SEMINÁRIO DE APRESENTAÇÃO.CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM HISTÓRIATURMA SHN 22ELETIVA DE HISTÓRIAPROFº ELIAS SACRAMENTOEQUI...
Introdução                  “OS ALDEAMENTOS ÍNDIGENAS NO RIO BRANCO”•   Em pleno século XVIII, para ser mais exato, a part...
NA BUSCA DO EL DOURADO, 1771 até 1773.Angostura no rio Orinoco.As cordilheiras não foram barreiras.1771 até 1773, no Urari...
A expulsão dos Espanhóis, 1775.Os portugueses perceberam que não um eraencontro ocasional. E sim uma missão oficial,enviad...
As etnias e seus aldeamentos           EtniasPeraviana / Wapixana / Separá / MacuxiResistência 1789 / Parauna / outras.   ...
A fuga por uma vida melhor, 1780 a 1781No ano de 1780 a 1781, haveráum grande levante dos Índiosaldeados.O único aldeament...
As prisões em 1780.                                           Em São Felipe, Roque é                                      ...
Conflitos e lutas pela liberdadeEram os “principais” équem escalavam a mão-de-obra.Transporte de canoa, apesca e coleta de...
Segunda fase 1784.Prisão dos principais era má política.                                               Sem ferro e nem gri...
O Perdão aos insurretos.                                           A Coroa envia uma escolta para avisar em1784, perdão ao...
O governador relata.São Inúteis              Preguiçosos                              7 mil alqueires desde 1784.         ...
Os índios passam fome.Não há crescimento na infra-estrutura, tanto do Branco como de         Em 1786 o comandante do forte...
Os grandes Fortes da Amazônia.Francisco Caldeira casteloBranco, funda o Forte doPresépio 1616Forte São Joaquim,localizado ...
Conclusão        Tanto a primeira fase quanto a segundo fase, basicamente não tiveram sucessos,quanto ao crescimento que o...
Os fortes.   Forte do Castelo, Belém.                                                     Forte São Joaquim, Roraima.     ...
REFERÊNCIASFARAGE, Nádia, As muralhas dos sertões. Rio de Janeiro: Paz e Terra,1992.Disponível em; http://www.artimanha.co...
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Os aldeamentos indigenas no rio branco eletiva de história

  1. 1. SEMINÁRIO DE APRESENTAÇÃO.CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM HISTÓRIATURMA SHN 22ELETIVA DE HISTÓRIAPROFº ELIAS SACRAMENTOEQUIPE DE APRESENTAÇÃO: DIMMY, MAYCK, MARCELO
  2. 2. Introdução “OS ALDEAMENTOS ÍNDIGENAS NO RIO BRANCO”• Em pleno século XVIII, para ser mais exato, a partir de 1760, os Portugueses não tinham tanta preocupação de fortalecer a região oeste conhecida com rio Branco. Só que com a chegada dos Espanhóis neste território nos meados de 1771 e 1773, mudam as opiniões desses exploradores, e com isso, vai iniciar uma luta para a retirada desses invasores espanhóis, que tanto buscavam encontrar o sonho do El Dourado e também formarem as sua colonizações, e dentro desse contexto os portugueses saem vencedores.• Havendo agora a necessidade de fazer uma construção para a proteção dessa região localizada no estado de Roraima, que em 1775 e 1776 vai iniciar a construção do Forte de São Joaquim, portanto agora, haverá a necessidade de novos aldeamentos e de mão-de-obra necessária para essa fortificação, para que possa ser dada a continuidade a esse trabalho de colonização portuguesa.• Agora novos conflitos serão gerados, só que, com novos personagens, e esses moradores dessas terras tão distantes, que serão conhecidos pelos portugueses como gentios, serão de uma certa forma escravizados, e eles resistiram a essa imposição, vão lutar e muitas vezes vão matar, para encontrar a sua liberdade, numa luta de ideais que estarão além do que imaginamos, para que possam fugir dos grilhões e das prisões impostas por esse homem europeu denominador e conquistador.
  3. 3. NA BUSCA DO EL DOURADO, 1771 até 1773.Angostura no rio Orinoco.As cordilheiras não foram barreiras.1771 até 1773, no Uraricoera.Ainda na busca do El Dourado e seustesouros.Santa Rosa e São João Batista de Caya-CayaFortes indícios que seria no Lago Parime Em 1775 o holandês, Gervásio Leclerc, que atravessou o Branco até Barcelos.
  4. 4. A expulsão dos Espanhóis, 1775.Os portugueses perceberam que não um eraencontro ocasional. E sim uma missão oficial,enviada pelo Governo da Guiana, e issocolocaria em xeque todo o sistema de defesamontado. A um grande confronto entre esses exploradores e os portugueses vencem essa luta. E em 1775 vai iniciar a construção do Forte de São Joaquim e diversos aldeamentos.
  5. 5. As etnias e seus aldeamentos EtniasPeraviana / Wapixana / Separá / MacuxiResistência 1789 / Parauna / outras. Aldeamentos Sta. Maria / Conceição / N.S. Carmo S. Felipe / S. Martinho / Fortaleza. Índios Macuxi Índios Wapixana
  6. 6. A fuga por uma vida melhor, 1780 a 1781No ano de 1780 a 1781, haveráum grande levante dos Índiosaldeados.O único aldeamento que nãoaderiu a revolta foi N. S. doCarmo. Haverá mudanças nas áreas, com novas localizações a partir de 1784. Mesmo coma as novas mudanças novas Revoltas vai estourar em 1790.
