Trabalho conclusão Final - curso sistemas de informação

1.676 visualizações

Publicada em

TCC - cursos sistemas de informação pela FATEB - Birigui - SP

Sistemas para Biblioteca

Publicada em: Tecnologia
0 comentários
3 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.676
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
124
Comentários
0
Gostaram
3
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Trabalho conclusão Final - curso sistemas de informação

  1. 1. FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DE BIRIGUI – FATEB BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EVERALDO ROMEIRO ROGÉRIO DA SILVA CORREA TIAGO SANTOS DE PAULA BiblioRET – Sistema de Biblioteca Web Birigui – SP Novembro – 2011
  2. 2. EVERALDO ROMEIRO ROGÉRIO DA SILVA CORREA TIAGO SANTOS DE PAULA BiblioRET – Sistema de Biblioteca Web Trabalho de Conclusão de Curso para a Faculdade de Ciências e Tecnologia de Birigui – FATEB, como requisito parcial para obtenção do titulo de Bacharel em Sistemas de Informação. Orientador: Prof. Me. Sérgio Ricardo Mazini. Birigui – SP Novembro – 2011
  3. 3. DEDICATÓRIA Dedico esse trabalho primeiramente a Deus, pois sem ele nada disso seria possível, e aos meus familiares que sempre me apoiaram e compreenderam a minha ausência durante a realização do curso e do trabalho Everaldo Romeiro Dedico esse trabalho à minha família e minha namorada, pois estiveram sempre presentes na minha vida e contribuíram de alguma forma ao longo do curso e do trabalho. Rogério da Silva Corrêa Dedico esse trabalho primeiramente a Deus, pela oportunidade de ter concluído o curso de sistema de informação, a minha família que sempre me deu animo para continuar e ir ate o final, aos bons amigos que fizemos durante os quatro anos de faculdade, aos professores que partilharam parte do seu conhecimento visando nos transformar em bons profissionais. Tiago Santos de Paula
  4. 4. AGRADECIMENTOS Agradecemos primeiramente a Deus por nos abençoar e iluminar o nosso caminho durante essa jornada. Aos nossos familiares, pois são eles que nos dão forca e apoio para seguir em frente. A todos os nossos colegas de sala pela amizade que cultivamos no tempo em que estivemos juntos. A todos os professores e especialmente ao Professor Sérgio Ricardo Mazini que nos acompanhou em todo o desenvolvimento do trabalho.
  5. 5. EPÍGRAFE Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história. (Bill Gates)
  6. 6. RESUMO ROMEIRO, Everaldo; CORREA Rogério da Silva; PAULA, Tiago Santos. BiblioRET – Sistema de Biblioteca Web. 2011 150. Trabalho de Conclusão de Curso – Faculdade de Ciências e Tecnologia de Birigui – FATEB, Birigui, SP, 2011. A biblioteca Carlos Drummond de Andrade da Faculdade de Ciências e Tecnologia de Birigui – FATEB fica situada na Rua Antonio Simões no centro da cidade de Birigui estado de São Paulo, atualmente conta com três funcionários encarregados das tarefas diárias da biblioteca. A biblioteca atende por dia, diversos visitantes como alunos, professores e funcionários da faculdade, disponibilizando a esses visitantes um variado acervo de obras e periódicos que ficam disponíveis para empréstimos e consultas. Para gerenciar o crescente número de informações diárias, a instituição conta com um sistema de informação que é responsável por catalogar e registrar as movimentações do acervo. O sistema utilizado atualmente atende as necessidades da biblioteca, mas não oferece muita flexibilidade aos funcionários, que precisam de uma ferramenta que apresente mais opções e funcionalidades. Pensando nas necessidades dos funcionários da biblioteca, nos propomos a desenvolver o projeto de um novo sistema de informação para gerenciar as atividades da biblioteca, que além de oferecer as funcionalidades principais de um sistema desse tipo, terá recursos que facilitarão as atividades dos funcionários e possibilitarão uma maior integração entre a biblioteca e os seus freqüentadores. Palavras-chave: Biblioteca, Informações, Sistema de Informação.
  7. 7. ABSTRACT ROMEIRO, Everaldo; CORREA Rogério da Silva; PAULA, Tiago Santos. BiblioRET – Sistema de Biblioteca Web. 2011 150. Trabalho de Conclusão de Curso – Faculdade de Ciências e Tecnologia de Birigui – FATEB, Birigui, SP, 2011. The library Carlos Drummond de Andrade, the Faculdade de Ciências e Tecnologia de Birigui – FATEB is located at Rua Antonio Simões at the center of the city of Birigui state of São Paulo, currently has three employees in charge of the daily tasks of the library. The library serves a day, many visitors as students, faculty and staff of the college, providing visitors to such a varied collection of books and periodicals that are available for loans and consultations. To manage the growing number of daily information, the institution has an information system that is responsible for cataloging and record the movements of the acquis. The system currently used meets the needs of the library, but does not offer much flexibility for employees who need a tool to provide more options and features. Thinking of the needs of library staff, we propose to develop a blueprint for a new information system to manage the activities of the library, which also offers the main features of such a system will have features that facilitate the activities of employees and enable greater integration between the library and its patrons. Keywords: Library, Information, System Information.
  8. 8. LISTA DE FIGURAS Figura 1 – Processos executados em cada fase.......................................................22 Figura 2 – Demonstração do fluxo da informação.....................................................30 Figura 3 – Leiaute de Tela I – Controle de Acesso. ..................................................50 Figura 4 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Países.......................................................53 Figura 5 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Países. .................................................53 Figura 6 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Estados.....................................................56 Figura 7 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Estados. ...............................................56 Figura 8 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Cidades.....................................................59 Figura 9 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Cidades................................................59 Figura 10 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Cursos.....................................................62 Figura 11 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Cursos................................................62 Figura 12 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Usuários..................................................65 Figura 13 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Usuários.............................................65 Figura 14 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Categorias de Autor. ...............................68 Figura 15 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Categorias de Autor. ..........................68 Figura 16 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Autores....................................................71 Figura 17 – Leiaute de Tela II – Cadastrar Autores...................................................71 Figura 18 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Editoras...................................................74 Figura 19 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Editoras..............................................74 Figura 20 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Fornecedores..........................................77 Figura 21 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Fornecedores.....................................77 Figura 22 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Assuntos. ................................................80 Figura 23 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Assuntos. ...........................................80 Figura 24 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Tipos de Títulos.......................................83 Figura 25 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Tipos de Títulos..................................83 Figura 26 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Tipos de Mídias.......................................86 Figura 27 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Tipos de Mídias..................................86 Figura 28 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Tipos de Nota..........................................89 Figura 29 – Leiaute de Tela II – Cadastrar de Tipos de Notas..................................89 Figura 30 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Idiomas. ..................................................92 Figura 31 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Idiomas...............................................92 Figura 32 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Séries......................................................95
  9. 9. Figura 33 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Séries.................................................95 Figura 34 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Sub Séries...............................................98 Figura 35 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Sub Séries..........................................98 Figura 36 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Obras. ...................................................102 Figura 37 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Obras. ..............................................102 Figura 38 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Periodicidades.......................................105 Figura 39 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Periodicidade....................................105 Figura 40 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Periódicos. ............................................109 Figura 41 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Periódicos.........................................109 Figura 42 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Exemplar do Periódico..........................112 Figura 43 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Exemplares do Periódico. ................112 Figura 44 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Reservas...............................................115 Figura 45 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Reservas..........................................115 Figura 46 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Empréstimos.........................................118 Figura 47 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Empréstimos. ...................................118 Figura 48 – Leiaute de Tela III – Cadastro de Itens do Empréstimo. ......................118 Figura 49 – Leiaute de Tela IIII – Recibo de Retirada de Material. .........................118 Figura 50 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Empréstimos.........................................120 Figura 51 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Empréstimos. ...................................120 Figura 52 – Leiaute de Tela III – Cadastro de Itens do Empréstimo. ......................120 Figura 53 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Pendências. ..........................................122 Figura 54 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Pendências.......................................122 Figura 55 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Empréstimos.........................................125 Figura 56 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Empréstimos. ...................................125 Figura 57 – Leiaute de Tela III – Cadastro de Itens do Empréstimo. ......................125 Figura 58 – Leiaute de Tela IIII – Recibo de Retirada de Material. .........................125 Figura 59 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Renovações..........................................128 Figura 60 – Leiaute de Tela I – Consulta de Disponibilidade de Obras...................129 Figura 61 – Leiaute de Tela I – Consulta de Disponibilidade de Periódicos............130 Figura 62 – Leiaute de Tela I – Relatório de Usuários. ...........................................131 Figura 63 – Leiaute de Tela I – Relatório de Cursos...............................................132 Figura 64 – Leiaute de Tela I – Relatório de Autores..............................................133 Figura 65 – Leiaute de Tela I – Relatório de Editoras. ............................................134 Figura 66 – Leiaute de Tela I – Relatório de Fornecedores. ...................................135
  10. 10. Figura 67 – Leiaute de Tela I – Relatório de Obras.................................................136 Figura 68 – Leiaute de Tela I – Relatório de Periódicos..........................................137 Figura 69 – Leiaute de Tela I – Relatório de Inventário de Obras...........................138 Figura 70 – Leiaute de Tela I – Relatório de Inventário de Periódicos....................139 Figura 71 – Leiaute de Tela I – Filtro do Relatório de Empréstimos........................141 Figura 72 – Leiaute de Tela II – Relatório de Empréstimos.....................................141 Figura 73 – Leiaute de Tela I – Filtro do Relatório de Reservas. ............................143 Figura 74 – Leiaute de Tela II – Relatório de Reservas. .........................................143 Figura 75 – Leiaute de Tela I – Filtro do Relatório de Pendências..........................145 Figura 76 – Leiaute de Tela II – Relatório de Pendências.......................................145 Figura 77 – Leiaute de Tela I – Filtro do Relatório de Títulos Mais e Menos Retirados.................................................................................................................147 Figura 78 – Leiaute de Tela II – Relatório de Títulos Mais e Menos Retirados. ......147 Figura 79 – Leiaute de Tela I – Filtro do Relatório de Usuários que Mais e Menos Emprestam..............................................................................................................149 Figura 80 – Leiaute de Tela II – Relatório de Usuários que Mais e Menos Emprestam..............................................................................................................149 Figura 81 – Leiaute de Tela I – Filtro do Relatório de Títulos Mais e Menos Reservados.............................................................................................................151 Figura 82 – Leiaute de Tela II – Relatório de Títulos Mais e Menos Reservados. ..151 Figura 83 – Leiaute de Tela I – Trocar Senha.........................................................153 Figura 84 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Configurações de Circulação................155 Figura 85 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Configuração de Circulação.............155 Figura 86 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Dias Não Letivos...................................158 Figura 87 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Dias Não Letivos. .............................158 Figura 88 – Leiaute de Tela I – Imprimir Etiquetas de Obras..................................160 Figura 89 – Leiaute de Tela II – Etiquetas de Obras...............................................160 Figura 90 – Leiaute de Tela I – Imprimir Etiquetas de Periódicos. ..........................162 Figura 91 – Leiaute de Tela II – Etiquetas de Periódicos........................................162
