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ESTRATÉGIA E
DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL
– Aprendizagem Organizacional –
!
FACILITADORA:	
  MÁRCIA	
  BROGIO	
  
  Bacharel	
  Pedagogia	
  e	
  Artes	
  Visuais.	
  
  Especializada	
  em	
  Psicologia	
  
Educacional,	
  Psicologia	
  Transpessoal,	
  
Biodanza	
  e	
  dinâmicas	
  de	
  grupo.	
  
  Mestre	
  em	
  Educação	
  Superior.	
  
  Consultora	
  em	
  Liderança,	
  Times	
  de	
  
Alta	
  Performance,	
  CriaKvidade,	
  
Comunicação	
  e	
  Relacionamento,	
  
Feedbacks,	
  Comportamento	
  Seguro.	
  
  Facilitadora	
  no	
  MBA	
  ExecuKvo	
  da	
  
Franklin	
  Covey	
  “Estratégia	
  e	
  DO”.	
  
Conceituação	
  e	
  reflexão	
  
Desafios	
  criaKvos	
   Jogos,	
  dinâmica,	
  diálogos	
  
APRESENTAÇÕES	
  
Mentalização:	
  Um	
  dia	
  que	
  se	
  repete...	
  
	
  Nome/Qualidade	
  que	
  se	
  conserva	
  desde	
  a	
  
infância	
  
•  Surgiu	
  como	
  um	
  processo	
  de	
  mudança	
  planejada	
  nos	
  anos	
  sessenta	
  (EUA).	
  
•  Foco	
  no	
  comportamento	
  humano,	
  relações	
  pessoais	
  e	
  grupais	
  e	
  uma	
  gestão	
  
parKcipaKva	
  que	
  oKmize	
  as	
  formas	
  que	
  as	
  pessoas	
  trabalham	
  e	
  se	
  
comunicam.	
  	
  
•  Diminui	
  a	
  rigidez	
  hierárquica	
  e	
  aumenta	
  a	
  velocidade	
  do	
  fluxo	
  de	
  
informações,	
  esKmulando	
  a	
  inovação	
  e	
  melhor	
  adaptação	
  da	
  empresa	
  às	
  
mudanças	
  no	
  mercado.	
  
•  Propósito	
  MBA:	
  instrumentalizar	
  o	
  grupo	
  com	
  conhecimentos	
  e	
  ferramentas	
  
de	
  mudança	
  que	
  possam	
  ser	
  aplicadas	
  nas	
  suas	
  empresas	
  por	
  cada	
  um.	
  
DESENVOLVIMENTO	
  
ORGANIZACIONAL	
  
SOBRE	
  A	
  MUDANÇA	
  
“TUDO	
  MUDA	
  NO	
  UNIVERSO,	
  SÓ	
  NÃO	
  MUDA	
  O	
  FATO	
  
DE	
  QUE	
  TUDO	
  MUDA	
  NO	
  UNIVERSO.”	
  	
  	
  	
  	
  	
  
	
   	
   	
   	
   	
   	
   	
   	
   	
  	
  Provérbio	
  chinês...	
  3000	
  anos	
  atrás!	
  
ONDAS DE
MUDANÇA
1ª	
  	
  Agricultura...	
  8000	
  anos	
  
2ª	
  	
  Industrial...	
  300	
  anos	
  
3ª	
  	
  Informação...	
  100	
  anos	
  	
  
4ª	
  	
  ProduKvidade...	
  60	
  anos	
  	
  
5ª	
  	
  Imaginação	
  e	
  criaKvidade	
  
EDS:	
  
Evolução	
  da	
  
tecnologia	
  
O	
  QUE	
  OBSERVAR:	
  
A	
  evolução	
  da	
  mudança	
  em	
  tecnologia	
  nos	
  dá	
  um	
  claro	
  
exemplo	
  da	
  velocidade	
  com	
  que	
  as	
  pessoas	
  tem	
  que	
  se	
  
adaptar	
  a	
  novos	
  cenários	
  e	
  recursos.	
  	
  
Pessoas	
  têm	
  
opções	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  
Economia	
  Global	
  
Mudanças	
  são	
  rápidas	
  
Inovação	
  é	
  
diferencial	
  
ERA	
  DO	
  
CONHECIMENTO	
  	
  	
  	
  	
  
O	
  Valor	
  vem	
  do	
  
NOVA	
  
LIDERANÇA	
  
Vantagens	
  
temporárias	
  
Por	
  que	
  mudar?	
  
A	
  mudança	
  é	
  natural.	
  	
  
Todo	
  ser	
  vivo	
  e	
  saudável	
  muda...	
  
organizações	
  também.	
  
Por que
mudar?
•  Responda	
  você...	
  2	
  min.	
  
 	
  A	
  mudança	
  acontece	
  quando	
  se	
  torna	
  mais	
  
desejável	
  mudar	
  do	
  que	
  permanecer	
  no	
  ponto	
  
onde	
  se	
  está.	
  
Conhecendo e se preparando
para as resistências
Prepare-­‐se:	
  pessoas	
  resistem	
  a	
  mudanças,	
  sejam	
  	
  
elas	
  boas	
  ou	
  ruins.	
  	
