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Semana da consciência negra
Primeiramente os alunos
acessaram aos sites:
Afro-Brasileiro e
Museu Afro brasil.

do

6ºs

anos

Depois pesquisaram na web, personalidades
negras, previamente escolhidas pelo professor.
Fizeram uma apresentação em PowerPoint,
formatando texto e inserindo imagens.

Obs.: Reuni em uma única apresentação todos
os trabalhos.
Aleijadinho
Aleijadinho, como ficou conhecido nas Minas Gerais do
século XVIII. Filho bastardo de Manuel Francisco Lisboa,
português, e de uma
escrava de nome Isabel.
Quando estudava, já ajudava o pai no oficio de entalhador.
Por volta de 40 anos de idade, começa a desenvolver uma
doença degenerativa nas articulações. Aos poucos, foi
perdendo os movimentos dos pés e mãos. Pedia a um
ajudante para amarrar as ferramentas em seus punhos para
poder esculpir e entalhar. Demonstra um esforço fora do
comum
para
continuar
com
sua
arte.
Mesmo com todas as limitações, continua trabalhando na
construção de igrejas e altares nas cidades de Minas Gerais.
Zumbi
Zumbi dos Palmares nasceu em 1655, no estado de
Alagoas. Ícone da resistência negra à escravidão, liderou
o Quilombo dos Palmares, comunidade livre formada por
escravos fugitivos das fazendas no Brasil Colonial.
Localizado na região da Serra da Barriga, atualmente
integra o município alagoano de União dos Palmares.
Mãe Menininha

Nascida no Centro Histórico de Salvador em 10 de fevereiro
de 1894, Mãe Menininha do Gantois, como ficou conhecida
Maria Escolástica da Conceição Nazaré, teve como pais
Joaquim e Maria da Glória. Descendente de escravos
africanos, ainda criança foi escolhida para ser Iyálorixá no
terreiro Ilê Iyá Omi Axé Iyamassê, fundado em 1849 por sua
bisavó, Maria Júlia da Conceição Nazaré, cujos pais eram
originários
de
Agbeokuta,
sudoeste
da
Nigéria.
Juliano Moreira

Afrodescendente nascido na capital da Bahia, Juliano Moreira
ingressou na Faculdade de Medicina do Estado em 1886,
apesar da origem humilde. Um dos pioneiros na psiquiatria
brasileira, foi o primeiro professor universitário a citar e
incorporar a teoria psicanalítica em suas aulas, além de ter
representado o Brasil em congressos internacionais como os
de Paris, Berlim, Lisboa e Milão nos anos de 1900.Moreira
contrariou o pensamento racista existente no meio acadêmico
de sua época, que atribuía os problemas psicológicos dos
brasileiros
à
miscigenação.
Lima Barreto

Filho de escravos em um Brasil que lutava para abolir
oficialmente a escravidão, Afonso Henriques de Lima Barreto teve
oportunidade de boa instrução escolar, vindo a tornar-se jornalista
e um dos mais importantes escritores e militantes da causa do
País. Ainda jovem, aprendeu a trabalhar com tipografia e, em
1902, começou a contribuir para a imprensa brasileira,
escrevendo

para

pequenos

veículos

de

comunicação .
Ernesto Carneiro Ribeiro

Médico e literato brasileiro nascido em Itaparica, Estado da
Bahia, o afrodescendente Ernesto Carneiro Ribeiro foi
pioneiro ao produzir uma gramática baseada na língua
portuguesa. Diferente das gramáticas então existentes, expôs
e defendeu a normatização de peculiaridades da língua
oficialmente falada no país. Formado em medicina, Ernesto
dedicou-se
ainda
ao
magistério.
Abdias do Nascimento

Nascido em 1914 no município de Franca, Estado de São
Paulo, Abdias foi filho de Dona Josina, a doceira da
cidade, e Seu Bem-Bem, músico e sapateiro. Embora de
família pobre, conseguiu se diplomar em contabilidade em
1929. Aos 15 anos alistou-se no exército e foi morar na
capital São Paulo, onde anos depois se engajou na Frente
Negra Brasileira e se envolveu na luta contra a
segregação
racial.
Luiz Gonzaga Pinto da Gama

