Apresentacao

832 visualizações

Publicada em

yeaaaaaah

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
832
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
9
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • Apresentacao

    1. 1. 1/87
    2. 2. Diretrizes para Construçãode Interfaces Gráficascom base naPsicologiaArquetípica.Haro Ristow Wippel SchulenburgProf. Dr. Eng. Antonio Francisco PereiraFialhoBanca Avaliadora:Profª. Drª. Alice Cybis PereiraProfª. Drª. Marilia Matos GonçalvesProf. Dr. João Eduardo ChagasSobral 1/8 7
    3. 3. 2/87
    4. 4. “...quando estamos conectados atravésde interfaces gráficas, o sangue tem amesma importância que a correnteelétrica.”Diana Domingues 2/8 7
    5. 5. Justificativa Objetivos Delimitação Caracterização da Pesquisa Estrutura Metodológica“...quando estamos conectados atravésde interfaces gráficas, o sangue tem amesma importância que a correnteelétrica.”Diana Domingues 2/8 7
    6. 6. Justificativa Objetivos Delimitação Caracterização da Pesquisa Estrutura Metodológica Psicologia Arquetípica Interface Gráfica Ergonomia Elementos Gráficos“...quando estamos conectados atravésde interfaces gráficas, o sangue tem amesma importância que a correnteelétrica.”Diana Domingues 2/8 7
    7. 7. Justificativa Objetivos Delimitação Caracterização da Pesquisa Estrutura Metodológica Psicologia Arquetípica Interface Gráfica Ergonomia Elementos Gráficos Instrumentos e Métodos Análises Resultados e Discussão“...quando estamos conectados atravésde interfaces gráficas, o sangue tem amesma importância que a correnteelétrica.”Diana Domingues 2/8 7
    8. 8. Justificativa Objetivos Delimitação Caracterização da Pesquisa Estrutura Metodológica Psicologia Arquetípica Interface Gráfica Ergonomia Elementos Gráficos Instrumentos e Métodos Análises Resultados e Discussão Avaliação das Diretrizes Refinamento Apresentação Considerações Finais“...quando estamos conectados atravésde interfaces gráficas, o sangue tem amesma importância que a correnteelétrica.”Diana Domingues 2/8 7
    9. 9. 3/87
    10. 10. JUSTIFICATIVA 3/8 7
    11. 11. JUSTIFICATIVA Conhecimento Científico e a Praxis - Interface Gráfica 3/8 7
    12. 12. JUSTIFICATIVA Conhecimento Científico e a Praxis - Interface Gráfica Lacuna existente no Campo de Pesquisa 3/8 7
    13. 13. JUSTIFICATIVA Conhecimento Científico e a Praxis - Interface Gráfica Lacuna existente no Campo de Pesquisa Aderência ao Programa de Pós-Graduação em Design 3/8 7
    14. 14. 4/87
    15. 15. OBJETIVOS 4/8 7
    16. 16. OBJETIVOSDesenvolver diretrizes que auxiliemna construção de interfaces gráficas GERALcom base na psicologia arquetípica. 4/8 7
    17. 17. OBJETIVOSDesenvolver diretrizes que auxiliemna construção de interfaces gráficas GERALcom base na psicologia arquetípica.Sistematizar, Analisar e Avaliar. ESPECÍFICO S 4/8 7
    18. 18. 5/87
    19. 19. DELIMITAÇÃO 5/8 7
    20. 20. DELIMITAÇÃO Interface Gráfica, Usuário e Psicologia Arquetípica 5/8 7
    21. 21. DELIMITAÇÃO Interface Gráfica, Usuário e Psicologia Arquetípica Premissa ou Cartilha de Métodos 5/8 7
    22. 22. DELIMITAÇÃO Interface Gráfica, Usuário e Psicologia Arquetípica Premissa ou Cartilha de Métodos 5/8 7
    23. 23. DELIMITAÇÃO Interface Gráfica, Usuário e Psicologia Arquetípica Importância da Aplicação das Diretrizes 5/8 7
    24. 24. 6/87
    25. 25. CARACTERIZAÇÃO DAPESQUISA 6/8 7
    26. 26. CARACTERIZAÇÃO DAPESQUISA Interdisciplinaridade entre Design Gráfico e Psicologia Arquetípica 6/8 7
