Assistência de Enfermagemnas situações de EmergênciaEnfermeiro: Ronaldo Adorno                              2012
Compromisso          Cooperação             EQUIPE               AbordagemCalma                              Experiência  ...
PRIORIDADES NO ATENDIMENTO Rebaixamento do nível de consciência Alterações sinais vitais Hipoxêmico Taquicardia / Brad...
SITUAÇÕES DE RISCO Dor torácica (TEP / IAM) Obstrução vias aéreas                                                 Solic...
ABERTURA DAS VIAS AÉREAS                  Abrir vias aéreasElevação da mandíbula (elevar mento) se não houver contraindica...
VENTILAÇÃO Oferecer O2 a 100% (máscara / ambú) Oximetria       manter SPO2 > 90% Observar elevação do tórax         FR ...
CIRCULAÇÃO Acesso venoso calibroso Periférico      antecubital               Crista ilíaca anterior               Maléol...
MONITORAR DIURESE   0,5 ml / kg / horaMONITORAR GLICEMIA
EXAME FÍSICO SUMÁRIO Aspecto geral                              Nível de consciência                              Escala ...
SÍNDROMES EMERGENCIAS MAIS IMPORTANTES          Choque          Insuficiência respiratória          Alteração nível con...
CHOQUEDefinição: incapacidade do sistema circulatórioem fornecer O2 aos tecidos, comprometendo aperfusão tissular.
SINAIS DE HIPOPERFUSÃO TECIDUAL       Alteração do estado mental       Oligúria       Redução da perfusão periférica
FASES DO CHOQUE          Compensação Aumento FC e contratilidade Vasoconstrição venosa Vasoconstrição reflexa Respiraç...
DESCOMPENSAÇÃO Hipotensão Taqui  bradicardia Mudança do padrão respiratório IRREVERSIBILIDADE SARA Necrose tubular
QUADRO CLÍNICO Agitado / confuso / déficit de concentração Taquicardia Hipotensão Extremidades frias / enchimento capi...
EXAMES Gasometria Lactato Hemograma completo Raios-X tórax       Monitorização cardíaca            FC / PA / PVC      ...
TIPOS DE CHOQUE Hipovolemico Cardiogenico Obstrutivo Séptico
HIPOVOLEMICO Perda de volume intravascular                               Hemorragia                               Desidrat...
TRATAMENTO Tratar a causa Expansão volêmica com cristalóide Transfusão sangue Corrigir coagulopatias
CHOQUE CARDIOGÊNICO    IAM  MIOCARDITE            Isquemia      Disfunção ventricular  Diminuição do débito cardíaco      ...
TRATAMENTO Volume Drogas vasoativas Terapia reperfusão Trombólise Antiagregação Suporte ventilatório
CHOQUE SÉPTICO    Resposta inflamatória sistêmica Febre Hipotensão Leucocitose                + infecção = choque sépti...
TRATAMENTO Antibioticoterapia Controle foco infeccioso Reposição volêmica (cristalóide) Drogas vasoativas Transfundir...
CHOQUE OBSTRUTIVO                Comprometimento do enchimento ou                 esvaziamento do ventrículo direitoTAMPON...
CHOQUE OBSTRUTIVO Tromboembolismo pulmonar (TEP) Hipoxemia
ABORDAGEM DO CHOQUE                        Paciente com suspeita má perfusão                                  Sinais vitai...
INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA AGUDA Incapacidade em manter oxigenação ou eliminação de CO2    TIPO 1                   Pa O2...
OXIGENAÇÃO  Passagem do O2 do alvéolo para capilar          (vai depender FIO2)           Pressão atmosférica    Difusão m...
QUADRO CLÍNICO Alteração nível consciência Taquipnéia Uso musculatura acessória Cianose Sudorese Taquicardia        ...
CONDUTA INICIAL SPO2 < 90%      oxigenação suplementar via cateter / máscara Monitorização cardíaca (ECG / PNI / SPO2) ...
ABORDAGEM PACIENTE COM                    INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA     Parada                   Sinais vitais           ...