  11. 11. LISTA DE QUADROS Quadro 1 - Lista de Casos de Uso ............................................................................48 Quadro 2 - Tabela de Assuntos...............................................................................166 Quadro 3 - Tabela de Autores.................................................................................166 Quadro 4 - Tabela de Cidades ................................................................................166 Quadro 5 - Tabela de Configuração de Circulação .................................................166 Quadro 6 - Tabela de Cursos ..................................................................................167 Quadro 7 - Tabela de Dias Não Letivos ..................................................................167 Quadro 8 - Tabela de Editoras ................................................................................167 Quadro 9 - Tabela de Empréstimos ........................................................................167 Quadro 10 - Tabela de Itens do Empréstimo...........................................................168 Quadro 11 - Tabela de Estados ..............................................................................168 Quadro 12 - Tabela de Formas de Aquisição..........................................................168 Quadro 13 - Tabela de Situação do Exemplar ........................................................168 Quadro 14 - Tabela de Fornecedores .....................................................................169 Quadro 15 - Tabela de Idiomas...............................................................................169 Quadro 16 - Tabela de Logradouros .......................................................................169 Quadro 17 - Tabela de Notas..................................................................................169 Quadro 18 - Tabela de Tipo de Nota.......................................................................170 Quadro 19 - Tabela de Obras..................................................................................170 Quadro 20 - Tabela de Assuntos das Obras ...........................................................170 Quadro 21 - Tabela de Autores...............................................................................171 Quadro 22 - Tabela de Categorias de Autor............................................................171 Quadro 23 - Tabela de Capítulos das Obras...........................................................171 Quadro 24 - Tabela de Exemplares das Obras.......................................................172 Quadro 25 - Tabela de Séries das Obras................................................................172 Quadro 26 - Tabela de Sub séries das Obras.........................................................172 Quadro 27 - Tabela de Outros Títulos.....................................................................172 Quadro 28 - Tabela de Outro Tipo de Título............................................................172 Quadro 29 - Tabela de Pais ....................................................................................173 Quadro 30 - Tabela de Pendências.........................................................................173 Quadro 31 - Tabela de Periódicos...........................................................................173 Quadro 32 - Tabela de Assuntos do Periódico........................................................174
  12. 12. Quadro 33 - Tabela de Exemplares do Periódico....................................................174 Quadro 34 - Tabela de Artigos do Periódico ...........................................................174 Quadro 35 - Tabela de Periodicidade do Periódico.................................................175 Quadro 36 - Tabela de Reservas ............................................................................175 Quadro 37 - Tabela de Tipo de Mídia......................................................................175 Quadro 38 - Tabela de Usuários .............................................................................176 Quadro 39 - Tabela de Cursos dos Usuários ..........................................................176 Quadro 40 - Tabela de Grupos de Usuário .............................................................176
  13. 13. LISTA DE SIGLAS CDD: Classificação Decimal de Dewey. CDU: Classificação Decimal Universal. CI: Ciência da Informação. DED: Diagrama de Estrutura de Dados. DER: Diagrama de Entidade e Relacionamento. FATEB: Faculdade de Ciências e Tecnologia de Birigui. ISBN: International Standard Book Number. ISSN: International Standard Serial Number. PT: Processos Técnicos, referente á Biblioteconomia. SGBD: Sistema Gerenciador de Banco de Dados.
  14. 14. SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO ......................................................................................................17 2. REVISÃO DA LITERATURA ................................................................................18 2.1 Gestão de projetos...........................................................................................18 2.1.1 Conceito.....................................................................................................18 2.1.2 Fases do projeto ........................................................................................19 2.1.3 Documentos do Projeto .............................................................................21 2.1.4 Gerencia dos produtos / serviços...............................................................21 2.1.5 Gerencia do projeto / atingimento de metas ..............................................22 2.1.6 Processos executados em cada fase ........................................................22 2.2 Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software...............................................22 2.2.1 Concepção.................................................................................................23 2.2.2 Estudo da Viabilidade ................................................................................23 2.2.3 Processo de Análise ..................................................................................24 2.2.4 Projeto .......................................................................................................25 2.2.5 Projeto Detalhado ......................................................................................26 2.2.6 Implementação ..........................................................................................26 2.2.7 Implantação ...............................................................................................27 2.2.8 Manutenção...............................................................................................27 2.3 Ciência da Informação e Biblioteconomia ........................................................28 2.3.1 Ciência da informação ...............................................................................28 2.3.2 Biblioteconomia..........................................................................................31 2.3.3 A Internet e as Bibliotecas .........................................................................32 2.3.4 Documentação e Organização das Bibliotecas..........................................34 2.3.5 Alguns Termos Usados na Catalogação de Material.................................37 3. LEVANTAMENTO DE REQUISITOS....................................................................38 3.1. Descrição da Empresa....................................................................................38
  15. 15. 3.2. Processos Organizacionais.............................................................................39 3.3. Problemas Existentes .....................................................................................41 3.4. Identificação dos Stakeholders .......................................................................41 3.5. Objetivos do Sistema ......................................................................................43 3.6. Detalhamento dos Objetivos Propostos..........................................................43 3.7. Técnicas de Levantamento de Requisitos.......................................................45 4. ANALISE E PROJETO .........................................................................................46 4.1. Lista de Casos de Uso....................................................................................46 4.2. Casos de Uso (Use Cases).............................................................................49 4.2.1 Caso de Uso 01 – Efetuar Login................................................................49 4.2.2 Caso de Uso 02 – Cadastro de Países......................................................51 4.2.3 Caso de Uso 03 – Cadastro de Estados....................................................54 4.2.4 Caso de Uso 04 – Cadastro de Cidades....................................................57 4.2.5 Caso de Uso 05 – Cadastro de Cursos .....................................................60 4.2.6 Caso de Uso 06 – Cadastro de Usuários...................................................63 4.2.7 Caso de Uso 07 – Cadastro de Categorias de Autor.................................66 4.2.8 Caso de Uso 08 – Cadastro de Autores ....................................................69 4.2.9 Caso de Uso 09 – Cadastro de Editoras....................................................72 4.2.10 Caso de Uso 10 – Cadastro de Fornecedores das Obras .......................75 4.2.11 Caso de Uso 11 – Cadastro de Assuntos................................................78 4.2.12 Caso de Uso 12 – Cadastro de Tipos de Títulos .....................................81 4.2.13 Caso de Uso 13 – Cadastro de Tipos de Mídia .......................................84 4.2.14 Caso de Uso 14 – Cadastro de Tipos de Nota.........................................87 4.2.15 Caso de Uso 15 – Cadastro de Idiomas ..................................................90 4.2.16 Caso de Uso 16 – Cadastro de Séries das Obras ...................................93 4.2.17 Caso de Uso 17 – Cadastro de Sub Séries das Obras............................96 4.2.18 Caso de Uso 18 – Cadastro de Obras .....................................................99
  16. 16. 4.2.19 Caso de Uso 19 – Cadastro de Periodicidade dos Periódicos...............103 4.2.20 Caso de Uso 20 – Cadastro de Periódicos............................................106 4.2.21 Caso de Uso 21 – Cadastro de Exemplares do Periódico.....................110 4.2.22 Caso de Uso 22 – Realização de Reservas...........................................113 4.2.23 Caso de Uso 23 – Realizar Empréstimos ..............................................116 4.2.24 Caso de Uso 24 – Realizar Devoluções ................................................119 4.2.25 Caso de Uso 25 – Quitar Pendências....................................................121 4.2.26 Caso de Uso 26 – Renovar Item do Empréstimo (Operador) ................123 4.2.27 Caso de Uso 27 – Renovar Item do Empréstimo (Usuário)...................126 4.2.28 Caso de Uso 28 – Consultar Obras .......................................................129 4.2.29 Caso de Uso 29 – Consultar Periódicos ................................................130 4.2.30 Caso de Uso 30 – Relatório de Usuários...............................................131 4.2.31 Caso de Uso 31 – Relatório de Cursos..................................................132 4.2.32 Caso de Uso 32 – Relatório de Autores.................................................133 4.2.33 Caso de Uso 33 – Relatório de Editoras................................................134 4.2.34 Caso de Uso 34 – Relatório de Fornecedores de Obras .......................135 4.2.35 Caso de Uso 35 – Relatório de Obras ...................................................136 4.2.36 Caso de Uso 36 – Relatório de Periódicos ............................................137 4.2.37 Caso de Uso 37 – Relatório de Inventário de Obras..............................138 4.2.38 Caso de Uso 38 – Relatório de Inventário de Periódicos.......................139 4.2.39 Caso de Uso 39 – Relatório de Empréstimos ........................................140 4.2.40 Caso de Uso 40 – Relatório de Reservas..............................................142 4.2.41 Caso de Uso 41 – Relatório de Pendências ..........................................144 4.2.42 Caso de Uso 42 – Relatório de Títulos Mais e Menos Retirados...........146 4.2.43 Caso de Uso 43 – Relatório de Usuários que Mais e Menos Emprestam ..........................................................................................................................148 4.2.44 Caso de Uso 44 – Relatório de Títulos Mais e Menos Reservados.......150
  17. 17. 4.2.45 Caso de Uso 45 – Troca de Senha do Usuário......................................152 4.2.46 Caso de Uso 46 – Cadastro de Configuração de Circulação.................154 4.2.47 Caso de Uso 47 – Cadastro de Dias não Letivos ..................................156 4.2.48 Caso de Uso 48 – Etiquetas de Obras...................................................159 4.2.49 Caso de Uso 49 – Etiquetas de Periódicos............................................161 4.3 Diagrama de Classes.....................................................................................163 4.4 Diagrama de Entidade e Relacionamento – DER ..........................................164 4.5 Diagrama de Estrutura de Dados – DED .......................................................165 4.6 Lista de Tabelas e Campos............................................................................166 4.7 Ambiente de Hardware e Software ................................................................177 5. CONCLUSÃO .....................................................................................................178 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...................................................................179 7. ANEXOS .............................................................................................................180
  18. 18. 17 1. INTRODUÇÃO Sistema de Informação pode ser definido como uma série de componentes que trabalham colaborativamente entre si para atingir objetivos comuns, tendo praticamente três funções básicas de interação: a entrada de dados e informações, o processamento e a saída de dados que na maioria das vezes é apresentado em forma de relatórios. Um sistema de informação bem estruturado ajudará em diversos níveis de uma empresa. Começando pelo nível operacional ele poderá ajudar e dar suporte nas tarefas diárias minimizando o retrabalho e assim aumentando a produtividade. No nível gerencial, é comum gerentes de empresas se basearem em informações geradas por sistemas de informações na tomada de decisão. E por último o nível estratégico que normalmente utiliza essas informações para definir estratégias de mercado e buscar vantagens competitivas. O BlibioRET é um sistema que se destina a controlar a catalogação do acervo de obras e periódicos, gerenciar empréstimos, reservas e devoluções, e gerar relatórios de disponibilidades de exemplares, relação de usuários, assuntos, artigos, séries e entre outros. Com a implantação do sistema na Biblioteca Central “Carlos Drummond de Andrade” da Faculdade de Ciências e Tecnologia de Birigui – FATEB pretende-se conseguir o máximo de eficiência no controle de suas tarefas, facilitando o trabalho dos funcionários e a integração dos usuários com a biblioteca.