Filho de fidalgo português com uma africana, Luiz Gonzaga
Gama nasceu livre em Salvador, porém, aos 10 anos, foi
vendido como escravo pelo pai para pagar uma dívida de
jogo. Tornou-se jornalista renomado ligado aos círculos do
Partido Liberal. Junto a Rui Barbosa, fundou o jornal Radical
Paulistano em 1869. Foi líder da Mocidade Abolicionista e
Republicana.
Sua liderança deu origem ao movimento abolicionista
paulista.
Apesar de não ter se formado, tinha autorização do poder
judiciário para exercer a advocacia em primeira instância.
Sozinho, foi o responsável pela libertação de mais de mil
cativos, um feito notável considerando-se que agia
exclusivamente
com
o
uso
da
lei.
Pelé

Edison Arantes do Nascimento , o Pelé, nasceu em 23 de
outubro de 1940 , na cidade de Três Corações, Minas
Gerais. Começou no futebol jogando pela equipe infantojuvenil do Bauru Atlético Clube. No time do Santos teve as
maiores conquistas, ganhou mais de 40 taças
e
foi artilheiro do campeonato paulista em 11 oportunidades.
Foi ainda artilheiro da Libertadores, da Taça Brasil por três
vezes e do Torneio Rio-São Paulo , nunca conseguiu ser
artilheiro numa Copa do Mundo. Na Seleção Brasileira,
estreou
contra a Argentina, aos
16 anos.
Despediu-se do futebol em 2 de outubro de 1974.
Pixinguinha

Alfredo da Rocha Vianna Filho, Pixinguinha, foi antes de tudo
um pesquisador, pois sempre inovou e inseriu novos elementos
na Música Brasileira. Como compositor instrumentista e,
principalmente, arranjador, atuou de forma decisiva nos rumos de
nossa música. Por volta do ano de 1915, Pixinguinha formou seu
próprio conjunto, que foi denominado Grupo do Pixinguinha e
que mais tarde se tornaria o prestigiado Conjunto Os Oito
Batutas . Organizou e conduziu várias importantes orquestras,
como a Victor Brasileira, a Típica Victor, Os Diabos do Céu, a
Típica Pixinguinha-Donga, Pixinguinha e Sua Orquestra
Columbia, Trio Pixinguinha-Nelson-Tute, Grupo da Velha Guarda,
Conjunto Regional Pixinguinha-Luperce Miranda, Grupo Os
Cinco Companheiros e Pixinguinha e Sua Orquestra.
Professor Milton Santos
Foi um dos mais famosos intelectuais negros brasileiros. Bacharel
em Direito, sua notoriedade vem dos longos anos de
conhecimento dos problemas urbanos que afetam as nações
subdesenvolvidas nos dias atuais, sendo, por isso, respeitado
mundialmente. Era um dos expoentes mais conceituados do
movimento de renovação crítica da Geografia. Foi secretário de
estado do planejamento e subchefe da defesa civil do governo
Jânio Quadros. Sofreu perseguições políticas e exilou-se na
França, onde pôde doutorar-se em Geografia. Autor de diversos
trabalhos e livros acadêmicos. Suas obras são editadas em
diversos países. Em função de suas atividades políticas de
esquerda, foi perseguido por seus adversários e pelos órgãos de
repressão do Regime Militar. Logicamente, seus aliados e
importantes políticos intervieram junto às autoridades militares
para negociar sua saída do País, após aprisionamento por meio
ano, seguido de prisão domiciliar. Apesar de ter se graduado em
Direito, desenvolveu trabalhos em diversas áreas da Geografia,
em especial nos estudos de urbanização do Terceiro Mundo.
Clementina de Jesus

