SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO  SECRETARIA ADJUNTA DE ENSINO UNIDADE SEDUC NA ESCOLA - USE 16  ENCONTRO COM TÉCNICOSESPE...
REVISITANDO CONCEITOS, FUNÇÕES E    ATRIBUIÇÕES VOLTADOS PARA        EDUCAÇÃO ESCOLAR                      Prof. MSc. Marc...
CONSIDERAÇÕES INICIAISOs quatro pilares da Educação contemporânea,promulgados pela UNESCO, que são: aprender a seraprender...
PLANEJAMENTOPlanejamento é processo de busca de equilíbrio entre meios e fins,entre recursos e objetivos, visando ao melho...
TOMADA DE DECISÃO SOBRE A AÇÃO
Planejar e avaliar andam de mãos dadas.
PLANEJAMENTO EDUCACIONALPlanejamento Educacional é "processo contínuo que se preocupacom o para onde ir e quais as maneira...
Planejamento que é feito em nívelnacional, estadual e municipal
PLANEJAMENTO CURRICULARPlanejamento Curricular é o "processo de tomada dedecisões sobre a dinâmica da ação escolar. É prev...
Orienta a ação educativa na escola
PLANEJAMENTO DE ENSINOPlanejamento de Ensino é o processo de decisão sobreatuação concreta dos professores, no cotidiano d...
SECRETARIA DE EDUCAÇÃOCONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E       DIVERSIDADE
PLANEJAMENTO ESCOLARPlanejamento Escolar é o planejamento global da escola,envolvendo o processo de reflexão, de decisões ...
Articular a atividade escolar e a problemática do contexto social.
AVALIAÇÃO EDUCACIONALA avaliação educacional é uma tarefa didática necessária epermanente no trabalho do professor, ela de...
Verificar progressos, dificuldades eorientar   o   trabalho    para   ascorreções necessárias.
AVALIAÇÃO EDUCACIONALSegundo o professor Cipriano Carlos Luckesi, citado por LIBÂNEO(1991; p196) "a avaliação é uma apreci...
Auxilia o professor a tomar decisõessobre o seu trabalho.
AVALIAÇÃO EDUCACIONALGadotti (1990) diz que a avaliação é essencial à educação, inerentee indissociável enquanto concebida...
O mito da avaliação é decorrente de sua caminhadahistórica, sendo que seus fantasmas ainda seapresentam como forma de cont...
EDUCAÇÃO NA              CONTEMPORANEIDADE      Os professores apresentam uma visão multifacetada que revela toda acomplex...
FORMAÇÃO CONTINUADA
DEFINIÇÃO DE CONCEITOS Reciclagem: Mais utilizado na década de 80, na educação, o  termo era usado no sentido de atualiza...
FORMAÇÃO CONTINUADA
DEFINIÇÃO DE CONCEITOS Capacitação:     Termo utilizado na busca de capacitação do  desempenho profissional, onde são imp...
A ESCOLA
EDUCAÇÃO ESCOLAR Existe um processo de desenvolvimento definido pelo processo  de maturação do organismo individual, mas ...
UNIDADE SEDUC NA ESCOLA
OBJETIVOS       As Unidades SEDUC nas Escolas (USEs) surgiram parafacilitar a comunicação entre as escolas e a Secretaria ...
COMPETÊNCIA DO TÉCNICOESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO    Desenvolver atividades de construção doprojeto político pedagógico das e...
PROPOSTA DE AÇÕES Recepção, acolhimento e dispensa de alunos; Escolha de representantes de turma; Acompanhamento das aç...
METAS DE FORMAÇÃO        CONTINUADA     Criar espaços para reflexão proporciona aoprofessor (re)construir seu conhecimento...
E O PEDAGÓGICO? Projeto Político Pedagógico; Proposta Curricular; Planejamento; Projetos de Ensino; Formação Continua...
FORMAÇÕES CONTINUADAS Relações interpessoais; Currículo, planejamento e avaliação; Habilidades e competências; Pedagog...
