Geo h e_7ano_cap13 centro sul

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Geo h e_7ano_cap13 centro sul

  1. 1. Geografia Homem & EspaçoGeografia Homem & Espaço 7º ano – Unidade V7º ano – Unidade V Capítulo 13 – A paisagem e o espaçoCapítulo 13 – A paisagem e o espaço do Centro-Suldo Centro-Sul ELIAN ALABI LUCCI e ANSELMO LAZARO BRANCO ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva
  2. 2. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Observe as fotografias e, em seu caderno, redijaObserve as fotografias e, em seu caderno, redija outras legendas descrevendo como é aoutras legendas descrevendo como é a vegetação e o relevo em cada uma das imagens.vegetação e o relevo em cada uma das imagens. FabioColombini Rio entre as montanhas na mata Atlântica, no Parque Nacional de Itatiaia, Rio de Janeiro (2007).
  3. 3. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva MauricioSimonetti/PulsarImagens Araucárias em Urubici, SC (2008).
  4. 4. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva ZigKoch/OlharImagem Vegetação de cerrado na chapada dos Veadeiros, GO (2005).
  5. 5. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva RicardoAzoury/OlharImagem Vegetação em dunas na restinga de Marambaia, Rio de Janeiro, RJ (2000).
  6. 6. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Espaço natural bastante transformadoEspaço natural bastante transformado São diversos os problemas ambientais verificados no Centro-Sul. Centro-Sul Onde o espaço natural foi mais transformado. Em virtude da: • intensa atividade econômica; • maior índice de aproveitamento de terras para a agricultura e a pecuária; • maior densidade populacional; • elevadas taxas de industrialização e urbanização, entre outros itens. Em decorrência desses fatores e de uma visão da natureza como mera fornecedora de recursos
  7. 7. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Unidades de relevo do Centro-Sul (Classificação de Jurandyr L. S. Ross – 1990) MárioYoshida Fonte: Jurandyr L. S. Ross (org.) Geografia do Brasil. Edusp/FDE, 1996. p. 53 (adaptado).
  8. 8. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Esses dobramentos, bastante antigos, sofreram intensos processos erosivos. Planaltos e serras do Atlântico-Leste-Sudeste São a forma de relevo predominante em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, estendendo-se em trechos de São Paulo, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina. Origem relacionada a sucessivos ciclos de dobramentos e ao soerguimento de toda a faixa oriental da América do Sul.
  9. 9. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Trecho da Serra da Mantiqueira em Lima Duarte, MG (2003). RubensChaves/PulsarImagens Serra do Espinhaço em Diamantina, MG (2006). Mauricio Simonetti/Pulsar Imagens
  10. 10. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Sua origem está associada ao processo de erosão que se desenvolve na borda da bacia, a partir dos planaltos e das serras do Atlântico. No sentido leste-oeste A estrutura rochosa predominantemente cristalina dos planaltos e das serras do Atlântico-Leste-Sudeste vai dando lugar a uma predominantemente sedimentar. Aí se encontram os planaltos e as chapadas da bacia do Paraná. Entre essas duas unidades de relevo estende-se a depressão Periférica, que se prolonga até o litoral sul de Santa Catarina.
  11. 11. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Fonte: Jurandyr Ross, 1995.
  12. 12. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Em direção ao Sul do país, ocorre um aumento gradativo de altitude, até que se atinjam os 1500 metros. Planaltos e chapadas da bacia do Paraná • as altitudes raramente ultrapassam os 1 000 metros; • o relevo apresenta-se mais plano, favorecendo a mecanização das atividades agrícolas. Serviu de base para a expansão cafeeira da região e, desde a década de 1970, vem sendo largamente ocupado pelas culturas da cana-de-açúcar e da soja. Ainda na parte sul desta unidade de relevo, verifica-se a ocorrência do solo de terra roxa.
  13. 13. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Cânion Itaimbezinho, no Parque Nacional dos Aparados da Serra em Cambará do Sul, RS (2005). ThaisFalcão/OlharImagem
  14. 14. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Planície Litorânea no Centro-Sul Trechos de restritos e estreitos. Apresentando-se de forma mais extensa apenas no estado do Espírito Santo. Em outros trechos são conhecidos como baixadas. Atravessado pelo rio Paraguai, o Pantanal constitui uma planície inundável, em razão das enchentes desse rio e de sua baixa altitude. No extremo oeste do Centro-Sul há uma área de baixas altitudes que equivale ao Pantanal Mato-Grossense.
