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RITUAL DO BATISMO DE CRIANÇAS
Capítulo I
RITO PARA O BATISMO DE VÁRIAS CRIANÇAS
I. RITOS DE ACOLHIDA
Todos de pé!
1. SAUDAÇÃO
P. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
T. Amém.
P. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito
Santo estejam sempre convosco.
T. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
2. APRESENTAÇÃO DAS CRIANÇAS E PEDIDO DO BATISMO
P. Queridos pais, vocês transmitiram a vida a estas crianças e as receberam como um
dom de Deus, um verdadeiro presente. Que nome vocês escolheram para elas?
Cada família apresenta sua criança, dizendo o nome que foi escolhido para ela.
P. Caríssimos pais, vocês pedem o quê à Igreja de Deus para seus filhos?
Os pais: O batismo!
P. Pelo batismo, estas crianças vão fazer parte da Igreja Católica. Vocês querem
ajudá-las a crescer na fé, observando os mandamentos e vivendo na comunidade dos
discípulos missionários de Jesus?
Pais: Queremos!
P. Padrinhos, vocês estão dispostos a colaborar com os pais em sua missão de educar
e evangelizar estas crianças?
Padrinhos: Sim, estamos!
P. E todos vocês, caríssimos irmãos e irmãs aqui presentes, querem ser uma
comunidade de fé e de amor para estas crianças?
Comunidade: Sim, queremos!
3. SINAL DA CRUZ
P. Nosso sinal é a cruz de Cristo. Por isso, vamos marcar estas crianças com o sinal
do Cristo Salvador. Assim, nós os (as) acolhemos na comunidade cristã.
O sinal da cruz na fronte das crianças é feito por quem preside, pelos pais e pelos
padrinhos.
4. Oração:
P. Oremos. (E todos rezam um instante, em silêncio, pelas crianças). Ó Deus, por
vosso amor, participamos do mistério da paixão, morte e ressurreição de vosso Filho
Jesus Cristo. Fortalecei-nos no Espírito Santo para que caminhemos na vida nova.
Por Cristo, nosso Senhor.
T. Amém.
Sentados!
II. LITURGIA DA PALAVRA
5. PRIMEIRA LEITURA
Gn 17,1-8
Estabelecerei minha aliança
entre mim e ti e teus descendentes para sempre;
uma aliança eterna.
Leitura do Livro do Gênesis.
1
Abrão tinha noventa e nove anos de idade, quando o Senhor lhe apareceu e lhe disse:
“Eu sou o Deus Poderoso. Anda na minha presença e sê perfeito. 2
Estabelecerei
minha aliança contigo e multiplicarei ao infinito a tua descendência”. 3
Abrão
prostrou-se com o rosto por terra.4
E Deus lhe disse: “Eis a minha aliança contigo: tu
serás pai de uma multidão de nações. 5
Já não te chamarás Abrão, mas o teu nome será
Abraão, porque farei de ti o pai de uma multidão de nações. 6
Farei crescer tua
descendência infinitamente. Farei nascer de ti nações, e reis sairão de ti.
7
Estabelecerei minha aliança entre mim e ti e teus descendentes para sempre; uma
aliança eterna, para que eu seja teu Deus e o Deus de teus descendentes. 8
A ti e aos
teus descendentes darei a terra em que vives como estrangeiro, todo país de Canaã
como propriedade para sempre. E eu serei o Deus dos teus descendentes”.
Palavra do Senhor.
T. Graças a Deus.
6. SALMO RESPONSORIAL
Salmo 8,4-5.6-7.8-9 (R. 2a)
Refrão: Ó Senhor nosso Deus, como é grande/vosso nome por todo o universo!
4
Contemplando estes céus que plasmastes
E formastes com dedos de artista;
vendo a lua e estrelas brilhantes,
5
perguntamos: “Senhor, que é o homem,
para dele assim vos lembrardes
e o tratardes com tanto carinho?!”. Refrão.
6
Pouco abaixo de Deus o fizestes,
coroando-o de glória e esplendor;
7
vós lhe destes poder sobre tudo,
vossas obras aos pés lhe pusestes; Refrão.
8
as ovelhas, os bois, os rebanhos,
todo o gado e as feras da mata;
9
passarinhos e peixes dos mares,
todo ser que se move nas águas. Refrão.
7. SEGUNDA LEITURA
Rm 5,1-2.5-8
O amor de Deus foi derramado
em nossos corações
pelo Espírito Santo que nos foi dado.
Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.
Irmãos, 1
justificados pela fé, estamos em paz com Deus, pela mediação do Senhor
nosso, Jesus Cristo. 2
Por ele, tivemos acesso, pela fé, a esta graça, na qual estamos
firmes e nos gloriamos, na esperança da glória de Deus. 5
E a esperança não
decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito
Santo que nos foi dado. 6
Com efeito, quando éramos ainda fracos, Cristo morreu
pelos ímpios, no tempo marcado. 7
Dificilmente alguém morrerá por um justo; por
uma pessoa muito boa, talvez alguém se anime a morrer. 8
Pois bem, a prova de que
Deus nos ama é que Cristo morreu por nós, quando éramos ainda pecadores.
Palavra do Senhor.
T. Graças a Deus.
De pé!
8. EVANGELHO
Mt 22,35-40
Este é o maior
e o primeiro mandamento.
P. O Senhor esteja convosco.
T. Ele está no meio de nós.
P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
T. Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 35
um dos fariseus perguntou a Jesus, para experimentá-lo: 36
“Mestre,
qual é o maior mandamento da Lei?”. 37
Jesus respondeu: “Amarás o Senhor teu Deus
de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento! 38
Este é o
maior e o primeiro mandamento. 39
O segundo é semelhante a esse: Amarás ao teu
próximo como a ti mesmo. 40
Toda a Lei e os profetas dependem desses dois
mandamentos”.
Palavra da Salvação.
T. Glória a vós, Senhor.
9. HOMILIA
Sentados.
Quem preside faz breve homilia, aprofundando o mistério do batismo a partir da
palavra proclamada, procurando evidenciar a relação existente entre a vida das
pessoas e os apelos do Senhor. A Palavra de Deus, acolhida na fé, conduza ao
encontro sacramental com o Senhor.
10. ORAÇÃO DOS FIEIS
De pé!
P. Irmãos e irmãs, supliquemos a misericórdia de Deus por estas crianças, por suas
famílias, por seus padrinhos e por todo o povo de Deus, dizendo:
T. Lembrai-vos, Senhor.
- Das crianças que hoje renascem da água e do Espírito Santo, para que sejam
discípulas missionárias de Jesus Cristo, T.
- Das famílias que apresentam seus (suas) filhos (as) para receber a vida nova do
batismo, para que cresçam no amor, na harmonia e na fé, T.
- Dos padrinhos que assumem o compromisso de ajudar seus afilhados a crescer na
fé, para que também eles cresçam no amor a Deus e ao próximo, T.
- Desta comunidade que acolhe estas crianças como pedras vivas e escolhidas de
vossa Igreja, para que seja fiel ao Evangelho, T.
- Dos bispos, padres e diáconos, ministros de Deus, servidores da graça e do amor de
Deus, para que sejam fieis à missão que receberam, T.
- De todo o povo batizado, testemunha do Evangelho, para que entenda e viva o
batismo que o salvou de seus pecados, T.
- De todas as pessoas que na comunidade se dedicam à missão de evangelizar, para
que não desanimem em sua tarefa, T.
- De todas as pessoas que promovem a justiça e a paz no mundo, para que nunca
desanimem em sua missão, T.
11. INVOCAÇÃO DOS SANTOS
P. Depois de termos rezado a Deus por nossas crianças, invoquemos os santos,
nossos irmãos primeiros na fé, para que acompanhem estas crianças ao longo de sua
vida, no seguimento de Jesus Cristo.
P. Santa Maria, Mãe de Deus, T. rogai por nós.
São João Batista, T.
São José, T.
São Pedro e São Paulo, T.
São Marcos e São Mateus, T.
São Lucas e São João, T.
São Miguel, São Gabriel, São Rafael, Arcanjos, T.
Santa Teresa do Menino Jesus, T.
Santo Antônio, T.
São Bento, T.
São João Bosco, T.
São Francisco de Assis e Santa Clara, T.
Santa Luzia, T.
Santa Maria Madalena, T.
Santa Paulina do Brasil, T.
Santo Antônio de Sant’Ana Galvão, T.
Bem-aventurado Pe. José de Anchiêta, T.
Bem-aventurada Lindalva Justo, T.
Bem-aventurados Mártires de Cunhaú e Uruaçú, T.
12. ORAÇÃO
Quem preside, os pais e os padrinhos estendem as mãos sobre as crianças e fazem
uma oração em silêncio. Em seguida, quem preside reza com as mãos estendidas:
P.Ó Pai, Senhor da vida, enviastes vosso Filho ao mundo para nos libertar da
escravidão do pecado e da morte. Lembrai-vos destas crianças que deverão enfrentar
muitas vezes as tentações do mal. Libertai-as do poder das trevas. Dai-lhes a força de
Cristo e a luz do vosso Espírito, para que, livres do pecado original, vivam sempre
como vossos filhos e filhas no seguimento de Jesus Cristo, que vive e reina para
sempre, na unidade do Espírito Santo.
T. Amém.
13. UNÇÃO PRÉ-BATISMAL
(COM O ÓLEO DOS CATECÚMENOS)
Neste momento, deve-se descobrir completamente o peito de cada criança.
P. Bendito sejais vós, Senhor Deus, porque, no vosso imenso amor, criastes o mundo
para nossa habitação.
T. Bendito seja Deus para sempre!
P. Bendito sejais vós, Senhor Deus, porque criastes a oliveira, cujos ramos
anunciaram o final do dilúvio e o surgimento de uma nova humanidade.
T. Bendito seja Deus para sempre!
P. Bendito sejais vós, Senhor Deus, porque, através do óleo, fruto da oliveira,
fortaleceis vosso povo para o combate da fé.
T. Bendito seja Deus para sempre!
P. Ó Deus, proteção de vosso povo, que fizestes do óleo, vossa criatura, um sinal de
fortaleza: concedei a estas crianças a força, a sabedoria e as virtudes divinas, para que
sigam o caminho do Evangelho de Jesus, tornem-se generosas no serviço do vosso
Reino e, dignas da adoção filial, alegrem-se por ter renascido no batismo e pertencer
à vossa Igreja Católica. Por Cristo, nosso Senhor.
T. Amém.
Quem preside toma nas mãos o Óleo dos Catecúmenos e unge o peito de cada
criança, dizendo:
P. O Cristo Salvador lhe dê sua força. Que ela penetre em sua vida como este óleo em
seu peito.
III. LITURGIA SACRAMENTAL
14. ORAÇÃO SOBRE A ÁGUA
De pé!
P. Meus irmãos, sabemos que Deus quis servir-se da água para dar sua vida aos que
crêem. Unamos nossos corações, suplicando ao Senhor que derrame sua graça sobre
os seus escolhidos.
P. Ó Deus, pelos sinais visíveis dos vossos sacramentos realizais maravilhas
invisíveis. Ao longo da história da salvação, vós vos servistes da água para fazer-nos
conhecer a graça do batismo. Já na origem do mundo vosso Espírito Santo pairava
sobre as águas para que elas concebessem a força de santificar.
T. Fontes do Senhor, bendizei o Senhor!
P. Nas águas do dilúvio, prefigurastes o nascimento da nova humanidade, de modo
que a mesma água sepultasse os vícios e fizesse nascer a santidade. Concedestes aos
filhos de Abraão atravessar o mar Vermelho a pé enxuto para que, livres da
escravidão, prefigurassem o povo nascido na água do batismo.
T. Fontes do Senhor, bendizei o Senhor!
P. Vosso Filho, ao ser batizado nas águas do Jordão, foi ungido pelo Espírito Santo.
Pendente da Cruz, do seu coração aberto pela lança, fez correr sangue e água. Após
sua ressurreição, ordenou aos apóstolos: “Ide, fazei todos os povos discípulos meus
batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”.
T. Fontes do Senhor, bendizei o Senhor!
P. Olhai agora, ó Pai, a vossa Igreja e fazei brotar para ela a água do batismo. Que o
Espírito Santo dê por esta água a graça de Cristo, a fim de que homem e mulher,
criados à vossa imagem, sejam lavados da antiga culpa pelo batismo e renasçam pela
água e pelo Espírito Santo para uma vida nova.
Nós vos pedimos, ó Pai, que por vosso Filho desça sobre esta água a força do Espírito
Santo. E todos os que, pelo batismo, forem sepultados na morte com Cristo,
ressuscitem com ele para a vida. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na
unidade do Espírito Santo.
T. Amém.
15. PROMESSAS DO BATISMO
Os pais e os padrinhos permanecem de pé. Os demais sentam-se!
P. Caríssimos pais e padrinhos, o amor de Deus vai infundir nestas crianças uma vida
nova, nascida da água pelo poder do Espírito Santo. Se vocês estão dispostos a educá-
las na fé, renovem agora suas promessas batismais.
P. Para viver na liberdade dos filhos de Deus, vocês renunciam ao pecado?
Pais e padrinhos: Renuncio!
P. Para viver como irmãos, vocês renunciam a tudo o que causa desunião?
Pais e padrinhos: Renuncio!
P. Para seguir Jesus Cristo, vocês renunciam ao demônio, autor e princípio do
pecado?
Pais e padrinhos: Renuncio!
P. Vocês creem em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra?
Pais e padrinhos: Creio!
P. Vocês creem em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que nasceu da
Virgem Maria, padeceu e foi sepultado, ressuscitou dos mortos e subiu ao céu?
Pais e padrinhos: Creio!
P. Vocês creem no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos santos,
na remissão dos pecados, na ressurreição dos mortos e na vida eterna?
Pais e padrinhos: Creio!
P. Esta é a nossa fé, que da Igreja Católica recebemos e sinceramente professamos,
razão de nossa alegria em Cristo, nosso Senhor.
T. Demos graças a Deus!
16. BATISMO
Cada família se aproxima da água batismal. Quem preside, citando o nome de
cada criança, pergunta aos pais e padrinhos:
P. Vocês querem que ... seja batizado(a) na fé da Igreja Católica que nós acabamos de
professar?
Pais e padrinhos: Queremos.
EU TE BATIZO EM NOME DO PAI
E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO.
Concluído o batismo, todos de levantam e realiza-se o rito de aspersão da
assembleia.
IV. RITOS COMPLEMENTARES
Sentados!
17. UNÇÃO PÓS-BATISMAL
(COM O ÓLEO DO SANTO CRISMA)
P. Caríssimos pais e padrinhos,
pelo batismo, nossas crianças são libertas de todo pecado e elas renasceram pela água
e pelo Espírito Santo. Agora fazem parte do povo de Deus.
E dirigindo-se a cada criança:
P. Que Deus as consagre com o óleo santo para que, inserida em Cristo, sacerdote,
profeta e rei, você continue no seu povo até a vida eterna.
T. Amém.
18. VESTE BATISMAL
P. Caríssimos pais e padrinho, estas crianças renasceram de novo e se revestiram de
Cristo. Por isso, trazem a Veste Batismal. Que vocês as ajudem por sua palavra e pelo
exemplo a conversar a dignidade de filhos de Deus até a vida eterna.
T. Amém.
19. RITO DA LUZ
O padrinho acende a vela!
P. Caríssimos pais e padrinhos, estas crianças foram iluminadas por Cristo para se
tornarem luz do mundo. Com sua ajuda, que elas caminhem como filhos da luz.
T. Amém.
20. ÉFETA
Quem preside toca os ouvidos e a boca de cada criança, dizendo:
P. O Senhor Jesus, que fez os surdos ouvir e os mudos falar, lhe conceda que logo
possa ouvir sua Palavra e com seus lábios professar a fé para louvor e glória de Deus
Pai.
T. Amém.
V. RITOS FINAIS
21. ORAÇÃO DO SENHOR
P. Meus irmãos, estas crianças que foram batizadas são chamadas, em Cristo, a viver
plenamente como filhos de Deus Pai. Para isso, elas precisam também ser
fortalecidas pelo Espírito Santo no Sacramento da Crisma e alimentadas na Ceia do
Senhor. Agora, ao redor deste altar, unidos no Espírito Santo, rezemos a oração que o
Senhor nos ensinou:
T. Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o
vosso reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso
de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós
perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas
livrai-nos do mal.
22. CONSAGRAÇÃO À NOSSA SENHORA
P. Ó Santíssima e Imaculada Virgem Maria, nossa mãe, terníssimo e poderoso auxílio
dos cristãos, nós consagramos inteiramente ao vosso doce amor e ao vosso santo
serviço estas crianças, que renasceram pela água e pelo Espírito Santo, para uma nova
vida em Jesus Cristo, vosso Filho. Não desprezeis as suas súplicas, em suas
necessidades, mas livrai-as sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita.
T. Ó minha Senhora e minha mãe, eu me ofereço inteiramente todo a vós e, em
prova da minha devoção para convosco, vos consagro, neste dia, meus olhos,
meus ouvidos, minha boca, meu coração e inteiramente todo o meu ser. E
porque assim sou vosso, ó incomparável Mãe, guardai-me e defendei-me como
filho e propriedade vossa. Amém.
Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as
mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus,
rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.
23. BÊNÇÃO FINAL
P. Ó Deus, quando o vosso Filho foi batizado no Jordão, fomos mergulhados com ele
nas águas da nova Aliança. Renovai em vossos filhos e filhas, pelo vosso Espírito, a
alegria e o vigor da vida nova.
T. Amém.
P. Ó Deus, que abristes os céus sobre Jesus, daí aos que renasceram no batismo a
graça de escutar a voz de vosso Filho e viver sempre em comunhão com todos.
T. Amém.
P. Ó Deus, que pelo Espírito Santo ungistes o vosso servo Jesus com o óleo da
alegria e o enviastes para evangelizar os pobres, tornai todos os cristãos servidores de
vosso Reino.
T. Amém.
P. Sobre as crianças, sobre seus pais e padrinhos, e sobre todos vós venha e
permaneça para sempre a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito
Santo.
Amém.
P. A alegria do Senhor seja vossa força. Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
T. Graças a Deus.
G.D.M.
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Santo, Santa, Semana, Semana Santa, Senhor, Sexta, Sexta Feira Santa, Tríduo, Tríduo Pascal, Vigília, Vigília Pascal
Encontro do Batismo do Senhor
10 de janeiro de 2016 - Ano C
Tema: Renascidos da água e do Espírito Santo!
Acolhida: (A acolhida pode ser feita espontaneamente).
Queridos irmãos, sejam todos bem-vindos! Que o Pai nos acolha como filhos e filhas muito
amados, na graça e na paz de nosso Senhor Jesus Cristo. Iniciemos: Em nome do Pai, do Filho e do
Espírito Santo. Amém.
Motivando o encontro:
Batizado o Senhor, os céus se abriram, e o Espírito Santo pairou sobre Ele sob forma de pomba. E a
voz do Pai se fez ouvir: “Este é o meu Filho muito Amado, Nele está todo o meu amor! Ouçamos.
Leitura do Evangelho: Lc 3,15-16.21-22
Reflexão:
Nas águas do rio Jordão, o Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, revelou o novo
Batismo, com sinais admiráveis. Pela voz descida do céu, ensinou que o Seu Verbo habita entre os
seres humanos. E pelo Espírito Santo, aparecendo em forma de pomba, fez saber que o Seu Servo,
Jesus Cristo, foi ungido com o óleo da alegria e enviado para evangelizar a todos. As antigas
promessas de um Messias Libertador tornam-se reais para o povo sofredor. O Batismo de Jesus é
sinal de nossa própria consagração batismal. Como Jesus, somos ungidos pelo batismo para também
evangelizarmos; somos exigidos à conversão permanente, colocando as coisas de Deus em primeiro
lugar; a sermos testemunhas do amor de Jesus para os mais abandonados, deixando agir em nós o
Espírito Batismal para colocarmos nossos dons e talentos a Seu serviço.
Questionamento:
- Você sabe em que local, dia, mês e ano foi batizado?
- Como você vive o seu Batismo?
Contemplação: (Se possível com uma música de fundo).
Em silêncio, com os olhos fechados, na lembrança do Batismo do Senhor, contemplemos a ação do
Espírito Santo confiantes na voz de Deus, que tudo transforma.
Preces:
- Pela Santa Igreja, instrumento do amor de Deus e continuadora da missão de Jesus Cristo, por
meio dos sacramentos, especialmente do santo Batismo, rezemos:
T: Renovai,Senhor, nosso Batismo, pela força do Espírito Santo!
- Por nossa comunidade, para que cresça na fé, incentivando os batizados a assumirem sua missão
na construção do Reino de Deus, sobretudo no meio dos mais pobres, rezemos:
T: Renovai,Senhor, nosso Batismo, pela força do Espírito Santo!
- Por vossa misericórdia, ajudai-nos guardar vossos mandamentos e, iluminados por vosso Santo
Espírito, para que permaneçamos em vosso amor, rezemos:
T: Renovai,Senhor, nosso Batismo, pela força do Espírito Santo!
(Abrir espaço para que cada membro do grupo coloque suas intenções).
Oração: Deus eterno e todo-poderoso, que, sendo o Cristo batizado no Jordão, e pairando sobre ele
o Espírito Santo, o declarastes solenemente vosso Filho, concedei aos vossos filhos adotivos,
renascidos da água e do Espírito Santo, perseverar constantemente em Vosso amor. Por nosso
Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
Compromisso para a semana:
Procurar saber qual o local, dia, mês e ano em que você foi batizado, e a partir de hoje comemore-o.
Faça também esta descoberta a respeito de todos os seus familiares.
Encerramento:
Peçamos a intercessão materna de Maria, rezando uma dezena do Rosário, entregando a Deus a
semana e o compromisso assumido.
TRÍDUO PASCAL – SÁBADO SANTO – VIGILIA PASCAL
TRÍDUO PASCAL – SÁBADO SANTO – VIGILIA PASCAL
04 de Abril de 2015 – Cor Litúrgica: Branco - Nº. 1066
“Ele ressuscitou! Não esta aqui!”
RITOS INICIAIS
(A comunidade se reúne ao redor de uma fogueira, fora da Igreja, numa distância que possibilite uma pequena
procissão até a Igreja)
01. Motivação
Animador: No Sábado Santo a Igreja é chamada a permanecer junto ao sepulcro do Senhor,
meditando sua morte e ressurreição em solene Vigília de oração e de festa em honra do Senhor.
Apesar de estarmos na noite, já celebramos o amanhecer, o raiar do dia solene da Páscoa do
Senhor.
02. Acendimento da Fogueira
(O Min. da Palavra pode convidar a assembleia a falar das luzes, das esperanças e dos sonhos que gostaria que se
acendessem na comunidade, nas famílias e na caminhada do povo brasileiro. A pós um momento de reflexão acende-
se a fogueira e entoa-se um canto)
Bênção do Fogo
Min. da Palavra: (Impondo as mãos)
Ó Deus do universo, fonte de todo calor e de toda luz. Abençoai e santificai esta fogueira da
páscoa. Que este fogo acenda em nossa humanidade a luz de Jesus Cristo. Que o seu clarão
resplandeça nas noites do teu povo e aponte um novo horizonte de libertação total. Por Cristo,
nosso Senhor. Amém!
03. Preparação do Círio Pascal (Caso não haja celebração a nível paroquial)
O Min. da Palavra com um estilete grava no Círio uma cruz, enquanto diz:
Cristo ontem e hoje (incisão na haste vertical)
Princípio e fim (incisão na haste horizontal)
Alfa (letra A no alto da haste vertical)
E Ômega (letra U no ponto inferior da haste vertical)
A Ele o tempo (incisão do nº 2-ângulo esquerdo superior da cruz)
E A eternidade (incisão do nº0-ângulo direito superior)
A glória e o poder (incisão do nº1-ângulo esquerdo inferior)
Pelos séculos sem fim. Amém! (incisão do nº2- ângulo direito inferior
(Feitas as incisões, o Ministro beija os cinco cravos e os aplica formando uma cruz dizendo:)
1-Por suas santas chagas
2-Suas chagas gloriosas
3-O Cristo Senhor
4-nos proteja
5-e nos guarde. Amém.
(os cravos sejam aplicados segundo a ordem abaixo)
1
4 2 5
3
04. Acendimento do Círio
Acende-se uma vela na fogueira e acende solenemente o Círio, enquanto diz:
Animador: “A Luz do Cristo que ressuscita resplandecente dissipe as trevas do nosso coração e
nossa mente!”
O Min. da Palavra apresenta o Círio Pascal à assembleia e canta:
Min. Da Palavra: Eis a Luz de Cristo!
Ass.: Demos graças a Deus!
Min. da Palavra: Irmãos e irmãs acendamos nossas velas na luz do Cristo ressuscitado. .
05. Procissão da Luz
Animador: “O povo de Deus no deserto andava, mas à sua frente o Senhor caminhava”. Na
certeza de que também somos este povo que caminha, vamos nos direcionar até a Igreja
conduzidos pelo círio pascal, imagem do Cristo, luz da humanidade.
(Para que seja uma procissão alegre, entoar cânticos de caminhada)
Ao chegar à Igreja, estando na penumbra-já na entrada, o Min. da Palavra eleva o Círio e canta:
Min. Palavra: Eis a Luz de Cristo!
Ass.: Demos graças a Deus!
(Repetir este gesto no meio da Igreja. Já no altar, de frente para a assembléia repete novamente o gesto.) Coloca o
Círio no local, previamente decorado.
06. Proclamação da Páscoa
(Todos mantêm as velas acesas até o final desta proclamação, que pode ser cantada ou proclamada em dois coros).
1 - Exulte o céu e os Anjos triunfantes, mensageiros de Deus, desçam cantando; façam soar
trombetas fulgurantes, a vitória de um Rei anunciando.
2 - Alegre-se também a terra amiga, que em meio a tantas luzes resplandece;
e vendo dissipar-se a treva antiga, ao sol do eterno Rei brilha e se aquece;
3 - Que a mãe Igreja alegre-se igualmente, erguendo as velas deste fogo novo,
e escute, reboando de repente, o Aleluia cantado pelo povo.
Min. da Palavra: O Senhor esteja convosco!
