Gestão Escolar

2.447 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
3 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.447
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
271
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
61
Comentários
0
Gostaram
3
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Gestão Escolar

  1. 1. Gestão Escolar de Qualidade UNIEUBRA 27/04/13
  2. 2. • CONSULTORIA PARA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE
  3. 3. ANÁLISE DAS CAUSAS • • • COMPOSIÇÃO DA COMISSÃO REPRESENTATIVA DA ESCOLA DEFINIÇÃO E DIVULGAÇÃO DA MISSÃO, VISÃO E VALORES REALIZAR DIAGNÓSTICO "retrato da escola“ resultados macro guia de referência PROPOSIÇÃO DE SOLUÇÕES DEFINIÇÃO DE METAS PLANO DE AÇÃO ACOMPANHAMENTO DOS INDICADORES E AVALIAÇÃO PRIORIZAR OS PROBLEMAS
  4. 4. MISSÃO • Quais as características da Comunidade onde está inserida a minha escola? • Quais as suas carências? • Em que a minha escola poderá contribuir para o desenvolvimento desta comunidade e ampliar a sua visão de mundo? • Qual a função social da minha escola?
  5. 5. MISSÃO • A Missão definida expressa a que ela se propõe? • Responde às perguntas essenciais?  O que deve fazer?  Como deve fazer?  Onde deve fazer?  Para quem deve fazer?  Com qual Responsabilidade Social? Obs.: as perguntas ajudam a definir a estrutura
  6. 6. VISÃO • Visão é a imagem viva de um estado futuro ambicioso e desejável, relacionado com a máxima satisfação dos clientes. Ela retrata isso? Serve como: Guia ou caminho para o futuro; Fonte inspiradora; Apoio para a tomada de decisões.
  7. 7. Visão Fundação Dom Cabral: “ Ser um centro internacional de tecnologia de gestão, referência obrigatória para todos os executivos do mundo”.
  8. 8. VALORES • Os valores são conceitos de certo e errado, bom e ruim, importante e não importante, que, após definidos, devem ser avaliados, de forma a verificar se estão alinhados à missão e a visão. Ex.: se a instituição propõe-se a desenvolver uma Educação Emancipadora, deverá trabalhar com valores que propiciam esse desenvolvimento. • Os valores definidos refletem os princípios e crenças da Comunidade Escolar, orientam o caminho até a Visão?
  9. 9. 3ª ETAPA: DIAGNÓSTICO A Direção empenhada em transformar realidade educacional da • • A Direção empenhada em transformar aarealidade educacional da Escola deve ter coragem de olhar de frente rosto que ela tem. Escola deve ter coragem de olhar de frente oorosto que ela tem. Agir sem um retrato preciso dos problemas existentes dos • • Agir sem um retrato preciso dos problemas existentes eedos recursos materiais humanos disponíveis para resolvê-los agir recursos materiais eehumanos disponíveis para resolvê-los ééagir às cegas. às cegas. Um bom diagnóstico inicial permitirá discernir as etapas provi• • Um bom diagnóstico inicial permitirá discernir as etapas eeprovidências necessárias para atingir meta desejada pela Escola. dências necessárias para atingir aameta desejada pela Escola.
  10. 10. ICEBERG Evidente; Tratado como verdade Conhecido, mas pouco falado; Velado Desconhecido
  11. 11. DIAGNÓSTICO: Consiste em fazer o levantamento e análise de dados relevantes que retrate fielmente a realidade. Podem ser utilizados: folhas de freqüência, mapas de registro, gráficos demonstrativos em geral, resultados das avaliações de aprendizagem externas ou internas à escola, resultados de aprovação/reprovação, etc.
  12. 12. INSTRUMENTOS DO DIAGNÓSTICO QUESTIONÁRIO – Formulário impresso usado para coletar informações sobre o assunto, consistindo em uma lista de perguntas. As perguntas devem ser curtas e específicas redigidas para produzir respostas curtas, planejadas e direcionadas ao foco do diagnóstico; ENTREVISTA – A entrevista deve ser utilizada como meio de observação para conhecer opiniões de todos os segmentos, detectar atitudes e pontos de vista. Pode ser realizada individualmente ou em grupos, por meio de uma listagem de perguntas previamente elaborada.