  19. 19. 18 2. REVISÃO DA LITERATURA Dentro da revisão da literatura serão abordados três assuntos, o primeiro é sobre a gestão de projetos que tratará de todas as fases da criação de um projeto, mostrando desde o conceito inicial até seu encerramento e conclusão. Na segunda parte será abordado o ciclo de vida de desenvolvimento de software que tratará das fases que um sistema passa desde sua concepção até as manutenções depois de pronto. Por último serão vistos dois assuntos que se complementam que são a ciência da informação e a biblioteconomia, nessa parte será abordado tudo que envolve a informação e a evolução da mesma assim como as formas desenvolvidas para organizar o conhecimento adquirido através das experiências humanas através dos séculos. 2.1 Gestão de projetos 2.1.1 Conceito Segundo Dennis (2005), o conceito de gestão de projetos é a parte da criação de um projeto onde são resolvidos quais serão os temas do projeto e de que forma será elaborado, quem será o líder da equipe. A gestão de projeto é definir em todas as partes como tudo será desenvolvido, quanto será gasto quais os horários da equipe, a própria definição da equipe. Na gestão de projetos pra que um projeto chegue ao final com o objetivo alcançado, é necessário toda a estrutura do projeto e que ele seja feito rigorosamente até o final, podendo sofrer alterações, mas desde que isso entre no projeto. Tratando – se de horários e tempo do projeto, tudo deve ser bem calculado e separado, o tempo que será gasto para executar certo tipo de serviço para se analisar por base o tamanho de um projeto, deve se calcular uma fase do projeto tirando assim a base de todo o tempo gasto em um projeto, no decorrer de todo o projeto pode acontecer troca de pessoa ou ate horas extras para alcançar uma meta do projeto. Segundo Prado (1998), esta não é a única forma de se desenvolver um
  20. 20. 19 projeto, um projeto é feito de diversas maneiras existem alguns passos que iremos ver abaixo. 2.1.2 Fases do projeto 2.1.2.1 Criação A fase de criação de um projeto vem trazer a responsabilidade da equipe de montar toda uma grade de fases, a criação em si - mesma tem por finalidade escolher as melhores idéias, pesquisar onde o projeto será bem visto, verificar a concorrência, ter inovação e as melhores idéias devem ser bem analisadas para ter certeza de que tudo vai funcionar, pois um erro na elaboração do projeto pode ocasionar o fracasso do projeto nesta fase, deve-se analisar o mercado, as localizações industriais, saber as receitas e as despesas do desenvolvimento do projeto, se haverá retorno, impostos a serem pagos etc. Tudo deve ser bem analisado para a execução do projeto. 2.1.2.2 Estudo de viabilidade Esta é uma fase vital de um projeto, é nela onde vão acontecer as principais decisões como: fazer o estudo de viabilidade e analisar de forma minuciosa como irá funcionar o projeto. Abaixo segue alguns dos principais detalhes do estudo de viabilidade:  Projeto;  Estudo de mercado;  Localização industrial;  Engenharia tecnologia/escala da produção;  Receitas e despesas;  Indicadores de eficiência;  Impostos e subsídios;
  21. 21. 20 2.1.2.3 Definições de requisitos Nesta fase é onde se definem os requisitos que serão usados durante o projeto, isso é feito através de visitas ao cliente observando as necessidades do mesmo, acatando as opiniões que ele deseja, já que as regras de negocio variam de empresa para empresa. Após ter feito o levantamento de requisitos deve-se definir as equipes que irão trabalhar no projeto e em quais partes dele. No inicio do levantamento de requisitos é importante que o gerente do projeto analise bem o cliente e após uma boa analise de todos os pontos importantes ele deverá repassar as informações aos demais integrantes do projeto. 2.1.2.4 Design Neste momento o gerente do projeto deverá reunir-se com o cliente para mostrar padrões e protótipos de tela de como será o seu sistema. Essa e a fase onde se terá a base de como o projeto será montado, e é importante a avaliação dos protótipos pelo cliente, dando maior credibilidade e segurança para a equipe de desenvolvimento. 2.1.2.5 Execução Na fase de execução do projeto será feita toda a programação, sempre revisando as regras de negócio. Nesse ponto o gerente deverá estar sempre atento quanto às possíveis falhas que poderão ocorrer, pois se o projeto sair muito fora do previsto ele deverá ser reavaliado para que seja garantida a sua qualidade. 2.1.2.6 Instalação e Teste Nesta fase são feitos todos os testes alterando o que for necessário para que não venha trazer problemas maiores no futuro, deve-se também instruir o usuário sobre o funcionamento do sistema, testando a compatibilidade do software com o sistema operacional utilizado.
  22. 22. 21 2.1.2.7 Encerramento No encerramento do projeto serão arquivados todos os passos e os processos utilizados no sistema. Isso ajudara nas alterações futuras e também em uma possível mesclagem com outros sistemas, já que outras pessoas poderão dar continuidade ao projeto futuramente. 2.1.3 Documentos do Projeto Durante o ciclo de vida de um projeto são produzidos diversos documentos, alguns projetos não terão os mesmos documentos que outros e alguns poderão ter documentos mais detalhados. Os documentos geralmente estão relacionados com o produto que esta sendo criado podendo ser agrupados em duas categorias:  Fases  Estudo de viabilidade;  Definições de requisitos;  Design;  Execução;  Testes;  Principais documentos obtidos  Estudo de viabilidade;  Especificação do produto;  Especificação de design;  Plano de teste;  Resultado dos testes; 2.1.4 Gerencia dos produtos / serviços Neste ponto o gerente do projeto deverá se preocupar com as metas e objetivos propostos, pois desta forma certamente os esforços resultarão em produtos e serviços de qualidade.
  23. 23. 22 2.1.5 Gerencia do projeto / atingimento de metas O gerente deverá estar atento as metas estipuladas no inicio do projeto, acompanhando todos os processos, onde podemos citar: treinamentos análise de qualidade, agendamento de reuniões e avaliação da capacidade da equipe. Além disso, o gerente devera avaliar a satisfação do cliente para saber se o produto esta atendendo as necessidades da empresa. 2.1.6 Processos executados em cada fase Em cada fase existem vários processos, que serão executados para o controle de qualidade do software, e os principais processos em cada uma das fases do projeto são: processo de inicialização, processo de planejamento, processo de execução, processo de controle e processo de encerramento, sendo que todos eles estão totalmente interligados como mostra a Figura1. Figura 1 – Processos executados em cada fase. Fonte: (PRADO, 1998). 2.2 Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software Segundo Silva (2001), o ciclo de vida de desenvolvimento de Software nada mais é do que as fases que um sistema passa desde a definição da problemática de
  24. 24. 23 uma empresa até o momento em que começam as manutenções. As manutenções também são consideradas como fase do ciclo de vida de desenvolvimento de software, pois a maioria, se não todos os sistemas, vivem em constantes manutenções, sejam elas por falhas ou por mudanças na legislação. O ciclo de vida de desenvolvimento de Software é dividido em oito partes que são: Concepção, Estudo da Viabilidade, Processo de Análise, Projeto de Sistema, Projeto Detalhado, Implementação, Implantação e Manutenção. Hoje em dia, de uma forma geral as empresa estão buscando com todos seus recursos a maximização da produção, redução de custos e aumento da produtividade. E por causa desta busca as empresas se sentem na necessidade de informatizar ou até mesmo substituir sistemas de informações antigos. 2.2.1 Concepção É o momento em que o analista de sistemas percebe os pontos críticos que estão dificultando a empresa atingir as metas e objetivos definidos pela Direção, e a partir daí conclui-se que construindo um sistema de informação ou aperfeiçoando o sistema já existente, resolveria os problemas atuais da empresa. Neste momento o analista passa a buscar uma alternativa definitiva para resolver o problema existente. Essa fase é muito importante, pois é ela que irá direcionar o novo projeto, onde requer que os funcionários envolvidos estejam totalmente comprometidos e que a administração da empresa proporcione total liberdade de trabalho para a equipe de desenvolvedores, pois caso contrário o projeto nem sairá do papel. 2.2.2 Estudo da Viabilidade Após a concepção o analista deve fazer um relatório para apresentar a administração com estimativas de custos, prazos e possíveis soluções, mostrando de forma sucinta e objetiva os benefícios do projeto, isto nesta hora é de suma importância, pois alguns administradores se assustam com os valores dos investimentos e abortam o projeto, investimentos esses que às vezes não se limitam apenas na aquisição de novos equipamentos e contratação de novos funcionários,
  25. 25. 24 dependendo do caso são necessárias a compra de novos móveis e até a construção de novas instalações, e não para por aí, se o aplicativo e o Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) que será desenvolvido o Sistema forem pagos, também há a necessidade de adquirir a licença dos devidos softwares. Por isso neste momento é muito importante que o analista “venda” a sua idéia e as suas habilidades inclusive de negociador são muito importantes para que o sistema não morra por aqui, depende exclusivamente de o analista mostrar os benefícios que serão alcançados e os retornos que serão obtidos. 2.2.3 Processo de Análise Nesta etapa deve haver uma sintonia muito grande entre usuários e analistas, pois quem conhece as regras de negócios e os pontos críticos do processos é o usuário, então ele deve estar empenhado em colaborar ao máximo que puder. É importante também o usuário fazer uma avaliação do sistema já existente para que se possam conhecer exatamente os pontos onde precisam ser melhorados. Não se deve somente ver os pontos críticos do sistema já existente e sim identificar todos os elementos de dados que podem gerar informações que irão ajudar na tomada de decisão. Esses levantamentos devem ser feitos por meio de documentos, análise de arquivos e principalmente com os usuários do sistema já existente. Com essas informações na mão, o analista deve começar a transformar tudo isso em especificações técnicas correspondente à construção de um modelo lógico do sistema a ser desenvolvido, utilizando-se de ferramentas de análise estruturada como: Diagrama de fluxo de dados, Diagrama de Classes, Dicionário de Dados, Descrições dos Principais algoritmos e outros. Os passos seguintes são:  Definir os principais objetivos do sistema;  Definir os departamentos que a princípio não participarão do sistema;  Descrição de funcionamento;  Descrição de fluxo de dados;  Definição dos responsáveis pela alimentação do sistema;  Definição de prazo para a apresentação de resultados ao usuário, etc.