ALTERAÇÃO NÍVEL CONSCIÊNCIA   Consciência          Capacidade de interagir com o meio                     Alerta (despert...
ABORDAGEM DE ALTERAÇÃO DO   NÍVEL DE CONSCIÊNCIA         Com história de déficit focal    Suspeita de doença neurológica p...
ANAMNESE Instalação súbita ou progressiva Déficits focais      AVC Convulsões Uso de drogas lícitas ou ilícitas Antec...
CONDUTA INICIAL Patencia vias aéreas (glasgow< 9 – TOT) Oxigenação SAT      90% Avaliar perfusão Avaliar glicemia: tra...
ABORDAGEM DE ALTERAÇÃO DO NÍVEL DE                         CONSCIÊNCIA                              Alteração nível de    ...
ABORDAGEM DE ALTERAÇÃO DO NÍVEL DE            CONSCIÊNCIA    Doenças metabólicas que podem causar:alterações do nível de c...
CONCLUSÃOO atendimento de emergência implica em estabelecer prioridades:         . Rebaixamento nível consciência         ...
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Assistência de Enfermagem

  1. 1. Assistência de Enfermagemnas situações de EmergênciaEnfermeiro: Ronaldo Adorno 2012
  2. 2. Compromisso Cooperação EQUIPE AbordagemCalma Experiência Conhecimento Treinamento
  3. 3. PRIORIDADES NO ATENDIMENTO Rebaixamento do nível de consciência Alterações sinais vitais Hipoxêmico Taquicardia / Bradicardia Hipotenso Enchimento Capilar lentificado> 3 seg
  4. 4. SITUAÇÕES DE RISCO Dor torácica (TEP / IAM) Obstrução vias aéreas  Solicitar ajuda + Alterações neurológicas desfibrilador Déficit focal súbito  Determinação do O quê fazer? nível de consciência Intoxicação exógenas alta  Monitorar Hemorragia digestiva ou baixa Dor intensa Circulação Vias aéreas Respiração
  5. 5. ABERTURA DAS VIAS AÉREAS Abrir vias aéreasElevação da mandíbula (elevar mento) se não houver contraindicação Verificar corpo estranho (aspirar se necessário) Colocar cânola orofaríngea (guedel) se necessário
  6. 6. VENTILAÇÃO Oferecer O2 a 100% (máscara / ambú) Oximetria manter SPO2 > 90% Observar elevação do tórax FR < 10 ou > 20 Observar utilização da musculatura acessória Atentar para padrão respiratório Auscultar Via aérea invasiva (glasgow< 9) Gasometria
  7. 7. CIRCULAÇÃO Acesso venoso calibroso Periférico antecubital Crista ilíaca anterior Maléolo medial Intraósseo Tuberosidade da tíbia ECG PNI PVC
  8. 8. MONITORAR DIURESE 0,5 ml / kg / horaMONITORAR GLICEMIA
  9. 9. EXAME FÍSICO SUMÁRIO Aspecto geral Nível de consciência Escala de glasgow Avaliação neurológica Avaliação da pupila Cardiovascular ritmo perfusão
  10. 10. SÍNDROMES EMERGENCIAS MAIS IMPORTANTES  Choque  Insuficiência respiratória  Alteração nível consciência
  11. 11. CHOQUEDefinição: incapacidade do sistema circulatórioem fornecer O2 aos tecidos, comprometendo aperfusão tissular.
  12. 12. SINAIS DE HIPOPERFUSÃO TECIDUAL  Alteração do estado mental  Oligúria  Redução da perfusão periférica
  13. 13. FASES DO CHOQUE Compensação Aumento FC e contratilidade Vasoconstrição venosa Vasoconstrição reflexa Respiração compensada Redistribuição do fluxo (vísceras, pele e músculo X cérebro e coração)* Nesta fase, hipotensão não é tão importante.
