Marcos A. Magalhães
São Paulo, 21 de Março de 2011
SEMINÁRIO FECOMERCIO
EDUCAÇÃO CRIATIVA PARA O FUTURO
A participação da ...
CENÁRIO DO ENSINO MÉDIO NO
BRASIL
SÉRIE
1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª 9ª 1ª 2ª 3ª
ALUNOS
ENSINO FUNDAMENTAL MÉDIO
2.266.667 3.749.503 3.899.503 3.820.698 4231.765...
SÉRIE
1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª 9ª 1ª 2ª 3ª
ALUNOS
ENSINO FUNDAMENTAL MÉDIO
2.266.667 3.749.503 3.899.503 3.820.698 4231.765...
Fonte: IBGE 2008 e Datasus
Fonte: MEC/Inep
POPULAÇÃO
TOTAL
POPULAÇÃO 6
ANOS
MATRÍCULA
ENSINO
FUNDAMENTAL
POPULAÇÃO 14
ANOS...
MATRÍCULAS
REGIÃO
ALUNOS DO ENSINO MÉDIO
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ANO...
NÚMERO DE PROFESSORES NO
ENSINO MÉDIO
Fonte:
MEC/Inep/Deed.
Nota: Inclui professores de turmas de Ensino Médio,
Ensino Méd...
TAXA DE RENDIMENTO ESCOLAR EM 2007
TOTAL APROVAÇÃO REPROVAÇÃO ABANDONO
BRASIL 74 13 13
TAXA DE RENDIMENTO ESCOLAR 2007
NÚMEROS DE CONCLUINTE NO ENSINO MÉDIO
REGIÃO TOTAL
FAIXA ETÁRIA
De 0 a 16
anos
De 17 a
19 anos
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21 anos
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NORTE 2005 2007 2009
ACRE 3,2 3,5 3,5
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AMAPÁ 2,9 2,8 3,1
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RORAIMA...
NORTE 2005 2007 2009
ACRE 3,0 3,1 3,7
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RONDÔNIA 3,0 3,1 3,7
RORAIMA...
PORQUE O FOCO NO ENSINO MÉDIO
PORQUE O FOCO NO
ENSINO MÉDIO
• É O SEGMENTO DE PIOR DESEMPENHO ENTRE OS TRÊS SEGMENTOS DO
ENSINO BÁSICO, SEGUNDO O IDEB.
...
O PAPEL DA INICIATIVA PRIVADA
O PAPEL DA INICIATIVA PRIVADA
O PAPEL EMPRESARIAL
A ÉTICA DA CO-RESPONSABILIDADE
TRANSFORMAR BOAS PRÁTICAS EM
POLÍTICAS PÚ...
ASSEGURAR QUALIDADE SISTÊMICA
ASSEGURAR CONTINUIDADE
O PAPEL DA INICIATIVA PRIVADA
OS ATORES DO PROCESSO DE MUDANÇA
SETOR
GOVERNAMENTAL
SETOR
PRIVADO
SEDUC
PROCENTRO ICE
ESCOLA
PÚBLICA
FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
I. Vontade política do Governador de Estado;
II. Total alinhamento do Secretário de Educação;
...
HISTÓRICO DO PROGRAMA ICE
O HISTÓRICO DO PROGRAMA ICE
2000 – 2002 • Restauração física do Ginásio Pernambucano
2002 – 2003 • Concepção do Modelo de ...
O HISTÓRICO DO PROGRAMA ICE
2005 • O Ginásio Pernambucano atende, em regime integral, 640 alunos
da 1ª e 2ª Séries do Ensi...
O HISTÓRICO DO PROGRAMA ICE
2007 • Sete novas Escolas são incluídas no Programa – Salgueiro,
Araripina, Santa Maria da Boa...
O MODELO DE ESCOLA
O PERFIL DO JOVEM DE ESCOLA
PÚBLICA
RENDA FAMILIAR
ESCOLARIDADE DOS PAIS
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Incompleto
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Masculino
40%
Feminino
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CARACTERÍSTICAS
 Insuficiência na Formação Acadêmica
 Ambiente familiar instável
 Inadequada formação cultural e moral
...
O MODELO PEDAGÓGICO
O MODELO PEDAGÓGICO
O JOVEM E O SEU
PROJETO DE VIDA
Formação Acadêmica
de Excelência
ESCOLA
Formação
Profissional
Preparaç...
