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Educandário Espírita Caminhos de Luz – Curso Autoconhecimento – Tânia Paupitz.
- O IMPULSO nos leva a reagirmos sem pensar
nas consequências.
- Na ação impulsiva: a palavra mal colocada
fere,
- No agir abrupto: o comportamento agressivo
magoa,
- Na critica mordaz: o comentário pesado
aflige.
- Não raro, acabamos nos arrependendo
destas destas atitudes impensadas, não
avaliando as consequências, especialmente
diante de embates, onde “egos disputam um
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A parábola expõe o
momento em que o
filho pródigo, imaturo
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longínquo, onde gasta
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Quando vê seu filho
chegando, corre ao seu
encontro e o recebe com
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nem desiludido; ele estava
feliz porque seu filho tinha
voltado em segurança!
As PARÁBOLAS DE JESUS são um manancial de
APRENDIZADO e BELEZA, onde temos a
oportunidade através de narrativas simples, mas de
conteúdos espiritual e moral inigualáveis,
exercitarmos nossa REFORMA INTIMA cuja
ferramenta imprescindível é o autoconhecimento
instigando-nos ao processo evolutivo, diante de
uma maior conscientização daquilo que precisamos
efetivamente, melhorar em nós mesmos.
JESUS, raramente apontava nossos erros, pois
conhecia que o ego possui mecanismos
automáticos de defesa, entre eles, a negação e ,
assim através das parábolas facultava a criatura
humana, dentro de seu nível de maturidade, o
reconhecimento e a análise de seus desvios morais
e equívocos existenciais.
Quando nos deixamos afogar em sentimentos que
provocam nosso ego e nosso orgulho, ficamos
inconscientes – agimos movidos no piloto automático.
Perdemos a capacidade de enxergar com clareza o que
está de fato acontecendo.
E o pior: tendemos a nos julgar cheios de razões e
certezas que, muito provavelmente, não temos.
Pelo menos não na medida em que achamos que temos.
Se uma pessoa diz algo e reagimos mal, se nos fazem
uma pergunta e dizemos a primeira coisa que vem na
mente, se somos os primeiros a iniciar uma
discussão, se quando algo dá errado perdemos
literalmente a cabeça, fazendo birra que nem crianças,
muito provavelmente somos impulsivos.
- Muitas pessoas assumem-se como
IMPULSIVAS usando um tom
resignado:
- – “ SOU ASSIM E JÁ NÃO MUDO!,
mas a verdade é que podemos e
devemos controlar nossa
impulsividade, sob pena de
colocarmos em risco as nossas
relações afetivas e profissionais.
- No geral, a maioria das pessoas são
capazes de reconhecer que os
comportamentos impulsivos
acarretam mais riscos, menor
discernimento e maior
probabilidade de arrependimento.
Conta-se que um aldeão, homem rude, mas sincero, queixou-se a
um sábio de que o mau impulso o dominava constantemente.
Sabes montar a cavalo? - Perguntou o sábio.
Sei, sim senhor. - Respondeu prontamente o aldeão.
E monto com muita perícia. Sei até lidar com cavalos bravios.
Que fazes, quando te acontece de cair? - Indagou o sábio.
Monto outra vez. - Retrucou o homem com certa empáfia.
Pois bem: faz de conta que o mau impulso seja o cavalo.
– Disse o sábio, com um sorriso de inteligência.
Se caíres, torna a montar. No fim domarás o cavalo bravio e
andarás pela vida sem receio.
Importante ensinamento esse, pois muitos são os que jogam a
culpa de seus atos infelizes nos seus maus impulsos.
Dizem que a carne é fraca e com isso justificam os instintos
negativos de toda ordem.
Em O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, este assunto foi tratado
com muita clareza.
Pessoas Inteligentes falam sobre ideias – Pessoas comuns falam
sobre coisas – Pessoas mesquinhas falam sobre pessoas.
ONDE NOS ENCAIXAMOS? Pense nisso...
MORAL DA HISTÓRIA DAS TRÊS PENEIRAS:
As pessoas falam muito mas, sabem muito
pouco.
Conclusão:
Não perca tempo falando sobre o
que não conhece!
