimento. celulares espessas conferindo sustentação ao vegetal, essas células podem sofrer lignificação se transformando em esclerênquima, principal tecido de Enquanto o caule é estimulado por maiores sustentação em plantas com crescimento primário; ele CUIDADO concentrações e AIA, a raiz é estimulada por é formado por esclereídeos ou fibras. menores concentrações. • Floema ou líber – Conduz seiva elaborada. • Xilema ou lenho – Transporta seiva bruta, exerce função de sustentação em plantas com crescimento secundário. Os meristemas primários são originados de células embrionárias, já os secundários surgem da desdiferenciação de outras células. À medida que a folha envelhece, a concentração de AIA diminui, provocando a Os primários são: abscisão (queda). • Protoderme – Origina a epiderme. • Meristema fundamental – Origina o parênquima. • Procâmbio – Origina o sistema vascular. >> FIQUE ATENTO Aplicando-se AIA e giberelina em flores, estimula o Os meristemas secundários possibilitam crescimento em desenvolvimento do ovário em frutos mesmo que não espessura nas gmnospermas e dicotiledôneas, são eles: ocorra a fecundação (partenocarpia). • Felogênio – Produz o súber ou felema e o feloderme, ambos compreendem a periderme. • Giberelinas – São produzidas em meristemas, • Câmbio interfascicular – Produz xilema e floema. sementes imaturas e frutos. Provoca o alongamento do caule, folhas e frutos e a germinação de sementes. • Citocininas – São produzidas na raiz. Promovem a divisão ZOOLOGIA celular, a germinação e aumento do metabolismo. I. FILO PROTOZÕA • Etileno – É um gás que pode estimular o início da CARACTERÍSTICAS floração e amadurecimento dos frutos. • São seres unicelulares eucariontes. Possuem vida livre, são parasitas ou comensais. • Respiração: os parasitas são anaeróbicos e os Para se conservar por mais tempo um fruto deve deixá-lo em baixas temperaturas e com elevadas comensais de vida livre são aeróbicos. taxas de CO2 para inibir a produção de etileno. PRINCIPAIS DOENÇAS CAUSADAS POR PROTOZOÁRIOS. O fotoperiodismo corresponde ao tempo de iluminação que é requerido pelo vegetal. As plantas de dias longos ESPÉCIE / SINTOMAS TRANSMISSÃO PROFILAXIA necessitam de maior quantidade de luz para formar flores DOENÇA e frutos, enquanto as de dias curtos requerem menor Água tratada, intensidade luminosa. Ingestão Úlceras instalações E. histolítica de cistos intestinais, sanitárias, Assim como os animais, os vegetais também são (amebíase) eliminados diarréia. lavar compostos por vários tecidos, originados de células com as fezes alimentos meristemáticas (totipotentes). Fezes do Habitação • Epiderme – Tecido de proteção. barbeiro e uso de T. cruzi Lesões no através de inseticidas (Chagas) miocárdio • Parênquima clorofiliano ou clorênquima – é responsável lesões na para o pela fotossíntese. pele barbeiro 9
  • 10. BIOLOGIA T. gambiensis Lesões Picada IV. FILO DOS PLATELMINTOS Uso de (doença do meningo- da mosca sono) encefálicas (Glossina) inseticidas CARACTERÍSTICAS • Vermes de corpo achatado, em forma de fita; Feridas Uso de triblásticos (ecto, meso e endoderma), acelomados Picada do L. brasiliensis nos rostos, inseticidas, (não possui cavidade onde se alojam órgãos). mosquito palha (leishmaniose) braços e evitar água (Phlebotomus) pernas empoçada • Aquáticos ou terrestres, parasitas ou vida livre. Evitar Relação T. vaginalis Vaginite, sexual e relações CLASSES: uretrite e sexuais e uso (tricomoniase) objetos a) Turbelária – planárias. Apresentam vida livre. corrimento de roupas contaminados intimas b) Trematódea – Schistosoma mansoni e fasciola Ingestão hepática, parasitas. Dores A mesma Giardia de cistos c) Cestódia – tênias. São parasitas. intestinais e profilaxia da (giardíase) eliminados diarréia amebíase com as fezes Tubo digestivo ausente; absorve os nutrientes pela epiderme. Apresenta o escolex (cabeça) com ventosas para Giardia fixação e corpo formado por vários anéis (proglótides). sim não sim (giardíase) UFBA 2009 (1ª FASE) / Questão 19 (01) O tratamento inadequado da água pode levar à ingestão de II. FILO DAS ESPONJAS OU PORÍFEROS ovos de Schistosoma mansoni, contaminando o homem sem a necessidade de um hospedeiro