CONCEITO
 ALUNOS EM TEMPO INTEGRAL
 PROFESSORES EM TEMPO INTEGRAL
 SALAS TEMÁTICAS
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O MODELO DE GESTÃO
MODELO DE GESTÃO
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Um dos métodos de gestão que visam controlar e conseguir resultados eficazes e
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PREMISSAS OBJETIVOS PRIORIDADES RESULTADOS
ESPERADOS
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1- Estudantes
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Protagonismo Juvenil
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PLANO DE
EXPANSÃO
PERNAMBUCO 2004 160
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CENTRO DE ENSINO EXPERIMENTAL
GINÁSIO PERNAMBUCANO
INSTITUTO DE CO-RESPONSABILIDADE PELA EDUCAÇÃO
JCPM TRADE CENTER
Av. Engenheiro Antônio de Goes N° 60, 17° andar. Sala 170...
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Seminário Educação Criativa para o Futuro, 21/03/2011 - Apresentação de Marcos Magalhães

  1. 1. Marcos A. Magalhães São Paulo, 21 de Março de 2011 SEMINÁRIO FECOMERCIO EDUCAÇÃO CRIATIVA PARA O FUTURO A participação da Iniciativa Privada na Gestão Educacional
  2. 2. CENÁRIO DO ENSINO MÉDIO NO BRASIL
  3. 3. SÉRIE 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª 9ª 1ª 2ª 3ª ALUNOS ENSINO FUNDAMENTAL MÉDIO 2.266.667 3.749.503 3.899.503 3.820.698 4231.765 3760.732 3.365.933 3.107.831 3.283.076 2.535.908 2.176.5473.884.405 MATRÍCULAS
  4. 4. SÉRIE 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª 9ª 1ª 2ª 3ª ALUNOS ENSINO FUNDAMENTAL MÉDIO 2.266.667 3.749.503 3.899.503 3.820.698 4231.765 3760.732 3.365.933 3.107.831 3.283.076 2.535.908 2.176.5473.884.405 3.445.557 3.314.002 MATRÍCULAS
  5. 5. Fonte: IBGE 2008 e Datasus Fonte: MEC/Inep POPULAÇÃO TOTAL POPULAÇÃO 6 ANOS MATRÍCULA ENSINO FUNDAMENTAL POPULAÇÃO 14 ANOS MATRÍCULA ENSINO MÉDIO 189.612.814 3.445.557 32.086.700 3.314.002 8.037.039 TOTAL ENSINO MÉDIO ESCOLA PÚBLICA ESTADUAL ESCOLA PÚBLICA FEDERAL ESCOLA PÚBLICA MUNICIPAL ESCOLA PRIVADA 8.037.039 6.953.894 34.376 105.280 943.487 DADOS DEMOGRÁFICOS
  6. 6. MATRÍCULAS REGIÃO ALUNOS DO ENSINO MÉDIO TOTAL FAIXA ETÁRIA 0 A 14 ANOS 15 A 17 ANOS 18 E 19 ANOS 20 A 24 ANOS 25 A 29 ANOS MAIS DE 29 ANOS BRASIL 8.272.159 93.470 5.222.019 1.798.310 728.746 193.931 235.683 REGIÃO ALUNOS DO ENSINO MÉDIO TOTAL GÊNERO FEMININO MASCULINO BRASIL 8.272.159 4.535.078 3.737.081 REGIÃO ALUNOS DO ENSINO MÉDIO TOTAL TURNO DIURNO NOTURNO BRASIL 8.272.159 5.091.008 3.181.151