Não perca tempo ouvindo o que
as pessoas que também não
sabem ou, assuntos que não são
verdades.
INSPIRE outros para serem
melhor que podem ser, não em
fofocas e conversas sem valores.
A resposta encontra-se na conjuntura espiritual de cada indivíduo, ou seja, o ser
humano falha em face de sua imperfeição moral e de sua ignorância espiritual.
Só o SILÊNCIO preserva a sabedoria quando somos ameaçados, criticados,
injustiçados.
Perdemos a oportunidade de silenciar, se interiorizar, refletir e meditar.
- Se somos
criaturas
racionais, por que
não conseguimos
controlar o
próprio IMPULSO
da revolta e fúria,
fazendo mais uso
do instinto do que
da razão no trato
com os outros?
- Por que
praticamos o mal,
mesmo sabendo
que o retorno
dessa ação nos
trará algum tipo
de sofrimento?
- “Toda semeadura
é livre, porem,
toda colheita é
obrigatória.
- O primeiro passo para lidar com sua impulsividade é compreender
quando ela chega.
- Em que momentos você está deixando de pensar antes de agir?
- Em que aspecto da sua vida a impulsividade está prejudicando
mais, e onde ela não é tão prejudicial assim?
- Ela é o resultado de ansiedade, nervosismo, medo de não saber
lidar com a escolha?
Se SOMOS IMPACIENTES, busquemos o
exercício da PACIÊNCIA, se agressivos e
impulsivos, procuremos a gentileza e a
amorosidade.
Que a nossa frase favorita seja:
“PRECISO PENSAR MELHOR A RESPEITO..”
Precisamos TOMAR AS REDEAS da nossa
vida, sempre que a vontade de fazer algo
sem pensar se apodera de nós – como por
exemplo: gastos excessivos, compras por
impulso, comer ou beber de forma
exagerada, ferir e magoar pessoas que
amamos..
Se conseguirmos vencer nossos ímpetos no
momento de fazer um gasto desnecessário,
nos sentiremos aliviados ao perceber que
de fato não precisávamos de mais par de
sapatos, uma blusa, um vestido novo, um
celular novo, etc.
AUGUSTO CURY em CÓDIGO DA INTELIGÊNCIA:
- SÓ O SILÊNCIO preserva a sabedoria quando somos ameaçados, criticados, injustiçados.
- O SILÊNCIO não é se aguentar para não explodir, é o respeito pela própria inteligência.
- A SABEDORIA pressupõe não sermos escravos do binômio BATEU – LEVOU.
- Cada vez as pessoas estão perdendo o prazer de silenciar, de se interiorizar, refletir, meditar.
- Quem bate no peito e diz que não leva desaforo pra casa, não pensa nas consequências de seus atos.
- Quem se orgulha de falar tudo o que pensa, machuca as pessoas que ama, desconhece o auto controle.
- Decepções fazem parte do cardápio das melhores relações. Precisamos do silêncio para pratica da
tolerância.
- Preserva a saúde psíquica, a consciência, a tranquilidade.
- O silêncio e a tolerância são o vinho dos fortes, a reação impulsiva é a embriaguez dos fracos.
- O silêncio e a tolerância são as armas de quem pensa, a reação instintiva é a arma de quem não pensa.
- É muito melhor ser lento no pensar do que rápido em machucar, é preferível conviver com uma pessoa
simples, sem cultura acadêmica, mas tolerante, do que com um ser humano de ilibada cultura saturada de
radicalismo, egocentrismo, estrelismo.
Todo ser humano passa por turbulências na vida. Para alguns falta o pão na mesa; a outros a alegria na alma.
Uns lutam para sobreviver, outros são ricos e abastados, mas mendigam o pão da tranquilidade e da
felicidade.
Os milionários quiseram comprar a felicidade com seu dinheiro, os políticos quiseram conquistá-la com seu
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Balbuciando aos ouvidos de todos, disse: “…Eu me escondo nas coisas simples e anônimas…”.
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VOCÊ É UMA PESSOA IMPULSIVA?

  • 1. Educandário Espírita Caminhos de Luz – Curso Autoconhecimento – Tânia Paupitz.