  26. 26. 25 Enfim tudo que se possa planejar nesta hora é muito importante, pois evitará problemas futuros que poderão atrapalhar o desenvolvimento do sistema. 2.2.4 Projeto É o momento em que o analista começa a entender com precisão o que deve ser feito e começa a sair do lógico para o físico, assim começa a criar soluções para os problemas encontrados nas fases anteriores, podendo mostrar mais de uma solução para o mesmo problema. O analista deve apresentar algumas propostas de soluções para a administração da empresa. Uma delas é a solução de baixo custo que satisfaz as necessidades momentâneas e imediatas dos usuários, porem possui menor flexibilidade na resolução de problemas futuros. Essa solução é bastante tentadora, mas se deve ter muita cautela, pois nem sempre o mais barato é a melhor forma de se resolver em definitivo os problemas encontrados. Existem também sistemas que além de resolver as necessidades momentâneas e imediatas, fazem uma certa projeção de solução de necessidades futuras, prevendo a expansão da empresa, mudanças na legislação, inflação e outros que possa ocorrer. Além das duas soluções anteriores existe outra que alem de atender a necessidades atuais tenta prever soluções a longo prazo. Ao escolher esta opção deve-se ter muita cautela, pois além de mais caro, o processo de Estudo de viabilidade e os Processos de Análise devem ser o mais exato possível, pois ocorrendo um erro nestas fases o sistema pode não corresponder ás expectativas de soluções á longo prazo. As propostas de soluções devem ser elaboradas em forma de relatórios e devem conter Diagramas de fluxos de dados de cada alternativa, Tipo de Sistema Gerenciador de Banco de Dado (SGBD) a ser usada, Definição de layout de telas e relatórios e outros. Finalizado este relatório o analista deve apresentar à administração da empresa, onde a mesma deverá definir junto com o analista qual a melhor solução proposta. Essa escolha é bem pessoal e deve ser levada em conta a situação econômica da empresa e a visão empresarial de cada empreendedor.
  27. 27. 26 2.2.5 Projeto Detalhado Após a empresa ter definido qual a proposta de solução que melhor se encaixe nas suas necessidades, é hora de detalhar tudo que já tinha sido definido nas fases anteriores. É muito importante que nesta etapa o usuário seja consultado sobre que tipos de relatórios gostaria de receber, que dados devem conter e em que ordem esses dados devem ser impressos. A integração de analistas, programadores e usuários é de fundamental importância para que se tenha um bom resultado, pois nesta fase o projeto passará pelas últimas definições, e essas definições deverão conter as especificações técnicas necessárias para a construção de cada programa do sistema. Deverão ser construídos quadros hierárquicos e um conjunto de entradas, processos e saídas para cada programa, isso facilitará a vida dos programadores que certamente se orientarão desses detalhamentos. O analista deverá fazer uma breve exposição ao usuário de como será o funcionamento de todo o sistema, onde deverá permitir a visualização das principais funções do sistema e dar uma prévia de como ocorrerá o treinamento dos usuários. 2.2.6 Implementação Depois de todos os detalhamentos terem sido feito é que começa a construção fisicamente, os programadores deverão começar pelos programas que farão gerenciamento do sistema e em seguida os demais programas. Deverão ser criados procedimentos de segurança de dados e mecanismos de auditoria, tendo em vista que a integridade dos dados no sistema só aumenta a credibilidade. Durante esta etapa os programas criados deverão passar por testes isoladamente e somente depois de terem sido corrigidos os possíveis erros, deverão ser testados em conjunto com os demais programas já criados. Depois de criados e testados todos os programas de um módulo do sistema, é importante fazer o teste piloto que testa o sistema como um todo, tendo o acompanhamento dos principais usuários. E posteriormente quando o sistema estiver pronto, fazer um treinamento com os usuários demonstrando como proceder aos cadastros e retiradas de relatórios.
  28. 28. 27 Os procedimentos e funções do sistema deverão ser documentados, montando assim o manual do sistema que será utilizado pelo pessoal de desenvolvimento. Além deste manual deverá ser construído o manual do usuário, com o detalhamento de todos os procedimentos operacionais indispensáveis para o bom funcionamento do sistema. É recomendável nos primeiros meses de utilização, trabalhar em paralelo com o sistema já existente para poder fazer o confrontamento dos dados e resultados de ambos os sistemas. 2.2.7 Implantação É a fase que aparentemente não exige muito esforço, mas constitui um marco fundamental na vida de um sistema, e é uma das mais arriscadas etapas para a equipe de desenvolvimento, pois a credibilidade dela poderá ficar comprometida perante a empresa dependendo do tipo de erro que vier acontecer. Nesta fase deve-se destacar o cuidado nas seguintes etapas:  Teste geral do sistema com dados reais;  Treinamento de usuários;  Acompanhamento de todos os procedimentos operacionais pela equipe de análise;  Análise de resultados. 2.2.8 Manutenção Na fase anterior o sistema foi devidamente testado, mas nenhum sistema esta a salvo de manutenções, pois além dos possíveis erros que ainda possam persistir, sempre existe a possibilidade de melhorá-lo, criando novas funções e ampliando seus recursos. As manutenções de um sistema são de suma importância para o seu tempo de vida útil, pois sem manutenções ele pode se tornar obsoleto com muita rapidez, não apenas por motivos de falhas, mas também por modificações nas legislações, que sempre representa grande parte do serviço para equipe de desenvolvimento.
  29. 29. 28 2.3 Ciência da Informação e Biblioteconomia 2.3.1 Ciência da informação A ciência da informação é um campo da ciência que, como o próprio nome já diz, estuda a informação e seu impacto na sociedade, esse termo foi estabelecido em 1960, surgido como resultado de trabalhos realizados no Instituto de Tecnologia da Geórgia nos Estados Unidos, segundo Saracevic (1991), “Um campo é definido pelos problemas que são propostos e a CI é definida como um campo englobando tanto a pesquisa cientifica quanto a pratica profissional, pelos problemas que propõe e pelos métodos que escolheu ao longo do tempo para solucioná-los”, ela aborda as informações desde seus conceitos mais simples até as fases que passa para se transformar em conhecimento. Nos últimos tempos, mais do que nunca a informação se tornou um bem indispensável e pouco se lembra que no passado era um privilégio de poucas pessoas assim como é citado por Toutain et al. (2007) que retrata a época após o fim do Império Romano a informação era mantida atrás de muros protegidos fora do alcance da maioria: Na Idade Média, que consideramos aqui como o período entre o fim do Império Romano e o nascimento da civilização da Grécia e Roma, algo entre os anos 900 e 1300 a informação era privilégio de eruditos e estava retida pelos muros dos mosteiros cuidada e vigiada pelos monges. Daquela época até os tempos atuais aconteceram muitas mudanças, assim como a forma com que a informação é transmitida, com a popularização dos computadores e da internet esses documentos, artigos, textos e até mesmo livros estão disponíveis para acesso dia e noite, podendo ser vistos por todos que possuem um computador ou dispositivos com acesso a rede, isso sem falar das bibliotecas que disponibilizam a todos grande conteúdo bibliográfico, além de possuir acesso a internet gratuitamente. A CI está envolvida em cada passo do desenvolvimento da informação e do conhecimento humano e é através de seus estudos que podemos compreender melhor o mundo em que vivemos e responder a questões antigas da humanidade.
  30. 30. 29 A CI possui três características principais que são as que definem sua existência e sua evolução. A primeira é que ela é interdisciplinar, ou seja, ela não trata de apenas uma disciplina ou área do saber, ela interage simultaneamente com varias outras áreas. Tonini e Barbosa (1997) definem que: "O trabalho interdisciplinar é, por definição, efêmero e depende da existência prévia de pessoas formadas em disciplinas bem definidas, que em determinados momentos buscam conhecimentos e estabelecem formas de cooperação com pessoas de outras áreas. Se as interdisciplinas se desenvolvem e se consolidam, elas se transformam em novas disciplinas como é o caso, por exemplo, da biologia molecular, da história econômica ou da físico-química". A segunda característica é que a CI esta ligada completamente com a tecnologia da informação pode-se dizer que as mudanças constantes na TI é o que ira determinar os rumos da CI. A terceira característica, é que a CI igual a varias outras disciplinas que participam ativamente na evolução da sociedade da informação, possui grande abrangência social e tecnológica, o que a torna indispensável nos dias de hoje. Essas três principais características ou razoes formam o modelo para o estudo e compreensão da Ciência da informação entendendo seu passado, presente e futuro. A realidade do livre acesso ao grande fluxo da informação sempre foi vislumbrada por vários homens em varias épocas da historia, esse pensamento da distribuição do conhecimento produzido pelas sociedades vem desde o século XVII, passando pela Europa e America do Norte, a idéia compartilhada dessas pessoas era criar uma sociedade de conhecimento e informação que é mais bem definida por Toutain et al. (2007): O ideal compartilhado seria o de se construir uma sociedade do conhecimento não só uma sociedade da informação. É um erro confundir a sociedade da informação com a sociedade do conhecimento. A sociedade da informação é uma utopia de realização tecnológica e a do conhecimento uma esperança de realização do saber.
  31. 31. 30 2.3.1.1 A Transformação da Informação em Conhecimento A informação é o que faz funcionar as sociedades, pois através de seus estudos ela nos dá uma noção do nosso passado através de fatos marcantes, nos possibilita entender o presente, e nos prepara para o futuro. Todo produto ou serviço ligado a informação esta fadado a uma premissa básica de que também esta comprometida diretamente com a produção do conhecimento, os fluxos de informação se dão em dois níveis, no primeiro nível os fluxos se movem de forma a armazenar e recuperar as informações, se orientando para sua organização e controle. Os fluxos internos são um conjunto de ações pré-definidas a fazer suas operações baseadas em princípios práticos. Figura 2 – Demonstração do fluxo da informação. Fonte: (PRADO, 1998). No segundo nível existem os fluxos extremos, nesse tipo de fluxo, em um extremo a informação será gerada pelo transmissor e chegara ao receptor que assimilará a informação e a transformará em conhecimento, no outro extremo dessa ligação, o transmissor irá gerar a informação de uma maneira que o receptor a receba, entenda e processe as informações recebidas. O lugar em que a informação se transforma em conhecimento é na consciência do receptor da mensagem, que irá interiorizá-la e tirar conclusões das informações recebidas.
  32. 32. 31 2.3.2 Biblioteconomia A biblioteconomia existe a mais de três mil anos e é uma das profissões mais antigas da humanidade, seu objetivo principal é a organização, preservação e uso dos registros gráficos produzidos pela humanidade, esse trabalho cabe as bibliotecas, mas não só como uma maneira de guardar esses documentos de forma a se tornar uma fonte inacessível de conhecimento, as bibliotecas são instituições sociais e educacionais indispensáveis de um valor inestimável, esse valor foi comprovado varias vezes ao longo da historia do homem transpassando fronteiras culturais, étnicas e religiosas através de varias épocas, o termo biblioteca é bem definido por Toutain et al. (2007): “... contribuindo para o sistema total de comunicação na sociedade... Embora as bibliotecas tenham sido criadas como instrumentos para maximizar a utilização dos registros gráficos em benefício da sociedade, elas atingem sua meta trabalhando com os indivíduos e através deles, atingem a sociedade.” A biblioteconomia não se restringe apenas as bibliotecas, ela esta presente em áreas como: bancos de dados, centros de documentação, sistemas de informação e sites entre outros ramos. O trabalho do profissional da área da biblioteconomia vai muito além de serviços como empréstimos e organização, ele é responsável por intermediar a relação de quem busca a informação, fazendo com que o usuário obtenha resultados rápidos e que atendam suas necessidades. Antigamente a biblioteca era a principal área de atuação do bibliotecário, mas com o avanço da tecnologia e a forma com que as informações são passadas hoje em dia, esse profissional se torna indispensável e varias áreas em que a informação precisa ser organizada de forma a cumprir com as normas propostas pela biblioteconomia. Com o avanço tecnológico, ao contrario do que muitos pensam, a função do profissional da área não é ameaçada de forma alguma, esse avanço é responsável pelo contínuo desenvolvimento desse profissional, que tem de estar sempre atualizado e informado, o que o torna hoje um profissional indispensável para a transmissão do conhecimento.