Ass.: Ele está no meio de nós.
Min. da Palavra: Corações ao alto!
Ass.: O nosso coração está em Deus.
Min. da Palavra: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
4 - Sim, verdadeiramente é bom e justo cantar ao Pai de todo o coração
e celebrar seu Filho, Jesus Cristo, tornado para nós um novo Adão.
5 - Foi ele quem pagou do outro a culpa, quando por nós à morte se entregou:
para apagar o antigo documento, na cruz todo o seu sangue derramou.
Resposta da assembleia:
Opção 1 – Ó noite de alegria verdadeira, que une de novo o céu e a terra inteira.
Opção 2 – Bendito seja Cristo Senhor. Que é do Pai imortal esplendor!
(Elevando as velas enquanto canta.)
6 - Pois, eis agora a Páscoa, nossa festa, em que o real Cordeiro se imolou:
marcando nossas portas, nossas almas, com seu divino sangue nos salvou.
7 - Esta é Senhor, a noite em que do Egito retirastes os filhos de Israel,
transpondo o mar Vermelho a pé enxuto, rumo à terra onde correm leite e mel.
8 - Ó noite em que a coluna luminosa as trevas do pecado dissipou,
e aos que crêem no Cristo em toda a terra, em novo povo eleito congregou!
9 - Ó noite em que Jesus rompeu o inferno, ao ressurgir, da morte, vencedor:
de que nos valeria ter nascido, se não nos resgatasse em seu amor?
10 - Ó Deus, quão estupenda caridade vemos no vosso gesto fulgurar:
não hesitas em dar o próprio Filho, para a culpa dos servos resgatar.
11 - Ó pecado de Adão indispensável, pois o Cristo o dissolve em seu amor;
ó culpa tão feliz que há merecido a graça de um tão grande Redentor!
12 – Só tu, noite feliz, soubesse a hora que o Cristo da morte ressurgia; e é por isso que de ti foi
escrito: A noite será luz par o meu dia!
13 - Pois, esta noite lava todo crime, liberta o pecador de seus grilhões,
dissipa o ódio e dobra os poderosos, enche de luz e paz os corações.
14 - Ó noite de alegria verdadeira, que prostra o Faraó e ergue os hebreus,
que une de novo ao céu a terra inteira, pondo na treva humana a luz de Deus.
15 - Na graça desta noite o vosso povo acende um sacrifício de louvor; acolhei, ó Pai santo, o
fogo novo: não perde, ao dividir-se, o seu fulgor.
16 - Cera virgem de abelha generosa ao Cristo ressurgido trouxe a luz:
eis de novo a coluna luminosa, que o vosso povo para o céu conduz.
17 - O Círio que acendeu as nossas velas possa esta noite toda fulgurar;
misture sua luz à das estrelas, cintile quando o dia despontar.
18 - Que ele possa agradar-vos como o Filho, que triunfou da morte e vence o mal:
Deus que a todos acende no seu brilho, e um dia voltará, sol triunfal.
- Amém.
(Neste momento apagam-se as velas e acendem-se as luzes da Igreja.)
RITO DA PALAVRA
Animador: Tendo iniciado solenemente esta vigília, ouçamos no recolhimento desta noite, a
Palavra de Deus.
01. Primeira Leitura
Gênesis1, 1.26-31ª ou Gênesis 1,1-2,2
Salmo 103(104)
Resp.: "Enviai o vosso Espírito Senhor, e da terra toda a face renovai.”
Oração
Min. da Palavra: Ó Deus admirável, na criação do ser humano, e mais ainda na sua redenção,
dai-nos a sabedoria de resistir ao pecado e chegar à eterna alegria. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém!
02. Segunda Leitura
Gênesis 22,1-18 ou 22,1- 2.9a.10-13. 15-18
Salmo 16(15)
Resp.: ’’Guardai - me, ó Deus, porque em vós me refugio!"”
Oração
Min. da Palavra: Ó Deus, Pai de todos os fiéis, vós multiplicastes por toda a terra os filhos da
vossa promessa, derramando sobre eles a graça da filiação e, pelo mistério pascal, tornais vosso
servo Abraão pai de todos os povos, como lhes tínheis prometido. Concedei, portanto, a todos os
povos a graça de corresponder ao vosso chamado. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém!
03. Terceira Leitura
Êxodo14, 15-15. 1
Salmo Ex 15,1-2.3-4.5-6.17-18
Resp.: ”Cantemos ao Senhor, que fez brilhar a sua glória!”
Oração
Min. da Palavra: Ó Deus, vemos brilhar ainda em nossos dias as vossas antigas maravilhas.
Como manifestastes outrora o vosso poder, libertando um só povo da perseguição do faraó,
realizais agora a salvação de todas as nações, fazendo-as renascer nas águas do batismo.
Concedei a todos os seres humanos tornarem-se filhos de Abraão e membros do vosso povo
eleito. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém
04. Quarta Leitura
Isaias 54,5-14
Salmo 29(30)
Resp.: ”Eu vos exalto, ó Senhor, porque me livrastes!”
Oração
Min. da Palavra: Deus eterno e todo poderoso, para a glória do vosso nome, multiplicai a
posteridade que prometestes aos nossos pais, aumentando o numero dos vossos filhos adotivos.
Possa a Igreja reconhecer que já realizou em grande parte a promessa feita a nossos pais, da
qual jamais duvidaram. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém!
05. Quinta Leitura
Isaias 55,1-11
Salmo Isaias 12,2-3 4bcd 5-6
Resp.: ”Com alegria bebereis do manancial da salvação!”
Oração
Min. da Palavra: Deus eterno e todo poderoso, única esperança do mundo, anunciastes pela voz
dos profetas os mistérios que hoje se realizam. Aumentai o fervor do vosso povo, pois nenhum
dos vossos filhos conseguirá progredir na virtude sem o auxilio da vossa graça. Por Cristo, nosso
Senhor.
Ass.: Amém!
06. Sexta Leitura
Baruc 3,9-15.32-4,4
Salmo 18(19)
Resp.: “Senhor, tens palavras de vida eterna!”
Oração
Min. da Palavra: Ó Deus, que fazei vossa Igreja crescer mais chamando todos os povos ao
evangelho, guardai sob a vossa continua proteção os que purificais na água do batismo. Por
Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém!
07. Sétima Leitura
Ezequiel 36,16-17ª. 18-28
Salmo 41(42)
Resp.: “A minh’alma tem sede de Deus!”
Oração
Min. da Palavra: Ó Deus, força imutável e luz inextinguível, olhai com bondade o mistério de toda
a vossa Igreja e conduzi pelos caminhos da paz a obra da salvação que concebestes desde toda
a eternidade. Que o mundo todo veja e reconheça que se levanta o que estava caído, que o velho
se torna novo e tudo volta à integridade primitiva por aquele que é princípio de todas as coisas.
Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém!
08. Glória
Min. da Palavra: Na alegria do Cristo Ressuscitado, glorifiquemos a Deus Pai por Jesus Cristo, na
ação do Espírito Santo, cantando exultantes.
Min. da Palavra: Ó Deus da vida, que iluminais esta noite santa com a glória da ressurreição do
Senhor, renovai em toda a humanidade, em todos os credos, em todas as Igrejas, a alegria de
sermos vossos filhos e vossas filhas, para que, mergulhados nesta festa de páscoa, vivamos
consagrados ao vosso serviço. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém!
09. Oitava Leitura
Romanos 6,3-11
10. Salmo Responsorial: Sl 117(118)
Aleluia, aleluia, aleluia.
1. Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! / Eterna é a sua misericórdia! / A casa de Israel agora
o diga: / “Eterna é a sua misericórdia!” – R.
2. A mão direita do Senhor fez maravilhas, † a mão direita do Senhor me levantou, / a mão direita
do Senhor fez maravilhas! / Não morrerei, mas, ao contrário, viverei / para cantar as grandes
obras do Senhor! – R.
3. A pedra que os pedreiros rejeitaram / tornou-se agora a pedra angular. / Pelo Senhor é que foi
feito tudo isso: / que maravilhas ele fez a nossos olhos! – R.
11. Evangelho
Mateus 28,1-10
Min. da Palavra: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Min. da Palavra: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass.: Glória a vós Senhor.
12. Homilia
(O ministro não deve estender-se por mais de 10 minutos.)
13. Bênção da Água
Min. da Palavra: Com alegria, pelo Cristo ressuscitado, invoquemos a bênção de Deus sobre esta
água.
(breve momento de silêncio)
Min. da Palavra: Bendito sejais, Deus criador de todas as águas e mãe da vida! Das águas
primeiras firmastes o universo habitável. Povoastes as águas e a terra de vossas criaturas.
Ass.: Fontes de água viva, bendizei ao Senhor!
Min. da Palavra: Nas águas do Mar Vermelho, afogastes os opressores do vosso povo e o
passastes a pé enxuto para a terra da liberdade, conforme vossa promessa.
Ass.: Fontes de água viva, bendizei ao Senhor!
Min. da Palavra: Nas águas do Jordão, João Batista batizou Jesus, marcando com este gesto o
início de sua missão, que culminou com o batismo da cruz. Nas águas do seu amor, todos nós
somos mergulhados e passamos da morte para a vida.
Ass.: Fontes de água viva, bendizei ao Senhor!
(Colocando o Círio na água)
Min da Palavra: Abençoai agora esta água com a força do vosso Espírito, para que todas as
pessoas que nela se banharem participem profundamente da páscoa do Cristo e recebam a graça
da imortalidade.
Ass.: Amém!
14. Renovação do Compromisso Batismal
Min. da Palavra: Irmãos e irmãs, esta água nos lembra o nosso batismo. Quem é batizado morre
e ressuscita com Cristo. Morre para o pecado e vive uma vida nova, seguindo o evangelho de
Jesus. Porém aquilo que celebramos no batismo deve ser conquistado por nós dia a dia. Por isso,
mais uma vez, renovemos nossa fé.
(Um momento de silêncio)
Min. da Palavra: Para viver na liberdade dos filhos e filhas de Deus, renunciais ao pecado, fonte
de injustiça e egoísmo?
Ass.: Renuncio.
Min. da Palavra: Para viver como irmãos e irmãs, renunciais a tudo que possa desunir, para que
o pecado não domine sobre vós?
Ass.: Renuncio.
Min. da Palavra: Para seguir a Jesus Cristo, renunciais ao demônio, autor e princípio do pecado?
Ass.: Renuncio.
Min. da Palavra: Credes em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra?
Ass.: Creio.
Min. da Palavra: Credes em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que nasceu da Virgem
Maria, padeceu e foi sepultado, ressuscitou dos mortos e subiu ao céu?
Ass.: Creio.
Min da Palavra: Credes no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na
remissão dos pecados, na ressurreição dos mortos e na vida eterna?
Ass.: Creio.
Min. da Palavra: O Deus todo-poderoso, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos fez renascer
pela água e pelo Espírito Santo e nos concedeu o perdão de todo pecado, guarde-nos em sua
graça para a vida eterna, no Cristo Jesus, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
(Segue-se a aspersão, sob um canto apropriado.)
15. Preces
Min. da Palavra: Nesta Noite Santa, elevemos nossas súplicas confiantes.
Seguem as preces preparadas pela comunidade, de acordo com sua realidade.
Min. da Palavra: Com o coração repleto de alegria pela certeza da ressurreição de vosso Filho
Jesus Cristo, vos pedimos acolhei as preces aqui apresentadas e as que ficaram no silêncio de
cada coração. Por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso!
Ass.: Amém.
RITO DE AGRADECIMENTO
01. Partilha
(Canto/ procissão)
Min. da Palavra: Acolhei ó Deus, com nossa partilha as preces do vosso povo, para que a nova
vida, que brota do mistério Pascal, seja por vossa graça penhor da eternidade. Por Cristo, nosso
Senhor.
Ass.: Amém.
(Momento em que o Min. da Eucaristia deve buscar a reserva eucarística e a assembleia se colocar em silêncio.)
02. Louvação
Min. da Palavra: A nossa proteção está no nome do Senhor.
Ass.: Que fez o céu e a terra.
Min. da Palavra: Ouvi Senhor, minha oração.
Ass.: Que chegue até vós o meu clamor.
Min. da Palavra: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós
Min. da Palavra: Em agradecimento, louvemos aquele que está presente entre nós, e nos dá
forças em nosso agir, a cada dia de nossa vida.
Canto
Sugestão:
(Melodia da faixa13-CD Ação de Graças no Dia do Senhor)
É bom cantar um bendito,
Um canto novo, um louvor (bis)
Jesus por nós deu a vida,
Hoje Ele é nosso Senhor. (bis)
Hoje Ele é nosso Senhor.
Por sua ressurreição,
Hoje Ele é nosso Senhor. (bis)
Da morte é vencedor,
Da vida é campeão (bis)
É bom cantar um bendito,
Um canto, um novo louvor (bis).
Jesus por nós deu a vida,
Hoje Ele é nosso Senhor (bis)
Hoje Ele é nosso Senhor.
Por sua ressurreição,
Hoje Ele é nosso Senhor. (bis)
As mãos se dão céu e terra
É uma só louvação (bis)
RITO DE COMUNHÃO
01. Pai Nosso
Min. da Palavra: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vinculo
de união fraterna, rezemos juntos, como próprio Cristo nos ensinou: Pai nosso...
02. Oração da Paz
Min. da Palavra: Peçamos ao Pai que a paz da justiça e do amor possa reinar em nosso meio:
Senhor Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos...
Min. da Palavra: A paz do Senhor esteja convosco!
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
(O abraço da paz pode ficar para o final da celebração)
03. Comunhão
Min. da Eucaristia: Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de que nele encontra seu refugio.
Felizes os convidados para a ceia do Senhor! Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do
mundo!
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha casa, mas dizei uma só palavra e eu
serei salvo!
Canto / procissão
Ass.: Senhor, eu não sou digno...
Canto/ procissão
04. Oração Final
Min. da Palavra: Ó Deus derramai em nós o vosso espírito de caridade, para que, saciados pelos
sacramentos pascais, permaneçamos unidos no vosso amor. Por Cristo, Senhor nosso.
Ass.: Amém!
RITOS FINAIS
01. .Avisos/compromissos da Comunidade.
02 Homenagens: aniversariantes e visitantes
3. Bênção Final
Min. da Palavra: O Senhor esteja convosco!
Ass.: Ele está no meio de nós!
Min. da Palavra: Que o Deus, todo poderoso, vos abençoe nesta solenidade pascal e vos proteja
contra todo pecado.
Ass.: Amém!
Min. da Palavra: Abençoe-vos o Deus todo poderoso: Pai, Filho e Espírito Santo!
Ass.: Amém!
Min. da Palavra: Colocai em prática a Palavra de Deus, sendo alegres portadores da paz! Ide em
paz e que o Senhor vos acompanhe!
Ass.: Graças a Deus!
Canto opcional
Preparando a Celebração
Ritos Iniciais
• Preparar uma bonita fogueira, começando a vigília fora do local da celebração, ao ar livre.
Enquanto as pessoas vão chegando, a equipe de música entoa músicas que levam o povo a
integrar-se no espírito da celebração.
• Com antecedência pedir que o povo leve velas (porém a comunidade deve providenciar para
distribuir aos que não puderam ou esqueceram-se de levar).
Rito da Palavra
• É importante que as leituras sejam bem proclamadas, sempre que possível, sejam feitas todas as
leituras, pois há uma ligação entre as mesmas, que nos levam a entender melhor a história da
salvação ou caso a comunidade opte por reduzir as leituras do AT, por razões que sejam
convenientes, deve-se manter três, sem omitir a Leitura do Livro do Êxodo. Todas seguidas pelo
canto do salmo e feitas a oração.
• Após a última leitura ao AT canta-se solenemente o glória, e durante o canto ornamenta-se o
Presbitério, o altar que estava desnudo é coberto com a toalha branca e as velas são acesas do
altar, com toque de sinos, sinetas e os instrumentos musicais. (Para cobrir o altar sejam
preparadas as pessoas).
• Dar destaque especial à Proclamação do Evangelho, com aclamação e proclamação vibrante,
• Que esteja preparada a mesa auxiliar à frente do presbitério com vasilha d’água que será
abençoada com o Círio Pascal e no momento certo aspergida sobre a assembleia.
Ritos Finais
• Em rápidas palavras o Ministro, fala sobre as celebrações que da semana santa e o Domingo de
Páscoa, ressaltando seu verdadeiro sentido.
Pistas Para Reflexão
Introdução: A Vigília desta noite ordena-se deste modo: depois de um breve lucernário, a santa
Igreja medita nas maravilhas que o Senhor, desde o princípio dos tempos, realizou em favor do
seu povo confiante na sua palavra e na sua promessa, até ao momento em que, ao despontar o
dia da ressurreição, juntamente com os novos membros renascidos pelo Batismo, é convidada
para a mesa que o Senhor, com a sua morte e ressurreição, preparou para o seu povo.
Primeira Leitura: Livro do Gênesis faz a narrativa da grande obra da criação, primeiro passo
rumo a criação do homem a imagem e semelhança do Criador.
Segunda Leitura: Abraão é posto a prova por Javé que lhe pede um holocausto especial, a vida
de seu filho único; tal qual o próprio Javé faria posteriormente como sacrifício de expiação pelos
nossos pecados, seu filho único foi entregue para ser crucificado.
Terceira Leitura: Moisés chamado por Javé para libertar seu povo da escravidão no Egito,
Moisés o único homem com o qual o Senhor conversou; na hora da dificuldade sentiu insegurança
e clamou por socorro e Javé mostrou que caminhava com ele dia e noite no deserto até a terra
prometida.
Quarta Leitura: o Senhor diz através do profeta Isaías uma nova aliança com o povo eleito, com
imensa compaixão voltou a acolher o povo. Podem os montes recuar e as colinas abalar-se, mas
minha misericórdia não se apartara de ti, nada fará mudar a aliança de minha paz. Nada poderá
nos afastara do amor de Deus.
Quinta Leitura: Ao povo exilado e disperso: “Vinde a mim vós que estais com sede, vós que não
tendes dinheiro, vinde comei e bebei”, para que gastar dinheiro desperdiçar o seu dinheiro senão
com a satisfação completa. E a refeição completa é Jesus, é o pão gratuito, é o pão da igualdade.
Sexta Leitura: E o povo que se afastou do Senhor foi viver na escravidão e entre nações pagãs, e
o profeta os clama: “Abandonastes a fonte da sabedoria!” E no NT veremos que a verdadeira
fonte de sabedoria é Jesus.
Sétima Leitura: Ezequiel anuncia o socorro de Deus a um povo rebelde, que estava espalhado e
perdido e lhes oferece a salvação, mas uma condição a mudança do coração, arrancar o coração
empedrado e receber um coração novo de carne repleto do espírito de Deus. Será derramada
sobre os mesmos uma água pura e serão purificados.
Oitava Leitura: Paulo em sua Carta aos Romanos apresenta o batismo como renascimento;
morremos para o pecado e ressurgimos para uma vida nova em Cristo Jesus.
Evangelho: Em Cristo foi selada a nova e definitiva aliança, com a morte e ressurreição de Jesus
e nós a renovamos em nosso batismo. Com o anuncio vitorioso: “Ele ressuscitou! Não está aqui!”
os cristãos começam a celebrar o memorial da presença de Deus no meio do povo, que se inicia
com o batismo: mortos com Cristo viveremos para Deus.
"SACRAMENTO DO BATISMO,
DA CRISMA E SAGRADA
COMUNHÃO"
=Instruções aos Pais e
Padrinhos=
"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre
a Terra Me foi entregue. Ide,a Terra Me foi entregue. Ide,a Terra Me foi entregue. Ide,a Terra Me foi entregue. Ide,
portanto, e fazei que todas as naçõesportanto, e fazei que todas as naçõesportanto, e fazei que todas as naçõesportanto, e fazei que todas as nações
se tornem Discípulos, batizandose tornem Discípulos, batizandose tornem Discípulos, batizandose tornem Discípulos, batizando
em nome do Pai, do Filho e doem nome do Pai, do Filho e doem nome do Pai, do Filho e doem nome do Pai, do Filho e do
Espírito Santo e ensinandoEspírito Santo e ensinandoEspírito Santo e ensinandoEspírito Santo e ensinando
observar tudo quanto vos ordenei. Eobservar tudo quanto vos ordenei. Eobservar tudo quanto vos ordenei. Eobservar tudo quanto vos ordenei. E
eis que Eu estoueis que Eu estoueis que Eu estoueis que Eu estou
dias até a consumação dos séculos!"dias até a consumação dos séculos!"dias até a consumação dos séculos!"dias até a consumação dos séculos!"
(Mt 28, 18(Mt 28, 18(Mt 28, 18(Mt 28, 18
=Instruções aos Pais e
Padrinhos=
"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre
a Terra Me foi entregue. Ide,a Terra Me foi entregue. Ide,a Terra Me foi entregue. Ide,a Terra Me foi entregue. Ide,
portanto, e fazei que todas as naçõesportanto, e fazei que todas as naçõesportanto, e fazei que todas as naçõesportanto, e fazei que todas as nações
se tornem Discípulos, batizandose tornem Discípulos, batizandose tornem Discípulos, batizandose tornem Discípulos, batizando
em nome do Pai, do Filho e doem nome do Pai, do Filho e doem nome do Pai, do Filho e doem nome do Pai, do Filho e do
Espírito Santo e ensinandoEspírito Santo e ensinandoEspírito Santo e ensinandoEspírito Santo e ensinando
observar tudo quanto vos ordenei. Eobservar tudo quanto vos ordenei. Eobservar tudo quanto vos ordenei. Eobservar tudo quanto vos ordenei. E
eis que Eu estoueis que Eu estoueis que Eu estoueis que Eu estou convosco todos osconvosco todos osconvosco todos osconvosco todos os
dias até a consumação dos séculos!"dias até a consumação dos séculos!"dias até a consumação dos séculos!"dias até a consumação dos séculos!"
(Mt 28, 18(Mt 28, 18(Mt 28, 18(Mt 28, 18----20)20)20)20)
=Instruções aos Pais e
"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre
a Terra Me foi entregue. Ide,a Terra Me foi entregue. Ide,a Terra Me foi entregue. Ide,a Terra Me foi entregue. Ide,
portanto, e fazei que todas as naçõesportanto, e fazei que todas as naçõesportanto, e fazei que todas as naçõesportanto, e fazei que todas as nações
se tornem Discípulos, batizandose tornem Discípulos, batizandose tornem Discípulos, batizandose tornem Discípulos, batizando----asasasas
em nome do Pai, do Filho e doem nome do Pai, do Filho e doem nome do Pai, do Filho e doem nome do Pai, do Filho e do
Espírito Santo e ensinandoEspírito Santo e ensinandoEspírito Santo e ensinandoEspírito Santo e ensinando----as aas aas aas a
observar tudo quanto vos ordenei. Eobservar tudo quanto vos ordenei. Eobservar tudo quanto vos ordenei. Eobservar tudo quanto vos ordenei. E
convosco todos osconvosco todos osconvosco todos osconvosco todos os
dias até a consumação dos séculos!"dias até a consumação dos séculos!"dias até a consumação dos séculos!"dias até a consumação dos séculos!"
- APRENDIZADO PRÁTICO E TEÓRICO
- SÍMBOLOS E SINAIS DO BATISMO
- TEOLOGIA SACRAMENTAL (Doutrina do
Batismo)
- RESPONSABILIDADE PATERNAL
- A CRISMA OU CONFIRMAÇÃO
- EUCARISTIA OU CEIA DO SENHOR E SANTA
MISSA
- LINKS, E-MAIL, EMPRESAS DE BUSCA
"ÍNDICE"
APRENDIZADO PRÁTICO E TEÓRICO
SÍMBOLOS E SINAIS DO BATISMO
TEOLOGIA SACRAMENTAL (Doutrina do
RESPONSABILIDADE PATERNAL
A CRISMA OU CONFIRMAÇÃO
EUCARISTIA OU CEIA DO SENHOR E SANTA
MAIL, EMPRESAS DE BUSCA
APRENDIZADO PRÁTICO E TEÓRICO
TEOLOGIA SACRAMENTAL (Doutrina do
EUCARISTIA OU CEIA DO SENHOR E SANTA
MAIL, EMPRESAS DE BUSCA
A Iniciação constitui um aprendizado prático e teórico da
religião. Não apenas do conhecimento
intelectual da Doutrina, mas também,
um aprendizado de ritos e de práticas
de vida.
O Catecismo da Igreja Católica
estabelece que “a Iniciação Cristã
deverá comportar alguns elementos
essenciais: o anúncio da Palavra, o
acolhimento do Evangelho
proporcionando uma conversão, a
profissão de fé, o Batismo, a efusão do ESPÍRITO SANTO (a
Crisma), e o acesso a Comunhão Eucarística”.
O Sacramento do Batismo abre a porta para uma vivência
cristã, porque insere a pessoa no Mistério Pascal de CRISTO,
lhe introduz na Igreja e lhe concede acesso ao Sacramento da
Eucaristia.
São três os Sacramentos que compõe a Iniciação Cristã: o
Batismo, a Crisma e a Eucaristia.
O objetivo que deve levar as pessoas a se interessarem pela
Iniciação Cristã, não pode e não deve se basear numa
fundamentação exterior, ou seja, por tradição, porque é
bonito, ou porque todas as pessoas fazem. Mas, sobretudo,
deve conduzir a uma meditação sobre a realidade Divina que
por certo irá gerar uma motivação interior, como ensina o
Novo Testamento: porque a Vida Cristã deve se constituir
numa “resposta” autêntica de nossa fé ao “chamamento” de
DEUS.
A preparação dos candidatos realiza-se através de um
conjunto de instruções, de orações e práticas ascéticas, que
recebe o nome de “Catecumenato”.
No século III, em Roma, este processo costumava durar vários
anos e preparava as pessoas para receberem durante a Vigília
Pascal, os três Sacramentos: primeiro o Batismo, depois a
Crisma e a seguir, a Primeira Eucaristia (Primeira
Comunhão).
Batismo de Adultos
Inicialmente eram Batizadas somente pessoas
adultas, porque assim, elas poderiam
participar, entender e assimilar todas as
instruções.
