José Lins do Rego Biografia da Vida a Obra
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<ul><li>Ao lado da prosperidade e da riqueza do meu avô, eu vira ruir, até no prestígio de sua autoridade, aquele simpátic...
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José Lins Do Rego

  1. 1. José Lins do Rego Biografia da Vida a Obra
  2. 2. <ul><li>Romancista brasileiro nascido no engenho Corredor, no município de Pilar, Pb, em 3 de julho de 1901, uns do mais notáveis escritores brasileiros. De família ligada á economia açucareira, passou a infância no engenho de seu avô. Estudou em Itabaiana e João Pessoa e transferiu-se para Recife, onde ampliou o convívio com intelectuais, entre eles Gilberto Freire, que muito influenciou com suas teses sobre a formação social brasileira. Movimento Literário (Modernismo, segunda geração). </li></ul>
  3. 3. <ul><ul><ul><li>Formado em direito foi nomeado e tornou-se promotor público em Manhuaçu, Mg(1925), porém, logo desistiu da magistratura e mudou-se para Maceió, onde passou a fazer parte do grupo de Graciliano Ramos, Raquel de Queirós, Aurélio Buarque, Jorge de Lima e outros. </li></ul></ul></ul>
  4. 4. <ul><li>Traçando um panorama da terra e da sociedade do nordeste durante o ciclo da cana-de-açúcar iniciou sua primeira fase de romancista (1930-1936). Mudou-se para o Rio de Janeiro(1935),onde foi cronista de vários jornais e exerceu cargos ligados á diplomacia. Além do romances do autor publicou ainda ensaios, crônicas e três livros sobre suas viagens pelo mundo. Membro da Academia de Letras, morreu no Rio de Janeiro no dia 12 de Setembro de 1957. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Em sua obra, a maioria de romances rurais, constaram Menino de engenho(1932), Doidinho(1933), Bangüê (1934), Moleque Ricardo(1935) e Usina(1936), Pureza(1937), Pedra bonita(1938), Riacho doce(1939), Água-mãe(1941), Primeiro romance ambientado fora do Nordeste, ambientado em Cabo Frio, Rj, Fogo morto(1943), seu melhor romance, Eurídice (1947), que tem como cenário o Rio de Janeiro e lhe deu o prêmio Fábio Prado, e cangaceiros(1953)que marcou um retorno do romancista á literatura regional. </li></ul>
  6. 6. Resumo da obra Menino de Engenho <ul><li>Coitado do Santa Fé! Já o conheci de fogo morto. E nada é mais triste do engenho de fogo morto. Uma desolação de fim de vida, ruína, que dá á paisagem rural uma melancolia de cemitério abandonado. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Na bagaceira, crescendo, o mata-pasto de cobrir gente , melão entrando pelas fornalhas, os moradores fugindo para outros engenhos, tudo deixado para um canto, e até os bois de carros vendidos para dar de comer aos seus donos. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Ao lado da prosperidade e da riqueza do meu avô, eu vira ruir, até no prestígio de sua autoridade, aquele simpático velhinho que era o coronel Lula de Holanda, com seu santa fé caindo aos pedaços. Todos barbados, como aqueles velhos dos álbuns de retratos antigos, sempre que saíam de casa era de cabriolé e de casimira preta. A sua vida parecia um mistério. Não plantava um pé de cana e não pedia um tostão emprestado a ninguém. </li></ul>

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