afit éfi P o E o E ar 2 Efi
figêoé	
   	
  jEog
ie Mno Mnit o t t J ééi
oav t eo oe
u t Mo or t it i
Mt ano J 	
   	
   Mn ieG...
Projeto	
  de	
  Eficiência	
  Energé2ca	
  	
  
Hospital	
  de	
  Clínicas	
  da	
  UNICAMP	
  
•  Parceria	
  UNICAMP/ELE...
Viabilidade	
  do	
  Projeto	
  
•  Diagnóstico	
  dos	
  equipamentos	
  instalados	
  
que	
  podem	
  gerar	
  economia...
Projeto	
  HC	
  
•  1ª	
  ETAPA:	
  
~	
  2500	
  luminárias	
  
~	
  7800	
  lâmpadas	
  
•  2ª	
  ETAPA	
  
~	
  4400	
...
Etapas	
  após	
  Assinatura	
  
•  Especiicação	
  Técnica;	
  
•  Cotação	
  de	
  preços;	
  
•  Contrato	
  de	
  Exec...
AVALIAÇÃO	
  DOS	
  RESULTADOS	
  
1.  Mediram-­‐se	
  o	
  consumo	
  de	
  energia	
  elétrica	
  antes	
  e	
  depois	
...
Dados	
  do	
  sistema	
  an,go	
  	
  
6 tipos de luminárias, 4 tipos de lâmpadas e 4 tipos de reatores.
8 tipos de lumin...
Dados	
  do	
  Sistema	
  Novo	
  Instalado	
  
Etapa 1:
único tipo de lâmpada,
2 tipos de luminárias e
um único tipo de r...
Resultados	
  Ob,dos	
  
único tipo de
lâmpada, 2
tipos de
luminárias e
reatores
único tipo de
lâmpada, 2
tipos de
luminár...
Sistema antigo
de iluminação
Sistema novo de iluminação
ESPECIFICAÇÃO	
  
•  Luminárias:	
  
	
   Aproveitamento	
  dos	
  vãos	
  do	
  teto;	
  
•  Lâmpadas;	
  	
  
	
   Fluor...
MEDIÇÕES	
  DE	
  ENERGIA	
  
•  Os	
  quadros	
  elétricos	
  medidos,	
  na	
  etapa	
  1,	
  
representam	
  o	
  consu...
t 	
   e m t t nmnNs, t n t i nN	
   t
i mDd ro aç
o a E g Eéa g d oi gEfi gogé d o	
  sd oE fi E 2rfi
Efi Efil fi fi ns afi bó Md s	
   écaofi oaparofiV
Gráfico 1 – Ambulatório Cirúr...
p , e ã
p , e c
Sistema antigo de iluminação Sistema novo de iluminação
Gráfico 3 – Superintendência Gráfico 4– Superintendência
Sistema antigo (antes) - THD (%) Sistema novo (após) - THD (%)
a ...
Gráfico 5 – Laboratório Docência Gráfico 6 – Laboratório Docência
Sistema antigo - Fator de Potência Sistema novo - Fator ...
Gráfico 7 – Superintendência Gráfico 8 – Superintendência
Sistema antigo - Fator de Potência Sistema novo - Fator de Potên...
PESQUISA	
  DE	
  SATISFAÇÃO	
  	
  
•  Para	
  veriicar	
  a	
  satisfação	
  dos	
  usuários	
  do	
  sistema	
  
novo	
...
PESQUISA	
  DE	
  SATISFAÇÃO	
  -­‐	
  I	
  
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
Adequado Pouco ilum.
mas satisfaz
Indiferente Nã...
C
Avaliação do Média das notas
Sistema de Iluminação
Apenas 36% dos usuários achavam o sistema antigo de iluminação adequa...
Valores	
  realizados,	
  calculados	
  -­‐	
  I	
  	
  
ITENS ANTES APÓS ECONOMIA
Quantidade luminária(un) 2505 2505
Quan...
Valores	
  realizados,	
  calculados	
  -­‐	
  II	
  	
  
ITENS ANTES APÓS ECONOMIA
Quantidade luminária(un) 4355 4355
Qua...
Resultados	
  finais,	
  medidos	
  -­‐	
  I	
  
ITENS
ANTES
APÓS ECONOMIA
Quantidade de luminárias 2505 2505
Quantidade lâ...
RESULTADOS	
  ECONÔMICOS	
  
PREVISTO REALIZADO
Total de Investimentos R$ 1.600.000,00 R$ 1.670.000,00*
Doação R$ 800.000,...
CONCLUSÃO	
  
•  A	
  economia	
  obtida	
  com	
  os	
  equipamentos	
  
instalados	
  foi	
  de	
  60,93%,	
  valor	
  m...
CONCLUSÃO	
  
•  Quando	
  não	
  se	
  tem	
  uma	
  medição	
  centralizada	
  de	
  consumo	
  
para	
  se	
  medir	
  ...
CONCLUSÃO	
  
•  O	
  retorno	
  do	
  projeto	
  foi	
  de	
  18	
  meses.	
  