intermediário. CARACTERÍSTICAS Proposição FALSA. • São animais metazoários (pluricelulares); não formam Para completar o ciclo de vida o Schistosoma mansoni precisa tecidos. São ricos em poros (poríferos), sendo de um hospedeiro intermediário (caramujo) que libera as aquáticos marinhos ou de água doce. cercarias na água e estas penetram ativamente na pele. III. FILO DOS CELENTERADOS OU CNIDÁRIOS V. FILO DOS ASQUELMINTOS CARACTERÍSTICAS OU NEMATELMINTOS • São metazoários, formam tecidos. Possuem dois CARACTERÍSTICAS folhetos embrionários (ectoderma e endoderma) e mesogléia. • Verme de corpo cilíndrico; triploblásticos, pseudo- celomados; dióicos com dimorfismo sexual . • São aquáticos marinhos (bentônicos) ou vivem em colônias fixas (pólipos). Quando estão livres se • Vida livre em ambiente terrestre ou aquático, podendo locomovem (medusa). ser parasitas de plantas e animais. >> FIQUE ATENTO Primeiros com tubo digestivo completo (boca e ânus). • Ascaridíase: doença causada pelo verme Ascaris São os primeiros animais a apresentar arco-reflexo simples, pois possuem lumbricoides. célula nervosa. • Amarelão: doença causada pelo verme Ancylostoma duodenale. • Reprodução: por metagênese – Alternância de gerações Os vermes adultos se alojam no intestino provocando sexuada e assexuada. hemorragias. 10
  • 11. • Elefantíase ou filaríase: doença causada pelo verme CLASSES ARACHNIDA INSECTA Wuchereria bancrofti. Aranha, escorpião e Formiga, abelha, Os vermes se alojam nos vasos linfáticos de diversos Exemplos carrapato gafanhoto órgãos, dificultando o escoamento da linfa, provocando hipertrofia destes. Cefalotórax e Cabeça, tórax e Corpo abdômen abdômen ESPÉCIE / SINTOMAS TRANSMISSÃO PROFILAXIA Patas Quatro pares Três pares DOENÇA Bronquite, Antenas Ausentes Um par Via oral pela Higiene A. lumbricóide cólicas, ingestão de pessoal e uso (ascaridíase) obstrução Traquéia ou ovos de sanitários intestinal Respiração Traquéia filotraquéia Feridas Penetração A. duodenali Uso de intestinais, das larvas (ancilostomose diarréia, rabditóides calçados e Glândulas coxais e ou amarelão) sanitários Excreção Tubos de Malpighi anemia pela pele tubos de Malpighi Penetração Evitar o A. braziliensis Coceira e das larvas contato Habitat Terrestres Terrestres infecção da (dermatite) “migrans” pela com areia pele pele contaminada Inchaço nas Picada do Se proteger CRUSTÁCEA CHILOPODA DIPLOPODA W. bancrofti pernas, seios pernilongo do inseto e (elefantíase) e escroto Culéx destruí-lo Camarão, siri, O. Lacraia Piolho de cobra Coceira anal Higiene lagosta vermiculares Ingestão de e distúrbios pessoal, tratar (enterobiose ovos Cefalotorax e Cabeça, tórax e intestinais o alimento. Cabeça e corpo ou oxiurose) abdômen corpo VI. FILO DOS ANELÍDEOS Um par por Dois pares por variável segmento segmento CARACTERÍSTICAS Dois pares Um par Um par • Animais de corpo cilíndrico, segmentado em anéis (metâmeros), triblásticos e celomados. Brânquia Traquéia Traquéia Vejamos as classes que compreendem esse filo. Tubos de Glândulas verdes Tubos de Malpighi Malpighi a) Oligoquetos – Poucas cerdas (minhocas). Aquáticos Terrestres Terrestres Terrestres e dulcícolas, monóicos, fecundação externa e cruzada, desenvolvimento direto. b) Poliquetos – muitas cerdas (nereida). VIII. FILO DOS MOLUSCOS Maioria marinhos, dióicos, fecundação externa, CARACTERÍSTICAS desenvolvimento indireto (larva trocófora). • Animais de corpo mole e viscoso, com ou sem concha. c) Hirudina – sem cerdas (sanguessuga). São triblásticos e celomados (possui cavidade onde se alojam os órgãos). Terrestres ou aquáticos, monóicos, desenvolvimento direto. Vejamos as principais classes: VII. FILO DOS ARTRÓPODES a) Gastrópodos: possui rádula e concha univalve (caracóis) ou ausentes (lesmas). CARACTERÍSTICAS Estão presentes em todos os ambientes, apresentando o b) Bivalvos: maioria marinhos e concha bivalve, sem maior número de espécies. rádula, brânquias para a respiração e captura de alimento (ostras). • São animais de patas articuladas, tripoblásticos, celomados, com corpo segmentado, simetria bilateral e c) Cefalópodos: marinhos, com olhos desenvolvidos e pés em exoesqueleto quitinoso ou calcário. forma de tentáculos partindo da cabeça (polvos e lulas). 11