  7. 7. NÚMERO DE PROFESSORES NO ENSINO MÉDIO Fonte: MEC/Inep/Deed. Nota: Inclui professores de turmas de Ensino Médio, Ensino Médio Integrado e Ensino Médio Normal/Magistério. NÚMERO DE PROFESSORES NO ENSINO MÉDIO POR FAIXA ETÁRIA, SEGUNDO A REGIÃO GEOGRÁFICA EM 30/05/2007 REGIÃO PROFESSORES NO ENSINO MÉDIO TOTAL FAIXA ETÁRIA ATÉ 24 ANOS DE 25 A 32 DE 33 A 40 DE 41 A 50 MAIS DE 50 BRASIL 414.555 14.895 97.225 112.209 131.166 59.060
  8. 8. TAXA DE RENDIMENTO ESCOLAR EM 2007 TOTAL APROVAÇÃO REPROVAÇÃO ABANDONO BRASIL 74 13 13 TAXA DE RENDIMENTO ESCOLAR 2007
  9. 9. NÚMEROS DE CONCLUINTE NO ENSINO MÉDIO REGIÃO TOTAL FAIXA ETÁRIA De 0 a 16 anos De 17 a 19 anos De 20 a 21 anos De 22 a 24 anos De 25 a 29 anos Mais de 29 anos BRASIL 1.749.731 37.617 1.300.229 175.881 95.705 60.364 79.935 CONCLUINTES ENSINO MÉDIO
  10. 10. NORTE 2005 2007 2009 ACRE 3,2 3,5 3,5 AMAZONAS 3,0 2,9 3,1 AMAPÁ 2,9 2,8 3,1 PARÁ 2,8 2,7 3,1 RONDÔNIA 3,2 3,2 3,7 RORAIMA 3,5 3,5 3,4 TOCANTINS 3,1 3,2 3,4 NORDESTE 2005 2007 2009 ALAGOAS 3,0 2,9 3,1 BAHIA 2,9 3,0 3,3 CEARÁ 3,3 3,4 3,6 MARANHÃO 2,7 3,0 3,2 PARAÍBA 3,0 3,2 3,4 PERNAMBUCO 3,0 3,0 3,3 PIAUÍ 2,9 2,9 3,0 RIO GRANDE DO NORTE 2,9 2,9 3,1 SERGIPE 3,3 2,9 3,2 SUDESTE 2005 2007 2009 ESPÍRITO SANTO 3,8 3,6 3,8 MINAS GERAIS 3,8 3,8 3,9 RIO DE JANEIRO 3,3 3,2 3,3 SÃO PAULO 3,6 3,9 3,9 CENTRO OESTE 2005 2007 2009 DISTRITO FEDERAL 3,6 4,0 3,8 GOIÁS 3,2 3,1 3,4 MATO GROSSO DO SUL 3,3 3,8 3,8 MATO GROSSO 3,1 3,2 3,2 SUL 2005 2007 2009 PARANÁ 3,6 4,0 4,2 RIO GRANDE DO SUL 3,7 3,7 3,9 SANTA CATARINA 3,8 4,0 4,1 RESULTADOS IDEB- ENSINO MÉDIO BRASIL 2005 2007 2009 3,4 3,5 3,6
  11. 11. NORTE 2005 2007 2009 ACRE 3,0 3,1 3,7 AMAZONAS 2,3 2,8 3,2 AMAPÁ 2,7 2,7 2,8 PARÁ 2,6 2,3 3,0 RONDÔNIA 3,0 3,1 3,7 RORAIMA 3,2 3,1 3,5 TOCANTINS 2,9 3,1 3,3 NORDESTE 2005 2007 2009 ALAGOAS 2,8 2,6 2,8 BAHIA 2,7 2,8 3,1 CEARÁ 3,0 3,1 3,4 MARANHÃO 2,4 2,8 3,0 PARAÍBA 2,6 2,9 3,0 PERNAMBUCO 2,7 2,7 3,0 PIAUÍ 2,3 2,5 2,7 RIO GRANDE DO NORTE 2,6 2,6 2,8 SERGIPE 2,8 2,6 2,9 SUDESTE 2005 2007 2009 ESPÍRITO SANTO 3,1 3,2 3,4 MINAS GERAIS 3,4 3,5 3,6 RIO DE JANEIRO 2,8 2,8 2,8 SÃO PAULO 3,3 3,4 3,6 CENTRO OESTE 2005 2007 2009 DISTRITO FEDERAL 3,0 3,2 3,2 GOIÁS 2,9 2,8 3,1 MATO GROSSO DO SUL 2,8 3,4 3,5 MATO GROSSO 2,6 3,0 2,9 SUL 2005 2007 2009 PARANÁ 3,3 3,7 3,9 RIO GRANDE DO SUL 3,4 3,4 3,6 SANTA CATARINA 3,5 3,8 3,7 IDEB REDES ESTADUAIS DE 2005 A 2009 BRASIL 2005 2007 2009 3,1 3,2 3,3
  12. 12. PORQUE O FOCO NO ENSINO MÉDIO
  13. 13. PORQUE O FOCO NO ENSINO MÉDIO • É O SEGMENTO DE PIOR DESEMPENHO ENTRE OS TRÊS SEGMENTOS DO ENSINO BÁSICO, SEGUNDO O IDEB. • É A PORTA DE SAÍDA DO ENSINO BÁSICO. • É A ÚLTIMA OPORTUNIDADE DE ATRAIR OS CONCLUINTES DO ENSINO FUNDAMENTAL. • O PAÍS NECESSITA DESESPERADAMENTE DE MÃO-DE-OBRA QUALIFICADA.