  13. 13. IMPORTANTE Aplicar um instrumento, corrigir (tabular e fazer gráficos) ainda não é avaliação. [...] Verificar, portanto faz parte da avaliação, todavia não a esgota; no seu sentido radical, avaliação implica em posicionamento diante daquilo que foi constatado. [...] é absolutamente decisivo que seja completado o ciclo de avaliação para que ela cumpra sua função maior de produção de conhecimentos, procedimentos e atitudes. Celso Vasconcellos
  14. 14. ORIENTAÇÕES PARA O DIAGNÓSTICO • Para obtenção de resultados mais fidedignos, é importante que a coleta de dados considere a opinião dos diferentes atores da Comunidade Escolar.
  15. 15. FOCO DO DIAGNÓSTICO Realizar o diagnóstico na Escola, avaliando os aspectos a seguir por tratarem-se dos elementos centrais do projeto:  Quais os resultados da Escola nas avaliações de aprendizagem internas e externas da Rede? (O que aprendem? O que não aprendem? Por que aprendem? Por que não aprendem?);  Como encontram-se os índices de reprovação, evasão e rendimento escolar, por série e componente curricular? (Quem são os reprovados? Em que reprovam? Por que reprovam? Quem são os evadidos? Por que evadem? Quais os objetivos futuros dos evadidos?);  Qual o percentual de educandos em situação de distorção idade/série. Quem está em situação de defasagem?
  16. 16. GUIA DE REFERÊNCIA PARA O DIAGNÓSTICO • As três dimensões: prática pedagógica, gestão escolar e ambiente educativo deverão ser consideradas, uma vez que a Consultoria está alinhada ao Prêmio SESI Qualidade na Educação. As questões a seguir tratam dos processos da escola e refletem diretamente nos elementos centrais do Programa
  17. 17. GUIA DE REFERÊNCIA PARA O DIAGNÓSTICO 1. Dimensão Prática Pedagógica 1.1. Relação com os educandos:  Como a Escola considera: o universo cultural e subjetivo dos Educandos; as diferenças pessoais e culturais?  Como têm sido tratadas as questões da prática pedagógica inclusiva?  A Escola tem conseguido explorar as capacidades e potencialidades dos seus educandos?     1.2. Relação com os saberes/conteúdos: Como a Escola relaciona os saberes curriculares às atividades práticas? Qual o grau de importância que a Escola atribui ao processo de alfabetização dos seus educandos? Quais as estratégias adotadas para ampliação das capacidades de leitura, escrita e raciocínio lógico matemático, para cada série, ano ou ciclo e sua eficácia? Como a Escola está tratando das questões de letramento digital?
  18. 18. 1.3. Acompanhamento e Avaliação:  Como tem sido realizado o processo de avaliação nos diferentes componentes curriculares?  O que a escola faz com os dados da avaliação dos componentes curriculares?  Como a Escola tem realizado o acompanhamento do aprendizado dos educandos?  Quais são as ações prestadas aos alunos com dificuldades de aprendizagem e seus resultados?  Como está sendo realizado o gerenciamento do processo de ensino e aprendizagem? Os indicadores de desempenho da Escola tem servido de base para definição de estratégias?
  19. 19. 1.4. Planejamento:  Como é feita a divulgação da proposta pedagógica e planejamento? Para quem?  Como está sendo conduzido o processo pedagógico (planejamento x proposta pedagógica e o nível de participação da comunidade escolar no processo )?  A escola desenvolve projetos interdisciplinares?  Como encontra-se a prática da interdisciplinaridade?  Como tem sido feita a relação entre teoria e prática para contextualização da aprendizagem?  Como a Escola monitora e acompanha o planejamento de suas ações? Quais os mecanismos são utilizados?
  20. 20. 2. Dimensão Gestão Escolar 2.1. Relação com os profissionais: Como está sendo conduzido o processo de pessoas (assiduidade, pontualidade, valorização, desempenho, formação continuada, etc.)? Como tem se viabilizado as ações de formação continuada, dentro e fora da Escola? Como a Escola encaminha a troca de conhecimentos/socialização de saberes entre os educadores?
