Trabalho de bilogia celular

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Trabalho de bilogia celular

  1. 1. Fundação de Ensino Superior de Olinda – FUNESO União de Escolas Superiores da FUNESO – UNESF Centro de Ciência da Saúde - CCS Curso de Bacharelado em Enfermagem Disciplina: Biologia Celular Professor: Adilson Alunos: Mercia Alves Ronaldo Cardoso Tuany Cristina
  2. 2. Cada nucléolo é um corpúsculo esférico, não membranoso, de aspecto esponjoso.
  3. 3. Apresenta segmentos de DNA que contém poucos genes; é não apresenta relevante atividade de expressão gênica. Apresenta porções de DNA contento mais genes; caracterização por apresenta alta atividade de expressão gênica.
  4. 4. São responsável por carregar todas as informações que as células necessitam para o crescimento.
  5. 5. A interfase é o período que precede qualquer divisão celular, sendo de intensa atividade metabólica. Nesse período, há a preparação para a divisão celular, que envolve a duplicação da cromatina, material responsável pelo controle da atividade da célula. Todas as informações existentes ao longo da molécula de DNA são passadas para a cópia, como se correspondessem a uma cópia fotográfica da molécula original. Em pouco tempo, cada célula formada da divisão receberá uma cópia exata de cada cromossomo da célula se dividiu. As duas cópias de cada cromossomo permanecem juntas por certo tempo, unidas pelo centrômero comum, constituindo duas cromátides de um mesmo cromossomo. Na interfase, os centríolos também se duplicam. Dividir a interfase em três períodos distintos: G1, S e G2. O intervalo de tempo em que ocorre a duplicação do DNA foi denominado de S (síntese) e o período que antecede é conhecido como G1 (G1 provém do inglês gap, que significa “intervalo”). O período que sucede o S é conhecido como G2.
  6. 6. •Os cromossomos começam a ficarem visíveis devido à espiralação. •O nucléolo começa a desaparecer. •Organiza-se em torno do núcleo um conjunto de fibras (nada mais são do que microtúbulos) originadas a partir dos centrossomos, constituindo o chamado fuso de divisão (ou fuso mitótico).
  7. 7. •Os cromossomos atingem o máximo em espiralação, encurtam e se localizam na região equatorial da célula. •No finalzinho da metáfase e início da anáfase ocorre a duplicação dos centrômeros.
  8. 8. •As fibras do fuso começam a encurtar. Em consequência, cada lote de cromossomos-irmãos é puxado para os polos opostos da célula. •Como cada cromátide passa a ser um novo cromossomo, pode-se considerar que a célula fica temporariamente tetraploide.
  9. 9. •Os cromossomos iniciam o processo de desespirilação. •Os nucléolos reaparecem nos novos núcleos celulares. •A carioteca se reorganiza em cada núcleo-filho. •Cada dupla de centríolos já se encontra no local definitivo nas futuras células-filhas. A partição em duas copias é chamada de citocinese e ocorre, na célula animal, de fora para dentro, isto é, como se a célula fosse estrangulada e partida em duas (citocinese centrípeta). Há uma distribuição de organelas pelas duas células-irmãs. Perceba que a citocinese é, na verdade a divisão do citoplasma. Essa divisão pode ter início já na anáfase, dependendo da célula.
  10. 10. Meiose: é uma célula diploide que sofre divisão celular, formando em células haploide que produz quatro células, um fato que reforça o caráter reducional da meiose é que embora compreenda duas etapas sucessivas da divisão celular. A meiose se divide em varias fases: È a etapa mais marcante de meiose é nesta etapa que ocorre o pareamento dos cromossomos homólogos e pode acontecer um fenômeno conhecido como crossing-over(chamado de permuta). Os cromossomos homólogos pareados se dispõem na região mediana da célula. È no final desta fase, onde ocorre a citocinese que tem como finalidade de separar duas células-filhas haplóides, que segue um curto intervalo a intercinese, que procede a prófase II. A acontece o encurtamento das fibras do fuso que separa os cromossomos homólogos, conduzidos pelos polos opostos da célula.
  11. 11. Cada uma das duas células-filhas tem apenas um lote de cromossomos duplicados. Nesta fase os centríolos duplicam novamente e as células em que houve formação da carioteca, esta começa a se desintegrar. Como na mitose, os cromossomos prendem-se pelo centrômero às fibras do fuso, que partem de ambos os pólos. Ocorre duplicação dos centrômeros, só agora as cromátides-irmãs separam-se (lembrando a mitose). Com o término da telófase II reorganizam-se os núcleos. A citocinese separa as quatro células-filhas haplóides, isto é, sem cromossomos homólogos e com a metade do número de cromossomos em relação à célula que iniciou a meiose.
  12. 12. Ocorre quando há um erro na separação do cromossomo sexual X da mãe, isso implica no surgimento de um ovócito secundário com um X a mais, nesse caso o indivíduo seria 47, XXX (trissomia do X), e um outro ovócito secundário com um X a menos, no caso teríamos 45, X (Síndrome de Turner); Processo semelhante ao que ocorre na Síndrome de Turner e trissomia do X, entretanto, ocorre tanto na gametogênese da mãe e do pai, além de afetar o cromossomo de número 21, e não o cromossomo sexual. No caso da trissomia do 21, temos47, XX +21, no caso de mulher, ou 47, XY +21, no caso de homem. A monossomia do 21 acarreta no aborto espontâneo; mesmo mecanismo da Síndrome de Down, só que envolve o cromossomo 18. No caso teríamos 47, XX +18, para mulheres, e 47, XY +18, no caso de homens, no caso uma monossomia do cromossomo 18 acarreta em aborto.

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