Entretanto, a começar pelos locais distantes, em terras de
Missões Cristãs, as autoridades perceberam a dificuldade para
instruir devidamente os interessados e decidiram Batizar as
crianças, filhos de pais cristãos. Na continuidade, os Pais com
instrução religiosa, assumiam perante a Igreja, também o
compromisso de educar religiosamente os seus filhos. E dessa
forma, aos poucos, o rito específico de Iniciação Cristã de
Adultos foi sendo abandonado. Quando eram Batizados
adultos, seguia-se o rito do Batismo de Crianças e todos os
passos se reduziam a uma única celebração, ou seja,
Batizando-se Adultos e Crianças juntos no mesmo rito.
Todavia, o Concílio Vaticano II restaurou o Rito da Iniciação
Cristã de Adultos, o qual deveria ser usado nos casos de
Batismo de pessoas que já tivessem atingido o uso da razão. E
determinou ainda, que o Rito incluiria toda a Liturgia do
Catecumenato, com a Celebração do Sacramento do Batismo,
da Crisma ou Confirmação e da Eucaristia, ou seja, o
candidato seria instruído ao longo dos anos e receberia os três
Sacramentos.
Dessa forma, a preparação e iniciação do neo-convertido se
processaria gradativamente no seio da comunidade eclesial,
através de encontros com a equipe de catequese ao longo de 2
a 4 anos, refletindo com os catecúmenos a excelência do
Mistério Pascal de CRISTO, renovando e robustecendo a sua
própria conversão, além de induzi-los pelo seu exemplo, a
obedecer com maior respeito e generosidade aos apelos do
ESPÍRITO SANTO.
Distinguem-se quatro tempos no itinerário da preparação de
Adultos: no primeiro tempo, o pré-catecumenato; o segundo
tempo, é dedicado essencialmente a Catequese; no terceiro
tempo, segue com a purificação e iluminação interior com seus
ritos específicos, e termina no quarto tempo, com
a “mistagogia” durante todo o período pascal, com o
aprofundamento da catequese e das boas relações com a
comunidade fiel.
Então deve ficar claro, que no Rito renovado da Iniciação
Cristã de Adultos, estabelecido no Concílio Vaticano II, se
prevê que o catecúmeno seja preparado para receber ao
mesmo tempo os três Sacramentos: o Batismo, a Crisma ou
Confirmação e a Eucaristia.
Seguindo essa orientação da Igreja, hoje não mais se pode
conceber o Batismo de um Adulto seguindo o Rito de Batismo
das Crianças, ou junto com elas. Nem tem sentido Batizar um
Adulto depois de uma “rápida preparação individual” , para
que ele possa receber o Sacramento do Matrimônio na Igreja.
Batismo de Crianças:
Vemos na Sagrada Escritura que
há sempre um processo de
conversão em resposta à Palavra
de DEUS. Só depois é que acontece
o rito ou a celebração da salvação
pela fé: através do Batismo. O
Batismo constituía então como um
selo, um sinal de justificação e de
pertença ao grupo daqueles que
pertenciam a Igreja. Realizava-se o
que CRISTO ensinara: “Quem
crer e for batizado será salvo”.
Então, estes elementos
fundamentais: ouvir a mensagem,
responder pela fé, pela conversão do coração e uma vida
conforme a nova dignidade de batizado, era normalmente o
que ocorria no Batismo de Adultos. Nos primeiros séculos
havia uma preparação que durava até três anos e o Batismo
não era realizado por “infusão” de água e com as palavras do
celebrante “Eu te batizo”, como é atualmente. O catecúmeno
descia até a piscina e lá, dentro d’água, professava três vezes
sua fé, respondendo às perguntas do ministro celebrante: “Crê
em DEUS PAI?” Creio;
CRISTO?” Creio; “Crê no DIVINO ESPÍRITO
SANTO?” Creio, enquanto, após cada resposta, o batizando
era mergulhado na água.
Sedimentadas as explicações anteriores alguém poderia lançar
uma pergunta: "Sendo o Batismo um Sacramento de fé, uma
resposta de fé e uma celebração da redenção na fé, como se
justifica o Batismo de Crianças? As crianças não tem
entendimento e nem razão para professar sua fé?"
Ora, mas se a Igreja instituiu e o pratica é porque certamente,
como vamos ver, ele tem sentido.
A Igreja se fundamenta na realidade de que existem duas vias
de justificação em CRISTO:
1ª) Para os que têm o uso da razão são necessários a
o “Batismo”. (É o caso do Batismo de Adultos)
2ª) Para as crianças, o Batismo é realizado na
(dos Pais e Padrinhos cristãos, e dos fieis crentes que são
membros da Igreja).
Assim, as crianças são Batizadas pela
da representação”. Isto porque, DEUS no Plano de Salvação,
primordialmente, observa as leis naturais. Na vida natural, a
criança depende em tudo dos pais e é representada por
até juridicamente. DEUS dá vida à criança que é gerada pelos
Pais, que a alimenta, que lhe dá as vestes, educa e conserva a
sua existência. Em tudo a criança é solidária com os Pais.
Algo semelhante acontece no plano religioso. Os Pais que
receberam o Sacramento do Matrimônio, que crêem e
seguem CRISTO, são representantes e mediadores dos
filhos diante do SENHOR e por isso, naturalmente querem
colocá-los ao lado de JESUS, entre os justificados, fazendo
Creio;“Crê em NOSSO SENHOR JESUS
“Crê no DIVINO ESPÍRITO
enquanto, após cada resposta, o batizando
era mergulhado na água.
Sedimentadas as explicações anteriores alguém poderia lançar
"Sendo o Batismo um Sacramento de fé, uma
resposta de fé e uma celebração da redenção na fé, como se
tismo de Crianças? As crianças não tem
entendimento e nem razão para professar sua fé?"
Ora, mas se a Igreja instituiu e o pratica é porque certamente,
como vamos ver, ele tem sentido.
A Igreja se fundamenta na realidade de que existem duas vias
justificação em CRISTO:
1ª) Para os que têm o uso da razão são necessários a
. (É o caso do Batismo de Adultos)
2ª) Para as crianças, o Batismo é realizado na “Fé”
(dos Pais e Padrinhos cristãos, e dos fieis crentes que são
Assim, as crianças são Batizadas pela “lei da solidariedade e
. Isto porque, DEUS no Plano de Salvação,
primordialmente, observa as leis naturais. Na vida natural, a
criança depende em tudo dos pais e é representada por
até juridicamente. DEUS dá vida à criança que é gerada pelos
Pais, que a alimenta, que lhe dá as vestes, educa e conserva a
sua existência. Em tudo a criança é solidária com os Pais.
Algo semelhante acontece no plano religioso. Os Pais que
m o Sacramento do Matrimônio, que crêem e
seguem CRISTO, são representantes e mediadores dos
filhos diante do SENHOR e por isso, naturalmente querem
los ao lado de JESUS, entre os justificados, fazendo
“Crê em NOSSO SENHOR JESUS
enquanto, após cada resposta, o batizando
Sedimentadas as explicações anteriores alguém poderia lançar
"Sendo o Batismo um Sacramento de fé, uma
resposta de fé e uma celebração da redenção na fé, como se
tismo de Crianças? As crianças não tem
entendimento e nem razão para professar sua fé?"
Ora, mas se a Igreja instituiu e o pratica é porque certamente,
A Igreja se fundamenta na realidade de que existem duas vias
1ª) Para os que têm o uso da razão são necessários a “Fé” e
“Fé” da Igreja
(dos Pais e Padrinhos cristãos, e dos fieis crentes que são
“lei da solidariedade e
. Isto porque, DEUS no Plano de Salvação,
primordialmente, observa as leis naturais. Na vida natural, a
criança depende em tudo dos pais e é representada por eles,
até juridicamente. DEUS dá vida à criança que é gerada pelos
Pais, que a alimenta, que lhe dá as vestes, educa e conserva a
sua existência. Em tudo a criança é solidária com os Pais.
Algo semelhante acontece no plano religioso. Os Pais que
m o Sacramento do Matrimônio, que crêem e
seguem CRISTO, são representantes e mediadores dos
filhos diante do SENHOR e por isso, naturalmente querem
los ao lado de JESUS, entre os justificados, fazendo
parte daqueles que pela “água” e o “ESPÍRITO SANTO” são
regenerados e fazem parte da comunidade dos Santos.
Assim sendo, após o Batismo, os Pais continuam exercendo sua
missão mediadora, realizando uma ação sacerdotal em favor
dos filhos, levando-os a rezarem e a praticarem o bem, até que
atinjam o uso da razão e possam fazer seu ato de fé pessoal,
assumindo de acordo com sua própria vontade, o Batismo
celebrado pela Igreja quando eram crianças.
Para que tudo isto seja possível é necessário que os Pais e
Padrinhos sejam cristãos, tenham recebido o Sacramento do
Matrimônio e frequentem regularmente a Igreja, participando
das Santas Missas, revelando a sua fidelidade a DEUS.
Podemos dizer que o Símbolo é a
linguagem do mistério, ou seja, a
comunicação do mistério. Os Símbolos
na Liturgia contém, ocultam, e ao
mesmo tempo revelam e comunicam o
mistério. Por isso dizemos que na
Liturgia todos os Sinais são Sinais
Simbólicos, e serão Sinais Litúrgicos na
medida em que forem capazes de
ocultar, conter, revelar e comunicar os
mistérios de CRISTO.
O Símbolo Batismal mais importante é a “Água”.
No início do mundo o ESPÍRITO DE DEUS pairava sobre as
águas, das quais emergem a terra e todos os seres vivos. À
semelhança do que aconteceu na criação, das águas do
Batismo santificadas pelo ESPÍRITO SANTO emerge uma
nova criatura. A Mãe Igreja, pelas águas do Batismo,
fecundadas pelo Divino ESPÍRITO SANTO, dá à luz novos
filhos. JESUS fala deste novo nascimento no diálogo com
Nicodemos. (Jo 3, 1-13)
A imagem do dilúvio e do Mar Vermelho confere outro
significado à água do Batismo: a água destrói, mata, mas ao
mesmo tempo é meio de salvação. Como as águas do dilúvio
submergiram um mundo pecador, e como as águas do Mar
Vermelho afogaram a cavalaria do Faraó que perseguia o
povo que fugia da escravidão, assim também as águas
batismais destroem o pecado, afogam o inimigo, exterminam e
cancela o mal.
A destruição por sua vez é via para a libertação. No dilúvio
foram poupados os justos; e das águas do Mar Vermelho saiu
um povo livre e em festa. Da mesma forma, das águas do
Batismo sai uma pessoa purificada das culpas, libertada da
escravidão do pecado e do demônio (terá as tentações do
maligno como todas as criaturas, mas não será escravo de
satanás).
Assim, a “Água” é apenas um Símbolo, ela não tem a força e
nem o poder de purificar o pecado. É o ESPÍRITO SANTO
que nela atua em todos os acontecimentos e no momento do
Batismo, ELE, com a força e o poder Divino destrói todo o mal
que existe e proporciona a alegria de uma nova vida.
“Sinal da Cruz”.
Após o diálogo introdutório em que os Pais pedem o Batismo
para a criança, o sacerdote convida-lhes a traçarem o “Sinal
da Cruz” na fronte da criança. Este gesto tem grande
significação. Ele quer exprimir o primeiro encontro da criança
com a fé em JESUS CRISTO e na Salvação pela morte
redentora do SENHOR na Cruz. Porque foi pela morte DELE
que nos reconciliamos com o PAI ETERNO e fomos inseridos
na amizade da SANTÍSSIMA TRINDADE. O Sinal da Cruz
relembra esta verdade histórica.
Assim, convidando os Pais a realizarem aquele gesto, o
sacerdote está dizendo que a salvação de DEUS vem à criança
através da fé dos pais, pois eles, pelo Sacramento do
Matrimônio, são constituídos mediadores entre DEUS e o
filho, exercendo a função sacerdotal. Os Pais receberam de
DEUS pela própria missão criadora e pela graça do
Sacramento do Matrimônio, o poder de abençoar os filhos.
Por isso, eles são convidados por DEUS a adquirirem o
costume de abençoarem os seus filhos enquanto pequenos e
quando crescidos.
“Anúncio da Palavra de DEUS”:
Ela ilumina com a verdade revelada os candidatos e a
assembléia, suscitando uma resposta de fé. Como o Batismo
significa libertação do pecado e do demônio, durante a
celebração o celebrante pronuncia um ou vários exorcismos
sobre o candidato.
“Unção com Óleo”.
Há dois ritos de Unção no Batismo. A primeira “Unção” é
feita antes da “infusão daágua”, durante as
preces após a Liturgia da Palavra. É a Unção
com óleo chamado dos Catecúmenos. O sacerdote
unge o peito da criança, dizendo: “O CRISTO
SALVADOR te dê sua força. Que ela penetre em
tua vida como este óleo em teu peito”.
Este rito pode ser substituído por uma imposição das mãos do
celebrante, sobre a cabeça da criança, dizendo as palavras: “O
CRISTO SALVADOR te dê Sua força”. É uma invocação ao
ESPÍRITO SANTO para que o batizando renuncie ao mal e
faça uma boa profissão de fé.
Na parte final do Batizado é feita a segunda “Unção com Óleo
da Crisma”. No Antigo Testamento era comum ungir os
sacerdotes, reis e profetas. Também CRISTO foi ungido pelo
ESPÍRITO SANTO de um modo muito especial. Então esta
Unção quer significar que pelo Batismo nos tornamos
participantes do poder messiânico de JESUS. E também,
conforme a primeira epístola de São Pedro (1 Pedr 2, 9-10) nos
tornamos raça eleita com CRISTO, reis (rainhas), sacerdotes
(sacerdotisas) e profetas (profetisas).
Profetas, porque participantes da salvação em CRISTO, que
deveremos anunciar a humanidade por palavras e exemplos
de vida. Mostrar que DEUS é Amor através do verdadeiro
amor pessoal. Tornamo-nos sacerdotes. Não possuímos o
sacerdócio ministerial com o poder de fazer a Consagração na
Santa Missa. Mas nos tornamos participantes do sacerdócio de
JESUS, pois participamos do novo povo de DEUS na Nova
Aliança, sendo assim, parte de um povo sacerdotal capaz de
oferecer sacrifícios com CRISTO. Isto porque, recebemos
nossa vida como precioso dom de DEUS e assim, devemos
oferecê-la em retribuição, em ação de graças ao CRIADOR.
Todo cristão pode e deve, em sua vida, orientar todas as coisas
para DEUS.
Por fim, pelo Batismo nos tornamos reis, possuidores do Reino
de DEUS. Com JESUS vencemos a morte e o pecado e
podemos participar da própria vida de DEUS.
“Veste Branca”.
Entre os gestos complementares do Batismo
encontramos a entrega da veste branca. Este gesto
tem sua origem no Batismo dos Adultos na Igreja
primitiva. Ao chegarem à fonte, antes de descerem
à água, as pessoas se despiam de suas vestes e eram ungidas.
Após professarem sua fé e serem batizadas na piscina, saíam
da água e eram revestidas de uma veste branca, simbolizando
uma vida nova, despidos de seus pecados e paixões, tornando-
se uma criatura nova em CRISTO.
A veste branca ou a veste nova no Batismo quer expressar que
pelo Sacramento entramos numa nova vida e esperamos levar
esta nova vida até a participação do banquete celestial, onde o
SENHOR nos quer encontrar com a veste nupcial da amizade
de DEUS.
“A Vela Acesa”.
É um gesto muito significativo. Na cerimônia do Batizado, o
celebrante convida os Pais a acenderem no Círio Pascal a vela
da sua criança e ele reza a oração: “Pais e Padrinhos, esta luz
vos é entregue para que a alimenteis. Por isso, esforçai-vos
para que esta criança caminhe na vida iluminada por
CRISTO, como filho da luz. Perseverando na fé, possa com
todos os santos ir ao encontro do SENHOR, quando Ele vier.
Recebei a luz de CRISTO!”
Pelo Batismo somos iluminados, participamos da Luz que é
CRISTO. Não mais andamos nas trevas, pois somos filhos de
DEUS. A vela acesa pode significar também a nossa fé. Ela
mantendo-se acesa mostra que não caminhamos nas trevas do
inimigo.
Os Pais se tornam responsáveis para que a criança se torne luz
para os outros em sua vida.
“Rito do Éfeta”.
É um rito facultativo, realizado logo
após a entrega da vela acesa. É uma
palavra aramaica que significa “abre-
te”. O Celebrante toca os ouvidos e a
boca da criança, dizendo: “O SENHOR
JESUS que fez os surdos ouvir e os
mudos falar, te conceda que possas logo
ouvir a sua palavra e professar a fé,
para louvor e glória de DEUS PAI”.
Pelo Batismo, o SENHOR através do
ESPÍRITO SANTO, abre os ouvidos do batizando para que
ouça e entenda a Palavra de DEUS, solta a sua língua e lhe
abre a boca para poder professar a sua fé. Os Pais são os
instrumentos desta mensagem, que por sua mediação deverão
fazê-la chegar às crianças. Na continuidade, os filhos atingindo
o uso da razão poderão dizer: agora eu creio, porque eu
mesmo conheço o SENHOR JESUS CRISTO.
“O Sal”.
Na vida das famílias o Sal tem duas grandes finalidades: “dar
sabor” e “conservar” os alimentos. Como Símbolo religioso o
Sal significa: “ser o tempero, ser o exemplo” que estimulará os
irmãos a caminhar na estrada do direito, da justiça e do amor
fraterno; “dando sabor” ao apetite humano, para ter fome da
Palavra de DEUS.
Todavia, o novo Rito do Batismo de Crianças aboliu o Rito do
Sal. A razão principal é por motivo de higiene.
Como derradeira notícia, no Catecismo da Igreja Católica está
escrito: “JESUS Mesmo afirma que o Batismo é necessário
para a salvação”. Tanto é verdade, que ELE ordenou a seus
Discípulos que anunciassem o Evangelho e batizassem todas as
nações conforme está escrito no Novo Testamento (Mt 28, 18-
20)(Mc 16, 15-16) (Lc 24, 46-47).
A Igreja não conhece outro meio senão o Batismo para
garantir êxito aos que querem entrar na bem-aventurança
eterna.
O Sacramento do Batismo foi
instituído por JESUS com o
objetivo de santificar a vida da
humanidade, conforme podemos
ler no Novo Testamento, no Evangelho escrito por São
Mateus, que reproduz as palavras do SENHOR:
“Toda autoridade sobre o Céu e sobre a Terra ME foi
entregue. Ide, portanto, e fazei que todas as nações se tornem
discípulos, batizando-as em nome do PAI, do FILHO e do
ESPÍRITO SANTO, e ensinando-as a observar tudo quanto
vos ordenei. E eis que EU estou convosco todos os dias até a
consumação dos séculos!” (Mt 28, 18-20)
Normalmente o Batizado é realizado na Igreja. E quem Batiza
são os Sacerdotes, Diáconos e Ministros credenciados.
Quanto à maneira de Batizar, JESUS mandou que Batismo
fosse feito do mesmo modo que João Batista fazia, quando
realizava um “Batismo de Penitência” no Rio Jordão,
preparando o povo para que recebessem dignamente o
Messias. Da mesma maneira que no Batismo de Penitência, no
Sacramento do Batismo tem “Matéria” e “Forma”.
A “Matéria” é a Água utilizada na Cerimônia, que pode estar
num rio, numa fonte, numa piscina, numa banheira ou dentro
de uma jarra. JESUS escolheu a Água, porque ela é o símbolo
da vida, ninguém vive sem ela.
A “Forma” são as palavras ditas no momento da celebração.
O rito central do Batismo vem da palavra grega “Baptizein”,
que traduzida para o português
significa “imersão”. Antigamente a maneira de Batizar era
por “imersão” realizada num rio ou numa piscina. Com o
passar dos anos, pelo desconforto que ocasionava, a Igreja
instituiu a “Infusão” com Água, ou seja, o derramamento de
Água na cabeça do batizando, pronunciando a “Forma”: “Eu
te Batizo em nome do PAI, (derrama uma porção de água na
cabeça do batizando) do FILHO (derrama uma segunda
porção de água) e do ESPÍRITO SANTO"(derrama outra
porção de água).
Mas porque Batizamos nossos filhos? Qual a finalidade do
Batismo? Será que é para nossos filhos não
serem “azarados” ou para não “pegarem mal olhado”? Ou
porque é bonito! Ou porque todo mundo batiza, e por isso, nós
vamos batizar também!
Evidentemente este não pode e não deve ser os motivos para
Batizarmos os nossos filhos .
Batizamos nossos filhos e
afilhados, para que eles recebam
o manancial de graças que o
SENHOR derramada sobre as
pessoas, através do Sacramento.
Pelo Batismo nossos filhos
tornam-se “cristãos”, irmãos de
CRISTO, membros de sua Igreja
e participantes de seu
sacerdócio. No momento da “Infusão da Água”, o ESPÍRITO
SANTO desce sobre o batizando, perdoando os seus pecados
cometidos até aquele dia (caso do Batismo de Adultos),
neutraliza o efeito nefasto do Primeiro Pecado (cometido pelos
nossos primeiros Pais) também chamado de Pecado Original, e
coloca no coração do batizando a semente da Fé que ele deverá
ter em JESUS e na SANTÍSSIMA TRINDADE (que nos
inventou e criou), concedendo as três Virtudes Teologais: Fé,
Esperança e Caridade (Amor), além do Caráter Sacramental
de “Filho de DEUS”.
Por todas essas razões, devemos ter pressa em Batizar os
nossos filhos, para que eles recebam estas preciosas graças que
o SENHOR nos concede através do Sacramento.
Por outro lado, é fácil compreender que o Batismo é
um “Sinal”, pelo qual demonstramos querer que os nossos
filhos e afilhados, sejam realmente de DEUS. Assim sendo,
através do Sacramento do Batismo, a humanidade faz
uma “Aliança” com o CRIADOR. ELE é o parceiro perfeito,
porque sempre cumpre integralmente a sua parte. O
Sacramento nos oferece meios e nos predispõe a cumprirmos
também a nossa parte, estimulando-nos a assumirmos os
deveres e obrigações de cristãos e sermos de fato
aqueles “Filhos de DEUS”, que o SENHOR gostaria que
fôssemos.
Esta é a resposta correta que deve ser dada a quem fizer a
pergunta: porque Batizamos os nossos filhos?
São João em seu Evangelho, transcreve outras palavras de
JESUS: “EU sou a verdadeira vide e o MEU PAI é o
agricultor. Todo ramo em MIM que não produz fruto, ELE o
corta, e todo o que produz fruto ELE o poda, para que
produza mais fruto ainda.” (Jo 15, 1-2)
Os batizados tornam-se “ramos” da imensa
videira que é JESUS. Então, temos que ensinar e
educar os nossos filhos para que eles dêem
frutos na vida, que sejam trabalhadores,
responsáveis com seus deveres e obrigações, que
pratiquem a justiça e o amor fraterno e não se
afastem de DEUS, rezando com frequência e
participando da Santa Missa. Isto porque, as
pessoas que produzem frutos
serão “podadas” pelo CRIADOR, ou seja,
receberão mais virtudes e dons, para que possam aperfeiçoar
ainda mais as suas boas qualidades e poderem produzir ainda
mais frutos.
Contudo, aquele “ramo” que não produz fruto, o CRIADOR
o “corta”, ou seja, deixa-o entregue a sua própria sorte, até
que um dia ele compreenda o seu desacerto e decida buscar
um caminho de conversão.
Quando afirmei que o Sacramento do Batismo perdoa todos os
pecados cometidos até aquele dia, coloquei em evidência o
Batismo de Adultos, porque a criança ainda não cometeu
pecado. Todavia, para Batizar um Adulto, é necessário que ele
seja preparado convenientemente, conheça a Doutrina e
compreenda a Verdade Cristã, a fim de que possa receber o
Sacramento e ter plena consciência do valor e utilidade do
mesmo.
Desse modo, conforme já mencionamos anteriormente, o
Adulto deve ser preparado através de uma catequese eficiente,
para receber no mesmo dia o Sacramento do Batismo, depois o
Sacramento da Crisma ou Confirmação e logo a seguir, na
mesma cerimônia, receber a Primeira Eucaristia, sem a
necessidade de se confessar com um sacerdote, porque sendo
Batizado recebe a graça do perdão de todos os seus pecados
cometidos.
Poderá também receber qualquer outro Sacramento, se tiver
sido preparado para recebê-lo.
Os Sacramentos instituídos por JESUS para a nossa
santificação através do ESPÍRITO SANTO, são sete (7):
Batismo, Crisma ou Confirmação, Confissão ou Penitência,
Eucaristia ou Sagrada Comunhão, Unção dos Enfermos,
Ordem e Matrimônio ou Casamento.
O Batismo é o primeiro dos Sacramentos da Iniciação Cristã,
somente depois de recebê-lo é que as pessoas poderão receber
os outros Sacramentos.
O Batismo também neutraliza o efeito nefasto do Pecado
Original ou Primeiro Pecado. Mas que Pecado é esse?
Foi o Pecado cometido pelos nossos primeiros pais, Adão e
Eva.
DEUS criou o universo com tudo o
que existe, numa manifestação
normal e espontânea de seu infinito e
generoso Amor. ELE nunca precisou
de nada e de ninguém para
completar a sua felicidade, porque
ELE sempre foi e é feliz! Criou a
humanidade por imensa Bondade,
porque quis dividir com suas
criaturas, o esplendor, a beleza e o
conforto do Paraíso Eterno. Por
outro lado, pelo fato do CRIADOR
ser Onisciente (sabe de todas as coisas; é conhecedor do
presente, do passado e do futuro), quando criou Adão e Eva,
sabia que eles seriam tentados pelo maligno e seriam fracos e
não resistiriam à tentação. Mesmo assim, agilizou a criação e
colocou os nossos primeiros pais no Éden, no Paraíso
Terrestre e lhes deu este mandamento: “Podes comer(os
frutos) de todas as árvores do jardim. Mas da árvore do
conhecimento do bem e do mal não comerás, porque no dia em
que dela comeres terás que morrer.” (Gn 2, 16-17)
Entretanto, o demônio sempre a espreita de uma oportunidade
para querer interferir no Plano de DEUS, sob a forma de uma
serpente tentou Eva, dizendo-lhe que ela não ia morrer, que se
comesse daquele fruto seria como deuses, conhecedores do
bem e do mal. Eva iludida pela tentação fraquejou e aceitou o
fruto da árvore proibida comendo um pedaço. Gostou!
