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Mobilismo Geológico Biologia e Geologia 1
Primeiras evidências… <ul><li>Francis Bacon, séc. XVII, verificou que a costa da América do sul e da África pareciam o esp...
Alfred Wegener <ul><li>Foi em  1912 que a ideia do movimento dos continentes foi seriamente considerada  como uma teoria c...
Argumentos da Teoria da Deriva Continental <ul><li>Wegener, baseando-se na morfologia dos contornos continentais e em dado...
Argumentos Morfológicos <ul><li>Ao observar o Mapa-mundi, Wegener apercebeu-se da complementaridade dos continentes, no qu...
Argumentos Paleontológicos <ul><li>Wegener verificou que certas rochas de diversas regiões, actualmente distantes, apresen...
Argumentos Paleontológicos Fig. 2 - Os fósseis fornecem provas paleontológicas da união dos continentes no passado
Argumentos Paleoclimáticos <ul><li>Grandes avanços dos gelos ocorridos no passado, designados por glaciações, deixaram as ...
Argumentos Paleoclimáticos Fig.3 – As marcas deixadas pelos gelos em alguns continentes são indicadoras da sua união no pa...
Argumentos Paleoclimáticos
 
Outro exemplo Paleoclimático… <ul><li>Carvão: rocha formada em climas quentes e húmidos  </li></ul><ul><li>Na Noruega (act...
Argumentos Geológicos/ Litológicos <ul><li>Montanhas distantes, hoje separadas por oceanos, mostram, pela natureza comum d...
Argumentos válidos, porém… <ul><li>A descoberta de rochas e fósseis comuns em montanhas no Canadá e na Europa sugerem que ...
O “Motor” do Movimento dos Continentes, segundo Wegener… <ul><li>Wegener apresentou a seguinte hipótese para explicar os m...
A teoria de Wegener não foi aceite pela comunidade científica <ul><li>Harold Jeffreys e outros físicos da época provaram q...
Continuavam a existir dúvidas… <ul><li>Durante séculos, os cientistas especularam em relação a várias questões: </li></ul>...
Localização de Sismos e Vulcões
Novas tecnologias, novos dados… <ul><li>Com a IIª Guerra Mundial surgem novos avanços tecnológicos. </li></ul><ul><li>As i...
Fundos Oceânicos
Fundos Oceânicos Talude continental Plataforma continental Dorsais oceânicas Zona de subducção Fossa Rifte Planície  abissal
Estrutura Interna da Terra Modelo Químico Modelo Físico
Conhecimentos da Estrutura Interna da Terra <ul><li>Litosfera    zona rígida;  </li></ul><ul><ul><ul><li>Crosta (continen...
Teoria da Tectónica de Placas <ul><li>Tectónica = “ construir ” (grego) </li></ul><ul><li>Tectónica de Placas – significa ...
Placas Litosféricas
Teoria da Tectónica de Placas <ul><li>A teoria da tectónica de placas diz-nos que a camada superficial da terra ( litosfer...
<ul><li>A evidência adicional da expansão do fundo oceânico veio de uma fonte inesperada: a  exploração do petróleo  ao lo...
Mais questões se colocaram <ul><li>Se a nova crusta oceânica era criada, continuamente, ao longo das cristas oceânicas, si...
Respostas… <ul><li>Esta pergunta intrigou, particularmente, Harry H. Hess e Robert S. Dietz.  </li></ul><ul><li>Hess formu...
 
Fundos Oceânicos Material libertado dos riftes Expande-se pela Planície abissal, formando a crosta oceânica Afunda-se nas ...
Motor do Movimento das Placas Tectónicas Os materiais do manto são aquecidos devido ao calor proveniente do núcleo formand...
Correntes de Convecção <ul><li>O “motor” que faz mover as placas litosféricas é o calor interno da Terra. </li></ul>
 
Limites  Divergentes <ul><li>Placas que se afastam; </li></ul><ul><li>Situam-se nas dorsais oceânicas / riftes; </li></ul>...