  • 12. BIOLOGIA IX. FILO DOS EQUINODERMOS V. Mamíferos: mais desenvolvidos; pele com glândulas sudoríparas e pelos. Coração com quatro cavidades, CARACTERÍSTICAS não ocorre mistura de sangue. • São exclusivamente marinhos, apresentam pele com Agora passaremos ao estudo dos vírus espinhos. São triblásticos, celomados, com simetria radiada. Animais de vida livre, predadores ou detritívoros com corpo sem cabeça, não segmentado. VIROLOGIA Os vírus são parasitas intracelular obrigatórios, pois só apresentam característica de ser vivo, como a reprodução, Único invertebrado deuterostômio (com o quando estão de dentro de uma célula. Fora da célula se blastóporo originando o ânus). cristalizam, comportando–se como seres inanimados. Eles utilizam a maquinaria biossintética da célula Conheça as classes que pertencem a esse filo. hospedeira, pois não possuem orgânulos nem enzimas para a síntese de seus constituintes a) Equinóide: (ouriços), corpo bojudo com espinhos (proteínas, ácido nucléico). grandes e móveis. Por não possuírem metabolismo próprio, eles parasitam b) Asteróide: (estrela), corpo em forma de estrela com 5 ou células para ter acesso a substâncias orgânicas que mais braços com espinhos pequenos. necessitam (aminoácidos, ATP, nucleotídeos, c) Crinóide: (lírio), corpo em forma de estrela com braços carboidratos), além da maquinaria enzimática celular sem espinhos. para a construção de novos vírus. d) Holoturóide: (pepino), corpo cilíndrico sem braços e Eles podem possuir DNA e/ou RNA envolvido por uma espinhos. cápsula protéica chamada de capsídio. e) Ofiuróide: (serpente), corpo estrelado com disco central Os ácidos nucléicos contém as informações e espinhos nos braços. características de cada vírus. A especificidade viral é determinada pelas proteínas do capsídeo ou envoltório viral que possui afinidade com proteínas encontradas na FILO CHORDATA membrana de determinadas células, possibilitando o CARACTERÍSTICAS vírus infectar um tipo de célula específico. • Notocorda, fendas branquiais, triblásticos, celomados, É muito importante entender que os vírus possuem ação simetria bilateral, corpo segmentado, deuterostômios. antigênica, pois quando presentes no organismo atuam como antígenos, estimulando as defesas e propiciando a CRANIADOS (SUBFILO VERTEBRADOS) formação de anticorpos. I. Peixes: corpo revestido por escamas, respiração Os vírus podem ser classificados de acordo com o tipo de branquial (alguns pulmonados), sistema circulatório ácido nucléico em: fechado, coração com 2 cavidades (aurícula e ventrículo), circulação simples, onde passa sangue venoso. • Vírus com DNA – Ex.: bacteriófago - infectam Cartilaginosos (condrictes) e ósseos (osteíctes). bactérias. II. Anfíbios: pele lisa, sem escamas, rica em glândulas que • Vírus com RNA – Ex.: a influenza que causa a gripe, a mantém úmida, possibilitando a respiração. infectando a mucosa do aparelho respiratório. Esqueleto ósseo com musculatura desenvolvida. • Vírus com RNA e transcriptase reversa (retrovírus) Coração com 2 aurículas e 1 ventrículo; circulação dupla – possuem a transcriptase reversa (enzima que produz e incompleta (mistura o sangue venoso com o arterial). DNA a partir de um molde de RNA). Ex.: HIV que III. Répteis: pele seca queratinizada, impermeável e sem infecta células do sistema imunológico causando a glândulas. As cobras não possuem membros. Coração AIDS. O HIV possui 2 moléculas de RNA, além de uma com quatro cavidades mais ocorre mistura de sangue transcriptase reversa, e uma integrase que promove a venoso e arterial com exceção dos Crocodilianos. integração do DNA viral ao DNA humano. Também se observa um folheto lipídico envolvendo o capsídio. IV. Aves: corpo coberto com penas, ossos pneumáticos e ossos ocos para facilitar o vôo. Coração com quatro RNA viral t.reversa – DNA – transcreve – RNAm traduz cavidades, não ocorre mistura de sangue. – Proteínas virais. 12
