PADRÕES EESPECIFICAÇÕES PARA AÁREA DE INFORMÁTICA EMSAÚDEProfa. Luciana Tricai CavaliniDepartamento de Tecnologias de Info...
Dinâmica eComplexidadedo Sistema deSaúdePOR QUE TUDO ESTÁINFORMATIZADO, MENOS ASAÚDE?
 Sistemas de saúde efetivos respondem rápido às mudançasdo perfil demográfico e epidemiológico da população Estas mudanç...
 Inundar o sistema de saúde de hardware (e o correspondentesoftware embarcado) tem um efeito pífio sobre a melhora dascon...
 Apenas para não dar a impressão de que o problema dainformática médica é meramente a qualidade de software: Imaginemos ...
 A saúde é o único setor da economia humana que lida com osprocessos de produção biológicos (criados pela natureza) Todo...
Sistemas de saúde são muito mais complexosdo que qualquer outra coisa no mundo, emrelação a 3 dimensões:EspaçoTempoOnt...
Duas cidades podem ser vizinhas eterem necessidades de saúdecompletamente diferentesOu melhor, dois bairros podem servizin...
Dando um Zoom Out...
A COMPLEXIDADE ESPACIAL (2)
A COMPLEXIDADE TEMPORAL
A COMPLEXIDADE TEMPORAL
A COMPLEXIDADE TEMPORAL
A COMPLEXIDADE TEMPORAL
A COMPLEXIDADE TEMPORAL
A COMPLEXIDADE TEMPORAL
A COMPLEXIDADE TEMPORAL
A COMPLEXIDADE TEMPORAL
Dando um Zoom In...
A COMPLEXIDADE TEMPORAL
Infelizmente, acabou a parte com fotos fofas.
 A maior terminologia de medicina (SNOMED-CT) tem mais de310.000 termos conectados por mais de 1.000.000 de links Isto s...
 Esta complexidade faz com que um problema de ciência dacomputação que não existe (ou não é crítico) em qualqueroutro set...
 De forma inteligível: Interoperabilidade semântica é a capacidade de enviar umextrato de informação de um sistema A par...
- Tosse- Por 3 meses- FebrículaRX de tórax:- Nódulo emápice DLBA:- TBRX de tórax:- Nódulo emápice DLBA:- TB- Tosse- Por 3 ...
 Uma pessoa pode ter cadastro em várias videolocadoras. O seuhistórico de locação na videolocadora A não afeta em nada aq...
 Interoperabilidade semântica é crítica, mas a complexidadetemporal traz um problema incontornável mesmo parasistemas aut...
 Muitas coisas (muito caras!) foram e ainda têm sidopropostas para resolver o problema da interoperabilidadesemântica e p...
Até o momento, a padronização parece ser asolução para os problemas técnicos da áreade informática em saúdeAs duas princ...
Health Level 7 Inc. é a empresa quedesenvolve o padrão HL7 desde 1987HL7 é um padrão para troca de informaçõesem saúde c...
HL7v2 define uma série de mensagens quepodem ser trocadas entre sistemasdistribuídosSempre existe uma certa necessidade ...
Cada linha de uma mensagem HL7v2 é umsegmentoOs segmentos são compostos por camposOs campos são delimitados por um cara...
Os delimitadores são:Barra vertical (“|”) para os camposAcento circunflexo (“^”) para os componentes“E” comercial (“&”...
O primeiro campo de um segmento contém onome do segmento composto por 3 caracteresCada segmento da mensagem contém umaca...
EXEMPLO DE MENSAGEM HL7V2MSH|^~&|MegaReg|XYZHospC|SuperOE|XYZImgCtr|20060529090131-0500||ADT^A01^ADT_A01|01052901|P|2.5EVN...
A versão 3 do padrão HL7 foi desenvolvidapara permitir a modelagem de aplicativossemanticamente interoperáveisHL7v3 é ba...
Clinical Document ArchitectureEspecificação de mensagens de acordo comHL7v3Documentos padronizados (XML ou não):Sumário...
Continuity of Care RecordPadrão para um registro sumário (“salva-vidas”)dos dados do paciente:Dados demográficosInform...
Continuity of Care DocumentSubconjunto do HL7v3 RIM que implementaos documentos CCR em XMLHoje em dia, CCR e CCD são pa...
Fast Healthcare Interoperability ResourcesIniciativa “open source” dentro da HL7 Inc.Documentos XML abertos para troca ...