Clementina de Jesus, cantora, nasceu no interior do estado do
Rio, mudando-se com a família para a capital do estado e
radicando-se no bairro de Oswaldo Cruz. Lá acompanhou de
perto o surgimento e desenvolvimento da escola de samba
Portela, frequentando desde cedo as rodas de samba da região.
Gravou quatro discos solo (dois com o título "Clementina de
Jesus", "Clementina, Cadê Você?" e "Marinheiro Só") e fez
diversas participações, como nos discos "Rosa de Ouro",
"Cantos de Escravos" e "Milagre dos Peixes", de Milton
Nascimento , em que interpretou a faixa "Escravos de Jó“.
Machado de Assis

Romancista, cronista, poeta e teatrólogo, Joaquim Maria
Machado de Assis nasceu no Rio, no morro do Livramento. A
falta de recursos impediu que realizasse estudos regulares,
freqüentando apenas o primário numa escola em São Cristóvão.
Aos 16 anos se iniciou na vida literária, publicando ‘Ela’, um
poema, na ‘Marmota Fluminense’, da qual se tornou colaborador
regular. A partir daí, passou a escrever também para o ‘Diário do
Rio de Janeiro’, a ‘Semana Ilustrada’ e outros. Em 1869, casouse com Carolina Augusta Xavier de Novais. A carreira literária de
Machado de Assis se firmou graças a seus contos e romances,
dotados de uma aguda ironia e uma visão pessimista da
existência. Suas obras, como ‘Helena’, ‘A Mão e a Luva’, ‘Dom
Casmurro’ e ‘Memórias Póstumas de Brás Cubas’ tornaram-se
marcos da literatura brasileira.
LUÍSA MAHIN

(Líder da Revolta dos malês)

Nasceu na África, princesa na Costa Negra, veio para o
Brasil na condição de escrava. Era quitandeira e
permaneceu
pagã
por
haver
se
recusado,
terminantemente, a se ungida com os “santos óleos” do
batismo e seguir os preceitos da religião católica.
Foi uma das principais organizadoras da Revolta dos
Malês, liderados por escravos africanos de religião
mulçumanas, conhecido na Bahia como Malês.
Acabou sendo deportada para a África de onde nunca
mais se teve notícias, porém alguns autores acreditam
que ela tenha conseguido fugir, vindo a instalar-se no
Maranhão
,
onde,
com
a
sua
influência,
desenvolveu-se o chamado tambor de crioula.
Cartola

Agenor de Oliveira, o Cartola, nasceu no dia 11 de
outubro de 1908, no Rio de Janeiro - mais
precisamente no bairro do Catete. Por erro de um
escrivão, seu prenome foi grafado Angenor. Era o
quarto filho - de um total de sete - do casal Sebastião
Joaquim de Oliveira e Aída Gomes de Oliveira.
Aos 8 anos de idade, já desfilava em blocos
carnavalescos de rua. Aos 11, por problemas
financeiros, foi morar com a família no morro de
Mangueira. Começou a trabalhar muito cedo. Foi
tipógrafo e pedreiro. Aliás, foi na época em que
trabalhava em obras que surgiu seu apelido - por
causa do chapéu coco que usava durante o serviço
para evitar que seu cabelo ficasse sujo de cimento.
MESTRE BIMBA
Manoel dos Reis Machado Lutador de Batuque (luta de
origem africana muito praticada na Bahia até o começo
do
século
passado).
Era um homem muito inteligente, apesar de seus poucos
estudos. Em Salvador iniciou-se na capoeira aos dez
anos. Seus alunos eram negros e mulatos das classes
populares. Mas, apesar da pouca idade (18 anos),
possuía alunos também de classes privilegiada É
considerado o pai da capoeira regional e o primeiro
mestre com curso reconhecido no país. Discriminado por
grande parte dos artistas e intelectuais de Salvador e
venerado por seus alunos, realizou uma verdadeira
revolução ao criar a Capoeira Regional (motivo da
discriminação dos artistas e intelectuais).
Manuel Querino

