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Introdução <ul><li>O transplante renal representa a única forma de tratamento capaz de livrar o portador de doença renal t...
Introdução <ul><li>Doador cadavérico </li></ul><ul><li>Doador vivo </li></ul>
Introdução  Doador cadavérico <ul><li>Voronoy et al. (1933) </li></ul><ul><li>EUA (2001) </li></ul><ul><ul><li>11.902 tran...
Introdução  Doador cadavérico <ul><li>Morte violenta entre 1991-2000 (IML) </li></ul><ul><ul><li>Conclusão: Notificação de...
Introdução  Doador vivo <ul><li>EUA (2001) </li></ul><ul><ul><li>11.902 transplantes renais </li></ul></ul><ul><ul><li>341...
Introdução   Doador-vivo versus  doador-cadavérico <ul><li>Ausência de lista de espera </li></ul><ul><li>Doador em perfeit...
Introdução Sobrevida vs. tratamento United Network for Organ Sharing (UNOS); www.optn.org/AR2003   77,4% 90,1%  55,2% 78,6...
Introdução Nefrectomia convencional <ul><li>Vias de acesso  </li></ul><ul><ul><ul><li>Lombotomia clássica  </li></ul></ul>...
Introdução   Nefrectomia laparoscópica  do doador vivo <ul><li>Ratner LE, Ciseck LJ, Moore RG, Cigarroa G, Kaufman S, Kavo...
Introdução Nefrectomia totalmente laparoscópica <ul><li>Procedimento realizado sem a introdução da mão do cirurgião ou do ...
 
Introdução Nefrectomia laparoscópica auxiliada com a mão <ul><li>Procedimento realizado com a mão do cirurgião ou do auxil...
Introdução Nefrectomia laparoscópica  auxiliada com a mão Pneumosleeve Hand port Intromit Omniport Gelport LapDisc
Revisão da Literatura
Revisão da Literatura Doadores   <ul><li>Tempo cirúrgico menor na NA que na NL </li></ul><ul><ul><ul><li>Ratner LE et al. ...
Revisão da Literatura   Doadores   <ul><li>Sangramento, analgesia, taxa de complicações, alta hospitalar e retorno às ativ...
Revisão da Literatura Receptores <ul><li>Função renal dos enxertos, taxas de necrose tubular aguda e de rejeição semelhant...
Revisão da Literatura <ul><li>Taxa de complicações ureterais no receptor é maior na NL que na NA </li></ul><ul><li>  Ratne...
Revisão da Literatura   Efeito no montante de doações <ul><li>University of Maryland: 100% </li></ul><ul><ul><li>Schweitze...
Revisão da Literatura   University of Maryland <ul><li>738 pacientes </li></ul><ul><ul><li>TIQ: 2.8 minutos </li></ul></ul...
Objetivos <ul><li>Comparar os resultados dos doadores </li></ul><ul><li>Comparar os resultados dos receptores </li></ul><u...
Pacientes e métodos
Pacientes e métodos   Avaliação pré-operatória <ul><li>Avaliação radiológica: USG aparelho urinário, arteriografia e urogr...
Pacientes e métodos   Critérios de inclusão <ul><li>Lado esquerdo </li></ul><ul><li>Pedículo renal único </li></ul><ul><li...
Pacientes e métodos Metodologia <ul><li>Estudo analítico, transversal, misto </li></ul><ul><li>Casuística: </li></ul><ul><...
Pacientes e métodos   Doadores 16 0 Cirurgia abdominal prévia (%) 37,2  31,5  Idade média (anos) 27,22  20,1  IMC médio (k...
Pacientes e métodos   Parentesco dos doadores
Preparo pré-operatório Doadores <ul><li>Dieta líquido-pastosa </li></ul><ul><li>Internação na véspera  </li></ul><ul><li>L...
Técnica cirúrgica HC-UFPE
HC-UFPE Técnica cirúrgica <ul><li>Anestesia geral </li></ul><ul><li>SNG e SVD </li></ul><ul><li>Posicionamento </li></ul>
60 graus
HC-UFPE Técnica cirúrgica <ul><li>Introdução dos trocartes  </li></ul><ul><ul><ul><li>Primeiro (câmera): técnica aberta </...