  21. 21. 2.2. Gestão Administrativa e financeira: Os indicadores de resultados da Escola tem servido de base para definição de metas e estratégias? Como está sendo conduzida a gestão dos recursos financeiros (verificar a relação custo-benefício nas compras e contratação de serviços)? Como está sendo conduzida a gestão do patrimônio (qual o grau de comprometimento e responsabilidade com o patrimônio)? Como a Escola tem encaminhado a divulgação dos resultados da gestão administrativa e financeira?
  22. 22. 2.3. Relação com a Comunidade e com parceiros externos:  Qual a abrangência e o nível de participação da comunidade escolar nas decisões e atividades realizadas pela Escola?  Quais os membros da comunidade escolar que tem participado efetivamente dos processos decisórios?  Como se encontra a integração da Escola junto à sociedade (estabelecimento de parcerias com entidades, empresas, e outros agentes da comunidade) ?
  23. 23. 3. Dimensão Ambiente Educativo 3.1. Gestão dos Espaços Educativos da Escola:  Como está a utilização e o aproveitamento das instalações por parte dos profissionais da Escola e Educandos?  Como está a utilização dos recursos materiais e financeiros pela Escola?  Como estão as condições da infra-estrutura da Escola (salas de aula, sanitários, pátio, laboratórios, biblioteca, secretaria, cozinha, etc.)?  Como se apresentam na Escola as questões de vandalismo e depredação contra o patrimônio?Como a Escola trata essas questões?  Quais as reais condições que a escola tem para tratar as questões acima referidas? 3.2. Construção e gestão dos ambientes coletivos de ensino e aprendizagem pautadas por princípios:  Como se encontram as relações na Escola? Quais os princípios que tem sido trabalhados e disseminados nas atividades?
  24. 24. 3.3. Resolução de conflitos e combate à violência:  Como está o relacionamento entre os diferentes atores da comunidade escolar? (respeito/desrespeito às diferenças, situações de conflito, violência física e simbólica, roubos, presença de armas e gangues, etc.)  Como estão sendo tratadas as questões de conflito, violência e segurança? 3.4. Responsabilidade sócio-ambiental:  Como estão sendo tratadas as questões relacionadas à responsabilidade socioambiental? (utilização e consumo de água e energia elétrica; utilização da área externa da Escola e do seu entorno para plantio de ervas medicinais, hortaliças, cultivo de mudas e árvores, ajardinamento, minhocário, etc; separação e reaproveitamento do lixo, entre outras.)  outras demandas ambientais que fiquem evidenciadas no diagnóstico e que a comunidade escolar deseje priorizar.
  25. 25. 4ª Etapa: Criando Estratégias para Melhoria Após identificar as diferenças entre a situação atual (diagnóstico) e a situação desejada (pautada no PPP, Missão e Visão), será necessário: 1º passo - Selecionar os Problemas  Ferramenta – Matriz GUT 2º passo – Analisar as suas causas Ferramentas:  Brainstorming  Diagrama de Causa e Efeito (Espinha de Peixe) 3º Passo – Gerar Alternativas  Ferramenta - Brainstorming
  26. 26. 1. Matriz GUT Depois de identificarmos os problemas, é hora de definir a prioridade na solução dos mesmos. Para isto, devemos responder três perguntas:  Qual a gravidade da situação? (que efeitos surgirão a longo prazo? Qual impacto sobre as coisas, pessoas e resultados?)  Qual a urgência de se eliminar o problema?  Qual a tendência futura: o problema se tornará cada vez maior? Ou desaparecerá por si. Tal ferramenta promoverá reflexões da Comissão para que cada problema seja avaliado separadamente, relacionado às suas causas.
