Haletos 3a3

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Haletos 3a3

  1. 1. HALETOS<br />
  2. 2. Os haletos ou halogenetos (derivam do nome grego halos - sal) são compostos químicos que contém átomos dos elementos do grupo VII halogênios (flúor (F), cloro (Cl), bromo (Br), iodo (I) e astato (At)) em estado de oxidação -1. Suas características químicas e físicas lhe fazem ser parecidos do cloreto até o iodeto, sendo uma exceção o fluoreto.<br />Podem ser formados diretamente desde os elementos ou a partir do ácido HX (onde X = F, Cl, Br, I) correspondente com uma base.<br />
  3. 3. Classificação<br />Haletos Inorgânicos<br />Os halogenetos inorgânicos são sais que contém os íons F-, Cl-, Br- ou I-. Com íons prata formam um precipitado de haleto de prata (exceto o fluoreto, que é solúvel). A solubilidade do sal de prata decai com o peso do halogeneto. Ao mesmo tempo aumenta a cor que vai de branco para o cloreto AgCl a amarelo no AgI.<br />
  4. 4. Exemplos: NaF + AgNO3 -> NaNO3 + AgF<br />NaCl + AgNO3 -> NaNO3 + AgCl<br />KBr + AgNO3 -> KNO3 + AgBr<br /> KI + AgNO3 -> KNO3 + AgI<br />Também existem complexos metálicos dos halogenetos. Assim, o iodeto de mercúrio se dissolve em presença de um excesso de iodo para formar ânions de tetraiodomercurato HgI42-. (Este íon se encontra por exemplo no reativo de Nessler utilizado na determinação qualitativa do amoníaco).<br />
  5. 5. Haletos Orgânicos<br />Em química orgânica, haletos são compostos derivados dos hidrocarbonetos (ou outras estruturas orgânicas) pela troca de um ou mais átomos de hidrogênio por halogênios.<br />Formação<br />A reação de formação de um haleto orgânico é chamada halogenação. Em compostos saturados, a halogenação ocorre na reação de substituição de um hidrocarboneto com a substância simples do halogênio:<br />R-H + X2 -> R-X + HX<br />Por exemplo, na formação do clorometano a partir do metano e do gás cloro (Cl2):<br />CH4 + Cl2 -> CH3Cl + HCl<br />
  6. 6. Os haletos participam da síntese de muitos compostos devido à sua alta reatividade, são muito usados em indústrias. Exemplos de haletos: Cloreto de etila, BHC, DDT. Cloreto de etila: também chamado de cloro-etano, possui fórmula C2H5Cl, é um gás incolor que já foi empregado nos “lança-perfumes” em Carnavais, devido à sua ação como narcótico quando inalado. É usado na obtenção de chumbo-tetraetila (antidetonante da gasolina). <br />Haletos estão presentes na composição dos Lança-perfumes.<br />
  7. 7. Tetracloreto de carbono: Composto com fórmula CCl4 empregado em indústrias como solventes e na medicina. <br />Clorofórmio: nome popular do haletotricloro-metano, fórmula: CHCl3. É um líquido incolor e volátil, possui ação anestésica e pode ser empregado como solvente. <br />
  8. 8. DDT: essa sigla corresponde ao haletoDicloro-Difenil-Tricloroetano que já foi muito usado como inseticida (desde 1942). O uso do DDT foi proibido por ser tóxico ao homem.<br />BHC: Benzeno-Hexa-Clorado é também um inseticida poderoso. <br />
  9. 9. ÁLCOOIS<br />
  10. 10. Classificação<br />Posição da Hidroxila <br />Álcool primário:<br /> Quando a hidroxila estiver localizada na extremidade da cadeia, o álcool se classifica como sendo primário. Exemplo: CH3 ─ OH Metanol Repare que a OH se encontra no extremo da cadeia e se liga apenas a um átomo de carbono. <br />
  11. 11. Álcool secundário<br />Possui a hidroxila ligada a carbono secundário. Exemplo: HC3-CH=CH-C-CH3<br />|<br /> OHPenten-3-ol-2 <br />Dizemos que o carbono é secundário quando está entre dois átomos de carbono. <br />
  12. 12. Álcool terciário<br />Para receber esta classificação a hidroxila precisa estar ligada a carbono terciário.<br />Exemplo: OH<br />|<br /> H3C-C-CH3<br />|<br /> CH3<br />Metil-propanol-2 <br />O carbono terciário se liga a outros três átomos de carbono. <br />
  13. 13. Número de Hidroxilas <br />Monoálcool<br />Classificação dada a alcoóis que possuem apenas uma hidroxila ligada. <br />Exemplo: H3C - CH2 - CH2<br />| <br />OH Propanol – 1 <br />
