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Allan Kardec – O EVANGELHO SEGUNDO O
ESPIRITISMO – Capítulo XI – Amar ao Próximo
como a Si Mesmo.
É no âmbito familiar, onde desde
criança surgem de forma
espontânea, nossos impulsos e
reações, gravando-se impressões
em nosso campo emocional que
irão repercutir por toda nossa
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Quantas situações ficam gravadas
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Quando inicia o convívio escolar, damos inicio as primeiras
experiências fora dos limites familiares e, é onde nossas reações
começam a deixar de ser tão espontâneas, podendo fazer com que
fiquemos retraídos diante de novas situações que se apresentem.
-Estas situações podem refletir de início a FALTA DE CONFIANÇA nas
professoras e colegas de turma.
- Aprendemos a nos comportar na sociedade,com reservas e retraimento.
Assim, vamos sufocando por vezes, desejos e expressões interiores,
defendendo com violência nossos interesses, mesmo que infantis.
-E também brigamos com aqueles que caçoam de algumas
particularidades nossas.
Retribuímos a bondade com os que são
bondosos conosco, e devolvemos
insultos aos que nos agridem.
Sem dúvida, são reações naturais,
embora ainda bem primárias.
Vamos assim caminhando para a
ADOLESCÊNCIA, fase em que nossos
desejos se acentuam.
O querer começa a surgir, a
AUTOAFIRMAÇÃO emerge naturalmente
e a nossa personalidade se configura.
Aparecem as primeiras desilusões, as amizades não
correspondidas, as primeiras experiências mais profundas
no campo sentimental. De modo particular, cada um reage de
forma diferente aos mesmos aspectos do relacionamento
com os outros: uns aceitam e resignam-se com os desejos
não alcançados, outros ,inconformados, reagem com
irritabilidade e agressividade, e por isto, sofrem.
Desde a mais tenra idade, agimos e
reagimos emocionalmente, atingindo os
domínios dos outros ou sendo atingidos nos
nossos.
Vamos assim nos aperfeiçoando,
arredondando as facetas pontiagudas do
nosso ser ainda embrutecido, a semelhança
das pedras rudes.
Pedras estas que se colocadas num grande tambor,
ao girar se modelam em esferas polidas pela ação
do atrito de parte a parte.
Interessante notar que as pedras de constituição
menos dura modelam-se mais rapidamente,
enquanto as de maior dureza sofrem, no mesmo
espaço de tempo, menor desgaste, demorando
mais, portanto, para perderem sua forma original
bruta.
E o sofrimento é maior porque é necessário maior peso para
dobrar a INFLEXIBILIDADE do coração mais endurecido
diante da rigidez de nosso TEMPERAMENTO.
Os mais dóceis e flexíveis sofrem menos, porque menor é a
carga que lhes atinge o íntimo.
Estes não oferecem resistência ao que não podem possuir.
A RESIGNAÇÃO é o meio da modelação da nossa
alma, característica do desprendimento e da
mansuetude que precisamos aprender a cultivar.
 É precisamente no convívio com o próximo que
expressamos nossa condição real – COMO AINDA ESTAMOS
= NÃO O QUE SOMOS, pois entendemos que, embora ainda
ignorantes e imperfeitos, somos obra da criação e
contamos com todas as potencialidades para chegarmos a
perfeição. Estamos todos em condições de evoluir.
PARA AUMENTARMOS O AUTOCONHECIMENTO É PRECISO
TERMOS A CONSCIÊNCIA DE QUEM SOMOS DE VERDADE,
AVALIANDO NOSSOS PONTOS NEGATIVOS E POSITIVOS.
O importante é termos a consciência de saber que o que
fazemos é o reflexo de quem somos.
Ao reconhecermos nossos pontos negativos poderemos mudar
cada um deles.
E reconhecendo nossos pontos positivos nos sentiremos mais
confiantes em nossa capacidade de conseguir o que quisermos.
Independente das criticas e opiniões alheias e, ainda que
ninguém nos aprove teremos AUTOCONHECIMENTO suficiente
para nós mesmos nos APROVARMOS e principalmente, nos
amarmos.
 Quando não procuramos
deliberadamente nos conhecer,
alargando os campos da nossa
consciência, dirigindo-a rumo ao nosso
EU, buscando identificar o porquê e a
causa de tantas reações desconhecidas,
somos igualmente levados a nos
conhecer, exatamente nos
ENTRECHOQUES com àqueles do nosso
convívio, no seio familiar, no meio social,
nos setores de trabalho, nos transportes
coletivos, nos locais públicos, clubes
recreativos, meios religiosos, enfim, em
tudo o que compreende os contatos de
pessoa a pessoa.
Conscientes daquilo que sentimos ser a FONTE DE
NOSSOS SOFRIMENTOS, precisamos mudar nossos
hábitos, principalmente, nossos processos
psicoemocionais e, não apenas nosso comportamento.
Somos viciados em emoção, presos a padrões de
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AUTOCONHECER-SE ATRAVÉS DO OUTRO

  • 1.
  • 2. Allan Kardec – O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO – Capítulo XI – Amar ao Próximo como a Si Mesmo.