Ofereceu a Adão que também comeu do fruto. Estava
concretizado o Primeiro Pecado, também chamado: Pecado
Original. Na realidade, o Pecado Original além de ter sido um
Pecado de Desobediência, foi também um Pecado de Soberba,
porque Adão e Eva além de desobedecerem à ordem do
CRIADOR, enfeitiçados pela tentação diabólica quiseram ser
como “deuses”.
E por ter sido uma ofensa direta contra DEUS, teve reflexo
infinito, porque o CRIADOR é infinito, trazia no seu coração
a humanidade inteira de todas as gerações. Assim, todas as
gerações que nasceram e continuam nascendo trazem a
maldita chancela, a abominável lembrança, o estigma
hereditário do Primeiro Pecado ou Pecado Original.
Todavia, como DEUS sabia que ia acontecer a tentação e que
nossos primeiros pais, apesar de estarem revestidos de graças
especiais, acolheriam inocentemente a trama de satanás,
projetou enviar o seu próprio FILHO, a Segunda Pessoa da
SANTÍSSIMA TRINDADE, para Salvar e Redimir a
humanidade por causa do Primeiro Pecado e dos Pecados
Subsequentes.
E assim aconteceu, na plenitude dos tempos, pela ação do
ESPÍRITO SANTO, JESUS nasceu da VIRGEM MARIA
entre nós, no meio do povo que ELE veio Salvar e Redimir. E
cumpriu maravilhosamente a sua Divina Missão, derramando
o seu sagrado e precioso sangue no alto de um madeiro,
neutralizando o poder do Pecado Original, Redimindo e
Salvando todas as gerações, e consolando o CRIADOR, além
de deixar-nos os seus ensinamentos, o seu exemplo
maravilhoso de Homem, deixar-nos os Sacramentos para
santificar a humanidade e também, deixou-nos MARIA sua
MÃE, para ser a Mãe Espiritual de todos nós, nossa
intercessora e advogada de todas as causas junto de DEUS.
Depois da vinda de JESUS as pessoas continuam nascendo e
da mesma forma, trazem na alma o estigma do
Primeiro Pecado. Mas agora, as pessoas
trazem também a graça Redentora que nasceu
no Divino Sacrifício do SENHOR na Cruz,
graça poderosa que neutraliza o poder
daquela predisposição para o mal e impede o
domínio das más ações oriundas do Pecado Original.
Por outro lado, como já mencionamos, na cerimônia do
Batizado, no momento em que o celebrante derrama Água na
cabecinha do batizando, o Divino ESPÍRITO SANTO coloca
no coração do candidato a semente da Fé que ele deve ter em
JESUS e na SANTÍSSIMA TRINDADE que o inventou e
criou.
Todavia, a “Fé” embora sendo uma força invisível e poderosa,
ela requer atenção, precisa ser cuidada e alimentada
diligentemente, caso contrário irá se enfraquecendo e até
desaparecer totalmente.
Mas como cuidar da “Fé”?
Alimentando-a com leituras Bíblicas, com livros sobre a Vida
dos Santos, através das Orações diárias, das Santas Missas,
jejuns e penitências que forem realizados ao longo da
existência, acompanhados de uma dedicada frequência aos
Sacramentos.
E também é importante realçar, que o Sacramento do Batismo
não depende da “santidade” e nem da “fé” do celebrante que
dirige a cerimônia, mas primordialmente da sua “intenção”,
em querer Batizar as pessoas (Crianças e Adultos).
A Igreja aceita ainda três tipos especiais de Batismo: Batismo
de Emergência, Batismo de Desejo e Batismo de Sangue.
BATISMO DE EMERGÊNCIA – È aquele ministrado
durante uma emergência. Para ficar bem explícito, vamos
exemplificar:
Imaginemos que o filho de um casal ao nascer, apresentou um
problema sério de saúde. Então, os pais vão a procura de um
sacerdote ou um diácono para Batizar a criança, porque de
acordo com o diagnóstico médico, ela tinha uma pequena
chance de viver. Mas os Pais não encontraram ninguém para
Batizar o filho. Neste caso, se você estiver presente ao
acontecimento, deverá fazer o Batismo . O procedimento é
simples: os pais escolhem um nome para a criança e da mesma
maneira, escolhem os Padrinhos entre as pessoas que ali se
encontrarem, ou poderão também escolher como Padrinhos,
um Santo ou uma Santa da devoção deles. Com um copo de
água filtrada e uma pequena mecha de algodão poderão
realizar a cerimônia, molhando o algodão na água e
colocando-o de leve na cabeça da criança por três vezes,
dizendo a “Forma”: “José ou Maria, eu te Batizo em nome do
PAI (coloca o algodão molhado na cabeça da criança), do
FILHO (coloca o algodão molhado outra vez) e do ESPÍRITO
SANTO" (coloca-o pela terceira vez). A criança está Batizada.
Se ela morrer, sua alma vai certinha para os carinhosos braços
de DEUS.
Entretanto, pode acontecer que ela não morra, porque a
Misericórdia do SENHOR é muito grande e ELE pode decidir,
através daquele Batismo de Emergência, restituir a saúde à
criança.
E agora, o que fazer? A criança está Batizada, embora não foi
Batizada na Igreja e nem o celebrante foi um sacerdote, ou
Diácono ou um Ministro credenciado! Como legalizar esta
situação?
Os pais deverão ir a Igreja e contar a ocorrência ao Padre. Ele
autorizará que num domingo de Batizados na Igreja, a criança
seja submetida à parte Complementar do Batismo (liturgia da
palavra, unção com óleo dos catecúmenos, veste branca, vela
acesa), para que o nome dela seja inserido no Livro de
Registro de Batizados da Paróquia. No futuro, quando a
criança tornar-se jovem e necessitar de uma Certidão de
Batismo para o Casamento, a Igreja terá condições de fornecê-
la.
BATISMO DE DESEJO – Voltando ao exemplo anterior, em
que a criança recém nascida estava com um grave problema
de saúde, e que os pais procuraram exaustivamente e não
encontraram um sacerdote, um diácono ou um ministro
credenciado para batizá-la e também, não havia ninguém que
soubesse nada a respeito do Batismo de Emergência! Isto
resultaria que a criança ia morrer sem ser Batizada.
Nestes casos, a Misericórdia Divina atua em plenitude, porque
DEUS conhecendo todos os corações, sabe que existiu de fato,
o “desejo” e a “intenção” dos pais em Batizar a criança. Eles
procuraram exaustivamente um celebrante e não
encontraram. Então, pela Bondade incomensurável do
SENHOR, concretiza-se o “Batismo de Desejo”. A criança
morrendo, a sua alma com certeza, irá para o Céu.
BATISMO DE SANGUE – Acontecia com frequência no início
do Cristianismo. Naquela época, aqueles que se preparavam
para serem Batizados, chamados de Catecúmenos,
frequentavam a Comunidade Cristã durante três anos de
preparação. Eram adultos que assumiam a responsabilidade
Batismal. A partir do ano 64, Nero, um terrível Imperador
Romano, querendo conseguir espaço para fazer novas
construções grandiosas em Roma e também, para se inspirar e
escrever um poema épico, mandou incendiar diversos casarões
no centro de Roma. Como existiam muitas casas de madeira, o
fogo alastrou-se com violência e destruiu quatro, dos quatorze
bairros que a cidade possuía, matando muita gente e deixando
milhares de pessoas completamente desprotegidas. Diante da
catástrofe, ele se acovardou, ficou apavorado e com medo.
Junto com seus comparsas decidiram arranjar um “bode
expiatório” para ficar com a culpa do incêndio. Colocaram a
culpa nos cristãos. Então, iniciou uma cruel e abominável
perseguição contra todos os cristãos, prendendo homens,
mulheres, velhos, jovens e crianças. Não poupavam ninguém.
Iam todos para as prisões romanas. Do cárcere eram levados
para o Coliseu Romano e para Circo de Calígula, onde eram
estraçalhados na arena pelos leões famintos, também
crucificados impiedosamente, enquanto outros amarrados em
postes de madeira tinham o corpo impregnado de betumem,
eram incendiados, transformando-se em tochas vivas para
iluminar a devassidão da corte imperial. Morriam
derramando o sangue pela causa de CRISTO. Eram
verdadeiros “Mártires”! Por isso dizemos que acontecia
um “Batismo de Sangue”. Embora fossem catecúmenos, ou
seja, ainda não tivessem recebido o Sacramento do Batismo,
como derramaram o seu sangue crendo em DEUS, foram para
o Céu, como verdadeiros “Santos”.
As famílias são a base de nossa sociedade e de nossa nação.
Todavia, infelizmente, em nosso
século XXI, muitas estão
mergulhadas num sono de
indiferença e de interesses
pessoais, que conduz os seus
membros a um assustador e
impressionante “caos familiar” .
De modo lamentável desencadeou
uma torrencial quantidade de
separação de muitos casais, com
um incrível aumento da liberdade
sexual dos homens e o
consequente recrudescimento da
emancipação sexual precoce da
mulher, inclusive, com o absurdo crescimento de uma
anormalidade totalmente irracional: das mulheres
procurarem ser mães mesmo não estando casadas!
Esta realidade levou muitos pesquisadores a buscarem
caminhos para explicar aquelas ocorrência, atribuindo-as
principalmente, a secularização dos costumes, com o gradual e
continuo afastamento de DEUS e das coisas sagradas, numa
verdadeira dessacralização dos costumes. Também não pode
ser esquecida, a irrestrita permissividade, atitudes de
emancipação assumidas por jovens e adultos, em busca de
uma liberdade que escraviza, que fere e distorce os conceitos
da moral, da harmonia e da fidelidade. Junto com estes,
muitos outros acontecimentos contribuíram para o “caos
familiar”, clamando por uma providência eficaz e imediata de
cada pai e de cada mãe de família, que amam os seus filhos e
quer a plena e total felicidade de cada um deles. Isto porque, a
continuidade e o crescimento destes fatos, poderão conduzir a
uma incontrolável “violência”, que resultará na companhia de
uma abominável “impiedade”, aprofundando de modo terrível
e perigoso a decaída moral, que envolta pelo ódio e pela
irracionalidade fatalmente conduzirá as famílias ao abismo
mais profundo da infelicidade! Por isso mesmo, torna-se
imperioso, muito mais importante e merecedor dos melhores
cuidados, a educação e o exemplo que os Pais devem dar aos
seus filhos.
A responsabilidade dos Pais e Padrinhos deve ser assumida
com consciência e decisão, a fim de que as crianças recebam
em plenitude, os benefícios de uma harmoniosa e digna
vivencia familiar. É assim que devem procurar viver como
autênticos cristãos, no trabalho, no lar e no lazer. O “bom
exemplo” que demonstrarem, será o melhor ensinamento para
as crianças e sem dúvida, será uma contribuição concreta para
a boa formação do caráter dos filhos e afilhados. Uma palavra
de conselho ou repreensão, tem a sua validade nos momentos
oportunos e adequados. Todavia, o “bom exemplo” dos Pais e
também dos Padrinhos, são muito mais importantes e atuam
decisivamente na vida do
adolescente.
Isto significa dizer, que se
os Pais e Padrinhos
desejam que os seus filhos
e afilhados sejam
obedientes, dedicados ao
trabalho, pessoas normais
e tementes a DEUS,
comecem a educá-los desde
criança, não se esquecendo
todavia, de iniciar
primeiro com a própria educação, ou seja, com a educação
que eles precisam ter a fim de poder transmiti-la de modo
eficiente e real aos seus filhos.
Vamos citar alguns exemplos para que o assunto fique bem
claro:
1 – A mãe que trata os filhos na base do grito e da tapa, sem
qualquer diálogo, não precisa esperar outro resultado. À
medida que as crianças crescerem instintivamente vão dar
o “troco”. A experiência comprova que aquelas crianças darão
origem a pessoas cada vez mais violentas e agressivas.
2 – O pai que diante da televisão fica "elogiando" as mulheres
que aparecem na tela, além de faltar com o respeito e
consideração à própria esposa, enfraquece os laços da
autoridade paterna e estimula o desejo da sexualidade nos seus
filhos. Estas mesmas considerações são endereçadas as mães
que têm igual procedimento diante da televisão, elogiando os
homens que aparecem na tela.
3 – Pai ou Padrinho que gosta de ostentar o título
de “conquistador”, inclusive que gosta de olhar para todas as
mulheres na rua ou na praia, com certeza vai colocar uma
terrível “minhoca” na cabeça de seus filhos, desenhando em
seu subconsciente um conceito errado sobre a verdadeira vida
em família. Estas mesmas considerações são endereçadas
também as mães que têm igual procedimento em casa, na rua,
ou na sociedade que frequentam.
4 – Mãe ou Madrinha que usam vestidos “muito decotados” , e
também “muito curtos” ou“muito apertados” para realçar as
suas formas, distorce completamente o sentido da boa moral
familiar, deixando confusa a cabeça de um jovem em
formação, ocasionando as reações mais diversas, como por
exemplo: nervosismo, rancor, gestos bruscos, que são
manifestações que atestam o repúdio do jovem a aquele
comportamento. Há homens que apreciam esta vaidade das
mulheres e até aplaude! Mas com certeza, a maioria não
desejaria que esta realidade acontecesse com as suas esposas e
com as suas filhas.
5 – Por isso mesmo, cuidado com as Novelas da Televisão!
Cuidado com os seus abomináveis exemplos. Muitas delas
induzem ao crime, ao vício da bebida ou da droga e
primordialmente, convida ao exercício do sexo prematuro, ao
adultério, a traição conjugal, a briga entre os casais, assim
como a separação e a busca de uma situação financeira
confortável "a qualquer preço". Os Pais devem estar atentos e
devem dar aos filhos uma explicação lógica e correta, sobre
algum comportamento desajustado que for evidenciado na
TV.
É extremamente edificante
os Pais, nas oportunidades
certas, procurar orientar os
seus filhos pelo caminho
do “bem”, dando o bom
exemplo, estando sempre
abertos ao diálogo,
evitando “as mentiras”,
sendo autênticos nos
conselhos e orientações,
ensinando o procedimento correto na convivência do lar e no
ambiente social em que habitam, sobretudo, ensinando-os a
rezar, a conhecer e amar a DEUS. A presença do SENHOR é
primordialmente necessária no cotidiano da família. Por isso,
ela deve ser cultivada com insistência e sinceridade.
Assim sendo, os Pais devem dispor de um tempo, pequeno que
seja, para ensinar os filhos a rezar e lhes instruir com algum
conhecimento de religião. Por isso, na faixa de idade
recomendada, devem colocá-los no Catecismo Paroquial, a fim
deles poderem conhecer os fundamentos da religião, os quais
são importantes e necessários a vida de todos nós.
È necessário também, que as crianças acompanhem os seus
pais nos passeios, nas compras, no lazer, na Igreja, a fim de
que possam adquirir o hábito de valorizar ainda mais a
companhia dos pais e assim, possam sentir prazer em copiar o
bom exemplo, os ensinamentos e todas as suas orientações
paternas.
Ao transmitir a educação aos seus filhos, os Pais deverão
também ter o cuidado de lhes ensinar o comportamento
correto dentro da Igreja, mesmo antes das celebrações, não
permitindo que as crianças fiquem correndo de um lado para
o outro, subindo no altar ou permanecendo brincando nos
degraus de acesso, transformando a Igreja num Parque
Infantil. Isto porque, este procedimento incomoda e interfere
na liturgia, também aborrece os idosos e as pessoas que
querem permanecer interiorizadas em suas orações. Para que
as crianças não tenham esse hábito, é necessário os Pais
ensiná-las e dialogar com elas, explicando-lhes e as educando
com o devido respeito pelas coisas sagradas.
Lidar com as crianças exige calma, observação e pedagogia,
sobretudo, muito amor. Porque na base do castigo e da
repreensão, ninguém conseguirá educá-las.
Isto significa dizer, que ao longo da existência, os pais não
devem somente ficar preocupados com o trabalho, com o que
precisarão produzir para ganhar mais dinheiro. Sem dúvida,
isto é muito importante e necessário, mas os filhos não podem
e não devem ser esquecidos. Esta é uma condição essencial
para que a família alcance a almejada felicidade vivencial.
Também, os pais deverão ser curiosos em saber e conhecer,
quem são as companhias de seus filhos nos estudos, nos
passeios e nas brincadeiras. Não poderão ficar indiferentes ao
desempenho escolar das crianças. Terão que exigir sempre
mais e aplaudi-las quando elas alcançarem sucesso nos
estudos.
Devem também ser cuidadosos na
escolha do Nome da criança.
O Nome deve ser escolhido com
critério e responsabilidade, não se
esquecendo de que amanhã aquela
criança será um homem ou uma
mulher, e eles não deverão
envergonhar-se de seu próprio
Nome. Isto porque, um
Nome “feio” ou “estranho”, poderá
lhes causar problemas
discriminatórios, inclusive poderá
atuar no próprio íntimo de cada um
causando certa inibição, ou certo constrangimento, por causa
do “nome esquisito” que foi colocado pelos Pais. Por isso, os
Pais devem pensar e decidir juntos, qual o melhor nome para
colocar nos filhos, porque também, este cuidado evitará que
eles sejam humilhados pelos companheiros e em consequência
venham até adquirir um “trauma”, que muito poderá
interferir no êxito de sua vida.
Também os Padrinhos, que foram escolhidos com tanto amor,
devem procurar dar o bom exemplo e quando necessário,
devem dar bons conselhos ao afilhado.
Por isso mesmo, os pais não devem escolher os padrinhos
visando vantagens materiais, posição social ou visando ganhar
bons presentes. O Catecismo Católico determina que os
padrinhos sejam casados na Igreja e no Civil, que frequentem
a Santa Missa e sejam bons cristãos. Porque na verdade, só
assim eles poderão colaborar efetivamente na educação e na
formação do bom caráter do afilhado.
As Normas e Diretrizes Diocesanas aceitam também
Padrinhos Solteiros, que tenham a idade mínima de 16 anos.
Todavia eles terão que ser bons cristãos, para darem o seu
bom exemplo aos afilhados.
O Catecismo da Igreja
Católica afirma: (1.286)
No Antigo Testamento os profetas
anunciaram que o ESPÍRITO DO
SENHOR repousaria sobre o
MESSIAS esperado em vista de sua
missão salvífica. A descida do
ESPÍRITO SANTO sobre JESUS
por ocasião de seu Batismo por João
Batista foi o sinal de que era ELE
Quem devia vir, que ELE era o
MESSIAS, o FILHO DE DEUS.
Concebido do ESPÍRITO SANTO,
toda a sua vida e toda a sua missão se
realizam em uma comunhão total
com o mesmo ESPÍRITO, que o PAI lhe dá “sem medida” (Jo
3, 34).
Ora, esta plenitude do ESPÍRITO não devia ser apenas a do
MESSIAS; devia ser comunicada a todo o povo messiânico.
Por várias vezes JESUS prometeu esta efusão do ESPÍRITO,
promessa que realizou primeiramente no dia da Páscoa (na
Última Ceia) e em seguida, de maneira mais marcante, no dia
de Pentecostes, em que os Apóstolos repletos do ESPÍRITO
SANTO, “proclamaram as maravilhas de DEUS”.
Na sequência, os Apóstolos cumprindo a Vontade de JESUS,
comunicaram aos neófitos, pela imposição das mãos, o dom do
ESPÍRITO. É por isso mesmo que a imposição das mãos é
reconhecida pela tradição católica como a origem do
Sacramento da Confirmação que perpetua, de certo modo, na
Igreja, a graça de Pentecostes.
Por outro lado é comum ouvir-se que a Crisma nos faz
Soldados de CRISTO; que confirma o Batismo; que é o
Sacramento do Testemunho; o Sacramento da Ação Católica e
o Sacramento da Juventude. Serão estas as suas melhores
características?
Para se definir melhor o Sacramento da Crisma ou
Confirmação, vamos esclarecer que todos os Sacramentos
foram instituídos por JESUS e todos nos concedem o
ESPÍRITO SANTO, mas um deles, o Sacramento da
Eucaristia, é por excelência o Sacramento de CRISTO. No
momento da Consagração na Santa Missa, acontece o
fenômeno sobrenatural da “Transubstanciação”, o ESPÍRITO
SANTO transforma o pão e o vinho em Corpo, Sangue, Alma
e Divindade de NOSSO SENHOR JESUS CRISTO. Então,
este fica sendo mais especificamente o Sacramento de JESUS.
Confirmando, todos os Sacramentos são do ESPÍRITO
SANTO, porque em todos eles, temos a ação dinâmica e
poderosa do Divino Paráclito, mas num deles, o Sacramento
da Crisma ou Confirmação, é, por excelência, o Sacramento
do ESPÍRITO SANTO.
Para melhor compreendermos o sentido deste Sacramento,
vemos pela Sagrada Escritura que o ESPÍRITO SANTO tem
uma dupla função: “a de dar a vida ou suscitar a vida” e a
função de “levar a vida até sua perfeição”. São duas funções
plenamente distintas e que se completam. Pelo Batismo, o
ESPÍRITO SANTO nos concede a “Vida Divina”, e no
Sacramento da Crisma recebemos o ESPÍRITO DE DEUS
para chegarmos a “Perfeição” no cumprimento da missão
existencial.
O FILHO DE DEUS tornou-se
Homem por obra do ESPÍRITO
SANTO. Ele é o MESSIAS, isto
é, sacerdote, rei e profeta desde
sua encarnação. Mas antes de
exercer a sua Missão
Messiânica, JESUS foi ungido
pelo ESPÍRITO SANTO, no dia
de seu Batismo no Rio Jordão.
De modo semelhante também
nós. Recebemos o “dom da nova
vida” no Batismo por obra do
ESPÍRITO SANTO, oportunidade em que nos tornamos com
CRISTO, sacerdotes, reis e profetas. Outra realidade é exercer
esta função em toda a sua plenitude em nossa vida cristã.
Então existe também para nós o dia de Pentecostes. Na nossa
Crisma ou Confirmação nós somos ungidos pelo dom do
ESPÍRITO SANTO para que possamos exercer a nossa função
de reis e rainhas no Reino de DEUS, como senhores e senhoras
do mundo; como profetas e profetisas, para indicar as
realidades do Reino de DEUS a toda humanidade; e
primordialmente, como sacerdotes e sacerdotisas, para
encaminhar e orientar tudo para o seu fim último que é
DEUS. Este é o sentido da Crisma, “o nosso Pentecostes”, que
nos dá o Divino Paráclito para “levarmos até a perfeição os
dons que recebemos no Batismo”, para vivermos com
santidade em todas as circunstâncias de nossa vida, no
trabalho, no lar, nas alegrias e tristezas, na construção do
mundo e no culto, segundo a Vontade do PAI ETERNO.
Então realmente podemos afirmar que a Crisma ou
Confirmação é por excelência o Sacramento do ESPÍRITO
SANTO.
“Os Candidatos a Crisma”.
Continua o costume de se crismar as crianças na Igreja pela
idade dos sete a oito anos, com o uso da razão. Admite-se no
entanto que, por motivos pastorais, para uma melhor
preparação e engajamento, seja adiada a Confirmação para
uma idade que pareça mais conveniente.
O novo ritual aconselha que o Padrinho da Crisma, seja o
mesmo do Batismo, mas não se proíbe a escolha por parte do
crismando ou da família de um novo Padrinho. Mas o
importante e essencial, sobretudo, é que os novos escolhidos
sejam cristãos praticantes e tenham todas as condições
exigidas pela Igreja, conforme vimos no Sacramento do
Batismo.
A cerimônia geralmente é realizada durante a celebração da
Santa Missa.
O Ministro da Crisma normalmente é o Bispo Diocesano. Isso
significa dizer que a Confirmação está intimamente ligada à
primeira efusão do ESPÍRITO SANTO no dia de Pentecostes.
Os Bispos, como os Apóstolos, continuam a exercer a função
de transmitir o ESPÍRITO DE DEUS àqueles que creram e
foram batizados. Todavia, em casos especiais, o sacerdote
também pode administrar o Sacramento da Crisma.
“Rito da Crisma ou
Confirmação”.
Às vezes falamos em quem
vai administrar a Crisma, ou
em quem vai receber
a Crisma, mas na realidade a
Igreja é quem celebra a
Crisma ou Confirmação, em
todas as oportunidades.
Como a Festa de Pentecoste
é celebrada por toda Igreja,
assim também a celebração
da Crisma ou Confirmação
numa comunidade eclesial
constitui realmente uma celebração do Mistério de
Pentecostes, ou seja, a comunidade reunida celebra
alegremente o Pentecostes de seus irmãos batizados.
A Santa Missa começa como de costume, com cantos e orações
especiais, podendo, é claro, haver uma entrada solene dos
candidatos, junto com o celebrante.
Na homilia, a Igreja costuma contemplar o plano de DEUS
revelado na História da Salvação da humanidade.
Concluída a Liturgia da Palavra, os candidatos são
apresentados ao Bispo, pelo Pároco, ou por algum outro
presbítero, ou por um ministro ou ainda, pelo (a) catequista
que os preparou para a Crisma.
O Bispo ou Celebrante lhes dirige a palavra numa pequena
mas objetiva homilia sobre o Plano de DEUS de Salvação da
humanidade, e logo a seguir, é feita a Renovação das
promessas do Batismo, com a resposta de cada crismando.
Estando todos em atitude de fé e de conversão, DEUS se faz
presente pelo sinal da Graça. Desde o Antigo Testamento, e
também no tempo dos Apóstolos, conhecem-se dois gestos de
doação do ESPÍRITO SANTO: a imposição das mãos e a
unção. Os dois gestos têm o mesmo significado: a transmissão
do ESPÍRITO SANTO.
O Bispo, tendo em torno de si os presbíteros, convida toda a
assembléia a rezar, suplicando que o PAI envie o ESPÍRITO
SANTO sobre cada crismando, confirmando-os com seus
dons. E todos rezam por algum tempo em silêncio.
