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242 - Contributos para a Integração das Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação Pré-Escolar

  1. 1. Contributos para a Integração das Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação Pré-Escolar Elisabete Cruz Instituto de Educação da Universidade de Lisboa ecruz@ie.ul.pt
  2. 2. CONTEXTO PERSPECTIVAS INTERNACIONAIS 1 2 Tópicos ORIENTAÇÕES CURRICULARES EM PORTUGAL MODELO DE INTEGRAÇÃO CURRICULAR DESAFIOS 3 4 5
  3. 3. Contexto O projecto Metas de Aprendizagem «concretiza-se no estabelecimento de parâmetros que definem de forma precisa e escalonada as metas de aprendizagem para cada ciclo, o seu desenvolvimento e progressão por ano de escolaridade, para cada área de conteúdo, disciplina e área disciplinar».
  4. 4. Perspectivas Internacionais ESPANHA: Decreto 4/2008, de 11 de Janeiro - aprova o currículo de Educação Infantil para a Comunidade Autónoma da Estremadura (http://www.csi-csif.es/extremadura/modules/mod_ense/archivos/especial_centros/curriculo_inf.pdf) AUSTRÁLIA: ICT in Early YearsAUSTRÁLIA: ICT in Early Years (http://www.sacsa.sa.edu.au/index_fsrc.asp?t=EL) NOVA ZELÂNDIA: Information and Communication Technology (http://www.educate.ece.govt.nz/learning/curriculumAndLearning/Assessmentforlearning/KeiTuaotePae/Book20.aspx) Mesmo nos países em que não existem directivas explícitas para a implementação das TIC nos curricula da educação pré-escolar, há um reconhecimento de que o seu uso pode reforçar a confiança e a auto-estima das crianças, bem como o seu desenvolvimento intelectual, emocional, social e motor, particularmente ao nível da motricidade fina.
  5. 5. Orientações curriculares em Portugal A utilização de meios informáticos deverá permitir que as crianças se familiarizem com o código informático, designadamente na sua articulação com dois domínios das expressões – expressão plástica e expressão musical -, bem como na abordagem ao código escrito e na matemática (ME, 2000). 1. Compreender a natureza e utilidade das TIC na sociedade e no quotidiano. 2. Desenvolver o interesse relativamente ao uso das TIC, adoptando uma postura experimental. 3. Explorar actividades lúdico-pedagógicas no seu computador. 4. Ter a capacidade de discernir entre o real e o virtual, entre o automático e o manual. 5. Desenvolver competências na área da motricidade fina e cinestesia, através do manuseamento dos periféricos como o rato e/ou o teclado. 6. Observar e reconhecer, pela curiosidade e indagação, as principais partes e funções de um computador e de alguns dos seus periféricos. 7. Nomear algumas funções de determinados programas/aplicações. 8. Cooperar em grupo, desenvolvendo uma atitude crítica e construtiva nas actividades propostas. CompetênciasgeraisemTIC
  6. 6. Modelo de integração curricular Ferramentas Vivências e experiências educativas Disciplinar Transdiciplinar (abordagem sistémica, situacional e contextualizada) Competências procedimentais (ligar e desligar computadores, imprimir, usar comandos, …) Aprendizagem com as TIC (desenvolvimento harmonioso da criança)
  7. 7. Desafios estratégias de ensino estratégias de avaliação domínio instrumental desenvolvimento harmoniosodesenvolvimento harmonioso organização do espaço abordagem sistémica com as TICcom as TIC estratégias de aprendizagem desenvolvimento harmoniosodesenvolvimento harmonioso
  8. 8. Contributos para a Integração das Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação Pré-Escolar Elisabete Cruz Instituto de Educação da Universidade de Lisboa ecruz@ie.ul.pt Obrigada!

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