Limites Convergentes <ul><li>Placas que se aproximam; </li></ul><ul><li>Situam-se nas zonas de subducção; </li></ul><ul><l...
Limites Conservativos <ul><li>Placas que deslizam lateralmente uma em relação à outra; </li></ul><ul><li>Situam-se nas zon...
Consequências da Tectónica de Placas <ul><li>Formação de Cadeias Montanhosas : Choque entre duas placas continentais. Ex.:...
Estudar <ul><li>Matéria no Manual do aluno – páginas 60 a 69 </li></ul><ul><li>Exercícios de auto-avaliação – recapitulaçã...
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Mobilidade Geológica

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Mobilidade Geológica

  1. 1. Mobilismo Geológico Biologia e Geologia 1
  2. 2. Primeiras evidências… <ul><li>Francis Bacon, séc. XVII, verificou que a costa da América do sul e da África pareciam o espelho uma da outra. </li></ul><ul><li>Alexander van Humboldt, séc. XIX, apercebeu-se da semelhança de rochas existentes no Brasil e no Congo. </li></ul><ul><li>Outros naturalistas mencionaram espécies semelhantes de tartarugas, lagartos e cobras na América do sul e em África. </li></ul>
  3. 3. Alfred Wegener <ul><li>Foi em 1912 que a ideia do movimento dos continentes foi seriamente considerada como uma teoria científica designada por Deriva dos Continentes, escrita em dois artigos publicados por um meteorologista alemão chamado Alfred Lothar Wegener. </li></ul><ul><li>Argumentou que, há cerca de 200 milhões de anos, havia um supercontinente – Pangeia (Pangea) – que começou a fracturar-se. Este estava rodeada por um único oceano – Pantalassa. </li></ul>Actividade 3 – página 60
  4. 4. Argumentos da Teoria da Deriva Continental <ul><li>Wegener, baseando-se na morfologia dos contornos continentais e em dados paleontológicos, paleoclimáticos e outros dados geológicos, admitiu que todos os continentes estiveram unidos num único grande continente. </li></ul><ul><li>A fragmentação deste em vários continentes menores, e as posteriores deslocações destes até à actualidade, teriam originado o Mapa-Mundi actual. </li></ul>
  5. 5. Argumentos Morfológicos <ul><li>Ao observar o Mapa-mundi, Wegener apercebeu-se da complementaridade dos continentes, no que respeita à sua forma. Wegener observou que os continentes pareciam encaixar-se como peças de um puzzle. </li></ul>Fig.1 – Os contornos da costa Este da América do Sul e da costa Oeste da África são complementares.
  6. 6. Argumentos Paleontológicos <ul><li>Wegener verificou que certas rochas de diversas regiões, actualmente distantes, apresentam fósseis de animais, como o Cinognatus , o Mesossáurio e o Listrossáurio , cuja presença em locais tão afastados só seria possível se estes tivessem estado anteriormente unidos. </li></ul><ul><li>Também verificou que a distribuição dos fósseis do feto Glossopteris só era possível de explicar se os continentes tivessem estado anteriormente juntos. </li></ul>
  7. 7. Argumentos Paleontológicos Fig. 2 - Os fósseis fornecem provas paleontológicas da união dos continentes no passado
  8. 8. Argumentos Paleoclimáticos <ul><li>Grandes avanços dos gelos ocorridos no passado, designados por glaciações, deixaram as suas marcas na Ásia, África, América do Sul e Oceânia. Este facto só pode ser explicado se admitirmos uma anterior união destes continentes. </li></ul>
  9. 9. Argumentos Paleoclimáticos Fig.3 – As marcas deixadas pelos gelos em alguns continentes são indicadoras da sua união no passado.
