ERVCC

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ERVCC

  1. 2. <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>O processo RVCC </li></ul><ul><li>Soluções existentes </li></ul><ul><li>Treemaps </li></ul><ul><li>Redes neuronais </li></ul><ul><li>A plataforma técnico-pedagógica </li></ul><ul><li>Teste e validação </li></ul><ul><li>Conclusões </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Introdução </li></ul>
  3. 4. <ul><li>O sistema nacional de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências, </li></ul><ul><li>a decorrer nos Centros Novas Oportunidades , </li></ul><ul><li>desempenham um papel importante </li></ul><ul><li>na qualificação de jovens e adultos, </li></ul><ul><li>através da validação de </li></ul><ul><li>conhecimentos adquiridos através da experiência. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Desenvolvimento de uma </li></ul><ul><li>plataforma técnico-pedagógica </li></ul><ul><li>capaz de suportar todo o processo de RVCC , </li></ul><ul><li>do ponto de vista de todos os intervenientes. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Uma plataforma </li></ul><ul><li>capaz de integrar todos os </li></ul><ul><li>recursos técnicos e pedagógicos </li></ul><ul><li>necessários ao </li></ul><ul><li>acompanhamento e orientação dos candidatos à certificação. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Esta plataforma assegura a aquisição , armazenamento e tratamento de dados no âmbito do processo RVCC </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Facilita acesso ao nível de qualificação pretendido. </li></ul><ul><li>Formação, implícita, em TIC. </li></ul><ul><li>Processo autónomo </li></ul>
  8. 9. <ul><li>Armazenamento de todos os dados relativos ao processo RVCC. </li></ul><ul><li>Agilizar o processo de dupla certificação. </li></ul><ul><li>Monitorização da intervenção da equipa técnica. </li></ul><ul><li>Extracção de conhecimento. </li></ul><ul><li>Visualização de informação. </li></ul><ul><li>Competence gap analysis. </li></ul>
  9. 10. <ul><li>Avaliação quantitativa e qualitativa do processo. </li></ul><ul><li>Cumprimento eficaz e eficiente dos objectivos impostos. </li></ul><ul><li>Credibilidade do processo. </li></ul><ul><li>Arquivo digital. </li></ul>
  10. 11. <ul><li>Intervenientes podem ser indivíduos com: </li></ul><ul><li>Pouca formação em TIC. </li></ul><ul><li>Reduzida disponibilidade para aprender a utilizar novas ferramentas. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>Interface pessoa-computador capaz de estimular os intervenientes. </li></ul><ul><li>. </li></ul>
  12. 13. <ul><li>O processo RVCC </li></ul>
  13. 14. <ul><li>Qualificação de jovens e adultos </li></ul><ul><li>com um nível de escolaridade </li></ul><ul><li>inferior ao 9º ou 12º ano. </li></ul>
  14. 15. <ul><li>Reconhecimento formal de competências, saberes e conhecimento adquirido através da </li></ul><ul><li>experiência de trabalho e de vida </li></ul><ul><li>e aprendizagem informal. </li></ul>
  15. 16. <ul><li>O processo desenvolve-se </li></ul><ul><li>ao longo de um conjunto de sessões , </li></ul><ul><li>individuais e em pequenos grupos, </li></ul><ul><li>em que os candidatos </li></ul><ul><li>são apoiados </li></ul><ul><li>por técnicos e formadores . </li></ul>
  16. 17. <ul><li>Identificação e avaliação de saberes e competências adquiridos por aprendizagens informais e não formais. </li></ul><ul><li>Navegação pelos percursos e histórias de vida. </li></ul><ul><li>Auto-avaliação. </li></ul>
  17. 18. <ul><li>Reconhecimento formal das competências identificadas. </li></ul><ul><li>Mapeamento das competências para um </li></ul><ul><li>Referêncial de competências chave. </li></ul>