Apesar da iniciativa New Day..., que apresentadiversas indefinições relativas a questões depropriedade intelectual, a rig...
Definidos na Norma ISO 21090Especificação de todos os tipos de dados quepodem ser necessários para o registro dequalquer...
International Standards Organization – TechnicalCommitte 215Comitê Técnico da ISO para a definição denormas para a área ...
A lentidão do processo faz com que iniciativasmais adequadas à dinâmica tecnológica atualsejam adotados como padrões de f...
O PROBLEMA DE FUNDO É...
O PROBLEMA DE FUNDO É...
O PROBLEMA DE FUNDO É...
UMA VIRADA HELIOCÊNTRICA
Padrãoheliocêntricopara ainformáticamédicaMODELAGEMMULTINÍVEL
PRINCÍPIOS DE MODELAGEM MULTINÍVELEspecialistado domínioBibliotecade conceitosVocabuláriodo domíniodefineusandoCientista d...
DE UM JEITO MAIS SIMPLES...Modelo de ReferênciaModelagem do ConhecimentoSeu aplicativo (GUI, DSS, BI etc)
Em modelagem multinível, o contexto da informação não fica “encarcerado” nosoftware, porque o Modelo de Referência é compo...
MODELAGEM DO DOMÍNIOArquétipos (openEHR ou ISO 13606)CCD (MLHIM)ConceptConstraintDefinition
2013:Convergência espontânea entre openEHR eMLHIMISO 13606 está sob revisão2009:MLHIM é lançadoVirada do século 21:Cook ab...
O PROBLEMA KEPLERIANO DAMODELAGEM MULTINÍVEL
MODELO HELIOCÊNTRICO PARA UMMUNDO REAL
MODELAGEM MULTINÍVEL: ENFOQUESopenEHR MLHIM 13606Modelos(Quase)MaximalistaMinimalista ReducionistaEnfoque(Quase) MáximoQua...
MODELAGEM MULTINÍVEL DOCONHECIMENTOopenEHR MLHIM 13606ModelosArquétipo CCD ArquétipoEstrutura(Mais que) uma n (Sob revisão...
OBRIGADA!lutricav@lampada.uerj.brAgradecimentos especiais:Tim CookCE-CAS
Presentation at the Escola Regional de Computação Aplicada à Saúde
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Presentation at the Escola Regional de Computação Aplicada à Saúde

489 visualizações

Publicada em

Dr. Luciana Cavalini's presentation at the shortcourse V - Standards and Specifications for the area of Health Informatics at the Escola Regional de Computação Aplicada à Saúde.

http://www.interlab.pcs.poli.usp.br/ercas/

#mlhim #semantic_interoperability #health_informatics

Publicada em: Tecnologia
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
489
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
6
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Presentation at the Escola Regional de Computação Aplicada à Saúde

  1. 1. PADRÕES EESPECIFICAÇÕES PARA AÁREA DE INFORMÁTICA EMSAÚDEProfa. Luciana Tricai CavaliniDepartamento de Tecnologias de Informação em SaúdeFaculdade de Ciências MédicasUniversidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
  2. 2. Dinâmica eComplexidadedo Sistema deSaúdePOR QUE TUDO ESTÁINFORMATIZADO, MENOS ASAÚDE?
  3. 3.  Sistemas de saúde efetivos respondem rápido às mudançasdo perfil demográfico e epidemiológico da população Estas mudanças costumam ser inesperadas. Exemplos: Zoom out: quando há uma epidemia (ou um tsunami) Zoom in: a qualquer hora da emergência de um grande hospital Em sistemas de saúde baseados em papel, nós demoramossemanas para conseguir identificar uma epidemia (zoom out)ou um surto de bactéria assassina em um hospital (zoom in) Promete-se há décadas que esses problemas desaparecerãocom a informatização dos serviços de saúde O fato é que essas promessas ainda não foram cumpridas.INFORMATIZAÇÃO DA SAÚDE:PANACEIA OU PLACEBO?Por quê?Por que é tão fácil informatizar tudo (bancos, imposto de renda,DETRAN, compras na Internet) e é tão difícil na saúde?(Shaw et al, 2002)
  4. 4.  Inundar o sistema de saúde de hardware (e o correspondentesoftware embarcado) tem um efeito pífio sobre a melhora dascondições de saúde individuais e coletivas Sem ilusões: NADA vai JAMAIS superar o efeito da melhoria narenda, no saneamento básico e na cobertura de vacinação Entretanto, gastam-se milhões ou até bilhões parainformatizar, sem planejamento, os sistemas de saúde Não há muita massa crítica nas áreas técnicas de governo (oudos hospitais privados) sobre qualidade de software em saúde Software médico é comprado ou desenvolvido com a mesmaarquitetura de software adotada para videolocadoras, postosde gasolina ou caixas de bancoINFORMATIZAR POR INFORMATIZAR?Creia-me: não vai funcionar.Mas por quê?
