Dom Pedro I Trab 3º Ano

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Dom Pedro I Trab 3º Ano

  1. 1. Projeto de História
  2. 2. Dom Pedro I
  3. 3. Dom Pedro I <ul><li>Nasceu no palácio de Queluz, próximo a Lisboa, Portugal, em 12-10-1798. Filho de Dom João VI rei de Portugal e dona Carlota Joaquina filha de Carlos IV rei da Espanha. Veio para o Brasil quando tinha apenas 9 anos de idade, devido a invasão de Napoleão Bonaparte contra Portugal. Isso ocorreu em 1808. </li></ul><ul><li>Em março de 1816, com a elevação de seu pai a rei de Portugal, recebeu o título de príncipe real e herdeiro do trono em virtude da morte do irmão mais velho, Antônio. No mesmo ano casou-se com Carolina Josefa Leopoldina, arquiduquesa da Áustria. </li></ul><ul><li>Depois da mudança da família real para o Brasil frei Antônio de Arrábida tornou-se seu principal preceptor. O príncipe jamais se prendeu aos estudos e preferia a vida solta no paço de São Cristóvão e na fazenda de Santa Cruz. A superficialidade da sua instrução é reconhecida mesmo pelos seus contemporâneos, à qual acrescia um espírito impetuoso e enérgico. Em última análise estes são alguns dos fatores que explicam a sua posição na independência do Brasil. </li></ul>
  4. 4. Casamentos <ul><li>Segundas núpcias do Imperador, com dona Amélia de Leuchtenberg (de Jean-Baptiste Debret) </li></ul><ul><li>Em 1818, quando tinha 19 anos, casa-se com a Arquiduquesa Dona Leopoldina, filha do Imperador Francisco I da Áustria, e de sua segunda esposa, Maria Teresa de Bourbon, Princesa das Duas Sicílias, de um ramo dos Bourbons franceses. </li></ul><ul><li>A cerimônia foi realizada na Igreja de Santa Ifigênia, na Rua da Alfândega, tendo o cortejo nupcial desfilado pelo que é hoje a Rua Primeiro de Março. Nela, dizem os historiadores que se dançou pelas ruas o Catupé, variedade de Congo, antigamente ligado a festejos religiosos e, depois, ao Carnaval. </li></ul><ul><li>Viúvo desde 11 de dezembro de 1826, em agosto de 1829 contrai segundas núpcias por procuração com Amélia de Beauharnais, Princesa da Baviera, Duquesa de Leuchtenberg, neta da Imperatriz Josefina da França, esposa repudiada de Napoleão Bonaparte. </li></ul>
  5. 5. A Revolução no Porto e o retorno da Família Real <ul><li>Em março de 1816, com a morte de Dona Maria I, a Louca e a elevação de seu pai a Rei de Portugal, recebeu o título de Príncipe Real e Herdeiro do Trono (o irmão mais velho, Antônio Príncipe da Beira, falecera em 1801). Irrompe então a revolução constitucionalista de 1820, exigindo a restituição do Pacto Colonial e o retorno da Família Real ao reino. Dom João VI a ignora, mas devido à pressão popular do clero, da nobreza e da burguesia portuguesa, em 1821 decide retornar à metrópole depois de cerca de treze anos no Rio de Janeiro. Em Portugal, as Cortes Constituintes já iniciavam a elaboração da Constituição do reino. Mas esta decisão régia foi mal recebida no Brasil. </li></ul><ul><li>Ao voltar à Portugal, DOM João VI deixa seu filho DOM Pedro I como Príncipe Regente do Brasil. Os direitos concedidos ao Brasil, entretanto, foram sendo rescindidos pelas cortes. Dom Pedro I então alinha-se ao descontentamento brasileiro provocado pelas medidas portuguesas. </li></ul>
  6. 6. O Dia Do Fico <ul><li>Devido a mudança da Família Real para o Brasil, D. Pedro nunca pôde completar seus estudos, por esse motivo as Côrtes portuguesas chamaram-no à Europa para que os continuasse. O povo brasileiro receava ficar sem o príncipe regente e como prova da confiança que depositava nele, escreveu-lhe uma carta pedindo-lhe que ficasse no Brasil como perpétuo defensor deste País, carta essa que lhe foi entregue por intermédio de José Clemente Pereira. D. Pedro respondeu à carta com uma frase que mais tarde se tornaria histórica: “Como é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto; diga ao povo que fico”, motivo porque o dia 9-1-1822 passou a ser chamado o dia do “Fico”. </li></ul>