Manuel Raimundo Querino, nascido em Santo
Amaro da Purificação, 28 de julho de 1851 foi
um intelectual afrodescendente, aluno fundador
do Liceu de Artes e Ofícios da Bahia e da Escola
de Belas Artes, escritor e pioneiro nos registros
antropológicos da cultura africana na Bahia.
Artesão, abolicionista, jornalista, político,
educador, professor de desenho e pesquisador,
fundador da historiografia da arte baiana e o
primeiro intelectual afro-brasileiro a destacar a
contribuição do africano e seus descendentes à
civilização brasileira.
Neguinho do Samba
Antonio Luís Alves de Souza, mais conhecido como Neguinho do
Samba, Fundador da escola de percussão do Olodum e do bloco
Didá, ele também foi o inventor do ritmo "samba-reggae",
modificando tambores para conseguir afinações e sonoridades
diferentes, criando um ritmo musical único, com a cara da
Bahia.Filho de um tocador de "bongô" e de uma lavadeira,
Neguinho desde cedo treinava percussão tocando nas bacias de
alumínio de sua mãe. Maestro do Olodum, tocou com David
Byrne, Paul Simon e Michael Jackson. Com Simon, o Olodum
gravou o CD The Rhythm of the Saints, em 1990. Feliz com o
resultado do trabalho, Simon procurou o músico e lhe ofereceu
um carro importado como forma de agradecimento. Neguinho
agradeceu a oferta, mas preferiu mudar o presente, e, em vez
de um carro, escolheu uma casa no Pelourinho, no mesmo valor,
onde
fundou
sua
escola
Jamelão

José Bispo Clementino dos Santos (Jamelão) nasceu no bairro de São
Cristóvão, começou a ganhar a vida aos nove anos como pequeno
jornaleiro. Ganhou o apelido de Jamelão na gafieira Jardim do Meyer,
um dos muitos endereços de seu aprendizado de crooner.
Foi crooner da famosa Orquestra Tabajara, do maestro Severino
Araújo, e construiu uma sólida carreira em discos, gravando sambas
dos maiores nomes da era de ouro da música popular brasileira.
Mas foi como cantor de sambas-canção e intérprete de Lupicínio
Rodrigues que ele se consagrou junto ao público e à crítica.
Do compositor gaúcho ele gravou sucessos como "Ela disse-me
assim" e "Esses moços". Apesar de grande intérprete de sambascanção, talvez o maior de todos, Jamelão ficou muito popular como
puxador de samba da Mangueira, função que exerceu por quase 60
anos.
Informática Educativa

EMEF. Gov. Mário Covas
Alunos dos 6ºs anos: A, B, C e D.
Prof. Antonio Vaz
São Paulo, 20 de novembro de 2013