  10. 10. Argumentos Paleoclimáticos
  11. 12. Outro exemplo Paleoclimático… <ul><li>Carvão: rocha formada em climas quentes e húmidos </li></ul><ul><li>Na Noruega (actualmente de clima polar rigoroso), debaixo de uma enorme camada de gelo, encontrou-se carvão formado há 300 milhões de anos. </li></ul><ul><li>A ilha teria estado posicionada muito perto do equador quando ocorreu a formação do carvão. </li></ul>
  12. 13. Argumentos Geológicos/ Litológicos <ul><li>Montanhas distantes, hoje separadas por oceanos, mostram, pela natureza comum das suas rochas e fósseis, terem estado unidas no passado. Montanhas no Canadá, Escócia e Suécia, por um lado, e Argentina e África do Sul, por outro, apresentam evidências geológicas de uma anterior união. </li></ul>Fig. 4 – Várias montanhas no planeta apresentam evidências da sua anterior união.
  13. 14. Argumentos válidos, porém… <ul><li>A descoberta de rochas e fósseis comuns em montanhas no Canadá e na Europa sugerem que estas estiveram unidas no passado. </li></ul><ul><li>A hipótese de Wegener foi revolucionária para a época em que foi apresentada. Os cientistas seus contemporâneos argumentavam que ele evidenciava o movimento dos continentes , mas não explicava convenientemente como é que isso era possível. </li></ul>
  14. 15. O “Motor” do Movimento dos Continentes, segundo Wegener… <ul><li>Wegener apresentou a seguinte hipótese para explicar os movimentos dos continentes: </li></ul><ul><li>Os continentes movem-se na crosta terrestre como os icebergues se movem pelas camadas de gelo; </li></ul><ul><li>A crosta continental flutua sobre a crosta oceânica. </li></ul><ul><li>A força centrífuga da rotação da Terra, bem como a atracção Lua-Terra e a força tidal (marés) são as responsáveis pelo movimento dos continentes. </li></ul>
  15. 16. A teoria de Wegener não foi aceite pela comunidade científica <ul><li>Harold Jeffreys e outros físicos da época provaram que esta hipótese não era possível, facto que esteve de acordo com a maioria dos cientistas. </li></ul><ul><li>Assim, a hipótese de Wegener não foi aceite e quando este morreu, em 1940, as suas ideias tinham sido esquecidas. </li></ul>
  16. 17. Continuavam a existir dúvidas… <ul><li>Durante séculos, os cientistas especularam em relação a várias questões: </li></ul><ul><li>Porque é que os terramotos e as erupções vulcânicas ocorrem em áreas muito específicas do globo terrestre? </li></ul><ul><li>Como é que as grandes montanhas como os Alpes e os Himalaias se formaram? </li></ul><ul><li>… </li></ul>
  17. 18. Localização de Sismos e Vulcões
  18. 19. Novas tecnologias, novos dados… <ul><li>Com a IIª Guerra Mundial surgem novos avanços tecnológicos. </li></ul><ul><li>As imagens obtidas por sonares permitem conhecer os fundo dos oceânicos. </li></ul>
  19. 20. Fundos Oceânicos
  20. 21. Fundos Oceânicos Talude continental Plataforma continental Dorsais oceânicas Zona de subducção Fossa Rifte Planície abissal
  21. 22. Estrutura Interna da Terra Modelo Químico Modelo Físico
  22. 23. Conhecimentos da Estrutura Interna da Terra <ul><li>Litosfera  zona rígida; </li></ul><ul><ul><ul><li>Crosta (continental ou oceânica) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li> + </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Parte superior do manto (até 100 km) </li></ul></ul></ul><ul><li>Astenosfera  zona plástica com rochas no estado fluido. </li></ul><ul><ul><ul><li>Manto superior (dos 100 aos 350 km) </li></ul></ul></ul>
  23. 24. Teoria da Tectónica de Placas <ul><li>Tectónica = “ construir ” (grego) </li></ul><ul><li>Tectónica de Placas – significa que a superfície da Terra é construída por placas. </li></ul>
  24. 25. Placas Litosféricas