    27. 27. CARACTERIZAÇÃO DAPESQUISA Interdisciplinaridade entre Design Gráfico e Psicologia Arquetípica Investigação e Embasamento Teórico Exploratório 6/8 7
    28. 28. CARACTERIZAÇÃO DAPESQUISA Interdisciplinaridade entre Design Gráfico e Psicologia Arquetípica Investigação e Embasamento Teórico Exploratório Pesquisa Aplicada, de acordo com Silva e Menezes (2005) 6/8 7
    29. 29. CARACTERIZAÇÃO DAPESQUISA Interdisciplinaridade entre Design Gráfico e Psicologia Arquetípica Investigação e Embasamento Teórico Exploratório Pesquisa Aplicada, de acordo com Silva e Menezes (2005) Abordagem do Problema - Pesquisa Qualitativa 6/8 7
    30. 30. 7/87
    31. 31. ESTRUTURAMETODOLÓGICA 7/8 7
    32. 32. ESTRUTURA METODOLÓGICAPesquisa SISTEMATIZABibliográfica R 7/8 7
    33. 33. ESTRUTURA METODOLÓGICAPesquisa SISTEMATIZABibliográfica RInstrumentos eMétodos ANALISAR 7/8 7
    34. 34. ESTRUTURA METODOLÓGICAPesquisa SISTEMATIZABibliográfica RInstrumentos eMétodos ANALISARElaboração dasDiretrizes AVALIAR 7/8 7
    35. 35. 8/87
    36. 36. PSICOLOGIAARQUETÍPICA 8/8 7
    37. 37. PSICOLOGIA ARQUETÍPICAUma área da psicologia diretamente HILLMAN (1995)ligada às artes, cultura e à história dasideias, em como elas florescem naimaginação. Ainda de acordo com oautor o termo “arquetípico”, surge emoposição ao termo "analítico”,referência comum utilizada parapsicologia junguiana. 8/8 7
    38. 38. PSICOLOGIAARQUETÍPICA 9/8 7
    39. 39. PSICOLOGIA ARQUETÍPICAEm várias culturas, religiões ou JUNGmitologias são possíveis de se (2000)identificar modelos de arquétipos,como a bondade, trevas, luz, a mãegeradora e protetora, o herói, o sábio,o vilão. São elementos permanentes eimportantes na psique humana, quepodem ser encontrados em todas ascivilizações. 9/8 7
    40. 40. PSICOLOGIAARQUETÍPICA 10/8 7
    41. 41. PSICOLOGIAARQUETÍPICA 10/8 7
    42. 42. PSICOLOGIAARQUETÍPICA 11/8 7
    43. 43. PSICOLOGIA ARQUETÍPICAFreud, criador da psicanálise, FREUDdescreveu que os seres humanos (1976)movem-se por impulsos biológicosinstintivos de conservação e fazemparte do que descreveu como menteinconsciente 11/8 7
    44. 44. PSICOLOGIAARQUETÍPICA 12/8 7
    45. 45. PSICOLOGIA ARQUETÍPICAExistem tantos arquétipos quantas as JUNGsituações típicas da vida. (2000)Na mesma teoria, o inconscientecoletivo torna-se uma espécie dememória universal, compartilhada designificância para símbolos, imagens ereferências. 12/8 7
    46. 46. PSICOLOGIAARQUETÍPICA 13/8 7
    47. 47. PSICOLOGIAARQUETÍPICA 13/8 7
    48. 48. PSICOLOGIAARQUETÍPICA 14/8 7
    49. 49. PSICOLOGIA ARQUETÍPICAOs símbolos representam osarquétipos e, além disso, funcionam JUNG (2000)como indício de conteúdo referido. Sea linguagem, por meio darepresentação simbólica ou abstrata,permite que se distancie do mundo,também é o que possibilitará oretorno a ele para transformá-lo. 14/8 7
    50. 50. 15/87
    51. 51. INFLUÊNCIA NO DESIGN GRÁFICOUm projeto de design juntamente comseus conceitos, sempre priorizam àimaginação, sendo uma imagemcompreendida como caminho deixadopela percepção. 15/8 7
    52. 52. INFLUÊNCIA NO DESIGNGRÁFICO 16/8 7
    53. 53. INFLUÊNCIA NO DESIGN GRÁFICOPerceber é completamente diferentede imaginar. A imaginação tambémpode produzir percepções, no sentidoda fantasia e alucinação. 16/8 7
    54. 54. INFLUÊNCIA NO DESIGNGRÁFICO 17/8 7
    55. 55. INFLUÊNCIA NO DESIGNGRÁFICO 17/8 7
    56. 56. INFLUÊNCIA NO DESIGNGRÁFICO 18/8 7
    57. 57. INFLUÊNCIA NO DESIGNGRÁFICO 18/8 7
    58. 58. INFLUÊNCIA NO DESIGNGRÁFICO 19/8 7