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  • 3.
  • 4. Aleijadinho Aleijadinho, como ficou conhecido nas Minas Gerais do século XVIII. Filho bastardo de Manuel Francisco Lisboa, português, e de uma escrava de nome Isabel. Quando estudava, já ajudava o pai no oficio de entalhador. Por volta de 40 anos de idade, começa a desenvolver uma doença degenerativa nas articulações. Aos poucos, foi perdendo os movimentos dos pés e mãos. Pedia a um ajudante para amarrar as ferramentas em seus punhos para poder esculpir e entalhar. Demonstra um esforço fora do comum para continuar com sua arte. Mesmo com todas as limitações, continua trabalhando na construção de igrejas e altares nas cidades de Minas Gerais.
  • 5. Zumbi Zumbi dos Palmares nasceu em 1655, no estado de Alagoas. Ícone da resistência negra à escravidão, liderou o Quilombo dos Palmares, comunidade livre formada por escravos fugitivos das fazendas no Brasil Colonial. Localizado na região da Serra da Barriga, atualmente integra o município alagoano de União dos Palmares.
  • 6. Mãe Menininha Nascida no Centro Histórico de Salvador em 10 de fevereiro de 1894, Mãe Menininha do Gantois, como ficou conhecida Maria Escolástica da Conceição Nazaré, teve como pais Joaquim e Maria da Glória. Descendente de escravos africanos, ainda criança foi escolhida para ser Iyálorixá no terreiro Ilê Iyá Omi Axé Iyamassê, fundado em 1849 por sua bisavó, Maria Júlia da Conceição Nazaré, cujos pais eram originários de Agbeokuta, sudoeste da Nigéria.
  • 7. Juliano Moreira Afrodescendente nascido na capital da Bahia, Juliano Moreira ingressou na Faculdade de Medicina do Estado em 1886, apesar da origem humilde. Um dos pioneiros na psiquiatria brasileira, foi o primeiro professor universitário a citar e incorporar a teoria psicanalítica em suas aulas, além de ter representado o Brasil em congressos internacionais como os de Paris, Berlim, Lisboa e Milão nos anos de 1900.Moreira contrariou o pensamento racista existente no meio acadêmico de sua época, que atribuía os problemas psicológicos dos brasileiros à miscigenação.
  • 8. Lima Barreto Filho de escravos em um Brasil que lutava para abolir oficialmente a escravidão, Afonso Henriques de Lima Barreto teve oportunidade de boa instrução escolar, vindo a tornar-se jornalista e um dos mais importantes escritores e militantes da causa do País. Ainda jovem, aprendeu a trabalhar com tipografia e, em 1902, começou a contribuir para a imprensa brasileira, escrevendo para pequenos veículos de comunicação .
  • 9. Ernesto Carneiro Ribeiro Médico e literato brasileiro nascido em Itaparica, Estado da Bahia, o afrodescendente Ernesto Carneiro Ribeiro foi pioneiro ao produzir uma gramática baseada na língua portuguesa. Diferente das gramáticas então existentes, expôs e defendeu a normatização de peculiaridades da língua oficialmente falada no país. Formado em medicina, Ernesto dedicou-se ainda ao magistério.
  • 10. Abdias do Nascimento Nascido em 1914 no município de Franca, Estado de São Paulo, Abdias foi filho de Dona Josina, a doceira da cidade, e Seu Bem-Bem, músico e sapateiro. Embora de família pobre, conseguiu se diplomar em contabilidade em 1929. Aos 15 anos alistou-se no exército e foi morar na capital São Paulo, onde anos depois se engajou na Frente Negra Brasileira e se envolveu na luta contra a segregação racial.
  • 11. Luiz Gonzaga Pinto da Gama Filho de fidalgo português com uma africana, Luiz Gonzaga Gama nasceu livre em Salvador, porém, aos 10 anos, foi vendido como escravo pelo pai para pagar uma dívida de jogo. Tornou-se jornalista renomado ligado aos círculos do Partido Liberal. Junto a Rui Barbosa, fundou o jornal Radical Paulistano em 1869. Foi líder da Mocidade Abolicionista e Republicana. Sua liderança deu origem ao movimento abolicionista paulista. Apesar de não ter se formado, tinha autorização do poder judiciário para exercer a advocacia em primeira instância. Sozinho, foi o responsável pela libertação de mais de mil cativos, um feito notável considerando-se que agia exclusivamente com o uso da lei.