  • 13. >> COMENTÁRIOS Não se esqueça. Por não possuir metabolismo, antibióticos não Como os vírus apresentam especificidade não é possuem ação sobre os vírus, sendo usados no combate a normal vírus de animais infectar vegetais. doenças causadas por bactérias. No combate a doenças virais se utilizam coquetéis com inibidores enzimáticos capazes de inibir a célula de produzir as partículas virais ou inibir as enzimas virais. Os vírus de vegetais são constituídos de RNA e não apresentam envoltório. Ex.: o mosaico do tabaco pode causar manchas verde-clara ou amarela nas folhas ou em todo o Anotações: vegetal. A transmissão dos vírus das plantas ocorre por meio de um vetor – inseto, fungo, verme nematódeo; a ação antrópica (do homem) também possibilita a transmissão. Agora vamos estudar a reprodução viral, lembrem-se que os vírus não se reproduzem fora da célula. >> FIQUE ATENTO Os vírus parasitam para poder reproduzir, devido a ausência de um metabolismo próprio. Os bacteriófagos podem manifestar dois ciclos reprodutivos. • O Ciclo lisogênico – vírus temperado ou não virulento. Não destrói a célula; o material genético está inativo e não altera o metabolismo da célula hospedeira. As células lisogênicas podem, a partir de agentes químicos, físicos ou mutações, sofrer indução (torna-se lítica). Quando o vírus está inativo dentro da célula dizemos que está latente e quando fora da célula cristalizado. • O Ciclo lítico – vírus virulento. As células infectadas morrem devido a lise (ruptura) que sofrem por causa da atividade do vírus. Há evidências de que alguns tipos de câncer humano são causados por vírus. Por exemplo, o vírus da hepatite B parece causar câncer de fígado; o HPV está relacionado ao câncer de colo de útero. Provavelmente esses vírus ativam oncogênes (genes envolvidos na regulação da divisão celular) e as células começam a se comportar de maneira patológica, aumentando a frequência de suas mitoses e formando tumores. Agora vamos analisar a reprodução de um dos vírus mais perigosos da humaninade. O HIV tem afinidade por linfócitos que apresentam em sua membrana um complexo protéico CD4. Essas células são responsáveis por regular e controlar o sistema imunológico. Após o reconhecimento viral, o invólucro se funde a membrana celular liberando o nucleocapsídeo no citoplasma da célula de defesa. 13
  • 14. Vamos Revisar >> BIOLOGIA Requisitos para o ambiente terrestre – raiz, cutícula, • Androceu, órgão reprodutor masculino, é formado estômato, xilema e floema e tubo polínico. pelos estames, constituídos pelo filete, conectivo e DependênciaREVISAR. reprodução – briófitas e antera (saco polínico). VAMOS da água para pteridófitas Hormônios vegetais – auxinas, giberelinas, citocininas. Nas briófitas o gametófito é desenvolvido e duradouro Células meristemáticas são células vegetais que podem e o esporófito é reduzido e dependente do gametófito, originar outros ticos celulares (totipotentes). enquanto nas pteridófitas o gametófito (prótalo) Meristemas primários – protoderme, meristema é reduzido e transitório e o esporófito é o vegetal fundamental e procâmbio. desenvolvido, complexo e duradouro. Meristemas secundários – felogênio e cambio • Nas gminospermas e angiospermas o esporófito é o interfascicular. vegetal desenvolvido e o gametófito (saco embrionário e tubo polínico) é reduzido e dependente do esporófito. Tecidos de sustentação – colênquima, esclerênquima, xilema. • O órgão reprodutor feminino é o arquegônio (produz a oosfera) e o masculino é o anterídio (produz anterozóides). Floema ou líber – conduz seiva elaborada. • As pteridófitas são os primeiros vegetais a apresentar Xilema ou lenho – transporta seiva bruta. vasos condutores de seiva (floema e xilema), sendo Vírus – parasita intracelular obrigatório, não possui traqueófitas. metabolismo próprio. Gimnospermas - produzem flores (fanerógamas) e Especificidade viral – capacidade do vírus parasitar tipos sementes (espermatófitas). específicos de células. Angiospermas - são fanerógamas e espermatófitas que Capsídio – envoltório protéico que protege o DNA viral. produzem frutos. Vírus latente – inativo dentro da célula. • Gineceu, órgão reprodutor feminino, é formado pelos carpelos e organizam em estigma, estilete e ovário. Vírus cristalizado – inativo, fora da célula. ESPONJAS CELENTERADOS PLATELMINTOS NEMATELMINTOS DESENVOLVIMENTO Triblásticos, Diblásticos acelomados Triblásticos acelomados Triblásticos, acelomados EMBRIONÁRIO pseudocelomados