  • 3. É no âmbito familiar, onde desde criança surgem de forma espontânea, nossos impulsos e reações, gravando-se impressões em nosso campo emocional que irão repercutir por toda nossa vida. Quantas situações ficam gravadas no inconsciente de uma criança, que podem levar a situações de rebeldia, insatisfações, angústias, desejos reprimidos, traumas que poderão caracterizar comportamentos e disposições na fase adulta e de adolescência.
  • 4. TIMIDOS RETRAÍDOS VERGONHA ACANHADOS Quando inicia o convívio escolar, damos inicio as primeiras experiências fora dos limites familiares e, é onde nossas reações começam a deixar de ser tão espontâneas, podendo fazer com que fiquemos retraídos diante de novas situações que se apresentem. -Estas situações podem refletir de início a FALTA DE CONFIANÇA nas professoras e colegas de turma. - Aprendemos a nos comportar na sociedade,com reservas e retraimento. Assim, vamos sufocando por vezes, desejos e expressões interiores, defendendo com violência nossos interesses, mesmo que infantis. -E também brigamos com aqueles que caçoam de algumas particularidades nossas.
  • 5. Retribuímos a bondade com os que são bondosos conosco, e devolvemos insultos aos que nos agridem. Sem dúvida, são reações naturais, embora ainda bem primárias. Vamos assim caminhando para a ADOLESCÊNCIA, fase em que nossos desejos se acentuam. O querer começa a surgir, a AUTOAFIRMAÇÃO emerge naturalmente e a nossa personalidade se configura. Aparecem as primeiras desilusões, as amizades não correspondidas, as primeiras experiências mais profundas no campo sentimental. De modo particular, cada um reage de forma diferente aos mesmos aspectos do relacionamento com os outros: uns aceitam e resignam-se com os desejos não alcançados, outros ,inconformados, reagem com irritabilidade e agressividade, e por isto, sofrem.
  • 6. Desde a mais tenra idade, agimos e reagimos emocionalmente, atingindo os domínios dos outros ou sendo atingidos nos nossos. Vamos assim nos aperfeiçoando, arredondando as facetas pontiagudas do nosso ser ainda embrutecido, a semelhança das pedras rudes.
  • 7. Pedras estas que se colocadas num grande tambor, ao girar se modelam em esferas polidas pela ação do atrito de parte a parte. Interessante notar que as pedras de constituição menos dura modelam-se mais rapidamente, enquanto as de maior dureza sofrem, no mesmo espaço de tempo, menor desgaste, demorando mais, portanto, para perderem sua forma original bruta.
  • 8. E o sofrimento é maior porque é necessário maior peso para dobrar a INFLEXIBILIDADE do coração mais endurecido diante da rigidez de nosso TEMPERAMENTO. Os mais dóceis e flexíveis sofrem menos, porque menor é a carga que lhes atinge o íntimo. Estes não oferecem resistência ao que não podem possuir. A RESIGNAÇÃO é o meio da modelação da nossa alma, característica do desprendimento e da mansuetude que precisamos aprender a cultivar.
  • 9.  É precisamente no convívio com o próximo que expressamos nossa condição real – COMO AINDA ESTAMOS = NÃO O QUE SOMOS, pois entendemos que, embora ainda ignorantes e imperfeitos, somos obra da criação e contamos com todas as potencialidades para chegarmos a perfeição. Estamos todos em condições de evoluir.
  • 10. PARA AUMENTARMOS O AUTOCONHECIMENTO É PRECISO TERMOS A CONSCIÊNCIA DE QUEM SOMOS DE VERDADE, AVALIANDO NOSSOS PONTOS NEGATIVOS E POSITIVOS. O importante é termos a consciência de saber que o que fazemos é o reflexo de quem somos. Ao reconhecermos nossos pontos negativos poderemos mudar cada um deles. E reconhecendo nossos pontos positivos nos sentiremos mais confiantes em nossa capacidade de conseguir o que quisermos. Independente das criticas e opiniões alheias e, ainda que ninguém nos aprove teremos AUTOCONHECIMENTO suficiente para nós mesmos nos APROVARMOS e principalmente, nos amarmos.
  • 11.  Quando não procuramos deliberadamente nos conhecer, alargando os campos da nossa consciência, dirigindo-a rumo ao nosso EU, buscando identificar o porquê e a causa de tantas reações desconhecidas, somos igualmente levados a nos conhecer, exatamente nos ENTRECHOQUES com àqueles do nosso convívio, no seio familiar, no meio social, nos setores de trabalho, nos transportes coletivos, nos locais públicos, clubes recreativos, meios religiosos, enfim, em tudo o que compreende os contatos de pessoa a pessoa.
  • 12. Conscientes daquilo que sentimos ser a FONTE DE NOSSOS SOFRIMENTOS, precisamos mudar nossos hábitos, principalmente, nossos processos psicoemocionais e, não apenas nosso comportamento. Somos viciados em emoção, presos a padrões de pensamentos repetitivos que atrapalham nosso amadurecimento espiritual  Então é preciso boa vontade para mudar, abandonando de vez aquilo que nos faz sofrer.