Apresentação SABESP Convenção TPM UBQ 2010

2.869 visualizações

Publicada em

Apresentação SABESP Convenção TPM UBQ 2010

Publicada em: Negócios, Turismo
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.869
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
80
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Apresentação SABESP Convenção TPM UBQ 2010

  1. 1. 7ª Convenção Brasileira de TPM – Belo Horizonte 2010 Marcos Schmidt
  2. 2. • Final do XIX - Empresas privadas • 1883 - Companhia Cantareira (RAE) • 1954 - Depart. de Água e esgoto (DAE) • 1968 - COMASP • 1970 - SANESP / FESB • Finalmente em 1973 - SABESP História da Sabesp
  3. 3. A SABESP está entre as 5 maiores empresas de saneamento do mundo por número de clientes. 1ª maior do Setor de Saneamento, por receita operacional líquida (R$ 4,4 bilhões) 5ª maior empresa brasileira, por patrimônio líquido (R$ 8,81 bilhões) (Maiores & Melhores da Revista Exame) 26 milhões de pessoas atendidas 100% de tratamento de água; 78% de coleta de esgotos; 60% de tratamento de esgotos.
  4. 4. SABESP - Cia. de Saneamento Básico do Estado de São Paulo Missão: Universalizar os serviços públicos de saneamento no Estado de São Paulo e fornecer serviços e produtos de qualidade nos mercados nacional e internacional. 28,2% 21,5% 50,3%Governo do Estado de São Paulo 28,2% 21,5% 50,3%
  5. 5. ... operações em 366 municípios (água e esgoto) ... produção de 100.000 l/s de água tratada ... capacidade de tratamento esgotos de 38.000 l/s ... cerca de 60.000 equipamentos eletro-mecânicos principais ... demanda de 290 MW ... 4.950 km de adutoras ... 53.000 km de rede de distribuição de água ... 35.500 km de rede coletora de esgotos ... 16.000 colaboradores Alguns números da SABESP:
  6. 6. Planejamento Estratégico Elaborado em 2003 e re- avaliado em 2008, o Planejamento Estratégico Empresarial utilizando a ferramenta de gestão BSC, definiu as diretrizes e objetivos estratégicos que orientam o desenvolvimento dos Planos de Ações.
  7. 7. Um dos Planos de Ação definidos é a implantação do TPM nas principais plantas de Tratamento de Água como contribuição ao PI 4: Aumento da Eficiência dos Processos Operacionais Programa TPM alinhado com as estratégias corporativas
  8. 8. Formalizaçãodoprojeto 2004: Início TPM em planta-piloto 2005: Implantação em mais 2 plantas 2006: Implantação em mais 6 plantas 2007: Implantação em mais 7 plantas 2004 2005 2006 2007 2008 Consultoria CGE 07/07/2004 – 07/07/2005 Consultoria LOSS PREVENTION 25/08/2006 - 12/12/2008 2007:Aprofundamento das atividades SABESP - MMP Histórico da TPM - SABESP 2007:Replanejamento da implantação 2009 2010 SABESP - MMP 2009: Implantação em mais 1 planta (Elevatória Santa Inês) 2010: Treinamento Passo 4 – Loss Prevention