Ausente. Digestão Ausente. Digestão Ausente ou incompleto Completo, não possui TUBO DIGESTIVO intracelular em coanócitos e extracelular (cnidoblasto) e (sem ânus) estômago. amebócitos. intracelular (gastroderma). Inicio de cefalização Gânglios cerebrais e SISTEMA NERVOSO Ausente Difuso na mesogléia com gânglios cerebrais e cordões longitudinais cordões longitudinais Ausente. Material lançado SISTEMA EXCRETOR Ausente (por difusão) na cavidade gastrovascular Células flama Metanefrídios saindo pela boca. Ausente. Reprodução por Presentes. Sexos separados Ausente. Reprodução metagênese (alternância (monóicos) schistosoma ÓRGÃOS REPRODUTORES assexuada por brotamento Presente de geração sexuada e e hermafroditas (dióicos) e sexuada assexuada). Tênia e planária. Ausente. A água com Ausente. A água com SISTEMA CIRCULATÓRIO nutrientes circula pelo nutrientes circula pela Ausente Ausente ósculo. cavidade gastrovascular Ausente (distribuição Ausente (por difusão). Ausente. Respiração SISTEMA RESPIRATÓRIO por difusão). Ausente Respiração aeróbia. cutânea Respiração aeróbia. ÓRGÃOS DE LOCOMOÇÃO Ausente (séssil) ausente Ausente. Ausente 14
  • 15. Anotações: ANELÍDEOS ARTRÓPODOS MOLUSCOS CELENTERADOS Triblásticos, celomados e Triblásticos e celomados Triblásticos e celomados Triblásticos e celomados. deuterostómios Completo, podendo apresentar Completo. Os bivalves Completo, com papo e moela. Completo, com estomago e glândulas digestivas e aparelho não apresentam aparelho São protostómios. glândulas anexas mastigador formado por dentes mastigador (rádula). (lanterna de Aristóteles). Gânglios cerebrais e cordão Ganglionar; com órgãos Pouco desenvolvido. Com células Ganglionar. ventral sensoriais. sensitivas na ponta dos braços. Tubos de Malpighi e glândulas Metanefrídios (rins Ausente, Excretas eliminadas pelos Nefrídios verdes rudimentares). pódios do sistema ambulacral Presente. Maioria dióico Presente. Sexos separados ou Presente Presente com fecundação externa e hermafroditas. desenvolvimento indireto. Presente, circulação fechada Ausente. Sem vasos; nos canais com “corações laterais” Presente, circulação aberta ou Presente. Circulação aberta com celômicos circula um liquido e sangue com pigmentos lacunar. exceção dos polvos e lulas. incolor. respiratórios. Ausente na maioria. Cutânea ou Respiração cutânea, pulmonar Pelos pódios ou pequenas Presente, traqueal e branquial por brânquias modificadas. e branquial. brânquias Presente Presente, com articulações Sistema esquelético ausente. Pés ambulacrais 15
  • 16. FÍSICA osso último assunto. Introdução a eletricidade. N Aproveite os dias que faltam para revisar pelos resumos. Marcelo Albuquerque (Fininho) INTRODUÇÃO À ELETRICIDADE quantidade de carga igual a 1,6 x 10-19 C da quantidade 01. INTRODUÇÃO – A CARGA ELÉTRICA de carga de um elétron ou de um próton. Esta se chama de carga elétrica elementar (e). A eletricidade é o ramo da física que estuda o comportamento das cargas elétricas. A carga elétrica é uma propriedade intrínseca da matéria associada a algumas partículas elementares. 02. CORPO NEUTRO/CORPO ELETRIZADO Um corpo (ou átomo) em seu estado normal possui quantidades iguais de cargas elétricas positivas e negativas sendo, portanto, considerado um corpo neutro. Os prótons e elétrons são considerados portadores de cargas elétricas. Por convenção, Em caso de desequilíbrio de cargas, dizemos que o corpo os prótons são dotados de cargas positivas e os encontra-se eletrizado. elétrons de cargas negativas. OBSERVAÇÕES Para que um corpo fique eletrizado, alteramos sua quantidade de elétrons, pois os prótons estão situados A unidade de medida de carga elétrica, no SI, é o no núcleo dos átomos, logo só podem ser manipulados couloumb (C). É comum utilizarmos alguns através de processos especiais. submúltiplos do Coulomb. Todo corpo eletrizado neutraliza no momento que entra em contato com a Terra. Observe o esquema abaixo: CORPO NEUTRO: n° prótons = n° elétrons • Carga elétrica elementar (e) – Experiências revelam que um próton, bem como um elétron, possui uma 16