CONSOLIDAÇÃO DE PRÁTICAS  PEDAGÓGICAS EFETIVAS
INQUIETAÇÕES Que cidadãos queremos formar? Qual é a melhor forma de continuarmos aprendendo    para mediar conhecimentos...
REFERÊNCIASBRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média eTecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: E...
REFERÊNCIASFREIRE, Paulo. Educação como Prática da Liberdade. 5 ed. Rio deJaneiro: Paz eTerra, 1975.______. Educação e Mud...
REFERÊNCIASJAPIASSU, Hilton. Interdisciplinaridade e Patologia do Saber. Rio deJaneiro: Imago, 1976.LÜCK, Heloísa. Pedagog...
OBRIGADO  PROF. MSc. MARCOS SILVA    (91) 9998-0358/ 8302-3381socrampedagogo@bol.com.br
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Formação técnicos em educação use 16

  1. 1. SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO SECRETARIA ADJUNTA DE ENSINO UNIDADE SEDUC NA ESCOLA - USE 16 ENCONTRO COM TÉCNICOSESPECIALISTAS EM EDUCAÇÃO OUTUBRO/2012
  2. 2. REVISITANDO CONCEITOS, FUNÇÕES E ATRIBUIÇÕES VOLTADOS PARA EDUCAÇÃO ESCOLAR Prof. MSc. Marcos Silva socrampedagogo@bol.com.br
  3. 3. CONSIDERAÇÕES INICIAISOs quatro pilares da Educação contemporânea,promulgados pela UNESCO, que são: aprender a seraprender a fazer, aprender a viver juntos, e aprender aconhecer.Nessa relação que liga os quatro pilares do novosistema de Educação, e considerando a rapidez comque ocorrem as mudanças na área do conhecimento eda produção, exigindo uma atualização contínua ecolocando novas exigências para a formação doeducando, é que o planejamento insere-se como basena ousadia de novas abordagens de ensino, naeducação básica e especialmente nos cursos deformação de professores.
  4. 4. PLANEJAMENTOPlanejamento é processo de busca de equilíbrio entre meios e fins,entre recursos e objetivos, visando ao melhor funcionamento deempresas, instituições, setores de trabalho, organizações grupais eoutras atividades humanas. O ato de planejar é sempre processode reflexão, de tomada de decisão sobre a ação; processo deprevisão de necessidades e racionalização de emprego de meios(materiais) e recursos (humanos) disponíveis, visando àconcretização de objetivos, em prazos determinados e etapasdefinidas, a partir dos resultados das avaliações (PADILHA, 2001,p. 30).
  5. 5. TOMADA DE DECISÃO SOBRE A AÇÃO
  6. 6. Planejar e avaliar andam de mãos dadas.
  7. 7. PLANEJAMENTO EDUCACIONALPlanejamento Educacional é "processo contínuo que se preocupacom o para onde ir e quais as maneiras adequadas para chegarlá, tendo em vista a situação presente e possibilidades futuras,para que o desenvolvimento da educação atenda tanto asnecessidades da sociedade, quanto as do indivíduo" (PARRA apudSANTANNA et al, 1995, p. 14).Para Vasconcellos (1995, p. 53), "o planejamento do Sistemade Educação é o de maior abrangência (entre os níveis doplanejamento na educação escolar), correspondendo aoplanejamento que é feito em nível nacional, estadual emunicipal", incorporando as políticas educacionais.
  8. 8. Planejamento que é feito em nívelnacional, estadual e municipal
  9. 9. PLANEJAMENTO CURRICULARPlanejamento Curricular é o "processo de tomada dedecisões sobre a dinâmica da ação escolar. É previsãosistemática e ordenada de toda a vida escolar do aluno".Portanto, essa modalidade de planejar constitui uminstrumento que orienta a ação educativa na escola,pois a preocupação é com a proposta geral dasexperiências de aprendizagem que a escola deveoferecer ao estudante, através dos diversoscomponentes curriculares (VASCONCELLOS, 1995, p.56).