    59. 59. INFLUÊNCIA NO DESIGNGRÁFICO 19/8 7
    60. 60. INFLUÊNCIA NO DESIGNGRÁFICO 20/8 7
    61. 61. INFLUÊNCIA NO DESIGN GRÁFICOEm um projeto de interface gráficacom base na psicologia arquetípica, asrepresentações podem ser universais,comuns a todos os seres humanos eordenam imagens reconhecíveis pelosefeitos que produzem. 20/8 7
    62. 62. INFLUÊNCIA NO DESIGNGRÁFICO 21/8 7
    63. 63. INFLUÊNCIA NO DESIGN GRÁFICOPode-se percebê-los pelos complexosque todos temos, pelas imagensarquetípicas que geram, assim comopelas tendências culturais coletivas. 21/8 7
    64. 64. INFLUÊNCIA NO DESIGNGRÁFICO 22/8 7
    65. 65. INFLUÊNCIA NO DESIGNGRÁFICO 22/8 7
    66. 66. INFLUÊNCIA NO DESIGNGRÁFICO 23/8 7
    67. 67. INFLUÊNCIA NO DESIGN GRÁFICOUm projeto de interface não deve sepreocupar apenas com aquilo que sevê, mas também interpretando atravésdo que se vê. 23/8 7
    68. 68. 24/87
    69. 69. INTERFACE GRÁFICA CUNHA (2002)• Navegação não-linear DOMINGUES (2002)• Comportamento do Usuário GUILLERMO (2002)• Impacto Psicológico LYNCH; HORTON• Experiência do Usuário (2004) ROSA; MORAES (2008) MEMÓRIA (2005) NEVES; SPITZ (2006) 24/8 7
    70. 70. INTERFACE GRÁFICA 25/8 7
    71. 71. INTERFACE GRÁFICA FLUSSER (2007)• Adequação à Necessidade FUENTES (2006)• Comunicação Amigável PIRAUÁ; PADOVANI (2006)• Design de Interação PREECE et al. (2007) 25/8 7
    72. 72. INTERFACE GRÁFICA 26/8 7
    73. 73. INTERFACE GRÁFICA PREECE et al. (2007)• O quê os usuários precisam?• Como solucionar problemas?• Como a interação acontece?• Será que está tudo adequado? 26/8 7
    74. 74. 27/87
    75. 75. ABORDAGEM SEMIÓTICA FLUSSER (2007)• Processo de Significação SANTAELLA (2001)• Construção de Significados NÖTH (2003)• Signo e Símbolo PEIRCE (2000) 27/8 7
    76. 76. ABORDAGEMSEMIÓTICA 28/8 7
    77. 77. ABORDAGEM SEMIÓTICA PEIRCE (2000)• Primeiridade• Secundidade• Terceiridade 28/8 7
    78. 78. ABORDAGEMSEMIÓTICA 29/8 7
    79. 79. ABORDAGEMSEMIÓTICA Representame NÖTH (2003) nObjet Interpretanteo 29/8 7
    80. 80. ABORDAGEMSEMIÓTICA 30/8 7
    81. 81. ABORDAGEM SEMIÓTICA SANTAELLA (2001)Esses signos são “do ponto de vista darelação com o objeto”. 30/8 7
    82. 82. ABORDAGEMSEMIÓTICA 31/8 7
    83. 83. ABORDAGEMSEMIÓTICAPERIGO!AviõesQuicando 31/8 7
    84. 84. ABORDAGEMSEMIÓTICAPERIGO! PROIBIDO!Aviões Dançar BeeQuicando Gees 31/8 7
    85. 85. ABORDAGEMSEMIÓTICAPERIGO! PROIBIDO! PROIBIDO!Aviões Dançar Bee Engravidar de umQuicando Gees Patinho de Borracha 31/8 7
    86. 86. ABORDAGEMSEMIÓTICA 32/8 7
    87. 87. ABORDAGEM SEMIÓTICA LEÃO (2005)Interfaces gráficas, em geral, possuemum sistema de ícones de navegaçãoque auxilia o processo de interação dousuário com o computador. 32/8 7
    88. 88. ABORDAGEMSEMIÓTICA 33/8 7
    89. 89. ABORDAGEMSEMIÓTICA 33/8 7
    90. 90. ABORDAGEMSEMIÓTICA 34/8 7
    91. 91. ABORDAGEM SEMIÓTICA SANTAELLA (2001)O índice “mostra seu objeto e dirige aatenção do observador diretamentepara esse objeto, embora o objetotenha que ser um objeto singular eexistente na realidade” 34/8 7
    92. 92. ABORDAGEMSEMIÓTICA 35/8 7
    93. 93. ABORDAGEMSEMIÓTICA 35/8 7
    94. 94. ABORDAGEMSEMIÓTICA 36/8 7
    95. 95. ABORDAGEM SEMIÓTICAEm diversas interfaces gráficas, quaissejam suas finalidades, usuáriosrealizam constantemente, mesmo semsaber, o processo semiótico triádicode Peirce. 36/8 7
    96. 96. 37/87
    97. 97. ERGONOMI A CYBIS et al. (1998)• Foco Principal no Usuário DUL; WEERDMEESTER (2004)• Transmissão de Informação IIDA (2000)• Otimização e Eficiência• Homem - Máquina KROEMER; GRANDJEAN (2005) MORAES; MONT’ALVÃO (2007) MONTMOLLIN (1990) 37/8 7