  9. 9. Em cada planta onde é implantado o TPM na SABESP, é realizado um trabalho de desdobramento das diretrizes estratégicas corporativas, visando estabelecer as diretrizes e metas próprias da planta. A proposta é ter claramente o direcionamento do TPM e de que maneira este programa irá contribuir para que a planta atinja seus objetivos estratégicos. Desdobramento das Diretrizes para o TPM
  10. 10. 1 - Guaraú 2 – Baixo Cotia 3 – Alto Cotia 4 - ABV 5 – Rio Grande 6 – Ribeirão da Estiva 7 – Casa Grande 8 – Taiaçupeba -31.600 l/s -8.800.000 hab -São Paulo(p) -Franco da Rocha -Francisco Morato -Caieiras -Guarulhos(p) -Osasco -Carapicuíba -Barueri(p) -Taboão da Serra(p) -Santo André(p) -São Caetano do Sul -890 l/s -200.000 hab -Barueri -Jandira -Itapevi -1.100 l/s -380.000 hab -Cotia -Embu -Itapecerica da Serra -Embu-Guaçu -Vargem Grande -13.200 l/s -3.700.000 hab -São Paulo(p) -4.600 l/s -1.300.000 hab -Diadema -São Bernardo do Campo -Santo André(p) -80 l/s -20.000 hab -Rio Grande da Serra -3.700 l/s -1.000.000 hab -São Paulo(p) -Ribeirão Pires -Mauá(p) -Santo André(p) -9.600 l/s -2.700.000 hab -São Paulo(p) -Arujá -Itaquaquecetuba -Poá -Ferraz de Vasconcelos -Suzano Nossas Estações de Tratamento de Água – ETA’s
  11. 11. Estações de tratamento de Água com o Programa TPM Do total de 430 empregados das Estações de tratamento de água onde foi implantado o Programa TPM, 190 atuam diretamente em Pilares ou Grupos (aprox. 44% ). ESTAÇÕES N° EQ./Sist em TPM Passo 1 Passo 2 Passo 3 Passo 4 GUARAÚ 3   1 1 1 TAIAÇUPEBA  6 2 2 1 1 ALTO E BAIXO  COTIA  2   2     RIO GRANDE 1     1   RODOLFO C. SILVA  3 2 1     CASA GRANDE 3 1 1 1 TOTAL 18 5 7 4 2
  12. 12. Capacitação: - 1.432 oportunidades de treinamento em cursos formais ministrados pela coordenação e 150 em cursos de aprofundamento em entidades externas; - diversos treinamentos realizados diretamente pelos Pilares de Manutenção Autônoma e Manutenção Planejada; - diversas dinâmicas comportamentais realizadas pelos Pilares de Educação e Treinamento; - diversos treinamentos em ferramentas de análise e ciclos de melhorias desenvolvidos pelos Pilares de Melhorias Específicas. - treinamentos através de Lições de Um Ponto, realizados por operadores e manutentores em suas plantas.
  13. 13. - Encontro Sabesp de TPM (Pudim): 35 trabalhos em 4 eventos - Encontro Técnico AESabesp: 10 trabalhos em 2 eventos; - Congressos da ABRAMAN: 2006 Aracaju; 2007 Florianópolis e 2008 Rio de Janeiro ; - Congressos de Manutenção no Exterior: 2005 Peru, 2006 Chile, e 2007 Portugal; - Outros Congressos e Seminários: Senai (1), UBQ (Belo Horizonte) (4); Excellence World Class (2), Loss Cases (3), IQPC (1) Reconhecimento e divulgação dos Trabalhos sobre TPM (apresentados em Congressos e Eventos do setor):