  33. 33. 32 Hoje em dia o objeto de estudo da biblioteconomia não é somente o livro, ela abrange todo e qualquer tipo de objeto que transmita informação e conhecimento, o fluxo de informação se tornou tão grande que hoje a maior parte das tarefas executadas pela biblioteconomia tem que ser informatizada, o que melhora e muito o fluxo de transmissão da informação, as tarefas tomam menos tempo do que antigamente, e esse tempo é usado para execução de outras tarefas, sem a opção da informática seria praticamente impossível controlar a quantidade enorme de documentos que abarrotam as estantes e prateleiras das bibliotecas, com a popularização da internet os mesmos documentos encontrados fisicamente em bibliotecas se encontram de forma digital na rede. A biblioteconomia e a ciência da informação estão intimamente ligadas, alguns dizem que a CI é uma evolução da biblioteconomia, deixando as discussões de lado, as duas áreas compartilham de varias semelhanças, mas também existem varias diferenças e todas essas diferenças entre elas mostram que biblioteconomia e CI são áreas diferentes que possuem uma grande relação interdisciplinar. Saracevic (1991) é destaca alguns aspectos que as diferenciam, “São importantes, entretanto, as diferenças na seleção e/ou definição de problemáticas, paradigmas, metodologias e soluções teóricas ou práticas. A conclusão, então, é que biblioteconomia e CI, embora relacionadas, constituem campos diversos.”. Apesar de serem grandes aliadas possuem diferenças que as tornam áreas distintas de estudo. 2.3.3 A Internet e as Bibliotecas A internet é uma poderosa ferramenta de transmissão de informação e comunicação entre pessoas e organizações, ela vem em uma constante crescente no mundo inteiro, sendo utilizada em diversos setores da sociedade, possuindo o potencial de tornar as coisas mais evidentes através da sua grande capacidade de introdução em diversos meios sociais. Esse valioso recurso aliado as instituições educativas pode constituir novas posturas educacionais, mas para que isso possa ser abundantemente explorado as pessoas que irão transmitir esse conhecimento devem estar preparadas, é necessário que elas dominem essa tecnologia e conheça modos de explorá-la da melhor maneira possível.
  34. 34. 33 O surgimento e popularização da internet vêm levando a revisão de varias áreas da educação e da sociedade, possibilitando uma enorme difusão e troca de informações entres as áreas, assim como varias outras áreas a biblioteca também esta sendo atingida por essas mudanças, como citado por Faqueti e Ohira (1999): A biblioteca também se vê atingida por estas modificações tecnológicas de forma inquestionável. Para Rezende & Marchiori (1994) a explosão da informação e o desenvolvimento tecnológico crescente possibilitaram a criação de novas condições de tratamento, armazenagem e acesso a informações, afetando a realidade vigente e transportando a ótica primeira do acesso à estante para o acesso à informação em qualquer lugar. Esse impacto da tecnologia proporcionou a criação de diferentes tipos de biblioteca e por serem consideradas novas não existe entendimento entre os diversos autores, Faqueti e Ohira (1999) descrevem, portanto quatro tipos de bibliotecas, entre vários outros tipos específicos: Biblioteca Polimídia – esse tipo de biblioteca é similar as bibliotecas atuais com uma diferença que não possui recursos computacionais e os processos são gerenciados manualmente, o que torna as atividades bibliotecárias muito mais trabalhosas, essas bibliotecas disponibilizam para acesso documentos impressos, fitas de vídeo, CD-ROM, microfilmes, etc. Biblioteca Eletrônica – essa biblioteca possui recursos computacionais para executar suas tarefas básicas como armazenagem, recuperação e disponibilidade de informação, construindo índice de seu conteúdo on-line, o que facilita a busca por determinado documento. Biblioteca Digital – a biblioteca digital tem como característica básica não obter materiais impressos e seu conteúdo existe apenas digitalmente, esse conteúdo pode ser armazenado em meios como memórias eletrônicas, que podem ser acessadas remotamente por meio de redes ou pela própria internet. Biblioteca Virtual – a biblioteca virtual é uma entidade cuja existência depende da tecnologia da realidade virtual, com o uso de técnicas de computação avançadas
  35. 35. 34 simula o ambiente físico de uma biblioteca real em um computador que dispõe de recursos necessários para obter acesso ao seu conteúdo. Entre esses tipos citados existem vários outros tipos de conceitos de biblioteca, eles se formam impulsionados pelo avanço da tecnologia, baseado nessa evolução as bibliotecas escolares e universitárias tem que responder á esses avanços e ter uma constante renovação para transmitir da melhor forma o conhecimento. Na opinião de Faqueti e Ohira (1999), uma biblioteca escolar ou universitária é: ...uma instituição que sustenta uma sensação de comunidade acadêmica e que, muito mais do que repositório de informações, ela é uma tecnologia para a comunidade, criando uma memória compartilhada do passado, uma armazenagem comum de conhecimento e um local para a criação de novo conhecimento. Através destas conclusões pode-se dizer que uma biblioteca do futuro precisa ser uma instituição de acesso a toda sociedade e também ser um ambiente em que seja priorizada a troca de conhecimento e idéias. 2.3.4 Documentação e Organização das Bibliotecas As origens do termo documentação não são bem definidas, mas o termo técnico surgiu no fim do século XIX e era utilizado por aqueles que trabalhavam com a divulgação da bibliografia universal em um nível internacional como Paul Otlet e Henri La Fontaine, o termo e seu objetivo são definido por Bradford (1953), “A documentação tem uma função vital em qualquer fase, desde o estabelecimento de uma lei cientifica até a sua aplicação à produção de algum objeto destinado a nossa vida diária, e a subseqüente melhora desse objeto.”. As técnicas de documentação são usadas na biblioteconomia para catalogação da informação através de normas previamente estipuladas, as bibliotecas surgiram como pequenos depósitos de livros e manuscritos, mas ao longo do tempo perceberam o seu potencial social, sobre o olhar de Bradford (1953) podemos ter uma noção do surgimento das bibliotecas:
  36. 36. 35 As bibliotecas começaram como simples armazéns de livros e manuscritos, mas com a introdução da imprensa e o tremendo aumento na acumulação de material gráfico disso resultante, tornou-se logo evidente que a simples aquisição de livros era insuficiente, e que a organização desse material acumulado tornava-se essencial, mesmo imperativa, para que as coleções pudessem ter qualquer objetivo social. Com o aumento constante desse grande acervo surgiu então à necessidade de organização desse grande material bibliográfico, nesse inicio começaram a organizar esses materiais rudimentarmente, ou seja, não se utilizava nenhuma técnica especifica para essa organização, havia somente uma disposição dos materiais por assunto e pouco depois começou a ser feita a compilação bibliográfica especializada. A documentação possibilita acesso rápido, segurança, flexibilidade, controle e sigilo sobre os materiais documentados, o documentador precisa de um grande conhecimento nessa área, pois existem varias normas para se executar esse trabalho e chegar aos resultados citados acima, Bradford (1953) define o processo de documentação como: A documentação é o processo de coletar e classificar por assunto todos os registros de novas observações. Colocando-as à disposição, quando necessário, do descobridor ou inventor. Sem a documentação, as observações registradas são apenas itens dispersos, de pouco uso isoladamente, que se enterram na grande massa de literatura cientifica como agulhas no palheiro. Dentro de uma biblioteca para atender os usuários ela é dividida em setores, um setor cuida da gestão da biblioteca e outro atende o acervo, entre os principais setores podem ser citados:  Administração;  Desenvolvimento de Coleções;  Registro;  Processos Técnicos (PT);  Preservação, Conservação e Restauração;  Referência;  Circulação;
  37. 37. 36 Esses setores estão bem mais detalhados abaixo: Administração – esse setor é responsável pela administração geral, incluindo recursos humanos, segurança, finanças, planejamento, controle, correspondências, etc. Desenvolvimento de Coleções – o setor de Desenvolvimento de Coleções é responsável pelo desenvolvimento da coleção, esse setor pode ser dividido em dois níveis em geral, o primeiro é o nível de seleção que cuida da seleção de livros e documentos que a biblioteca necessita e o segundo é o de aquisição que ira buscar os documentos que foram indicados pelo nível de seleção, essa aquisição pode ocorrer de três formas: compra, permuta e doação Registro – o setor de Registro é responsável por tornar os materiais em patrimônio da biblioteca através de varias informações do material e carimbos. Processos Técnicos (PT) – é o setor responsável por aplicar técnicas de biblioteconomia para classificar, indexar e catalogar os documentos. Preservação, Conservação e Restauração – é o setor responsável pela avaliação do estado físico do documento, fazendo a recuperação do mesmo caso esteja avariado. Referência – é o setor que atende diretamente o usuário, o cartão de visita da biblioteca. Circulação – é o setor responsável pela atividade fim da biblioteca, que é o empréstimo e devolução dos livros e a parte de cobrança de multas, esse setor esta ligado diretamente ao setor de Referência.
  38. 38. 37 2.3.5 Alguns Termos Usados na Catalogação de Material Tombo – o número de tombo é um código interno que o documento irá receber na biblioteca, esse número é único para cada exemplar e ele irá auxiliar no controle do estoque de documentos da biblioteca. ISBN – International Standard Book Number – é um sistema internacional padronizado que identifica as edições de livros conforme dados do título, autor, país, editora e edição, o seu sistema numérico é convertido em forma de código de barras, o que facilita a circulação e comercialização. ISSN – International Standard Serial Number – é um número identificador composto de oito dígitos aceito internacionalmente para classificar individualmente uma publicação seriada, tornando-o um documento único. Número de Cutter – é uma tabela de códigos criada em 1880 por Charles Ammi Cutter, ela serve para indicar a autoria de uma obra literária, essa forma de classificação é comumente usada em bibliotecas. Classificação Decimal de Dewey (CDD) – é um sistema de classificação de documentos criada em 1876 e desde então foi sendo modificada e expandida, essa classificação combina números e sinais de pontuação, apesar de ser um sistema de classificação muito expressivo é considerado teoricamente inferior aos outros tipos. Classificação Decimal Universal (CDU) – é um sistema de classificação de documentos criada no final do século XIX, é baseada na CDD, mas usa sinais auxiliares para indicar aspectos especiais, é usada especialmente em bibliotecas especializadas e vem sendo atualizada constantemente para incluir as novas áreas que surgem.