  15. 15. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Deslizamento na favela Parque São Bernardo, em São Bernardo do Campo, SP (2004). BetoBarata/AE
  16. 16. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Chapada dos Guimarães, MT (2006). RenatoSoares/PulsarImagens
  17. 17. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Hidrografia Centro-SulHidrografia Centro-Sul A poluição é bastante elevada também nas áreas rurais pelo uso de agrotóxicos, fertilizantes, fezes de animais, além do despejo de esgoto e lixo doméstico. A contaminação das águas é um dos grandes problemas ambientais. Nas médias e grandes cidades a contaminação ocorre devido à quantidade de resíduos sólidos e líquidos lançados nos rios e pela contaminação dos mananciais.
  18. 18. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Resíduos jogados no rio Tiête, em São Paulo, SP (2007). RaimundoPacco/FolhaImagem
  19. 19. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Trata-se de uma hidrovia, a Tietê-Paraná Além de possuir um grande potencial hidráulico, os rios da bacia do Paraná vêm sendo aproveitados para a navegação. Com a regularização dos cursos de trechos dos rios Tietê, Paraná e Paranaíba Foi possível transportar mercadorias entre a região de São Simão (GO), Conchas (SP) e o lago da represa de Itaipu, na divisa entre o Paraná e o Paraguai. Com cerca de 2 600 km de extensão, permitiu o barateamento do transporte de mercadorias.
  20. 20. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Cada comboio com quatro chatas transporta carga equivalente à de 135 caminhões, o que demonstra o baixo custo do transporte fluvial. • Essa hidrovia é também importante ao intercâmbio comercial entre o Brasil e os países do Mercosul. Por ela, milhares de toneladas de soja estão sendo transportadas de São Simão, cidade goiana, até Pederneiras, em São Paulo, numa extensão de 640 km pelos rios Paranaíba, Paraná e Tietê. O rio Paraguai, tipicamente de planície, nasce na chapada dos Parecis e, junto com os rios Paraná e Uruguai, forma o grupo dos rios mais importantes da bacia Platina.
  21. 21. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, PR (2006). JoãoPrudente/PulsarImagens
  22. 22. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Clima e vegetação doClima e vegetação do Centro-SulCentro-Sul Região brasileira que mais sofreu devastação da paisagem vegetal e a que apresenta as cidades com os índices mais elevados de poluição atmosférica. A concentração das atividades econômicas e da população brasileira explica parte desses problemas.
  23. 23. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Ao mesmo tempo, as ruas e as avenidas não comportam a imensa quantidade de veículos, provocando congestionamentos que agravam ainda mais a poluição do ar. Na cidade de São Paulo, que não é mais um centro industrial, 90% da emissão de poluentes são produzidos por veículos automotores. O crescimento urbano das grandes cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, entre outras Não foi acompanhado pelo crescimento dos meios de transporte coletivos. O uso do transporte individual tornou-se uma opção muitas vezes necessária.
  24. 24. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Clima – Centro-Sul MárioYoshida Fonte: Atlas nacional do Brasil, 2000. Rio de Janeiro: IBGE. p. 58 (adaptado).
  25. 25. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Vegetação Original Centro-Sul MárioYoshida Fonte: Atlas nacional do Brasil, 2000. Rio de Janeiro: IBGE. p. 65 (adaptado).
  26. 26. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva As paisagens tropicaisAs paisagens tropicais • As temperaturas são elevadas o ano todo. • A vegetação do cerrado ocupa grande extensão das áreas tropicais. Clima predominante no Centro-Sul Tropical Apresenta uma estação seca, inverno, que se estende aproximadamente de abril a agosto,0 e outra chuvosa, verão, que dura de setembro/outubro a março.
  27. 27. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Veados-campeiros no cerrado, no Parque Nacional das Emas, GO (2003). FabioColombini
  28. 28. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva O cerrado apresenta enorme biodiversidade, contando com cerca de 10 mil espécies de vegetais. Cerrado Aspecto muito variável. Ora com árvores de grande porte, bem próximas umas das outras, com aspecto de floresta, ora com arbustos e árvores de pequeno porte, bastante espaçadas entre si. São vários ecossistemas, que apresentam também expressiva riqueza em termos de animais.