  14. 14. 4º Encontro SABESP de TPM (junho 2010) Equipe da ETA GUARAÚ selecionada para apresentação na UBQ 2010 – 7ª Convenção Brasileira de TPM Apresentação de 7  cases  Presença do diretor  Paulo Massato
  15. 15. Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP “Otimização na Dosagem de  Coagulante – ETA Guaraú” Newton Shindo
  16. 16. Sistema Cantareira
  17. 17. Sistema Cantareira Jaguari Águas ClarasCachoeira Jacareí Paiva Castro Atibainha ETA Guaraú ESI
  18. 18. Estação de TratamentoEstação de Tratamento ETA - GuaraúETA - Guaraú Tratamento Convencional Vazão média de tratamento: 33 m³/s Abastecimento de 49% da RMSP entre 8 e 9 milhões de consumidores
  19. 19. Chegada da Água na Estação de Tratamento do Guaraú
  20. 20. TPM – Manutenção produtiva totalTPM – Manutenção produtiva total Linha doLinha do TempoTempo EVOLUÇÃO
  21. 21. , MEMA MP E&T CLÁUDIA HENRIQUE SIMONEMAXINIR HORTÊNCIO RODRIGO EQUIPE ATUAL 45 COLABORADORES 66,2 % PLANTA Manutenção Produtiva Total – ETA Guaraú
  22. 22. PILAR MANUTENÇÃO AUTÔNOMA SISTEMA DE COAGULANTES 2010 PASSO 4 2011 PASSO 5 PASSO 6 EVAPORADORES 2010 PASSO 3 2011 PASSO 4 PASSO 5 SISTEMA DE CAL 2010 PASSO 2 2011 PASSO 3 PASSO 4 PLANOS FUTUROS - MASTER PLAN 2010 - 2011
  23. 23. PILAR MANUTENÇÃO PLANEJADA ROTAS DE INSPEÇÃO 2009 EXPANSÃO FILTROS 5 equipamentos 2010 GERADORES DE EMERGÊNCIA 3 Equipamentos GESTÃO DA INFORMAÇÃO 2009 INÍCIO ETAPA 3 2010 CONCLUSÃO ETAPA 3 MANUTENÇÃO PERIÓDICA 2009 e 2010 AMPLIAÇÃO DA PREVENTIVA 2010 e 2011 MANUTENÇÃO PREDITIVA PLANOS FUTUROS - MASTER PLAN 2009 - 2011 02 GRUPOS DE MANUTENÇÃO PLANEJADA – Sincronizados aos Grupos de MA prestando assistência e suporte técnico.
  24. 24. 2008 Treinamentos e Matriz de Habilidades (Etapa 4) 27 LUP’s 11 Treinamentos 2009 Realização dos Treinamentos (Etapa 4) 47 LUP’s 15 Treinamentos 2010 Realização dos Treinamentos (Etapa 4) 38 LUP’s 03 Treinamentos (até junho/10) PILAR EDUCAÇÃO & TREINAMENTO PLANOS FUTUROS - MASTER PLAN 2008 - 2010 Total de LUP’s = 112 Nº de treinamentos = 29
  25. 25. PILAR MELHORIAS ESPECÍFICAS CICLOS DE MELHORIA 2009 Finalizar 2 grupos e iniciados 2 grupos 2010 2 Grupos de Melhoria 2011 3 Novos Grupos de Melhoria ÁRVORE DE PERDAS 2009 - Revisão do Conceito - Acompanhamento 2 equipamentos 2010 Expansão para outros equipamentos 2011 Expansão para outros equipamentos PLANOS FUTUROS - MASTER PLAN 2009 - 2011
