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Trans-Comunicação Instrumental Grupo Kroon

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Grupo Kroon de Pesquisas Ufológicas (http://www.kroon,com.br), parceiro do Grupo Ufogenesis (http://www.ufogenesis.com.br) realiza experimento de TCI com sucesso absoluto na obtenção de registros de seres extraterrestres.

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Trans-Comunicação Instrumental Grupo Kroon

  1. 1. COMPROVADO:Contatos se estabelecematravés dotubo da TV: CrisNo mês de junho-2008 reunimos em nosso laboratórioamigos para mostrar as novas técnicas que vimosutilizando e fazer breves experiências diante de todos.Presentes:Ângela Crisitina, dirigente do Espaço Kroon, sediado em MargareteSanto André, Maragerete, também de lá. Ainda: aCoordenadora do nosso instituto IPATI – Instituto dePesquisas Avançadas em Trancomunicação Instrumentale os amigos, Fabio e Eunice. PresentesRelatamos sobre novas possibilidades de contatos comfalecidos através de áudios e inovadoras técnicas para nogravar imagens. laboratório:Fazemos lembrar que há tempos sabemos que atransmissão de áudios é gerenciada por uma Estação quetem à sua frente, falecidos. São nossos amigos do dia a MAriadia. Já a transmissão de imagens requer tecnologia ecapacidades que os humanos (vivos ou não) estão longede possuir. Assim, nos informam que os responsáveispelas proezas são extraterrestres.Se assim for, entendemos que num simples vídeogravado de teste com a presença dessas pessoas,obtivemos a confirmação de algo que já chegava comouma possibilidade. Mas desta vez, os arquivos gravados Eunceembutem o cuidado que os transmissores tiverem dedeixar provas de que tudo o que foi gravado NÂO poderiaser da Terra.Acompanhemos: Fabio
  2. 2. VISIVELTRANSFORMAÇÃOEntre os vários fenômenos que nossos Emissores produzem,temos o da “Transfiguração” – ou seja, uma pessoa é colocadadiante da câmera em nosso Laboratório e durante a gravaçãodo video seus traços vão se alterando profundamente.No presente caso, a Cris estava diante da câmera expostas àsnossa “Câmara de Chuvisco” – e é fácil perceber que ela sealtera numa jovem de traços alienígenas, ao que tudo indica.O QUE USAMOS:nossa Câmera de Chuvisco (invenção nossa), uma TV sem antena que não pega canal comercial nenhum e uma câmera devídeo conectada ao PC..
  3. 3. RASCUNHANDOUMESTUDO ACIMA: Procurando contornar os traços básicos do rosto da Cris, e se repetindo o mesmo com a transimagem nota-se melhor o quão diferentes elas são. À ESQUERDA: Aplicando o filtro NEON do programa Adobe Photoshop ambos os Rostos apontaram diferenças gritantes. O filtro foi usado simultaneamente em ambas as imagens – mas aclara que tanto o formato do rosto quanto boca, sobrancelhas e olhos são diversos.
  4. 4. UMA PROVA CABALDA AUTENTICIDADEDESSAS TRANSMISSÕESSeria possível que imagens entrassem numa TV rotacionadas, ou seja, invertidas,ou mais precisamente de ponta-cabeça?Raciocinemos:Se alguém for cogitar de que essas nossas imagens poderiam ser a casual transmissão de um canal de televisão daqui da Terra mesmo, esses atuaisfenômenos apontam que não. Porque muitas imagens chegam de ponta-cabeça, como o caso abaixo, onde tivermos que rotacionar o filme, e portantoa Cris ficou de ponta cabeça – para percebermos que haviam imagens registradas no sentido contrário à ela.Oras: haveria a possibilidade de alguma emissora de TV do planeta emitir programação de ponta cabeça? Claro que não, pois quem seria o maluco queassistiria TV virada ou ele mesmo plantando bananeira?Aqui vemos quadro do vídeo rotacionado,onde o rosto da Cris surge como traços diversos,sugerindo ser de um alienígena. No detalhe, exatamente Portanto, estamos diante de umo mesmo quadro visto na posição normal. inegável fenômeno e inexplicável. Mas uma coisa fica garantida: essas imagens NÂO são da Terra. E no momento é até o quanto basta.