•  Outras	
  melhorias	
  importantes	
  p...
aor fiA
Mo aaoM ie Mno t t J ééi
H e o t n Mia i	
   eit M e t l r t no
t Mvni o
t n Mt niot e t Ms t ini niu
ie Mno0 i iLe...
Debate Uso Eficiente da Energia no Comércio, 14/04/2009 - Apresentação de Gilberto Jannuzzi
Debate Uso Eficiente da Energia no Comércio, 14/04/2009 - Apresentação de Gilberto Jannuzzi
Debate Uso Eficiente da Energia no Comércio, 14/04/2009 - Apresentação de Gilberto Jannuzzi
Debate Uso Eficiente da Energia no Comércio, 14/04/2009 - Apresentação de Gilberto Jannuzzi
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Debate Uso Eficiente da Energia no Comércio, 14/04/2009 - Apresentação de Gilberto Jannuzzi

301 visualizações

Publicada em

Gilberto Jannuzzi, do Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético da Unicamp - Projeto de Eficiência Energética do Hospital de Clínicas da Unicamp

Publicada em: Meio ambiente
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
301
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Debate Uso Eficiente da Energia no Comércio, 14/04/2009 - Apresentação de Gilberto Jannuzzi

  1. 1. afit éfi P o E o E ar 2 Efi figêoé    jEog ie Mno Mnit o t t J ééi oav t eo oe u t Mo or t it i Mt ano J     Mn ieGo Moa t ee MJ e t o ui M ieu Ht ioM o oeo or a International Energy Initiative
  2. 2. Projeto  de  Eficiência  Energé2ca     Hospital  de  Clínicas  da  UNICAMP   •  Parceria  UNICAMP/ELEKTRO;   •  Recursos  da  Lei  10848/04  e  9.991/00   •  Investimento  ELEKTRO  com  50%  assumido   por  ela;   •  Os  demais  50%  são  retornáveis  com  os   recurso  da  UNICAMP  relativos  a  economia   na  conta  de  energia  elétrica;  
  3. 3. Viabilidade  do  Projeto   •  Diagnóstico  dos  equipamentos  instalados   que  podem  gerar  economia  de  energia   elétrica;   •  Estimativa  da  economia  gerada  com  a   substituição;   •  Estudo  Beneício  x  Custo;  importante  o   cálculo  do  pay  back  simples;   •  Cronograma  Prévio.  
  4. 4. Projeto  HC   •  1ª  ETAPA:   ~  2500  luminárias   ~  7800  lâmpadas   •  2ª  ETAPA   ~  4400  luminárias   ~  12200  lâmpadas   -­‐  Sistema  de  ar   condicionado   (chillers)  
  5. 5. Etapas  após  Assinatura   •  Especiicação  Técnica;   •  Cotação  de  preços;   •  Contrato  de  Execução;   •  Execução;     •  Relatório  de  Encerramento;   •  Acompanhamento  da  Economia  Real  pelo  HC;   •  Pagamento,  pela  UNICAMP,  da  Parcelas  Devidas.  
  6. 6. AVALIAÇÃO  DOS  RESULTADOS   1.  Mediram-­‐se  o  consumo  de  energia  elétrica  antes  e  depois  da   instalação  do  novo  sistema  para  veriicar  a  energia  conservada.     2.  Nível  de  iluminação  das  áreas.   3.  Grandezas  elétricas  envolvidas,  o  nível  de  distorção  harmônica  e  o   fator  de  potência  dos  alimentadores  para  veriicar-­‐se  a  qualidade  de   energia  fornecida  às  cargas  conectadas  aos  diversos    Alimentadores.   4.  Realizou-­‐se  também  uma  pesquisa  de  satisfação  do  usuário  de  cada   área  com  a  troca  do  sistema  de  iluminação.  
  7. 7. Dados  do  sistema  an,go     6 tipos de luminárias, 4 tipos de lâmpadas e 4 tipos de reatores. 8 tipos de luminárias, 4 tipos de lâmpadas e 4 tipos de reatores. Etapa 1 Etapa 2
  8. 8. Dados  do  Sistema  Novo  Instalado   Etapa 1: único tipo de lâmpada, 2 tipos de luminárias e um único tipo de reator Etapa 2: único tipo de lâmpada, 2 tipos de luminárias e um único tipo de reator
  9. 9. Resultados  Ob,dos   único tipo de lâmpada, 2 tipos de luminárias e reatores único tipo de lâmpada, 2 tipos de luminárias e reatores ETAPA 1 ETAPA 2
  10. 10. Sistema antigo de iluminação Sistema novo de iluminação