“Imposição das Mãos”.
O Bispo impõe as mãos sobre cada confirmando dizendo a
oração: “DEUS TODO-PODEROSO, PAI DE NOSSO
SENHOR JESUS CRISTO, que, pela água e pelo ESPÍRITO
SANTO, fizestes renascer estes vossos servos, libertando-os do
pecado, enviai-lhes o ESPÍRITO SANTO PARÁCLITO; dá-
lhes, SENHOR, o Espírito de Sabedoria e Inteligência, o
Espírito de Conselho e Fortaleza, o Espírito de Ciência e
Piedade e enchei-os do Espírito do Vosso Temor. Por NOSSO
SENHOR JESUS CRISTO, Vosso FILHO, na unidade do
ESPÍRITO SANTO”.
“Unção com o óleo santo
crisma”.
A seguir, o crismando acompanhado de seu Padrinho, o qual
coloca a mão sobre o ombro direito do afilhado, aproximam-se
do Bispo, atendendo ao chamado do locutor.
O Bispo unge a fronte do crismando, dizendo a forma da
Confirmação:
“Nome........, recebe, por este sinal, o Dom do ESPÍRITO
SANTO”.
“Oração dos Fiéis”.
A seguir, acontece a Oração dos Fieis, quando toda a Igreja se
une em oração, pedindo a DEUS que os confirmados possam
viver de acordo com a sua vocação; que os pais, parentes e
padrinhos, possam ter a força de ajudá-los a seguir o caminho
do bem que decidiram encetar.
Na continuidade, a Santa Missa segue o seu Rito habitual até o
final.
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  • 1. RITUAL DO BATISMO DE CRIANÇAS Capítulo I RITO PARA O BATISMO DE VÁRIAS CRIANÇAS I. RITOS DE ACOLHIDA Todos de pé! 1. SAUDAÇÃO P. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. T. Amém. P. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam sempre convosco. T. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. 2. APRESENTAÇÃO DAS CRIANÇAS E PEDIDO DO BATISMO P. Queridos pais, vocês transmitiram a vida a estas crianças e as receberam como um dom de Deus, um verdadeiro presente. Que nome vocês escolheram para elas? Cada família apresenta sua criança, dizendo o nome que foi escolhido para ela. P. Caríssimos pais, vocês pedem o quê à Igreja de Deus para seus filhos? Os pais: O batismo! P. Pelo batismo, estas crianças vão fazer parte da Igreja Católica. Vocês querem ajudá-las a crescer na fé, observando os mandamentos e vivendo na comunidade dos discípulos missionários de Jesus? Pais: Queremos! P. Padrinhos, vocês estão dispostos a colaborar com os pais em sua missão de educar e evangelizar estas crianças? Padrinhos: Sim, estamos! P. E todos vocês, caríssimos irmãos e irmãs aqui presentes, querem ser uma comunidade de fé e de amor para estas crianças? Comunidade: Sim, queremos! 3. SINAL DA CRUZ P. Nosso sinal é a cruz de Cristo. Por isso, vamos marcar estas crianças com o sinal do Cristo Salvador. Assim, nós os (as) acolhemos na comunidade cristã. O sinal da cruz na fronte das crianças é feito por quem preside, pelos pais e pelos padrinhos. 4. Oração: P. Oremos. (E todos rezam um instante, em silêncio, pelas crianças). Ó Deus, por vosso amor, participamos do mistério da paixão, morte e ressurreição de vosso Filho
  • 2. Jesus Cristo. Fortalecei-nos no Espírito Santo para que caminhemos na vida nova. Por Cristo, nosso Senhor. T. Amém. Sentados! II. LITURGIA DA PALAVRA 5. PRIMEIRA LEITURA Gn 17,1-8 Estabelecerei minha aliança entre mim e ti e teus descendentes para sempre; uma aliança eterna. Leitura do Livro do Gênesis. 1 Abrão tinha noventa e nove anos de idade, quando o Senhor lhe apareceu e lhe disse: “Eu sou o Deus Poderoso. Anda na minha presença e sê perfeito. 2 Estabelecerei minha aliança contigo e multiplicarei ao infinito a tua descendência”. 3 Abrão prostrou-se com o rosto por terra.4 E Deus lhe disse: “Eis a minha aliança contigo: tu serás pai de uma multidão de nações. 5 Já não te chamarás Abrão, mas o teu nome será Abraão, porque farei de ti o pai de uma multidão de nações. 6 Farei crescer tua descendência infinitamente. Farei nascer de ti nações, e reis sairão de ti. 7 Estabelecerei minha aliança entre mim e ti e teus descendentes para sempre; uma aliança eterna, para que eu seja teu Deus e o Deus de teus descendentes. 8 A ti e aos teus descendentes darei a terra em que vives como estrangeiro, todo país de Canaã como propriedade para sempre. E eu serei o Deus dos teus descendentes”. Palavra do Senhor. T. Graças a Deus. 6. SALMO RESPONSORIAL Salmo 8,4-5.6-7.8-9 (R. 2a) Refrão: Ó Senhor nosso Deus, como é grande/vosso nome por todo o universo! 4 Contemplando estes céus que plasmastes E formastes com dedos de artista; vendo a lua e estrelas brilhantes, 5 perguntamos: “Senhor, que é o homem, para dele assim vos lembrardes e o tratardes com tanto carinho?!”. Refrão. 6 Pouco abaixo de Deus o fizestes, coroando-o de glória e esplendor; 7 vós lhe destes poder sobre tudo,
  • 3. vossas obras aos pés lhe pusestes; Refrão. 8 as ovelhas, os bois, os rebanhos, todo o gado e as feras da mata; 9 passarinhos e peixes dos mares, todo ser que se move nas águas. Refrão. 7. SEGUNDA LEITURA Rm 5,1-2.5-8 O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos. Irmãos, 1 justificados pela fé, estamos em paz com Deus, pela mediação do Senhor nosso, Jesus Cristo. 2 Por ele, tivemos acesso, pela fé, a esta graça, na qual estamos firmes e nos gloriamos, na esperança da glória de Deus. 5 E a esperança não decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. 6 Com efeito, quando éramos ainda fracos, Cristo morreu pelos ímpios, no tempo marcado. 7 Dificilmente alguém morrerá por um justo; por uma pessoa muito boa, talvez alguém se anime a morrer. 8 Pois bem, a prova de que Deus nos ama é que Cristo morreu por nós, quando éramos ainda pecadores. Palavra do Senhor. T. Graças a Deus. De pé! 8. EVANGELHO Mt 22,35-40 Este é o maior e o primeiro mandamento. P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós. P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. T. Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 35 um dos fariseus perguntou a Jesus, para experimentá-lo: 36 “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?”. 37 Jesus respondeu: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento! 38 Este é o maior e o primeiro mandamento. 39 O segundo é semelhante a esse: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. 40 Toda a Lei e os profetas dependem desses dois mandamentos”. Palavra da Salvação. T. Glória a vós, Senhor.
  • 4. 9. HOMILIA Sentados. Quem preside faz breve homilia, aprofundando o mistério do batismo a partir da palavra proclamada, procurando evidenciar a relação existente entre a vida das pessoas e os apelos do Senhor. A Palavra de Deus, acolhida na fé, conduza ao encontro sacramental com o Senhor. 10. ORAÇÃO DOS FIEIS De pé! P. Irmãos e irmãs, supliquemos a misericórdia de Deus por estas crianças, por suas famílias, por seus padrinhos e por todo o povo de Deus, dizendo: T. Lembrai-vos, Senhor. - Das crianças que hoje renascem da água e do Espírito Santo, para que sejam discípulas missionárias de Jesus Cristo, T. - Das famílias que apresentam seus (suas) filhos (as) para receber a vida nova do batismo, para que cresçam no amor, na harmonia e na fé, T. - Dos padrinhos que assumem o compromisso de ajudar seus afilhados a crescer na fé, para que também eles cresçam no amor a Deus e ao próximo, T. - Desta comunidade que acolhe estas crianças como pedras vivas e escolhidas de vossa Igreja, para que seja fiel ao Evangelho, T. - Dos bispos, padres e diáconos, ministros de Deus, servidores da graça e do amor de Deus, para que sejam fieis à missão que receberam, T. - De todo o povo batizado, testemunha do Evangelho, para que entenda e viva o batismo que o salvou de seus pecados, T. - De todas as pessoas que na comunidade se dedicam à missão de evangelizar, para que não desanimem em sua tarefa, T. - De todas as pessoas que promovem a justiça e a paz no mundo, para que nunca desanimem em sua missão, T. 11. INVOCAÇÃO DOS SANTOS P. Depois de termos rezado a Deus por nossas crianças, invoquemos os santos, nossos irmãos primeiros na fé, para que acompanhem estas crianças ao longo de sua vida, no seguimento de Jesus Cristo. P. Santa Maria, Mãe de Deus, T. rogai por nós. São João Batista, T. São José, T. São Pedro e São Paulo, T. São Marcos e São Mateus, T. São Lucas e São João, T. São Miguel, São Gabriel, São Rafael, Arcanjos, T. Santa Teresa do Menino Jesus, T. Santo Antônio, T.
  • 5. São Bento, T. São João Bosco, T. São Francisco de Assis e Santa Clara, T. Santa Luzia, T. Santa Maria Madalena, T. Santa Paulina do Brasil, T. Santo Antônio de Sant’Ana Galvão, T. Bem-aventurado Pe. José de Anchiêta, T. Bem-aventurada Lindalva Justo, T. Bem-aventurados Mártires de Cunhaú e Uruaçú, T. 12. ORAÇÃO Quem preside, os pais e os padrinhos estendem as mãos sobre as crianças e fazem uma oração em silêncio. Em seguida, quem preside reza com as mãos estendidas: P.Ó Pai, Senhor da vida, enviastes vosso Filho ao mundo para nos libertar da escravidão do pecado e da morte. Lembrai-vos destas crianças que deverão enfrentar muitas vezes as tentações do mal. Libertai-as do poder das trevas. Dai-lhes a força de Cristo e a luz do vosso Espírito, para que, livres do pecado original, vivam sempre como vossos filhos e filhas no seguimento de Jesus Cristo, que vive e reina para sempre, na unidade do Espírito Santo. T. Amém. 13. UNÇÃO PRÉ-BATISMAL (COM O ÓLEO DOS CATECÚMENOS) Neste momento, deve-se descobrir completamente o peito de cada criança. P. Bendito sejais vós, Senhor Deus, porque, no vosso imenso amor, criastes o mundo para nossa habitação. T. Bendito seja Deus para sempre! P. Bendito sejais vós, Senhor Deus, porque criastes a oliveira, cujos ramos anunciaram o final do dilúvio e o surgimento de uma nova humanidade. T. Bendito seja Deus para sempre! P. Bendito sejais vós, Senhor Deus, porque, através do óleo, fruto da oliveira, fortaleceis vosso povo para o combate da fé. T. Bendito seja Deus para sempre! P. Ó Deus, proteção de vosso povo, que fizestes do óleo, vossa criatura, um sinal de fortaleza: concedei a estas crianças a força, a sabedoria e as virtudes divinas, para que sigam o caminho do Evangelho de Jesus, tornem-se generosas no serviço do vosso Reino e, dignas da adoção filial, alegrem-se por ter renascido no batismo e pertencer à vossa Igreja Católica. Por Cristo, nosso Senhor. T. Amém. Quem preside toma nas mãos o Óleo dos Catecúmenos e unge o peito de cada criança, dizendo: P. O Cristo Salvador lhe dê sua força. Que ela penetre em sua vida como este óleo em seu peito.
  • 6. III. LITURGIA SACRAMENTAL 14. ORAÇÃO SOBRE A ÁGUA De pé! P. Meus irmãos, sabemos que Deus quis servir-se da água para dar sua vida aos que crêem. Unamos nossos corações, suplicando ao Senhor que derrame sua graça sobre os seus escolhidos. P. Ó Deus, pelos sinais visíveis dos vossos sacramentos realizais maravilhas invisíveis. Ao longo da história da salvação, vós vos servistes da água para fazer-nos conhecer a graça do batismo. Já na origem do mundo vosso Espírito Santo pairava sobre as águas para que elas concebessem a força de santificar. T. Fontes do Senhor, bendizei o Senhor! P. Nas águas do dilúvio, prefigurastes o nascimento da nova humanidade, de modo que a mesma água sepultasse os vícios e fizesse nascer a santidade. Concedestes aos filhos de Abraão atravessar o mar Vermelho a pé enxuto para que, livres da escravidão, prefigurassem o povo nascido na água do batismo. T. Fontes do Senhor, bendizei o Senhor! P. Vosso Filho, ao ser batizado nas águas do Jordão, foi ungido pelo Espírito Santo. Pendente da Cruz, do seu coração aberto pela lança, fez correr sangue e água. Após sua ressurreição, ordenou aos apóstolos: “Ide, fazei todos os povos discípulos meus batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”. T. Fontes do Senhor, bendizei o Senhor! P. Olhai agora, ó Pai, a vossa Igreja e fazei brotar para ela a água do batismo. Que o Espírito Santo dê por esta água a graça de Cristo, a fim de que homem e mulher, criados à vossa imagem, sejam lavados da antiga culpa pelo batismo e renasçam pela água e pelo Espírito Santo para uma vida nova. Nós vos pedimos, ó Pai, que por vosso Filho desça sobre esta água a força do Espírito Santo. E todos os que, pelo batismo, forem sepultados na morte com Cristo, ressuscitem com ele para a vida. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. T. Amém. 15. PROMESSAS DO BATISMO Os pais e os padrinhos permanecem de pé. Os demais sentam-se! P. Caríssimos pais e padrinhos, o amor de Deus vai infundir nestas crianças uma vida nova, nascida da água pelo poder do Espírito Santo. Se vocês estão dispostos a educá- las na fé, renovem agora suas promessas batismais. P. Para viver na liberdade dos filhos de Deus, vocês renunciam ao pecado?
  • 7. Pais e padrinhos: Renuncio! P. Para viver como irmãos, vocês renunciam a tudo o que causa desunião? Pais e padrinhos: Renuncio! P. Para seguir Jesus Cristo, vocês renunciam ao demônio, autor e princípio do pecado? Pais e padrinhos: Renuncio! P. Vocês creem em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra? Pais e padrinhos: Creio! P. Vocês creem em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que nasceu da Virgem Maria, padeceu e foi sepultado, ressuscitou dos mortos e subiu ao céu? Pais e padrinhos: Creio! P. Vocês creem no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição dos mortos e na vida eterna? Pais e padrinhos: Creio! P. Esta é a nossa fé, que da Igreja Católica recebemos e sinceramente professamos, razão de nossa alegria em Cristo, nosso Senhor. T. Demos graças a Deus! 16. BATISMO Cada família se aproxima da água batismal. Quem preside, citando o nome de cada criança, pergunta aos pais e padrinhos: P. Vocês querem que ... seja batizado(a) na fé da Igreja Católica que nós acabamos de professar? Pais e padrinhos: Queremos. EU TE BATIZO EM NOME DO PAI E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO. Concluído o batismo, todos de levantam e realiza-se o rito de aspersão da assembleia. IV. RITOS COMPLEMENTARES Sentados! 17. UNÇÃO PÓS-BATISMAL (COM O ÓLEO DO SANTO CRISMA)
  • 8. P. Caríssimos pais e padrinhos, pelo batismo, nossas crianças são libertas de todo pecado e elas renasceram pela água e pelo Espírito Santo. Agora fazem parte do povo de Deus. E dirigindo-se a cada criança: P. Que Deus as consagre com o óleo santo para que, inserida em Cristo, sacerdote, profeta e rei, você continue no seu povo até a vida eterna. T. Amém. 18. VESTE BATISMAL P. Caríssimos pais e padrinho, estas crianças renasceram de novo e se revestiram de Cristo. Por isso, trazem a Veste Batismal. Que vocês as ajudem por sua palavra e pelo exemplo a conversar a dignidade de filhos de Deus até a vida eterna. T. Amém. 19. RITO DA LUZ O padrinho acende a vela! P. Caríssimos pais e padrinhos, estas crianças foram iluminadas por Cristo para se tornarem luz do mundo. Com sua ajuda, que elas caminhem como filhos da luz. T. Amém. 20. ÉFETA Quem preside toca os ouvidos e a boca de cada criança, dizendo: P. O Senhor Jesus, que fez os surdos ouvir e os mudos falar, lhe conceda que logo possa ouvir sua Palavra e com seus lábios professar a fé para louvor e glória de Deus Pai. T. Amém. V. RITOS FINAIS 21. ORAÇÃO DO SENHOR P. Meus irmãos, estas crianças que foram batizadas são chamadas, em Cristo, a viver plenamente como filhos de Deus Pai. Para isso, elas precisam também ser fortalecidas pelo Espírito Santo no Sacramento da Crisma e alimentadas na Ceia do Senhor. Agora, ao redor deste altar, unidos no Espírito Santo, rezemos a oração que o Senhor nos ensinou: T. Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. 22. CONSAGRAÇÃO À NOSSA SENHORA
  • 9. P. Ó Santíssima e Imaculada Virgem Maria, nossa mãe, terníssimo e poderoso auxílio dos cristãos, nós consagramos inteiramente ao vosso doce amor e ao vosso santo serviço estas crianças, que renasceram pela água e pelo Espírito Santo, para uma nova vida em Jesus Cristo, vosso Filho. Não desprezeis as suas súplicas, em suas necessidades, mas livrai-as sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita. T. Ó minha Senhora e minha mãe, eu me ofereço inteiramente todo a vós e, em prova da minha devoção para convosco, vos consagro, neste dia, meus olhos, meus ouvidos, minha boca, meu coração e inteiramente todo o meu ser. E porque assim sou vosso, ó incomparável Mãe, guardai-me e defendei-me como filho e propriedade vossa. Amém. Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém. 23. BÊNÇÃO FINAL P. Ó Deus, quando o vosso Filho foi batizado no Jordão, fomos mergulhados com ele nas águas da nova Aliança. Renovai em vossos filhos e filhas, pelo vosso Espírito, a alegria e o vigor da vida nova. T. Amém. P. Ó Deus, que abristes os céus sobre Jesus, daí aos que renasceram no batismo a graça de escutar a voz de vosso Filho e viver sempre em comunhão com todos. T. Amém. P. Ó Deus, que pelo Espírito Santo ungistes o vosso servo Jesus com o óleo da alegria e o enviastes para evangelizar os pobres, tornai todos os cristãos servidores de vosso Reino. T. Amém. P. Sobre as crianças, sobre seus pais e padrinhos, e sobre todos vós venha e permaneça para sempre a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo. Amém. P. A alegria do Senhor seja vossa força. Ide em paz e o Senhor vos acompanhe. T. Graças a Deus. G.D.M. Tags: Batismo, Cruz, Espiritualidade, Feira, Jejum, Lava, Liturgia, Liturgia Batismal, Missa, Missa do Lava Pés, Morte, Paixão, Paixão do Senhor, Pascal, Pés, Quinta, Quinta - Feira Santa, Ressurreição, Rito, Sábado, Sábado Santo, Santa, Semana, Semana Santa, Senhor, Sexta, Sexta Feira Santa, Tríduo, Tríduo Pascal, Vigília, Vigília Pascal
  • 10. Encontro do Batismo do Senhor 10 de janeiro de 2016 - Ano C Tema: Renascidos da água e do Espírito Santo! Acolhida: (A acolhida pode ser feita espontaneamente). Queridos irmãos, sejam todos bem-vindos! Que o Pai nos acolha como filhos e filhas muito amados, na graça e na paz de nosso Senhor Jesus Cristo. Iniciemos: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Motivando o encontro: Batizado o Senhor, os céus se abriram, e o Espírito Santo pairou sobre Ele sob forma de pomba. E a voz do Pai se fez ouvir: “Este é o meu Filho muito Amado, Nele está todo o meu amor! Ouçamos. Leitura do Evangelho: Lc 3,15-16.21-22 Reflexão: Nas águas do rio Jordão, o Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, revelou o novo Batismo, com sinais admiráveis. Pela voz descida do céu, ensinou que o Seu Verbo habita entre os seres humanos. E pelo Espírito Santo, aparecendo em forma de pomba, fez saber que o Seu Servo, Jesus Cristo, foi ungido com o óleo da alegria e enviado para evangelizar a todos. As antigas promessas de um Messias Libertador tornam-se reais para o povo sofredor. O Batismo de Jesus é sinal de nossa própria consagração batismal. Como Jesus, somos ungidos pelo batismo para também evangelizarmos; somos exigidos à conversão permanente, colocando as coisas de Deus em primeiro lugar; a sermos testemunhas do amor de Jesus para os mais abandonados, deixando agir em nós o Espírito Batismal para colocarmos nossos dons e talentos a Seu serviço. Questionamento: - Você sabe em que local, dia, mês e ano foi batizado? - Como você vive o seu Batismo? Contemplação: (Se possível com uma música de fundo). Em silêncio, com os olhos fechados, na lembrança do Batismo do Senhor, contemplemos a ação do Espírito Santo confiantes na voz de Deus, que tudo transforma. Preces: - Pela Santa Igreja, instrumento do amor de Deus e continuadora da missão de Jesus Cristo, por meio dos sacramentos, especialmente do santo Batismo, rezemos: T: Renovai,Senhor, nosso Batismo, pela força do Espírito Santo! - Por nossa comunidade, para que cresça na fé, incentivando os batizados a assumirem sua missão na construção do Reino de Deus, sobretudo no meio dos mais pobres, rezemos: T: Renovai,Senhor, nosso Batismo, pela força do Espírito Santo! - Por vossa misericórdia, ajudai-nos guardar vossos mandamentos e, iluminados por vosso Santo Espírito, para que permaneçamos em vosso amor, rezemos: T: Renovai,Senhor, nosso Batismo, pela força do Espírito Santo! (Abrir espaço para que cada membro do grupo coloque suas intenções).
  • 11. Oração: Deus eterno e todo-poderoso, que, sendo o Cristo batizado no Jordão, e pairando sobre ele o Espírito Santo, o declarastes solenemente vosso Filho, concedei aos vossos filhos adotivos, renascidos da água e do Espírito Santo, perseverar constantemente em Vosso amor. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém. Compromisso para a semana: Procurar saber qual o local, dia, mês e ano em que você foi batizado, e a partir de hoje comemore-o. Faça também esta descoberta a respeito de todos os seus familiares. Encerramento: Peçamos a intercessão materna de Maria, rezando uma dezena do Rosário, entregando a Deus a semana e o compromisso assumido. TRÍDUO PASCAL – SÁBADO SANTO – VIGILIA PASCAL TRÍDUO PASCAL – SÁBADO SANTO – VIGILIA PASCAL 04 de Abril de 2015 – Cor Litúrgica: Branco - Nº. 1066 “Ele ressuscitou! Não esta aqui!” RITOS INICIAIS (A comunidade se reúne ao redor de uma fogueira, fora da Igreja, numa distância que possibilite uma pequena procissão até a Igreja) 01. Motivação Animador: No Sábado Santo a Igreja é chamada a permanecer junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua morte e ressurreição em solene Vigília de oração e de festa em honra do Senhor. Apesar de estarmos na noite, já celebramos o amanhecer, o raiar do dia solene da Páscoa do Senhor. 02. Acendimento da Fogueira (O Min. da Palavra pode convidar a assembleia a falar das luzes, das esperanças e dos sonhos que gostaria que se acendessem na comunidade, nas famílias e na caminhada do povo brasileiro. A pós um momento de reflexão acende- se a fogueira e entoa-se um canto) Bênção do Fogo Min. da Palavra: (Impondo as mãos) Ó Deus do universo, fonte de todo calor e de toda luz. Abençoai e santificai esta fogueira da páscoa. Que este fogo acenda em nossa humanidade a luz de Jesus Cristo. Que o seu clarão resplandeça nas noites do teu povo e aponte um novo horizonte de libertação total. Por Cristo, nosso Senhor. Amém!
  • 12. 03. Preparação do Círio Pascal (Caso não haja celebração a nível paroquial) O Min. da Palavra com um estilete grava no Círio uma cruz, enquanto diz: Cristo ontem e hoje (incisão na haste vertical) Princípio e fim (incisão na haste horizontal) Alfa (letra A no alto da haste vertical) E Ômega (letra U no ponto inferior da haste vertical) A Ele o tempo (incisão do nº 2-ângulo esquerdo superior da cruz) E A eternidade (incisão do nº0-ângulo direito superior) A glória e o poder (incisão do nº1-ângulo esquerdo inferior) Pelos séculos sem fim. Amém! (incisão do nº2- ângulo direito inferior (Feitas as incisões, o Ministro beija os cinco cravos e os aplica formando uma cruz dizendo:) 1-Por suas santas chagas 2-Suas chagas gloriosas 3-O Cristo Senhor 4-nos proteja 5-e nos guarde. Amém. (os cravos sejam aplicados segundo a ordem abaixo) 1 4 2 5 3 04. Acendimento do Círio Acende-se uma vela na fogueira e acende solenemente o Círio, enquanto diz: Animador: “A Luz do Cristo que ressuscita resplandecente dissipe as trevas do nosso coração e nossa mente!” O Min. da Palavra apresenta o Círio Pascal à assembleia e canta: Min. Da Palavra: Eis a Luz de Cristo! Ass.: Demos graças a Deus! Min. da Palavra: Irmãos e irmãs acendamos nossas velas na luz do Cristo ressuscitado. . 05. Procissão da Luz Animador: “O povo de Deus no deserto andava, mas à sua frente o Senhor caminhava”. Na certeza de que também somos este povo que caminha, vamos nos direcionar até a Igreja conduzidos pelo círio pascal, imagem do Cristo, luz da humanidade. (Para que seja uma procissão alegre, entoar cânticos de caminhada) Ao chegar à Igreja, estando na penumbra-já na entrada, o Min. da Palavra eleva o Círio e canta: Min. Palavra: Eis a Luz de Cristo!
