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FORMANDO CRIANÇAS LEITORAS - JOSETTE JOLIBERT
Objetivo= auxiliar na superação do fracasso escolar = sucesso de TODAS as crianças
Na aula- uma vida cooperativa, administrar tempos e espaços , as regras de vida e os projetos nos quais são inscritas situações de “leitura” para valer.
JOLIBERT= NÃO SE ENSINA A CRIANÇA A LER : É ELA QUEM SE ENSINA A LER COM NOSSA AJUDA, DOS COLEGAS, PAIS E DEMAIS LEITORES.
ENSINAR É AJUDAR A CRIANÇA A SUPERAR OS PRÓPRIOS PROCESSOS DE APRENDIZAGEM.
Ao professor cabe:
►aula proporcione situações de leitura simultaneamente afetivas e
diversificadas;
►ajudar a criança a “interrogarem o escrito”- procurar sentido;
►ajudar a utilizar procedimentos (fichários, listas, catálogos, etc)
►ajudar a elucidar suas próprias estratégias – como fazem.
Ler é:
► atribuir diretamente um sentido a um escrito
►questionar algo escrito a partir de uma expectativa real
►é ler escritos reais – nome de rua, placas,
►é lendo de verdade que alguém se torna leitor e não aprendendo
primeiro a ler.
COMO TORNAR DIFÍCIL A APRENDIZAGEM da
LEITURA: FRANK SMITH RETA- 1980
Tenha como finalidade o domínio precoce das regras de
leitura.
Cuide para que a fonética seja aprendida e utilizada
Ensine as letras e as palavras uma por uma, só passe
adiante depois de aprendidas;
Objetivo principal = uma leitura palavra por palavra
PERFEITA;
Não deixe as crianças adivinharem – pelo contrário cuide
par que leiam com atenção;
Encoraje a falta de erros;
Proporcione um feedback imediato;
Detecte e corrija os movimentos incorretos dos olhos;
Identifique os possíveis dislexos e trate-os o mais cedo
possível.
Certifique-se de que as crianças aprendam a importância da
leitura e da gravidade do fracasso;
VIDA COOPERATIVA E PEDAGOGIA DE PROJETOS.
ESCOLA = DEVE SER LOCAL DE CONSTRUÇÃO do conjunto dos poderes sócias, ponto
de apoio , experimentação, confronto, conflitos, sucesso e preparação para a vida social.
SALA DE AULA COOPERATIVA = escolha do educador= acabar com o monopólio do
adulto que decide ►levar a turma a gerir o seu espaço organizar-se, dar-se as regaras de
vida e de funcionalidade. Permitir a criança construir os ‘sentidos’ de sua atividade de
aluno.
escolherEngajar-se implementarRealizar-seregularRealizar
discutirComentarcriticarAvaliarVIVER
RELAÇOES ;
Individuais e coletivas - durante a elaboração = meta, cronograma, tarefas, diferentes
responsabilidades.
Escritos externos que devem se lidos e todos os intercâmbios úteis de correspondência.
Escritos utilizados á comunicação e socialização : exposições, relatórios, etc.
Escritos encontrados no meio sócio-cultural.
LÊ-SE A TODO O MOMENTO, EM FUNÇÃO DA VIDA NA AULA E NA ESCOLA, NO S
PROJETOS EM CURSO E NÃO APENAS NA HORA DA LEITURA.
Ler para; Responder a necessidade de viver com os outros, na sala ,escola, etc
Descobrir informações das quais necessita cardápio da semana, realização de tarefas
(porquinho), catálogos, etc);
Se comunicar com o exterior-família, cidade, jornal do bairro, etc;
Fazer- brincar, construir, levar a termo um projeto-empreendimento(
Para alimentar e estimular o imaginário - regras de jogo, receitas, poesia, contos.;
Documentar-se no quadro de uma pesquisa em andamento (cidade ou país, profissões,
informações em cartazes, catálogos, guias turísticos).
1
IMPORTANTE:
Processo De Questionamento- -
Dispositivos Para Verificar Hipóteses Sobre Significado De
Um Texto
Os Apoios À Leitura e as Atividades De Sistematização
Livros – Multiplicar E Diversificar Os encontros
PRODUÇÃO DE TEXTOS - ESCREVER PARA VALER
U
M PROCESSO SSITEMATIZADO DE QUESTIONAMENTO DE TEXTOS.
FORMAS DE AVALIAÇÃO:
AVALIAÇÃO CONTÍNUA – pelo aluno - “ não sei fazer” ou
- pelo professor - observação do olhar, como sorri ao
ler, quando ouve- “dizer” que está lendo.
AVALIAÇÃO RECAPITULATIVA - final do bimestre/ trimestre através
de fichas, dossiês, permitir a criança a auto-avaliação e confronto com a
avaliação do professor.
