Prodetur Nacional Bahia - Apresentação

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Prodetur Nacional Bahia - Apresentação

  1. 1. Prodetur Nacional - Bahia Turismo Náutico e Cultural na Zona Turística Baía de Todos-os-Santos
  2. 2. Prodetur Nacional O Programa Nacional de Desenvolvimento do Turismo é um programa do Ministério do Turismo, financiado por organismos financeiros internacionais, que visa a execução de ações de qualificação dos destinos turísticos brasileiros e a geração de emprego e renda para a população local. Apesar do vínculo com o MTur, as operações de crédito são feitas diretamente entre os estados e municípios e os organismos financeiros. Na Bahia, a operação de crédito está sendo realizada com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
  3. 3. Prodetur Nacional - Bahia O Prodetur Nacional – Bahia tem como:Objetivo Geral:Desenvolver os segmentos náutico e cultural na zonaturística Baía de Todos-os-Santos, desenhando umanova economia para a região.Objetivos Específicos: Aumentar o fluxo turístico na região Incrementar o gasto turístico Aumentar a permanência média do turista Gerar emprego e renda para a população local
  4. 4. Área de Abrangência A área de abrangência do Programa beneficia 17 municípios turísticos da região, além do município de Simões Filho que, embora não seja considerado um município turístico, foi incluído no Programa por sua vocação especial para a náutica. Para uma melhor operacionalização do Programa, esses 18 municípios foram divididos em quatro áreas geográficas e classificados de acordo com o potencial turístico náutico e cultural. São eles:
  5. 5. Municípios beneficiados Salvador  Cachoeira Candeias  São Félix Madre de Deus  Maragojipe São Francisco do Conde  Santo Amaro Simões Filho  Muritiba Itaparica  Jaguaripe Vera Cruz  Nazaré Salinas da Margarida  Aratuípe Saubara  Muniz Ferreira
  6. 6. ÁREA DE ABRANGÊNCIA
  7. 7. Áreas de intervenção Para uma melhor operacionalização das ações do programa, as áreas de intervenção foram selecionadas e agrupadas em quatro áreas geográficas, homogêneas nos seus aspectos geográficos, geomorfológicos, sociais e culturais. Levou-se em consideração também os seguintes elementos: a) a atratividade turística e cultural; b) o potencial para desenvolvimento do turismo náutico; e c) a Infraestrutura turística existente Para seleção final combinou-se, ainda os critérios de: a) potencialidade turística (em função dos segmentos identificados); b) indicadores sociais (favorecendo áreas com população de menor desenvolvimento social) Nesse contexto, as áreas geográficas ficaram assim definidas:
  8. 8. Área geográfica Municípios Salvador São Francisco do CondeMetropolitana I Candeias Madre de Deus Simões Filho Itaparica Vera CruzMetropolitana II Salinas da Margarida Saubara Maragojipe CachoeiraRecôncavo São Félix Santo Amaro Muritiba Jaguaripe AratuípeRecôncavo Sul Nazaré Muniz Ferreira
  9. 9. Justificativa A proposta de estruturação levou em consideração outras variáveis e se justifica por permitir, através da concentração das ações previstas neste Plano de Ação, uma melhor racionalização dos recursos e, consequentemente, um impacto maior nos resultados a serem alcançados pelo programa. Foi considerada a posição estratégica e a função que cada município representa para o turismo em cada área geográfica, a partir das possibilidades de formatação de rotas e roteiros turísticos. As áreas de intervenção e o segmento de público-alvo foram selecionados a partir dos seguintes estudos:
  10. 10. Estudos para seleção das áreas de intervenção Programa de Integração Cultura e Turismo (BID) Plano Estratégico de Turismo Náutico na BTS Reivindicações do trade turístico (Plano Náutico) Reinvindicações das comunidades locais (Plano Náutico) Pesquisa Critérios para a seleção de local para um porto de Turismo Náutico Pesquisa com operadores e agências de Turismo Náutico Pesquisa de perfil do turista náutico de recreio e esporte Pesquisa de perfil do turista náutico de mergulho Pesquisa de perfil do turista náutico de cruzeiros Levantamento da atratividade natural e cultural Levantamento da vocação local para o desenvolvimento de esportes náuticos Gerenciamento costeiro da BTS Capacidade de carga Infraestrutura já existente
  11. 11. Segmento prioritário As pesquisas e os estudos realizados pela SETUR apontaram como segmento prioritário do programa o Turismo Náutico de Recreio e Esporte. Este segmento turístico pode ser realizado de três maneiras: a) em barcos conduzidos pelos proprietários b) por meio de barcos alugados, através de bases de charter c) ou de passeios organizados por agências, clubes e marinas. O segmento inclui ainda as atividades de pesca esportiva e de mergulho.