5mm 10mm (óptica) 10mm
HC-UFPE Técnica cirúrgica <ul><li>Liberação do cólon esquerdo </li></ul><ul><li>Dissecção crânio-caudal do ureter até o cr...
Mobilização do cólon esquerdo
Liberação do pólo inferior e dissecção do ureter
Exposição e secção da veia gonadal esquerda Exposição e secção da veia adrenal esquerda
HC-UFPE Técnica cirúrgica <ul><li>Veia renal esquerda </li></ul><ul><li>Artéria renal esquerda  </li></ul><ul><li>Abertura...
 
HC-UFPE Técnica cirúrgica Abertura da cápsula de Gerota
HC-UFPE Técnica cirúrgica Abertura da cápsula de Gerota e rolamento do rim
HC-UFPE Técnica cirúrgica <ul><li>Secção do ureter </li></ul><ul><li>Incisão modificada de Pfannenstiel e introdução do an...
HC-UFPE Técnica cirúrgica Secção do ureter à nível do cruzamento dos vasos ilíacos
 
Dissecção romba digital do peritônio e avanço cranial da mão do 1 º auxiliar (câmera) até o rim
 
HC-UFPE Técnica cirúrgica <ul><li>Controle vascular do pedículo renal  </li></ul><ul><li>Retirada manual do rim  </li></ul...
 
 
 
Técnica cirúrgica Retirada do espécime
 
Técnica cirúrgica HCFMUSP
HCFMUSP Técnica cirúrgica <ul><li>Semelhante à do HC-UFPE </li></ul><ul><li>Principais diferenças </li></ul><ul><ul><li>Po...
45   graus
HCFMUSP Técnica cirúrgica <ul><li>Principais diferenças </li></ul><ul><ul><li>Bisturi monopolar  </li></ul></ul><ul><ul><l...
Pacientes e métodos   Análise estatística <ul><li>Teste de Bartlet: Análise de diferença de médias </li></ul><ul><li>ANOVA...
Pacientes e métodos   Aspectos éticos <ul><li>Termo de Consentimento Livre Esclarecido </li></ul><ul><li>Projeto de pesqui...
Resultados obtidos no HC-UFPE e HCFMUSP e análise comparativa entre os dois grupos
Análise comparativa   Doadores *  TIQ (min) de 3,25±1,59, quando se desconsidera o TIQ de  27 min (47º doador) - - 1 (9,1%...
Análise comparativa   Doadores - 1 (2%) - Óbitos - 3,2 (2-6) 2,8 (2-5) Alta hospitalar (dias) - 2 (4%) 1 (9,1%) Reoperaçõe...
Análise comparativa   Função renal dos receptores
Análise comparativa   Receptores 2 (4%) 1 (9.1%) Óbitos 2 (4%) 1 (9.1%) Perda do enxerto 4/2 (12%) 2/0 (18.2%) Rejeição ag...
Análise comparativa Custos hospitalares <ul><li>Técnica do HC-UFPE </li></ul><ul><ul><li>4 clipes  Hem-O-Lok ®  por cirurg...
DISCUSSÃO
Discussão Doadores <ul><li>Curva de aprendizado </li></ul><ul><ul><li>HC-UFPE não ultrapassou a curva </li></ul></ul><ul><...
Discussão Doadores <ul><li>Óbito no HCFMUSP </li></ul><ul><ul><li>Lesão colônica </li></ul></ul><ul><li>Bisturi ultrassôni...
Discussão Receptores <ul><li>Funções renais semelhantes </li></ul><ul><li>Taxa de função renal retardada e rejeição semelh...
Conclusões <ul><li>A técnica utilizada no HC-UFPE mostrou-se menos eficaz que aquela empregada no HCFMUSP, no que se refer...
Conclusões <ul><li>Ambas as técnicas apresentaram resultados semelhantes em relação à função renal nos receptores e a taxa...
Conclusões <ul><li>A técnica cirúrgica desenvolvida pelo grupo do HC-UFPE teve um custo financeiro reduzido em relação à t...
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Análise comparativa dos resultados de duas técnicas de nefrectomia laparoscópica de doador vivo de dois centros de referência em transplante renal

Dr. Tibério Moreno de Siqueira Jr.