  26. 26. Indicadores da TPM da ETA Guaraú Dimensões Macros Indicadore s Responsá veis Un. Med. Meta/09 Meta/10 jul/09 ago/09 set/09 out/09 Nov/09 dez/09 jan/10 fev/10 mar/10 abr/10 mai/10 jun/10 C Custo do Material de Tratame nto Pilar MP R$/1000m3 17,97 15,46 16,04 14,77 16,3 10,86 10,99 11,98 12,76 12,04 10,9 10,84 10,7 10,35 CMT Consum o de material de tratame nto Pilar ME Kg/1000m3 31,75 33,91 33,32 31,15 34,11 35 36,01 39,34 44,2 40,78 35,27 34,08 30,55 29,85 Dimensões Macros Indicadores Responsáv eis Un. Med. Meta/0 9 Meta/1 0 jul/09 ago/09 set/09 out/09 Nov/09 dez/09 jan/10 fev/10 mar/10 abr/10 mai/10 jun/10 Q IDQA - Índice de Qualidade. Pilar MA % 98,5 100 100 100 100 100 99,43 100 100 100 100 100 100 100 IDQF - Índice de Qualidade Água Filtrada Pilar MA % 95 95 100 98,66 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100
  27. 27. TPM - Pilar Melhorias Específicas Ciclo de Melhorias
  28. 28. Etapas - Desenvolvimento do Ciclo de Melhorias 4 5 6 7 8 9 1 10 2 3 Etapa Etapa Etapa Etapa Etapa Etapa Etapa Etapa Etapa Etapa Seleção do tema de melhoria Formação da equipe de projeto Análise das causas do problema Implementação da melhoria Verificação dos resultados Medidas contra a recorrência do problema Replicação horizontal Verificação da situação atual Planejamento da implementação Início Levantamento das anomalias e eliminação das pequenas deficiências PA C Do 4 3 9 8 7 65
  29. 29. Melhorias Específicas Grupos de Melhoria TEMA GRUPO ETAPA 1 . Variação do residual de Flúor AMARELO CONCLUÍDO 2 . Perdas no SRAL VERMELHO CONCLUÍDO 3 . Otimização da lavagem de filtro 02 OLAFIL CONCLUÍDO 4 . Otimização da limpeza das câmaras do SRAL SRAL 2 CONCLUÍDO 5 . Otimização da dosagem de coagulante ECONOFLEX CONCLUÍDO 6. ICDE ICDE Em andamento 7 .Otimização da limpeza das câmaras do SRAL H2O Em andamento
  30. 30. GRUPO ECONOFLEXGRUPO ECONOFLEX Otimização na DosagemOtimização na Dosagem de Coagulantede Coagulante Grupo ECONOFLEX
  31. 31. ETAPA 1 - SELEÇÃO DO TEMA
  32. 32. Etapa 2 –Formação da Equipe Multidisciplinar Roberto Edson 1 Shindo Operação Edson Operação Henrique Apoio técnico Roberto Instrumentação Grupo Melhorias Econoflex
  33. 33. Tratamento convencional FLUXOGRAMA DO PROCESSO Coagulação Floculação DecantaçãoFiltração Desinfecção Pré Desinfecção inter Desinfecção pós Correção de pH Fluoretação Coagulação é o mecanismo de desestabilização de partículas para aglutinação (floculação) e posterior sedimentação. A filtração é a última barreira de retenção de sólidos remanescentes. A desinfecção deve eliminar todos microorganismos patogênicos. Correção de pH e fluoretação atendem parâmetros técnicos e sanitários da legislação.
  34. 34. FLUXOGRAMA DO PROCESSO Intervenção manual Aplicação Sala de Operação – ETA Guaraú
  35. 35. FLUXOGRAMA DO PROCESSO Difusor : Aplicação de Coagulante
  36. 36. ETAPA 3 - VERIFICAÇÃO DA SITUAÇÃO ATUAL Situação Ideal Situação Atual
  37. 37. ETAPA 3 - VERIFICAÇÃO DA SITUAÇÃO ATUAL 17/06/2009 18/06/2009 META: Manter os valores do potencial zeta no ponto de amostragem “Coagulada BA 15” na faixa compreendida entre + 10% e -10% do valor desejado (Set point ).