  
O	
  ato	
  de	
  mudar	
  é	
  desconfortável.	
  
Mudanças exigem
nossos esforços:
• vontade;
• esforço permanente
(trabalho e disciplina).
	
  
	
  
Reveillon
Vídeo:	
  Turbulência	
  
O	
  QUE	
  OBSERVAR:	
  
Como	
  a	
  velocidade	
  das	
  mudanças	
  cresce	
  com	
  o	
  
tempo	
  (jogando	
  por	
  terra	
  a	
  ilusão	
  de	
  controle)	
  e	
  a	
  
necessidade	
  da	
  liderança	
  desenvolver	
  princípios	
  de	
  
eficácia	
  nas	
  pessoas	
  e	
  grupos.	
  	
  
O	
  DESENVOLVIMENTO	
  ORGANIZACIONAL	
  É	
  UM	
  ESFORÇO:	
  
1)  Planejado;	
  
2)  	
  Envolve	
  toda	
  a	
  organização;	
  
3)  	
  É	
  administrado	
  do	
  alto;	
  
4)  	
  Visa	
  aumentar	
  a	
  saúde	
  e	
  eficiência	
  da	
  empresa;	
  
5)  	
  Faz	
  intervenções	
  planejadas	
  nos	
   procedimentos	
  
e	
  dinâmicas 	
  de	
  trabalho;	
  
6)  	
  Usa	
  os	
  conhecimentos	
  fornecidos	
  pelas	
  ciências	
  
do	
  comportamento.	
  
Beckhard	
   Organiza<on	
  Development	
  -­‐	
  	
  Strategies	
  and	
  Models 	
  
"Desenvolvimento	
  Organizacional	
  é	
  uma	
  intervenção	
  sistêmica	
  
com	
  base	
  nos	
  conhecimentos	
  das	
  ciências	
  do	
  comportamento	
  
visando	
  um	
  desenvolvimento	
  planejado	
  que	
  reforce	
  as	
  
estratégias,	
  estruturas	
  e	
  processos	
  da	
  organização,	
  de	
  forma	
  a	
  
melhorar	
  sua	
  efeKvidade	
  e	
  compeKKvidade."	
  	
  
Estratégias	
  
Estruturas	
  
Processos	
  
EfeZvidade	
  
CompeZZvidade	
  
- Cummings and Worley, "Organization Development and
Change", Sixth Edition, South-Western Publishing, 1997, p.2.
D	
  O	
  –	
  Intervenção	
  Sistêmica	
  
Uma	
  definição	
  moderna	
  de	
  DO	
  
TentaKvas	
  de	
  influenciar	
  pessoas	
  e	
  grupos	
  a	
  expandir	
  a	
  
abertura	
  e	
  confiança,	
  comparKlhando	
  visões	
  e	
  experiências	
  
na	
  busca	
  por	
  assumir	
  responsabilidade	
  por	
  suas	
  ações.	
  
Vídeo:	
  Piano	
  Stairs...	
  The	
  
Fun	
  Theory	
  
O	
  QUE	
  OBSERVAR:	
  
Como	
  o	
  humor	
  pode	
  ser	
  uZlizado	
  para	
  moZvar	
  
comportamentos	
  que	
  exigem	
  certo	
  grau	
  de	
  
esforço	
  e	
  dedicação.	
  	
  
Desenvolvimento	
  Organizacional	
  
	
  –	
  processo	
  de	
  aprendizagem	
  e	
  mudança	
  –	
  
Psicologia	
  PosiKva	
  
Mudança	
  e	
  aprendizagem	
  –	
  as	
  
conexões	
  importantes.	
  
Aprendizagem
O aprender exige movimentos
internos e externos do corpo,
obedecendo a uma dinâmica
de prazer e bem estar.
(ASSMANN, Hugo. Metáforas novas para
reencantar a educação. 1996: 47)
Como nós aprendemos?
A criança tenta caminhar só e
cai... e cai... e cai novamente...
Um dia consegue dar seu
primeiro passo...
Ela sente um grande prazer
e uma descarga química
acontece em seu corpo...
O cérebro registra a
experiência bem sucedida
para facilitar sua
repetição!
Princípio: economia!
O desejo de aprender é natural...
O princípio fundamental do
aprendizado humano é o prazer
de conseguir fazer o que se
propõe, de vencer os desafios!
Lembre-se da primeira vez...
Falou em público
Fez uma apresentação
Deu uma aula
Voou de asa delta
Pulou de paraquedas
Pulou de bang-jump
Andou de bicicleta
Nadou
Usou o computador
Namorou
Cozinhou
SUAS ONDAS DO CÉREBRO!
Acordado, alerta!
consciência normal !
Relaxado, calmo,
lúcido, sem pensar!
Sono inicial, relax
profundo, imagens
mentais, meditação!
Sono profundo,
sono sem sonhos!
Ondas do Cérebro e Aprendizagem!
FAVORECE:	
  	
  
•	
  acúmulo	
  de	
  informações	
  	
  
•	
  desenvolve	
  a	
  lógica,	
  a	
  razão	
  
EDUCAÇÃO	
  TRADICIONAL	
   	
  DIFICULTA:	
  	