  27. 27. Gravidade – é o nível de perda (aprendizagem, financeira, moral ou social). Urgência – é o nível de necessidade de fazer algo em um determinado período de tempo. Tendência – é a maneira como as coisas irão se desenvolver caso nada seja feito. V A L O R GRAVIDADE: URGÊNCIA: TENDÊNCIA: PRIORIDADE O prejuízo que poderá ocorrer será: A solução do problema Se não for feito nada, a deve ser: situação deve: 5 Os prejuízos ou dificuldades são extremamente graves É necessária uma ação imediata 4 Muito Grave 3 Grave O mais cedo possível Vai piorar a médio prazo 27 2 Pouco grave Pode esperar um pouco Vai piorar a longo prazo 8 1 Sem gravidade Não tem pressa Não vai piorar ou pode até melhorar 1 GxUxT Se nada for feito, o agravamento da situação será imediato 125 Com alguma urgência Vai piorar a curto prazo 64
  28. 28. 2. BRAINSTORMING (tempestade de idéias ou toró de palpites) É uma forma criativa de gerar idéias em curto espaço de tempo. Esta atividade é desenvolvida em grupo, com um coordenador. Regras básicas:  Eliminar qualquer crítica, para evitar bloqueios e gerar maior número de idéias. É proibido criticar. As idéias devem ser anotadas em local visível por todos.  Quanto mais idéias melhor. No brainstorming, quantidade = qualidade.  Feita a seleção de idéias, as potencialmente boas devem ser aproveitadas. Nesta fase, costumam surgir novas idéias
  29. 29. 3. DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO (Espinha de Peixe) É a ilustração da análise de causa e efeito, mostrando a relação entre o problema(cabeça do peixe) e suas possíveis causas (as espinhas). Encontre o maior número possível de causas, perguntando: por que isto acontece? O que contribui para identificar a causa principal? CAUSAS CAUSAS CAUSAS PROBLEMA CAUSAS CAUSAS CAUSAS
  30. 30. PROFESSOR PROFESSOR ALUNO ALUNO Formação focada nas áreas específicas e pouco voltada para aspectos pedagógicos Adaptação ao sistema pluridocente Entrada na pré -adolescência Dificuldade para atuarem de forma interdisciplinarmente Baixa escolaridade dos pais Dificuldade para auxiliar os filhos nas tarefas escolares Dificuldade para estabelecer limites aos filhos e desenvolver hábito de estudo PAIS PAIS ESCOLA ESCOLA Desinteresse pelo estudo Dificuldade para promover a integração dos professores Dificuldade para promover a capacitação dos professores Quadro de professores restrito para implementar reforço escolar PROBLEMA PROBLEMA Índice de Índice de reprovação reprovação elevado na elevado na 5ª série 5ª série
  31. 31. 4º Passo - Elaborar Plano de Ação  Ferramenta – 5W2H
  32. 32. PRINCÍPIOS BÁSICOS  Uso de fatos e dados;  Orientar-se pela Comunidade Escolar, ou seja, identificar sempre as necessidades das pessoas.  Reconhecer os resultados obtidos e os problemas pendentes;  Promover o crescimento das pessoas;  O maior pré-requisito é o desejo e compromisso da comunidade escolar com a melhoria dos processos educacionais e, consequentemente, com os resultados da escola.  Buscar sempre as causas e não culpados pelas falhas (ver o porquê e não quem). Devemos considerar o “problema” como um indicador de falha, de necessidade de melhoria. É fundamental identificá-lo e solucioná-lo.
  33. 33. Ex.: “Um professor teve que adiar a prova em função de não ter sido impressa a tempo...” – Estamos diante de um problema, ou seja, a impossibilidade de aplicar a prova no prazo previsto. Tradicionalmente a pergunta imediata seria: Quem foi o culpado pelo atraso? No gerenciamento moderno, a pergunta será: Qual a causa do atraso? O atraso poderá ter sido ocasionado por: defeito no equipamento; falta de papel; funcionário com excesso de atividades; falta de capacitação do funcionário para lidar com o equipamento novo...