  12. 12. Plano de Ação As ações do Prodetur Nacional - Bahia são transversais. Os projeto englobam: a) Implantação e/ou recuperação de infraestrutura; b) Ações de qualificação profissional/empresarial; c) Geração de renda; d) Captação de investimentos privados; e) Inovação (formatação de produtos, serviços e roteiros) f) Gestão ambiental; g) Promoção e divulgação do destino turístico. Todas as ações partem do conceito de sustentabilidade e envolvem a participação das comunidades e entidades representativas dos movimentos sociais e do trade turístico.
  13. 13. Plano de ação O Plano de ação do Programa está dividido em cinco componentes, além dos investimentos referentes à administração, gerenciamento e supervisão do programa, como demonstrado no quadro resumido da Matriz de Investimento, a seguir:
  14. 14. Matriz de Investimentos Componente Valor (US$) Valor (R$)Estratégia de Produto Turístico 55.365.000,00 110.730.000,00Comercialização do Produto 10.350.000,00 20.700.000,00Fortalecimento Institucional 5.285.000,00 10.570.000,00Infraestrutura e Serviços 2.400.000,00 4.800.000,00Gestão Socioambiental 6.680.000,00 13.360.000,00Administração e supervisão 4.624.000,00 9.248.000,00Total 84.704.000,00 169.408.000,00
  15. 15. ComponenteEstratégia de Produto Turístico
  16. 16. Projeto Integrado de Intervenção Náutica Visa dotar a BTS de equipamentos náuticos, através da implantação e recuperação de infraestrutura, como bases náuticas, pontos de apoio, terminais hidroviários e náuticos, atracadouros, píeres, etc, que permitem o desenvolvimento dos segmentos turísticos náutico e cultural. Estão previstas as seguintes ações:
  17. 17. Implantação de Bases Náuticas São receptivos de turismo náutico, que vão reunir vários serviços no mesmo local, a exemplo de banheiros, posto de informação turística, lan house, bar, restaurante, loja de artesanato local, agência de turismo local, e ponto comercial de oferta de instrutores e equipamentos para a prática de esportes náuticos. Serão implantadas entre quatro e cinco Bases Náuticas A localização dessas Bases ainda serão definidas por um estudo de demanda, de tematização de esportes náuticos e de portifólio de produtos culturais. O modelo da estrutura física já está definido, mas a planta final depende do tipo de esporte náutico que será desenvolvido em cada localidade.
  18. 18.  O anteprojeto arquitetônico privilegiou o aspecto sustentável, o que possibilitará a utilização de recursos naturais, como energia solar, eólica e ventilação natural. O modelo de gestão ainda será definido através de estudo próprio, mas a ideia é que estes equipamentos sejam geridos pelos municípios, com condicionantes a serem estabelecidos previamente.
  19. 19. Implantação de Pontos de Apoio ao Turismo Náutico São estruturas semelhantes às Bases Náuticas, embora menores, que também têm a finalidade de oferecer serviços, como banheiros, lan house, posto de informação turística e loja de artesanato local. Estudos ainda vão determinar a viabilidade de incluir também nestes pontos a comercialização de combustível para as embarcações. Estão previstas a implantação de quatro unidades e, da mesma forma que as Bases Náuticas, as localizações e o modelo de gestão serão definidos em estudos.