Mestrado em Urologia

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Análise comparativa dos resultados de duas técnicas de nefrectomia laparoscópica de doador vivo de dois centros de referência em transplante renal

  1. 1. Análise comparativa dos resultados de duas técnicas de nefrectomia laparoscópica de doador vivo de dois centros de referência em transplante renal Tibério Moreno de Siqueira Jr. Mestrado em Urologia Orientador: Prof. Dr. Anuar Ibrahim Mitre Faculdade de Medicina Universidade de São Paulo
  2. 2. Introdução <ul><li>O transplante renal representa a única forma de tratamento capaz de livrar o portador de doença renal terminal do tratamento dialítico </li></ul>Dunn JF et al: Living related kidney donors: A 14 year experience. Ann Surg; 203:637-42, 1996
  3. 3. Introdução <ul><li>Doador cadavérico </li></ul><ul><li>Doador vivo </li></ul>
  4. 4. Introdução Doador cadavérico <ul><li>Voronoy et al. (1933) </li></ul><ul><li>EUA (2001) </li></ul><ul><ul><li>11.902 transplantes renais </li></ul></ul><ul><ul><li>8.486 cadavéricos (71.3%) </li></ul></ul><ul><li>Brasil: </li></ul><ul><ul><li>Doador cadavérico (2000-2002): 1.106 casos -> 1.229 casos ( ↑ 10%) </li></ul></ul>RBT/ABTO. Ano 9, 1ª ed. 2002 e 2003. www.abto.org.br/profissionais/profissionais.asp
  5. 5. Introdução Doador cadavérico <ul><li>Morte violenta entre 1991-2000 (IML) </li></ul><ul><ul><li>Conclusão: Notificação de apenas 20% </li></ul></ul><ul><ul><li>dos potenciais doadores </li></ul></ul><ul><ul><li> Boni et al. JBT, v. 6, p. 36, TL-121, 2003 </li></ul></ul><ul><li>Captação de órgãos em São Paulo entre 1998-2002 </li></ul><ul><ul><li>Aumento de 38% no número de doadores viáveis </li></ul></ul><ul><ul><li>Recusa familiar: 31,4 - 47,6% </li></ul></ul><ul><li> Aquino et al. JBT , v. 6, p. 36, TL-122, 2003 </li></ul>
  6. 6. Introdução Doador vivo <ul><li>EUA (2001) </li></ul><ul><ul><li>11.902 transplantes renais </li></ul></ul><ul><ul><li>3416 intervivos (28.7%) </li></ul></ul><ul><li>Brasil: </li></ul><ul><ul><li>Doador vivo (1995-2002): Aumento maior que 100% (879 doadores/ano para 1837 doadores/ano) </li></ul></ul>RBT/ABTO. Ano 9, 1ª ed. 2002 e 2003. www.abto.org.br/profissionais/profissionais.asp
  7. 7. Introdução Doador-vivo versus doador-cadavérico <ul><li>Ausência de lista de espera </li></ul><ul><li>Doador em perfeitas condições clínicas </li></ul><ul><li>Melhor HLA </li></ul><ul><li>Menor tempo de isquemia </li></ul><ul><li>Regime imunossupressor mais brando </li></ul>Waples et al. Urology, 45: 207-210, 1995
  8. 8. Introdução Sobrevida vs. tratamento United Network for Organ Sharing (UNOS); www.optn.org/AR2003 77,4% 90,1% 55,2% 78,6% Doador vivo 57,9% 80,7% 36,4% 65,7% Doador cadavérico 10 anos 5 anos 10 anos 5 anos Sobrevida do paciente Sobrevida do enxerto
  9. 9. Introdução Nefrectomia convencional <ul><li>Vias de acesso </li></ul><ul><ul><ul><li>Lombotomia clássica </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Subcostal </li></ul></ul></ul><ul><li>Elevada morbidade </li></ul>
  10. 10. Introdução Nefrectomia laparoscópica do doador vivo <ul><li>Ratner LE, Ciseck LJ, Moore RG, Cigarroa G, Kaufman S, Kavoussi R. L aparoscopic live donor nephrectomy. Transplantation, v. 15, p. 1047-9, 1995 </li></ul><ul><li>Wolf Jr., JS; Tchetgen MB; Merion RM. Hand assisted laparoscopic live donor nephrectomy. Urology, v. 52, p. 885-87, 1998 </li></ul>