  7. 7. As prisões em 1780. Em São Felipe, Roque é pressionado pelo Fr. José de Santo Antonio. O comandante chama Cupitá. Seu pai é preso.30 pessoas retornam, até otérmino das colheitas.Mais principais são presos,no ano de 1780.Pixaú e Aramaná, Paraviana de N. S. daConceição.
  8. 8. Conflitos e lutas pela liberdadeEram os “principais” équem escalavam a mão-de-obra.Transporte de canoa, apesca e coleta de tartarugasno pesqueiro Real, serviçosnos forte e cultivo das roçasnos aldeamentos. As tribos Tapicari e Sapará resistiram armados por uma tentativa de trazê-los de volta aos aldeamentos no ano de 1786. Todos esses fatores vão gerar indignação nesses guerreiros.
  9. 9. Segunda fase 1784.Prisão dos principais era má política. Sem ferro e nem grilhões,Em Santa Izabel, Tapicari e Sapará, já não agora era quinquilharias emais queriam trabalhar, . anistia a esses insurretos e adesrespeitando as ordens do diretor, eestes principais são presos. toda região.Lisboa responde que o erro estava nosoficiantes. Governador, envia a Lisboa, “ Ferro e Fogo”.Guerra ao insurretos.reduzi-los a obediência. Enviar este ao Pará, para ficar difícilnovos planejamentos de revolta. Índios Portugueses Submissão “Civilização”.
  10. 10. O Perdão aos insurretos. A Coroa envia uma escolta para avisar em1784, perdão aos rebelados, teve toda a região o perdão.anúncio em Barcelos, na praçapública, e afixados aos portões doForte São Joaquim. Nos três primeiros anos, vai dar bons frutos, mais depois eles vão descer e apreender novas fugas.Coronel Manuel da Gama Lobo D’Almada acredita que para a colonizaçãodo rio Branco, era tirar vantagens destagente que habita essas montanhas.Persuasão e cumprimentos dos acordose pagamentos por seus serviços .Os índios deveriam saber dasvantagens de ter os portugueses comoamigos, pois teriam comida, teriamvestimentas e pagamento.
  11. 11. O governador relata.São Inúteis Preguiçosos 7 mil alqueires desde 1784. Dão prejuízos e só querem comer sem trabalhar.
  12. 12. Os índios passam fome.Não há crescimento na infra-estrutura, tanto do Branco como de Em 1786 o comandante do forteGoiás. (N.S. Con.), roças insuficientes para alimentar outras pessoas. “Roça comum”, os índios cultivam, e destinadas aos militares do forte. Só distribuída quando a fome fosse demais aos índios. Coronel D’ Almada “Tem que haver um adiantamento nas roças, nos lugares que se lhe determinar para povoações, e repartidas por todas as famílias”.
  13. 13. Os grandes Fortes da Amazônia.Francisco Caldeira casteloBranco, funda o Forte doPresépio 1616Forte São Joaquim,localizado no estado deRoraima,inicia a suaobra em 1775 e éconcluída em 1778 .Forte São José do Macapá,teve inicio em 20/06/1764e teve sua conclusão em1782, levou 18 anos deconstrução.Forte Príncipe daBeira, localizado emRondônia no rioGuaporé, iniciou-se suaconstrução em 2/06/1776e teve sua conclusão emFundada em20/08/1783 1669 com oforte de São João da BarraRio Negro
  14. 14. Conclusão Tanto a primeira fase quanto a segundo fase, basicamente não tiveram sucessos,quanto ao crescimento que os portugueses desejavam para seus aldeamentos, aocontrário, houveram mortes, fugas em massa dos índios, prisões desnecessárias eviolência contra os gentios. As fugas serão constantes, em diversos aldeamentos, só que, agora, todo essecontexto que esta sendo demonstrado por essa busca de adquirir novas terras, para quepossam demarcar esta região e mais tarde conseguir uma economia rentável, a misériavai aumentar e a fome irá aparecer, juntamente com ela virão as doenças, possivelmentea Tuberculose, e farão diversas vitimas nesta colonização do rio Branco. Com uma política totalmente errônea e sem visão, longe do conhecimentocultural desses povos, estes europeus não conseguem a infra-estrutura desejada, tantodo rio Branco, como também para a colonização de Goiás. Seus métodosnão são eficientes, para esse submissos, e a convivência harmoniosa e pacifica nãoexistirá, sua imposição e sua maneira de agir, a ferro e a fogo, continuará ainda por muitotempo neste período de colonização.
  15. 15. Os fortes. Forte do Castelo, Belém. Forte São Joaquim, Roraima. Forte São José de Macapá, AmapáForte Príncipe da Beira, Rondônia.
  16. 16. REFERÊNCIASFARAGE, Nádia, As muralhas dos sertões. Rio de Janeiro: Paz e Terra,1992.Disponível em; http://www.artimanha.com.br. Acesso em 20 fev 2010.Disponível em;http://www.cronopios.com.br, Acesso em 20 de fev 2010.Disponível em; www.Wikidipéia.com. Acesso em 21 fev 2010.

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