  14. 14. O PAPEL DA INICIATIVA PRIVADA
  15. 15. O PAPEL DA INICIATIVA PRIVADA O PAPEL EMPRESARIAL A ÉTICA DA CO-RESPONSABILIDADE TRANSFORMAR BOAS PRÁTICAS EM POLÍTICAS PÚBLICAS FAZER PARA INFLUIR
  16. 16. ASSEGURAR QUALIDADE SISTÊMICA ASSEGURAR CONTINUIDADE O PAPEL DA INICIATIVA PRIVADA
  17. 17. OS ATORES DO PROCESSO DE MUDANÇA SETOR GOVERNAMENTAL SETOR PRIVADO SEDUC PROCENTRO ICE ESCOLA PÚBLICA
  18. 18. FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO I. Vontade política do Governador de Estado; II. Total alinhamento do Secretário de Educação; III. Criação de uma Gerência exclusivamente dedicada ao Programa e que se reporte diretamente ao Secretário de Educação, sem intermediação; IV. Cogestão do Programa através do modelo de Parceria Público-Privada; V. Apoio ao Programa através do Poder Legislativo e do Poder Judiciário, bem como do Ministério Público Estadual; VI. Amplo e eficaz programa de comunicação à Sociedade; VII. Parcerias; VIII. Escola em Tempo Integral; IX. Gestão descentralizada das escolas: Autonomia, Geração de Conhecimento e Suporte à implantação de novos Centros; X. Critérios objetivos de Avaliação, Seleção, Premiação e Remoção de Gestores e Professores
  19. 19. HISTÓRICO DO PROGRAMA ICE
  20. 20. O HISTÓRICO DO PROGRAMA ICE 2000 – 2002 • Restauração física do Ginásio Pernambucano 2002 – 2003 • Concepção do Modelo de Escola • Seleção do Diretor • Seleção dos Professores • Formação de Equipe Gestora • Capacitação de Diretor, Equipe Gestora e Professores • Equipar escola com a infraestrutura pedagógica: laboratórios, biblioteca, salas temáticas. • Assinado o Convênio de Cooperação Técnica e Financeira Nº 021/2003 entre o Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Educação e o Instituto de Co-Responsabilidade pela Educação – ICE. 2004 • O CEE Ginásio Pernambucano atende, em regime integral, 320 alunos da 1ª Série do Ensino Médio. • É sancionada pelo Governo do Estado a Lei Nº 12.588 de 21/05/2004 criando a Unidade Técnica de Coordenação do Programa de Desenvolvimento dos Centros de Ensino.
  21. 21. O HISTÓRICO DO PROGRAMA ICE 2005 • O Ginásio Pernambucano atende, em regime integral, 640 alunos da 1ª e 2ª Séries do Ensino Médio. • O CEE Escola Técnica do Agreste, em Bezerros, vem somar-se ao GP atendendo 320 alunos da 1ª Série do Ensino Médio, em tempo integral, oriundos também de 6 municípios vizinhos. • É sancionada pelo Governador do Estado a Lei Nº 12.965 de 26/12/2005 dispondo sobre a Implantação e Financiamento dos Centros de Ensino Experimental. 2006 • O Ginásio Pernambucano atende, em regime integral, 960 alunos das 3 Séries do Ensino Médio e prepara a sua primeira turma de concluintes. • Onze novas Escolas são incluídas no Programa – Boa Viagem, Cabo, Ipojuca, Abreu e Lima no litoral; Palmares e Timbaúba na Zona da Mata; Garanhuns e Panelas no Agreste; Arcoverde, Serra Talhada e Petrolina no Sertão.
  22. 22. O HISTÓRICO DO PROGRAMA ICE 2007 • Sete novas Escolas são incluídas no Programa – Salgueiro, Araripina, Santa Maria da Boa Vista no Sertão; Belo Jardim e Gravatá no Agreste e Porto Digital e Nóbrega em Recife. 2008 • Treze novas Escolas iniciam suas atividades, totalizando 33 Centros de Ensino em Tempo Integral. • São Sancionadas pelo Governador do Estado as seguintes leis: - Lei 13.486 de 01/07/2008 definindo uma nova política de remuneração para os profissionais dos Centros de Ensino em Tempo Integral. - Lei Complementar 616/2008 criando o Programa de Educação Integral para o Ensino Médio, como política de Estado. Esta lei foi fundamentada no documento “Uma Nova Proposta para o Ensino Médio de Pernambuco”, elaborado pelo ICE em Julho de 2007, atendendo demanda do Governador do Estado.