  11. 11. Introdução Nefrectomia totalmente laparoscópica <ul><li>Procedimento realizado sem a introdução da mão do cirurgião ou do auxiliar na cavidade abdominal </li></ul><ul><li>Retirada do espécime manualmente ou com o uso de sacos extratores </li></ul>
  12. 13. Introdução Nefrectomia laparoscópica auxiliada com a mão <ul><li>Procedimento realizado com a mão do cirurgião ou do auxiliar durante toda a cirurgia no interior da cavidade peritoneal </li></ul><ul><li>“ Hand-ports” </li></ul>
  13. 14. Introdução Nefrectomia laparoscópica auxiliada com a mão Pneumosleeve Hand port Intromit Omniport Gelport LapDisc
  14. 15. Revisão da Literatura
  15. 16. Revisão da Literatura Doadores <ul><li>Tempo cirúrgico menor na NA que na NL </li></ul><ul><ul><ul><li>Ratner LE et al. Transplant Proc, v. 29, p. 138-9, 1997 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Flowers et al. Ann Surg, v. 226, p. 483-90, 1997 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Leventhal JR et al. Transplantation, v. 70, p. 602-6, 2000 </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Siqueira Jr. TM et al. Int Braz J Urol, v. 28, p. 394-402, 2002 </li></ul></ul>
  16. 17. Revisão da Literatura Doadores <ul><li>Sangramento, analgesia, taxa de complicações, alta hospitalar e retorno às atividades normais menores na NL que na NA </li></ul><ul><ul><ul><li>Ratner LE et al. Transplant Proc, v. 29, p. 138-9, 1997 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Flowers et al. Ann Surg, v. 226, p. 483-90, 1997 </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Siqueira Jr. TM et al. Int Braz J Urol, v. 28, p. 394-402, 2002 </li></ul></ul><ul><ul><li>Stifelman MD et al. J Urol, v. 166, p. 444-8, 2001 </li></ul></ul><ul><ul><li>Gill IS et al. .; J Urol, v. 154, p. 479, 1995. </li></ul></ul><ul><ul><li>Keeley FX et al. Br J Urol, v. 82, p. 615, 1998. </li></ul></ul><ul><ul><li>Chan DY et al. Transplant Proc, v. 32, p. 778, 2000. </li></ul></ul><ul><ul><li>Siqueira Jr TM et al. J Urol, v. 168, p.1361-65, 2002. </li></ul></ul>
  17. 18. Revisão da Literatura Receptores <ul><li>Função renal dos enxertos, taxas de necrose tubular aguda e de rejeição semelhantes entre NA e NL </li></ul><ul><ul><ul><li>Ratner LE et al. Transplant Proc, v. 29, p. 138-9, 1997 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ratner LE et al. Transplantation, v. 69, p. 2319-23, 2000. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Flowers et al. Ann Surg, v. 226, p. 483-90, 1997 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Philosophe et al. Transplantation, v. 68, p. 497-502, 1999 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ruiz-Deya G et al. J Urol, v. 166, p. 1270-74, 2001 </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Velidedeoglu E et al. Transplantation, v. 74, p. 169-72, 2002 </li></ul></ul>