  • 12. Pelé Edison Arantes do Nascimento , o Pelé, nasceu em 23 de outubro de 1940 , na cidade de Três Corações, Minas Gerais. Começou no futebol jogando pela equipe infantojuvenil do Bauru Atlético Clube. No time do Santos teve as maiores conquistas, ganhou mais de 40 taças e foi artilheiro do campeonato paulista em 11 oportunidades. Foi ainda artilheiro da Libertadores, da Taça Brasil por três vezes e do Torneio Rio-São Paulo , nunca conseguiu ser artilheiro numa Copa do Mundo. Na Seleção Brasileira, estreou contra a Argentina, aos 16 anos. Despediu-se do futebol em 2 de outubro de 1974.
  • 13. Pixinguinha Alfredo da Rocha Vianna Filho, Pixinguinha, foi antes de tudo um pesquisador, pois sempre inovou e inseriu novos elementos na Música Brasileira. Como compositor instrumentista e, principalmente, arranjador, atuou de forma decisiva nos rumos de nossa música. Por volta do ano de 1915, Pixinguinha formou seu próprio conjunto, que foi denominado Grupo do Pixinguinha e que mais tarde se tornaria o prestigiado Conjunto Os Oito Batutas . Organizou e conduziu várias importantes orquestras, como a Victor Brasileira, a Típica Victor, Os Diabos do Céu, a Típica Pixinguinha-Donga, Pixinguinha e Sua Orquestra Columbia, Trio Pixinguinha-Nelson-Tute, Grupo da Velha Guarda, Conjunto Regional Pixinguinha-Luperce Miranda, Grupo Os Cinco Companheiros e Pixinguinha e Sua Orquestra.
  • 14. Professor Milton Santos Foi um dos mais famosos intelectuais negros brasileiros. Bacharel em Direito, sua notoriedade vem dos longos anos de conhecimento dos problemas urbanos que afetam as nações subdesenvolvidas nos dias atuais, sendo, por isso, respeitado mundialmente. Era um dos expoentes mais conceituados do movimento de renovação crítica da Geografia. Foi secretário de estado do planejamento e subchefe da defesa civil do governo Jânio Quadros. Sofreu perseguições políticas e exilou-se na França, onde pôde doutorar-se em Geografia. Autor de diversos trabalhos e livros acadêmicos. Suas obras são editadas em diversos países. Em função de suas atividades políticas de esquerda, foi perseguido por seus adversários e pelos órgãos de repressão do Regime Militar. Logicamente, seus aliados e importantes políticos intervieram junto às autoridades militares para negociar sua saída do País, após aprisionamento por meio ano, seguido de prisão domiciliar. Apesar de ter se graduado em Direito, desenvolveu trabalhos em diversas áreas da Geografia, em especial nos estudos de urbanização do Terceiro Mundo.
  • 15. Clementina de Jesus Clementina de Jesus, cantora, nasceu no interior do estado do Rio, mudando-se com a família para a capital do estado e radicando-se no bairro de Oswaldo Cruz. Lá acompanhou de perto o surgimento e desenvolvimento da escola de samba Portela, frequentando desde cedo as rodas de samba da região. Gravou quatro discos solo (dois com o título "Clementina de Jesus", "Clementina, Cadê Você?" e "Marinheiro Só") e fez diversas participações, como nos discos "Rosa de Ouro", "Cantos de Escravos" e "Milagre dos Peixes", de Milton Nascimento , em que interpretou a faixa "Escravos de Jó“.
  • 16. Machado de Assis Romancista, cronista, poeta e teatrólogo, Joaquim Maria Machado de Assis nasceu no Rio, no morro do Livramento. A falta de recursos impediu que realizasse estudos regulares, freqüentando apenas o primário numa escola em São Cristóvão. Aos 16 anos se iniciou na vida literária, publicando ‘Ela’, um poema, na ‘Marmota Fluminense’, da qual se tornou colaborador regular. A partir daí, passou a escrever também para o ‘Diário do Rio de Janeiro’, a ‘Semana Ilustrada’ e outros. Em 1869, casouse com Carolina Augusta Xavier de Novais. A carreira literária de Machado de Assis se firmou graças a seus contos e romances, dotados de uma aguda ironia e uma visão pessimista da existência. Suas obras, como ‘Helena’, ‘A Mão e a Luva’, ‘Dom Casmurro’ e ‘Memórias Póstumas de Brás Cubas’ tornaram-se marcos da literatura brasileira.