  23. 23. O MODELO DE ESCOLA
  24. 24. O PERFIL DO JOVEM DE ESCOLA PÚBLICA
  25. 25. RENDA FAMILIAR
  26. 26. ESCOLARIDADE DOS PAIS Nenhuma Ensino Fundamental Incompleto Ensino Superior Ensino Médio Ensino Fundamental
  27. 27. GÊNERO Masculino 40% Feminino 60%
  28. 28. CARACTERÍSTICAS  Insuficiência na Formação Acadêmica  Ambiente familiar instável  Inadequada formação cultural e moral  Baixa perspectiva de futuro  Baixo nível de ambição
  29. 29. O MODELO PEDAGÓGICO
  30. 30. O MODELO PEDAGÓGICO O JOVEM E O SEU PROJETO DE VIDA Formação Acadêmica de Excelência ESCOLA Formação Profissional Preparação para a Vida
  31. 31. CONCEITO  ALUNOS EM TEMPO INTEGRAL  PROFESSORES EM TEMPO INTEGRAL  SALAS TEMÁTICAS  LABORATÓRIOS DE CIÊNCIAS E INFORMÁTICA  BIBLIOTECA GERAL E DE REFERÊNCIA
  32. 32. O MODELO DE GESTÃO
  33. 33. MODELO DE GESTÃO • MISSÃO • OBJETIVOS • ESTRATÉGIAS • METAS • PLANO DE AÇÃO • PROGRAMAS • GESTOR • PROFESSORES • EQUIPE GESTORA • ALUNOS •UTILIZA-SE ATESE (“Tecnologia Empresarial Socio-Educacional”) DERIVADA DATEO (“Tecnologia Empresarial Odebrecht”)
  34. 34. Um dos métodos de gestão que visam controlar e conseguir resultados eficazes e confiáveis nas atividades de uma organização. Plan 1- Planejar: estabelecer missão, visão, objetivos, estratégias que permitem atingir as metas e resultados propostos. DoCheck3- Verificar, Avaliar: acompanhar e avaliar processos e resultados, confrontando-os com o planejado, ajustando ou consolidando as informações, gerando relatórios Act 4-Agir: revisar planos de ação, de forma a melhorar a qualidade, a eficiência e a eficácia, aprimorando a execução e corrigindo eventuais falhas. 2- Executar: por em prática, executar o que foi planejado, educar em serviço. O CICLO PDCA
  35. 35. PREMISSAS OBJETIVOS PRIORIDADES RESULTADOS ESPERADOS ESTRATEGIA INDICADORES 1- Estudantes Protagonismo Juvenil O jovem como ator principal em todas as ações da escola. Jovens autônomos, solidários, participativos, estabelecendo relações significativas com seu meio, qualificados para o trabalho e pleno exercício da cidadania. 1ª série: garantir a eficácia do nivelamento em termos de conhecimento em Matemática e Língua Portuguesa do EF; 2ª série: inserir as práticas e vivências relativas aos projetos de vida no âmbito da formação profissional; 3ª série: atender as necessidades presentes nos projetos de vida no que se refere à conclusão do Ensino Médio. A maioria dos estudantes executando os seus projetos de vida através da participação efetiva nos projetos, crescendo na capacidade de aprender a aprender, expressa na melhoria dos resultados das avaliações internas e externas. - Equilíbrio do tempo pedagógico para as atividades em grupo e as aulas expositivas do professor. - Utilização do instrumento prova. - Acompanhamento do processo ensino aprendizagem. - Garantia da unidade e coerência dos professores em relação ao planeja,mento das disciplinas. - Manutenção da parte diversificada do currículo. - Ampliação das possibilidades de aprendizagem por meio de: • estudo Dirigido acompanhado pelos professores • aulões • trabalho de orientação profissional • aulas de informática para todos os estudantes • excursões pedagógicas • plena utilização do Laboratório de Ciências • ampliação da interlocução entre Gestão e estudantes -10% de evolução na média dos resultados do SAEPE. - 50% dos estudantes envolvidos nos projetos oportunizados pela escola e pelo programa. - 60% de estudantes com média anual superior a 6,0 - 30% dos estudantes das 3ªs séries aprovados nos vestibulares. - média do ENEM superior à média nacional. - 50% de aumento das premiações em eventos científicos. - 50% de aumento das premiações em eventos de empreendedorismo juvenil. - 100% da aumento de consultas ao acervo da biblioteca em relação ao inicio do ano letivo. - 100% de aumento de empréstimos de títulos literários em relação ao início do ano letivo. PLANO DE AÇÃO DO GINÁSIO PERNAMBUCANO