  11. 11. ESPECIFICAÇÃO   •  Luminárias:     Aproveitamento  dos  vãos  do  teto;   •  Lâmpadas;       Fluorescente  Tubular  Trifósforo;       Potência:  32W;  Fluxo  Luminoso:  2700  lm;   Temperatura  de  cor:  4000  ºK;       Índice  de  Reprodução  de  Cores  :  IRC  >  80%   •  Reatores:       Fator  de  Potência:  maior  que  0,98     THD:  menor  que  10%  
  12. 12. MEDIÇÕES  DE  ENERGIA   •  Os  quadros  elétricos  medidos,  na  etapa  1,   representam  o  consumo  de  29,5%  do  consumo   total  do  sistema  antigo.     •  Apesar  do  cuidado  de  se  medir  antes  e  após  a   instalação  do  sistema  novo  no  mesmo  dia  da   semana,medições  de  24  horas,  os  gráicos   mostraram  que  houve  mudanças  nos  hábitos  de   consumo  com  o  sistema  novo  comprovados  pelos   gráicos  a  seguir.   •  As  medições  da  etapa  2  foram  para  um  número   menor  de  quadros  e  durante  1  semana.  
  13. 13. t   e m t t nmnNs, t n t i nN   t i mDd ro aç
  14. 14. o a E g Eéa g d oi gEfi gogé d o  sd oE fi E 2rfi Efi Efil fi fi ns afi bó Md s   écaofi oaparofiV Gráfico 1 – Ambulatório Cirúrgico – Sistema antigo Gráfico 2 – Ambulatório Cirúrgico – Sistema novo Potência Ativa (W) e Aparente (kVA) Potência Ativa (W) e Aparente (kVA)
  15. 15. p , e ã
  16. 16. p , e c
  17. 17. Sistema antigo de iluminação Sistema novo de iluminação
  18. 18. Gráfico 3 – Superintendência Gráfico 4– Superintendência Sistema antigo (antes) - THD (%) Sistema novo (após) - THD (%) a distorção de harmônica total variou de 24% a 30% e no sistema novo de 14% a 24%.
  19. 19. Gráfico 5 – Laboratório Docência Gráfico 6 – Laboratório Docência Sistema antigo - Fator de Potência Sistema novo - Fator de Potência sistema antigo de iluminação de cerca de 0,5, considerado crítico pois se encontrava muito abaixo de 0,92 que é o valor normalizado no Brasil. Com o sistema novo de iluminação os valores de fator de potência variaram de 0,93 a 0,99.
  20. 20. Gráfico 7 – Superintendência Gráfico 8 – Superintendência Sistema antigo - Fator de Potência Sistema novo - Fator de Potência sistema antigo de iluminação de cerca de 0,5 A 0,7, sistema novo de iluminação os valores variaram de 0,94 a 0,99.
  21. 21. PESQUISA  DE  SATISFAÇÃO     •  Para  veriicar  a  satisfação  dos  usuários  do  sistema   novo  de  iluminação  foram  aplicados  questionários   antes  e  após  a  instalação  do  sistema  novo  de   iluminação.     •  Foram  aplicados  (80  etapa  1;  55  etapa  2)   questionários  antes  e  após.     •  As  perguntas  foram  elaboradas  no  sentido  de   veriicar  o  peril  de  usuário  e  as  características  do   uso  da  iluminação  no  do  local  e  também  para  se  fazer   avaliações  de  sua  satisfação  quanto  ao  sistema   instalado.  
  22. 22. PESQUISA  DE  SATISFAÇÃO  -­‐  I   0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 Adequado Pouco ilum. mas satisfaz Indiferente Não satisf. Avaliação Porcentagem(%) Antes Depois Média das notas 6.4 6.6 6.8 7 7.2 7.4 7.6 7.8 8 8.2 1 Antes Depois Avaliação do Média das notas Sistema de Iluminação Apenas 45% dos usuários achavam o sistema antigo de iluminação adequado. Esse valor passou para 84% com o uso do sistema novo de iluminação. A insatisfação com o sistema de iluminação antigo era de 30% e passou para apenas 3% dos usuários com o sistema de iluminação novo.
  23. 23. C Avaliação do Média das notas Sistema de Iluminação Apenas 36% dos usuários achavam o sistema antigo de iluminação adequado. Esse valor passou para 89% com o uso do sistema novo de iluminação. A insatisfação com o sistema de iluminação antigo era de 44% e passou para apenas 2% dos usuários com o sistema de iluminação novo.