  
• 	
  o	
  pensamento	
  criaZvo	
  	
  
• 	
  o	
  uso	
  da	
  intuição	
  
• 	
  hemisfério	
  direito	
  do	
  cérebro	
  	
  
• 	
  a	
  flexibilidade	
  para	
  a	
  mudança	
  	
  
• 	
  a	
  visão	
  holísZca	
  	
  (global)	
  	
  
• 	
  aprender	
  nos	
  tempos	
  atuais	
  
Como nós trabalhamos e orientamos nossos esforços?
Orientação
a tarefas
Orientação
a conceitos
Orientação
a pessoas
Aprendizagem Experiencial
A	
  espiral	
  da	
  aprendizagem	
  
Experiência	
  
Pensamento	
  
Reflexão	
  Ação	
  
Que modo eu
prefiro?
A seguir.
Experiência	
  Concreta	
  
  	
  Aprender	
  de	
  experiências	
  específicas	
  
  	
  Relacionar	
  com	
  pessoas	
  
  	
  Ser	
  sensível	
  a	
  senKmentos	
  e	
  pessoas	
  
Ex.:	
  aKvidades	
  ‘diversas’,	
  conhecer	
  uma	
  pessoa,	
  
parKcipar	
  de	
  um	
  evento,	
  viajar,	
  dar	
  uma	
  
palestra,	
  reunião,	
  novo	
  contato.	
  
Observação	
  Reflexiva	
  
  	
  Observar	
  cuidadosamente	
  antes	
  de	
  fazer	
  
julgamentos	
  
  	
  Visualizar	
  as	
  questões	
  de	
  perspecKvas	
  
diferentes	
  
  	
  Buscar	
  o	
  significado	
  das	
  coisas	
  
Encoraja	
  pessoas	
  a	
  refleKr,	
  descrever,	
  
comunicar	
  e	
  aprender	
  a	
  parKr	
  da	
  
experiência.	
  
Conceituação	
  Abstrata	
  
  	
  Analisar	
  as	
  ideias	
  logicamente	
  
  	
  Planejar	
  sistemaKcamente	
  
  	
  Agir	
  num	
  entendimento	
  racional	
  /	
  
intelectual	
  da	
  situação	
  
UKliza	
  modelos	
  e	
  teorias	
  para	
  	
  
Krar	
  conclusões	
  das	
  	
  
experiências.	
  
Experimentação	
  AKva	
  
  	
  Mostrar	
  habilidade	
  para	
  conseguir	
  
realizar	
  coisas	
  
  	
  Assumir	
  riscos	
  
  	
  Influenciar	
  pessoas	
  e	
  eventos	
  pela	
  
própria	
  ação	
  
Aplica	
  novos	
  	
  
‘insights’	
  
Ciclo	
  de	
  Aprendizagem	
  Experiencial	
  
FAZER
RE-
FLETIR
APLI-
CAR
1	
  
Experimentar	
  
AKvidades,	
  
desempenho,	
  fazer,	
  
relacionar	
  
2	
  
ComparKlhar	
  
Resultados,	
  
observações,	
  
reações	
  
3	
  
Processar	
  
DiscuKr,	
  entender,	
  
analisar,	
  dar	
  
senKdo	
  
4	
  
Generalizar	
  
Conectar	
  a	
  
experiência	
  ao	
  
mundo	
  real	
  
5	
  
Aplicar	
  
O	
  que	
  foi	
  
aprendido	
  a	
  
situações	
  
PETER SENGE.!
A QUINTA DISCIPLINA (ORGANIZAÇÕES
QUE APRENDEM)!
Linear vs. sistêmico
5. Pensamento Sistêmico
Vídeo:
Pensamento
Sistêmico
O QUE OBSERVAR:
Como a nossa percepção do mundo feito só de
fatos isolados e pontuais torna nossa capacidade
de pensar e decidir mais pobre e arriscada.
Sobre o pensamento
sistêmico
"Um	
  sistema	
  é	
  um	
  todo	
  
percebido	
  cujos	
  elementos	
  se	
  
mantem	
  juntos	
  porque	
  afetam	
  
conZnuamente	
  uns	
  aos	
  outros,	
  
ao	
  longo	
  do	
  tempo	
  e	
  atuam	
  para	
  
um	
  propósito	
  comum.“	
  	
  
Peter	
  Senge	
  e	
  outros.	
  A	
  Quinta	
  Disciplina.	
  
Por	
  quê?	
  
Vivemos	
  em	
  um	
  mundo	
  
que	
  é	
  uma	
  combinação	
  
de	
  linear	
  e	
  sistêmico.	
  
Um	
  só	
  caminho	
  
Um	
  só	
  foco	
  
Uma	
  só	
  solução	
  
Causa	
  =	
  Efeito	
  
Num	
  SISTEMA	
  não	
  se	
  tem	
  a	
  regularidade	
  da	
  
causa	
  e	
  efeito.	
  Tudo	
  se	
  influencia	
  
simultaneamente.	
  