  18. 19. Revisão da Literatura <ul><li>Taxa de complicações ureterais no receptor é maior na NL que na NA </li></ul><ul><li> Ratner LE et al. Transplantation, v. 69, p. 2319-23, 2000 </li></ul><ul><ul><ul><li>Philosophe et al. Transplantation, v. 68, p. 497-502, 1999 </li></ul></ul></ul><ul><li>A curva de aprendizado na NLDV varia de 20-30 casos </li></ul><ul><li> Higashihara et al. J Urol, v. 159, p. 650-53, 1998 </li></ul><ul><ul><li>Leventhal JR et al. Transplantation, v. 70, p. 602-6, 2000 </li></ul></ul><ul><li>O custo de sala cirúrgica é maior na NL que na NA </li></ul><ul><ul><li> Wolf Jr. JS et al. Transplantation, v. 72, p. 284-90, 2001 </li></ul></ul><ul><ul><li>Velidedeoglu E et al. Transplantation, v. 74, p. 169-72, 2002 </li></ul></ul>
  19. 20. Revisão da Literatura Efeito no montante de doações <ul><li>University of Maryland: 100% </li></ul><ul><ul><li>Schweitzer EJ et al. Ann Surg, 232: 392-400, 2000 </li></ul></ul><ul><li>Johns Hopkins: 25% </li></ul><ul><ul><li>Ratner LE et al. Nephrol Dial Transplant, 14: 2090-2093, 1999 </li></ul></ul>
  20. 21. Revisão da Literatura University of Maryland <ul><li>738 pacientes </li></ul><ul><ul><li>TIQ: 2.8 minutos </li></ul></ul><ul><ul><li>Transfusão: 1,2% </li></ul></ul><ul><ul><li>Conversão: 1,6% </li></ul></ul><ul><ul><li>Complicações trans-op: 6,8% </li></ul></ul><ul><ul><li>Tempo operatório maior com IMC > 33 </li></ul></ul><ul><ul><li>Função renal retardada: 2,6% </li></ul></ul>Jacobs F et al. J Urol, v. 171, p. 47-51, 2004
  21. 22. Objetivos <ul><li>Comparar os resultados dos doadores </li></ul><ul><li>Comparar os resultados dos receptores </li></ul><ul><li>Comparar os custos cirúrgicos da NLDV </li></ul>
  22. 23. Pacientes e métodos
  23. 24. Pacientes e métodos Avaliação pré-operatória <ul><li>Avaliação radiológica: USG aparelho urinário, arteriografia e urografia excretora ou uro e angio-ressonância </li></ul><ul><li>Avaliação laboratorial </li></ul>
  24. 25. Pacientes e métodos Critérios de inclusão <ul><li>Lado esquerdo </li></ul><ul><li>Pedículo renal único </li></ul><ul><li>Preferência do paciente </li></ul><ul><li>Sem história cirúrgica prévia em andar superior esquerdo do abdome </li></ul>
  25. 26. Pacientes e métodos Metodologia <ul><li>Estudo analítico, transversal, misto </li></ul><ul><li>Casuística: </li></ul><ul><ul><li>HC-UFPE: 11 doadores (Janeiro-Outubro/2003) </li></ul></ul><ul><ul><li>HCFMUSP: 50 doadores (Abril/2000-Agosto/2003) </li></ul></ul><ul><ul><li>Mitre AI; Dénes, FT; Piovesan et al. Lararoscopic nephrectomy in live donor. Int Braz J Urol, v. 30, p. 22-8, 2004 </li></ul></ul>
  26. 27. Pacientes e métodos Doadores 16 0 Cirurgia abdominal prévia (%) 37,2 31,5 Idade média (anos) 27,22 20,1 IMC médio (kg/m 2 ) 28:22 7:4 Homens:mulheres 50 11 N º pacientes HCFMUSP HC-UFPE
  27. 28. Pacientes e métodos Parentesco dos doadores
  28. 29. Preparo pré-operatório Doadores <ul><li>Dieta líquido-pastosa </li></ul><ul><li>Internação na véspera </li></ul><ul><li>Limpeza intestinal* </li></ul><ul><li>Dieta oral zero após o jantar </li></ul>
  29. 30. Técnica cirúrgica HC-UFPE
  30. 31. HC-UFPE Técnica cirúrgica <ul><li>Anestesia geral </li></ul><ul><li>SNG e SVD </li></ul><ul><li>Posicionamento </li></ul>
  31. 32. 60 graus
  32. 33. HC-UFPE Técnica cirúrgica <ul><li>Introdução dos trocartes </li></ul><ul><ul><ul><li>Primeiro (câmera): técnica aberta </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Outros: técnica fechada com visão laparoscópica direta </li></ul></ul></ul><ul><li>Trans-operatório </li></ul><ul><ul><li>Hidratação vigorosa -> diurese 2-3mL/Kg/min </li></ul></ul><ul><ul><li>Cefalotina- 1g IV 6/6 horas </li></ul></ul><ul><ul><li>25g de manitol 10% </li></ul></ul><ul><ul><li>Bisturi ultrassônico </li></ul></ul>