  • 13. Ass.: Demos graças a Deus! (Repetir este gesto no meio da Igreja. Já no altar, de frente para a assembléia repete novamente o gesto.) Coloca o Círio no local, previamente decorado. 06. Proclamação da Páscoa (Todos mantêm as velas acesas até o final desta proclamação, que pode ser cantada ou proclamada em dois coros). 1 - Exulte o céu e os Anjos triunfantes, mensageiros de Deus, desçam cantando; façam soar trombetas fulgurantes, a vitória de um Rei anunciando. 2 - Alegre-se também a terra amiga, que em meio a tantas luzes resplandece; e vendo dissipar-se a treva antiga, ao sol do eterno Rei brilha e se aquece; 3 - Que a mãe Igreja alegre-se igualmente, erguendo as velas deste fogo novo, e escute, reboando de repente, o Aleluia cantado pelo povo. Min. da Palavra: O Senhor esteja convosco! Ass.: Ele está no meio de nós. Min. da Palavra: Corações ao alto! Ass.: O nosso coração está em Deus. Min. da Palavra: Demos graças ao Senhor, nosso Deus. Ass.: É nosso dever e nossa salvação. 4 - Sim, verdadeiramente é bom e justo cantar ao Pai de todo o coração e celebrar seu Filho, Jesus Cristo, tornado para nós um novo Adão. 5 - Foi ele quem pagou do outro a culpa, quando por nós à morte se entregou: para apagar o antigo documento, na cruz todo o seu sangue derramou. Resposta da assembleia: Opção 1 – Ó noite de alegria verdadeira, que une de novo o céu e a terra inteira. Opção 2 – Bendito seja Cristo Senhor. Que é do Pai imortal esplendor! (Elevando as velas enquanto canta.) 6 - Pois, eis agora a Páscoa, nossa festa, em que o real Cordeiro se imolou: marcando nossas portas, nossas almas, com seu divino sangue nos salvou. 7 - Esta é Senhor, a noite em que do Egito retirastes os filhos de Israel, transpondo o mar Vermelho a pé enxuto, rumo à terra onde correm leite e mel.
  • 14. 8 - Ó noite em que a coluna luminosa as trevas do pecado dissipou, e aos que crêem no Cristo em toda a terra, em novo povo eleito congregou! 9 - Ó noite em que Jesus rompeu o inferno, ao ressurgir, da morte, vencedor: de que nos valeria ter nascido, se não nos resgatasse em seu amor? 10 - Ó Deus, quão estupenda caridade vemos no vosso gesto fulgurar: não hesitas em dar o próprio Filho, para a culpa dos servos resgatar. 11 - Ó pecado de Adão indispensável, pois o Cristo o dissolve em seu amor; ó culpa tão feliz que há merecido a graça de um tão grande Redentor! 12 – Só tu, noite feliz, soubesse a hora que o Cristo da morte ressurgia; e é por isso que de ti foi escrito: A noite será luz par o meu dia! 13 - Pois, esta noite lava todo crime, liberta o pecador de seus grilhões, dissipa o ódio e dobra os poderosos, enche de luz e paz os corações. 14 - Ó noite de alegria verdadeira, que prostra o Faraó e ergue os hebreus, que une de novo ao céu a terra inteira, pondo na treva humana a luz de Deus. 15 - Na graça desta noite o vosso povo acende um sacrifício de louvor; acolhei, ó Pai santo, o fogo novo: não perde, ao dividir-se, o seu fulgor. 16 - Cera virgem de abelha generosa ao Cristo ressurgido trouxe a luz: eis de novo a coluna luminosa, que o vosso povo para o céu conduz. 17 - O Círio que acendeu as nossas velas possa esta noite toda fulgurar; misture sua luz à das estrelas, cintile quando o dia despontar. 18 - Que ele possa agradar-vos como o Filho, que triunfou da morte e vence o mal: Deus que a todos acende no seu brilho, e um dia voltará, sol triunfal. - Amém. (Neste momento apagam-se as velas e acendem-se as luzes da Igreja.) RITO DA PALAVRA Animador: Tendo iniciado solenemente esta vigília, ouçamos no recolhimento desta noite, a Palavra de Deus. 01. Primeira Leitura Gênesis1, 1.26-31ª ou Gênesis 1,1-2,2
  • 15. Salmo 103(104) Resp.: "Enviai o vosso Espírito Senhor, e da terra toda a face renovai.” Oração Min. da Palavra: Ó Deus admirável, na criação do ser humano, e mais ainda na sua redenção, dai-nos a sabedoria de resistir ao pecado e chegar à eterna alegria. Por Cristo, nosso Senhor. Ass.: Amém! 02. Segunda Leitura Gênesis 22,1-18 ou 22,1- 2.9a.10-13. 15-18 Salmo 16(15) Resp.: ’’Guardai - me, ó Deus, porque em vós me refugio!"” Oração Min. da Palavra: Ó Deus, Pai de todos os fiéis, vós multiplicastes por toda a terra os filhos da vossa promessa, derramando sobre eles a graça da filiação e, pelo mistério pascal, tornais vosso servo Abraão pai de todos os povos, como lhes tínheis prometido. Concedei, portanto, a todos os povos a graça de corresponder ao vosso chamado. Por Cristo, nosso Senhor. Ass.: Amém! 03. Terceira Leitura Êxodo14, 15-15. 1 Salmo Ex 15,1-2.3-4.5-6.17-18 Resp.: ”Cantemos ao Senhor, que fez brilhar a sua glória!” Oração Min. da Palavra: Ó Deus, vemos brilhar ainda em nossos dias as vossas antigas maravilhas. Como manifestastes outrora o vosso poder, libertando um só povo da perseguição do faraó, realizais agora a salvação de todas as nações, fazendo-as renascer nas águas do batismo. Concedei a todos os seres humanos tornarem-se filhos de Abraão e membros do vosso povo eleito. Por Cristo, nosso Senhor. Ass.: Amém 04. Quarta Leitura Isaias 54,5-14 Salmo 29(30) Resp.: ”Eu vos exalto, ó Senhor, porque me livrastes!”
  • 16. Oração Min. da Palavra: Deus eterno e todo poderoso, para a glória do vosso nome, multiplicai a posteridade que prometestes aos nossos pais, aumentando o numero dos vossos filhos adotivos. Possa a Igreja reconhecer que já realizou em grande parte a promessa feita a nossos pais, da qual jamais duvidaram. Por Cristo, nosso Senhor. Ass.: Amém! 05. Quinta Leitura Isaias 55,1-11 Salmo Isaias 12,2-3 4bcd 5-6 Resp.: ”Com alegria bebereis do manancial da salvação!” Oração Min. da Palavra: Deus eterno e todo poderoso, única esperança do mundo, anunciastes pela voz dos profetas os mistérios que hoje se realizam. Aumentai o fervor do vosso povo, pois nenhum dos vossos filhos conseguirá progredir na virtude sem o auxilio da vossa graça. Por Cristo, nosso Senhor. Ass.: Amém! 06. Sexta Leitura Baruc 3,9-15.32-4,4 Salmo 18(19) Resp.: “Senhor, tens palavras de vida eterna!” Oração Min. da Palavra: Ó Deus, que fazei vossa Igreja crescer mais chamando todos os povos ao evangelho, guardai sob a vossa continua proteção os que purificais na água do batismo. Por Cristo, nosso Senhor. Ass.: Amém! 07. Sétima Leitura Ezequiel 36,16-17ª. 18-28 Salmo 41(42) Resp.: “A minh’alma tem sede de Deus!” Oração Min. da Palavra: Ó Deus, força imutável e luz inextinguível, olhai com bondade o mistério de toda a vossa Igreja e conduzi pelos caminhos da paz a obra da salvação que concebestes desde toda a eternidade. Que o mundo todo veja e reconheça que se levanta o que estava caído, que o velho
  • 17. se torna novo e tudo volta à integridade primitiva por aquele que é princípio de todas as coisas. Por Cristo, nosso Senhor. Ass.: Amém! 08. Glória Min. da Palavra: Na alegria do Cristo Ressuscitado, glorifiquemos a Deus Pai por Jesus Cristo, na ação do Espírito Santo, cantando exultantes. Min. da Palavra: Ó Deus da vida, que iluminais esta noite santa com a glória da ressurreição do Senhor, renovai em toda a humanidade, em todos os credos, em todas as Igrejas, a alegria de sermos vossos filhos e vossas filhas, para que, mergulhados nesta festa de páscoa, vivamos consagrados ao vosso serviço. Por Cristo, nosso Senhor. Ass.: Amém! 09. Oitava Leitura Romanos 6,3-11 10. Salmo Responsorial: Sl 117(118) Aleluia, aleluia, aleluia. 1. Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! / Eterna é a sua misericórdia! / A casa de Israel agora o diga: / “Eterna é a sua misericórdia!” – R. 2. A mão direita do Senhor fez maravilhas, † a mão direita do Senhor me levantou, / a mão direita do Senhor fez maravilhas! / Não morrerei, mas, ao contrário, viverei / para cantar as grandes obras do Senhor! – R. 3. A pedra que os pedreiros rejeitaram / tornou-se agora a pedra angular. / Pelo Senhor é que foi feito tudo isso: / que maravilhas ele fez a nossos olhos! – R. 11. Evangelho Mateus 28,1-10 Min. da Palavra: O Senhor esteja convosco. Ass.: Ele está no meio de nós. Min. da Palavra: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus. Ass.: Glória a vós Senhor. 12. Homilia (O ministro não deve estender-se por mais de 10 minutos.) 13. Bênção da Água Min. da Palavra: Com alegria, pelo Cristo ressuscitado, invoquemos a bênção de Deus sobre esta água. (breve momento de silêncio)
  • 18. Min. da Palavra: Bendito sejais, Deus criador de todas as águas e mãe da vida! Das águas primeiras firmastes o universo habitável. Povoastes as águas e a terra de vossas criaturas. Ass.: Fontes de água viva, bendizei ao Senhor! Min. da Palavra: Nas águas do Mar Vermelho, afogastes os opressores do vosso povo e o passastes a pé enxuto para a terra da liberdade, conforme vossa promessa. Ass.: Fontes de água viva, bendizei ao Senhor! Min. da Palavra: Nas águas do Jordão, João Batista batizou Jesus, marcando com este gesto o início de sua missão, que culminou com o batismo da cruz. Nas águas do seu amor, todos nós somos mergulhados e passamos da morte para a vida. Ass.: Fontes de água viva, bendizei ao Senhor! (Colocando o Círio na água) Min da Palavra: Abençoai agora esta água com a força do vosso Espírito, para que todas as pessoas que nela se banharem participem profundamente da páscoa do Cristo e recebam a graça da imortalidade. Ass.: Amém! 14. Renovação do Compromisso Batismal Min. da Palavra: Irmãos e irmãs, esta água nos lembra o nosso batismo. Quem é batizado morre e ressuscita com Cristo. Morre para o pecado e vive uma vida nova, seguindo o evangelho de Jesus. Porém aquilo que celebramos no batismo deve ser conquistado por nós dia a dia. Por isso, mais uma vez, renovemos nossa fé. (Um momento de silêncio) Min. da Palavra: Para viver na liberdade dos filhos e filhas de Deus, renunciais ao pecado, fonte de injustiça e egoísmo? Ass.: Renuncio. Min. da Palavra: Para viver como irmãos e irmãs, renunciais a tudo que possa desunir, para que o pecado não domine sobre vós? Ass.: Renuncio. Min. da Palavra: Para seguir a Jesus Cristo, renunciais ao demônio, autor e princípio do pecado? Ass.: Renuncio. Min. da Palavra: Credes em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra? Ass.: Creio.
  • 19. Min. da Palavra: Credes em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que nasceu da Virgem Maria, padeceu e foi sepultado, ressuscitou dos mortos e subiu ao céu? Ass.: Creio. Min da Palavra: Credes no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição dos mortos e na vida eterna? Ass.: Creio. Min. da Palavra: O Deus todo-poderoso, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos fez renascer pela água e pelo Espírito Santo e nos concedeu o perdão de todo pecado, guarde-nos em sua graça para a vida eterna, no Cristo Jesus, nosso Senhor. Ass.: Amém. (Segue-se a aspersão, sob um canto apropriado.) 15. Preces Min. da Palavra: Nesta Noite Santa, elevemos nossas súplicas confiantes. Seguem as preces preparadas pela comunidade, de acordo com sua realidade. Min. da Palavra: Com o coração repleto de alegria pela certeza da ressurreição de vosso Filho Jesus Cristo, vos pedimos acolhei as preces aqui apresentadas e as que ficaram no silêncio de cada coração. Por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso! Ass.: Amém. RITO DE AGRADECIMENTO 01. Partilha (Canto/ procissão) Min. da Palavra: Acolhei ó Deus, com nossa partilha as preces do vosso povo, para que a nova vida, que brota do mistério Pascal, seja por vossa graça penhor da eternidade. Por Cristo, nosso Senhor. Ass.: Amém. (Momento em que o Min. da Eucaristia deve buscar a reserva eucarística e a assembleia se colocar em silêncio.) 02. Louvação Min. da Palavra: A nossa proteção está no nome do Senhor. Ass.: Que fez o céu e a terra. Min. da Palavra: Ouvi Senhor, minha oração. Ass.: Que chegue até vós o meu clamor. Min. da Palavra: O Senhor esteja convosco. Ass.: Ele está no meio de nós
  • 20. Min. da Palavra: Em agradecimento, louvemos aquele que está presente entre nós, e nos dá forças em nosso agir, a cada dia de nossa vida. Canto Sugestão: (Melodia da faixa13-CD Ação de Graças no Dia do Senhor) É bom cantar um bendito, Um canto novo, um louvor (bis) Jesus por nós deu a vida, Hoje Ele é nosso Senhor. (bis) Hoje Ele é nosso Senhor. Por sua ressurreição, Hoje Ele é nosso Senhor. (bis) Da morte é vencedor, Da vida é campeão (bis) É bom cantar um bendito, Um canto, um novo louvor (bis). Jesus por nós deu a vida, Hoje Ele é nosso Senhor (bis) Hoje Ele é nosso Senhor. Por sua ressurreição, Hoje Ele é nosso Senhor. (bis) As mãos se dão céu e terra É uma só louvação (bis) RITO DE COMUNHÃO 01. Pai Nosso Min. da Palavra: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vinculo de união fraterna, rezemos juntos, como próprio Cristo nos ensinou: Pai nosso... 02. Oração da Paz Min. da Palavra: Peçamos ao Pai que a paz da justiça e do amor possa reinar em nosso meio: Senhor Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos...
  • 21. Min. da Palavra: A paz do Senhor esteja convosco! Ass.: O amor de Cristo nos uniu. (O abraço da paz pode ficar para o final da celebração) 03. Comunhão Min. da Eucaristia: Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de que nele encontra seu refugio. Felizes os convidados para a ceia do Senhor! Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha casa, mas dizei uma só palavra e eu serei salvo! Canto / procissão Ass.: Senhor, eu não sou digno... Canto/ procissão 04. Oração Final Min. da Palavra: Ó Deus derramai em nós o vosso espírito de caridade, para que, saciados pelos sacramentos pascais, permaneçamos unidos no vosso amor. Por Cristo, Senhor nosso. Ass.: Amém! RITOS FINAIS 01. .Avisos/compromissos da Comunidade. 02 Homenagens: aniversariantes e visitantes 3. Bênção Final Min. da Palavra: O Senhor esteja convosco! Ass.: Ele está no meio de nós! Min. da Palavra: Que o Deus, todo poderoso, vos abençoe nesta solenidade pascal e vos proteja contra todo pecado. Ass.: Amém! Min. da Palavra: Abençoe-vos o Deus todo poderoso: Pai, Filho e Espírito Santo! Ass.: Amém! Min. da Palavra: Colocai em prática a Palavra de Deus, sendo alegres portadores da paz! Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe! Ass.: Graças a Deus! Canto opcional Preparando a Celebração Ritos Iniciais • Preparar uma bonita fogueira, começando a vigília fora do local da celebração, ao ar livre. Enquanto as pessoas vão chegando, a equipe de música entoa músicas que levam o povo a integrar-se no espírito da celebração.
  • 22. • Com antecedência pedir que o povo leve velas (porém a comunidade deve providenciar para distribuir aos que não puderam ou esqueceram-se de levar). Rito da Palavra • É importante que as leituras sejam bem proclamadas, sempre que possível, sejam feitas todas as leituras, pois há uma ligação entre as mesmas, que nos levam a entender melhor a história da salvação ou caso a comunidade opte por reduzir as leituras do AT, por razões que sejam convenientes, deve-se manter três, sem omitir a Leitura do Livro do Êxodo. Todas seguidas pelo canto do salmo e feitas a oração. • Após a última leitura ao AT canta-se solenemente o glória, e durante o canto ornamenta-se o Presbitério, o altar que estava desnudo é coberto com a toalha branca e as velas são acesas do altar, com toque de sinos, sinetas e os instrumentos musicais. (Para cobrir o altar sejam preparadas as pessoas). • Dar destaque especial à Proclamação do Evangelho, com aclamação e proclamação vibrante, • Que esteja preparada a mesa auxiliar à frente do presbitério com vasilha d’água que será abençoada com o Círio Pascal e no momento certo aspergida sobre a assembleia. Ritos Finais • Em rápidas palavras o Ministro, fala sobre as celebrações que da semana santa e o Domingo de Páscoa, ressaltando seu verdadeiro sentido. Pistas Para Reflexão Introdução: A Vigília desta noite ordena-se deste modo: depois de um breve lucernário, a santa Igreja medita nas maravilhas que o Senhor, desde o princípio dos tempos, realizou em favor do seu povo confiante na sua palavra e na sua promessa, até ao momento em que, ao despontar o dia da ressurreição, juntamente com os novos membros renascidos pelo Batismo, é convidada para a mesa que o Senhor, com a sua morte e ressurreição, preparou para o seu povo. Primeira Leitura: Livro do Gênesis faz a narrativa da grande obra da criação, primeiro passo rumo a criação do homem a imagem e semelhança do Criador. Segunda Leitura: Abraão é posto a prova por Javé que lhe pede um holocausto especial, a vida de seu filho único; tal qual o próprio Javé faria posteriormente como sacrifício de expiação pelos nossos pecados, seu filho único foi entregue para ser crucificado. Terceira Leitura: Moisés chamado por Javé para libertar seu povo da escravidão no Egito, Moisés o único homem com o qual o Senhor conversou; na hora da dificuldade sentiu insegurança e clamou por socorro e Javé mostrou que caminhava com ele dia e noite no deserto até a terra prometida.
  • 23. Quarta Leitura: o Senhor diz através do profeta Isaías uma nova aliança com o povo eleito, com imensa compaixão voltou a acolher o povo. Podem os montes recuar e as colinas abalar-se, mas minha misericórdia não se apartara de ti, nada fará mudar a aliança de minha paz. Nada poderá nos afastara do amor de Deus. Quinta Leitura: Ao povo exilado e disperso: “Vinde a mim vós que estais com sede, vós que não tendes dinheiro, vinde comei e bebei”, para que gastar dinheiro desperdiçar o seu dinheiro senão com a satisfação completa. E a refeição completa é Jesus, é o pão gratuito, é o pão da igualdade. Sexta Leitura: E o povo que se afastou do Senhor foi viver na escravidão e entre nações pagãs, e o profeta os clama: “Abandonastes a fonte da sabedoria!” E no NT veremos que a verdadeira fonte de sabedoria é Jesus. Sétima Leitura: Ezequiel anuncia o socorro de Deus a um povo rebelde, que estava espalhado e perdido e lhes oferece a salvação, mas uma condição a mudança do coração, arrancar o coração empedrado e receber um coração novo de carne repleto do espírito de Deus. Será derramada sobre os mesmos uma água pura e serão purificados. Oitava Leitura: Paulo em sua Carta aos Romanos apresenta o batismo como renascimento; morremos para o pecado e ressurgimos para uma vida nova em Cristo Jesus. Evangelho: Em Cristo foi selada a nova e definitiva aliança, com a morte e ressurreição de Jesus e nós a renovamos em nosso batismo. Com o anuncio vitorioso: “Ele ressuscitou! Não está aqui!” os cristãos começam a celebrar o memorial da presença de Deus no meio do povo, que se inicia com o batismo: mortos com Cristo viveremos para Deus. "SACRAMENTO DO BATISMO, DA CRISMA E SAGRADA COMUNHÃO"
  • 24. =Instruções aos Pais e Padrinhos= "Toda a autoridade sobre o Céu e sobre"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre a Terra Me foi entregue. Ide,a Terra Me foi entregue. Ide,a Terra Me foi entregue. Ide,a Terra Me foi entregue. Ide, portanto, e fazei que todas as naçõesportanto, e fazei que todas as naçõesportanto, e fazei que todas as naçõesportanto, e fazei que todas as nações se tornem Discípulos, batizandose tornem Discípulos, batizandose tornem Discípulos, batizandose tornem Discípulos, batizando em nome do Pai, do Filho e doem nome do Pai, do Filho e doem nome do Pai, do Filho e doem nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinandoEspírito Santo e ensinandoEspírito Santo e ensinandoEspírito Santo e ensinando observar tudo quanto vos ordenei. Eobservar tudo quanto vos ordenei. Eobservar tudo quanto vos ordenei. Eobservar tudo quanto vos ordenei. E eis que Eu estoueis que Eu estoueis que Eu estoueis que Eu estou dias até a consumação dos séculos!"dias até a consumação dos séculos!"dias até a consumação dos séculos!"dias até a consumação dos séculos!" (Mt 28, 18(Mt 28, 18(Mt 28, 18(Mt 28, 18 =Instruções aos Pais e Padrinhos= "Toda a autoridade sobre o Céu e sobre"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre a Terra Me foi entregue. Ide,a Terra Me foi entregue. Ide,a Terra Me foi entregue. Ide,a Terra Me foi entregue. Ide, portanto, e fazei que todas as naçõesportanto, e fazei que todas as naçõesportanto, e fazei que todas as naçõesportanto, e fazei que todas as nações se tornem Discípulos, batizandose tornem Discípulos, batizandose tornem Discípulos, batizandose tornem Discípulos, batizando em nome do Pai, do Filho e doem nome do Pai, do Filho e doem nome do Pai, do Filho e doem nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinandoEspírito Santo e ensinandoEspírito Santo e ensinandoEspírito Santo e ensinando observar tudo quanto vos ordenei. Eobservar tudo quanto vos ordenei. Eobservar tudo quanto vos ordenei. Eobservar tudo quanto vos ordenei. E eis que Eu estoueis que Eu estoueis que Eu estoueis que Eu estou convosco todos osconvosco todos osconvosco todos osconvosco todos os dias até a consumação dos séculos!"dias até a consumação dos séculos!"dias até a consumação dos séculos!"dias até a consumação dos séculos!" (Mt 28, 18(Mt 28, 18(Mt 28, 18(Mt 28, 18----20)20)20)20) =Instruções aos Pais e "Toda a autoridade sobre o Céu e sobre"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre"Toda a autoridade sobre o Céu e sobre a Terra Me foi entregue. Ide,a Terra Me foi entregue. Ide,a Terra Me foi entregue. Ide,a Terra Me foi entregue. Ide, portanto, e fazei que todas as naçõesportanto, e fazei que todas as naçõesportanto, e fazei que todas as naçõesportanto, e fazei que todas as nações se tornem Discípulos, batizandose tornem Discípulos, batizandose tornem Discípulos, batizandose tornem Discípulos, batizando----asasasas em nome do Pai, do Filho e doem nome do Pai, do Filho e doem nome do Pai, do Filho e doem nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinandoEspírito Santo e ensinandoEspírito Santo e ensinandoEspírito Santo e ensinando----as aas aas aas a observar tudo quanto vos ordenei. Eobservar tudo quanto vos ordenei. Eobservar tudo quanto vos ordenei. Eobservar tudo quanto vos ordenei. E convosco todos osconvosco todos osconvosco todos osconvosco todos os dias até a consumação dos séculos!"dias até a consumação dos séculos!"dias até a consumação dos séculos!"dias até a consumação dos séculos!"
  • 25. - APRENDIZADO PRÁTICO E TEÓRICO - SÍMBOLOS E SINAIS DO BATISMO - TEOLOGIA SACRAMENTAL (Doutrina do Batismo) - RESPONSABILIDADE PATERNAL - A CRISMA OU CONFIRMAÇÃO - EUCARISTIA OU CEIA DO SENHOR E SANTA MISSA - LINKS, E-MAIL, EMPRESAS DE BUSCA "ÍNDICE" APRENDIZADO PRÁTICO E TEÓRICO SÍMBOLOS E SINAIS DO BATISMO TEOLOGIA SACRAMENTAL (Doutrina do RESPONSABILIDADE PATERNAL A CRISMA OU CONFIRMAÇÃO EUCARISTIA OU CEIA DO SENHOR E SANTA MAIL, EMPRESAS DE BUSCA APRENDIZADO PRÁTICO E TEÓRICO TEOLOGIA SACRAMENTAL (Doutrina do EUCARISTIA OU CEIA DO SENHOR E SANTA MAIL, EMPRESAS DE BUSCA
  • 26. A Iniciação constitui um aprendizado prático e teórico da religião. Não apenas do conhecimento intelectual da Doutrina, mas também, um aprendizado de ritos e de práticas de vida. O Catecismo da Igreja Católica estabelece que “a Iniciação Cristã deverá comportar alguns elementos essenciais: o anúncio da Palavra, o acolhimento do Evangelho proporcionando uma conversão, a profissão de fé, o Batismo, a efusão do ESPÍRITO SANTO (a Crisma), e o acesso a Comunhão Eucarística”. O Sacramento do Batismo abre a porta para uma vivência cristã, porque insere a pessoa no Mistério Pascal de CRISTO, lhe introduz na Igreja e lhe concede acesso ao Sacramento da Eucaristia. São três os Sacramentos que compõe a Iniciação Cristã: o Batismo, a Crisma e a Eucaristia.