    98. 98. 38/87
    99. 99. COGNIÇÃO, PERCEPÇÃO e LEGIBILIDADE“O Fenômeno da cognição pode serexplicado, dentro de uma visão FIALHO (2001)ecosófica da cognição, como sendo,primeiro, uma função biológica, queacontece no interior do sistema vivo,mantendo sua organização diante dasperturbação que sofre; segundo comoum processo pedagógico, que resultado histórico de inserção eacomplamento do sistema ao seuambiente externo[...]” 38/8 7
    100. 100. COGNIÇÃO, PERCEPÇÃO eLEGIBILIDADE 39/8 7
    101. 101. COGNIÇÃO, PERCEPÇÃO e LEGIBILIDADECognição é responsável pela atuaçãodo ser humano no mundo, seja pelosprocessos de tomada deconhecimento, raciocínio, fantasia ououtros.A partir deste entendimento osconceitos ergonômicos podem seraplicados. 39/8 7
    102. 102. COGNIÇÃO, PERCEPÇÃO eLEGIBILIDADE 40/8 7
    103. 103. COGNIÇÃO, PERCEPÇÃO e LEGIBILIDADE FLUSSER (2007)Acredita ser fascinante a capacidade“de projetar [...] mundo perceptíveisaos sentidos”. Essa capacidadecontribuiria para a geração deimagens que traduzem informaçõesde forma mais rápida do que o texto. 40/8 7
    104. 104. COGNIÇÃO, PERCEPÇÃO eLEGIBILIDADE 41/8 7
    105. 105. COGNIÇÃO, PERCEPÇÃO e LEGIBILIDADEPercepção é a forma como um DULindivíduo coleta e armazena (2004)informações e como as selecionapara interpretá- las.As informações adquiridas sãointerpretadas, selecionadas eorganizadas de acordo com ascompetências cognitivas de cadaindivíduo. 41/8 7
    106. 106. COGNIÇÃO, PERCEPÇÃO eLEGIBILIDADE 42/8 7
    107. 107. COGNIÇÃO, PERCEPÇÃO e LEGIBILIDADENuma situação onde as inúmeras KROEMERfunções nervosas estão sob estresse, (2005)o olho pode ser um importanteindicador de fadiga. A legibilidadevisual, nesse sentido, contribui paraminimizar esse efeito negativo,evitando, como discutidoanteriormente, exceder a capacidadecognitiva dos usuários. 42/8 7
    108. 108. COGNIÇÃO, PERCEPÇÃO eLEGIBILIDADE 43/8 7
    109. 109. COGNIÇÃO, PERCEPÇÃO e LEGIBILIDADE KROEMER (2005)• Sacadas• Reconhecimento de Caractere• Campo Visual de Leitura• Sacadas de Linha• Contraste e Cor 43/8 7
    110. 110. COGNIÇÃO, PERCEPÇÃO eLEGIBILIDADE 44/8 7
    111. 111. COGNIÇÃO, PERCEPÇÃO e LEGIBILIDADELorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit, seddiam nonummy nibh euismod tincidunt ut laoreet dolore magnaaliquam erat volutpat.Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit, seddiam nonummy nibh euismod tincidunt ut laoreet dolore magnaaliquam erat volutpat.Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit, seddiam nonummy nibh euismod tincidunt ut laoreet dolore magnaaliquam erat volutpat. 44/8 7
    112. 112. 45/87
    113. 113. USABILIDAD E CYBIS et al. (1998) DUL; WEERDMEESTER• Fácil, Eficiente e Agradável (2004)• Importância das Plataforma FUENTES (2006)• Metas de Usabilidade MEMÓRIA (2003) PREECE et al. (2007) ROSA; MORAES (2008) 45/8 7
    114. 114. USABILIDADE 46/8 7
    115. 115. USABILIDAD E PREECE et al. (2007)• Eficácia• Eficiência• Segurança• Utilidade• Aprendizagem• Memorização 46/8 7
    116. 116. USABILIDADE 47/8 7
    117. 117. USABILIDADE Visibilidad e Eficiência 47/8 7
    118. 118. USABILIDADE Visibilidad e Eficiência Mapeament Utilidad o e 47/8 7
    119. 119. USABILIDADE Visibilidad e Eficiência Mapeament Utilidad o e Proximidad Memorizaçã e o 47/8 7
    120. 120. 48/87