  38. 38. 5W + 1H What O que Variação na dosagem de coagulante When Quando Nas alterações de vazão da ETA (produção) Where Onde No comando das bombas dosadoras junto ao painel MCB Who Quem O técnico lotado na sala de comando (CCO) Which Qual Com maior frequência nos períodos matutino e noturno em função da demanda How Como Esta variação é percebida devido à alteração de nível do reservatório de água tratada Fenômeno A variação na dosagem de coagulante durante as alterações de vazão da ETA, comandada no painel MCB pelo técnico lotado na sala de operação, ocorre com maior frequência nos períodos matutino e noturno em função da demanda, e é percebida devido à alteração do nível do reservatório de água tratada. CLARIFICAÇÃO DO FENÔMENO ETAPA 3 - VERIFICAÇÃO DA SITUAÇÃO ATUAL
  39. 39. ETAPA 3 - VERIFICAÇÃO DA SITUAÇÃO ATUAL Inicio: 19/12/2008 Horário: 22:00 Hora % Carga Zeta Vel. de Dos. l/h Q=m³/s 22:00 48,38 -0,32 2188 1206 33,20 23:00 48,18 -0,33 -3,7 2187 1206 33,16 00:00 47,60 -0,43 -9,8 1856 1023 27,96 01:00 47,88 -0,41 -10,4 1857 1023 28,24 02:00 47,70 -0,42 -9,0 1857 1023 28,30 03:00 47,43 -0,46 -9,3 1857 1023 28,02 04:00 47,98 -0,37 -9,0 1856 1023 28,47 05:00 47,72 -0,45 -9,2 1525 840 23,40 06:00 47,34 -0,50 -9,3 1525 840 22,96
  40. 40. ETAPA 3 - VERIFICAÇÃO DA SITUAÇÃO ATUAL Faixa ideal de trabalho
  41. 41. ETAPA 3 - VERIFICAÇÃO DA SITUAÇÃO ATUAL REGISTRADORES GRÁFICOS INSTALADOS NO ANALISADOR DE CARGAS ELÉTRICAS (CHENTRACK)
  42. 42. OBS: Notamos variação nos valores do potencial zeta, principalmente, quando ocorre alterações de vazão na ETA. ETAPA 3 - VERIFICAÇÃO DA SITUAÇÃO ATUAL
  43. 43. OBS: Confirmação da variação nos valores do potencial zeta, principalmente, quando ocorre alterações de vazão na ETA. ETAPA 3 - VERIFICAÇÃO DA SITUAÇÃO ATUAL
  44. 44. Painel de Estudos ETAPA 4 - Levantamento das Anomalias e Eliminação das Pequenas Deficiências
  45. 45. ETAPA 4 - Levantamento das Anomalias e Eliminação das Pequenas Deficiências Grupo MA Atuação no sistema de coagulantes Passo 4 – TPM
  46. 46. ETAPA 5 – Análise das Causas do Problema
  47. 47. ETAPA 5 – Análise das Causas do Problema Causa Raiz Contramedidas * Variação no consumo de coagulante. * Automação da bomba dosadora. * Isolamento dos decantadores para limpeza e manutenção. * Otimização no tempo de parada para limpeza dos decantadores. * Alteração da demanda aumento/ diminuição do consumo. * Alteração na vazão da Eta de forma escalonada. * Dificuldade de acesso aos equipamentos. * Informatização da leitura. * Alteração bruscas nos níveis do RAT. * Automação da vazão em função do nível do RAT. * Baixa eficácia na tomada de decisões. * Treinamento. * Diversas atividades concentrada para um técnico. * Distribuição das atividades.
  48. 48. ETAPA 6 - PLANEJAMENTO DA IMPLANTAÇÃO
  49. 49. ETAPA 7 – Implementação da Melhoria AÇÕES 1. Instalação do monitor de coagulante; 2. Automação da dosagem de coagulante; 3. Capacitação técnica das equipes.