  29. 29. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva O PantanalO Pantanal Recentemente o turismo é outra atividade que tem atraído muito investimento a essa região. Formação de clima tropical. Caracterizado Uma vegetação constituída misturas de espécies vegetais de diversas formações: o complexo vegetal do Pantanal. O relevo plano e a presença de vasta extensão de campos transformaram a pecuária na mais tradicional atividade. Vem sendo afetado pela poluição de alguns rios com o mercúrio e pela caça a animais como o jacaré e a onça. Os rios sofrem assoreamento, por causa da destruição da vegetação de suas margens, acelerando a erosão.
  30. 30. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Pantanal Mato-Grossense, MT (2006). PalêZuppani/PulsarImagens
  31. 31. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva No litoral, Mata Atlântica eNo litoral, Mata Atlântica e vegetação litorâneavegetação litorânea • floresta tropical de encosta ou úmida, bastante densa e com grande número de espécies vegetais, • e floresta tropical de planalto ou semiúmida, menos densa e com menor número de espécies vegetais. Faixa próxima do litoral Clima tropical úmido. Em razão da entrada dos ventos úmidos do oceano Atlântico.A floresta ou mata Atlântica, que se estendia do litoral até a borda dos planaltos e serras do Atlântico-Leste- Sudeste, subdividia-se em dois tipos:
  32. 32. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Na vegetação litorânea predomina o mangue. Hoje, a maior parte dessa floresta deixou de existir. Restando apenas alguns trechos esparsos em encostas, como a serra do Mar, que correspondem a 7% da vegetação original. Vegetação de mangue em Itanhaém, litoral de São Paulo (2003). Vinicius Romanini/Olhar Imagem
  33. 33. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Parque das Neblinas, em Bertioga, SP (2005). PalêZuppani/PulsarImagens
  34. 34. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva As paisagens subtropicaisAs paisagens subtropicais No inverno as geadas são frequentes, prejudicando a agricultura. Em alguns lugares chega a nevar, por causa da altitude. Clima subtropical Na maior parte do Paraná e nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Apresenta temperaturas médias anuais inferiores às da zona tropical e sofre maior influência das massas de ar frias originárias da região do polo Sul.
  35. 35. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva As chuvas são bem distribuídas, o que favorece o cultivo de certos produtos agrícolas, como o arroz, a soja e o milho. O predomínio desse tipo de clima na região favoreceu o desenvolvimento de culturas não tropicais, como o centeio, a cevada e o trigo. O clima subtropical é o que apresenta no Brasil a maior variação de temperatura entre o verão e o inverno, delimitando bem essas duas estações. A vegetação primitiva da maior parte dos estados do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul era constituída por campos e florestas.
  36. 36. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva No extremo sul, esses campos recebem a denominação de Campanha Gaúcha, tradicional área de criação de gado bovino do Brasil. Mata dos Pinhais Ocupava a maior parte da região. Atualmente está bastante devastada. Pela intensa utilização de sua madeira pelas indústrias de celulose e de móveis. Os campos limpos aparecem tanto nos planaltos como nas depressões do sul do país.
  37. 37. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva O mapa destaca uma importante hidrovia.O mapa destaca uma importante hidrovia. Fonte: Ministério dos Transportes.
  38. 38. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva ConversaConversa Qual o nome dessa hidrovia? Explique a importância de sua implantação.
  39. 39. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Com base na ilustração, expliqueCom base na ilustração, explique as características essenciais doas características essenciais do Pantanal em relação a:Pantanal em relação a: a. relevo; b. diversidade biológica; c. ciclo das águas.
  40. 40. ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva Fonte: Veja. São Paulo: Abril. 2 jun. 1999.
  41. 41. Geografia Homem & EspaçoGeografia Homem & Espaço 7º ano – Unidade V7º ano – Unidade V Capítulo 13 – A paisagem e o espaçoCapítulo 13 – A paisagem e o espaço do Centro-Suldo Centro-Sul ELIAN ALABI LUCCI e ANSELMO LAZARO BRANCO ParteintegrantedaobraGeografiaHomemeEspaço,EditoraSaraiva

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