    121. 121. DESIGN EMOCIONAL ANDRADE (2007)• Processo Afetivo com o Usuário FUENTES (2006)• Sentimento Amigável a Usabilidade GRUSZYNSKI (2008)• Visceral, Funcional e Reflexivo NORMAN (2005)• Senso Estético X Objetividade MEMÓRIA (2003) ROSA; MORAES (2008) 48/8 7
    122. 122. 49/87
    123. 123. ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO ANDRADE (2007)• Organização de Conteúdo DOMINGUES (2002)• Caminho Intuitivo FUENTES (2006)• Acessibilidade ao Usuário LYNCH; HORTON• Fluxo de Navegação (2004) MEMÓRIA (2003) ROSA; MORAES (2008) 49/8 7
    124. 124. 50/87
    125. 125. EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO• Experiência Funcional e Estética NORMAN (1990)• Conhecimento Mente e Mundo• Arbitrária, Significativa e PREECE et al. (2007)Entendimento ROYO (2008)• Relação com Psicologia Arquetípica 50/8 7
    126. 126. 51/87
    127. 127. ELEMENTOS GRÁFICOS DE INTERFACE• Experiência Funcional e Estética NORMAN (1990)• Conhecimento Mente e Mundo• Arbitrária, Significativa e PREECE et al. (2007)Entendimento ROYO (2008)• Relação com Psicologia Arquetípica 51/8 7
    128. 128. 52/87
    129. 129. GRID E LAYOUT 960 GRID SYSTEM• Relação do Primeiro Contato (2010)• Largura e Comprimento NIELSEN; TAHIR• Padrões de Mídias Digitais (2002)• Estrutura com Consistência W3 SCHOOLS (2010) 52/8 7
    130. 130. 53/87
    131. 131. COR PARA AMBIENTES DIGITAIS AMBROSE: HARRIS• Harmonia Visual (2003)• Função na Hierarquia de Informação CUNHA (2002)• Portadores de Mensagens FLUSSER (2006)• Estímulos Primários e Naturais• Princípios de Usabilidade e GUIMARÃES (1996)Legibilidade SAMARA (2007) 53/8 7
    132. 132. 54/87
    133. 133. TIPOGRAFIA PARA AMBIENTES DIGITAIS BRINGHURST (2005)• Interface Visual da LinguagemVerbal FARIAS (1998)• Importância para Personificação GRUSZYNSKI (2008)• Legibilidade e Contraste ROCHA (2005) 54/8 7
    134. 134. 55/87
    135. 135. INFOGRÁFICO S RAYMUNDO ( 2009)• Experiência Exploratória• Design da Informação SOUZA; GIERING (2009)• Atenção e Exploração do Usuário SALAVERRÍA (2001)• Semiótica e Psicologia Arquetípica WILDBUR; BURKE (1998) 55/8 7
    136. 136. 56/87
    137. 137. INSTRUMENTOS E MÉTODOS JORDAN (1998)Qualquer instrumento ou método paraavaliação de interfaces gráficas detémvários aspectos que disponibilizam aousuário vantagens e desvantagens. 56/8 7
    138. 138. INSTRUMENTOS EMÉTODOS 57/8 7
    139. 139. INSTRUMENTOS E MÉTODOS CYBIS et al. (2007)Estes métodos ou instrumentos sãofrequentemente empregados de formaa se complementarem umas às outras. 57/8 7
    140. 140. INSTRUMENTOS EMÉTODOS 58/8 7
    141. 141. INSTRUMENTOS EMÉTODOS Instrumentos que possam contribuir para o desenvolvimento das diretrizes. 58/8 7
    142. 142. INSTRUMENTOS EMÉTODOS Instrumentos que possam contribuir para o desenvolvimento das diretrizes. Origens nas áreas de Design, Psicologia e Marketing. 58/8 7
    143. 143. INSTRUMENTOS EMÉTODOS Instrumentos que possam contribuir para o desenvolvimento das diretrizes. Origens nas áreas de Design, Psicologia e Marketing. Métodos empíricos e não empíricos. 58/8 7
    144. 144. 59/87
    145. 145. INSTRUMENTOS E MÉTODOS EMPÍRICOS GÜNTHER (2003)• Observações de Campo JORDAN ( 1998)• Cardsorting NIELSEN (1993)• Questionários SANTOS (2002)• Entrevistas• Focus Group TEIXEIRA;MORAES (2004)• User Workshop ZILSE (2003) 59/8 7
    146. 146. 60/87
    147. 147. INSTRUMENTOS E MÉTODOS NÃO EMPÍRICOS ANDRADE (2005)• Lista de Verificação de JORDAN ( 1998)Características NIELSEN (1993)• Análise de Tarefa• Avaliação Heurística SHNEIDERMAN (1998)• Percurso Cognitivo TEIXEIRA;MORAES (2004) 60/8 7