  5. 5.  Apenas para não dar a impressão de que o problema dainformática médica é meramente a qualidade de software: Imaginemos o software médico com a melhor qualidadepossível, baseado em modelagem tradicional, instalado naClínica C. O paciente vai à Clínica C fazer um cateterismo pré-operatório, mas a cirurgia de marcapasso será feita noHospital H, que também tem um software similar. Por melhor que sejam estes dois softwares, o contexto dainformação coletada na Clínica C fica “aprisionado” nomodelo de dados definido no código do Software C, e idempara o Software HUM PARÊNTESISVoltemos à pergunta:Por que a modelagem de software que se usa em todos os outrossetores da economia não é efetivo para a saúde?
  6. 6.  A saúde é o único setor da economia humana que lida com osprocessos de produção biológicos (criados pela natureza) Todos os outros setores da economia lidam com processos deprodução industriais (criados pelo homem) Os processos de produção criados pelo homem são maissimples que os biológicos, porque:POR QUE É DIFERENTE NA SAÚDE?Tive essas ideias lendo: Dawkins R. O maior espetáculo da Terra, pp. 204-5 (e Marx, lógico).A evolução teve milhões de anos parachegar a essa complexidadeA civilização começa há apenasdezenas de milhares de anos atrásOs sistemas industriais são tãosimples quanto possível paramaximizar lucroOs sistemas biológicos são tãocomplexos quanto necessário paragarantirem a sobrevivência daespécie
  7. 7. Sistemas de saúde são muito mais complexosdo que qualquer outra coisa no mundo, emrelação a 3 dimensões:EspaçoTempoOntologiaDINÂMICA E COMPLEXIDADE EM SAÚDE
  8. 8. Duas cidades podem ser vizinhas eterem necessidades de saúdecompletamente diferentesOu melhor, dois bairros podem servizinhos e precisarem de atendimentosde saúde diferentes!Ou melhor, dois prédios na mesma ruapodem ser vizinhos e precisarem decuidados de saúde diferentes!Ou melhor, duas pessoasmorando juntas podem ternecessidades de saúdediferentes!Ou melhor, seu pé e seucoração TÊMnecessidades de cuidadosdiferentes!Ou melhor, doisalelos quedeterminamdoençasdiferentes emvocê vão precisarde terapiasgênicasdiferentes nofuturo!A COMPLEXIDADE ESPACIAL (1)
  9. 9. Dando um Zoom Out...
  10. 10. A COMPLEXIDADE ESPACIAL (2)
  11. 11. A COMPLEXIDADE TEMPORAL
  12. 12. A COMPLEXIDADE TEMPORAL
  13. 13. A COMPLEXIDADE TEMPORAL
  14. 14. A COMPLEXIDADE TEMPORAL
  15. 15. A COMPLEXIDADE TEMPORAL
  16. 16. A COMPLEXIDADE TEMPORAL
  17. 17. A COMPLEXIDADE TEMPORAL
  18. 18. A COMPLEXIDADE TEMPORAL
  19. 19. Dando um Zoom In...
  20. 20. A COMPLEXIDADE TEMPORAL
  21. 21. Infelizmente, acabou a parte com fotos fofas.
  22. 22.  A maior terminologia de medicina (SNOMED-CT) tem mais de310.000 termos conectados por mais de 1.000.000 de links Isto significa que, em medicina, existem aproximadamente310.000 conceitos, conectados entre si de milhões de formasdiferentes Em termos práticos, isso significa que montar um “sistemãomegalítico” que todos os serviços poderiam utilizarsignificaria montar uma quantidade enorme de tabelas com310.000 campos e milhões de relacionamentos entre siA COMPLEXIDADE ONTOLÓGICAConjectura de Cavalini-Cook: A probabilidade de consenso entre 2ou mais especialistas de uma mesma área em relação ao que seriao “modelo de dados máximo” para qualquer conceito em saúdetende a zero
  23. 23.  Esta complexidade faz com que um problema de ciência dacomputação que não existe (ou não é crítico) em qualqueroutro setor da sociedade humana seja muito grave em saúde. Este problema é:O QUE ESTA COMPLEXIDADE CAUSA?