  10. 10. Orienta a ação educativa na escola
  11. 11. PLANEJAMENTO DE ENSINOPlanejamento de Ensino é o processo de decisão sobreatuação concreta dos professores, no cotidiano de seutrabalho pedagógico, envolvendo as ações e situações,em constante interações entre professor e alunos eentre os próprios alunos (PADILHA, 2001, p. 33).Na opinião de SantAnna et al (1995, p. 19), esse nívelde planejamento trata do "processo de tomada dedecisões bem informadas que visem à racionalizaçãodas atividades do professor e do aluno, na situação deensino-aprendizagem".
  12. 12. SECRETARIA DE EDUCAÇÃOCONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE
  13. 13. PLANEJAMENTO ESCOLARPlanejamento Escolar é o planejamento global da escola,envolvendo o processo de reflexão, de decisões sobre aorganização, o funcionamento e a proposta pedagógica dainstituição. "É um processo de racionalização, organização ecoordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e aproblemática do contexto social" (LIBÂNEO, 1992).
  14. 14. Articular a atividade escolar e a problemática do contexto social.
  15. 15. AVALIAÇÃO EDUCACIONALA avaliação educacional é uma tarefa didática necessária epermanente no trabalho do professor, ela deve acompanhar todosos passos do processo de ensino e aprendizagem. É através delaque vão sendo comparados os resultados obtidos no decorrer dotrabalho conjunto do professor e dos alunos, conforme os objetivospropostos, a fim de verificar progressos, dificuldades e orientar otrabalho para as correções necessárias. A avaliação insere-se nãosó nas funções didáticas, mas também na própria dinâmica eestrutura do Processo de Ensino e Aprendizagem (PEA).
  16. 16. Verificar progressos, dificuldades eorientar o trabalho para ascorreções necessárias.
  17. 17. AVALIAÇÃO EDUCACIONALSegundo o professor Cipriano Carlos Luckesi, citado por LIBÂNEO(1991; p196) "a avaliação é uma apreciação qualitativa sobredados relevantes do processo de ensino e aprendizagem queauxilia o professor a tomar decisões sobre o seu trabalho."
  18. 18. Auxilia o professor a tomar decisõessobre o seu trabalho.
  19. 19. AVALIAÇÃO EDUCACIONALGadotti (1990) diz que a avaliação é essencial à educação, inerentee indissociável enquanto concebida como problematização,questionamento, reflexão, sobre a ação. Entende-se que aavaliação não pode morrer. Ela se faz necessária para quepossamos refletir, questionar e transformar nossas ações. O mito daavaliação é decorrente de sua caminhada histórica, sendo que seusfantasmas ainda se apresentam como forma de controle e deautoritarismo por diversas gerações. Acreditar em um processoavaliativo mais eficaz é o mesmo que cumprir sua função didático-pedagógica de auxiliar e melhorar o ensino/aprendizagem. A formacomo se avalia, segundo Luckesi (2002), é crucial para aconcretização do projeto educacional. É ela que sinaliza aos alunoso que o professor e a escola valorizam.
  20. 20. O mito da avaliação é decorrente de sua caminhadahistórica, sendo que seus fantasmas ainda seapresentam como forma de controle e deautoritarismo por diversas gerações.
  21. 21. EDUCAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE Os professores apresentam uma visão multifacetada que revela toda acomplexidade da formação profissional. O que influencia, de fato, a visãodessa complexidade é a expansão escolar,o aumento do pessoal docentecom a proliferação de novos locus de formação profissional, bem como aincerteza quanto às finalidades e às missões da escola e ao seu papel nareprodução cultural e na formação das mentes dos alunos que nelafrequentam. Estamos todos juntos em um barco e nós professores,precisamos tomar o leme desse barco, afim de termos umadireção segura a seguirmos rumo à educação de qualidade quealmejamos. É preciso que os profissionais da educação e osformadores desses professores compreendam que a educaçãp éum processo de humanização.