  34. 34. Desde o início da implantação desse Programa, faz-se necessário envolver os educandos, educadores, equipe diretiva, pais ou responsáveis. A Escola poderá promover atividades diversas tais como: campanhas de sensibilização, exposições, eventos, gincanas, dia da consciência ecológica, etc., a fim de sensibilizar, conscientizar, repassar informações e apresentar os resultados do trabalho e suas contribuições para a Escola e para o entorno. Educandos Educandos Educadores e Educadores e Funcionários Funcionários Equipe Diretiva Equipe Diretiva ESCOLA Familiares Familiares
  35. 35. PAINEL DE GESTÃO À VISTA
  36. 36. LIDERANÇA “ A tarefa de um gerente não é modificar os seres humanos. Bem ao contrário, como nos mostra a Bíblia na Parábola dos Talentos, a missão é multiplicar a capacidade de desempenho do todo, pondo em uso toda a força, toda a saúde, toda a aspiração que existe nos indivíduos.” Peter Drucker
  37. 37. LÍDER E LIDERANÇA Líder - é aquele que para o alcance de seus compromissos, com resultados e prazos, sabe utilizar na prática as forças e contribuições de seus liderados. Liderar - no sentido literal, é seguir a frente de, mostrar caminho, orientar em termos de direção, ação, opinião.
  38. 38. TIPOS DE LIDERANÇA FORMAL – Provém do cargo INFORMAL – Provém da habilidade
  39. 39. ESTILOS DE LIDERANÇA  AUTORITÁRIO  DEMOCRÁTICO  LIBERAL A LIDERANÇA SITUACIONAL
  40. 40. ESTILOS DE LIDERANÇA • Escala contínua de comportamentos de Liderança Tannenbaum e Schmidt. USO DA AUTORIDADE PELO LÍDER ÁREA DE LIBERDADE DOS MEMBROS DO GRUPO 1 2 3 4 5 6 7
  41. 41. ESTILOS DE LIDERANÇA Escala contínua de comportamentos de Liderança Tannenbaum e Schmidt 1. O líder comunica sua decisão que é aceita sem contestação. 2. O líder “vende” sua decisão antes de obter aceitação. 3. O líder testa sua decisão ouvindo opiniões dos membros do grupo. 4. O líder consulta os membros antes de tomar a decisão. 5. O líder consulta os membros sobre alternativas de decisão. 6. O líder define limites dentro dos quais a decisão será tomada pelos membros. 7. Líder e membros tomam decisões em conjunto , dentro dos limites definidos pelos superiores.
  42. 42. MUDANÇA • “ NADA É PERMANENTE, EXCETO A MUDANÇA.” • Heráclito - 500 A/C
  43. 43. CURVA DA MUDANÇA AMEAÇA P A S S A D O negação resistência OPORTUNIDAD E compromisso exploração F U T U R O
  44. 44. CURVA DA MUDANÇA Negação: evitam, boicotam, visão de detalhe, sem iniciativa. Resistência: duvidam , demonstram raiva, evitam a responsabilidade. Exploração: permissão para experimentar, acreditam, prontidão para aprendizagem. Compromisso: sentem-se responsáveis pelos resultados, alta performance.
  45. 45. FASES DO PROCESSO DE MUDANÇA FASES Comportamento de Grupo Mudança Consolidad a Comportamento Individual Conscientizaçã o Conheci mento TEMPO
  46. 46. O LÍDER FRENTE ÀS MUDANÇAS Papel educador e orientador;  Considerar os sentimentos da sua equipe, como medo, incerteza e dúvida;  Manter e aumentar a auto-estima do grupo;  Auxiliar o grupo no entendimento dos processos de mudança;  Administrar as incertezas e crises (risco e oportunidade).
  47. 47. FALSOS ARGUMENTOS Os indícios de resistência passiva aparecem em algumas expressões freqüentemente ouvidas nas escolas, tais como: -     “ Não vai funcionar aqui nesta escola...” -      “ Nunca se fez isto antes, assim...” -      “ A idéia é boa, mas não é prática...” -      “ Isto não é meu (ou nosso) problema...” -       “ Você tem razão, mas...”    
  48. 48. FALSOS ARGUMENTOS “ Não estamos ainda preparados para isto, é uma idéia muito avançada...”  “ Isto é capaz de dar muita confusão...”   “ Vamos esperar um pouco mais, lembrem-se que a pressa é inimiga da perfeição...” - “ Escreva tudo isto e mande-me depois...” - “ Para que mudar agora se estamos indo (tão) bem...” - “ Não se mexe em time que está ganhando...”