  39. 39. 38 3. LEVANTAMENTO DE REQUISITOS 3.1. Descrição da Empresa  Nome da Empresa Biblioteca Central “Carlos Drummond de Andrade” da Faculdade de Ciências e Tecnologia de Birigui – FATEB.  Localização A biblioteca está situada na Rua Antonio Simões, 04 – Centro, na cidade de Birigui estado de São Paulo.  Numero de Funcionários A biblioteca conta com três funcionários responsáveis por todas as operações realizadas.  Estrutura Ela ocupa uma área de 228m2 tendo duas salas de estudo em grupo fechadas, espaço destinado ao acervo das obras, área de estudo, uma área destinada aos computadores e a área administrativa onde ficam os funcionários. A biblioteca conta com um acervo de 12.300 obras aproximadamente, entre livros, dicionários, enciclopédias, catálogos, manuais, monografias, dissertações, teses e materiais audiovisuais, conta também com 7.000 fascículos de publicações periódicas. Atualmente ela atende os usuários da faculdade, alunos, ex-alunos, professores e funcionários além de pessoas da comunidade que procuram a instituição.  Sistema de Informatização Atual A parte administrativa da biblioteca possui três computadores, sendo um deles o servidor do sistema e banco de dados, também usado como estação de trabalho pelos usuários, rodando o sistema operacional Windows XP, os demais são somente utilizados como estação de trabalho. Possui também um terminal somente para consultas do acervo, alem de dois computadores para
  40. 40. 39 acesso a internet e realização de trabalhos e pesquisas pelos usuários, sendo principalmente utilizado por usuários menos favorecidos que tem a oportunidade de acessar a internet.  Atendimento da Biblioteca O atendimento aos usuários da biblioteca é feito pelos três únicos funcionários, sendo um deles com formação na área de biblioteconomia. O horário de atendimento é de 2a a 6a feira das 13h00h às 22:30h e de sábado das 08:00h às 11:00h. 3.2. Processos Organizacionais  Cadastros Básicos A parte de cadastros básicos consiste no ato de abastecer o sistema com os dados que servirão de base para todos os outros processos do sistema, esses cadastros geralmente são utilizados na catalogação de obras e periódicos, na realização de empréstimos, reservas e renovações de empréstimos, etc.  Realizar Reservas O processo de realização de reservas será feito quando o usuário não possuir pendências e quando o exemplar da obra ou periódico já se encontrar emprestado por outro usuário. Esse processo será realizado de duas formas, comparecendo pessoalmente na biblioteca, ou acessando o sistema via web no site da FATEB.  Realizar Empréstimos O processo de realização de empréstimos é a retirada da obra ou periódico com uma data pré-definida para a devolução, dependendo do tipo de material retirado. O empréstimo será feito somente com a presença do usuário na biblioteca, desde que o mesmo esteja em posse de sua carteira de estudante e não tenha pendências financeiras derivada de atraso na entrega de
  41. 41. 40 empréstimos anteriores. O empréstimo não necessariamente será originado de uma reserva realizada anteriormente, mas sendo realizada, garante que o próximo empréstimo lhe será assegurado, desde que não exceda o prazo de retirada definido pela biblioteca para cada tipo de mídia e grupo de usuários.  Realizar Renovação O processo de renovação consiste em renovar um empréstimo anteriormente realizado, desde que o mesmo não tenha ultrapassado a data de devolução e não esteja reservado por outro usuário. Esse processo será realizado comparecendo pessoalmente na biblioteca, ou acessando o sistema via web no site da FATEB  Realizar Devoluções Esse processo consiste no ato de devolver uma obra ou periódico que esteja em posse do usuário. As devoluções serão realizadas mesmo quando a data de devolução esteja ultrapassada, onde os atrasos gerarão pendências financeiras de acordo com o grupo de usuário e tipo de mídia.  Pagamento de Multas As multas ou pendências financeiras são providas por dias de atraso na entrega de uma obra ou periódico, sendo que cada tipo de mídia possui um valor por dia de atraso. As multas resultarão no bloqueio de novos empréstimos e renovações.  Emissão de Relatórios Os relatórios são informações obtidas através dos dados cadastrados e processados no sistema. Esses dados terão entrada no sistema pro meio dos cadastros gerais, empréstimos, reservas, devoluções e renovações. Os relatórios servirão tanto para o nível gerencial da biblioteca quanto para o operacional.  Consultas As consultas são formas dos usuários verificarem as disponibilidades de determinados exemplares e poderão ser realizadas através de um terminal
  42. 42. 41 existente na biblioteca, ou via web acessando o site da Fateb. Estas consultas tanto podem ser feitas por usuários comuns quanto por operadores da parte administrativa da biblioteca. 3.3. Problemas Existentes  O sistema atual da biblioteca não dispõe de pesquisas via web, tanto de disponibilidade de exemplares quanto de pendências e prazos de devoluções dos mesmos.  O sistema atual não é multiplataforma, ele foi projetado para rodar somente no sistema operacional Windows. Atualmente o servidor da aplicação roda em Windows XP e os terminais usados pelos operadores usam o Windows Millennium, o que algumas vezes ocasionam alguns problemas.  Os operadores alegam que na impressão dos comprovantes de Empréstimo / Renovação não há possibilidade de configurar a página para melhorar o aproveitamento do papel, atualmente eles sentem a necessidade de economizar o papel usado na impressão dos comprovantes.  Atualmente a Fateb paga uma mensalidade para utilizar o sistema, o que hoje em dia não esta sendo muito viável devido à falta de manutenções, pois na ocorrência de algum problema que necessite de manutenção, a empresa proprietária do software solicita que a Fateb atualize seu programa para uma versão mais recente, tendo assim um acréscimo em sua mensalidade. 3.4. Identificação dos Stakeholders Stakeholders em português tem o significado de partes interessadas, na área de TI esse termo abrange todos os envolvidos direta ou indiretamente no projeto. No projeto da biblioteca da Fateb os Stakeholders são os desenvolvedores do sistema, os funcionários da biblioteca, a Fateb e os freqüentadores da biblioteca, abaixo está especificado qual o interesse de cada um dos envolvidos no projeto:
  43. 43. 42  Os desenvolvedores do sistema Os desenvolvedores do sistema serão os responsáveis pelo software desde o planejamento até a finalização e entrega do sistema para a biblioteca, eles terão que analisar todos os requisitos obtidos com os funcionários da biblioteca e passar para o sistema usando recursos computacionais como linguagens de programação e banco de dados, de forma que fique de acordo com as especificações requeridas pelos usuários que irão utilizar o sistema.  Os funcionários da biblioteca Os funcionários da biblioteca serão os responsáveis por passar os requisitos para o desenvolvimento do sistema, a troca de informações dos funcionários com os desenvolvedores é essencial, pois este intercâmbio de informações será responsável por um sistema que satisfaça as necessidades dos funcionários da biblioteca.  A Fateb A Fateb como instituição responsável pela biblioteca esta completamente envolvida no projeto, pois são seus alunos e funcionários que usufruem dos exemplares disponíveis. Através de sistemas de consultas e reservas via web que serão desenvolvidos, a Fateb irá dispor de meios que facilitarão a relação dos alunos com a faculdade.  Os freqüentadores da biblioteca Os freqüentadores da biblioteca que serão os alunos, ex-alunos e funcionários da Fateb, serão beneficiados com novos mecanismos que serão desenvolvidos no projeto atual, mecanismos estes que tornarão o sistema mais acessível e interativo facilitando o relacionamento dos freqüentadores com a biblioteca da escola.
  44. 44. 43 3.5. Objetivos do Sistema  Um dos objetivos do sistema é implantar mecanismos de consultas via web, que estará disponível no site da Fateb aberto para alunos, professores e funcionários. Esse mecanismo possibilitará a consulta de todos os exemplares do acervo além de informar a disponibilidade e prazos de devoluções dos mesmos.  Também pretendemos implantar um mecanismo de reservas via web, onde os usuários poderão reservar, de qualquer lugar, exemplares que estejam emprestados a outros usuários.  Outro objetivo do sistema é desenvolver uma aplicação capaz de rodar em várias plataformas, deixando o programa mais flexível e conseqüentemente apresentar uma solução em que as estações fiquem livres de processamento deixando esse trabalho para o servidor.  Além dos objetivos citados acima, o sistema irá apresentar uma solução mais barata para a biblioteca da Fateb que poderá receber constantes manutenções de acordo com as necessidades da instituição. 3.6. Detalhamento dos Objetivos Propostos  Mecanismo de Consultas Via Web – o sistema atual da biblioteca não dispõe desse tipo de recurso e o projeto visa resolver esse problema, que é uma funcionalidade muito requisitada pelos alunos, professores e principalmente os funcionários da biblioteca, esse recurso estando em funcionamento, possibilitará a consulta em qualquer computador com acesso a internet, eliminando o terminal que hoje é somente usado para consultas internas na própria biblioteca. Essa função do sistema possibilitará consultas do acervo mostrando sua disponibilidade e também os prazos de devolução dos materiais emprestados, sendo a parte de consultas do acervo liberada ao
  45. 45. 44 público em geral e a parte de prazos de devolução liberada mediante a digitação de login e senha do usuário.  Reservas Via Web – este será outro objetivo que o novo sistema se propõe a resolver, já que o sistema atual não conta com esse recurso. Essa funcionalidade será restrita somente a usuários pré-cadastrados pelos funcionários responsáveis pela biblioteca, possibilitando os usuários a realizarem reservas online sem a necessidade de comparecer pessoalmente na biblioteca. A reserva possuirá as seguintes regras:  A realização de reservas será permitida quando o exemplar já se encontrar emprestado por outro usuário.  O usuário que estiver efetuando a reserva não poderá ter nenhuma pendência.  Sistema Multiplataforma – o sistema será desenvolvido de forma que seja web, sendo possível acessá-lo através de qualquer browser de internet e conseqüentemente por qualquer sistema operacional, entre os mais conhecidos atualmente podemos citar: Windows, Linux, Mac OS, etc. Essa é uma vantagem muito significativa, pois, os aplicativos desenvolvidos somente para uma plataforma têm desvantagens se comparado com um sistema multiplataforma e hoje em dia é um requisito muito solicitado pelos clientes. No formato que o sistema será implementado além de poder ser acessado de várias formas, ele também deixará a máquina cliente livre de processamento, pois, todo ele será realizado no servidor.  Solução mais barata e manutenções – por ser um trabalho acadêmico o presente projeto visa reduzir gastos com mensalidades, pois atualmente a faculdade além de pagar as mensalidades não obtém as devidas manutenções. Manutenções estas que ao serem solicitadas à empresa proprietária do software não são atendidas, neste caso a empresa propõe a atualização para uma versão mais recente do software, o que acarretará num aumento da mensalidade. Para resolver a questão das manutenções o atual projeto terá manutenções continuas de acordo com as necessidades da biblioteca.