  • 17. CORPO ELETRIZADO: n° prótons ≠ n° elétrons 04. PRINCÍPIOS DA ELETRICIDADE • Positivamente: n° prótons > n° elétrons a) Atração e repulsão • Corpos eletrizados com cargas de sinais contrários se atraem. • Corpos carregados com cargas de mesmo sinal se repelem. Se atritarmos um bastão de vidro, por alguns segundos, com um pedaço de lã, verificamos que este é capaz de atrair pedacinhos de papel supostamente neutros. • Negativamente: n° prótons < n° elétrons Corpos eletrizados atraem corpos neutros. b) Conservação de cargas A soma algébrica das quantidades de carga é sempre ÍON: átomo eletrizado constante. • ÍON CÁTION (+): perde elétrons (eletrizado positivamente). No exemplo abaixo os corpos trocaram cargas, mas a soma • ÍON ÂNION (-): ganha elétrons (eletrizado algébrica não se alterou. positivamente). 03. QUANTIDADE DE CARGA DE UM CORPO (Q) É a quantidade de cargas em excesso de um corpo. 1 portador de carga em excesso → 1 x 1,6 x 10-19 C 2 portadores de carga em excesso → 2 x 1,6 x 10-19 C 3 portadores de carga em excesso → 3 x 1,6 x 10-19 C n portadores de carga em excesso → n x 1,6 x 10-19 C Assim, se quisermos calcular a quantidade de cargas em excesso de um corpo, basta multiplicar o número de portadores em excesso pela carga elementar (e). CONDUTORES E ISOLANTES Dizemos que um corpo é um bom condutor elétrico quando é dotado de grande quantidade de portadores de carga que são facilmente movimentáveis. São eles: • Elétrons livres (nos metais em geral). • Íons nas soluções eletrolíticas. • Íons e elétrons livres nos gases ionizados. O termo “carga elétrica puntiforme” refere-se a um Já o isolante elétrico é um corpo no qual os portadores CUIDADO de carga encontram dificuldade para se movimentarem. corpo eletrizado que possui dimensões desprezíveis em relação a outro(s) corpo(s) eletrizado(s). São exemplos de isolantes: o ar atmosférico, borracha, vidro, seda etc. 17
  • 18. FÍSICA FDC Em um condutor eletrizado em equilíbrio Três esferas metálicas idênticas I, II e III estão penduradas em eletrostático, as cargas em excesso sempre se um suporte por fios isolantes e eletricamente carregadas com distribuem na superfície externa. cargas indicadas no esquema. A esfera IV, idêntica às demais, também indicada no esquema, está inicialmente neutra e adaptada a um cabo isolante. É por este motivo que durante uma tempestade ficamos I II III IV protegidos dentro do carro dos efeitos provocados pelas descargas elétricas (“blindagem eletrostática”). 3Q Q -Q 2 4 2 06. PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO A esfera com cabo isolante é movimentada de modo a tocar, sucessivamente, nas esferas I, II e III. Após o ultimo toque, a Existem três maneiras de eletrizar um corpo. Vejamos carga da esfera IV é: quais são elas. a) Q b) 3Q/4 c) Q/2 d) Q/4 e) nula a) Eletrização por atrito: Consiste em esfregar dois corpos inicialmente neutros e constituídos de substâncias Resolução. diferentes. Isso se deve ao fato dos corpos terem diferentes Trata-se de um contato sucessivo entre corpos idênticos. 1° contato (IV e I) tendências a ganhar elétrons. Observe o exemplo: 3Q 0+ 2 3Q = 2 4 2° contato (IV e II) 3Q Q + 4 4 Q = 2 2 3° contato (IV e III) Q Q + 2 4 =0 2 Ao final do processo, os corpos ficam eletrizados com Gabarito: letra E. cargas de mesmo módulo, porém de sinais contrários. b) Eletrização por contato – Consiste na transferência • Eletrização por indução – Este é o único processo de portadores móveis quando um corpo eletrizado no qual os corpos envolvidos (indutor e induzido) entra em contato com um corpo neutro no intuito não se tocam. Vejamos as etapas do processo de de eletrizá-lo. eletrização por indução de uma esfera. Após a eletrização por contato, os corpos ficam eletrizados com cargas de mesmo sinal. 18