  25. 26. Teoria da Tectónica de Placas <ul><li>A teoria da tectónica de placas diz-nos que a camada superficial da terra ( litosfera ) está fragmentada em placas de diferentes dimensões, que estão em movimento umas em relação às outras, enquanto assentam sobre uma camada estrutural mais quente, menos rígida e móvel ( astenosfera ). </li></ul>
  26. 27. <ul><li>A evidência adicional da expansão do fundo oceânico veio de uma fonte inesperada: a exploração do petróleo ao longo das margens continentais, nas plataformas marinhas. </li></ul><ul><li>Quando as idades das amostras foram determinadas por métodos de datação radiométrica , forneceram a evidência que faltava para provar a hipótese da expansão dos fundos oceânicos. </li></ul><ul><li>Nas cristas oceânicas formava-se nova crusta . </li></ul>
  27. 28. Mais questões se colocaram <ul><li>Se a nova crusta oceânica era criada, continuamente, ao longo das cristas oceânicas, significaria então que o tamanho da Terra estava a aumentar desde a sua formação? </li></ul><ul><li>A maioria de geólogos sabem que a terra mudou pouco no tamanho desde sua formação há 4 600 milhões de anos. </li></ul><ul><li>Como pode a nova crusta oceânica ser adicionada, continuamente, ao longo das cristas oceânicas sem aumentar o tamanho da terra ? </li></ul>
  28. 29. Respostas… <ul><li>Esta pergunta intrigou, particularmente, Harry H. Hess e Robert S. Dietz. </li></ul><ul><li>Hess formulou o raciocínio seguinte: se a crusta oceânica se expandia ao longo das cristas oceânicas, ela tinha de ser &quot;consumida&quot; noutros lugares da terra. </li></ul><ul><li>De acordo com Hess, enquanto o Oceano Atlântico estava a expandir-se o Oceano Pacífico estava a contrair-se. Assim, as ideias de Hess, davam uma explicação clara porque a terra não aumentava de tamanho. </li></ul>
  29. 31. Fundos Oceânicos Material libertado dos riftes Expande-se pela Planície abissal, formando a crosta oceânica Afunda-se nas zonas de subducção Reciclagem do material da crosta oceânica
  30. 32. Motor do Movimento das Placas Tectónicas Os materiais do manto são aquecidos devido ao calor proveniente do núcleo formando correntes quentes que sobem, enquanto que as massas mais superficiais (frias) descem.
  31. 33. Correntes de Convecção <ul><li>O “motor” que faz mover as placas litosféricas é o calor interno da Terra. </li></ul>
  32. 35. Limites Divergentes <ul><li>Placas que se afastam; </li></ul><ul><li>Situam-se nas dorsais oceânicas / riftes; </li></ul><ul><li>Formação de nova crosta oceânica; </li></ul><ul><li>Constituem “Bordos Construtivos” </li></ul>
  33. 36. Limites Convergentes <ul><li>Placas que se aproximam; </li></ul><ul><li>Situam-se nas zonas de subducção; </li></ul><ul><li>Destruição da placa (mais densa) por afundamento no manto; </li></ul><ul><li>Constituem “Bordos Destrutivos” </li></ul>
  34. 37. Limites Conservativos <ul><li>Placas que deslizam lateralmente uma em relação à outra; </li></ul><ul><li>Situam-se nas zonas de falhas – Falhas transformantes (perpendiculares aos riftes); </li></ul><ul><li>Não há formação nem destruição de crosta. </li></ul>Actividade 4 – página 65
  35. 38. Consequências da Tectónica de Placas <ul><li>Formação de Cadeias Montanhosas : Choque entre duas placas continentais. Ex.: Himalaias (placa índica e placa euro-asiática). </li></ul><ul><li>Deformação de Materiais : dobras, falhas e metamorfismo. </li></ul><ul><li>Distribuição de Seres Vivos : isolamento dos marsupiais na Austrália. </li></ul>
  36. 39. Estudar <ul><li>Matéria no Manual do aluno – páginas 60 a 69 </li></ul><ul><li>Exercícios de auto-avaliação – recapitulação da matéria dada – páginas 72 a 79 </li></ul><ul><li>Caderno de Actividades: </li></ul>

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