  46. 46. 45 3.7. Técnicas de Levantamento de Requisitos O levantamento de requisitos se torna necessário em qualquer projeto de qualquer área existente, é através dele que iremos obter as necessidades dos clientes e executar o projeto de forma que supra essas necessidades. Santos (2002), define bem o termo que trata de coleta de dados, “Procedimentos de coleta de dados são os métodos práticos utilizados para juntar as informações necessárias à construção dos raciocínios em torno de um fato/fenômeno/processo”. Para realizar o levantamento de requisitos do projeto atual realizamos entrevistas com os funcionários da biblioteca onde questionamos algumas funcionalidades que seriam interessantes a se implementar, também colhemos algumas imagens do sistema que eles utilizam atualmente. Procuramos definir junto com os funcionários quais funcionalidades manter, quais funcionalidades retirar e quais funcionalidades a se implementar. Outra forma de levantamento de requisito foi em forma de questionário (ANEXO A), onde nós do grupo definimos previamente algumas questões a serem respondidas pelos funcionários da biblioteca, tendo em vista a opinião individual de cada um deles.
  47. 47. 46 4. ANALISE E PROJETO 4.1. Lista de Casos de Uso Nº Descrição Caso de Uso Ator 01 Efetuar Login Efetuar Login Operador/Usuário Catalogações 02 Cadastro de Países Cadastrar País Operador 03 Cadastro de Estados Cadastrar Estado Operador 04 Cadastro de Cidades Cadastrar Cidade Operador 05 Cadastro de Cursos Cadastrar Curso Operador 06 Cadastro de Usuários Cadastrar Usuário Operador 07 Cadastro de Categorias de Autor Cadastrar Categoria de Autor Operador 08 Cadastro de Autores Cadastrar Autor Operador 09 Cadastro de Editoras Cadastrar Editora Operador 10 Cadastro de Fornecedores das Obras Cadastrar Fornecedor da Obra Operador 11 Cadastro de Assuntos Cadastrar Assunto Operador 12 Cadastro de Tipos de Título Cadastrar Tipo de Título Operador 13 Cadastro de Tipos de Mídia Cadastrar Tipo de Mídia Operador 14 Cadastro de Tipos de Nota Cadastrar Tipos de Nota Operador 15 Cadastro de Idiomas Cadastrar Idiomas Operador 16 Cadastro de Série das Obras Cadastrar Serie da Obra Operador 17 Cadastro de Sub Série da Obras Cadastrar Sub Série da Obra Operador 18 Cadastro de Obras Cadastrar Obras Operador 19 Cadastro de Periodicidade dos Periódicos Cadastrar Periodicidade do Periódico Operador 20 Cadastro de Periódicos Cadastrar Periódicos Operador 21 Cadastro de Exemplares dos Periódicos Cadastrar Exemplares do Periódico Operador Circulações 22 Realização de Reservas Realizar Reserva Operador/Usuário 23 Realizar Empréstimos Realizar Empréstimo Operador
  48. 48. 47 24 Realizar Devoluções Realizar Devolução Operador 25 Quitar Pendências Quitar Pendência Operador 26 Renovar Item do Empréstimo (Operador) Renovar Item do Empréstimo Operador 27 Renovar Item do Empréstimo (Usuário) Renovar Item do Empréstimo Usuário Consultas 28 Consultar Obras Consultar Obra Operador/Usuário 29 Consultar Periódicos Consultar Periódico Operador/Usuário Relatórios 30 Relatório de Usuários Emitir Relatório de Usuários Operador 31 Relatório de Cursos Emitir Relatório de Cursos Operador 32 Relatório de Autores Emitir Relatório de Autores Operador 33 Relatório de Editora Emitir Relatório de Editora Operador 34 Relatório de Fornecedores de Obras Emitir Relatório de Fornecedor de Obra Operador 35 Relatório de Obras Emitir Relatório de Obra Operador 36 Relatório de Periódicos Emitir Relatório de Periódico Operador 37 Relatório de Inventário de Obras Emitir Relatório de Inventário de Obras Operador 38 Relatório de Inventário de Periódicos Emitir Relatório de Inventário de Periódicos Operador 39 Relatório de Empréstimos Emitir Relatório de Empréstimos Operador 40 Relatório de Reservas Emitir Relatório de Reservas Operador 41 Relatório de Pendências Emitir Relatório de Pendências Operador 42 Relatório de Títulos Mais / Menos Retirados Emitir Relatório de Títulos Mais / Menos Retirados Operador 43 Relatório de Usuários que Mais / Menos Emprestam Emitir Relatório de Usuários que Mais / Menos Emprestam Operador 44 Relatório de Títulos Mais / Menos Reservados Emitir Relatório de Títulos Mais / Menos Reservados Operador
  49. 49. 48 Geral 45 Troca de Senha do Usuário Trocar Senha do Usuário Usuário 46 Cadastro de Configuração de Circulação Cadastrar Configurações de Circulação Operador 47 Cadastro de Dias não Letivos Cadastrar Dias não Letivos Operador 48 Etiquetas de Obras Emitir Etiquetas de Obras Operador 49 Etiquetas de Periódicos Emitir Etiquetas de Periódicos Operador Quadro 1 - Lista de Casos de Uso
  50. 50. 49 4.2. Casos de Uso (Use Cases) 4.2.1 Caso de Uso 01 – Efetuar Login Descrição: Este caso de uso trata-se do Login do sistema. Ator: Operador, Usuário. Cenário Principal 1. Operador ou Usuário solicita o Login. 2. Sistema abre a tela de Login. 3. Operador ou usuário informa os dados do Login. 3.1 Login. 3.2 Senha. 4. Sistema valida os dados do Login. 5. Sistema libera o acesso. Cenário Alternativo 4.a. Operador ou Usuário não informa campo obrigatório. 4.a.1. Sistema emite mensagem informando que o campo é de preenchimento obrigatório. . 4.a.2. Sistema seta o foco para o campo que não foi preenchido. 4.b. Operador ou Usuário informa Login inválido. 4.b.1. Sistema mostra mensagem: Login Inválido!. 4.b.2. Sistema retorna para o cenário principal 2.
  51. 51. 50 4.c. Operador ou Usuário informa Senha inválida. 4.c.1. Sistema mostra mensagem: Senha Incorreta!. 4.c.2. Sistema retorna para o cenário principal 2. Figura 3 – Leiaute de Tela I – Controle de Acesso.
  52. 52. 51 4.2.2 Caso de Uso 02 – Cadastro de Países Descrição: Este caso de uso trata-se dos Países cadastrados no sistema, e será utilizado em outros cadastros. Ator: Operador. Cenário Principal 1. Operador Efetua Login. 2. Sistema acessa o programa. 3. Operador acessa a tela de Países. 4. Sistema lista os Países cadastrados. 5. Operador solicita o cadastro de um novo País. 6. Sistema apresenta a tela de cadastro de Países ao operador. 7. Operador informa a descrição do País. 8. Sistema valida os dados do País. 9. Sistema mostra a mensagem: Sucesso ao Inserir Registro!. Cenário Alternativo 8.a. Operador não informa campo obrigatório. 8.a.1. Sistema emite mensagem informando que o campo é de preenchimento obrigatório. . 8.a.2. Sistema seta o foco para o campo que não foi preenchido.
  53. 53. 52 8.b. Operador tenta cadastrar País que já possui cadastro no sistema. 8.b.1. Sistema mostra mensagem: Este País já se encontra cadastrado!. 8.b.2. Sistema retorna para o cenário principal 6.
  54. 54. 53 Figura 4 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Países. Figura 5 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Países.
  55. 55. 54 4.2.3 Caso de Uso 03 – Cadastro de Estados Descrição: Este caso de uso trata-se dos Estados cadastrados no sistema, e será utilizado em outros cadastros. Ator: Operador. Cenário Principal 1. Operador Efetua Login. 2. Sistema acessa o programa. 3. Operador acessa a tela de Estados. 4. Sistema lista os Estados cadastrados. 5. Operador solicita o cadastro de um novo Estado. 6. Sistema apresenta a tela de cadastro de Estados ao operador. 7. Operador informa os dados do Estado. 7.1. Sigla. 7.2. Descrição. 7.3. País. 8. Sistema valida os dados do Estado. 9. Sistema mostra a mensagem: Sucesso ao Inserir Registro!. Cenário Alternativo 8.a. Operador não informa campo obrigatório.
  56. 56. 55 8.a.1. Sistema emite mensagem informando que o campo é de preenchimento obrigatório. . 8.a.2. Sistema seta o foco para o campo que não foi preenchido. 8.b. Operador tenta cadastrar Estado que já possui cadastro no sistema para o mesmo País. 8.b.1. Sistema mostra mensagem: Este Estado já se encontra cadastrado para o País selecionado!. 8.b.2. Sistema retorna para o cenário principal 6.
  57. 57. 56 Figura 6 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Estados. Figura 7 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Estados.
  58. 58. 57 4.2.4 Caso de Uso 04 – Cadastro de Cidades Descrição: Este caso de uso trata-se das Cidades cadastradas no sistema, e será utilizado em outros cadastros. Ator: Operador. Cenário Principal 1. Operador Efetua Login. 2. Sistema acessa o programa. 3. Operador acessa a tela de Cidades. 4. Sistema lista as Cidades cadastradas. 5. Operador solicita o cadastro de uma nova Cidade. 6. Sistema apresenta a tela de cadastro de Cidades ao operador. 7. Operador informa os dados da Cidade. 7.1. Descrição. 7.2. Estado. 7.3. País. 8. Sistema valida os dados da Cidade. 9. Sistema mostra a mensagem: Sucesso ao Inserir Registro!. Cenário Alternativo 8.a. Operador não informa campo obrigatório.
  59. 59. 58 8.a.1. Sistema emite mensagem informando que o campo é de preenchimento obrigatório. . 8.a.2. Sistema seta o foco para o campo que não foi preenchido. 8.b. Operador tenta cadastrar uma Cidade que já possui cadastro no sistema para o mesmo Estado. 8.b.1. Sistema mostra mensagem: Esta Cidade já se encontra cadastrada para o Estado selecionado!. 8.b.2. Sistema retorna para o cenário principal 6.
  60. 60. 59 Figura 8 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Cidades. Figura 9 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Cidades.
  61. 61. 60 4.2.5 Caso de Uso 05 – Cadastro de Cursos Descrição: Este caso de uso trata-se dos Cursos cadastrados no sistema, e será utilizado em outros cadastros. Ator: Operador. Cenário Principal 1. Operador Efetua Login. 2. Sistema acessa o programa. 3. Operador acessa a tela de Cursos. 4. Sistema lista os Cursos cadastrados. 5. Operador solicita o cadastro de um novo Curso. 6. Sistema apresenta a tela de cadastro de Cursos ao operador. 7. Operador informa a descrição do Curso. 8. Sistema valida os dados do Curso. 9. Sistema mostra a mensagem: Sucesso ao Inserir Registro!. Cenário Alternativo 8.a. Operador não informa campo obrigatório. 8.a.1. Sistema emite mensagem informando que o campo é de preenchimento obrigatório. . 8.a.2. Sistema seta o foco para o campo que não foi preenchido.
  62. 62. 61 8.b. Operador tenta cadastrar Curso que já possui cadastro no sistema. 8.b.1. Sistema mostra mensagem: Este Curso já se encontra cadastrado!. 8.b.2. Sistema retorna para o cenário principal 6.
  63. 63. 62 Figura 10 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Cursos. Figura 11 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Cursos.
