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• O movimento cooperativista dos consumidores nasceu do pensamento  liberalista de que as escolhas individuais e racionais...
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  1. 1. É o ato de consumir produtos e/ou serviços, indiscriminadamente, sem noção de que podem ser nocivos ouprejudiciais para a nossa saúde ou para o ambiente. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipode influência que as empresas, por meio da propaganda e da publicidade, bem como a cultura industrial, pormeio da TV e do cinema, exercem nas pessoas. Muitos alegam que elas induzemao consumo desnecessário, sendo este um fruto do capitalismo e um fenómeno da sociedade de agora.
  2. 2. • A diferença entre o consumo e o consumismo é que no consumo as pessoas adquirem somente aquilo que lhes é necessário para sobrevivência. Já no consumismo a pessoa gasta tudo aquilo que tem em produtos supérfluos, que muitas vezes não é o melhor para ela, porém é o que ela tem curiosidade de experimentar devido às propagandas na TV e ao apelo dos produtos de marca. No entanto, a definição de necessidade supérfluas é algo relativo, já que um produto considerado supérfluo para alguém pode ser essencial para outra, de acordo com as camadas sociais a que a população pertence. Isso pode gerar violência, pois as pessoas que cometem crimes na maioria das vezes não roubam ou furtam nada por necessidade, e sim por vontade de ter aquele produto, e de não ter condições de adquiri-lo. Nesses casos, a necessidade de consumo se torna uma doença, uma compulsão, que deve ser tratada para evitar maiores danos à pessoa. Muitas vezes o consumismo chega a ser uma patologia comportamental. Pessoas compram compulsivamente coisas que elas não irão usar ou que não têm utilidade para elas apenas para atender à vontade de comprar.
  3. 3. • O movimento cooperativista dos consumidores nasceu do pensamento liberalista de que as escolhas individuais e racionais dos consumidores têm uma influência decisiva sobre o sistema económico. As suas origens remontam também aos movimentos utópicos ou reformistas nascidos no final do séc. XIX, de onde recolheu a ideia do alcance de uma sociedade mais justa através da abolição do lucro e dos intermediários. O movimento cooperativista dos consumidores nasceu da evolução destas correntes de pensamento, apresentando-se actualmente com iniciativas como o consumo ético ou o comércio justo.
  4. 4. • é um ramo do direito que lida com conflitos de consumo e com a defesa dos direitos dosconsumidores, e que se encontra desenvolvido na maior parte dos países com sociedades de consumo e sistemas legais funcionais.• O Direito do consumidor é um ramo relativamente novo do direito, principalmente no Direito brasileiro. Somente a partir dos anos cinquenta, após a segunda guerra mundial, quando surge a sociedade de massa com contratos e produtos padronizados, é que se iniciou uma construção mais sólida no sentido de harmonizar as relações de consumo. Os consumidores passaram a ganhar proteção contra os abusos sofridos, tornando-se uma preocupação social, principalmente nos países da América e da Europa Ocidental que se destacaram por serem pioneiros na criação de Órgãos de defesa do consumidor.
  5. 5. • A Nível Nacional• Organismos Púbicos:• * Instituto do Consumidor• * Centros de Informação• - Centros de Informação Autárquicos ao Consumidor - CIAC• - Serviços Municipais de Informação ao Consumidor - SMIC• * Centros de Arbitragem de Conflitos• * Conselho Nacional de Consumo• * Inspecção Geral das Actividades Económicas• Organismos Privados:• * Associações de Consumidores• - DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor• - UGC - União Geral dos Consumidores• - ACOP - Associação dos Consumidores de Portugal• - APDC - Associação Portuguesa de Direito do Consumo• * Cooperativas de Consumo• - FENACOOP - Federação Nacional das Cooperativas de Consumo, FCRL• - PLURICOOP - Cooperativa de Consumo, CRL
  6. 6. • O termo Consumerismo designa um tipo de atitude oposta ao consumismo e que se caracteriza por um consumo racional, controlado e responsável e que tem em contas as consequências económicas, sociais, culturais e ambientais do próprio acto de consumir. Este tipo de atitude tem vindo a ganhar forma através da intervenção social de diversos indivíduos, movimentos, associações e outros tipos de organizações, que entre outras actividades, defendem os interesses dos consumidores e promovem o desenvolvimento sustentável do ponto de vista social, económico e ambiental.

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