  14. 14. Diálcool<br />Álcool que possui duas hidroxilas ligadas à cadeia carbônica. <br />Exemplo: H3C - CH- CH2<br /> | | <br /> OH OH<br />Propanodiol – 1,2 <br />
  15. 15. Triálcool<br />Este álcool conta com três hidroxilas em sua cadeia. <br />Exemplo: H2C - CH- CH2<br /> | ||<br />OHOHOH<br />Propanotriol<br />
  16. 16. Tipo de Cadeia <br /> Álcool de cadeia aberta<br />A cadeia que forma este álcool é linear, ou seja, não forma ângulos. <br />Exemplo: C3H - CH– CH3<br />| <br />OHPropanol-2 <br />
  17. 17. Álcool de cadeia cíclica<br />A presença de uma figura geométrica caracteriza este tipo de álcool. <br />Exemplo: -OH<br />Ciclopentanol<br />Neste caso, a figura pentágono forma a estrutura carbônica. <br />
  18. 18. Álcool de cadeia aromática<br />O álcool aromático possui um anel benzeno em sua estrutura. <br />Exemplo: OH<br />Fenol<br />
  19. 19. Nomenclatura <br />A nomenclatura dos álcoois é baseada na dos hidrocarbonetos de que derivam: basta substituir a letraodo final por ol. Se essa nomenclatura for ambígua quanto à posição da hidroxila, o sufixo ol deve ser por ela precedido. Por exemplo, propan-2-ol indica um grupo hidroxila ligado ao carbono 2 do propano. Também pode ser escrito 2-propanol.<br />
  20. 20. Em certos casos pode ser necessário usar a nomenclatura na forma prefixal. Nesse caso, deve-se usar o prefixo hidróxi. <br />Por exemplo, se tivermos um grupo hidroxila ligado a um anel benzênico, podemos usar o nomehidróxibenzeno(essa substância é usualmente conhecida como fenol).<br />Em certos casos, o álcool possui outros sufixos, dependendo da quantidade de grupos hidroxila. Vejamos:<br />
  21. 21. -ol: quando a cadeia possui apenas um grupo hidroxila.<br />Ex: Etanol(CH3-CH2-OH<br />-Diol: quando existem dois grupos hidroxila na cadeia carbônica.<br />Ex: 1,2-pentanodiol<br />-Triol: quando a cadeia possui três grupos hidroxila.<br />Ex: 1,2,3-hexanotriol<br />
  22. 22. Consumo<br />No Brasil, o álcool, tanto é de consumo humano, diluído em bebidas ou agente de esterilização em farmácias, como também passou a ser utilizado como combustível de automóvel e desde 2005 para a aviação, seja isoladamente ou misturado à gasolina em uma proporção de até 25%. Tem a vantagem de ser uma fonte de energia renovável e causar menor poluição que os combustíveis fósseis.<br />
  23. 23. Atualmente, há correntes que questionam o impacto ambiental do álcool combustível, pelos severos danos do desmatamento necessário para abrir espaço à monocultura de cana-de-açúcar e pelo efeito nocivo da queima da palhada, necessária para se preparar a cana para a produção de álcool. <br />Esses danos hoje já se fazem sentir, apesar da utilização do álcool ser ínfima se comparada aos derivados de petróleo. Para o uso em motores de combustão interna, o álcool tem uma proporção estequiométrica de 8,4 partes de ar para uma de álcool, enquanto gasolina é de 13,5 de ar para uma de gasolina <br />
  24. 24. O motor convertido para álcool ou é reduzida a entrada de ar ou aumentado a quantidade de combustível injetado, em dias atuais uma conversão de gasolina para álcool basicamente é feito o aumento da taxa de compressão para 2 pontos acima da taxa de compressão para gasolina e abrir os bicos injetores ou giclês de carburação em 20%.<br />O sistema de arrefecimento é reforçado em 10% e toda a tubulação. O álcool é corrosivo, assim, tanques de combustível devem receber tratamento ou ser feitos de plástico, bombas dever ser mais resistentes, e carburadores recebem banho de níquel.<br />
  25. 25. A parte interna do motor não necessita de um tratamento anti corrosivo, pois, quando o combustível chega no motor, já está acima do seu ponto de ebulição, e no estado de gás, que não é corrosivo.<br />O álcool etílico é uma droga depressora do sistema nervoso central e causa desinibição e euforia quando ingerido em pequenas doses e estupor e coma em doses maiores.<br />
  26. 26. Alunos:<br />Camila Gabriela de Brito<br />Janaína Camila Vieira <br />John MaiconSchneider<br />Marcelo Tridapalli<br />Série: 3º 03<br />2010<br />

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