  24. 24.  De forma inteligível: Interoperabilidade semântica é a capacidade de enviar umextrato de informação de um sistema A para o sistema B, edestes para o sistema C, e vice-versa, etc, sendo que todosestes extratos de informação são semanticamente válidos emtodos os sistemasINTEROPERABILIDADE SEMÂNTICATodos os sistemas leem e entendemtodos os extratos de informação dosoutros sistemas
  25. 25. - Tosse- Por 3 meses- FebrículaRX de tórax:- Nódulo emápice DLBA:- TBRX de tórax:- Nódulo emápice DLBA:- TB- Tosse- Por 3 meses- Febrícula- Tosse- Por 3 meses- FebrículaRX de tórax:- Nódulo emápice D
  26. 26.  Uma pessoa pode ter cadastro em várias videolocadoras. O seuhistórico de locação na videolocadora A não afeta em nada aqualidade do atendimento que vai receber na videolocadora B Em saúde, tudo é interligado! O que aconteceu com o paciente quando foi atendido no postode saúde é CRÍTICO para definir o seu atendimento na hora emque ele vai para o hospital “Ah, mas o paciente pode contar”. Mas muitos pacientes estão desacordados ou sob efeito demedicamentos psicotrópicos nas horas mais críticas das suasvidas, e as famílias em volta estão chorando e não informambem tampouco “Ah, mas pode imprimir o atendimento do posto e redigitar nosistema do hospital” Ah, mas pode fazer um sistemão que funcione nos dois lugares”POR QUE A SAÚDE PRECISA DEINTEROPERABILIDADE SEMÂNTICA?Isso (e coisas similares que funcionam em outras indústrias) vem sendo tentadodeste 1961, com gastos de bilhões de dólares e euros, e não tem funcionado
  27. 27.  Interoperabilidade semântica é crítica, mas a complexidadetemporal traz um problema incontornável mesmo parasistemas autocontidos Em saúde, você define o seu modelo de dados hoje e ele nãodura 6 meses, porque os conceitos evoluem rápido e novosconceitos aparecem todo dia A média de tempo para que um software médico sejaabandonado é de 2 anos e a taxa de abandono é de 70%(fonte: CHAOS Report)UM OUTRO PROBLEMA: MANUTENÇÃO
  28. 28.  Muitas coisas (muito caras!) foram e ainda têm sidopropostas para resolver o problema da interoperabilidadesemântica e para reduzir os custos de manutenção dosaplicativos da área biomédica, sem nenhum resultadoevidente Juntando a isto o fato de que a saúde é o setor maisconservador da sociedade, o resultado é que a saúde é oúnico sistema que ainda depende inteiramente de papel Lobistas batem à porta dos governos o tempo todo, alegandoterem em mãos a solução para os problemas deinformatização da saúde, e os governos, aflitos com a pressãopolítica e as queixas sobre a qualidade do sistema de saúde,entram nessa e desperdiçam centenas de milhões de [moeda] As empresas de software não querem desenvolver produtospara a saúde porque é complicado e os clientes nunca ficamsatisfeitosCONSEQUÊNCIA
  29. 29. Até o momento, a padronização parece ser asolução para os problemas técnicos da áreade informática em saúdeAs duas principais instituiçõesdesenvolvedoras de padrões para a área deinformática em saúde são:Health Level 7 (HL7)International Standards Organization (ISO)SOLUÇÃO: PADRONIZAR (?)