  • 19. Observe que ao final do processo os corpos ficam Assim, dizemos que toda carga elétrica puntiforme (q) eletrizados com cargas de sinais contrários. imersa num campo elétrico (E) sofre ação de uma força elétrica (F). OBSERVAÇÃO As cargas elétricas distribuídas na superfície externa de um F=q.E → E=F/q condutor têm a tendência de se acumular nas regiões pontiagudas (“Poder das pontas”). Por esse motivo, os pára-raios possuem, Usando a definição, conclui-se que a unidade do campo em suas extremidades, hastes dotadas de pontas. elétrico, no SI, é o N/C. 07. LEI DE COULOMB – FORÇA ELÉTRICA A carga elétrica puntiforme (q) é também Considere duas partículas eletrizadas com cargas Q e q chamada de carga de prova. As fontes do campo separadas por uma distância d. elétrico (E) são corpos eletrizados chamados de cargas fonte (Q). Através do sinal da carga fonte (Q), identifica-se num ponto do espaço o sentido do campo elétrico (E) representado através de linhas de campo. Podemos dizer que a força elétrica (repulsão ou atração) é diretamente proporcional ao produto do módulo das cargas das partículas e inversamente proporcional à distância que separa os seus centros. F = K. Q .2 q d A constante K é chamada constante eletrostática que depende do meio em que as partículas estão imersas. Sua OBSERVAÇÃO unidade no SI é o N.m2 / C2. CAMPO ELÉTRICO UNIFORME Região do espaço delimitada entre duas placas paralelas carregadas com cargas de mesmo módulo e sentidos contrários onde o vetor campo elétrico é constante. As forças elétricas entre duas partículas constituem um par ação e reação. 08. O CAMPO ELÉTRICO Um corpo carregado “cria” uma região de influência denominada campo elétrico que lhe possibilita interagir com outras cargas. Os capacitores são aparelhos que acumulam energia em um campo elétrico uniforme para disparar o flash das máquinas fotográficas. 19
  • 20. FÍSICA 09. CORRENTE ELÉTRICA i= Q ∆t Já sabemos que um condutor metálico possui uma grande quantidade de elétrons livres que se movimentam Pela definição, conclui-se que a unidade da desordenadamente. intensidade da corrente elétrica, no SI, é expressa em Quando ligamos uma pilha (gerador) aos terminais de C/s, também chamada de ampère (A). um fio condutor, estes elétrons livres recebem uma Quando dizemos que a intensidade de uma certa quantidade de energia e passam a se movimentar corrente elétrica é igual a 4 A, significa que em de maneira parcialmente ordenada. É o que chamamos cada 1 s, uma quantidade de carga igual a 4 C passa de corrente elétrica. Observe o esquema de um por uma seção do condutor. circuito simplificado. RESISTÊNCIA ELÉTRICA (R) Numa corrente elétrica, os elétrons livres colidem com outros elétrons e também com átomos que constituem a estrutura cristalina do condutor, logo encontram resistência, à sua passagem ao longo do meio condutor. Para calcularmos a resistência elétrica basta dividirmos a tensão (U) entre os terminais de um condutor pela intensidade da corrente que o percorre (i). • Diferença de potencial (U) Podemos observar na figura acima que a pilha possui uma U indicação que corresponde a 1,5 V. Significa dizer que 1 C R= i de carga recebe uma energia de 1,5 J para ser transportada ao longo do circuito. A diferença de potencial, no SI, é expressa em joules por Aplicada uma mesma tensão (U) a condutores coulomb (J/C). Essa unidade recebe o nome de volt (V). diferentes, a resistência elétrica (R) é inversamente proporcional à intensidade da corrente que os percorre (i). A diferença de potencial é também chamada de tensão ou voltagem. ALGUNS EFEITOS DA CORRENTE ELÉTRICA a) Efeito Joule • Intensidade da corrente elétrica (i) Quando colocamos a mão sobre um fio isolado por A intensidade da corrente elétrica é definida como a onde passa corrente elétrica, percebemos que o quantidade de carga (Q) que atravessa uma seção de um mesmo esquenta. condutor por unidade de tempo. Em geral, os dispositivos que proporcionam esse aquecimento são dotados de resistência como, por exemplo, o chuveiro elétrico. O efeito térmico produzido pela corrente elétrica chama-se efeito joule. 20
  • 21. b) Efeito Magnético O pólo norte (expresso por N) é aquele que aponta para o norte geográfico (sul magnético). Toda corrente elétrica gera um campo magnético. Quanto maior a intensidade da corrente, maior a intensidade do campo magnético. ELETROMAGNETISMO Os disjuntores são dispositivos que protegem os circuitos O físico dinamarquês H. Oersted provou que cargas elétricos contra problemas causados por sobrecargas de elétricas em movimento dão origem a um campo corrente elétrica. magnético. Para comprovar essa ideia, basta aproximarmos uma bússola de um fio por onde passa uma corrente elétrica. Iremos observar que a agulha sofre