Domínio	
  Pessoal	
  
  Pelo	
  domínio	
  pessoal	
  aprendemos	
  a	
  esclarecer	
  e	
  a	
  profundar	
  
conZnuamente	
   nosso	
   objeZvo	
   pessoal,	
   a	
   concentrar	
   nossas	
  
energias,	
   a	
   desenvolver	
   a	
   paciência,	
   e	
   a	
   ver	
   a	
   realidade	
   de	
  
maneira	
  objeZva.	
  	
  
  É	
   a	
   capacidade	
   fundamental	
   para	
   que	
   um	
   indivíduo	
   possa	
  
perseguir	
  seus	
  próprios	
  valores,	
  em	
  vez	
  de	
  ser	
  levado	
  pelas	
  
circunstâncias.	
  
  A	
   tensão	
   entre	
   a	
   realidade	
   percebida	
   e	
   a	
   visão	
   do	
   ideal	
  
desejado	
  é	
  a	
  fonte	
  de	
  energia	
  transformadora	
  que	
  permite	
  à	
  	
  
pessoa	
  agir	
  e	
  não	
  apenas	
  reagir.	
  
2 primeiros hábitos
D
o
m
í
n
i
o
P
e
s
s
o
a
l
1.	
  Auto	
  
consciência	
  
	
  
2.	
  Lidar	
  com	
  
emoções	
  
	
  
4.	
  Reconhecer	
  emoções	
  no	
  outro	
  
5.	
  Lidar	
  com	
  relacionamentos	
  
INTELIGÊNCIA	
  EMOCIONAL	
  
ENGAJAMENTO	
  
Q I! Q E!
3.	
  MoKvar-­‐se	
  
	
  
Marque as questões com V (verdadeiro) ou F (falso), conforme a afirmativa
se aplique ou não a você:
1.  Não costumo perder tempo analisando minhas emoções e sentimentos.
2.  Tenho dificuldade em aprofundar relacionamentos novos.
3.  Evito ter que resolver conflitos no ambiente de trabalho.
4.  Não vejo conexão entre as escolhas que faço e minhas crenças.
5.  Quando estou alterado, as pessoas do entorno é que devem se ajustar
a mim.
6.  Relacionamentos de trabalho não devem se tornar pessoais.
7.  Sentimentos são manifestações mais femininas.
8.  Quando algum funcionário ou colega está com problemas, apenas
ignoro.
9.  Considero-me alguém de poucos amigos.
10. Não dedico tempo e esforços para compreender os membros da minha
família.
Modelos	
  Mentais	
  
•  São	
  ideias	
  profundamente	
  arraigadas,	
  
generalizações,	
  ou	
  mesmo	
  imagens	
  
que	
  influenciam	
  nosso	
  modo	
  de	
  
encarar	
  o	
  mundo	
  e	
  nossas	
  aZtudes.	
  	
  
•  Construímos	
  nossos	
  modelos	
  para	
  
entender	
  o	
  que	
  vemos	
  e	
  orientar	
  
nossas	
  ações,	
  como	
  se	
  fossem	
  mapas	
  
que	
  indicam	
  os	
  caminhos.	
  
•  Eles	
  quase	
  sempre	
  são	
  inconscientes.	
  
•  Com	
  o	
  passar	
  do	
  tempo	
  podem	
  ficar	
  
inadequados	
  e	
  prejudicar	
  nossa	
  
capacidade	
  de	
  entender	
  e	
  agir	
  em	
  
nossa	
  realidade.	
  
Todo	
  modelo	
  representa	
  
uma	
  simplificação	
  da	
  
realidade	
  modelada.	
  
	
  Se	
  nossa	
  forma	
  de	
  pensar	
  
simplificar	
  demais	
  nossos	
  
modelos,	
  perdemos	
  
informações	
  e	
  podemos	
  
decidir	
  erradamente.	
  
Muitas	
  vezes	
  não	
  temos	
  
consciência	
  de	
  nossos	
  
modelos	
  mentais	
  ou	
  das	
  
influências	
  que	
  eles	
  exercem	
  
sobre	
  nosso	
  
comportamento.	
  	
  
Modelos	
  Mentais	
  
Ditados	
  Populares	
  
Diz-­‐me	
  com	
  quem	
  andas	
  
e	
  te	
  direi	
  quem	
  és!	
  
Água	
  mole	
  em	
  pedra	
  dura	
  
tanto	
  bate	
  até	
  que	
  fura.	
  
Pau	
  que	
  nasce	
  torto	
  
morre	
  torto...	
  
Os	
  homens	
  são	
  todos	
  
iguais!...	
  
Simplificando	
  alguns	
  modelos	
  mentais.	
  
Qual	
  centro	
  é	
  maior?	
  
Vídeo:
Paradigmas, crenças,
modelos mentais
O QUE OBSERVAR:
Como nossas percepções e formas de pensar nos
tornam mais ou menos eficazes para lidar com um
mundo em constante transformação.
É	
  a	
  capacidade	
  de	
  
transmiKr	
  aos	
  outros	
  a	
  
imagem	
  do	
  futuro	
  que	
  
pretendemos	
  criar.	
  	
  
Envolve	
  uma	
  
idenKdade	
  comum	
  e	
  
um	
  senKdo	
  de	
  missão	
  
na	
  vida.	
  	