  30. 30. Health Level 7 Inc. é a empresa quedesenvolve o padrão HL7 desde 1987HL7 é um padrão para troca de informaçõesem saúde credenciado pelo American NationalStandards Institute (ANSI)Há duas versões do padrão HL7:HL7v2HL7v3HL7
  31. 31. HL7v2 define uma série de mensagens quepodem ser trocadas entre sistemasdistribuídosSempre existe uma certa necessidade demapeamento entre mensagens que vêm deoutros sistemas, mesmo que seja dentro damesma sub-versãoAs mensagens HL7v2 são codificadas emASCII (não são XML)HL7V2 (1)
  32. 32. Cada linha de uma mensagem HL7v2 é umsegmentoOs segmentos são compostos por camposOs campos são delimitados por um caracteresimplesCada campo pode apresentar compomentes esubcomponentesCada subcomponente tem seu própriodelimitador únicoHL7V2 (2)
  33. 33. Os delimitadores são:Barra vertical (“|”) para os camposAcento circunflexo (“^”) para os componentes“E” comercial (“&”) para os subcomponentesTil (“~”) como o separador de repetiçõespadrãoHL7V2 (3)
  34. 34. O primeiro campo de um segmento contém onome do segmento composto por 3 caracteresCada segmento da mensagem contém umacategoria específica de informaçãoO primeiro segmento é sempre identificadopor “MSH” e contém o tipo de mensagemO tipo da mensagem define os segmentos quea compõemOs nomes dos segmentos são definidos nadocumentação do padrãoHL7V2 (4)
  35. 35. EXEMPLO DE MENSAGEM HL7V2MSH|^~&|MegaReg|XYZHospC|SuperOE|XYZImgCtr|20060529090131-0500||ADT^A01^ADT_A01|01052901|P|2.5EVN||200605290901||||200605290900PID|||56782445^^^UAReg^PI||KLEINSAMPLE^BARRY^Q^JR||19620910|M||2028-9^^HL70005^RA99113^^XYZ|260 GOODWIN CRESTDRIVE^^BIRMINGHAM^AL^35 209^^M~NICKELL’S PICKLES^10000 W 100THAVE^BIRMINGHAM^AL^35200^^O |||||||0105I30001^^^99DEF^ANPV1||I|W^389^1^UABH^^^^3||||12345^MORGAN^REX^J^^^MD^0010^UAMC^L||67890^GRAINGER^LUCY^X^^^MD^0010^UAMC^L|MED|||||A0||13579^POTTER^SHERMAN^T^^^MD^0010^UAMC^L|||||||||||||||||||||||||||200605290900OBX|1|NM|^Body Height||1.80|m^Meter^ISO+|||||FOBX|2|NM|^Body Weight||79|kg^Kilogram^ISO+|||||FAL1|1||^ASPIRINDG1|1||786.50^CHEST PAIN, UNSPECIFIED^I9|||A
  36. 36. A versão 3 do padrão HL7 foi desenvolvidapara permitir a modelagem de aplicativossemanticamente interoperáveisHL7v3 é baseado em um ReferenceInformation Model (RIM) que foi convertido naNorma ISO 21731Algumas (tentativas de) Implementações:CDA/CCD/CCRFHIRHL7V3 (1)
  37. 37. Clinical Document ArchitectureEspecificação de mensagens de acordo comHL7v3Documentos padronizados (XML ou não):Sumário de Alta, Laudo de Exames, Admissãoe Exame Físico, etcConvertido na Norma ISO 27932Base para a implementação do CCR naespecificação CCDHL7V3 (2) CDA
  38. 38. Continuity of Care RecordPadrão para um registro sumário (“salva-vidas”)dos dados do paciente:Dados demográficosInformações sobre o plano de saúdeLista de problemasMedicamentos e alergiasPlano terapêuticoCriado por um grupo de empresas de softwaremédico nos EUAGera mensagens padronizadas no formato XMLHL7V3 (3): CCR
  39. 39. Continuity of Care DocumentSubconjunto do HL7v3 RIM que implementaos documentos CCR em XMLHoje em dia, CCR e CCD são padrões rivais noprograma americano de informática médicadenominado Meaningful UseHL7V3 (4): CCD
  40. 40. Fast Healthcare Interoperability ResourcesIniciativa “open source” dentro da HL7 Inc.Documentos XML abertos para troca demensagens entre sistemasMotivou a iniciativa A New Day Has Dawned,que abriu o acesso às especificações HL7 atéum certo ponto desde 01/04/2013HL7V3 (5): FHIR
  41. 41. Apesar da iniciativa New Day..., que apresentadiversas indefinições relativas a questões depropriedade intelectual, a rigor HL7 ainda é umpadrão comercialA padronização das mensagens restringe amodelagem dos conceitos clínicos – a maioriadas mensagens são voltadas para a parteadministrativa dos sistemasCriou-se uma babel de iniciativas em torno deHl7 indo em direções diferentes – a soluçãotornou-se parte do problemaNão há registro comprovado de uma únicaimplementação de prontuários eletrônicosbaseados em HL7v3 RIMHL7V3 (6): DESAFIOS
  42. 42. Definidos na Norma ISO 21090Especificação de todos os tipos de dados quepodem ser necessários para o registro dequalquer informação em saúdePadronização de dados faltantes (missing):valores excepcionaisA Norma ISO 21090 é o ponto mais forte dopadrão HL7, pois define a granularidadecorreta do “ponto de partida” para qualqueriniciativa bem sucedida de padrão deinteroperabilidade semânticaTIPO DE DADOS HL7V3
  43. 43. International Standards Organization – TechnicalCommitte 215Comitê Técnico da ISO para a definição denormas para a área de informática em saúde6 Grupos de Trabalho:WG1: ArquiteturaWG2: Interoperabilidade de sistemas e dispositivosWG3: Conteúdo semânticoWG4: Segurança e PrivacidadeWG6: Indústria farmacêuticaWG7: Gerenciamento de risco em redes queincorporam dispositivos médicosISO TC 215
  44. 44. A lentidão do processo faz com que iniciativasmais adequadas à dinâmica tecnológica atualsejam adotados como padrões de facto antesde se tornarem Normas ISO (se é que setornam)A representatividade é baseada na capacidadede participação nas reuniões, não nasnecessidades reais do mercado (produtores ouconsumidores)Consequência: baixo nível de implementação dasNormasISO TC 215: DESAFIOS
  45. 45. O PROBLEMA DE FUNDO É...