COMPETÊNCIAS CONSTRUÍDAS NO CICLO DAS
APRENDIZAGENS FUNDAMENTAIS
COMPETÊNCIAS CULTURAIS- abordagem do mundo sócio-econômico
do escrito:
descobrir, explorar pois o mundo do escrito é um mundo profissional-
com escritores, redatores, autores, leitores, etc
utilizar múltiplas tecnologias – escrever, digitar, datilografar, mimeógrafo,
etc
escrito tem formas locais próprias- cartaz, paredes, painéis, bancas,
gôndolas
OPERAÇÕES MENTAIS a colocar em prática - identificar, induzir,
deduzir, emitir hipóteses- depois conferi-las, simbolizar, codificar,
reproduzir transformar, memorizar.
SETE INDÍCIOS DE CONCEITOS LINGÚISTICOS - SETE NÍVEIS DE INDÍCIOS DE
LEITURA:
1-Noção de contexto não de palavras
2- Principais parâmetros da situação de comunicação - emissor- destinatário-
meta
3-Tipos de texto – Carta, cartaz, novela, poesia, etc
4- Superestrutura – organização espacial lógica dos blocos de um texto-
(Silhueta), esquema narrativo (lenda, conto), dinâmica interna( abertura,
encerramento).
5-Lingüística textual - escolha de enunciação - pessoas,
lugares,conectores,pontuação
6- Lingüística da frase – sintaxe:- classes, grupos, relação, vocabulário,
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7- Palavras e microestrutura do texto - grafemos (maiúsculo, minúsculo) ,
singular, plural, etc
Atenção= não é para o aprendiz leitor analisar o texto a partir destes 7
pontos de vista e sim LOCALIZAR os indícios, as marcas, as pistas de
como coletá-los como INFORMAÇÕES que o leitor vai PROCESAR para
construir o sentido do texto.
ENUNCIAÇÃO= maneira com o qual o autor participa do seu texto- marcas
lingüísticas onde o leitor pode localizar e utilizar indícios para construir
sentido do texto.
ENCADEAMANTO = de que maneira uma frase para a outra são
designados os personagens elementos já descritos- “eles, elas, aqueles,
últimos, etc.
CONECTORES - primeiro, a seguir, finalmente, assim, pois, porém, etc
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Formando leitores com projetos cooperativos

  • 1. FORMANDO CRIANÇAS LEITORAS - JOSETTE JOLIBERT Objetivo= auxiliar na superação do fracasso escolar = sucesso de TODAS as crianças Na aula- uma vida cooperativa, administrar tempos e espaços , as regras de vida e os projetos nos quais são inscritas situações de “leitura” para valer. JOLIBERT= NÃO SE ENSINA A CRIANÇA A LER : É ELA QUEM SE ENSINA A LER COM NOSSA AJUDA, DOS COLEGAS, PAIS E DEMAIS LEITORES. ENSINAR É AJUDAR A CRIANÇA A SUPERAR OS PRÓPRIOS PROCESSOS DE APRENDIZAGEM. Ao professor cabe: ►aula proporcione situações de leitura simultaneamente afetivas e diversificadas; ►ajudar a criança a “interrogarem o escrito”- procurar sentido; ►ajudar a utilizar procedimentos (fichários, listas, catálogos, etc) ►ajudar a elucidar suas próprias estratégias – como fazem. Ler é: ► atribuir diretamente um sentido a um escrito ►questionar algo escrito a partir de uma expectativa real ►é ler escritos reais – nome de rua, placas, ►é lendo de verdade que alguém se torna leitor e não aprendendo primeiro a ler. COMO TORNAR DIFÍCIL A APRENDIZAGEM da LEITURA: FRANK SMITH RETA- 1980 Tenha como finalidade o domínio precoce das regras de leitura. Cuide para que a fonética seja aprendida e utilizada Ensine as letras e as palavras uma por uma, só passe adiante depois de aprendidas; Objetivo principal = uma leitura palavra por palavra PERFEITA; Não deixe as crianças adivinharem – pelo contrário cuide par que leiam com atenção; Encoraje a falta de erros; Proporcione um feedback imediato; Detecte e corrija os movimentos incorretos dos olhos; Identifique os possíveis dislexos e trate-os o mais cedo possível. Certifique-se de que as crianças aprendam a importância da leitura e da gravidade do fracasso; VIDA COOPERATIVA E PEDAGOGIA DE PROJETOS. ESCOLA = DEVE SER LOCAL DE CONSTRUÇÃO do conjunto dos poderes sócias, ponto de apoio , experimentação, confronto, conflitos, sucesso e preparação para a vida social. SALA DE AULA COOPERATIVA = escolha do educador= acabar com o monopólio do adulto que decide ►levar a turma a gerir o seu espaço organizar-se, dar-se as regaras de vida e de funcionalidade. Permitir a criança construir os ‘sentidos’ de sua atividade de aluno. escolherEngajar-se implementarRealizar-seregularRealizar