Transportes do Brasil

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Transportes do Brasil

  1. 1. .r / m _ _. ¡_[«'. |r 'x u, ,, .ni-zum ío/ ñíéâgtoblogspótco
  2. 2. O desenvolvimento econômico e social de qualquer território depende 7'*Í ¡FÍYÃA7 Í "Rr , És ? r ñ jñf d Q í Ó' já¡ 'E d 'D' A W! d. a l; : ;*3:v: ::1:'~; "3: :: -sz. ;: .»». ,,: ;,u. :. c. 55:. . 'j' r _r q t J. da sua rede de transportes
  3. 3. o modo mis * Hidroviáño Os custos devem adequado para o . , . ' ser anallsados trans orte de produtos fenowano e levando em é a p rodoviário, devem atuar em conjunto COnSÍdGraÇã-O as complementariedade distâncias
  4. 4. mE= _o› mu comp: : _â mtoamcm: ou 05:0 km Distância
  5. 5. GRÁFICO: Matriz do transporte de cargas no Brasil 60,49°/ o 20,86°/ o ? T Rodoviário f: Aéreo 4,46% Aquaviário* 13,860/o 0,33mb Dutoviário Ferroviário
  6. 6. rf WñVf'Í'_^ Ff' FW 'w Á rfí: . , J , :J . .I qu. t. LC Ji', 'OLFJO : J í. .LO
  7. 7. l l 'r' ' v1 ' " 'r f' r rtp - rt : rrrr - rg mr , ~m ~ 'T1 n' r? t1 _ , i n» . . . i _u 'i x z ' l . Cg¡ f , . «J É 9.* . lili_ . L , ~ z p. Washington Luís (1926-30) "Estradeiro" 'ííis estradas aproximam os centros proc-7L5í'ores cifos centros consizmiclfoies, valorizam as terras que atravessam, 'tornam baratos os proggtzíos que ezrialoram e trazem a facilic-Íac-? e de comunicação ; Jara correios e escolas" » g)
  8. 8. RECONHECIMENTO COMO MODALIDADE PRIORITARIA EM 1951 - Abandono no desenvolvimento de outras modalidades - Rodoviário é mais rápido para integrar o país - Atraso tecnológico ferroviário e marítimo-fluvial - Topografia ondulada e vegetação de florestas são obstáculos as ferrovias - Lobby direcionado pelas empresas automobilísticas e petrolíferas - Plano de metas de JK (1956 - 61)
  9. 9. Médici (1969-74) rx» l Ka. N”, y v 737% f X7?? E E 7+. . AM Q Numif-n¡ fa” '*<'. _'_ _ ç l . Bewmcomwnu '““"°° N_ E . - _ , .T: .A, "x_ lmplantad PA 'KT Pavimenta? ? ' ~ _ . -. _ . N ' ' '(75 V* _~ . Planejada uuamwm Jacareacanga Mm' M" « ' V _jr_ mg¡ Humaitá 'Estreito . _ _ f t . _ w . t) AC ' ç . ' ' . ' - , l /7/ Ro 'ro u gl, - 'rRANsAÊaAzôNIcA 4223 KM rm J BR-230
  10. 10. sem m' _São Luís Fortaleza Teresina' à tai, R Clle. BRASÍLIA C 627,2: »o do Janourc Santos ARGFNTINA Vista aérea da saída de Fortaleza pela BR-lló Maior rodovia brasileira - 4.500 km
  11. 11. Govemo brasileiro privatizou, a partir de 1990, diversas estradas Promovidas diversas melhorias (manutenção da pavimentação, sinalização, socorro médico e mecânico), arrecadaçao de pedagio GRÁFICO: Breve diagnóstico comparativo das condições das estradas brasileiras Privatizadas I Estatais o Boa pawmemação_ 85 / o 400/0 Bo I_ _ _ 83% a sina nzaçao r L --------------- --l 25% _ 50% Bom traçado , .. ... ,A. ... ] 1417/0 “m” “"°'= 78W» estradas em _ boas condições '› ------------ -- 170/9 Fonte: Confederação Nacional dos Transportes.
  12. 12. Gráfico: Matriz de Transportes: comparativo internacional Rússia BRASIL EllFerroviário El Rodoviário ÉlAquaviário, outros Fonte: Ministério dos Transportes, 2005 (Adaptação).
  13. 13. “à t": r- r- rar_ l. “üã~e. _|; a;l¡s (lml-'rwâ 3;
  14. 14. Longitudinais (100 a 199)
  15. 15. ) 9 el. ,a ET _ *w . goíiafrs ( ! na
  16. 16. Países que possuem as maiores malhas rodoviárias do mundo - EUA, India, China e Brasil POR QUE TANTA DIFERENÇA? Entre os países de dimensão continental, o Brasil é o mais malservido de boas rodovias. A rede de estradas duplicadas dos Estados Unidos é sete vezes maior que a brasileira e abrange todo o país. Aquí, é concentrada no Sudeste O Brasil investe em rodovias menos do que outros países (investimento médio anual em rodovias em relação ao PIB) 3,l_2% 0,77% 0,35% China Estados Unidos BRASIL