    148. 148. 61/87
    149. 149. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS 61/8 7
    150. 150. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Não Empírico: Lista de Verificação de Tarefas. 61/8 7
    151. 151. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Não Empírico: Lista de Verificação de Tarefas. Empírico: User Workshop. 61/8 7
    152. 152. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Não Empírico: Lista de Verificação de Tarefas. Empírico: User Workshop. Conjunto de Itens para avaliação de Interfaces. 61/8 7
    153. 153. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Não Empírico: Lista de Verificação de Tarefas. Empírico: User Workshop. Conjunto de Itens para avaliação de Interfaces. Não de forma individual, mas sim como um todo. 61/8 7
    154. 154. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS 62/8 7
    155. 155. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Princípios Regras Diretrizes 62/8 7
    156. 156. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Princípios Regras Diretrizes Genéric o 62/8 7
    157. 157. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Princípios Regras Diretrizes Genéric Detalhament o o 62/8 7
    158. 158. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Princípios Regras Diretrizes Genéric Detalhament Orientaçõe o o s As análises geradas pelo instrumento transitam no nível de princípios e regras, já que como um passo posterior serão elaboradas as diretrizes que também objetivam a pesquisa. 62/8 7
    159. 159. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS 63/8 7
    160. 160. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Somente o uso da Lista de Verificação de Tarefas não atesta a qualidade de uma interface gráfica. 63/8 7
    161. 161. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Somente o uso da Lista de Verificação de Tarefas não atesta a qualidade de uma interface gráfica. Forma de avaliação prévia. 63/8 7
    162. 162. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Somente o uso da Lista de Verificação de Tarefas não atesta a qualidade de uma interface gráfica. Forma de avaliação prévia. Posicionamento favorável ou não. 63/8 7
    163. 163. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS 64/8 7
    164. 164. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Somente o uso da Lista de Verificação de Tarefas não atesta a qualidade de uma interface gráfica. 64/8 7
    165. 165. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Somente o uso da Lista de Verificação de Tarefas não atesta a qualidade de uma interface gráfica. Forma de avaliação prévia. 64/8 7
    166. 166. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Somente o uso da Lista de Verificação de Tarefas não atesta a qualidade de uma interface gráfica. Forma de avaliação prévia. Posicionamento favorável ou não. 64/8 7
    167. 167. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS 65/8 7
    168. 168. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Empírico: User Workshop. 65/8 7
    169. 169. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Empírico: User Workshop. Posicionamento coerente em relação ao processo de avaliação das diretrizes. 65/8 7
    170. 170. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Empírico: User Workshop. Posicionamento coerente em relação ao processo de avaliação das diretrizes. Auxiliar no processo de desenvolvimento. 65/8 7
    171. 171. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS 66/8 7