desvios. • O Eletroímã – Para obter um eleroímã basta enrolarmos um pedaço de fio a um núcleo de ferro (Ex.: prego). Quando a intensidade da corrente supera um certo valor desejado, a chave magnética desliga automaticamente. NOÇÕES DE ELETROMAGNETISMO MAGNETISMO Quando aproximamos um ímã de pequenos objetos metálicos notamos que os objetos são atraídos. Isso acontece porque o ímã possui uma região de influência denominada campo magnético, assim como as massas – Submetendo o fio a uma diferença de potencial, o campo gravitacional e as cargas elétricas - campo elétrico. mesmo é percorrido por uma corrente elétrica, que Observa-se também que certas partes do ímã conseguem consequentemente irá gerar um campo magnético na atrair objetos com maior intensidade. Essas partes são região próxima a essa espira. chamadas polos de um ímã. A intensidade do campo magnético criado pelo eletroímã, bem como a distância que ele atingirá dependerão da intensidade da corrente aplicada e do número de voltas da espira. • Polos magnéticos de mesmo nome se repelem. Com base neste princípio é possível criar inúmeros • Polos magnéticos de nomes diferentes se dispositivos elétricos, incluindo motores, cabeçotes de atraem. leitura/gravação para discos rígidos e toca-fitas, alto-falantes etc. A Terra se comporta como um grande imã, possuindo um imenso campo magnético que serve de proteção contra Anotações: certas radiações provenientes do Sol. • A bússola – Trata-se de um instrumento de localização formado basicamente por uma agulha imantada, apoiada de modo a poder girar livremente. 21
  • 22. Vamos Revisar >> FÍSICA Carga Elementar (e) Processos de eletrização -19 e = + 1,6 x 10 C (um próton) • Atrito e = - 1,6 x 10-19 C (um elétron) • Contato Quantidade de Carga em Excesso (Q) • Indução Lei de Coulomb - Força Elétrica Q = n.e F = K. Q .2 q d n → n° de portadores de carga em excesso Campo Elétrico (E) Corpo Neutro: n° prótons = n° de elétrons E=F/q Corpo Eletrizado: Intensidade da Corrente Elétrica (i) n° prótons ≠ n° de elétrons Q i= Eletrizado Positivamente: ∆t n° prótons > n° de elétrons Resistência Elétrica (R) Eletrizado Negativamente: U R= n° prótons < n° de elétrons i Anotações: 22
  • 23.
  • 24. Q QUÍMICA hora de fechar com chave de ouro. Dê todo gás agora na É reta final. Lembre-se, revisar nunca é demais. Daniela Leite TERMOQUÍMICA É a parte da química que estuda as trocas de calor que ∆H > 0 → Reação endotérmica ocorrem durante a formação de uma reação química. ∆H < 0 → Reação exotérmica • Reação endotérmica: é aquela que só ocorre com absorção de calor (neste caso a quantidade de calor >> FIQUE ATENTO absorvido para realizar a reação é maior que o liberado). A energia não pode ser criada nem destruída, apenas transformada. Esse fato é também conhecido como princípio da conservação da energia. Nas reações endotérmicas, a energia dos produtos é maior que a dos reagentes, pois os reagentes absorvem energia para se transformar nos produtos. A entalpia depende do estado físico das substâncias CUIDADO e seu estado alotrópico. • Reação exotérmica: é aquela que ocorre com liberação de calor (a quantidade de calor liberado é maior que o inicialmente absorvido para realizar a reação). LEI DE HESS É também conhecida como “Lei do estado final e inicial”. Nas reações exotérmicas a energia dos produtos Esse cientista percebeu que a variação de entalpia é menor que a dos reagentes, pois uma parte envolvida em uma reação química depende somente do da energia dos reagentes foi liberada. seu estado inicial e final, não importando o caminho da reação, desde que a pressão e a temperatura do sistema sejam iguais nos estados inicial e final. ENTALPIA DE UMA SUBSTÂNCIA (H) É a quantidade de energia (calor) armazenada em cada substância. Quando vier uma equação pedindo para calcular a variação de entalpia final, basta somar as entalpias intermediárias. VARIAÇÃO DE ENTALPIA (∆H) ΔHf = ΔH1 + ΔH2 Mede a variação de calor que ocorre em uma reação química. AGORA VAMOS ESTUDAR AS CLASSIFICAÇÕES É calculado pela fórmula: DAS ENTALPIAS (CALOR DE REAÇÃO) a) Entalpia de formação: é a variação de entalpia (∆H) ∆H = H produtos – H reagentes associada à reação de síntese de 1 mol da 24