  20. 20. • . Como no anteprojeto das Bases Náuticas, a arquitetura privilegia o aspecto sustentável, o que possibilitará a utilização de recursos naturais, como energia solar, eólica e ventilação natural.
  21. 21. Base Náutica inserida na paisagem de Cachoeira (vista do rio)
  22. 22. Base Náutica inserida na paisagem de Cachoeira (vista de terra)
  23. 23. Modelo aplicado à paisagem de JaguaripeBase Náutica inserida na paisagem de Jaguaripe
  24. 24.  Em localidades que já dispõem de boa infraestrutura náutica e de serviços, serão instalados postos móveis de informações turísticas e de vendas de passeios turísticos.
  25. 25. Posto Móvel de Informação Turística inserido na paisagem de Salvador
  26. 26. Recuperação da infraestrutura náutica existentes Além da construção de novas estruturas náuticas, o Programa vai recuperar os equipamentos já existentes, como os Terminais Náuticos e Hidroviários, atracadouros, píeres, pontes e flutuantes. Foram aproveitados projetos realizados pelas Secretarias de Infraestrutura e de Indústria e Comércio para a recuperação de terminais, atracadouros e píeres, ajustados à materiais compatíveis com os elementos utilizados nos projetos das Bases Náuticas e dos Pontos de Apoio. Os equipamentos que serão recuperados dependem ainda dos estudos de demanda, mas alguns, como o Terminal Náutico da Bahia, já estão com projeto concluído.
  27. 27. Modelo de atracadouro inserido na paisagem de Ponta de Nossa Senhora
  28. 28. Inserção de atracadouro na paisagem de Bom Jesus dos Passos
  29. 29. Propostas de intervenção no Terminal Náutico
  30. 30. Implantação do SAC Náutico Esta ação está sendo desenvolvida em parceria com a Secretaria da Administração e prevê a criação de uma estrutura integrada de serviços com objetivo de acelerar a entrada de barcos estrangeiros em território nacional, através do funcionamento conjunto de postos avançados da Anvisa, Receita Federal, Polícia Federal e Capitania dos Portos. Com isso, será possível reduzir o tempo de formalização da entrada de turistas e embarcações de 3 a 4 dias para menos de uma hora. O SAC Náutico vai funcionar no Terminal Náutico da Bahia.
  31. 31. Implantação de sistema de transporte turístico A proposta do sistema é desenvolver um tipo de embarcação própria e implantar um novo sistema de transporte turístico entre os municípios da BTS, criando uma cadeia de produção desde a fabricação até a operação das embarcações, passando por sua manutenção. A ideia é que essas embarcações façam roteiros próximos das Bases Náuticas e dos Pontos de Apoio ao Turista, que receberão fluxos maiores de turistas. A partir desses pontos, as pequenas embarcações passam a oferecer roteiros próximos e diversificados. Por exemplo: Uma escuna com 100 turistas que chega a Madre de Deus, possibilita a oferta de roteiros para São Francisco do Conde ou a Ilha Maria Guarda, em embarcações menores, cujo calado permite a navegação até esses pontos.
  32. 32. Implantação de sistema de transporte turístico O projeto envolve várias ações: – Levantamento de demanda; – Estudo de desenvolvimento de embarcação para passeios turísticos; – Qualificação profissional e capacitação empresarial em turismo náutico; – Estruturação de empresas incubadoras para as operadoras do sistema; – Oferta de Linhas de financiamento para embarcações de pequeno porte e empreendedores individuais: BNB; – Estratégia de formalização dos pequenos negócios a serem formados.
  33. 33. Estudos preliminares das embarcações
  34. 34. Qualificação para o Turismo Náutico O planejamento dos cursos de qualificação será feito a partir dos estudos de demanda, com a elaboração de um plano para qualificação da cadeia a ser formada, prevendo as seguintes atividades a serem desenvolvidas:  Fabricação (cursos necessários, público a que se destina, etc.)  Manutenção (mecânico, pinturas, limpeza de casco)  Operação de Transporte Turístico (manejo do equipamento, roteiros, receptivo turístico, etc.)  Capacitação empresarial (empreendedorismo, gestão de negócios, etc.)