  22. 22. FORMAÇÃO CONTINUADA
  23. 23. DEFINIÇÃO DE CONCEITOS Reciclagem: Mais utilizado na década de 80, na educação, o termo era usado no sentido de atualização pedagógica, que se dava por meio de seminários e oficinas, com uma pequena carga horária, sem necessariamente ter um aprofundamento das questões relativas ao processo ensino aprendizagem; Treinamento: O termo foi mais utilizado na década de 1970, como decorrência da concepção tecnicista de educação. O foco principal do treinamento está na modelagem de comportamentos que depende muito mais de automatismo que de manifestações de inteligências. Aperfeiçoamento: Está ligado ao ato de “tornar-se mais perfeito”, “completar o que ainda está incompleto”. Consiste numa busca constante pelo docente de melhorar sua prática e reflexões, se colocando no âmbito no qual educação é um processo contínuo e dialético, que se desenvolve a cada dia, na busca de acertos positivos.
  24. 24. FORMAÇÃO CONTINUADA
  25. 25. DEFINIÇÃO DE CONCEITOS Capacitação: Termo utilizado na busca de capacitação do desempenho profissional, onde são impostos pacotes fechados de formação que são aceitos acriticamente em nome de suposta ou melhoria na educação. Formação em Serviço: Esse tipo de formação é utilizado com estratégia de formação continuada, ou seja, as atividades desenvolvidas na formação continuada, que se realizam no próprio local de trabalho e/ou são organizadas e geridas pelas instâncias superiores dos sistemas de ensino e oferecidas aos professores que deles fazem parte. Enfatizado no Plano Nacional de Educação (2003) e na LDBEN 9394/96, como um espaço estratégico para superar os déficits da formação docente. Educação Continuada, Educação Permanente e Formação Continuada: Se manifestam a partir de eixos de formação de professores voltados para a pesquisa em educação, para os compromissos institucionais e também para os profissionais docentes; realizam-se com a utilização de pesquisas que valorizam os conhecimentos produzidos na prática dos profissionais da educação.
  26. 26. A ESCOLA
  27. 27. EDUCAÇÃO ESCOLAR Existe um processo de desenvolvimento definido pelo processo de maturação do organismo individual, mas é o aprendizado que possibilita o despertar de processos internos de desenvolvimento, que se não fosse o contato do indivíduo com certo ambiente cultural, tais processos não ocorreriam. Portanto, o ser humano precisa da interação com outras pessoas para conseguir desenvolver-se. Para Vygotsky (1991,p.191), “... o aprendizado escolar desempenha um papel decisivo na conscientização da criança dos seus próprios processos mentais (...) por introduzir uma nova estrutura de percepção generalizante e de formação de conceitos”. A interação social histórico cultural é vista como um processo para compreender este processo de intersubjetividade.
  28. 28. UNIDADE SEDUC NA ESCOLA
  29. 29. OBJETIVOS As Unidades SEDUC nas Escolas (USEs) surgiram parafacilitar a comunicação entre as escolas e a Secretaria deEducação. Foi justamente para descentralizar o atendimento etorná-lo mais eficiente que o governo do Pará decidiu, há mais desete anos, criar as USEs - braços da Secretaria de Educaçãoinstalados em uma unidade polo que prestam atendimento aoutras 20 instituições da região. No início, as USEs se restringiama atividades burocráticas, como a nomeação de professores, oenvio e o recebimento de documentos e a prestação deinformações sobre programas educacionais. Desde 2007, elasampliaram a atuação e passaram por uma reorganização. AsUSEs contrataram coordenadores pedagógicos e técnicos emEducação, responsáveis pela supervisão pedagógica, além deprofissionais da área administrativa, que dão suporte às questõesrelacionadas à gestão de materiais e suprimentos, infraestrutura,equipe etc.
  30. 30. COMPETÊNCIA DO TÉCNICOESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO Desenvolver atividades de construção doprojeto político pedagógico das escolas,acompanhamento e avaliação das metas ediretrizes educacionais propostas pelo Planode Desenvolvimento da Educação, propormetodologias que favoreçam o processo deensino aprendizagem e a construção social docurrículo, integrar as ações da escola àcomunidade da qual faz parte, favorecer aformação investigativa e integral doseducandos.