  17. 17. ._ e . _ f f_ . a V__ . _ . _ J Grande consumo de combustivel J Grande área ocupada pelas rodovias J Maior poluição do ambiente J Pequena capacidade de carga J Custo de manutenção das vias de e circulação É
  18. 18. Rapidez, praticidade nas áreas urbanas
  19. 19. “Ti iV&LJ x l ¡' _ ', _|, l M . .Aí r , r_ l* «i *s* _V114 vi_ _c_ r l* Transporte 'terrestre de maior capacidade de carga , crfii-: Ílaaigp; tribo « V jbli; %Hi-Ê$ÊNxn_hj. ir; kàj iíli*"flÍiilcÇlbi r ÍEKVÍÍ' 5147.'- : íacr x2 : le g; raitstllaesír, c «í ~ rtiir°iicrtt
  20. 20. Custo na construção das linhas férreas e a falta de praticidade no deslocamento Transporta cargas de grandes volumes, barato, pouco poluente à nas vias urbanas a
  21. 21. Enfrentou uma estagnação em 1940 por causa do desenvolvimento do automóvel, voltou a crescer na década de 1970 devido a crise clo petróleo
  22. 22. j_ 1.21,, o', _gx - , _'. ,-; t. . L7 . r , .. r. .'. _l, x _íldrl 1 . I Ii , ll _troigl l. Lu l-g . __ _ r_ Maior parte do fluxo de mercadorias em âmbito intemacional ocorre em transportes marítimos, cerca de 70% -' F' 7' i a' ' ! c 'têsã. _iifsa~fr. .ütki 'ai- ! A;_[§:2:tf-, _1i Billie *Í1,Í'; v*lyíÍ IE Il ' . as -_ . - t. . u, '1*›: ::Ít~; ;-i'; ~¡»*~; ill: l . ,›, 'Ía_u' , ri ! VJ . hill el" 'Fl l_11¡*_. .k.35! . Íljñ t* ? FÉ-J . l%_, ;i'ÍÊÍsii' r"Í. L7 -›« ¡. __ _, Vá_ /1,-, ,r7<"'; ,~'_5:: |=hííyggíâk tz_i~gtol, t›t'~rrl, g'gr
  23. 23. ç Mais utilizado para transportar r A_ g' grandes quantidades de __ - a mercadorias a longas distâncias ' Apresenta algumas › desvantagens devido à sua lentidão e à necessidade de integração
  24. 24. _ _ _. l. . _ . .. , . í . . Í_ . . , _. , . .a . _ _ . . . .t. . Z - . . . ..U . o g . ._. _. _ o . _ < . - _, .. _
  25. 25. Superpetroleiro AbQaid Trans orta Z milhões de barris
  26. 26. r nHUHUDDD. . d. . E UC E . Â D. DH. DD. . 24.( . Ennfwf a DGHBDD . b. . É. DE. DE. C _. :., ..r4 : W Hurt. u: , _ . _UDUÓCH f . . : _ n. . UwBD. .i'll _ . .HÚDUU m. . U n , . . Dürnn. , m . IÚÚCEÚÚ III! ,
  27. 27. r _KEY Flu, 4 l . ni nl, ll¡ o vnxxãtwâà. . . à? o_
  28. 28. 'E' . a a a Navegação realizada entre portos do país pelo litoral ou por vias fluviais (7.408 km) Realizada apenas por embarcações construídas no país, cartéis de cabotagem ? zw _J_ 4_, .____l Ó 11m. ) r
  29. 29. GRÁFICO: Movimento dos portos brasileiros (em toneladas/ ano) 11.0 Rio Grande do Sul (RS) 10.° Aratu (BA) 9.° Praia Mole (ES) 8.0 Paranaguá (PR) 7.° ' Rio de Janeiro (RJ) 6.° Angra dos Reis (RJ) 5.0 Sepetiba (RJ) 4.° Santos (SP) 3.0 São Sebastião (SP) 2.0 ' Itaqui (MA) 1.° Tubarão (ES) 15 30 45 60
  30. 30. E-F-Crw Para » Fer¡- I Iv” t! ! . L.SiDO. i;iL@ aeieo ~ Transporte de pessoas ou mercadorias de alto valor ~ Gastos elevados, investimentos em ~ aeroportos, manutenção de aviões r pequena capacidade de carga ° Segurança, conforto, rapidez
  31. 31. 1927 - iviarco inicial da aviação comercia Viação Aérea Rio-Granclense (VARIG) 3 ---~~ ; síwà _ _ › v " IWSUPERGCONSYELLATÚN . ..armar-w merenda da meia noite. .. z / x
  32. 32. Crise na Varig nos anos 90 VASP e Transbrasil surgimento de empresas . Íoizirfare (companhia aérea de baixo custo) TAM, GOL, BRA, AZUL e WEBJET
  33. 33. Gráfico: Matriz de Transportes: comparativo internacional Rússia ClFerroviário E) Rodoviário ÉlAquaviário, outros Fonte: Ministério dos Transportes, 2005 (Adaptação).

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