  18. 19. <ul><li>Recolha de evidências que comprovem as aprendizagens. Organização de um portefólio que constitui o instrumento privilegiado de avaliação de cada indivíduo. </li></ul>
  19. 20. <ul><li>Validação formal das competências identificadas </li></ul><ul><li>por um júri constituído pela </li></ul><ul><li>equipa técnica, </li></ul><ul><li>técnico RVCC, </li></ul><ul><li>avaliador externo. </li></ul>
  20. 21. <ul><li>Certificação, emissão de um certificado ou de uma carteira pessoal de competências. </li></ul>
  21. 22. <ul><li>Referenciais de competências-chav e que funcionam como quadro de referência orientador de todo o processo. Organização em várias áreas </li></ul><ul><li>que integram competências-chave </li></ul><ul><li>relacionadas com campos técnicos , científicos e culturais </li></ul>
  22. 25. <ul><li>Critérios que indiciam o domínio das respectivas competências. </li></ul><ul><li>Indicadores de objectivos a desenvolver, em formação. </li></ul>
  23. 26. <ul><li>Soluções existentes </li></ul>
  24. 27. <ul><li>Não foi desenvolvida até ao momento qualquer solução ou ferramenta informática integradora de recursos e de monitorização e suporte ao processo RVCC, apesar de o projecto de uma plataforma deste tipo ter sido anunciado, nomeadamente em França. </li></ul>
  25. 28. <ul><li>Lançou pedido formal de criação de uma plataforma para: </li></ul><ul><li>Definir o perfil de competências que o candidato detém à partida, e facilitar o seu processo de orientação. </li></ul><ul><li>Estabelecer o percurso formativo do candidato. </li></ul><ul><li>Estabelecer as relações possíveis entre o referencial de competências escolar e o profissional. </li></ul><ul><li>Promover a autonomia dos candidatos, de forma a poderem gerir e orientar o seu próprio percurso formativo. </li></ul>
  26. 29. <ul><li>As árvores de conhecimento </li></ul><ul><li>são uma forma de representação de conhecimentos ou competências de grupos de pessoas . </li></ul><ul><li>Gingo é o software da Trivium Soft para criação de árvores de conhecimento, integrado numa plataforma Web designada por See-K . </li></ul>
  27. 30. <ul><li>A árvore é composta por vários blocos. </li></ul><ul><li>Cada bloco representa uma competência adquirida por pelo menos um elemento do grupo detêm. </li></ul><ul><li>A cor do bloco dá informação sobre o número de pessoas que detêm essa competência. </li></ul>
  28. 32. <ul><li>Focus no conhecimento de grupos </li></ul><ul><li>O seu espaço não é determinado por um referêncial de competências </li></ul><ul><li>Solução proprietária não podendo ser adaptada. </li></ul>
  29. 33. <ul><li>Consiste num software de apoio à Gestão de Percursos de Inserção sendo um produto do Projecto NÓS. </li></ul><ul><li>Incorpora a plataforma AVEC, ATONIS Technologies/ ASMOUNE, (projecto EQUAL ENTREP'PONTS). </li></ul>
  30. 34. <ul><li>Um percurso de inserção está organizado em cinco etapas: </li></ul><ul><li>Acolhimento, </li></ul><ul><li>Avaliação inicial, </li></ul><ul><li>Planos de acção, </li></ul><ul><li>Memorandos de trabalho, </li></ul><ul><li>Saída. </li></ul>Na Figura 12 podemos ver a lista de competências associadas a um percurso individual.
  31. 35. <ul><li>Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa (SIGO) </li></ul><ul><li>Plataforma que integra a oferta educativa e formativa profissionalmente qualificante anteriormente dispersa por diferentes organismos do ME e MTSS. </li></ul>
  32. 36. <ul><li>Disponível através do site da Iniciativa Novas Oportunidades. </li></ul><ul><li>Encaminhamento dos adultos inscritos nos Centros para as ofertas formativas e de RVCC. </li></ul><ul><li>Permite inscrição dos candidatos, e </li></ul><ul><li>registo de acções </li></ul><ul><li>em que participam. </li></ul>inscrição dos candidatos ao processo, bem como o registo de todas as acções em que esse candidato participou.