  31. 31. PROPOSTA DE AÇÕES Recepção, acolhimento e dispensa de alunos; Escolha de representantes de turma; Acompanhamento das ações educativas; Revisão de atividades, incluindo as avaliativas; Orientações para preenchimento do diário de classe e direcionamento às demandas; Fazer cumprir regimentos, planos e metas de funcionamento da escola em prol dos alunos; Organizar e direcionar os conselhos de ciclo.
  32. 32. METAS DE FORMAÇÃO CONTINUADA Criar espaços para reflexão proporciona aoprofessor (re)construir seu conhecimento. Tardif(2002) salienta que o professor é um sujeito queassume sua prática a partir dos significados que elemesmo lhe dá, um sujeito que possui conhecimentose um saber fazer provenientes de sua própriaatividade e a partir dos quais ele a estrutura e aorienta (p.15). Essa reflexão nos remete a umacaracterística básica num processo de formação deprofessores: que o professor possa ver-se e possaser visto como pessoa.
  33. 33. E O PEDAGÓGICO? Projeto Político Pedagógico; Proposta Curricular; Planejamento; Projetos de Ensino; Formação Continuada para Professores e demais funcionários da escola.
  34. 34. FORMAÇÕES CONTINUADAS Relações interpessoais; Currículo, planejamento e avaliação; Habilidades e competências; Pedagogia de Projetos; Oficinas com temas transversais; Alfabetização e letramento; Gêneros discursivos.
  35. 35. CONSOLIDAÇÃO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS EFETIVAS
  36. 36. INQUIETAÇÕES Que cidadãos queremos formar? Qual é a melhor forma de continuarmos aprendendo para mediar conhecimentos? Ainda é válido termos formação continuada? Quais as implicações da relação dos saberes com as nossa práticas pedagógicas? Por onde devemos direcionar nossas ações? A identidade profissional do educador é algo possível de construção? Você acredita na escola enquanto possibilidade de construção dos laços de afetividade, respeito às diferenças e relações prazerosas de convivência?
  37. 37. REFERÊNCIASBRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média eTecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio.Brasília: Ministério da Educação, 2002.FAZENDA. Ivani. Integração e Interdisciplinaridade no EnsinoBrasileiro: efetividade ou ideologia? São Paulo: Loyola, 1992.______. Interdisciplinaridade: história, teoria e pesquisa. 4 ed.Campinas: Papirus, 1999.______. Interdisciplinaridade: um projeto em parceira. São Paulo,1991.______. (Org.) Práticas Interdisciplinares na Escola. 2 ed. São Paulo:Cortez,1993.
  38. 38. REFERÊNCIASFREIRE, Paulo. Educação como Prática da Liberdade. 5 ed. Rio deJaneiro: Paz eTerra, 1975.______. Educação e Mudança. 14 ed., Rio de Janeiro: Paz e Terra,1979.______. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à práticaeducativa. 17 ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.______. Pedagogia do oprimido. 22. ed. Rio de janeiro: Paz e Terra,1987.GIROUX, Henry A. Os Professores como Intelectuais: rumo a umapedagogia crítica da aprendizagem; trad. Daniel Bueno. Porto Alegre:Artes Médicas, 1997.
  39. 39. REFERÊNCIASJAPIASSU, Hilton. Interdisciplinaridade e Patologia do Saber. Rio deJaneiro: Imago, 1976.LÜCK, Heloísa. Pedagogia interdisciplinar - fundamentos teórico-metodológicos. Petrópolis, Vozes, 1995.MORIN, Edgar. A Cabeça Bem Feita: repensar a reforma, repensar opensamento. 6 ed. Rio de janeiro: Bertrand Brasil, 2002.______. Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro. 2. ed.São Paulo: Cortez, 2000.SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de Identidade: uma introduçãoàs teorias do currículo; Belo Horizonte:Autêntica, 2003.www.inep.gov.br, acesso em 20/04/2012.
  40. 40. OBRIGADO PROF. MSc. MARCOS SILVA (91) 9998-0358/ 8302-3381socrampedagogo@bol.com.br

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