  50. 50. ETAPA 7 – Implementação da Melhoria Contra medida: Automação da bomba dosadora. MODO MANUALMODO MANUAL MODO AUTOMÁTICOMODO AUTOMÁTICO LABORÁTORIO DE CAMPO 1SALA DE OPERAÇÃO – PAINEL MCB
  51. 51. ETAPA 7 – Implementação da Melhoria Laboratório de Campo I Monitor deMonitor de cargascargas CLP – Controlador lógico programávelCLP – Controlador lógico programável
  52. 52. ETAPA 8 – VERIFICAÇÃO DOS RESULTADOS Dosagem manual
  53. 53. Comparativo entre janeiro/2007 e dezembro/2009 CONSUMO e CUSTO DE COAGULANTE ETAPA 8 – VERIFICAÇÃO DOS RESULTADOS
  54. 54. PARÂMETROS DE CONTROLEPARÂMETROS DE CONTROLE Quadro comparativo Turbidez Água bruta + 113% Água filtrada - 8% Dosagem de coagulante - 15%
  55. 55. REPRESENTATIVIDADE DOS INSUMOS NOREPRESENTATIVIDADE DOS INSUMOS NO CONSUMO DE MATERIAL DE TRATAMENTOCONSUMO DE MATERIAL DE TRATAMENTO
  56. 56. CONSUMO E CUSTO DO COAGULANTECONSUMO E CUSTO DO COAGULANTE (SULFATO DE ALUMÍNIO)(SULFATO DE ALUMÍNIO) Consumo de coagulante: Redução de 2,22 Kg/1.000 m³ ou 8,00 % Custo do coagulante: Redução de R$ 0,285/1.000 m³
  57. 57.  Redução no consumo de Sulfato de Alumínio 2,22 kg/1.000 m³ (Coagulante)  Redução no custo de Sulfato de Alumínio R$ 0,285 / 1.000 m³  Economia no período (1 mês) R$ 0,285* 86176,7 (Vazão média dez/09= 32,2 m³/s) Economia : R$ 24.560,37 / mêsEconomia : R$ 24.560,37 / mês ANÁLISE DE VALORESANÁLISE DE VALORES Base de cálculos: Consumo de coagulante em jan/07 e dez/09 Cotação do Sulfato de Alumínio= 0,1285 R$/kg
  58. 58. ANÁLISE DE VALORESANÁLISE DE VALORES  Aquisição do Detector de fluxo de corrente (DFC) R$ 32.000,00  Montagem, programação e partida do PLC R$ 32.8000,00  Aplicação Elipse SCADA para o processo R$ 15.200,00  Complemento da licença R$ 7.800,00 TOTAL GERAL : R$ 87.800,00TOTAL GERAL : R$ 87.800,00 INVESTIMENTO
  59. 59. DOSAGEM AUTOMÁTICA DE COAGULANTEDOSAGEM AUTOMÁTICA DE COAGULANTE PAY BACK = 3,57 MESES * Economia do insumo coagulante
  60. 60. ETAPA 9 - Medidas Contra Recorrência do Problema e Consolidação O processo de aquisição do analisador /monitor e automação do sistema está em andamento
  61. 61. ETAPA 10 – Replicação HorizontalETAPA 10 – Replicação Horizontal •Não há replicação horizontal; •Aplicável a outras plantas (ETA´s), dependendo de ensaios prévios.
  62. 62. GANHOS TANGÍVEIS 1. Redução da aplicação (dosagem) devido a recirculação do SRAL (REAPROVEITAMENTO DO SULFATO ADERIDO JUNTO AO LODO); 2. Redução na produção de lodo, gerado pela ETA; 3. Ganho de mão de obra; 3.Ganho de mão de obra DEZEMBRO 2009 Produção: 86.176.744.000 Litros  Vazão Média: 32.175 L/s  Nº de alterações de vazão da ETA = 432 Uma alteração de vazão:3 minutos (em média) 432 x 3 = 1296 minutos/mês ou 21,6 Horas/mês R$ 900,00 / mês (Média salarial com encargos)
  63. 63. GANHOS TANGÍVEIS 1. Redução da aplicação (dosagem) devido a recirculação do SRAL Água recuperada SRAL Monitor de coagulante Lavagem de filtros SRAL Tratamento
  64. 64. GANHOS INTANGÍVEIS  Aumento da segurança operacional;  Maior estabilidade no processo, tanto na aceleração, quanto na redução de vazão;  Facilidade na tomada de decisões (aumento ou redução de coagulante) em função do Set-point.  Qualidade de vida: redução da pressão emocional no ser humano (Equipe de operação).
  65. 65. PRÓXIMOS DESAFIOSPRÓXIMOS DESAFIOS Realizar a automação da dosagem de coagulantes; Treinamento e Capacitação técnica das equipes e mudança de cultura; Verificação da eficácia.
  66. 66. OBRIGADO Grupo ECONOFLEX ETA Guaraú – SP - Brasil E-mail:nshindo@sabesp.com.br
  67. 67. PERGUNTAS?

×