  35. 35. Nova Roteirização Com a implantação de novos equipamentos e a recuperação da estrutura já existente, novas rotas e roteiros serão criados e operacionalizados, tanto náuticos quanto multimodais, abrangendo atrativos naturais e culturais. Será implantada a Via do Mar e reimplantada a Via Náutica, em Salvador, entre outros roteiros.
  36. 36. Via Náutica Porto da Barra Solar do Unhão Terminal Náutico São Joaquim Irmã Dulce Ponta do Humaitá Bonfim Ribeira Plataforma São Tomé de Paripe
  37. 37. Sinalização Turística e Interpretativa da BTS Este projeto prevê a implantação de sinalização rodoviária e turística dos municípios beneficiados pelo Programa e dos seus respectivos pontos turísticos e equipamentos culturais. Por conta dos recursos do MTur já garantidos para a Copa, a sinalização rodoviária e turística de Salvador será implantada em outro programa.
  38. 38. Mapas animados
  39. 39. Placas de Roteiros Náuticos
  40. 40. Placas de Mirante
  41. 41. Placas de Interesse Turístico
  42. 42. Placas de Área Urbana
  43. 43. Placas de identificação de APAs
  44. 44. Placas de Rota de Pedestre
  45. 45. Placas Rodoviárias
  46. 46. Placas de Identificação e Orientação
  47. 47. Balizamento Trata-se da sinalização marítima da BTS que visa adequar a BTS aoscódigos de sinalização internacional.
  48. 48. Recuperação de patrimônio histórico-cultural Requalificação do entorno da Rua Chile (Rui Barbosa, D’Ajuda, Tesouro e transversais) com implantação de estacionamento na rua do Tesouro e de Feira de Antiguidades. Recuperação das instalações físicas do Museu Wanderley de Pinho – Candeias Urbanização da Orla de São Félix Construção do Centro de Documentação e Memória da Cultura Negra do Recôncavo, em Cachoeira
  49. 49. Requalificação do entorno da Rua Chile Rua Chile Praça do Tesouro 148 vgs
  50. 50. Requalificação do entorno da Rua ChileRua Rui BarbosaRua do Tesouro etransversais :PavimentaçãoFiação subterrâneaFeria de antiguidade Rua Chile: Pavimentação Fiação subterrânea
  51. 51. Intervenção física Perímetro feira Praça do TesouroTipo de pavimentação proposta – piso intertravado
  52. 52. Estacionamento na Praça do Tesouro
  53. 53. Gradil no Muncab
  54. 54. Barracas da Feira de Antiguidades
  55. 55. Museu Wanderley de Pinho Situação atual
  56. 56. Museu Wanderley de PinhoAlém da recuperação das instalações físicas, será implantadoprojeto de qualificação profissional e capacitação empresarialna comunidade de Caboto.
  57. 57. Orla de São Félix Situação atual
  58. 58. Orla de São Félix  Está prevista a transferência do Terminal Rodoviário e no local será implantada uma praça com pequena arena para shows e eventos culturais, além de quiosques e ponto de atracação de embarcações.  Há ainda necessidade de cessão da área e relocação dos ambulantes da área para outros espaço com as mesmas ou melhores condições (exigência do BID).
  59. 59. Centro de Documentação e Memória da Cultura Negra do Recôncavo Este projeto será implementado em parceria com a Fundação Pedro Calmon e prevê a construção do Centro, onde será disponibilizado o acervo municipal e estadual referente às comunidades quilombolas e terreiros de candomblé da região. O espaço também receberá uma área específica para show-room dos produtos artesanais de matriz africana, além de sala para eventos. As informações serão apresentadas também em totens interativos. A Prefeitura de Cachoeira cedeu duas edificações para a implantação do projeto, na área da sede da antiga Companhia de Navegação Bahiana (CNB), em frente ao atracadouro.
