Vni no doente cardíaco

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Acção de formação em serviço realizada no serviço de cardiologia da minha instituição.

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Vni no doente cardíaco

  1. 1. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA
  2. 2. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA ↓ retorno venoso ↓ da pré-carga do VD ↓ da pós-carga do VE ↓ do trabalho respiratório e consumo de O2 Melhoras as trocas gasosas
  3. 3. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA Reduz a Pós-carga; Aumenta o DC. Reduz a Pré-carga
  4. 4. VENTILAÇÃO MECÂNICA VE↓↓ ↑Dificuldade respiratória 600 600 500 500 400 400 300 300 200 200 100 100 90 90 80 80 70 100 300 500 700 900 00070 100 300 00 600 800 1000 0 200 400 600 800 1 0 200 4 500 700 900 S ole yst iast ole D S ole yst iast ole D Br as P oignet ↑P. Capilar Pulmonar
  5. 5. VENTILAÇÃO MECÂNICA ↓↓↓ ↓↓↓
  6. 6. VENTILAÇÃO MECÂNICA • Melhoria das trocas gasosas; • Redução da FR; • Redução da dispneia.
  7. 7. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA Winck, PGVNI, 2009
  8. 8. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA Estudo randomizado envolvendo 26 doentes com EAP PARK, Marcelo et al. Oxygen therapy, continuous positive airway pressure, or noninvasive bilevel positive pressure ventilation in the treatment of acute cardiogenic pulmonary edema. Arq. Bras. Cardiol. [online]. 2001, vol.76, n.3, pp. 226-230.
  9. 9. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA Estudo randomizado envolvendo 26 doentes com EAP PARK, Marcelo et al. Oxygen therapy, continuous positive airway pressure, or noninvasive bilevel positive pressure ventilation in the treatment of acute cardiogenic pulmonary edema. Arq. Bras. Cardiol. [online]. 2001, vol.76, n.3, pp. 226-230.
  10. 10. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA Estudo randomizado envolvendo 26 doentes com EAP PARK, Marcelo et al. Oxygen therapy, continuous positive airway pressure, or noninvasive bilevel positive pressure ventilation in the treatment of acute cardiogenic pulmonary edema. Arq. Bras. Cardiol. [online]. 2001, vol.76, n.3, pp. 226-230.
  11. 11. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA Estudo realizado no S. Urgência do H. de S.to António, envolvendo 17 doentes com diagnóstico de EAP. Carvalho et al, Rev Port Cardiol 2008; 27 (2): 191-198
  12. 12. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA A VNI: Conduz a uma mais rápida melhoria dos sintomas de dificuldade respiratória; Conduz a uma mais rápida recuperação dos distúrbios metabólicos; Mortalidade?
  13. 13. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA Ventilação Não Terapêutica Standart Invasiva Oxigénio a alto Ventilador portátil, débito por máscara especifico para VNI; de alta Máscara facial; concentração. PEEP 5* / PS 10**. Am. J. Respir. Crit. Care Med. Nava et al. 168 (12): 1432
  14. 14. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA Am. J. Respir. Crit. Care Med.Nava et al. 168 (12): 1432
  15. 15. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA VNI TS Am. J. Respir. Crit. Care Med.Nava et al. 168 (12): 1432
  16. 16. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA VNI TS Am. J. Respir. Crit. Care Med.Nava et al. 168 (12): 1432
  17. 17. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA Metanálise de 790 estudos até maio de 2005 Selecionados 17 estudos randomizados com EAP cardiogênico, totalizando 938 pacientes 7 estudos – TC x CPAP 3 estudos – TC x NPPV 4 estudos – CPAP x NPPV 4 estudos – TC x CPAP x NPPV PAP – Ventilação com pressão positiva contínua NPPV – Ventilação com pressão positiva não invasiva TC – Tratamento Clínico Winck, J.C. et al. - Critical Care 2006, 10:R69
  18. 18. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA CPAP x TC – Intubação ↓ 22% (p=0,0004) Mortalidade ↓ 13% (p=0,0003) Risco de infarto ↓ 1% (NS) NPPV x TC – Intubação ↓ 18% (p=0,01) Mortalidade ↓ 7% (NS) Risco de infarto ↓ 1% (NS) CPAP x NPPV – Intubação ↓ 3% (NS) Mortalidade ↓ 2% (NS) Risco de infarto ↓ 5% (NS) Não houve diferenças entre os subgrupos com e sem hipercapnia ou entre os com PSV < ou > 10 cmH2O. Winck, J.C. et al. - Critical Care 2006, 10:R69
  19. 19. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA CPAP tem menor custo e é mais fácil de usar; CPAP reduz significativamente a mortalidade; CPAP e NPPV reduzem a necessidade de intubação orotraqueal; CPAP e NPPV não aumentam o risco de infarto do miocárdio; Em pacientes hipercápnicos não há diferenças entre CPAP e NPPV. Winck, J.C. et al. - Critical Care 2006, 10:R69
  20. 20. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA MÁSCARA DE BOUSSIGNAC
  21. 21. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA Fluxo Pressão 15l/min. 5-6cmH2O 25l/min. >10cmH2O
  22. 22. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA
  23. 23. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA BMC Cardiovascular Disorders , Dieperink et al, 2007, 7:40
  24. 24. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA Comparado com terapêutica standard: Redução da FR e esforço respiratório após 30’ de tratamento; ( Eur J Emerg Med.Moritz, 2003) Redução da taxa de intubações traqueais; Ausência de complicações associadas; Redução do tempo de hospitalização e internamento em cuidados intensivos; Poupança de 3.787 € por doente comparado com a estratégia tradicional. BMC Cardiovascular Disorders , Dieperink et al, 2007, 7:40
  25. 25. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA
  26. 26. VENTILAÇÃO MECÂNICA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA

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