  14. 14. DESCOMPENSAÇÃO Hipotensão Taqui bradicardia Mudança do padrão respiratório IRREVERSIBILIDADE SARA Necrose tubular
  15. 15. QUADRO CLÍNICO Agitado / confuso / déficit de concentração Taquicardia Hipotensão Extremidades frias / enchimento capilar lentificado Dispneico / taquipnéia / bradipnéia Pele fria / palidez / sudorese Oligúria
  16. 16. EXAMES Gasometria Lactato Hemograma completo Raios-X tórax Monitorização cardíaca FC / PA / PVC DIURESE
  17. 17. TIPOS DE CHOQUE Hipovolemico Cardiogenico Obstrutivo Séptico
  18. 18. HIPOVOLEMICO Perda de volume intravascular Hemorragia Desidratação Perda aguda de volume Diarréia VômitosDiminuição do retorno venoso Queda da pré-carga Diminuição do volume sistólico Queda débito cardíaco Aumento da acidose Diminuição da perfusão Aumento do lactato
  19. 19. TRATAMENTO Tratar a causa Expansão volêmica com cristalóide Transfusão sangue Corrigir coagulopatias
  20. 20. CHOQUE CARDIOGÊNICO IAM MIOCARDITE Isquemia Disfunção ventricular Diminuição do débito cardíaco Diminuição da PA
  21. 21. TRATAMENTO Volume Drogas vasoativas Terapia reperfusão Trombólise Antiagregação Suporte ventilatório
  22. 22. CHOQUE SÉPTICO Resposta inflamatória sistêmica Febre Hipotensão Leucocitose + infecção = choque séptico Leucopenia Taquipnéia Taquicardia
  23. 23. TRATAMENTO Antibioticoterapia Controle foco infeccioso Reposição volêmica (cristalóide) Drogas vasoativas Transfundir se necessário
  24. 24. CHOQUE OBSTRUTIVO Comprometimento do enchimento ou esvaziamento do ventrículo direitoTAMPONAMENTO CARDÍACO PNEUMOTÓRAX HIPERTENSIVO Taquicardia  Ausculta abolida Dispinéia  Hipoxemia Pulso paradoxal  Estase jugular Estase jugular Cardiomegalia
  25. 25. CHOQUE OBSTRUTIVO Tromboembolismo pulmonar (TEP) Hipoxemia
  26. 26. ABORDAGEM DO CHOQUE Paciente com suspeita má perfusão Sinais vitais Sinas de baixo Suspeita infecção Acesso venoso débito Monitorização O2 Monitorização diurese Gasometria arterial Dor torácica Cultura RX / ECG Congestão pulmonar Antibiocoterapia Estase jugular Drenagem coleção Monitorização Sinais choque obstrutivo Angioplastia Trombólise CVC Suporte hemodinâmico Gasometria + lactato Tamponamento Otimização cardíaco(punção) Hemorragiahemodinâmica precoce Pneumotórax desidratação Volume hipertensivo(punção / Vasopressores drenagem) Inotrópico TEP maciço (trombólise / Hidratação anticoagulação) transfusão
  27. 27. INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA AGUDA Incapacidade em manter oxigenação ou eliminação de CO2  TIPO 1 Pa O2 < 60 – Hipoxemia  TIPO 2 Pa CO2 > 50 – Hipercapnia VENTILAÇÃO Centro respiratório (bulbo) – lesão de tronco AVC opióide intoxicação exógena Sistema nervoso periférico Musculatura respiratória (dano neuro muscular acidose respiratória) Obstrução de vias aéreas Vias aéreas Aspiração de corpo estranho Compressão por tumor
  28. 28. OXIGENAÇÃO Passagem do O2 do alvéolo para capilar (vai depender FIO2) Pressão atmosférica Difusão membrana alvéolo capilar (fibrose / EAP / hipoxemia) Relação ventilação / perfusão(shunt / colapso alveolar / embolia pulmonar) Tipo 1
  29. 29. QUADRO CLÍNICO Alteração nível consciência Taquipnéia Uso musculatura acessória Cianose Sudorese Taquicardia timpanismo Ausculta Roncos Sibilos Estertores crepitantes