  60. 60. Implantação do Distrito Cultural Turístico da BTS Este projeto ainda depende de alguns estudos para ser implementado. Estudo para definição do sistema de governança e da modelagem de gestão do DCT. Estudo para a estruturação de novos produtos do Turismo Cultural Criativo (aquele caracterizado pela participação dos visitantes nas artes e atividades culturais do local). Elaboração de um plano de interpretação do patrimônio natural e cultural da BTS. Plano de Gestão e Aproveitamento Turístico da Rede de Equipamentos Culturais e Religiosos, incluindo proposta de viabilidade econômica para o seu funcionamento diário.
  61. 61. Distrito Cultural Turístico Por definição, um DCT é uma instância de governança formada pelo poder público, instituições representativas da sociedade civil e agentes do movimento social, que visa desenvolver o turismo numa determinada região, de forma participativa, com foco específico no gerenciamento da oferta e da demanda da produção cultural. Um DCT se caracteriza pela: – Existência de uma produção espontânea de cultura original ligada unicamente a um território – Participação das comunidades na evolução do distrito cultural – Identidade do território fortemente visível e uma continuidade de produção cultural associada – Ação pública, como fortalecedora da consolidação da economia do DCT – Promoção da participação compartilhada de todos os atores que iniciam uma rede de relacionamentos e colaborações – Diferencia-se do modelo Cluster que é focado em empresas e sua competitividade. – Fomenta a participação da população local e da sociedade civil (metodologia de desenvolvimento baseado na comunidade).
  62. 62. Qualificação Profissional– A partir da definição dos produtos culturais criativos, serão realizados cursos de qualificação, prevendo as seguintes áreas:  Profissional: – Receptivo Turístico – Habilidade (melhoria do produto) – Idiomas  Empresarial – Empreendedorismo – Marketing de negócios – Competitividade – Linha de produção – Comercialização
  63. 63. Qualificação Profissional Aliado à qualificação profissional e capacitação empresarial, serão desenvolvidas as seguintes ações paralelas: Incubadoras: – A partir dos estudos realizados, serão definidos os projetos que poderão virar incubadoras. Levantamento de Linhas de financiamento: – Oferta de Linhas de financiamento para pequenos negócios e empreendedores individuais: BNB, Desenbahia e BNDES. Roteirização: – Após a definição dos produtos culturais criativos, serão desenvolvidos rotas e roteiros náuticos, terrestres e multimodais que contemplem as experiências dos turistas através desses produtos.
  64. 64. ComponenteComercialização do produto turístico
  65. 65. Plano de MarketingElaboração e implantação do Plano de Marketing Essa ação envolve a elaboração do Plano de Comunicação e Marketing com foco na BTS (turismo cultural e náutico) e na estratégia e- marketing do Estado e deve indicar um sistema de monitoramento e avaliação dos canais de promoção.Apoio e patrocínio a eventos Além disso, prevê apoio a realização de Feiras e Salões Náuticos em Salvador e recursos para a captação de eventos esportivos náuticos.
  66. 66. ComponenteFortalecimento Institucional
  67. 67. Sistema Informações e Estatísticas Turísticas da Bahia Este projeto prevê a implantação do sistema a ser criado a partir dos indicadores adotados pela Organização Mundial do Turismo (OMT). Em parceria com o MTur, IBGE, SEI e os municípios, a SETUR vai estruturar o sistema e manter a atualização de dados referentes a fluxo turístico, perfil do turista, gasto, permanência, ocupação hoteleira, movimentação aeroportuária e marítima, número de voos, estoque formal de emprego, rendimento médio do trabalhador formal, empreendimentos formais e estatísticas de atendimento.