  • 27. O objetivo que deve levar as pessoas a se interessarem pela Iniciação Cristã, não pode e não deve se basear numa fundamentação exterior, ou seja, por tradição, porque é bonito, ou porque todas as pessoas fazem. Mas, sobretudo, deve conduzir a uma meditação sobre a realidade Divina que por certo irá gerar uma motivação interior, como ensina o Novo Testamento: porque a Vida Cristã deve se constituir numa “resposta” autêntica de nossa fé ao “chamamento” de DEUS. A preparação dos candidatos realiza-se através de um conjunto de instruções, de orações e práticas ascéticas, que recebe o nome de “Catecumenato”. No século III, em Roma, este processo costumava durar vários anos e preparava as pessoas para receberem durante a Vigília Pascal, os três Sacramentos: primeiro o Batismo, depois a Crisma e a seguir, a Primeira Eucaristia (Primeira Comunhão). Batismo de Adultos Inicialmente eram Batizadas somente pessoas adultas, porque assim, elas poderiam participar, entender e assimilar todas as instruções. Entretanto, a começar pelos locais distantes, em terras de Missões Cristãs, as autoridades perceberam a dificuldade para instruir devidamente os interessados e decidiram Batizar as crianças, filhos de pais cristãos. Na continuidade, os Pais com instrução religiosa, assumiam perante a Igreja, também o compromisso de educar religiosamente os seus filhos. E dessa forma, aos poucos, o rito específico de Iniciação Cristã de
  • 28. Adultos foi sendo abandonado. Quando eram Batizados adultos, seguia-se o rito do Batismo de Crianças e todos os passos se reduziam a uma única celebração, ou seja, Batizando-se Adultos e Crianças juntos no mesmo rito. Todavia, o Concílio Vaticano II restaurou o Rito da Iniciação Cristã de Adultos, o qual deveria ser usado nos casos de Batismo de pessoas que já tivessem atingido o uso da razão. E determinou ainda, que o Rito incluiria toda a Liturgia do Catecumenato, com a Celebração do Sacramento do Batismo, da Crisma ou Confirmação e da Eucaristia, ou seja, o candidato seria instruído ao longo dos anos e receberia os três Sacramentos. Dessa forma, a preparação e iniciação do neo-convertido se processaria gradativamente no seio da comunidade eclesial, através de encontros com a equipe de catequese ao longo de 2 a 4 anos, refletindo com os catecúmenos a excelência do Mistério Pascal de CRISTO, renovando e robustecendo a sua própria conversão, além de induzi-los pelo seu exemplo, a obedecer com maior respeito e generosidade aos apelos do ESPÍRITO SANTO. Distinguem-se quatro tempos no itinerário da preparação de Adultos: no primeiro tempo, o pré-catecumenato; o segundo tempo, é dedicado essencialmente a Catequese; no terceiro tempo, segue com a purificação e iluminação interior com seus ritos específicos, e termina no quarto tempo, com a “mistagogia” durante todo o período pascal, com o aprofundamento da catequese e das boas relações com a comunidade fiel. Então deve ficar claro, que no Rito renovado da Iniciação Cristã de Adultos, estabelecido no Concílio Vaticano II, se prevê que o catecúmeno seja preparado para receber ao
  • 29. mesmo tempo os três Sacramentos: o Batismo, a Crisma ou Confirmação e a Eucaristia. Seguindo essa orientação da Igreja, hoje não mais se pode conceber o Batismo de um Adulto seguindo o Rito de Batismo das Crianças, ou junto com elas. Nem tem sentido Batizar um Adulto depois de uma “rápida preparação individual” , para que ele possa receber o Sacramento do Matrimônio na Igreja. Batismo de Crianças: Vemos na Sagrada Escritura que há sempre um processo de conversão em resposta à Palavra de DEUS. Só depois é que acontece o rito ou a celebração da salvação pela fé: através do Batismo. O Batismo constituía então como um selo, um sinal de justificação e de pertença ao grupo daqueles que pertenciam a Igreja. Realizava-se o que CRISTO ensinara: “Quem crer e for batizado será salvo”. Então, estes elementos fundamentais: ouvir a mensagem, responder pela fé, pela conversão do coração e uma vida conforme a nova dignidade de batizado, era normalmente o que ocorria no Batismo de Adultos. Nos primeiros séculos havia uma preparação que durava até três anos e o Batismo não era realizado por “infusão” de água e com as palavras do celebrante “Eu te batizo”, como é atualmente. O catecúmeno descia até a piscina e lá, dentro d’água, professava três vezes sua fé, respondendo às perguntas do ministro celebrante: “Crê
  • 30. em DEUS PAI?” Creio; CRISTO?” Creio; “Crê no DIVINO ESPÍRITO SANTO?” Creio, enquanto, após cada resposta, o batizando era mergulhado na água. Sedimentadas as explicações anteriores alguém poderia lançar uma pergunta: "Sendo o Batismo um Sacramento de fé, uma resposta de fé e uma celebração da redenção na fé, como se justifica o Batismo de Crianças? As crianças não tem entendimento e nem razão para professar sua fé?" Ora, mas se a Igreja instituiu e o pratica é porque certamente, como vamos ver, ele tem sentido. A Igreja se fundamenta na realidade de que existem duas vias de justificação em CRISTO: 1ª) Para os que têm o uso da razão são necessários a o “Batismo”. (É o caso do Batismo de Adultos) 2ª) Para as crianças, o Batismo é realizado na (dos Pais e Padrinhos cristãos, e dos fieis crentes que são membros da Igreja). Assim, as crianças são Batizadas pela da representação”. Isto porque, DEUS no Plano de Salvação, primordialmente, observa as leis naturais. Na vida natural, a criança depende em tudo dos pais e é representada por até juridicamente. DEUS dá vida à criança que é gerada pelos Pais, que a alimenta, que lhe dá as vestes, educa e conserva a sua existência. Em tudo a criança é solidária com os Pais. Algo semelhante acontece no plano religioso. Os Pais que receberam o Sacramento do Matrimônio, que crêem e seguem CRISTO, são representantes e mediadores dos filhos diante do SENHOR e por isso, naturalmente querem colocá-los ao lado de JESUS, entre os justificados, fazendo Creio;“Crê em NOSSO SENHOR JESUS “Crê no DIVINO ESPÍRITO enquanto, após cada resposta, o batizando era mergulhado na água. Sedimentadas as explicações anteriores alguém poderia lançar "Sendo o Batismo um Sacramento de fé, uma resposta de fé e uma celebração da redenção na fé, como se tismo de Crianças? As crianças não tem entendimento e nem razão para professar sua fé?" Ora, mas se a Igreja instituiu e o pratica é porque certamente, como vamos ver, ele tem sentido. A Igreja se fundamenta na realidade de que existem duas vias justificação em CRISTO: 1ª) Para os que têm o uso da razão são necessários a . (É o caso do Batismo de Adultos) 2ª) Para as crianças, o Batismo é realizado na “Fé” (dos Pais e Padrinhos cristãos, e dos fieis crentes que são Assim, as crianças são Batizadas pela “lei da solidariedade e . Isto porque, DEUS no Plano de Salvação, primordialmente, observa as leis naturais. Na vida natural, a criança depende em tudo dos pais e é representada por até juridicamente. DEUS dá vida à criança que é gerada pelos Pais, que a alimenta, que lhe dá as vestes, educa e conserva a sua existência. Em tudo a criança é solidária com os Pais. Algo semelhante acontece no plano religioso. Os Pais que m o Sacramento do Matrimônio, que crêem e seguem CRISTO, são representantes e mediadores dos filhos diante do SENHOR e por isso, naturalmente querem los ao lado de JESUS, entre os justificados, fazendo “Crê em NOSSO SENHOR JESUS enquanto, após cada resposta, o batizando Sedimentadas as explicações anteriores alguém poderia lançar "Sendo o Batismo um Sacramento de fé, uma resposta de fé e uma celebração da redenção na fé, como se tismo de Crianças? As crianças não tem entendimento e nem razão para professar sua fé?" Ora, mas se a Igreja instituiu e o pratica é porque certamente, A Igreja se fundamenta na realidade de que existem duas vias 1ª) Para os que têm o uso da razão são necessários a “Fé” e “Fé” da Igreja (dos Pais e Padrinhos cristãos, e dos fieis crentes que são “lei da solidariedade e . Isto porque, DEUS no Plano de Salvação, primordialmente, observa as leis naturais. Na vida natural, a criança depende em tudo dos pais e é representada por eles, até juridicamente. DEUS dá vida à criança que é gerada pelos Pais, que a alimenta, que lhe dá as vestes, educa e conserva a sua existência. Em tudo a criança é solidária com os Pais. Algo semelhante acontece no plano religioso. Os Pais que m o Sacramento do Matrimônio, que crêem e seguem CRISTO, são representantes e mediadores dos filhos diante do SENHOR e por isso, naturalmente querem los ao lado de JESUS, entre os justificados, fazendo
  • 31. parte daqueles que pela “água” e o “ESPÍRITO SANTO” são regenerados e fazem parte da comunidade dos Santos. Assim sendo, após o Batismo, os Pais continuam exercendo sua missão mediadora, realizando uma ação sacerdotal em favor dos filhos, levando-os a rezarem e a praticarem o bem, até que atinjam o uso da razão e possam fazer seu ato de fé pessoal, assumindo de acordo com sua própria vontade, o Batismo celebrado pela Igreja quando eram crianças. Para que tudo isto seja possível é necessário que os Pais e Padrinhos sejam cristãos, tenham recebido o Sacramento do Matrimônio e frequentem regularmente a Igreja, participando das Santas Missas, revelando a sua fidelidade a DEUS. Podemos dizer que o Símbolo é a linguagem do mistério, ou seja, a comunicação do mistério. Os Símbolos na Liturgia contém, ocultam, e ao mesmo tempo revelam e comunicam o mistério. Por isso dizemos que na Liturgia todos os Sinais são Sinais Simbólicos, e serão Sinais Litúrgicos na medida em que forem capazes de ocultar, conter, revelar e comunicar os mistérios de CRISTO. O Símbolo Batismal mais importante é a “Água”.
  • 32. No início do mundo o ESPÍRITO DE DEUS pairava sobre as águas, das quais emergem a terra e todos os seres vivos. À semelhança do que aconteceu na criação, das águas do Batismo santificadas pelo ESPÍRITO SANTO emerge uma nova criatura. A Mãe Igreja, pelas águas do Batismo, fecundadas pelo Divino ESPÍRITO SANTO, dá à luz novos filhos. JESUS fala deste novo nascimento no diálogo com Nicodemos. (Jo 3, 1-13) A imagem do dilúvio e do Mar Vermelho confere outro significado à água do Batismo: a água destrói, mata, mas ao mesmo tempo é meio de salvação. Como as águas do dilúvio submergiram um mundo pecador, e como as águas do Mar Vermelho afogaram a cavalaria do Faraó que perseguia o povo que fugia da escravidão, assim também as águas batismais destroem o pecado, afogam o inimigo, exterminam e cancela o mal. A destruição por sua vez é via para a libertação. No dilúvio foram poupados os justos; e das águas do Mar Vermelho saiu um povo livre e em festa. Da mesma forma, das águas do Batismo sai uma pessoa purificada das culpas, libertada da escravidão do pecado e do demônio (terá as tentações do maligno como todas as criaturas, mas não será escravo de satanás). Assim, a “Água” é apenas um Símbolo, ela não tem a força e nem o poder de purificar o pecado. É o ESPÍRITO SANTO que nela atua em todos os acontecimentos e no momento do Batismo, ELE, com a força e o poder Divino destrói todo o mal que existe e proporciona a alegria de uma nova vida. “Sinal da Cruz”.
  • 33. Após o diálogo introdutório em que os Pais pedem o Batismo para a criança, o sacerdote convida-lhes a traçarem o “Sinal da Cruz” na fronte da criança. Este gesto tem grande significação. Ele quer exprimir o primeiro encontro da criança com a fé em JESUS CRISTO e na Salvação pela morte redentora do SENHOR na Cruz. Porque foi pela morte DELE que nos reconciliamos com o PAI ETERNO e fomos inseridos na amizade da SANTÍSSIMA TRINDADE. O Sinal da Cruz relembra esta verdade histórica. Assim, convidando os Pais a realizarem aquele gesto, o sacerdote está dizendo que a salvação de DEUS vem à criança através da fé dos pais, pois eles, pelo Sacramento do Matrimônio, são constituídos mediadores entre DEUS e o filho, exercendo a função sacerdotal. Os Pais receberam de DEUS pela própria missão criadora e pela graça do Sacramento do Matrimônio, o poder de abençoar os filhos. Por isso, eles são convidados por DEUS a adquirirem o costume de abençoarem os seus filhos enquanto pequenos e quando crescidos. “Anúncio da Palavra de DEUS”: Ela ilumina com a verdade revelada os candidatos e a assembléia, suscitando uma resposta de fé. Como o Batismo significa libertação do pecado e do demônio, durante a celebração o celebrante pronuncia um ou vários exorcismos sobre o candidato. “Unção com Óleo”.
  • 34. Há dois ritos de Unção no Batismo. A primeira “Unção” é feita antes da “infusão daágua”, durante as preces após a Liturgia da Palavra. É a Unção com óleo chamado dos Catecúmenos. O sacerdote unge o peito da criança, dizendo: “O CRISTO SALVADOR te dê sua força. Que ela penetre em tua vida como este óleo em teu peito”. Este rito pode ser substituído por uma imposição das mãos do celebrante, sobre a cabeça da criança, dizendo as palavras: “O CRISTO SALVADOR te dê Sua força”. É uma invocação ao ESPÍRITO SANTO para que o batizando renuncie ao mal e faça uma boa profissão de fé. Na parte final do Batizado é feita a segunda “Unção com Óleo da Crisma”. No Antigo Testamento era comum ungir os sacerdotes, reis e profetas. Também CRISTO foi ungido pelo ESPÍRITO SANTO de um modo muito especial. Então esta Unção quer significar que pelo Batismo nos tornamos participantes do poder messiânico de JESUS. E também, conforme a primeira epístola de São Pedro (1 Pedr 2, 9-10) nos tornamos raça eleita com CRISTO, reis (rainhas), sacerdotes (sacerdotisas) e profetas (profetisas). Profetas, porque participantes da salvação em CRISTO, que deveremos anunciar a humanidade por palavras e exemplos de vida. Mostrar que DEUS é Amor através do verdadeiro amor pessoal. Tornamo-nos sacerdotes. Não possuímos o sacerdócio ministerial com o poder de fazer a Consagração na Santa Missa. Mas nos tornamos participantes do sacerdócio de JESUS, pois participamos do novo povo de DEUS na Nova Aliança, sendo assim, parte de um povo sacerdotal capaz de oferecer sacrifícios com CRISTO. Isto porque, recebemos nossa vida como precioso dom de DEUS e assim, devemos oferecê-la em retribuição, em ação de graças ao CRIADOR.
  • 35. Todo cristão pode e deve, em sua vida, orientar todas as coisas para DEUS. Por fim, pelo Batismo nos tornamos reis, possuidores do Reino de DEUS. Com JESUS vencemos a morte e o pecado e podemos participar da própria vida de DEUS. “Veste Branca”. Entre os gestos complementares do Batismo encontramos a entrega da veste branca. Este gesto tem sua origem no Batismo dos Adultos na Igreja primitiva. Ao chegarem à fonte, antes de descerem à água, as pessoas se despiam de suas vestes e eram ungidas. Após professarem sua fé e serem batizadas na piscina, saíam da água e eram revestidas de uma veste branca, simbolizando uma vida nova, despidos de seus pecados e paixões, tornando- se uma criatura nova em CRISTO. A veste branca ou a veste nova no Batismo quer expressar que pelo Sacramento entramos numa nova vida e esperamos levar esta nova vida até a participação do banquete celestial, onde o SENHOR nos quer encontrar com a veste nupcial da amizade de DEUS. “A Vela Acesa”. É um gesto muito significativo. Na cerimônia do Batizado, o celebrante convida os Pais a acenderem no Círio Pascal a vela da sua criança e ele reza a oração: “Pais e Padrinhos, esta luz vos é entregue para que a alimenteis. Por isso, esforçai-vos para que esta criança caminhe na vida iluminada por CRISTO, como filho da luz. Perseverando na fé, possa com
  • 36. todos os santos ir ao encontro do SENHOR, quando Ele vier. Recebei a luz de CRISTO!” Pelo Batismo somos iluminados, participamos da Luz que é CRISTO. Não mais andamos nas trevas, pois somos filhos de DEUS. A vela acesa pode significar também a nossa fé. Ela mantendo-se acesa mostra que não caminhamos nas trevas do inimigo. Os Pais se tornam responsáveis para que a criança se torne luz para os outros em sua vida. “Rito do Éfeta”. É um rito facultativo, realizado logo após a entrega da vela acesa. É uma palavra aramaica que significa “abre- te”. O Celebrante toca os ouvidos e a boca da criança, dizendo: “O SENHOR JESUS que fez os surdos ouvir e os mudos falar, te conceda que possas logo ouvir a sua palavra e professar a fé, para louvor e glória de DEUS PAI”. Pelo Batismo, o SENHOR através do ESPÍRITO SANTO, abre os ouvidos do batizando para que ouça e entenda a Palavra de DEUS, solta a sua língua e lhe abre a boca para poder professar a sua fé. Os Pais são os instrumentos desta mensagem, que por sua mediação deverão fazê-la chegar às crianças. Na continuidade, os filhos atingindo o uso da razão poderão dizer: agora eu creio, porque eu mesmo conheço o SENHOR JESUS CRISTO.
  • 37. “O Sal”. Na vida das famílias o Sal tem duas grandes finalidades: “dar sabor” e “conservar” os alimentos. Como Símbolo religioso o Sal significa: “ser o tempero, ser o exemplo” que estimulará os irmãos a caminhar na estrada do direito, da justiça e do amor fraterno; “dando sabor” ao apetite humano, para ter fome da Palavra de DEUS. Todavia, o novo Rito do Batismo de Crianças aboliu o Rito do Sal. A razão principal é por motivo de higiene. Como derradeira notícia, no Catecismo da Igreja Católica está escrito: “JESUS Mesmo afirma que o Batismo é necessário para a salvação”. Tanto é verdade, que ELE ordenou a seus Discípulos que anunciassem o Evangelho e batizassem todas as nações conforme está escrito no Novo Testamento (Mt 28, 18- 20)(Mc 16, 15-16) (Lc 24, 46-47). A Igreja não conhece outro meio senão o Batismo para garantir êxito aos que querem entrar na bem-aventurança eterna. O Sacramento do Batismo foi instituído por JESUS com o objetivo de santificar a vida da humanidade, conforme podemos
  • 38. ler no Novo Testamento, no Evangelho escrito por São Mateus, que reproduz as palavras do SENHOR: “Toda autoridade sobre o Céu e sobre a Terra ME foi entregue. Ide, portanto, e fazei que todas as nações se tornem discípulos, batizando-as em nome do PAI, do FILHO e do ESPÍRITO SANTO, e ensinando-as a observar tudo quanto vos ordenei. E eis que EU estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos!” (Mt 28, 18-20) Normalmente o Batizado é realizado na Igreja. E quem Batiza são os Sacerdotes, Diáconos e Ministros credenciados. Quanto à maneira de Batizar, JESUS mandou que Batismo fosse feito do mesmo modo que João Batista fazia, quando realizava um “Batismo de Penitência” no Rio Jordão, preparando o povo para que recebessem dignamente o Messias. Da mesma maneira que no Batismo de Penitência, no Sacramento do Batismo tem “Matéria” e “Forma”. A “Matéria” é a Água utilizada na Cerimônia, que pode estar num rio, numa fonte, numa piscina, numa banheira ou dentro de uma jarra. JESUS escolheu a Água, porque ela é o símbolo da vida, ninguém vive sem ela. A “Forma” são as palavras ditas no momento da celebração. O rito central do Batismo vem da palavra grega “Baptizein”, que traduzida para o português significa “imersão”. Antigamente a maneira de Batizar era por “imersão” realizada num rio ou numa piscina. Com o passar dos anos, pelo desconforto que ocasionava, a Igreja instituiu a “Infusão” com Água, ou seja, o derramamento de Água na cabeça do batizando, pronunciando a “Forma”: “Eu te Batizo em nome do PAI, (derrama uma porção de água na cabeça do batizando) do FILHO (derrama uma segunda
  • 39. porção de água) e do ESPÍRITO SANTO"(derrama outra porção de água). Mas porque Batizamos nossos filhos? Qual a finalidade do Batismo? Será que é para nossos filhos não serem “azarados” ou para não “pegarem mal olhado”? Ou porque é bonito! Ou porque todo mundo batiza, e por isso, nós vamos batizar também! Evidentemente este não pode e não deve ser os motivos para Batizarmos os nossos filhos . Batizamos nossos filhos e afilhados, para que eles recebam o manancial de graças que o SENHOR derramada sobre as pessoas, através do Sacramento. Pelo Batismo nossos filhos tornam-se “cristãos”, irmãos de CRISTO, membros de sua Igreja e participantes de seu sacerdócio. No momento da “Infusão da Água”, o ESPÍRITO SANTO desce sobre o batizando, perdoando os seus pecados cometidos até aquele dia (caso do Batismo de Adultos), neutraliza o efeito nefasto do Primeiro Pecado (cometido pelos nossos primeiros Pais) também chamado de Pecado Original, e coloca no coração do batizando a semente da Fé que ele deverá ter em JESUS e na SANTÍSSIMA TRINDADE (que nos inventou e criou), concedendo as três Virtudes Teologais: Fé, Esperança e Caridade (Amor), além do Caráter Sacramental de “Filho de DEUS”. Por todas essas razões, devemos ter pressa em Batizar os nossos filhos, para que eles recebam estas preciosas graças que o SENHOR nos concede através do Sacramento.
  • 40. Por outro lado, é fácil compreender que o Batismo é um “Sinal”, pelo qual demonstramos querer que os nossos filhos e afilhados, sejam realmente de DEUS. Assim sendo, através do Sacramento do Batismo, a humanidade faz uma “Aliança” com o CRIADOR. ELE é o parceiro perfeito, porque sempre cumpre integralmente a sua parte. O Sacramento nos oferece meios e nos predispõe a cumprirmos também a nossa parte, estimulando-nos a assumirmos os deveres e obrigações de cristãos e sermos de fato aqueles “Filhos de DEUS”, que o SENHOR gostaria que fôssemos. Esta é a resposta correta que deve ser dada a quem fizer a pergunta: porque Batizamos os nossos filhos? São João em seu Evangelho, transcreve outras palavras de JESUS: “EU sou a verdadeira vide e o MEU PAI é o agricultor. Todo ramo em MIM que não produz fruto, ELE o corta, e todo o que produz fruto ELE o poda, para que produza mais fruto ainda.” (Jo 15, 1-2) Os batizados tornam-se “ramos” da imensa videira que é JESUS. Então, temos que ensinar e educar os nossos filhos para que eles dêem frutos na vida, que sejam trabalhadores, responsáveis com seus deveres e obrigações, que pratiquem a justiça e o amor fraterno e não se afastem de DEUS, rezando com frequência e participando da Santa Missa. Isto porque, as pessoas que produzem frutos serão “podadas” pelo CRIADOR, ou seja, receberão mais virtudes e dons, para que possam aperfeiçoar ainda mais as suas boas qualidades e poderem produzir ainda mais frutos.
  • 41. Contudo, aquele “ramo” que não produz fruto, o CRIADOR o “corta”, ou seja, deixa-o entregue a sua própria sorte, até que um dia ele compreenda o seu desacerto e decida buscar um caminho de conversão. Quando afirmei que o Sacramento do Batismo perdoa todos os pecados cometidos até aquele dia, coloquei em evidência o Batismo de Adultos, porque a criança ainda não cometeu pecado. Todavia, para Batizar um Adulto, é necessário que ele seja preparado convenientemente, conheça a Doutrina e compreenda a Verdade Cristã, a fim de que possa receber o Sacramento e ter plena consciência do valor e utilidade do mesmo. Desse modo, conforme já mencionamos anteriormente, o Adulto deve ser preparado através de uma catequese eficiente, para receber no mesmo dia o Sacramento do Batismo, depois o Sacramento da Crisma ou Confirmação e logo a seguir, na mesma cerimônia, receber a Primeira Eucaristia, sem a necessidade de se confessar com um sacerdote, porque sendo Batizado recebe a graça do perdão de todos os seus pecados cometidos. Poderá também receber qualquer outro Sacramento, se tiver sido preparado para recebê-lo. Os Sacramentos instituídos por JESUS para a nossa santificação através do ESPÍRITO SANTO, são sete (7): Batismo, Crisma ou Confirmação, Confissão ou Penitência, Eucaristia ou Sagrada Comunhão, Unção dos Enfermos, Ordem e Matrimônio ou Casamento. O Batismo é o primeiro dos Sacramentos da Iniciação Cristã, somente depois de recebê-lo é que as pessoas poderão receber os outros Sacramentos.