    172. 172. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Lista de Desenvolviment Verificação User Workshop o de Diretrizes 66/8 7
    173. 173. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS EMÉTODOS Lista de Desenvolviment Verificação User Workshop o de Diretrizes REFINAMENTO E COMPOSIÇÃO DAS DIRETRIZES 66/8 7
    174. 174. 67/87
    175. 175. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICAS 67/8 7
    176. 176. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICAS 1ª ETAPA 67/8 7
    177. 177. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICAS 1ª ETAPA Elementos de Interface Gráfica 67/8 7
    178. 178. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICAS 1ª ETAPA Elementos de Interface Gráfica Como? 67/8 7
    179. 179. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICAS 1ª ETAPA 2ª ETAPA Elementos de Interface Gráfica Como? 67/8 7
    180. 180. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICAS 1ª ETAPA 2ª ETAPA Elementos de Arquétipos Interface Gráfica Definidos Como? 67/8 7
    181. 181. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICAS 1ª ETAPA 2ª ETAPA Elementos de Arquétipos Interface Gráfica Definidos Como? Como? 67/8 7
    182. 182. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICAS 68/8 7
    183. 183. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICAS 68/8 7
    184. 184. ANÁLISES DE INTERFACESGRÁFICAS 69/8 7
    185. 185. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICAS BADRID et al. (1995)As respostas para cada item variamsegundo o grau de intensidade.Tornando assim visualmente, maisevidente ou não a identificação dostipos de arquétipos. 69/8 7
    186. 186. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICAS 70/8 7
    187. 187. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICAS 6 INTERFACES GRÁFICAS 70/8 7
    188. 188. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICAS 6 INTERFACES GRÁFICAS PRINCIPAIS TANGENCIAIS 70/8 7
    189. 189. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICAS 6 INTERFACES GRÁFICAS PRINCIPAIS TANGENCIAIS VIVO, Apple Brasil e Facebook. 70/8 7
    190. 190. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICAS 6 INTERFACES GRÁFICAS PRINCIPAIS TANGENCIAIS VIVO, Apple Globo.com, IRPF Brasil e 2012 e Facebook. Foursquare. 70/8 7
    191. 191. 71/44
    192. 192. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICASPRINCIPAIS 71/4 4
    193. 193. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICASPRINCIPAIS 72/8 7
    194. 194. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICASPRINCIPAIS 72/8 7
    195. 195. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICASPRINCIPAIS 73/8 7
    196. 196. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICASPRINCIPAIS 73/8 7
    197. 197. 74/87
    198. 198. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICASTANGENCIAIS 74/8 7
    199. 199. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICASTANGENCIAIS 75/8 7
    200. 200. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICASTANGENCIAIS 75/8 7
    201. 201. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICASTANGENCIAIS 76/8 7
    202. 202. ANÁLISES DE INTERFACES GRÁFICASTANGENCIAIS 76/8 7
    203. 203. 77/87
    204. 204. RESULTADO SO resultado das análises, através doinstrumento de lista de verificação decaracterísticas, gerou uma série deconceitos para a elaboração dasdiretrizes. Conceitos esses geraram asdiretrizes, que foram organizadas eassociadas, de maneira prévia, aestudos relacionados abordados nodecorrer da pesquisa. 77/8 7