  30. 30. CONDUTA INICIAL SPO2 < 90% oxigenação suplementar via cateter / máscara Monitorização cardíaca (ECG / PNI / SPO2) Glasgow menor que 9 intubação traqueal Gasometria Raios-X tórax Suspeita pneumotórax hipertensivo (punção 2 espaço com jelco e drenar) Ventilação não invasiva se paciente estável (atentar para DPOC – EAP) BIPAP / CEPAP Intubação traqueal (pré-oxigenar / posição / sedação)
  31. 31. ABORDAGEM PACIENTE COM INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA Parada Sinais vitais Monitorização Sem sinais respiratória História e exame físico parada iminente iminente mínimo Exames complementaresMaterial para TOT Pneumotórax hipertensivo RX toráx Posicionar Gasometria Tc. Tórax Pré-oxigenação PEF (pico fluxo Sedação exp) IOT Punção com jelco drenagem O2 suplementar VNI
  32. 32. ALTERAÇÃO NÍVEL CONSCIÊNCIA  Consciência Capacidade de interagir com o meio Alerta (desperto ou não)  2 níveis Conteúdo (raciocínio superiror / memória / linguagem / orientação ETIOLOGIACAUSAS ESTRUTURAIS CAUSAS METABÓLICAS  AVC isquêmico  Encefalopatia  AVC hemorrágico  Hipóxia  HSA  Alteração do equilíbrio hidroeletrolítico  Abcessos  Renais
  33. 33. ABORDAGEM DE ALTERAÇÃO DO NÍVEL DE CONSCIÊNCIA Com história de déficit focal Suspeita de doença neurológica primária Glicemia capilar Exames gerais (sódio)
  34. 34. ANAMNESE Instalação súbita ou progressiva Déficits focais AVC Convulsões Uso de drogas lícitas ou ilícitas Antecedentes clínicos e psiquiátricos Trauma crânio prévio
  35. 35. CONDUTA INICIAL Patencia vias aéreas (glasgow< 9 – TOT) Oxigenação SAT 90% Avaliar perfusão Avaliar glicemia: tratar hipoglicemia Exame neurológico - Pupila - sinais focais - sinais meníngeos ( LCR / HSA) Sempre pesquisar infecção
  36. 36. ABORDAGEM DE ALTERAÇÃO DO NÍVEL DE CONSCIÊNCIA Alteração nível de consciência Sinais de déficit Sem sinais ou hist. ictal déficit focal Suspeita de encefalopatia tóxico - metabólica Exames:Suspeitar de doença neurológica primária Glicemia / eletrólitos / função renal / enzimas Glicemia capilar(dextro) hepáticas / avaliação de Exames gerais: Na K Uréia Creat infecção sistêmica / hemograma enzimas hepáticas TC de hemograma /crânio imediato avaliar necessidade teste hemocultura / EAS / urinocultura / rx de tórax rápido de HIV Avaliação do foco abdominal Atenção para paciente epiléptico Diferenciar pós-ictal de mal-convulsão
  37. 37. ABORDAGEM DE ALTERAÇÃO DO NÍVEL DE CONSCIÊNCIA Doenças metabólicas que podem causar:alterações do nível de consciência e déficitsfocais Hipo hiperglicemia Hipo hipernatremia Hipoxemia Uremia Encefalopatia hepática Intoxicação exógena
  38. 38. CONCLUSÃOO atendimento de emergência implica em estabelecer prioridades: . Rebaixamento nível consciência . Desconforto respiratório . Enchimento capilar lentificado SÃO EMERGÊNCIAS . Hipotensão . A conduta inicial sempre envolve o ABCD . Monitorização é essencial . Choque não é sóhipotensão . Pacientes mal perfundidos merecem sempre uma expansão volêmicainicial . Insuficiência respiratória aguda na iminência de PCR é igual a TOT . Em caso de alteração aguda do nível de consciência, procurar os sinais focais (doença neurológica primária, se não encefalopatia metabólica) . Infecção deve ser sempre pesquisada, se a consciência estiver alterada

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