  • 42. O Batismo também neutraliza o efeito nefasto do Pecado Original ou Primeiro Pecado. Mas que Pecado é esse? Foi o Pecado cometido pelos nossos primeiros pais, Adão e Eva. DEUS criou o universo com tudo o que existe, numa manifestação normal e espontânea de seu infinito e generoso Amor. ELE nunca precisou de nada e de ninguém para completar a sua felicidade, porque ELE sempre foi e é feliz! Criou a humanidade por imensa Bondade, porque quis dividir com suas criaturas, o esplendor, a beleza e o conforto do Paraíso Eterno. Por outro lado, pelo fato do CRIADOR ser Onisciente (sabe de todas as coisas; é conhecedor do presente, do passado e do futuro), quando criou Adão e Eva, sabia que eles seriam tentados pelo maligno e seriam fracos e não resistiriam à tentação. Mesmo assim, agilizou a criação e colocou os nossos primeiros pais no Éden, no Paraíso Terrestre e lhes deu este mandamento: “Podes comer(os frutos) de todas as árvores do jardim. Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás, porque no dia em que dela comeres terás que morrer.” (Gn 2, 16-17) Entretanto, o demônio sempre a espreita de uma oportunidade para querer interferir no Plano de DEUS, sob a forma de uma serpente tentou Eva, dizendo-lhe que ela não ia morrer, que se comesse daquele fruto seria como deuses, conhecedores do bem e do mal. Eva iludida pela tentação fraquejou e aceitou o fruto da árvore proibida comendo um pedaço. Gostou! Ofereceu a Adão que também comeu do fruto. Estava concretizado o Primeiro Pecado, também chamado: Pecado
  • 43. Original. Na realidade, o Pecado Original além de ter sido um Pecado de Desobediência, foi também um Pecado de Soberba, porque Adão e Eva além de desobedecerem à ordem do CRIADOR, enfeitiçados pela tentação diabólica quiseram ser como “deuses”. E por ter sido uma ofensa direta contra DEUS, teve reflexo infinito, porque o CRIADOR é infinito, trazia no seu coração a humanidade inteira de todas as gerações. Assim, todas as gerações que nasceram e continuam nascendo trazem a maldita chancela, a abominável lembrança, o estigma hereditário do Primeiro Pecado ou Pecado Original. Todavia, como DEUS sabia que ia acontecer a tentação e que nossos primeiros pais, apesar de estarem revestidos de graças especiais, acolheriam inocentemente a trama de satanás, projetou enviar o seu próprio FILHO, a Segunda Pessoa da SANTÍSSIMA TRINDADE, para Salvar e Redimir a humanidade por causa do Primeiro Pecado e dos Pecados Subsequentes. E assim aconteceu, na plenitude dos tempos, pela ação do ESPÍRITO SANTO, JESUS nasceu da VIRGEM MARIA entre nós, no meio do povo que ELE veio Salvar e Redimir. E cumpriu maravilhosamente a sua Divina Missão, derramando o seu sagrado e precioso sangue no alto de um madeiro, neutralizando o poder do Pecado Original, Redimindo e Salvando todas as gerações, e consolando o CRIADOR, além de deixar-nos os seus ensinamentos, o seu exemplo maravilhoso de Homem, deixar-nos os Sacramentos para santificar a humanidade e também, deixou-nos MARIA sua MÃE, para ser a Mãe Espiritual de todos nós, nossa intercessora e advogada de todas as causas junto de DEUS.
  • 44. Depois da vinda de JESUS as pessoas continuam nascendo e da mesma forma, trazem na alma o estigma do Primeiro Pecado. Mas agora, as pessoas trazem também a graça Redentora que nasceu no Divino Sacrifício do SENHOR na Cruz, graça poderosa que neutraliza o poder daquela predisposição para o mal e impede o domínio das más ações oriundas do Pecado Original. Por outro lado, como já mencionamos, na cerimônia do Batizado, no momento em que o celebrante derrama Água na cabecinha do batizando, o Divino ESPÍRITO SANTO coloca no coração do candidato a semente da Fé que ele deve ter em JESUS e na SANTÍSSIMA TRINDADE que o inventou e criou. Todavia, a “Fé” embora sendo uma força invisível e poderosa, ela requer atenção, precisa ser cuidada e alimentada diligentemente, caso contrário irá se enfraquecendo e até desaparecer totalmente. Mas como cuidar da “Fé”? Alimentando-a com leituras Bíblicas, com livros sobre a Vida dos Santos, através das Orações diárias, das Santas Missas, jejuns e penitências que forem realizados ao longo da existência, acompanhados de uma dedicada frequência aos Sacramentos. E também é importante realçar, que o Sacramento do Batismo não depende da “santidade” e nem da “fé” do celebrante que dirige a cerimônia, mas primordialmente da sua “intenção”, em querer Batizar as pessoas (Crianças e Adultos). A Igreja aceita ainda três tipos especiais de Batismo: Batismo de Emergência, Batismo de Desejo e Batismo de Sangue.
  • 45. BATISMO DE EMERGÊNCIA – È aquele ministrado durante uma emergência. Para ficar bem explícito, vamos exemplificar: Imaginemos que o filho de um casal ao nascer, apresentou um problema sério de saúde. Então, os pais vão a procura de um sacerdote ou um diácono para Batizar a criança, porque de acordo com o diagnóstico médico, ela tinha uma pequena chance de viver. Mas os Pais não encontraram ninguém para Batizar o filho. Neste caso, se você estiver presente ao acontecimento, deverá fazer o Batismo . O procedimento é simples: os pais escolhem um nome para a criança e da mesma maneira, escolhem os Padrinhos entre as pessoas que ali se encontrarem, ou poderão também escolher como Padrinhos, um Santo ou uma Santa da devoção deles. Com um copo de água filtrada e uma pequena mecha de algodão poderão realizar a cerimônia, molhando o algodão na água e colocando-o de leve na cabeça da criança por três vezes, dizendo a “Forma”: “José ou Maria, eu te Batizo em nome do PAI (coloca o algodão molhado na cabeça da criança), do FILHO (coloca o algodão molhado outra vez) e do ESPÍRITO SANTO" (coloca-o pela terceira vez). A criança está Batizada. Se ela morrer, sua alma vai certinha para os carinhosos braços de DEUS. Entretanto, pode acontecer que ela não morra, porque a Misericórdia do SENHOR é muito grande e ELE pode decidir, através daquele Batismo de Emergência, restituir a saúde à criança. E agora, o que fazer? A criança está Batizada, embora não foi Batizada na Igreja e nem o celebrante foi um sacerdote, ou Diácono ou um Ministro credenciado! Como legalizar esta situação?
  • 46. Os pais deverão ir a Igreja e contar a ocorrência ao Padre. Ele autorizará que num domingo de Batizados na Igreja, a criança seja submetida à parte Complementar do Batismo (liturgia da palavra, unção com óleo dos catecúmenos, veste branca, vela acesa), para que o nome dela seja inserido no Livro de Registro de Batizados da Paróquia. No futuro, quando a criança tornar-se jovem e necessitar de uma Certidão de Batismo para o Casamento, a Igreja terá condições de fornecê- la. BATISMO DE DESEJO – Voltando ao exemplo anterior, em que a criança recém nascida estava com um grave problema de saúde, e que os pais procuraram exaustivamente e não encontraram um sacerdote, um diácono ou um ministro credenciado para batizá-la e também, não havia ninguém que soubesse nada a respeito do Batismo de Emergência! Isto resultaria que a criança ia morrer sem ser Batizada. Nestes casos, a Misericórdia Divina atua em plenitude, porque DEUS conhecendo todos os corações, sabe que existiu de fato, o “desejo” e a “intenção” dos pais em Batizar a criança. Eles procuraram exaustivamente um celebrante e não encontraram. Então, pela Bondade incomensurável do SENHOR, concretiza-se o “Batismo de Desejo”. A criança morrendo, a sua alma com certeza, irá para o Céu. BATISMO DE SANGUE – Acontecia com frequência no início do Cristianismo. Naquela época, aqueles que se preparavam para serem Batizados, chamados de Catecúmenos, frequentavam a Comunidade Cristã durante três anos de preparação. Eram adultos que assumiam a responsabilidade Batismal. A partir do ano 64, Nero, um terrível Imperador Romano, querendo conseguir espaço para fazer novas
  • 47. construções grandiosas em Roma e também, para se inspirar e escrever um poema épico, mandou incendiar diversos casarões no centro de Roma. Como existiam muitas casas de madeira, o fogo alastrou-se com violência e destruiu quatro, dos quatorze bairros que a cidade possuía, matando muita gente e deixando milhares de pessoas completamente desprotegidas. Diante da catástrofe, ele se acovardou, ficou apavorado e com medo. Junto com seus comparsas decidiram arranjar um “bode expiatório” para ficar com a culpa do incêndio. Colocaram a culpa nos cristãos. Então, iniciou uma cruel e abominável perseguição contra todos os cristãos, prendendo homens, mulheres, velhos, jovens e crianças. Não poupavam ninguém. Iam todos para as prisões romanas. Do cárcere eram levados para o Coliseu Romano e para Circo de Calígula, onde eram estraçalhados na arena pelos leões famintos, também crucificados impiedosamente, enquanto outros amarrados em postes de madeira tinham o corpo impregnado de betumem, eram incendiados, transformando-se em tochas vivas para iluminar a devassidão da corte imperial. Morriam derramando o sangue pela causa de CRISTO. Eram verdadeiros “Mártires”! Por isso dizemos que acontecia um “Batismo de Sangue”. Embora fossem catecúmenos, ou seja, ainda não tivessem recebido o Sacramento do Batismo, como derramaram o seu sangue crendo em DEUS, foram para o Céu, como verdadeiros “Santos”.
  • 48. As famílias são a base de nossa sociedade e de nossa nação. Todavia, infelizmente, em nosso século XXI, muitas estão mergulhadas num sono de indiferença e de interesses pessoais, que conduz os seus membros a um assustador e impressionante “caos familiar” . De modo lamentável desencadeou uma torrencial quantidade de separação de muitos casais, com um incrível aumento da liberdade sexual dos homens e o consequente recrudescimento da emancipação sexual precoce da mulher, inclusive, com o absurdo crescimento de uma anormalidade totalmente irracional: das mulheres procurarem ser mães mesmo não estando casadas! Esta realidade levou muitos pesquisadores a buscarem caminhos para explicar aquelas ocorrência, atribuindo-as principalmente, a secularização dos costumes, com o gradual e continuo afastamento de DEUS e das coisas sagradas, numa verdadeira dessacralização dos costumes. Também não pode ser esquecida, a irrestrita permissividade, atitudes de emancipação assumidas por jovens e adultos, em busca de uma liberdade que escraviza, que fere e distorce os conceitos da moral, da harmonia e da fidelidade. Junto com estes, muitos outros acontecimentos contribuíram para o “caos familiar”, clamando por uma providência eficaz e imediata de cada pai e de cada mãe de família, que amam os seus filhos e quer a plena e total felicidade de cada um deles. Isto porque, a continuidade e o crescimento destes fatos, poderão conduzir a uma incontrolável “violência”, que resultará na companhia de uma abominável “impiedade”, aprofundando de modo terrível
  • 49. e perigoso a decaída moral, que envolta pelo ódio e pela irracionalidade fatalmente conduzirá as famílias ao abismo mais profundo da infelicidade! Por isso mesmo, torna-se imperioso, muito mais importante e merecedor dos melhores cuidados, a educação e o exemplo que os Pais devem dar aos seus filhos. A responsabilidade dos Pais e Padrinhos deve ser assumida com consciência e decisão, a fim de que as crianças recebam em plenitude, os benefícios de uma harmoniosa e digna vivencia familiar. É assim que devem procurar viver como autênticos cristãos, no trabalho, no lar e no lazer. O “bom exemplo” que demonstrarem, será o melhor ensinamento para as crianças e sem dúvida, será uma contribuição concreta para a boa formação do caráter dos filhos e afilhados. Uma palavra de conselho ou repreensão, tem a sua validade nos momentos oportunos e adequados. Todavia, o “bom exemplo” dos Pais e também dos Padrinhos, são muito mais importantes e atuam decisivamente na vida do adolescente. Isto significa dizer, que se os Pais e Padrinhos desejam que os seus filhos e afilhados sejam obedientes, dedicados ao trabalho, pessoas normais e tementes a DEUS, comecem a educá-los desde criança, não se esquecendo todavia, de iniciar primeiro com a própria educação, ou seja, com a educação que eles precisam ter a fim de poder transmiti-la de modo eficiente e real aos seus filhos.
  • 50. Vamos citar alguns exemplos para que o assunto fique bem claro: 1 – A mãe que trata os filhos na base do grito e da tapa, sem qualquer diálogo, não precisa esperar outro resultado. À medida que as crianças crescerem instintivamente vão dar o “troco”. A experiência comprova que aquelas crianças darão origem a pessoas cada vez mais violentas e agressivas. 2 – O pai que diante da televisão fica "elogiando" as mulheres que aparecem na tela, além de faltar com o respeito e consideração à própria esposa, enfraquece os laços da autoridade paterna e estimula o desejo da sexualidade nos seus filhos. Estas mesmas considerações são endereçadas as mães que têm igual procedimento diante da televisão, elogiando os homens que aparecem na tela. 3 – Pai ou Padrinho que gosta de ostentar o título de “conquistador”, inclusive que gosta de olhar para todas as mulheres na rua ou na praia, com certeza vai colocar uma terrível “minhoca” na cabeça de seus filhos, desenhando em seu subconsciente um conceito errado sobre a verdadeira vida em família. Estas mesmas considerações são endereçadas também as mães que têm igual procedimento em casa, na rua, ou na sociedade que frequentam. 4 – Mãe ou Madrinha que usam vestidos “muito decotados” , e também “muito curtos” ou“muito apertados” para realçar as suas formas, distorce completamente o sentido da boa moral familiar, deixando confusa a cabeça de um jovem em formação, ocasionando as reações mais diversas, como por exemplo: nervosismo, rancor, gestos bruscos, que são manifestações que atestam o repúdio do jovem a aquele comportamento. Há homens que apreciam esta vaidade das mulheres e até aplaude! Mas com certeza, a maioria não
  • 51. desejaria que esta realidade acontecesse com as suas esposas e com as suas filhas. 5 – Por isso mesmo, cuidado com as Novelas da Televisão! Cuidado com os seus abomináveis exemplos. Muitas delas induzem ao crime, ao vício da bebida ou da droga e primordialmente, convida ao exercício do sexo prematuro, ao adultério, a traição conjugal, a briga entre os casais, assim como a separação e a busca de uma situação financeira confortável "a qualquer preço". Os Pais devem estar atentos e devem dar aos filhos uma explicação lógica e correta, sobre algum comportamento desajustado que for evidenciado na TV. É extremamente edificante os Pais, nas oportunidades certas, procurar orientar os seus filhos pelo caminho do “bem”, dando o bom exemplo, estando sempre abertos ao diálogo, evitando “as mentiras”, sendo autênticos nos conselhos e orientações, ensinando o procedimento correto na convivência do lar e no ambiente social em que habitam, sobretudo, ensinando-os a rezar, a conhecer e amar a DEUS. A presença do SENHOR é primordialmente necessária no cotidiano da família. Por isso, ela deve ser cultivada com insistência e sinceridade. Assim sendo, os Pais devem dispor de um tempo, pequeno que seja, para ensinar os filhos a rezar e lhes instruir com algum conhecimento de religião. Por isso, na faixa de idade recomendada, devem colocá-los no Catecismo Paroquial, a fim deles poderem conhecer os fundamentos da religião, os quais são importantes e necessários a vida de todos nós.
  • 52. È necessário também, que as crianças acompanhem os seus pais nos passeios, nas compras, no lazer, na Igreja, a fim de que possam adquirir o hábito de valorizar ainda mais a companhia dos pais e assim, possam sentir prazer em copiar o bom exemplo, os ensinamentos e todas as suas orientações paternas. Ao transmitir a educação aos seus filhos, os Pais deverão também ter o cuidado de lhes ensinar o comportamento correto dentro da Igreja, mesmo antes das celebrações, não permitindo que as crianças fiquem correndo de um lado para o outro, subindo no altar ou permanecendo brincando nos degraus de acesso, transformando a Igreja num Parque Infantil. Isto porque, este procedimento incomoda e interfere na liturgia, também aborrece os idosos e as pessoas que querem permanecer interiorizadas em suas orações. Para que as crianças não tenham esse hábito, é necessário os Pais ensiná-las e dialogar com elas, explicando-lhes e as educando com o devido respeito pelas coisas sagradas. Lidar com as crianças exige calma, observação e pedagogia, sobretudo, muito amor. Porque na base do castigo e da repreensão, ninguém conseguirá educá-las. Isto significa dizer, que ao longo da existência, os pais não devem somente ficar preocupados com o trabalho, com o que precisarão produzir para ganhar mais dinheiro. Sem dúvida, isto é muito importante e necessário, mas os filhos não podem e não devem ser esquecidos. Esta é uma condição essencial para que a família alcance a almejada felicidade vivencial. Também, os pais deverão ser curiosos em saber e conhecer, quem são as companhias de seus filhos nos estudos, nos passeios e nas brincadeiras. Não poderão ficar indiferentes ao desempenho escolar das crianças. Terão que exigir sempre
  • 53. mais e aplaudi-las quando elas alcançarem sucesso nos estudos. Devem também ser cuidadosos na escolha do Nome da criança. O Nome deve ser escolhido com critério e responsabilidade, não se esquecendo de que amanhã aquela criança será um homem ou uma mulher, e eles não deverão envergonhar-se de seu próprio Nome. Isto porque, um Nome “feio” ou “estranho”, poderá lhes causar problemas discriminatórios, inclusive poderá atuar no próprio íntimo de cada um causando certa inibição, ou certo constrangimento, por causa do “nome esquisito” que foi colocado pelos Pais. Por isso, os Pais devem pensar e decidir juntos, qual o melhor nome para colocar nos filhos, porque também, este cuidado evitará que eles sejam humilhados pelos companheiros e em consequência venham até adquirir um “trauma”, que muito poderá interferir no êxito de sua vida. Também os Padrinhos, que foram escolhidos com tanto amor, devem procurar dar o bom exemplo e quando necessário, devem dar bons conselhos ao afilhado. Por isso mesmo, os pais não devem escolher os padrinhos visando vantagens materiais, posição social ou visando ganhar bons presentes. O Catecismo Católico determina que os padrinhos sejam casados na Igreja e no Civil, que frequentem a Santa Missa e sejam bons cristãos. Porque na verdade, só assim eles poderão colaborar efetivamente na educação e na formação do bom caráter do afilhado.
  • 54. As Normas e Diretrizes Diocesanas aceitam também Padrinhos Solteiros, que tenham a idade mínima de 16 anos. Todavia eles terão que ser bons cristãos, para darem o seu bom exemplo aos afilhados. O Catecismo da Igreja Católica afirma: (1.286) No Antigo Testamento os profetas anunciaram que o ESPÍRITO DO SENHOR repousaria sobre o MESSIAS esperado em vista de sua missão salvífica. A descida do ESPÍRITO SANTO sobre JESUS por ocasião de seu Batismo por João Batista foi o sinal de que era ELE Quem devia vir, que ELE era o MESSIAS, o FILHO DE DEUS. Concebido do ESPÍRITO SANTO, toda a sua vida e toda a sua missão se realizam em uma comunhão total com o mesmo ESPÍRITO, que o PAI lhe dá “sem medida” (Jo 3, 34). Ora, esta plenitude do ESPÍRITO não devia ser apenas a do MESSIAS; devia ser comunicada a todo o povo messiânico. Por várias vezes JESUS prometeu esta efusão do ESPÍRITO,
  • 55. promessa que realizou primeiramente no dia da Páscoa (na Última Ceia) e em seguida, de maneira mais marcante, no dia de Pentecostes, em que os Apóstolos repletos do ESPÍRITO SANTO, “proclamaram as maravilhas de DEUS”. Na sequência, os Apóstolos cumprindo a Vontade de JESUS, comunicaram aos neófitos, pela imposição das mãos, o dom do ESPÍRITO. É por isso mesmo que a imposição das mãos é reconhecida pela tradição católica como a origem do Sacramento da Confirmação que perpetua, de certo modo, na Igreja, a graça de Pentecostes. Por outro lado é comum ouvir-se que a Crisma nos faz Soldados de CRISTO; que confirma o Batismo; que é o Sacramento do Testemunho; o Sacramento da Ação Católica e o Sacramento da Juventude. Serão estas as suas melhores características? Para se definir melhor o Sacramento da Crisma ou Confirmação, vamos esclarecer que todos os Sacramentos foram instituídos por JESUS e todos nos concedem o ESPÍRITO SANTO, mas um deles, o Sacramento da Eucaristia, é por excelência o Sacramento de CRISTO. No momento da Consagração na Santa Missa, acontece o fenômeno sobrenatural da “Transubstanciação”, o ESPÍRITO SANTO transforma o pão e o vinho em Corpo, Sangue, Alma e Divindade de NOSSO SENHOR JESUS CRISTO. Então, este fica sendo mais especificamente o Sacramento de JESUS. Confirmando, todos os Sacramentos são do ESPÍRITO SANTO, porque em todos eles, temos a ação dinâmica e poderosa do Divino Paráclito, mas num deles, o Sacramento da Crisma ou Confirmação, é, por excelência, o Sacramento do ESPÍRITO SANTO.
  • 56. Para melhor compreendermos o sentido deste Sacramento, vemos pela Sagrada Escritura que o ESPÍRITO SANTO tem uma dupla função: “a de dar a vida ou suscitar a vida” e a função de “levar a vida até sua perfeição”. São duas funções plenamente distintas e que se completam. Pelo Batismo, o ESPÍRITO SANTO nos concede a “Vida Divina”, e no Sacramento da Crisma recebemos o ESPÍRITO DE DEUS para chegarmos a “Perfeição” no cumprimento da missão existencial. O FILHO DE DEUS tornou-se Homem por obra do ESPÍRITO SANTO. Ele é o MESSIAS, isto é, sacerdote, rei e profeta desde sua encarnação. Mas antes de exercer a sua Missão Messiânica, JESUS foi ungido pelo ESPÍRITO SANTO, no dia de seu Batismo no Rio Jordão. De modo semelhante também nós. Recebemos o “dom da nova vida” no Batismo por obra do ESPÍRITO SANTO, oportunidade em que nos tornamos com CRISTO, sacerdotes, reis e profetas. Outra realidade é exercer esta função em toda a sua plenitude em nossa vida cristã. Então existe também para nós o dia de Pentecostes. Na nossa Crisma ou Confirmação nós somos ungidos pelo dom do ESPÍRITO SANTO para que possamos exercer a nossa função de reis e rainhas no Reino de DEUS, como senhores e senhoras do mundo; como profetas e profetisas, para indicar as realidades do Reino de DEUS a toda humanidade; e primordialmente, como sacerdotes e sacerdotisas, para encaminhar e orientar tudo para o seu fim último que é DEUS. Este é o sentido da Crisma, “o nosso Pentecostes”, que
  • 57. nos dá o Divino Paráclito para “levarmos até a perfeição os dons que recebemos no Batismo”, para vivermos com santidade em todas as circunstâncias de nossa vida, no trabalho, no lar, nas alegrias e tristezas, na construção do mundo e no culto, segundo a Vontade do PAI ETERNO. Então realmente podemos afirmar que a Crisma ou Confirmação é por excelência o Sacramento do ESPÍRITO SANTO. “Os Candidatos a Crisma”. Continua o costume de se crismar as crianças na Igreja pela idade dos sete a oito anos, com o uso da razão. Admite-se no entanto que, por motivos pastorais, para uma melhor preparação e engajamento, seja adiada a Confirmação para uma idade que pareça mais conveniente. O novo ritual aconselha que o Padrinho da Crisma, seja o mesmo do Batismo, mas não se proíbe a escolha por parte do crismando ou da família de um novo Padrinho. Mas o importante e essencial, sobretudo, é que os novos escolhidos sejam cristãos praticantes e tenham todas as condições exigidas pela Igreja, conforme vimos no Sacramento do Batismo. A cerimônia geralmente é realizada durante a celebração da Santa Missa. O Ministro da Crisma normalmente é o Bispo Diocesano. Isso significa dizer que a Confirmação está intimamente ligada à primeira efusão do ESPÍRITO SANTO no dia de Pentecostes. Os Bispos, como os Apóstolos, continuam a exercer a função de transmitir o ESPÍRITO DE DEUS àqueles que creram e
  • 58. foram batizados. Todavia, em casos especiais, o sacerdote também pode administrar o Sacramento da Crisma. “Rito da Crisma ou Confirmação”. Às vezes falamos em quem vai administrar a Crisma, ou em quem vai receber a Crisma, mas na realidade a Igreja é quem celebra a Crisma ou Confirmação, em todas as oportunidades. Como a Festa de Pentecoste é celebrada por toda Igreja, assim também a celebração da Crisma ou Confirmação numa comunidade eclesial constitui realmente uma celebração do Mistério de Pentecostes, ou seja, a comunidade reunida celebra alegremente o Pentecostes de seus irmãos batizados. A Santa Missa começa como de costume, com cantos e orações especiais, podendo, é claro, haver uma entrada solene dos candidatos, junto com o celebrante. Na homilia, a Igreja costuma contemplar o plano de DEUS revelado na História da Salvação da humanidade. Concluída a Liturgia da Palavra, os candidatos são apresentados ao Bispo, pelo Pároco, ou por algum outro presbítero, ou por um ministro ou ainda, pelo (a) catequista que os preparou para a Crisma.
  • 59. O Bispo ou Celebrante lhes dirige a palavra numa pequena mas objetiva homilia sobre o Plano de DEUS de Salvação da humanidade, e logo a seguir, é feita a Renovação das promessas do Batismo, com a resposta de cada crismando. Estando todos em atitude de fé e de conversão, DEUS se faz presente pelo sinal da Graça. Desde o Antigo Testamento, e também no tempo dos Apóstolos, conhecem-se dois gestos de doação do ESPÍRITO SANTO: a imposição das mãos e a unção. Os dois gestos têm o mesmo significado: a transmissão do ESPÍRITO SANTO. O Bispo, tendo em torno de si os presbíteros, convida toda a assembléia a rezar, suplicando que o PAI envie o ESPÍRITO SANTO sobre cada crismando, confirmando-os com seus dons. E todos rezam por algum tempo em silêncio. “Imposição das Mãos”. O Bispo impõe as mãos sobre cada confirmando dizendo a oração: “DEUS TODO-PODEROSO, PAI DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, que, pela água e pelo ESPÍRITO SANTO, fizestes renascer estes vossos servos, libertando-os do pecado, enviai-lhes o ESPÍRITO SANTO PARÁCLITO; dá- lhes, SENHOR, o Espírito de Sabedoria e Inteligência, o Espírito de Conselho e Fortaleza, o Espírito de Ciência e Piedade e enchei-os do Espírito do Vosso Temor. Por NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, Vosso FILHO, na unidade do ESPÍRITO SANTO”.
  • 60. “Unção com o óleo santo crisma”. A seguir, o crismando acompanhado de seu Padrinho, o qual coloca a mão sobre o ombro direito do afilhado, aproximam-se do Bispo, atendendo ao chamado do locutor. O Bispo unge a fronte do crismando, dizendo a forma da Confirmação: “Nome........, recebe, por este sinal, o Dom do ESPÍRITO SANTO”. “Oração dos Fiéis”. A seguir, acontece a Oração dos Fieis, quando toda a Igreja se une em oração, pedindo a DEUS que os confirmados possam viver de acordo com a sua vocação; que os pais, parentes e padrinhos, possam ter a força de ajudá-los a seguir o caminho do bem que decidiram encetar. Na continuidade, a Santa Missa segue o seu Rito habitual até o final.