Processadores 4° geração

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Trabalho Realizado na disciplina de Sistema Computacional I pela turma do I semestre de Ciência da computação.

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Processadores 4° geração

  1. 1. Grupo: Carlone Borges e Henan Patrick Curso: Ciência da Computação 1° semestre
  2. 2. Introdução 4ª Geração: Processadores 80486. Adicionaram recursos internos para aumentar a velocidade de processamento: o co-processador matemático passou a estar embutido dentro do próprio processador (até o 386 esse circuito era à parte, e você precisava instalá-lo na placa-mãe) e o processador passou a ter uma pequena quantidade de memória cache dentro dele. A partir do 486DX2, os processadores passaram a usar um esquema de multiplicação de clock.
  3. 3. Processadores 4ª Geração Processadores da 4ª geração da Intel, eram os processadores 486 ou 80486, era um microprocessador que havia melhorias e instruções novas comparado ao 386. Em termos de processamento o 486 supera muito o 386. Os Processadores 486 tinham integrados:  Controlador de memória cache interna.  Co-processador matemático equivalente ao 80387DX.  Memória cache interna de 8 KB no 486DX4, da Intel essa memória cache é maior, de 16 KB. Com essas modificações já dava de perceber a diferença o 486 era capaz de executar uma instrução por pulso de clock enquanto o 386 demora no mínimo 3 pulsos de clock para executar uma instrução.
  4. 4. O 486 preservou as características dos 386 mais o que também diferenciava era 4 GB de memória real e 64 Terabytes de memória virtual e manipulação de dados de 32 bits. E os processadores 486 introduziram o multiplicador de clock assim os processadores 486DX2 e 486DX4 trabalham com o dobro e triplo de clock externo. A empresa AMD resolveu criar seu processador 486 como se fosse uma clonagem mais o que diferenciava da AMD para Intel na época que o 486DX4 da Intel a cache L1 tinha 16KB e da AMD 486DX4 tinha a cache L1 de 8KB assim a Intel era mais rápido na época. Mais o 486 não deixa de ser um 386 que consegue ser mais rápido por alguns motivos básicos. Outra modificação nos 486 para aumentar ainda, mas seu desempenho foi o “Burst” para acessar a memória RAM. A melhora foi que o acesso a quatro dados consecutivos na memória RAM caiu de 8 (Processador 386) para 5 (Processador 486).
  5. 5. Cache de Memória A partir dos 486, passaram a ter duas caches de memórias: um dentro do processador, chamado de cache de memória interna que era L1 que no processador 486 era de 8KB e um na placa mãe do micro, chamado de cache de memória externo, que era L2 o tamanho varia de acordo com a placa mãe. Depois disso todo micro deveria ter o cache de memória externo, sem ela o processador ficaria super lento.
  6. 6. 486SX O Processador 486SX era uma versão de baixo custo da Intel. Era o 486 mais sem o co-processador matemático interno. Para não haver confusão foram usados os nomes DX para a versão “standard” e “SX” para versão barata.
  7. 7. 487SX O 487SX era um microprocessador 486DX completo, apenas com alguns terminais diferentes, de modo que possa ser encaixado no modelo de soquete desenvolvido para ele. Era uma estratégia de marketing da Intel. O que ela queria vender não era o 487SX, mais sim outro processador que se encaixava no mesmo soquete destinado ao 487SX, chamado de Overdrive.
  8. 8. 486DX-50 Aumentar o desempenho dos 486 não era uma coisa fácil, na época já era um microprocessador de altíssimo desempenho. E nisso havia vários problemas, a Intel queria chegar a uma freqüência de 50MHz, os circuitos de apoio(chipsets) na época ainda não eram capazes de trabalhar numa freqüência tão alta. Mesmo construindo circuitos de apoio que trabalhem a 50MHz, a placa-mãe necessitava de técnicas especiais de construção, para que não sofresse interferências eletromagnéticas. E por estes motivos e outros o 486DX-50 foi pouco utilizado mais a partir da criação do Pentium foram criadas novas tecnologias para construção da placa-mãe e depois disso era possível utilizá-lo sem problemas.
  9. 9. 486DX2 A partir do 486DX2 começou a ser utilizado um recurso chamado multiplicador de clock ele trabalha internamente com o dobro de freqüência de operação da placa-mãe, ele basicamente multiplica a freqüência da operação da placa-mãe por 2. No 486DX2-50 trabalhava com 50MHz internamente e sua placa-mãe com 25MHz. Este recurso aumentou (execução de tarefas) em 80% em comparação do 486DX-50.
  10. 10. Overdrive O Overdrive era um processador que poderia ser conectado ao soquete do 487SX e que, segundo a Intel, dobraria o desempenho do micro. Assim em um 486SX-25, teríamos um Overdrive trabalhando internamente a 50 MHz, e para um 486SX-33, um Overdrive trabalhando internamente a 66 MHz. Overdrive era, na verdade um 486DX2 travestido a diferença entre os dois estava na pinagem enquanto o 486DX2 foi desenvolvido para ser utilizado isolado e o Overdrive foi desenvolvido para ser inserido no soquete do 487SX.
  11. 11. 486DX4 Na época trabalhar com 50MHz era complicado esquentava muito ainda mais o 486DX4 que triplicava o fator multiplicador. O 486DX4 é um processador 486 que trabalha com multiplicação de clock por 3. Assim, um 486DX-75, trabalha com 25MHz e internamente com 75MHz. E como o trabalho com o clock ficou três vezes mais rápido, o tamanho do cache de memória interna foi aumentando assim o 486DX4 tem um cache de memória interno de 16KB. A Diferença do 486DX4 da Intel para demais empresas é que o cache da Intel tinha 16KB e das demais só tinha 8KB. A Partir do 486DX4 começaram a trabalhar com menores tensões elétricas por que na tentativa de criações de novos microprocessadores eles esquentavam demais e eles se autodestruíam.

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