  33. 34. 5mm 10mm (óptica) 10mm
  34. 35. HC-UFPE Técnica cirúrgica <ul><li>Liberação do cólon esquerdo </li></ul><ul><li>Dissecção crânio-caudal do ureter até o cruzamento dos vasos ilíacos e liberação do pólo renal inferior </li></ul><ul><li>Dissecção e ligadura com clipes de titânio dos ramos colaterais da veia renal </li></ul>
  35. 36. Mobilização do cólon esquerdo
  36. 37. Liberação do pólo inferior e dissecção do ureter
  37. 38. Exposição e secção da veia gonadal esquerda Exposição e secção da veia adrenal esquerda
  38. 39. HC-UFPE Técnica cirúrgica <ul><li>Veia renal esquerda </li></ul><ul><li>Artéria renal esquerda </li></ul><ul><li>Abertura da fáscia de Gerota, liberação renal e rolamento do rim </li></ul>
  39. 41. HC-UFPE Técnica cirúrgica Abertura da cápsula de Gerota
  40. 42. HC-UFPE Técnica cirúrgica Abertura da cápsula de Gerota e rolamento do rim
  41. 43. HC-UFPE Técnica cirúrgica <ul><li>Secção do ureter </li></ul><ul><li>Incisão modificada de Pfannenstiel e introdução do antebraço do primeiro auxiliar (câmera) </li></ul>
  42. 44. HC-UFPE Técnica cirúrgica Secção do ureter à nível do cruzamento dos vasos ilíacos
  43. 46. Dissecção romba digital do peritônio e avanço cranial da mão do 1 º auxiliar (câmera) até o rim
  44. 48. HC-UFPE Técnica cirúrgica <ul><li>Controle vascular do pedículo renal </li></ul><ul><li>Retirada manual do rim </li></ul><ul><li>Fechamento das incisões </li></ul><ul><li>Revisão da hemostasia </li></ul>
  45. 52. Técnica cirúrgica Retirada do espécime
  46. 54. Técnica cirúrgica HCFMUSP
  47. 55. HCFMUSP Técnica cirúrgica <ul><li>Semelhante à do HC-UFPE </li></ul><ul><li>Principais diferenças </li></ul><ul><ul><li>Posicionamento </li></ul></ul><ul><ul><li>Confecção do pneumoperitônio </li></ul></ul><ul><ul><li>Configuração dos trocartes </li></ul></ul>
  48. 56. 45 graus
  49. 57. HCFMUSP Técnica cirúrgica <ul><li>Principais diferenças </li></ul><ul><ul><li>Bisturi monopolar </li></ul></ul><ul><ul><li>Dissecção ureteral </li></ul></ul><ul><ul><li>Controle vascular do pedículo renal </li></ul></ul><ul><ul><li>Retirada do espécime </li></ul></ul>
  50. 58. Pacientes e métodos Análise estatística <ul><li>Teste de Bartlet: Análise de diferença de médias </li></ul><ul><li>ANOVA: amostras homogêneas </li></ul><ul><li>Kruskal-Wallis: amostras heterogêneas </li></ul><ul><li>Significância estatística: p  0.05 </li></ul><ul><li>Intervalo de confiança de 95% </li></ul>
  51. 59. Pacientes e métodos Aspectos éticos <ul><li>Termo de Consentimento Livre Esclarecido </li></ul><ul><li>Projeto de pesquisa aprovado pela comissão de ética do HC-UFPE e HCFMUSP </li></ul>
  52. 60. Resultados obtidos no HC-UFPE e HCFMUSP e análise comparativa entre os dois grupos
  53. 61. Análise comparativa Doadores * TIQ (min) de 3,25±1,59, quando se desconsidera o TIQ de 27 min (47º doador) - - 1 (9,1%) Conversões - - - 1 (2%) 1 (9,1%) - Complicações maiores Sangramento da artéria renal Clipagem inadvertida da art. renal 0,02 141 ± 82 (30-350) 214 ± 98 (80-440) Sangramento (mL) 0,002 3,84  3,84 (1,2-27) * 5,85  2,85 (3,5-11) TIQ (s) < 0,000 223 ± 31(135-280) 299 ± 43 (230-350) Tempo anestésico total (min) < 0,000 179 ± 30 (120-270) 231 ± 39 (160-305) Tempo cirúrgico total (min) < 0,000 144 ± 32 (70-240) 189 ± 36 (120-245) Tempo cirúrgico até retirada do rim (min) p HCFMUSP HC-UFPE VARIÁVEIS TRANS-OPERATÓRIAS