  
Visão	
  
comparKlhada	
  
•  Se	
  existe	
  uma	
  ideia	
  sobre	
  liderança	
  que	
  
tenha	
  inspirado	
  organizações	
  por	
  milhares	
  de	
  
anos,	
  é	
  a	
  capacidade	
  de	
  transmiZr	
  aos	
  outros	
  
a	
  imagem	
  do	
  futuro	
  que	
  pretendemos	
  criar.	
  	
  
•  Quando	
  existe	
  um	
  objeZvo	
  concreto	
  e	
  
legíZmo	
  as	
  pessoas	
  dão	
  tudo	
  de	
  si	
  e	
  
aprendem,	
  não	
  por	
  obrigação,	
  mas	
  por	
  livre	
  
e	
  espontânea	
  vontade.	
  	
  
•  A	
  técnica	
  de	
  criar	
  um	
  objeZvo	
  comum	
  
consiste	
  em	
  buscar	
  “imagens	
  do	
  futuro”	
  que	
  
promovam	
  um	
  engajamento	
  verdadeiro,	
  ao	
  
invés	
  de	
  simples	
  anuência.	
  
•  	
  A	
  visão	
  comparZlhada	
  é	
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  os	
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Visão	
  comparKlhada	
  
Tudo	
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  que	
  	
  
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  hoje	
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resultado	
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que	
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ontem.	
  	
  
A	
  nossa	
  	
  
mente	
  é	
  que	
  	
  
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  o	
  	
  
que	
  seremos	
  	
  
amanhã.	
  	
  
	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  Buda	
  
Visão
compartilhada
Exercício de
alongamento
mental.
 	
  Significa	
  estar	
  em	
  melhora	
  con}nua...	
  	
  adquirindo	
  
experiência	
  nova	
  	
  e	
  não	
  aprender	
  e	
  colocar	
  no	
  
automáKco.	
  	
  
 	
  Significa	
  estar	
  reestruturando	
  o	
  que	
  se	
  sabe.	
  	
  
Significa	
  estar	
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  a	
  aprender!	
  
Cuidado!!!
Você pode ter um ano 15x!
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•  Começa	
  com	
  o	
  “diálogo”,	
  a	
  capacidade	
  de	
  todos	
  os	
  
membros	
  de	
  um	
  grupo	
  se	
  envolverem	
  na	
  geração	
  de	
  
ideias	
  e	
  em	
  um	
  verdadeiro	
  “raciocínio	
  em	
  grupo”.	
  	
  
•  Desenvolve	
  o	
  pensamento	
  e	
  a	
  comunicação	
  coleKva	
  
a	
  fim	
  de	
  superar	
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•  O	
  fato	
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Aprendizado	
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1. aprendizagem organizacional – 2013