  • 2. - O IMPULSO nos leva a reagirmos sem pensar nas consequências. - Na ação impulsiva: a palavra mal colocada fere, - No agir abrupto: o comportamento agressivo magoa, - Na critica mordaz: o comentário pesado aflige. - Não raro, acabamos nos arrependendo destas destas atitudes impensadas, não avaliando as consequências, especialmente diante de embates, onde “egos disputam um lugar de destaque”.
  • 3. A parábola expõe o momento em que o filho pródigo, imaturo e impulsivo, opta por sair da casa do genitor para viajar a um país longínquo, onde gasta sua parte da herança com leviandades e prazeres materiais. Após consumir-se nas paixões e gastar todo seu dinheiro , vê-se diante de um período de fome que se instalara naquela região. Privado de tudo e passando necessidades, começa a trabalhar com porcos, vindo a disputar a comida com eles. Chega um momento em que o filho pródigo acaba caindo e si, e retorna a casa de seu Pai. Quando vê seu filho chegando, corre ao seu encontro e o recebe com alegria. O pai não estava zangado nem desiludido; ele estava feliz porque seu filho tinha voltado em segurança!
  • 4. As PARÁBOLAS DE JESUS são um manancial de APRENDIZADO e BELEZA, onde temos a oportunidade através de narrativas simples, mas de conteúdos espiritual e moral inigualáveis, exercitarmos nossa REFORMA INTIMA cuja ferramenta imprescindível é o autoconhecimento instigando-nos ao processo evolutivo, diante de uma maior conscientização daquilo que precisamos efetivamente, melhorar em nós mesmos. JESUS, raramente apontava nossos erros, pois conhecia que o ego possui mecanismos automáticos de defesa, entre eles, a negação e , assim através das parábolas facultava a criatura humana, dentro de seu nível de maturidade, o reconhecimento e a análise de seus desvios morais e equívocos existenciais.
  • 5. Quando nos deixamos afogar em sentimentos que provocam nosso ego e nosso orgulho, ficamos inconscientes – agimos movidos no piloto automático. Perdemos a capacidade de enxergar com clareza o que está de fato acontecendo. E o pior: tendemos a nos julgar cheios de razões e certezas que, muito provavelmente, não temos. Pelo menos não na medida em que achamos que temos. Se uma pessoa diz algo e reagimos mal, se nos fazem uma pergunta e dizemos a primeira coisa que vem na mente, se somos os primeiros a iniciar uma discussão, se quando algo dá errado perdemos literalmente a cabeça, fazendo birra que nem crianças, muito provavelmente somos impulsivos.
  • 6. - Muitas pessoas assumem-se como IMPULSIVAS usando um tom resignado: - – “ SOU ASSIM E JÁ NÃO MUDO!, mas a verdade é que podemos e devemos controlar nossa impulsividade, sob pena de colocarmos em risco as nossas relações afetivas e profissionais. - No geral, a maioria das pessoas são capazes de reconhecer que os comportamentos impulsivos acarretam mais riscos, menor discernimento e maior probabilidade de arrependimento.
  • 7. Conta-se que um aldeão, homem rude, mas sincero, queixou-se a um sábio de que o mau impulso o dominava constantemente. Sabes montar a cavalo? - Perguntou o sábio. Sei, sim senhor. - Respondeu prontamente o aldeão. E monto com muita perícia. Sei até lidar com cavalos bravios. Que fazes, quando te acontece de cair? - Indagou o sábio. Monto outra vez. - Retrucou o homem com certa empáfia. Pois bem: faz de conta que o mau impulso seja o cavalo. – Disse o sábio, com um sorriso de inteligência. Se caíres, torna a montar. No fim domarás o cavalo bravio e andarás pela vida sem receio. Importante ensinamento esse, pois muitos são os que jogam a culpa de seus atos infelizes nos seus maus impulsos. Dizem que a carne é fraca e com isso justificam os instintos negativos de toda ordem. Em O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, este assunto foi tratado com muita clareza.
  • 8. Pessoas Inteligentes falam sobre ideias – Pessoas comuns falam sobre coisas – Pessoas mesquinhas falam sobre pessoas. ONDE NOS ENCAIXAMOS? Pense nisso...