  33. 37. <ul><li>Treemaps </li></ul>
  34. 38. <ul><li>A Visualização nos processos RVCC de competências individuais em forma de árvore: </li></ul><ul><li>Fornece boa percepção do Competence gap de cada indivíduo, por integração das competências adquiridas e das por adquirir. </li></ul><ul><li>Revela as áreas para possível melhoria do perfil de cada candidato. </li></ul>
  35. 39. Divisão recursiva de um espaço inicial Representação de nós e ramos Tree diagram (Node-link) Treemap (space-filling)
  36. 40. Botanical trees Balloon trees Radial trees Hyperbolic trees
  37. 41. Radial treemaps Beam Trees Step Tree Treemaps
  38. 42. <ul><li>Conduzido Alfred Kobsa </li></ul><ul><li>Fornece uma comparação entre as várias técnicas de visualização de estruturas em árvore. </li></ul><ul><li>Treemap (TM ) – treemaps ; </li></ul><ul><li>Sequoia View (SV) – cushion treemaps; </li></ul><ul><li>Beam Trees (BT) – beam tree; </li></ul><ul><li>Star Tree (ST) – hyperbolic trees; T </li></ul><ul><li>ree Viewer (TV) – botanical trees; </li></ul><ul><li>Windows Explorer (EX)- browser view . </li></ul>
  39. 43. <ul><li>Treemap foi considerada a técnica mais adequada para tarefas de exploração em estruturas de dados hierárquicas </li></ul><ul><li>Melhores </li></ul><ul><li>resultados relativamente a: </li></ul><ul><ul><li>tempos de execução </li></ul></ul><ul><ul><li>número de respostas certas </li></ul></ul>
  40. 44. <ul><li>Developed by Ben Shneiderman </li></ul><ul><li>Eficiente aproveitamento do espaço disponível no ecrã </li></ul><ul><li>Leitura e compreensão fácil para pequenas hierarquias, possibilitando a rápida extracção de informação </li></ul><ul><li>Apresentação esteticamente agradável </li></ul><ul><li>Interactividade, manipulação da informação a visualizar </li></ul><ul><li>Navegação pela estrutura de dados </li></ul>
  41. 45. <ul><li>Use the complete available space </li></ul><ul><li>Display of structural and content information in a single panel </li></ul>
  42. 46. <ul><li>Recursive Subdivision of initial rectangle </li></ul>
  43. 47. <ul><li>Subdivisão recursiva do rectângulo inicial </li></ul><ul><li>O tamanho de cada sub-rectângulo corresponde ao tamanho do nó </li></ul><ul><li>Cor pode corresponder a informação sobre o nó </li></ul>
  44. 48. <ul><li>O layout dos rectangulos depende do algoritmo de divisão utilizado </li></ul>
  45. 49. <ul><li>Slice and dice </li></ul><ul><li>Squarified </li></ul><ul><li>Strip </li></ul>
  46. 50. Ordem Estabilidade Aspect ratio Facilidade de leitura Slice and Dice + + - - Squarified - - + + Strip +/- +/- +/- +/-
  47. 51. <ul><li>Squarified treemaps </li></ul><ul><li>aspect ratio ≈ 1 </li></ul><ul><ul><ul><li>Rectângulos próximos de quadrados, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Comparação fácil </li></ul></ul></ul>
  48. 58. <ul><li>Redes Neuronais </li></ul>
  49. 59. <ul><li>Técnicas capazes de representar conhecimento em ambientes de imprecisão e incerteza, utilizados na solução de problemas de classificação: </li></ul><ul><li>Redes neuronais. </li></ul><ul><li>Lógica difusa (fuzzy logic). </li></ul><ul><li>Algoritmos genéticos. </li></ul><ul><li>Conjuntos difusos (fuzzy sets). </li></ul>
  50. 60. <ul><li>Fase de auto-avaliação, classificar os candidatos em duas classes: </li></ul><ul><li>Classe dos candidatos com potencial para serem imediatamente aceites no processo RVCC; </li></ul><ul><li>Classe dos candidatos que necessitam de um trabalho preliminar intensivo antes de serem aceites no processo. </li></ul>
  51. 61. <ul><li>A classificação é efectuada a partir das respostas, do tipo sim ou não , a 127 perguntas do tipo “Acha que adquiriu a competência para…”. </li></ul>
  52. 62. a arquitectura pretendida para a rede, com as entradas organizadas em quatro grupos de respostas, um por cada área de competência, e uma saída. Entradas organizadas em quatro grupos de respostas, um por cada área de competência, e uma saída. arquitectura
  53. 63. a arquitectura pretendida para a rede, com as entradas organizadas em quatro grupos de respostas, um por cada área de competência, e uma saída. As 127 entradas foram ligadas a todos os neurónios de entrada, sem haver separação das entradas por área de competência: uma camada de entrada, uma camada intermédia e uma camada de saída.
  54. 64. a arquitectura pretendida para a rede, com as entradas organizadas em quatro grupos de respostas, um por cada área de competência, e uma saída. As 127 entradas agrupadas por área, de acordo com a arquitectura inicialmente proposta.