  46. 46. O PROBLEMA DE FUNDO É...
  47. 47. O PROBLEMA DE FUNDO É...
  48. 48. UMA VIRADA HELIOCÊNTRICA
  49. 49. Padrãoheliocêntricopara ainformáticamédicaMODELAGEMMULTINÍVEL
  50. 50. PRINCÍPIOS DE MODELAGEM MULTINÍVELEspecialistado domínioBibliotecade conceitosVocabuláriodo domíniodefineusandoCientista dacomputaçãoModelo deinformaçãoSchemadefineexpresso comoAPLICATIVOPersistênciados dadosinstâncias
  51. 51. DE UM JEITO MAIS SIMPLES...Modelo de ReferênciaModelagem do ConhecimentoSeu aplicativo (GUI, DSS, BI etc)
  52. 52. Em modelagem multinível, o contexto da informação não fica “encarcerado” nosoftware, porque o Modelo de Referência é composto por classes genéricascom o “mínimo” de contexto possívelO contexto da informação fica contido, de uma forma intercambiável entresistemas, nos Modelos de DomínioA informação coletada em tempo real durante a consulta terá seu contextopersistido para sempre: as modificações futuras no software - mantido oModelo de Referência estável - nunca mais afetarão seu conteúdoEstes extratos de informação, contendo o contexto original, corretamentereferenciados no espaço e no tempo, podem ser compartilhados por qualqueraplicativo baseado no mesmo Modelo de ReferênciaTRAZENDO O CONTEXTO DE VOLTA
  53. 53. MODELAGEM DO DOMÍNIOArquétipos (openEHR ou ISO 13606)CCD (MLHIM)ConceptConstraintDefinition
  54. 54. 2013:Convergência espontânea entre openEHR eMLHIMISO 13606 está sob revisão2009:MLHIM é lançadoVirada do século 21:Cook abandona o TORCH e se tornavoluntário no ARB da Fundação openEHRopenEHR vai para a ISO e negocia a famíliade Normas 13606Últimos anos do século XX:Europa: o projeto GEHR se torna openEHR EUA: Cook desenvolve o TORCHHISTÓRIA
  55. 55. O PROBLEMA KEPLERIANO DAMODELAGEM MULTINÍVEL
  56. 56. MODELO HELIOCÊNTRICO PARA UMMUNDO REAL
  57. 57. MODELAGEM MULTINÍVEL: ENFOQUESopenEHR MLHIM 13606Modelos(Quase)MaximalistaMinimalista ReducionistaEnfoque(Quase) MáximoQualquertamanho (Sob revisão)Modelo deDadosExceto móvel quereceba dadosQualqueraplicativoSomente troca demensagensImplementaçãopossívelMuito Mínimo IntermediárioResíduo decontexto noMR
  58. 58. MODELAGEM MULTINÍVEL DOCONHECIMENTOopenEHR MLHIM 13606ModelosArquétipo CCD ArquétipoEstrutura(Mais que) uma n (Sob revisão)# deestruturas /conceitoParcialmentecentralizadoDe baixo paracima(Sob revisão)Modelo degovernançaADL XML Schema 1.1 ADLLinguagem
  59. 59. OBRIGADA!lutricav@lampada.uerj.brAgradecimentos especiais:Tim CookCE-CAS

×