  • 9. MORAL DA HISTÓRIA DAS TRÊS PENEIRAS: As pessoas falam muito mas, sabem muito pouco. Conclusão: Não perca tempo falando sobre o que não conhece! Não perca tempo ouvindo o que as pessoas que também não sabem ou, assuntos que não são verdades. INSPIRE outros para serem melhor que podem ser, não em fofocas e conversas sem valores.
  • 10. A resposta encontra-se na conjuntura espiritual de cada indivíduo, ou seja, o ser humano falha em face de sua imperfeição moral e de sua ignorância espiritual. Só o SILÊNCIO preserva a sabedoria quando somos ameaçados, criticados, injustiçados. Perdemos a oportunidade de silenciar, se interiorizar, refletir e meditar. - Se somos criaturas racionais, por que não conseguimos controlar o próprio IMPULSO da revolta e fúria, fazendo mais uso do instinto do que da razão no trato com os outros? - Por que praticamos o mal, mesmo sabendo que o retorno dessa ação nos trará algum tipo de sofrimento? - “Toda semeadura é livre, porem, toda colheita é obrigatória.
  • 11. - O primeiro passo para lidar com sua impulsividade é compreender quando ela chega. - Em que momentos você está deixando de pensar antes de agir? - Em que aspecto da sua vida a impulsividade está prejudicando mais, e onde ela não é tão prejudicial assim? - Ela é o resultado de ansiedade, nervosismo, medo de não saber lidar com a escolha?
  • 12. Se SOMOS IMPACIENTES, busquemos o exercício da PACIÊNCIA, se agressivos e impulsivos, procuremos a gentileza e a amorosidade. Que a nossa frase favorita seja: “PRECISO PENSAR MELHOR A RESPEITO..” Precisamos TOMAR AS REDEAS da nossa vida, sempre que a vontade de fazer algo sem pensar se apodera de nós – como por exemplo: gastos excessivos, compras por impulso, comer ou beber de forma exagerada, ferir e magoar pessoas que amamos.. Se conseguirmos vencer nossos ímpetos no momento de fazer um gasto desnecessário, nos sentiremos aliviados ao perceber que de fato não precisávamos de mais par de sapatos, uma blusa, um vestido novo, um celular novo, etc.
  • 13. AUGUSTO CURY em CÓDIGO DA INTELIGÊNCIA: - SÓ O SILÊNCIO preserva a sabedoria quando somos ameaçados, criticados, injustiçados. - O SILÊNCIO não é se aguentar para não explodir, é o respeito pela própria inteligência. - A SABEDORIA pressupõe não sermos escravos do binômio BATEU – LEVOU. - Cada vez as pessoas estão perdendo o prazer de silenciar, de se interiorizar, refletir, meditar. - Quem bate no peito e diz que não leva desaforo pra casa, não pensa nas consequências de seus atos. - Quem se orgulha de falar tudo o que pensa, machuca as pessoas que ama, desconhece o auto controle. - Decepções fazem parte do cardápio das melhores relações. Precisamos do silêncio para pratica da tolerância. - Preserva a saúde psíquica, a consciência, a tranquilidade. - O silêncio e a tolerância são o vinho dos fortes, a reação impulsiva é a embriaguez dos fracos. - O silêncio e a tolerância são as armas de quem pensa, a reação instintiva é a arma de quem não pensa. - É muito melhor ser lento no pensar do que rápido em machucar, é preferível conviver com uma pessoa simples, sem cultura acadêmica, mas tolerante, do que com um ser humano de ilibada cultura saturada de radicalismo, egocentrismo, estrelismo. Todo ser humano passa por turbulências na vida. Para alguns falta o pão na mesa; a outros a alegria na alma. Uns lutam para sobreviver, outros são ricos e abastados, mas mendigam o pão da tranquilidade e da felicidade. Os milionários quiseram comprar a felicidade com seu dinheiro, os políticos quiseram conquistá-la com seu poder, as celebridades quiseram seduzi-la com sua fama, mas ela não se deixou achar. Balbuciando aos ouvidos de todos, disse: “…Eu me escondo nas coisas simples e anônimas…”. Todos fecham os seus olhos quando morrem, mas nem todos enxergam quando estão vivos.