  • 1. ESTRATÉGIA E DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL – Aprendizagem Organizacional –
  • 2. !
  • 3. FACILITADORA:  MÁRCIA  BROGIO     Bacharel  Pedagogia  e  Artes  Visuais.     Especializada  em  Psicologia   Educacional,  Psicologia  Transpessoal,   Biodanza  e  dinâmicas  de  grupo.     Mestre  em  Educação  Superior.     Consultora  em  Liderança,  Times  de   Alta  Performance,  CriaKvidade,   Comunicação  e  Relacionamento,   Feedbacks,  Comportamento  Seguro.     Facilitadora  no  MBA  ExecuKvo  da   Franklin  Covey  “Estratégia  e  DO”.  
  • 4. Conceituação  e  reflexão   Desafios  criaKvos   Jogos,  dinâmica,  diálogos  
  • 5. APRESENTAÇÕES   Mentalização:  Um  dia  que  se  repete...    Nome/Qualidade  que  se  conserva  desde  a   infância  
  • 6. •  Surgiu  como  um  processo  de  mudança  planejada  nos  anos  sessenta  (EUA).   •  Foco  no  comportamento  humano,  relações  pessoais  e  grupais  e  uma  gestão   parKcipaKva  que  oKmize  as  formas  que  as  pessoas  trabalham  e  se   comunicam.     •  Diminui  a  rigidez  hierárquica  e  aumenta  a  velocidade  do  fluxo  de   informações,  esKmulando  a  inovação  e  melhor  adaptação  da  empresa  às   mudanças  no  mercado.   •  Propósito  MBA:  instrumentalizar  o  grupo  com  conhecimentos  e  ferramentas   de  mudança  que  possam  ser  aplicadas  nas  suas  empresas  por  cada  um.   DESENVOLVIMENTO   ORGANIZACIONAL  
  • 7. SOBRE  A  MUDANÇA   “TUDO  MUDA  NO  UNIVERSO,  SÓ  NÃO  MUDA  O  FATO   DE  QUE  TUDO  MUDA  NO  UNIVERSO.”                                Provérbio  chinês...  3000  anos  atrás!  
  • 8. ONDAS DE MUDANÇA 1ª    Agricultura...  8000  anos   2ª    Industrial...  300  anos   3ª    Informação...  100  anos     4ª    ProduKvidade...  60  anos     5ª    Imaginação  e  criaKvidade  
  • 9. EDS:   Evolução  da   tecnologia   O  QUE  OBSERVAR:   A  evolução  da  mudança  em  tecnologia  nos  dá  um  claro   exemplo  da  velocidade  com  que  as  pessoas  tem  que  se   adaptar  a  novos  cenários  e  recursos.    
  • 10.
  • 11. Pessoas  têm   opções                   Economia  Global   Mudanças  são  rápidas   Inovação  é   diferencial   ERA  DO   CONHECIMENTO           O  Valor  vem  do   NOVA   LIDERANÇA   Vantagens   temporárias  
  • 12.
  • 13. Por  que  mudar?   A  mudança  é  natural.     Todo  ser  vivo  e  saudável  muda...   organizações  também.  
  • 14. Por que mudar? •  Responda  você...  2  min.  
  • 15.    A  mudança  acontece  quando  se  torna  mais   desejável  mudar  do  que  permanecer  no  ponto   onde  se  está.  
  • 16. Conhecendo e se preparando para as resistências Prepare-­‐se:  pessoas  resistem  a  mudanças,  sejam     elas  boas  ou  ruins.     O  ato  de  mudar  é  desconfortável.  
  • 17. Mudanças exigem nossos esforços: • vontade; • esforço permanente (trabalho e disciplina).     Reveillon
  • 18. Vídeo:  Turbulência   O  QUE  OBSERVAR:   Como  a  velocidade  das  mudanças  cresce  com  o   tempo  (jogando  por  terra  a  ilusão  de  controle)  e  a   necessidade  da  liderança  desenvolver  princípios  de   eficácia  nas  pessoas  e  grupos.    
  • 19.
  • 20. O  DESENVOLVIMENTO  ORGANIZACIONAL  É  UM  ESFORÇO:   1)  Planejado;   2)   Envolve  toda  a  organização;   3)   É  administrado  do  alto;   4)   Visa  aumentar  a  saúde  e  eficiência  da  empresa;   5)   Faz  intervenções  planejadas  nos   procedimentos   e  dinâmicas  de  trabalho;   6)   Usa  os  conhecimentos  fornecidos  pelas  ciências   do  comportamento.   Beckhard   Organiza<on  Development  -­‐    Strategies  and  Models  
  • 21. "Desenvolvimento  Organizacional  é  uma  intervenção  sistêmica   com  base  nos  conhecimentos  das  ciências  do  comportamento   visando  um  desenvolvimento  planejado  que  reforce  as   estratégias,  estruturas  e  processos  da  organização,  de  forma  a   melhorar  sua  efeKvidade  e  compeKKvidade."     Estratégias   Estruturas   Processos   EfeZvidade   CompeZZvidade   - Cummings and Worley, "Organization Development and Change", Sixth Edition, South-Western Publishing, 1997, p.2. D  O  –  Intervenção  Sistêmica  
  • 22. Uma  definição  moderna  de  DO   TentaKvas  de  influenciar  pessoas  e  grupos  a  expandir  a   abertura  e  confiança,  comparKlhando  visões  e  experiências   na  busca  por  assumir  responsabilidade  por  suas  ações.  
  • 23.
  • 24. Vídeo:  Piano  Stairs...  The   Fun  Theory   O  QUE  OBSERVAR:   Como  o  humor  pode  ser  uZlizado  para  moZvar   comportamentos  que  exigem  certo  grau  de   esforço  e  dedicação.    
  • 25.
  • 26. Desenvolvimento  Organizacional    –  processo  de  aprendizagem  e  mudança  –   Psicologia  PosiKva   Mudança  e  aprendizagem  –  as   conexões  importantes.  
  • 27. Aprendizagem O aprender exige movimentos internos e externos do corpo, obedecendo a uma dinâmica de prazer e bem estar. (ASSMANN, Hugo. Metáforas novas para reencantar a educação. 1996: 47)