  36. 36. PREMISSAS OBJETIVOS RESULTADOS ESPERADOS INDICADORES RESULTADOS ALCANZADOS 1- Estudantes Protagonismo Juvenil O jovem como ator principal em todas as ações da escola. Jovens autônomos, solidários, participativos, estabelecendo relações significativas com seu meio, qualificados para o trabalho e pleno exercício da cidadania. A maioria dos estudantes executando os seus projetos de vida através da participação efetiva nos projetos, crescendo na capacidade de aprender a aprender, expressa na melhoria dos resultados das avaliações internas e externas. -10% de evolução na média dos resultados do SAEPE. - 50% dos estudantes envolvidos nos projetos oportunizados pela escola e pelo programa. - 60% de estudantes com média anual superior a 6,0. - 30% dos estudantes das 3ªs séries aprovados nos vestibulares. - Média do ENEM superior à média nacional. - 50% de aumento das premiações em eventos científicos. - 50% de aumento das premiações em eventos de empreendedorismo juvenil. - 100% da aumento de consultas ao acervo da biblioteca em relação ao inicio do ano letivo. - 100% de aumento de empréstimos de títulos literários em relação ao início do ano letivo. - Evolução de 13,57% das 1ªs séries no SAEPE em 2006. - 73% dos estudantes envolvidos nos projetos oportunizados pela escola e pelo programa. - 95% dos estudantes com média anual superior a 6,0. - 67% dos estudantes que optaram por vestibular aprovados. - Média 53 do CEEGP no ENEM (Estado – 42). - Olimpíada Brasileira de Matemática de Escolas Públicas- 13 Menções Honrosas. - Bolsa de Iniciação Científica Junior para 1 estudante. - Estágio no Instituto de Matemática em Pesquisa Aplicada (IMPA) para 1 professor de Matemática. - Olimpíada Pernambucana de Química – Menção Honrosa. - Premio Maior Rentabilidade no Programa Mini-empresa Junior Achievement – 1º lugar Fuchique e 2º lugar Mini-empresa. - Evolução de 1.788% das consultas aos títulos. - Evolução de 1.222% dos empréstimos aos títulos literários. RESULTADOS ALCANÇADOS NO GINÁSIO PERNAMBUCANO
  37. 37. CONFIGURAÇÃO E CUSTO CONFIGURAÇÃO PADRÃO CORPO DISCENTE 1.000 alunos CORPO DOCENTE 33 professores DIREÇÃO E COORDENAÇÃO 03 gestores / coordenadores SECRETARIA / ADMINISTRAÇÃO 06 funcionários SERVIÇOS GERAIS / VIGILANTES 10 funcionários INVESTIMENTO VALOR EM REAIS A) Laboratórios 100.000 B) Biblioteca 50.000 C) Salas Temáticas 50.000 Total de Investimentos 200.000 CUSTEIO R$ 3000,00/aluno/ano. UM PRESIDIÁRIO CUSTA R$ 2500,00/MÊS!
  38. 38. EXPANSÃO DO MODELO ESTADO INÍCIO DO PROGRAMA QUANTIDADE ESCOLAS PLANO DE EXPANSÃO PERNAMBUCO 2004 160 600 ESCOLAS EM 2014 CEARÁ 2008 59 200 ESCOLAS EM 2014 PIAUÍ 2009 07 30 ESCOLAS EM 2014 SERGIPE 2009 03 30 ESCOLAS EM 2014 RIO DE JANEIRO* 2011 10 100 ESCOLAS EM 2016 POSIÇÃO EM 2010 * Séries Finais do Ensino Fundamental.
  39. 39. CENTRO DE ENSINO EXPERIMENTAL GINÁSIO PERNAMBUCANO
  40. 40. INSTITUTO DE CO-RESPONSABILIDADE PELA EDUCAÇÃO JCPM TRADE CENTER Av. Engenheiro Antônio de Goes N° 60, 17° andar. Sala 1702. Recife – PE CEP 51010-000 Fone: (81) 3327-8582 www.icebrasil.org.br marcos.magalhaes@icebrasil.org.br

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