  64. 64. 63 4.2.6 Caso de Uso 06 – Cadastro de Usuários Descrição: Este caso de uso trata-se dos Usuários cadastrados no sistema, e será utilizado em outros cadastros. Ator: Operador. Cenário Principal 1. Operador Efetua Login. 2. Sistema acessa o programa. 3. Operador acessa a tela de Usuários. 4. Sistema lista os Usuários cadastrados. 5. Operador solicita o cadastro de um novo Usuário. 6. Sistema apresenta a tela de cadastro de Usuários ao operador. 7. Operador informa os dados do Usuário. 7.1. Nome. 7.2. RG. 7.3. Órgão Expedidor. 7.4. CPF. 7.5. Logradouro. 7.6. Endereço. 7.7. Número. 7.8. Bairro. 7.9. Cidade. 7.10. CEP. 7.11. Fone. 7.12. Celular.
  65. 65. 64 7.13. E-mail. 7.14. Sexo. 7.15. Grupo. 7.16. RA. 7.17. Acesso. 7.18. Login. 7.19. Senha. 7.20. Confirmar Senha. 7.21. Cursos. 8. Sistema valida os dados do Usuário. 9. Sistema mostra a mensagem: Sucesso ao Inserir Registro!. Cenário Alternativo 8.a. Operador não informa campo obrigatório. 8.a.1. Sistema emite mensagem informando que o campo é de preenchimento obrigatório. . 8.a.2. Sistema seta o foco para o campo que não foi preenchido. 8.b. Operador tenta cadastrar um Usuário que já possui cadastro no sistema. 8.b.1. Sistema mostra mensagem: Este Usuário já se encontra cadastrado!. 8.b.2. Sistema retorna para o cenário principal 6. 8.c. Operador informa CPF Inválido. 8.c.1. Sistema mostra mensagem: O valor do campo CPF é inválido. Formato correto: (999.999.999-99). 8.c.2. Sistema apaga o CPF inválido e seta o foco para o campo. 8.d. Operador informa E-mail Inválido. 8.d.1. Sistema mostra mensagem: O valor do campo E-mail é inválido. Formato correto: xxxxxxxxx@xxxxxxxxxxxx.xxx.xx. 8.d.2. Sistema apaga o E-mail inválido e seta o foco para o campo. 8.e. Operador informa Confirmação de Senha diferente da senha. 8.e.1. Sistema mostra mensagem: Confirmação da senha está incorreta!. 8.e.2. Sistema apaga a confirmação da senha inválida e seta o foco para o campo.
  66. 66. 65 Figura 12 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Usuários. Figura 13 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Usuários.
  67. 67. 66 4.2.7 Caso de Uso 07 – Cadastro de Categorias de Autor Descrição: Este caso de uso trata-se das Categorias de Autor cadastradas no sistema, e será utilizado em outros cadastros. Ator: Operador. Cenário Principal 1. Operador Efetua Login. 2. Sistema acessa o programa. 3. Operador acessa a tela de Categorias de Autor. 4. Sistema lista as Categorias de Autor cadastradas. 5. Operador solicita o cadastro de uma nova Categoria de Autor. 6. Sistema apresenta a tela de cadastro de Categorias de Autor ao operador. 7. Operador informa a descrição da Categoria de Autor e se essa categoria é ou não principal. 8. Sistema valida os dados da Categoria de Autor. 9. Sistema mostra a mensagem: Sucesso ao Inserir Registro!. Cenário Alternativo 8.a. Operador não informa campo obrigatório. 8.a.1. Sistema emite mensagem informando que o campo é de preenchimento obrigatório. . 8.a.2. Sistema seta o foco para o campo que não foi preenchido.
  68. 68. 67 8.b. Operador tenta cadastrar Categoria de Autor que já possui cadastro no sistema. 8.b.1. Sistema mostra mensagem: Esta Categoria de Autor já se encontra cadastrada!. 8.b.2. Sistema retorna para o cenário principal 6. 8.c. Operador tenta cadastrar Categoria de Autor como principal, sendo que o sistema já possui uma categoria cadastrada como principal. 8.c.1. Sistema mostra mensagem: Existe outra Categoria de Autor marcada como principal!. 8.c.2. Sistema retorna para o cenário principal 6.
  69. 69. 68 Figura 14 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Categorias de Autor. Figura 15 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Categorias de Autor.
  70. 70. 69 4.2.8 Caso de Uso 08 – Cadastro de Autores Descrição: Este caso de uso trata-se dos Autores cadastrados no sistema, e será utilizado em outros cadastros. Ator: Operador. Cenário Principal 1. Operador Efetua Login. 2. Sistema acessa o programa. 3. Operador acessa a tela de Autores. 4. Sistema lista os Autores cadastrados. 5. Operador solicita o cadastro de um novo Autor. 6. Sistema apresenta a tela de cadastro de Autores. 7. Operador informa os dados do Autor. 7.1. Nome. 7.2. Sobrenome. 8. Sistema valida os dados do Autor. 9. Sistema mostra a mensagem: Sucesso ao Inserir Registro!. Cenário Alternativo 8.a. Operador não informa campo obrigatório. 8.a.1. Sistema emite mensagem informando que o campo é de preenchimento obrigatório. . 8.a.2. Sistema seta o foco para o campo que não foi preenchido.
  71. 71. 70 8.b. Operador tenta cadastrar Autor que já possui cadastro no sistema. 8.b.1. Sistema mostra mensagem: Este Autor já se encontra cadastrado!. 8.b.2. Sistema retorna para o cenário principal 6.
  72. 72. 71 Figura 16 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Autores. Figura 17 – Leiaute de Tela II – Cadastrar Autores.
  73. 73. 72 4.2.9 Caso de Uso 09 – Cadastro de Editoras Descrição: Este caso de uso trata-se das Editoras cadastradas no sistema, e será utilizado em outros cadastros. Ator: Operador. Cenário Principal 1. Operador Efetua Login. 2. Sistema acessa o programa. 3. Operador acessa a tela de Editoras. 4. Sistema lista as Editoras cadastradas. 5. Operador solicita o cadastro de uma nova Editora. 6. Sistema apresenta a tela de cadastro de Editora ao operador. 7. Operador informa a descrição da Editora. 8. Sistema valida os dados da Editora. 9. Sistema mostra a mensagem: Sucesso ao Inserir Registro!. Cenário Alternativo 8.a. Operador não informa campo obrigatório. 8.a.1. Sistema emite mensagem informando que o campo é de preenchimento obrigatório. . 8.a.2. Sistema seta o foco para o campo que não foi preenchido.
  74. 74. 73 8.b. Operador tenta cadastrar Editora que já possui cadastro no sistema. 8.b.1. Sistema mostra mensagem: Esta Editora já se encontra cadastrada!. 8.b.2. Sistema retorna para o cenário principal 6.
  75. 75. 74 Figura 18 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Editoras. Figura 19 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Editoras.
  76. 76. 75 4.2.10 Caso de Uso 10 – Cadastro de Fornecedores das Obras Descrição: Este caso de uso trata-se dos Fornecedores cadastrados no sistema, e será utilizado em outros cadastros. Ator: Operador. Cenário Principal 1. Operador Efetua Login. 2. Sistema acessa o programa. 3. Operador acessa a tela de Fornecedores. 4. Sistema lista os Fornecedores cadastrados. 5. Operador solicita o cadastro de um novo Fornecedor. 6. Sistema apresenta a tela de cadastro de Fornecedores. 7. Operador informa os dados do Fornecedor. 7.1. CNJP. 7.2. Razão Social. 7.1. Nome Fantasia. 7.2. Logradouro. 7.1. Endereço. 7.2. Número. 7.1. Bairro. 7.2. Cidade. 7.1. E-mail. 7.2. Fone.
  77. 77. 76 8. Sistema valida os dados do Fornecedor. 9. Sistema mostra a mensagem: Sucesso ao Inserir Registro!. Cenário Alternativo 8.a. Operador não informa campo obrigatório. 8.a.1. Sistema emite mensagem informando que o campo é de preenchimento obrigatório. . 8.a.2. Sistema seta o foco para o campo que não foi preenchido. 8.b. Operador tenta cadastrar Fornecedor que já possui cadastro no sistema. 8.b.1. Sistema mostra mensagem: Este Fornecedor já se encontra cadastrado!. 8.b.2. Sistema retorna para o cenário principal 6.
  78. 78. 77 Figura 20 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Fornecedores. Figura 21 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Fornecedores.
  79. 79. 78 4.2.11 Caso de Uso 11 – Cadastro de Assuntos Descrição: Este caso de uso trata-se dos Assuntos cadastrados no sistema, e será utilizado em outros cadastros. Ator: Operador. Cenário Principal 1. Operador Efetua Login. 2. Sistema acessa o programa. 3. Operador acessa a tela de Assuntos. 4. Sistema lista os Assuntos cadastrados. 5. Operador solicita o cadastro de um novo Assunto. 6. Sistema apresenta a tela de cadastro de Assuntos ao operador. 7. Operador informa a descrição do Assunto. 8. Sistema valida os dados do Assunto. 9. Sistema mostra a mensagem: Sucesso ao Inserir Registro!. Cenário Alternativo 8.a. Operador não informa campo obrigatório. 8.a.1. Sistema emite mensagem informando que o campo é de preenchimento obrigatório. . 8.a.2. Sistema seta o foco para o campo que não foi preenchido.
  80. 80. 79 8.b. Operador tenta cadastrar Assunto que já possui cadastro no sistema. 8.b.1. Sistema mostra mensagem: Esta Assunto já se encontra cadastrado!. 8.b.2. Sistema retorna para o cenário principal 6.
  81. 81. 80 Figura 22 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Assuntos. Figura 23 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Assuntos.
  82. 82. 81 4.2.12 Caso de Uso 12 – Cadastro de Tipos de Títulos Descrição: Este caso de uso trata-se dos Tipos de Título cadastrados no sistema, e será utilizado em outros cadastros. Ator: Operador. Cenário Principal 1. Operador Efetua Login. 2. Sistema acessa o programa. 3. Operador acessa a tela de Tipos de Título. 4. Sistema lista os Tipos de Título cadastrados. 5. Operador solicita o cadastro de um novo Tipo de Título. 6. Sistema apresenta a tela de cadastro de Tipos de Título ao operador. 7. Operador informa a descrição do Tipo de Título. 8. Sistema valida os dados do Tipo de Título. 9. Sistema mostra a mensagem: Sucesso ao Inserir Registro!. Cenário Alternativo 8.a. Operador não informa campo obrigatório. 8.a.1. Sistema emite mensagem informando que o campo é de preenchimento obrigatório. . 8.a.2. Sistema seta o foco para o campo que não foi preenchido.
  83. 83. 82 8.b. Operador tenta cadastrar Tipo de Título que já possui cadastro no sistema. 8.b.1. Sistema mostra mensagem: Este Tipo de Título já se encontra cadastrado!. 8.b.2. Sistema retorna para o cenário principal 6.
  84. 84. 83 Figura 24 – Leiaute de Tela I – Gerenciar Tipos de Títulos. Figura 25 – Leiaute de Tela II – Cadastro de Tipos de Títulos.

×