Aula: a construção do espaço geográfico

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Aula a construção do espaço geográfico, 8° Ano.

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Aula: a construção do espaço geográfico

  1. 1. Aula: a construção do espaço geográfico Professor Tyrone
  2. 2. FORMAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DA TERRA • Terra surgiu há cerca de 4,6 bilhões de anos como decorrência da formação de uma grande nuvem de gases e de poeira. Terra era uma imensa esfera incandescente que não permitia o desenvolvimento de qualquer forma de vida. Porém ela foi se resfriando e lentamente se formou uma fina camada rochosa em sua superfície (crosta terrestre) Durante o resfriamento do planeta se desprendeu de seu interior grande quantidade de gases (hélio, hidrogênio, vapor de água), esses gases deram origem à atmosfera, e o vapor de água originou nuvens carregadas de umidade provocando a precipitação de chuvas torrenciais durante muito tempo sobre o planeta. Mais tarde essa grande quantidade de água formou os rios, os lagos e os oceanos primitivos do planeta (hidrografia). 3,5 milhões de anos se desenvolveram nos oceanos as primeiras formas de vida (bactérias e algas) começaram a liberar oxigênio para atmosfera (fotossíntese)
  3. 3. TEMPO GEOLÓGICO: A HISTÓRIA DA TERRA
  4. 4. TEMPO GEOLÓGICO: A HISTÓRIA DA TERRA
  5. 5. A DINÂMICA DA NATUREZA: CRIANDO E RECRIANDO AS PAISAGENS Vulcanismo faz o magma, presente no interior do planeta, extravasar para a superfície, dando origem a ilhas, a vulcões em forma de montanhas ou mesmo a extensos planaltos. Tectonismo dobra e fratura a crosta terrestre, criando vales e altas cadeias montanhosas. A ação das águas do mar em regiões litorâneas pode pela força das marés e das correntes marítimas retirar sedimentos como areia e cascalho, de determinados lugares da orla e depositá-los em outros, criando praias, restingas e istmos. A ação das águas pode ainda erodir o relevo litorâneo dando origem a formas abruptas como as falésias.
  6. 6. A DINÂMICA DA NATUREZA: CRIANDO E RECRIANDO AS PAISAGENS Clima também é um importante agente na transformação das paisagens. Mudanças nas características climáticas de uma região podem alterar completamente o tipo de formação vegetal causando por exemplo a extinção de algumas espécies e levando outras a se adaptar às novas condições ambientais.
  7. 7. INTERDEPENDÊNCIA ENTRE CLIMA E RELEVO ALTITUDE • as partes mais altas de planaltos, serras e montanhas são em geral, mais frias que as áreas de menor altitude a sua volta. • Quanto maior a altitude de um lugar, menor sua temperatura média, pois em altitudes maiores o ar é mais rarefeito, se aquecendo menos que nas áreas de menor altitude. • A cada 200 metros de altitude, a temperatura do ar diminui em média 1°C.
  8. 8. INTERDEPENDÊNCIA ENTRE CLIMA E RELEVO Formas de relevo Podem interferir na circulação dos ventos e das massas de ar sobre os continentes. No Brasil temos a Chapada da Borborema, localizada na região litorânea nordestina, forma uma barreira às massas de ar e os ventos úmidos vindos do oceano Atlântico. Esse fato contribui para tornar o clima do litoral bastante chuvoso, e o da região do Sertão, no interior do continente, mais seco e com menor ocorrência de chuvas. Fenômenos climáticos como vento, chuva e a neve desgastam e erodem o relevo, criando novas formas para o modelado terrestre. Em algumas regiões litorâneas, por exemplo o vento é um importante agente transformador do relevo, criando dunas ou deslocando-as de um lugar para o outro.
  9. 9. INTERDEPENDÊNCIA ENTRE CLIMA E RELEVO
  10. 10. INTERDEPENDÊNCIA ENTRE VEGETAÇÃO, CLIMA E SOLO • Em regiões de clima árido e semiárido muitas plantas (cactáceas) apresentam espinhos em vez de folhas. • Essas forma de adaptação permite que as plantas realizem o mínimo de evapotranspiração. • O clima pode ser influenciado pela formação vegetal existente em determinada região. • Na Amazônia, na América do Sul e a do Congo na África, fornecem grande quantidade de umidade para atmosfera por meio da evapotranspiração. • A vegetação pode contribuir para a fertilidade do solo depositando na superfície dos terrenos folhas, galhos e frutos que irão se decompor e formar matéria orgânica rica em nutrientes, além disso as raizes das árvores e plantas reduzem o desgaste do solo.
  11. 11. INTERDEPENDÊNCIA ENTRE VEGETAÇÃO, CLIMA E SOLO
  12. 12. INTERDEPENDÊNCIA ENTRE HIDROGRAFIA, CLIMA E RELEVO • Os rios e lagos têm sua vazão determinada pelas chuvas ou pelo derretimento de neve e de geleiras. • Esses acontecimento mudam de acordo com as estações do ano. • As cheias ocorrem nas estações chuvosas ou quando há maior derretimento de neve, o que provoca o aumento nas estações mais secas quando o nível das águas dos rios diminui. • Os terrenos mais acidentados como planaltos, depressões ou regiões montanhosas, as águas dos rios fluem com mais velocidade desgastando o relevo originando vales fluviais para as partes mais baixas da sua superfície. • Em áreas planas, os rios em geral são sinuosos em mais lentos depositando os sedimentos em suas margens e criando planícies fluviais.
  13. 13. INTERDEPENDÊNCIA ENTRE HIDROGRAFIA, CLIMA E RELEVO
  14. 14. VEGETAÇÃO: UM ELEMENTO DE DESTAQUE NAS PAISAGENS TERRESTRES
  15. 15. VEGETAÇÃO: UM ELEMENTO DE DESTAQUE NAS PAISAGENS TERRESTRES
  16. 16. VEGETAÇÃO: UM ELEMENTO DE DESTAQUE NAS PAISAGENS TERRESTRES
  17. 17. VEGETAÇÃO: UM ELEMENTO DE DESTAQUE NAS PAISAGENS TERRESTRES
  18. 18. VEGETAÇÃO: UM ELEMENTO DE DESTAQUE NAS PAISAGENS TERRESTRES
  19. 19. VEGETAÇÃO: UM ELEMENTO DE DESTAQUE NAS PAISAGENS TERRESTRES
  20. 20. VEGETAÇÃO: UM ELEMENTO DE DESTAQUE NAS PAISAGENS TERRESTRES
  21. 21. EXERCÍCIOS • Organize uma tabela no caderno, ordenando temporalmente os eventos biológicos e geológicos.

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