    205. 205. RESULTADOS 78/8 7
    206. 206. RESULTADOS ESCOPO DIRETRIZES AVALIAÇÃO (plano secundário) (plano secundário) ESTRUTURAÇÃ AVALIAÇÃ O O GERAÇÃO/ DESENVOLVIMENTO 78/8 7
    207. 207. 79/87
    208. 208. AVALIAÇÃO DAS DIRETRIZESDocentes 79/8 7
    209. 209. AVALIAÇÃO DASDIRETRIZES 80/8 7
    210. 210. AVALIAÇÃO DASDIRETRIZESProfissionais 80/8 7
    211. 211. AVALIAÇÃO DASDIRETRIZES 81/8 7
    212. 212. AVALIAÇÃO DASDIRETRIZES Análises Conceituação Avaliação 81/8 7
    213. 213. AVALIAÇÃO DASDIRETRIZES Análises Conceituação Avaliação Lista de Verificaçã o 81/8 7
    214. 214. AVALIAÇÃO DASDIRETRIZES Análises Conceituação Avaliação Lista de Desenvolvimen Verificaçã to o 81/8 7
    215. 215. AVALIAÇÃO DASDIRETRIZES Análises Conceituação Avaliação Lista de Desenvolvimen User Verificaçã to Workshop o Processo de refinamento com o intuito de ficar mais coerente com os estudos e aplicável na prática. 81/8 7
    216. 216. 82/87
    217. 217. APRESENTAÇÃO DASDIRETRIZES 82/8 7
    218. 218. APRESENTAÇÃO DASDIRETRIZES Agrupamento de Informações 82/8 7
    219. 219. APRESENTAÇÃO DASDIRETRIZES Agrupamento de Informações Agrupamento Visual 82/8 7
    220. 220. APRESENTAÇÃO DASDIRETRIZES Agrupamento de Informações Agrupamento Visual Consistência Visual 82/8 7
    221. 221. APRESENTAÇÃO DASDIRETRIZES 83/8 7
    222. 222. APRESENTAÇÃO DASDIRETRIZES Metáforas Visuais 83/8 7
    223. 223. APRESENTAÇÃO DASDIRETRIZES Metáforas Visuais Atalhos 83/8 7
    224. 224. APRESENTAÇÃO DASDIRETRIZES Metáforas Visuais Atalhos Informação / Feedback 83/8 7
    225. 225. APRESENTAÇÃO DASDIRETRIZES 84/8 7
    226. 226. APRESENTAÇÃO DASDIRETRIZES Memória 84/8 7
    227. 227. APRESENTAÇÃO DASDIRETRIZES Memória Tratamento de Erros 84/8 7
    228. 228. APRESENTAÇÃO DASDIRETRIZES Memória Tratamento de Erros Controle 84/8 7
    229. 229. APRESENTAÇÃO DASDIRETRIZES Memória Tratamento de Erros Controle Ações Relacionadas 84/8 7
    230. 230. APRESENTAÇÃO DASDIRETRIZES 85/8 7
    231. 231. APRESENTAÇÃO DASDIRETRIZES DIRETRIZES 1 Agrupamento de Informações AVALIAÇÃO ESCOPO 2 (plano secundário) (plano secundário) Agrupamento Visual 3 Empíricos Perfil do Usuário Consistência Visual 4 Não Empíricos Perfil de Tarefa Metáfora Visual 5 Arquitetura da Atalhos Informação 6 Informações / Feedback 7 Memória 8 Tratamento de Erros 9 Controle 1 0 Ações Relacionadas 85/8 7
    232. 232. CONSIDERAÇÕES FINAIS 86/8 7
    233. 233. CONSIDERAÇÕES FINAIS PESQUISA 86/8 7
    234. 234. CONSIDERAÇÕES FINAIS PESQUISA OBJETIVOS 86/8 7
    235. 235. CONSIDERAÇÕES FINAIS PESQUISA OBJETIVOS CONTRIBUIÇÃO CIENTÍFICA 86/8 7
    236. 236. CONSIDERAÇÕES FINAIS PESQUISA OBJETIVOS CONTRIBUIÇÃO CIENTÍFICA REALIZAÇÃO PESSOAL E PROFISSIONAL 86/8 7
    237. 237. 86/87
    238. 238. AGRADECIMENTOSPai e Mãe, por me mostrarem que o estudoé uma das coisas mais importantes na vida;Larissa, minha esposa, por me apoiarincondicionalmente em todos os momentos.Elcio e Roy, sócios e companheiros do trajetoJoinville-Florianópolis durante 12 meses.Raphael e Vela, sócios que auxiliaram,dando total suporte a pesquisa.Professor João e Professora Marli, pelo incentivoininterrupto durante todo o período.Professor Fialho, pela oportunidade eexperiência única. 86/8 7
    239. 239. MUITOOBRIGADO.Haro Ristow Wippel SchulenburgProf. Dr. Eng. Antonio Francisco PereiraFialhoBanca Avaliadora:Profª. Drª. Alice Cybis PereiraProfª. Drª. Marilia Matos GonçalvesProf. Dr. João Eduardo ChagasSobral

    ×