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 Significa geralmente que alguém formou o...
Fatos e valores
 Em geral distinguimos dois tipos de juízo:
1. Juízo de fato
2. Juízo de valor.
 Um exemplo do primeiro ...
Mas o que são valores?
valores
 Os valores intervêm e influenciam em nossas decisões
nos mais variados campos;
 Os valores morais orientam noss...
Juízo de fato
 São descritivos;
 Informam sobre o que se passa na realidade – dizem de
que forma as coisas são.
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 O juízos de fato tem valor de verdade: são verdadeiros
ou falsos.
 São objetivos;
 A realidade que descrevem, quer nos...
Juízo de valor
“A pena de morte é injusta”
 Este juízo exprime uma atitude desfavorável em
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 Alguém que acredite nele sinceramente não está...
 Dizer que a pena de morte é injusta significa fazer uma
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 Não nos limitamos, portanto,...
 As normas servem para indicar a maneira como devemos
agir;
 É devido a esta norma que os juízos de valor são
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Filosofia moral de Kant
 Ele estudou detalhadamente duas formas de
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 a razão teórica
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 A razão teórica pura permite ao sujeito elaborar o
conhecimento do mundo e da natureza.
 A razão prática pura abre o ca...
Porque razão pura?
 Kant acredita que existam faculdades que são:
1. “a priori” – por exemplo a razão;
2. “a posteriori” ...
 A razão teórica pura corresponde ao “imperativo
categórico”;
 É um instrumento do julgamento moral da razão
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Todos os princípios da razão prática são leis universais
que definem nossos deveres, por isso aplicam-se a
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 Existe uma lei moral em nós que é objetiva, e que não
é conhecida pela experiência , mas pela razão.
 Essa lei nos obri...
A ética de Kant
Age de modo que a máxima da tua vontade possa sempre
valer de lei universal.
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  1. 1.  O que significa dizer que alguém formulou um juízo sobre determinado assunto.  Significa geralmente que alguém formou ou deu uma opinião.  Esta opinião é comunicada oralmente ou por escrito através de uma frase declarativa, que exprime o juízo formulado.  Se a frase pôde expressar a opinião ou juízo de alguém é porque há um significado associado a frase.
  2. 2. Fatos e valores  Em geral distinguimos dois tipos de juízo: 1. Juízo de fato 2. Juízo de valor.  Um exemplo do primeiro seria: o sol é uma estrela;  Um exemplo do segundo seria: o aborto – em certas circunstancias – é moralmente permissível.
  3. 3. Mas o que são valores?
  4. 4. valores  Os valores intervêm e influenciam em nossas decisões nos mais variados campos;  Os valores morais orientam nossas ações quando está em causa o bem e o mal, o certo e o errado. A amizade, o respeito pelos outros, a honestidade e a generosidade são exemplos de valores éticos (morais).
  5. 5. Juízo de fato  São descritivos;  Informam sobre o que se passa na realidade – dizem de que forma as coisas são. “A atmosfera terrestre contem oxigênio”
  6. 6.  O juízos de fato tem valor de verdade: são verdadeiros ou falsos.  São objetivos;  A realidade que descrevem, quer nos agrade quer não, é como é.  Não depende do que possamos pensar ou sentir
  7. 7. Juízo de valor “A pena de morte é injusta”
  8. 8.  Este juízo exprime uma atitude desfavorável em relação a pena de morte;  Alguém que acredite nele sinceramente não está apenas a dizer-nos como as coisas se passam na realidade.  Não está apenas a descrevê-las;  Está a dizer-nos como as coisas deveriam ser;  Está a avaliá-las.
  9. 9.  Dizer que a pena de morte é injusta significa fazer uma avaliação negativa desta prática;  Não nos limitamos, portanto, a descrever um fato;  Estamos a propor a adoção de uma norma de comportamento
  10. 10.  As normas servem para indicar a maneira como devemos agir;  É devido a esta norma que os juízos de valor são normativos.  Juízos de fato são descritivos;  Juízos de valor são normativos.  Os juízos de fato tratam daquilo que as coisas são;  Os juízos de valor tratam daquilo que as coisas devem ser.
  11. 11. Filosofia moral de Kant  Ele estudou detalhadamente duas formas de manifestação da razão:  a razão teórica  a razão prática
  12. 12.  A razão teórica pura permite ao sujeito elaborar o conhecimento do mundo e da natureza.  A razão prática pura abre o caminho para o conhecimento da sociedade
  13. 13. Porque razão pura?  Kant acredita que existam faculdades que são: 1. “a priori” – por exemplo a razão; 2. “a posteriori” - por exemplo: os conhecimento adquiridos pela experiência.
  14. 14.  A razão teórica pura corresponde ao “imperativo categórico”;  É um instrumento do julgamento moral da razão prática pura. No domínio da razão pratica somos livres!  Por isso a moralidade trata do uso prático e livre da razão.
  15. 15. Todos os princípios da razão prática são leis universais que definem nossos deveres, por isso aplicam-se a todos os indivíduos em qualquer circunstância.
  16. 16.  Existe uma lei moral em nós que é objetiva, e que não é conhecida pela experiência , mas pela razão.  Essa lei nos obriga a agir ou nos abster de agir, simplesmente em razão da ação ser permitida ou proibida por ela.
  17. 17. A ética de Kant Age de modo que a máxima da tua vontade possa sempre valer de lei universal.

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