  68. 68. Fortalecimento da Gestão Turística Municipal – Cidades Digitais Este projeto visa a implantação do Plano Integrado de Modernização da Gestão da Informação Municipal na BTS – Cidades Digitais A proposta tem o objetivo de estabelecer parâmetros para a implantação de uma rede de Cidades Digitais, que possibilite a modernização da gestão pública e agregue valor às atividades turísticas desempenhadas nos municípios. O programa contratará uma consultoria especializada para elaborar o Projeto Cidades Digitais da BTS e ficará encarregada, posteriormente, de auxiliar e acompanhar as Prefeituras na captação de recursos para implantação do projeto, que prevê seguintes ações:
  69. 69. Fortalecimento da Gestão Turística Municipal – Cidades Digitais Conexão em rede entre os órgãos públicos; Implantação de aplicativos de gestão para os setores financeiro, tributário, de saúde, educação, meio ambiente e turismo; Capacitação dos servidores públicos no uso específico dos softwares e aplicativos; Facilitação de acesso público à informação governamental; Instalação de acesso público à internet, em praças, rodoviárias e outros espaços públicos. Disponibilização de informações culturais e turísticas dos municípios da BTS Criação de canal reservas e comercialização dos produtos culturais e turísticos da BTS Criação de mecanismo de integração virtual dos integrantes do Distrito Cultural e Turístico da BTS
  70. 70. ComponenteInfraestrutura e Serviços
  71. 71. Implantação do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos O projeto prevê a implantação do Plano já elaborado pela SEDUR e a CONDER e inclui também a qualificação de dirigentes e técnicos municipais na gestão de resíduos sólidos. Além disso, neste componente está prevista a instalação da rede de saneamento das Bases Náuticas e das estruturas de apoio a serem implantadas pelo Programa e o desenvolvimento de tecnologia apropriada para captação e tratamento dos efluentes produzidos pelas embarcações.
  72. 72. ComponenteGestão Socioambiental
  73. 73. Fortalecimento da Produção Associada ao Turismo Este projeto prevê a elaboração e implantação de um plano para seleção das intervenções e dos segmentos-alvo, com vistas à melhoria da produção local dos fornecedores formais e informais de insumos para hotéis e restaurantes. Estão previstas ações de qualificação profissional e capacitação empresarial, além de estímulo à formalização empresarial das atividades.
  74. 74. Implantação das Recomendações da Avaliação Ambiental Estratégica Esta ação prevê a implantação das recomendações da Avaliação Ambiental Estratégica (AAE), feita pela SEMA: Adoção de um sistema de monitoramento das condições socioambientais da BTS, através de indicadores ambientais. Esta ação está sendo tocada em parceria com a SEMA e o Inema e a pesquisa que fornecerá a linha de base do sistema já foi concluída pela SETUR. Estudos de Impacto Ambiental e adoção de metodologia para descarte de material das obras de engenharia.
  75. 75. Programa de Educação Ambiental A proposta engloba duas ações: – Programa Regional de Catadores de Materiais Recicláveis: integrado ao Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. – Programa de Educação Socioambiental para sensibilização nos temas das salvaguardas de grupos ambientais, grupos turísticos e da cadeia produtiva, além de gestores municipais.
  76. 76. Projeto Social para Crianças em Situação de Vulnerabilidade no CHS Este projeto foi uma exigência do BID e visa promover ações de inclusão de crianças sem vínculo familiar, através do esporte. O BID tem financiado projetos desse tipo em vários países e aqui na Bahia contará com a colaboração da Fifa e de grandes marcas esportivas, como Adidas, Nike e outras. O projeto está sendo tocado pela SETUR em parceria com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos.
  77. 77. Ações paralelas em curso• Manual Operacional do programa (MOP)• Plano de Gestão Socioambiental• Plano de Comunicação do Programa – Site – Boletim – Newsletter – Ouvidoria
  78. 78. www.prodeturbahia.turismo.ba.gov.br
  79. 79. Projetos Paralelos com recursos próprios (em curso) Pesquisa da Produção Associada ao Turismo (BTS) Levantamento de Áreas Públicas (incluindo estudo de batimetria e vocação náutica).
  80. 80. Obrigada!

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