  24. 24. Valores  realizados,  calculados  -­‐  I     ITENS ANTES APÓS ECONOMIA Quantidade luminária(un) 2505 2505 Quantidade lâmpada(un) 7824 3975 Quantidade reator(un) 3933 2505 Potência Instalada (kW) 344,81 134,72 210,10 Consumo (MWh/ano) 2076,62 811,32 1265,30 Economia (%) 60,93% Horas de funcionamento 18 18 Dias de funcionamento 30 30 Tarifa (R$/MWh) 175 175 Economia anual (R$) R$ 221.427,00
  25. 25. Valores  realizados,  calculados  -­‐  II     ITENS ANTES APÓS ECONOMIA Quantidade luminária(un) 4355 4355 Quantidade lâmpada(un) 12222 6227 5995 Quantidade reator(un) 6212 4355 1857 Potência Instalada (kW) 495 212 283 Consumo (MWh/ano) 3252 1395 1857 Economia (%) 59% Horas de funcionamento 18 18 Dias de funcionamento por ano 365 365 Tarifa (R$/MWh) 175 175 Economia anual (R$) 324.975,00
  26. 26. Resultados  finais,  medidos  -­‐  I   ITENS ANTES APÓS ECONOMIA Quantidade de luminárias 2505 2505 Quantidade lâmpada(un) 7824 3975 3849 Quantidade reator(un) 3933 2505 1428 Consumo (MWh/ano) 2076,62 1142,14 934,48 Economia (%) 45% Tarifa (R$/MWh) 175 175 Economia anual (R$) R$ 163.533,69
  27. 27. RESULTADOS  ECONÔMICOS   PREVISTO REALIZADO Total de Investimentos R$ 1.600.000,00 R$ 1.670.000,00* Doação R$ 800.000,00 R$ 880.000,00* Amortização R$ 800.000,00 R$ 790.000,00* Economia Mensal sem considerar os impostos R$ 47.000,00* Tempo de retorno simples 39 meses** 18 meses** * valores aproximados. ** para uma taxa de 18% a.a descontando os impostos.
  28. 28. CONCLUSÃO   •  A  economia  obtida  com  os  equipamentos   instalados  foi  de  60,93%,  valor  muito  maior  do   que  o  previsto  inicialmente  que  era  de  33,8%.  A   economia  adotada  para  o  cálculo  econômico  inal   foi  a  medida  de  45%.  Essas  diferenças  mostram   que  os  projetos  de  eiciência  precisam  de   medições  mais  apuradas  para  se  obter  o  resultado   inal  de  economia  e  reletem  que  a  mudança  nos   hábitos  de  consumo  da  instalação  elétrica  também   inluem  nessa  economia.  
  29. 29. CONCLUSÃO   •  Quando  não  se  tem  uma  medição  centralizada  de  consumo   para  se  medir  a  economia,  a  solução  é  fazer  as  medições   nos  circuitos.     •  As  medições  nos  circuitos  podem  inviabilizar  os  custos  do   projeto  e  devem  ser  feitas  com  muita  cautela.  No  caso  do   HC  as  medições  foram  feitas  por  24  horas  tomando-­‐se  o   cuidado  de  se  medir  os  circuitos  no  mesmo  dia  da  semana   tanto  para  o  sistema  de  iluminação  antigo  como  para  o   novo.  Apesar  dos  cuidados  houve  uma  grande  diferença   entre  o  resultado  calculado  de  60,93%  para  o  medido  de   45%.  Essa  diferença  pode  ter  sido  provocada  por   alterações  nos  hábitos  de  consumo  entre  os  diferentes  dias   em  que  a  medição  foi  feita.  
  30. 30. CONCLUSÃO   •  O  retorno  do  projeto  foi  de  18  meses.   •  Outras  melhorias  importantes  provocadas  pelo   projeto  (qualidade  de  energia)   –   foram  o  fator  de  potência  nos  circuitos  medidos  e     –  o  nível  de  distorção  harmônica  total  (THD)  dos  alimentadores  dos   quadros  de  carga.   –  O  nível  de  iluminância  teve  uma  melhora  média  de  20  a  35%,   apesar  da  economia  de  energia  realizada.   •  A  pesquisa  de  satisfação  também  foi  uma  inovação   do  projeto.  O  resultado  mostrou  que  além  da   economia  de  energia,  o  sistema  novo  de   iluminação    satisfez  bastante  os  usuários  do   segundo  andar.  
  31. 31. aor fiA Mo aaoM ie Mno t t J ééi H e o t n Mia i   eit M e t l r t no t Mvni o t n Mt niot e t Ms t ini niu ie Mno0 i iLe /oM

×