  • 28. Como nós aprendemos? A criança tenta caminhar só e cai... e cai... e cai novamente... Um dia consegue dar seu primeiro passo... Ela sente um grande prazer e uma descarga química acontece em seu corpo... O cérebro registra a experiência bem sucedida para facilitar sua repetição! Princípio: economia!
  • 29. O desejo de aprender é natural... O princípio fundamental do aprendizado humano é o prazer de conseguir fazer o que se propõe, de vencer os desafios!
  • 30. Lembre-se da primeira vez... Falou em público Fez uma apresentação Deu uma aula Voou de asa delta Pulou de paraquedas Pulou de bang-jump Andou de bicicleta Nadou Usou o computador Namorou Cozinhou
  • 31. SUAS ONDAS DO CÉREBRO!
  • 32. Acordado, alerta! consciência normal ! Relaxado, calmo, lúcido, sem pensar! Sono inicial, relax profundo, imagens mentais, meditação! Sono profundo, sono sem sonhos! Ondas do Cérebro e Aprendizagem!
  • 33. FAVORECE:     •  acúmulo  de  informações     •  desenvolve  a  lógica,  a  razão   EDUCAÇÃO  TRADICIONAL    DIFICULTA:     •   o  pensamento  criaZvo     •   o  uso  da  intuição   •   hemisfério  direito  do  cérebro     •   a  flexibilidade  para  a  mudança     •   a  visão  holísZca    (global)     •   aprender  nos  tempos  atuais  
  • 34. Como nós trabalhamos e orientamos nossos esforços? Orientação a tarefas Orientação a conceitos Orientação a pessoas
  • 36. A  espiral  da  aprendizagem   Experiência   Pensamento   Reflexão  Ação   Que modo eu prefiro? A seguir.
  • 37. Experiência  Concreta      Aprender  de  experiências  específicas      Relacionar  com  pessoas      Ser  sensível  a  senKmentos  e  pessoas   Ex.:  aKvidades  ‘diversas’,  conhecer  uma  pessoa,   parKcipar  de  um  evento,  viajar,  dar  uma   palestra,  reunião,  novo  contato.  
  • 38. Observação  Reflexiva      Observar  cuidadosamente  antes  de  fazer   julgamentos      Visualizar  as  questões  de  perspecKvas   diferentes      Buscar  o  significado  das  coisas   Encoraja  pessoas  a  refleKr,  descrever,   comunicar  e  aprender  a  parKr  da   experiência.  
  • 39. Conceituação  Abstrata      Analisar  as  ideias  logicamente      Planejar  sistemaKcamente      Agir  num  entendimento  racional  /   intelectual  da  situação   UKliza  modelos  e  teorias  para     Krar  conclusões  das     experiências.  
  • 40. Experimentação  AKva      Mostrar  habilidade  para  conseguir   realizar  coisas      Assumir  riscos      Influenciar  pessoas  e  eventos  pela   própria  ação   Aplica  novos     ‘insights’  
  • 41. Ciclo  de  Aprendizagem  Experiencial  
  • 42. FAZER RE- FLETIR APLI- CAR 1   Experimentar   AKvidades,   desempenho,  fazer,   relacionar   2   ComparKlhar   Resultados,   observações,   reações   3   Processar   DiscuKr,  entender,   analisar,  dar   senKdo   4   Generalizar   Conectar  a   experiência  ao   mundo  real   5   Aplicar   O  que  foi   aprendido  a   situações  
  • 43. PETER SENGE.! A QUINTA DISCIPLINA (ORGANIZAÇÕES QUE APRENDEM)!
  • 44.
  • 45.
  • 46.
  • 47. Linear vs. sistêmico 5. Pensamento Sistêmico
  • 48.
  • 49. Vídeo: Pensamento Sistêmico O QUE OBSERVAR: Como a nossa percepção do mundo feito só de fatos isolados e pontuais torna nossa capacidade de pensar e decidir mais pobre e arriscada.
  • 50.
  • 51. Sobre o pensamento sistêmico "Um  sistema  é  um  todo   percebido  cujos  elementos  se   mantem  juntos  porque  afetam   conZnuamente  uns  aos  outros,   ao  longo  do  tempo  e  atuam  para   um  propósito  comum.“     Peter  Senge  e  outros.  A  Quinta  Disciplina.   Por  quê?   Vivemos  em  um  mundo   que  é  uma  combinação   de  linear  e  sistêmico.  
  • 52. Um  só  caminho   Um  só  foco   Uma  só  solução   Causa  =  Efeito   Num  SISTEMA  não  se  tem  a  regularidade  da   causa  e  efeito.  Tudo  se  influencia   simultaneamente.  
  • 53.
  • 54. Domínio  Pessoal     Pelo  domínio  pessoal  aprendemos  a  esclarecer  e  a  profundar   conZnuamente   nosso   objeZvo   pessoal,   a   concentrar   nossas   energias,   a   desenvolver   a   paciência,   e   a   ver   a   realidade   de   maneira  objeZva.       É   a   capacidade   fundamental   para   que   um   indivíduo   possa   perseguir  seus  próprios  valores,  em  vez  de  ser  levado  pelas   circunstâncias.     A   tensão   entre   a   realidade   percebida   e   a   visão   do   ideal   desejado  é  a  fonte  de  energia  transformadora  que  permite  à     pessoa  agir  e  não  apenas  reagir.   2 primeiros hábitos
  • 56. 1.  Auto   consciência     2.  Lidar  com   emoções     4.  Reconhecer  emoções  no  outro   5.  Lidar  com  relacionamentos   INTELIGÊNCIA  EMOCIONAL   ENGAJAMENTO   Q I! Q E! 3.  MoKvar-­‐se    