  54. 62. Análise comparativa Doadores - 1 (2%) - Óbitos - 3,2 (2-6) 2,8 (2-5) Alta hospitalar (dias) - 2 (4%) 1 (9,1%) Reoperações - 2 (4%) 1 (9,1%) Complicações maiores 0,87 0,74 0,68 0,14 0,35 4,1 ± 3,0 (0-10) 3,3 ± 2,6 (0-10) 2,9 ± 1,8 (0-7) 3,1 ± 2,7 (0-10) 2,2 ± 2,5 (0-9) 4,3 ± 1,6 (0-6) 3,1 ± 1,4 (0-5) 2,6 ± 1,4 (0-4) 4,4 ± 1,7 (0-6) 2,1 ± 1,1(0-4) Avaliação da dor: 1º DPO 2º DPO 3º DPO 4º DPO 7º DPO p HCFMUSP HC-UFPE VARIÁVEIS PÓS-OPERATÓRIAS
  55. 63. Análise comparativa Função renal dos receptores
  56. 64. Análise comparativa Receptores 2 (4%) 1 (9.1%) Óbitos 2 (4%) 1 (9.1%) Perda do enxerto 4/2 (12%) 2/0 (18.2%) Rejeição aguda/crônica 9 (18%) - - 2 2 2 1 2 2 (18.2%) 1 (óbito) 1 - - - - - Complicações pós-operatórias Sangramento em anastomose arterial Infecção do enxerto por Pseudomonas Estenose ureteral Fístula ureterovesical Abscesso de parede Linfocele Hematoma peri-enxerto 1 - 1 1 1 - Complicações trans-operatórias Choque hipovolêmico Lesão de sigmóide 8% 9,1% Função renal retardada HCFMUSP HC-UFPE DADOS DOS RECEPTORES
  57. 65. Análise comparativa Custos hospitalares <ul><li>Técnica do HC-UFPE </li></ul><ul><ul><li>4 clipes Hem-O-Lok ® por cirurgia </li></ul></ul><ul><ul><li>Total gasto: R$ 100,00 </li></ul></ul><ul><li>Técnica do HCFMUSP </li></ul><ul><ul><li>1 grampeador laparoscópico por cirurgia </li></ul></ul><ul><ul><li>1 saco extrator por cirurgia </li></ul></ul><ul><ul><li>Total gasto: R$ 3.700,00 </li></ul></ul><ul><li>Economia do HC-UFPE: R$ 3.600,00 </li></ul>
  58. 66. DISCUSSÃO
  59. 67. Discussão Doadores <ul><li>Curva de aprendizado </li></ul><ul><ul><li>HC-UFPE não ultrapassou a curva </li></ul></ul><ul><ul><li>Nenhum dano à integridade dos doadores </li></ul></ul><ul><li>TIQ menor no HCFMUSP </li></ul><ul><ul><li>Uso do grampeador vascular </li></ul></ul><ul><li>Taxa de conversão do HC-UFPE </li></ul>
  60. 68. Discussão Doadores <ul><li>Óbito no HCFMUSP </li></ul><ul><ul><li>Lesão colônica </li></ul></ul><ul><li>Bisturi ultrassônico vs bisturi monopolar </li></ul><ul><li>Infecção de ferida operatória </li></ul>
  61. 69. Discussão Receptores <ul><li>Funções renais semelhantes </li></ul><ul><li>Taxa de função renal retardada e rejeição semelhantes </li></ul><ul><li>HCFMUSP </li></ul><ul><ul><li>Alta taxa de complicações ureterais </li></ul></ul>
  62. 70. Conclusões <ul><li>A técnica utilizada no HC-UFPE mostrou-se menos eficaz que aquela empregada no HCFMUSP, no que se referiu aos parâmetros de avaliação trans-operatória, apesar de não acarretarem prejuízo à integridade dos doadores </li></ul>
  63. 71. Conclusões <ul><li>Ambas as técnicas apresentaram resultados semelhantes em relação à função renal nos receptores e a taxa de complicações ureterais no grupo do HCFMUSP foi maior que a do HC-UFPE </li></ul>
  64. 72. Conclusões <ul><li>A técnica cirúrgica desenvolvida pelo grupo do HC-UFPE teve um custo financeiro reduzido em relação à técnica utilizada pelo grupo do HCFMUSP </li></ul>
  65. 73. OBRIGADO

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