  7. 7. Proclamação da Independência do Brasil <ul><li>Em abril a popularidade do príncipe foi comprovada durante uma viagem a Minas Gerais. De lá seguiu para São Paulo, a fim de pacificar rebeliões na província. Em 7 de setembro, quando ia de Santos para a capital paulista, recebeu notícias de Portugal por cartas da esposa e de seu ministro José Bonifácio. Assim tomou conhecimento de que fora rebaixado da condição de regente a mero delegado das cortes de Lisboa. Ali mesmo, junto ao riacho do Ipiranga (São Paulo), o herdeiro de D. João VI, ao receber a última ordem do pai para regressar em vergonha ao país, proferiu o famoso grito do Ipiranga: &quot;Independência ou Morte!&quot;. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>D. Pedro I contou, naturalmente, com o apoio do &quot;povo&quot; e, de volta ao Rio de Janeiro, em 12 de outubro, foi proclamado imperador e &quot;defensor perpétuo do Brasil&quot;. Em 1 de dezembro foi sagrado e coroado. Em 1821 há a convocação da As-sembléia Nacional Constituinte, feita pelo Partido Brasileiro. Em 1823 é apresentado um anteprojeto constitucional, apelidado de &quot;Constituição da Mandioca&quot;, com caráter elitista e liberal, submetendo o poder do Imperador ao controle Legislativo, através da Tripartição de poderes (Teoria de Montesquieu) - em especial, os deputados cogitam incluir um artigo que permitirá, à morte do príncipe reinante, que o Parlamento reveja os seus atos. D. Pedro não a aceita e dissolve a Assembléia acusando os brasileiros de infiéis. </li></ul>
  9. 9. Atuação política <ul><li>No entanto, a imagem de D. Pedro I, em poucos anos passa de &quot;Defensor Perpétuo&quot; do Brasil para a de traidor da Nação. O seu primeiro ato político importante foi a convocação, em 1822, da Assembléia Constituinte. Entretanto, as divergências entre os deputados brasileiros e o soberano, que exigia um poder pessoal superior ao do Legislativo e do Judiciário, levaram à sua dissolução em 13 de outubro de 1823. D. Pedro I demitiu o Ministério Andrada e deportou para a Europa em Portugal os seis deputados que se mostraram mais exaltados, inclusive o próprio José Bonifácio de Andrada e Silva e seus irmãos (novembro de 1823). Foi criado então um Conselho de Estado que, com o Imperador à frente, elaborou a Constituição, outorgada em 25 de março de 1824. </li></ul>
  10. 10. Declínio no Brasil <ul><li>A indecisão entre o Brasil e Portugal contribuiu para minar a popularidade e o prestígio de Dom Pedro I. Os problemas do Imperador agravaram-se a partir de 1825, quando, no plano interno, fracassavam as forças brasileiras na Campanha Cisplatina (1825 à 1827). O Imperador chegou a ir ao Rio Grande do Sul, a fim de participar pessoalmente da campanha, no final de 1826. A notícia da morte da Imperatriz Leopoldina obrigou-o a mudar os planos e retornar ao Rio de Janeiro. </li></ul><ul><li>Em 1831, abdicou da Coroa do Brasil, pois estava aborrecido com as lutas entre os partidos políticos brasileiros, passando a Coroa a seu filho Dom Pedro de Alcântara, que na época contava 5 anos de idade. De volta à Portugal, Dom Pedro reconquistou o trono de que seu irmão Dom Miguel havia se apoderado violentamente. Conquistou novamente os portugueses, derrotando aos que favoreciam Dom Miguel. Mas não permaneceu muito tempo com a alegria de tornar-se querido pelos portugueses, tendo sido acometido pela tuberculose, que viria encerrar sua vida, em 24-09-1834 (no mesmo palácio de Queluz, onde havia nascido há 36 anos). </li></ul>
  11. 11. Ascendência
  12. 12. Nome de batismo de Dom Pedro I é <ul><li>Dom Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Colégio Estadual Benedito Brás </li></ul><ul><li>Gestora: Roza Maria de Oliveira </li></ul><ul><li>Coordenadora: Vanilda </li></ul><ul><li>Professora: Vânda Lara </li></ul><ul><li>Alunos: Cleiton Campos </li></ul><ul><li>John Wayder </li></ul><ul><li>Marcos E. Pereira dos Santos </li></ul><ul><li>Rodrigo José de Borba </li></ul><ul><li>Série: 3ª Série do Ensino Médio </li></ul><ul><li>Turno: Matutino Turma: “A” </li></ul><ul><li>Disciplina: História </li></ul>
  14. 14. FIM

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