  55. 65. <ul><li>A rede da experiência 1, treinada com 50 amostras e rapidamente convergiu para uma solução com um erro muito próximo de zero </li></ul><ul><li>Rede da experiência 2 não convergiu, no entanto, para uma solução devido ao número insuficiente de amostras apresentadas para treino da rede. </li></ul>
  56. 66. <ul><li>Primeiros resultados são promissores. </li></ul><ul><li>Para um estudo mais conclusivo são necessários: </li></ul><ul><li>Dados reais e não dados aleatórios; </li></ul><ul><li>Número elevado de questionários, impossível de obter no decurso deste projecto. </li></ul>
  57. 67. <ul><li>Plataforma Técnico-Pedagógica </li></ul>
  58. 68. <ul><li>Projecto de desenvolvimento focado em duas questões: </li></ul><ul><li>Usabilidade da plataforma. </li></ul><ul><li>Validação em ambiente real. </li></ul>
  59. 69. <ul><li>Facilidade de aprendizagem; </li></ul><ul><li>Eficiência; </li></ul><ul><li>Memorização; </li></ul><ul><li>Sem erros graves ou sem solução ; </li></ul><ul><li>Satisfação; </li></ul>
  60. 70. <ul><li>A metodologia de Engenharia de Usabilidade orientada por princípios gerais de desenvolvimento de sistemas centrado no utilizador . </li></ul>
  61. 71. <ul><li>Fase de análise; </li></ul><ul><li>Fase de levantamento de requisitos; </li></ul><ul><li>Fase de desenho da plataforma; </li></ul><ul><li>Fase de implementação </li></ul><ul><li>Fase de validação e teste da plataforma; </li></ul>
  62. 72. <ul><li>Funcionalidades genéricas; </li></ul><ul><li>Funcionalidades mais específicas a disponibilizar em quatro grandes áreas de trabalho associadas a cada um dos tipos actores ou intervenientes no sistema: </li></ul><ul><ul><ul><li>Candidato; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Formador; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Técnico RVCC; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Administrador da plataforma. </li></ul></ul></ul>
  63. 73. <ul><li>Adequabilidade; </li></ul><ul><li>Utilidade; </li></ul><ul><li>Igualdade; </li></ul><ul><li>Acessibilidade; </li></ul><ul><li>Portabilidade; </li></ul><ul><li>Inter-operacionalidade; </li></ul><ul><li>Segurança, fiabilidade e integridade dos dados. </li></ul>
  64. 75. <ul><ul><li>O que se pretende neste projecto é criar um e-portfolio ou portefólio digital: </li></ul></ul><ul><ul><li>Colecção de trabalhos desenvolvidos pelos candidatos podendo incluir texto, imagens, hiperligações, ect; </li></ul></ul><ul><ul><li>Um sistema de gestão de informação baseado na web onde os utilizadores podem criar e manter um repositório digital para: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Demonstrar competências </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Reflectir sobre a sua aprendizagem </li></ul></ul></ul>
  65. 76. <ul><li>IMS ePortfolio specifications </li></ul><ul><li>ePortfolio Interoperability XML Specification </li></ul>
  66. 77. <ul><li>Constituída por um Course Management System (CMS) convencional. </li></ul><ul><li>Agrega um conjunto de recursos de ensino e aprendizagem, de apoio ao processo RVCC. </li></ul>
  67. 78. Curso Lição 1 Lição i Conceito 12 Conceito i1 Conceito 11 Conceito in … Área de competência Unidade de competência Critério de evidência Objecto de aprendizagem Questionários Actividades de comunicação
  68. 79. <ul><li>A plataforma foi implementada com recurso a tecnologias OpenSource: </li></ul><ul><li>PHP; </li></ul><ul><li>MySQL; </li></ul><ul><li>Moodle. </li></ul>A plataforma foi implementada com recurso a tecnologias OpenSource para desenvolvimento de aplicações baseadas na web, nomeadamente PHP e MySQL. A plataforma foi implementada com recurso a tecnologias OpenSource para desenvolvimento de aplicações baseadas na web, nomeadamente PHP e MySQL.
  69. 80. <ul><li>Teste e validação </li></ul>
  70. 81. <ul><li>A validação da plataforma eRVCC foi efectuada através de testes experimentais para avaliar a sua: </li></ul><ul><li>Qualidade; </li></ul><ul><li>Usabilidade; </li></ul><ul><li>Satisfação dos seus utilizadores. </li></ul>
  71. 83. <ul><li>A valiação formativa; </li></ul><ul><li>Sessões informais com alguns utilizadores que se voluntariaram para esse efeito; </li></ul><ul><li>Centrada em aspectos de usabilidade e eficácia da plataforma; </li></ul><ul><li>Conduzindo a informação qualitativa e menos estruturada. </li></ul>
  72. 84. <ul><li>Avaliação formal; </li></ul><ul><li>Recolha de dados: </li></ul><ul><ul><ul><ul><li>Observação dos utilizadores; </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Preenchimento de questionários; </li></ul></ul></ul></ul><ul><li>Avaliou: </li></ul><ul><ul><ul><ul><li>Facilidade de utilização da plataforma, </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Benefícios para os utilizadores, </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Grau de satisfação. </li></ul></ul></ul></ul>
  73. 85. <ul><li>Embora o número de questionários não tenha sido elevado, os resultados foram muito positivos: </li></ul><ul><li>A plataforma é muito útil; </li></ul><ul><li>A plataforma é fácil de utilizar ; </li></ul><ul><li>Os utilizadores aprendem rapidamente; </li></ul><ul><li>Os utilizadores evidenciaram grande satisfação em trabalhar com a plataforma. </li></ul>

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