  • 57. Marque as questões com V (verdadeiro) ou F (falso), conforme a afirmativa se aplique ou não a você: 1.  Não costumo perder tempo analisando minhas emoções e sentimentos. 2.  Tenho dificuldade em aprofundar relacionamentos novos. 3.  Evito ter que resolver conflitos no ambiente de trabalho. 4.  Não vejo conexão entre as escolhas que faço e minhas crenças. 5.  Quando estou alterado, as pessoas do entorno é que devem se ajustar a mim. 6.  Relacionamentos de trabalho não devem se tornar pessoais. 7.  Sentimentos são manifestações mais femininas. 8.  Quando algum funcionário ou colega está com problemas, apenas ignoro. 9.  Considero-me alguém de poucos amigos. 10. Não dedico tempo e esforços para compreender os membros da minha família.
  • 58.
  • 59. Modelos  Mentais   •  São  ideias  profundamente  arraigadas,   generalizações,  ou  mesmo  imagens   que  influenciam  nosso  modo  de   encarar  o  mundo  e  nossas  aZtudes.     •  Construímos  nossos  modelos  para   entender  o  que  vemos  e  orientar   nossas  ações,  como  se  fossem  mapas   que  indicam  os  caminhos.   •  Eles  quase  sempre  são  inconscientes.   •  Com  o  passar  do  tempo  podem  ficar   inadequados  e  prejudicar  nossa   capacidade  de  entender  e  agir  em   nossa  realidade.  
  • 60. Todo  modelo  representa   uma  simplificação  da   realidade  modelada.    Se  nossa  forma  de  pensar   simplificar  demais  nossos   modelos,  perdemos   informações  e  podemos   decidir  erradamente.   Muitas  vezes  não  temos   consciência  de  nossos   modelos  mentais  ou  das   influências  que  eles  exercem   sobre  nosso   comportamento.     Modelos  Mentais  
  • 61.
  • 62. Ditados  Populares   Diz-­‐me  com  quem  andas   e  te  direi  quem  és!   Água  mole  em  pedra  dura   tanto  bate  até  que  fura.   Pau  que  nasce  torto   morre  torto...   Os  homens  são  todos   iguais!...   Simplificando  alguns  modelos  mentais.  
  • 63.
  • 64. Qual  centro  é  maior?  
  • 65.
  • 66.
  • 67.
  • 68. Vídeo: Paradigmas, crenças, modelos mentais O QUE OBSERVAR: Como nossas percepções e formas de pensar nos tornam mais ou menos eficazes para lidar com um mundo em constante transformação.
  • 69.
  • 70.
  • 71. É  a  capacidade  de   transmiKr  aos  outros  a   imagem  do  futuro  que   pretendemos  criar.     Envolve  uma   idenKdade  comum  e   um  senKdo  de  missão   na  vida.     Visão   comparKlhada  
  • 72. •  Se  existe  uma  ideia  sobre  liderança  que   tenha  inspirado  organizações  por  milhares  de   anos,  é  a  capacidade  de  transmiZr  aos  outros   a  imagem  do  futuro  que  pretendemos  criar.     •  Quando  existe  um  objeZvo  concreto  e   legíZmo  as  pessoas  dão  tudo  de  si  e   aprendem,  não  por  obrigação,  mas  por  livre   e  espontânea  vontade.     •  A  técnica  de  criar  um  objeZvo  comum   consiste  em  buscar  “imagens  do  futuro”  que   promovam  um  engajamento  verdadeiro,  ao   invés  de  simples  anuência.   •   A  visão  comparZlhada  é  o  que  une  os  grupos   na  ação.     Visão  comparKlhada  
  • 73. Tudo  o  que     somos  hoje  é     resultado  do     que  pensamos     ontem.     A  nossa     mente  é  que     determina  o     que  seremos     amanhã.                                    Buda   Visão compartilhada Exercício de alongamento mental.
  • 74.
  • 75.    Significa  estar  em  melhora  con}nua...    adquirindo   experiência  nova    e  não  aprender  e  colocar  no   automáKco.        Significa  estar  reestruturando  o  que  se  sabe.     Significa  estar  aprendendo  a  aprender!   Cuidado!!! Você pode ter um ano 15x! Eu tenho quinze anos de experiência!
  • 76. •  Começa  com  o  “diálogo”,  a  capacidade  de  todos  os   membros  de  um  grupo  se  envolverem  na  geração  de   ideias  e  em  um  verdadeiro  “raciocínio  em  grupo”.     •  Desenvolve  o  pensamento  e  a  comunicação  coleKva   a  fim  de  superar  a  soma  dos  talentos  individuais.     •  O  fato  é  que  a  organização  só  terá  capacidade  de   aprender  se  os  grupos  forem  capazes  de  aprender.  
  • 77. Aprendizado  em  grupo   A  organização  só  terá  capacidade     de  aprender  se  os  grupos  forem     capazes  de  aprender,  porque  a     unidade  fundamental  nas   organizações  é  o  grupo.     A  inteligência  de  uma  equipe  pode   superar  a  inteligência  dos  indivíduos   que  a  compõem.   Pessoas  com  QI  individual  alto  podem   ter  QI  coleZvo  baixíssimo.   Não  sabem  aprender  em  grupo.    
  • 78. O  aprendizado  em  grupo  começa  com   diálogo  e  raciocínio  em  conjunto.     Deve  idenZficar  padrões  de  interação  que   potencializam  e  fortalecem  o  grupo.   O  aprendizado  em  grupo   faz  com  que  as  pessoas   possam  enxergar  além  dos   limites  das  suas   perspecZvas  pessoais.   Aprendizado  em  grupo  
  • 79. A  arte  das   possibilidades.   O  QUE  OBSERVAR:   Como  a  capacidade  de  transmiZr  aos  outros   a  visão  de  um  mundo  que  pretendemos  criar   torna-­‐se  o  maior  e  mais  importante  talento   que  um  líder  pode  desenvolver  .