discutirComentarcriticarAvaliarVIVER RELAÇOES ; Individuais e coletivas - durante a elaboração = meta, cronograma, tarefas, diferentes responsabilidades. Escritos externos que devem se lidos e todos os intercâmbios úteis de correspondência. Escritos utilizados á comunicação e socialização : exposições, relatórios, etc. Escritos encontrados no meio sócio-cultural. LÊ-SE A TODO O MOMENTO, EM FUNÇÃO DA VIDA NA AULA E NA ESCOLA, NO S PROJETOS EM CURSO E NÃO APENAS NA HORA DA LEITURA. Ler para; Responder a necessidade de viver com os outros, na sala ,escola, etc Descobrir informações das quais necessita cardápio da semana, realização de tarefas (porquinho), catálogos, etc); Se comunicar com o exterior-família, cidade, jornal do bairro, etc; Fazer- brincar, construir, levar a termo um projeto-empreendimento( Para alimentar e estimular o imaginário - regras de jogo, receitas, poesia, contos.; Documentar-se no quadro de uma pesquisa em andamento (cidade ou país, profissões, informações em cartazes, catálogos, guias turísticos). 1 IMPORTANTE: Processo De Questionamento- - Dispositivos Para Verificar Hipóteses Sobre Significado De Um Texto Os Apoios À Leitura e as Atividades De Sistematização Livros – Multiplicar E Diversificar Os encontros PRODUÇÃO DE TEXTOS - ESCREVER PARA VALER
  • 2. U M PROCESSO SSITEMATIZADO DE QUESTIONAMENTO DE TEXTOS. FORMAS DE AVALIAÇÃO: AVALIAÇÃO CONTÍNUA – pelo aluno - “ não sei fazer” ou - pelo professor - observação do olhar, como sorri ao ler, quando ouve- “dizer” que está lendo. AVALIAÇÃO RECAPITULATIVA - final do bimestre/ trimestre através de fichas, dossiês, permitir a criança a auto-avaliação e confronto com a avaliação do professor. COMPETÊNCIAS CONSTRUÍDAS NO CICLO DAS APRENDIZAGENS FUNDAMENTAIS COMPETÊNCIAS CULTURAIS- abordagem do mundo sócio-econômico do escrito: descobrir, explorar pois o mundo do escrito é um mundo profissional- com escritores, redatores, autores, leitores, etc utilizar múltiplas tecnologias – escrever, digitar, datilografar, mimeógrafo, etc escrito tem formas locais próprias- cartaz, paredes, painéis, bancas, gôndolas OPERAÇÕES MENTAIS a colocar em prática - identificar, induzir, deduzir, emitir hipóteses- depois conferi-las, simbolizar, codificar, reproduzir transformar, memorizar. SETE INDÍCIOS DE CONCEITOS LINGÚISTICOS - SETE NÍVEIS DE INDÍCIOS DE LEITURA: 1-Noção de contexto não de palavras 2- Principais parâmetros da situação de comunicação - emissor- destinatário- meta 3-Tipos de texto – Carta, cartaz, novela, poesia, etc 4- Superestrutura – organização espacial lógica dos blocos de um texto- (Silhueta), esquema narrativo (lenda, conto), dinâmica interna( abertura, encerramento). 5-Lingüística textual - escolha de enunciação - pessoas, lugares,conectores,pontuação 6- Lingüística da frase – sintaxe:- classes, grupos, relação, vocabulário, ortografia... 7- Palavras e microestrutura do texto - grafemos (maiúsculo, minúsculo) , singular, plural, etc Atenção= não é para o aprendiz leitor analisar o texto a partir destes 7 pontos de vista e sim LOCALIZAR os indícios, as marcas, as pistas de como coletá-los como INFORMAÇÕES que o leitor vai PROCESAR para construir o sentido do texto. ENUNCIAÇÃO= maneira com o qual o autor participa do seu texto- marcas lingüísticas onde o leitor pode localizar e utilizar indícios para construir sentido do texto. ENCADEAMANTO = de que maneira uma frase para a outra são designados os personagens elementos já descritos- “eles, elas, aqueles, últimos, etc. CONECTORES - primeiro, a seguir, finalmente, assim, pois, porém, etc LER NA ESCOLA LER UM TEXTO EM SITUAÇÃO REAL APRENDER A LER RESPONDER AS NECESSIDADES DE UM PROJETO IMEDIATO DESCOBRIR, IDENTIFICAR AS NECESSIADES DE APRENDIZAGEM COMPREENDER UM TEXTO EM SUA REALIDADE GLOBAL E COMPLEXA QUESTIONAR OS TEXTOS APRENDIZAGEM COMPETÊNCIA POR COMPTÊNCIA ATIVIDADES DE REFORÇO E EXERCÍCIOS - PARA SER BOM LEITOR É PRECISO LER UMA FICHA TÉCNICA – CUMPRIR TAREFAS COMPLEXAS( fazer um bolo, LER UMA CARTA - identificar o que foi escrito= para que serve a mensagem. LER UM CARTAZ - ler sozinho, apresentar oralmente o conteúdo, produzir LER UM RELATO INTEIRO, CURTO, DITAR UM TEXTO, PRODUZIR UMA HISTÓRIA. LER UM POEMA- evitar a recitação identificar um poema . ( DULCE) 2