  5. 5. IMAGENS NOSDOIS SENTIDOSAqui o leitor tem uma visão COMcomparativaDa habilidade dos Emissores. INVERSÂONotar que eles conseguem enviarimagens através da televisão tantono sentido normal dela, quantoInvertidas.Repetimos que necessariamente,Nenhuma emissora de TYCterrestre emitiria o sinal invetido,portanto, não são imagens donosso espaço.OUTRA EVIDENCIADE AUTENTICIDADE SEMObservar que as imagens seguemum mesmo padrão, ou seja, no INVERSÂOcaso desta página são bichinhosladeando a Cris.Isso por si já é mais um indicativode que se trata de uma emissão deimagens paranormais, ou teríamosque apelar para a “coincidência” –o que visivelmente, não é o caso.
  6. 6. ETs e Dois tipos de imagensinteração vem sendo a marca dos nossos Emissores: enviam constantemente bichos ou a imagem deles mesmos. À direita, cabeças de ETs, paralelas ao rosto da Cris. Abaixo, para vê- las tivemos que rotacionar o vídeo e assisti-lo de ponta- cabeça. Mais evidencias: O trecho à direita, é um exemplo de prova de que é impossível de que se trate de imagens da Terra: Se constitui de apenas 8 imagens dessas cabeçonas, o que ocupa, em termos de tempo de filmagem, menos de 1/3 (um terço) de segundo. Ou seja, se assistirmos ao vídeo de forma normal (sem ser quadro a quadro) elas não serão vistas. Pior: não são sequenciais, parece uma colagem de fotos independentes. Por exemplo: caso se tratasse de um vídeo terrestre, para a cabeça subir, aparecer e depois sumir, levariam uns 3Outra demonstração notável da segundos no mínimo, o que equivaleria acapacidade e controle desses seres cerca de 90 quadros. Mas elesemissores é dado à esquerda. mandaram apenas 8, o que significa queNotar que criam um bichinho que na 3ª. não se trata de vídeo mas de imagensimagem estende o bracinho soltas transmitidas por processocarinhosamente sobre o rosto da Cris. desconhecido.
  7. 7. PROJEÇÃO:outro fenômeno e emtempo real: Numa mesma gravação de vídeo os Emissores exibem diferentes tipos de habilidades. Vimos até agora a transmissão através do tubo da TV. Já no caso que segue, como coloquei um tecido sobre parte do rosto da Cris, tudo aleatoriamente, sobre o tecido pairando no ar, eles criaram imagens – sendo que para evidenciar de que não se trata de sombra do rosto de nossa amiga, eles ainda fizeram esses rostos se voltarem e olharem para outra direção. Observar os rostos criados embaixo, da figura ao lado. Aqui também se nota a profunda alteração no rosto de nossa amiga que vai se desfigurando.
  8. 8. Diferentes técnicas,diferentesfenômenos:As quatro primeiras imagens foram projetadassobre tecidos que alternei durante aqueles 3ou 4 minutos de filmagem.Os Emissores criam figuras, dão vida à elasanimando-as, fazendo-as ter expressõesfaciais sem qualquer recurso. Nada. Apenasum tecido estendido diante da câmera.Já nas duas imagens abaixo usei outra técnica.No canto esquerdo, tínhamos a Eunicesegurando uma placa de papelão coberto compapel laminado e passei minha mão sobre ela –e imediatamente meus dedos mergulharam naimagem ale de criarem em tempo real alteraçõesa indicar interatividade entre eles e eu, comoarregalarem olho da figura da direita.No canto da direita, usamos a técnica da formade ovo de páscoa, e dentro do qual criaramfeições.

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