  • 17. LUÍSA MAHIN (Líder da Revolta dos malês) Nasceu na África, princesa na Costa Negra, veio para o Brasil na condição de escrava. Era quitandeira e permaneceu pagã por haver se recusado, terminantemente, a se ungida com os “santos óleos” do batismo e seguir os preceitos da religião católica. Foi uma das principais organizadoras da Revolta dos Malês, liderados por escravos africanos de religião mulçumanas, conhecido na Bahia como Malês. Acabou sendo deportada para a África de onde nunca mais se teve notícias, porém alguns autores acreditam que ela tenha conseguido fugir, vindo a instalar-se no Maranhão , onde, com a sua influência, desenvolveu-se o chamado tambor de crioula.
  • 18. Cartola Agenor de Oliveira, o Cartola, nasceu no dia 11 de outubro de 1908, no Rio de Janeiro - mais precisamente no bairro do Catete. Por erro de um escrivão, seu prenome foi grafado Angenor. Era o quarto filho - de um total de sete - do casal Sebastião Joaquim de Oliveira e Aída Gomes de Oliveira. Aos 8 anos de idade, já desfilava em blocos carnavalescos de rua. Aos 11, por problemas financeiros, foi morar com a família no morro de Mangueira. Começou a trabalhar muito cedo. Foi tipógrafo e pedreiro. Aliás, foi na época em que trabalhava em obras que surgiu seu apelido - por causa do chapéu coco que usava durante o serviço para evitar que seu cabelo ficasse sujo de cimento.
  • 19. MESTRE BIMBA Manoel dos Reis Machado Lutador de Batuque (luta de origem africana muito praticada na Bahia até o começo do século passado). Era um homem muito inteligente, apesar de seus poucos estudos. Em Salvador iniciou-se na capoeira aos dez anos. Seus alunos eram negros e mulatos das classes populares. Mas, apesar da pouca idade (18 anos), possuía alunos também de classes privilegiada É considerado o pai da capoeira regional e o primeiro mestre com curso reconhecido no país. Discriminado por grande parte dos artistas e intelectuais de Salvador e venerado por seus alunos, realizou uma verdadeira revolução ao criar a Capoeira Regional (motivo da discriminação dos artistas e intelectuais).
  • 20. Manuel Querino Manuel Raimundo Querino, nascido em Santo Amaro da Purificação, 28 de julho de 1851 foi um intelectual afrodescendente, aluno fundador do Liceu de Artes e Ofícios da Bahia e da Escola de Belas Artes, escritor e pioneiro nos registros antropológicos da cultura africana na Bahia. Artesão, abolicionista, jornalista, político, educador, professor de desenho e pesquisador, fundador da historiografia da arte baiana e o primeiro intelectual afro-brasileiro a destacar a contribuição do africano e seus descendentes à civilização brasileira.
  • 21. Neguinho do Samba Antonio Luís Alves de Souza, mais conhecido como Neguinho do Samba, Fundador da escola de percussão do Olodum e do bloco Didá, ele também foi o inventor do ritmo "samba-reggae", modificando tambores para conseguir afinações e sonoridades diferentes, criando um ritmo musical único, com a cara da Bahia.Filho de um tocador de "bongô" e de uma lavadeira, Neguinho desde cedo treinava percussão tocando nas bacias de alumínio de sua mãe. Maestro do Olodum, tocou com David Byrne, Paul Simon e Michael Jackson. Com Simon, o Olodum gravou o CD The Rhythm of the Saints, em 1990. Feliz com o resultado do trabalho, Simon procurou o músico e lhe ofereceu um carro importado como forma de agradecimento. Neguinho agradeceu a oferta, mas preferiu mudar o presente, e, em vez de um carro, escolheu uma casa no Pelourinho, no mesmo valor, onde fundou sua escola
  • 22. Jamelão José Bispo Clementino dos Santos (Jamelão) nasceu no bairro de São Cristóvão, começou a ganhar a vida aos nove anos como pequeno jornaleiro. Ganhou o apelido de Jamelão na gafieira Jardim do Meyer, um dos muitos endereços de seu aprendizado de crooner. Foi crooner da famosa Orquestra Tabajara, do maestro Severino Araújo, e construiu uma sólida carreira em discos, gravando sambas dos maiores nomes da era de ouro da música popular brasileira. Mas foi como cantor de sambas-canção e intérprete de Lupicínio Rodrigues que ele se consagrou junto ao público e à crítica. Do compositor gaúcho ele gravou sucessos como "Ela disse-me assim" e "Esses moços". Apesar de grande intérprete de sambascanção, talvez o maior de todos, Jamelão ficou muito popular como puxador de samba da Mangueira, função que exerceu por quase 60 anos.
  • 23. Informática Educativa EMEF. Gov. Mário Covas Alunos dos 6ºs anos: A, B, C e D. Prof. Antonio Vaz São Paulo, 20 de novembro de 2013