  49. 49. • “ INSANIDADE É CONTINUAR A FAZER O QUE VOCÊ SEMPRE FEZ, DESEJANDO OBTER RESULTADOS DIFERENTES! James C. Hunter – O monge e o executivo
  50. 50. RESILIÊNCIA O conceito vem da física: é a propriedade que alguns materiais apresentam de voltar ao normal depois de submetidos à máxima tensão. E os resilientes são aqueles que são capazes de vencer as dificuldades, os obstáculos, por mais fortes e traumáticos que eles sejam. Em Ciências Sociais, a resiliência é “uma qualidade de resistência e perseverança da pessoa humana face às dificuldades que encontra. Em Psicologia é “a capacidade que o ser humano tem de superar situações adversas (perdas, estresse, crises) com o mínimo de disfuncionalidade no seu comportamento, adaptando-se ou ajustandose à nova situação”.
  51. 51. CHA É crescente o número de instituições que investem no gerenciamento de pessoas com base em avaliações de desempenho aliadas à gestão de competências. Centrada no ideograma CHA (Conhecimento-Habilidade-Atitude), estas competências podem ser mensuradas e aprimoradas por meio de programas de treinamento e qualificação. Em linhas gerais, CHA significa:
  52. 52. CONHECIMENTO Corresponde a informações que, ao serem reconhecidas e integradas pelo indivíduo em sua memória, causam impacto sobre seu julgamento ou comportamento. Refere-se ao saber que a pessoa acumulou ao longo de sua vida, algo relacionado à lembrança de conceitos, idéias, fatos ou fenômenos. É a resultante das combinações possíveis entre: conteúdo – formação escolar, domínio de princípios e disciplinas correlatas (especializadas, técnicas e práticas) e vivencial – contato com formas de trabalho, experiências profissionais, exercícios e realizações, projetos, programas e / ou atividades.
  53. 53. HABILIDADE Está relacionada à aplicação produtiva do conhecimento, ou seja, a capacidade da pessoa de instaurar conhecimentos armazenados em sua memória e utilizá-los em uma ação; podem ser: Intelectuais – quando abrangem essencialmente processos mentais de organização e reorganização de informações; Motoras ou manipulativas – quando exigem fundamentalmente uma coordenação neuromuscular;
  54. 54. ATITUDE • Refere-se a aspectos sociais e afetivos relacionados ao trabalho (Durand, 2000); diz respeito a um sentimento ou a disposição da pessoa que determina a sua conduta em relação aos outros, ao trabalho e a situações; • É pessoal; são os valores, princípios; a forma como a pessoa expressa os seus pontos de vista, opiniões e percepções.
  55. 55. MOTIVAÇÃO • A motivação corresponde a busca de satisfação de necessidades. • Motivos que levam à ação.
  56. 56. HIERARQUIA DAS NECESSIDADES AUTO-REALIZAÇÃO – Sucesso profissional, pessoal e prazer no trabalho. AUTO-ESTIMA – Prestígio e reconhecimento. SOCIAIS – Interação e relacionamento, pertencer a algo. SEGURANÇA – Estabilidade. FISIOLÓGICAS – Alimentação, abrigo.
  57. 57. Princípios básicos do comportamento humano:  Todo comportamento humano tem uma causa;  Todo comportamento visa o atingimento de determinada meta;  Toda pessoa é um indivíduo singular.
  58. 58. Motivos que levam as pessoas a se comportarem de determinada maneira: 1. O comportamento humano é causado por estímulos internos e externos, ou seja, é influenciado pelo ambiente e pela hereditariedade. 2. O comportamento humano é orientado, é motivado. Está sempre dirigido para algum objetivo, para a satisfação de alguma necessidade. 3.  As necessidades variam de indivíduo para indivíduo e no mesmo indivíduo de situação para situação.
  59. 59. • COMO FAVORECE R A MOTIVAÇÃ O DE MINHA EQUIPE???
  60. 60. “Se o desejo de alcançar a meta estiver vigorosamente vivo dentro de nós, não nos faltarão forças para encontrar os meios de alcançá-la e traduzí-la em atos.” Albert Einstein

×