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Curvatura em “U” e em “S” 
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TUBO CARDÍACO 
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VALVAS ATRIOVENTRICULARES 
• 4a - 8a semana de gestação. Feixes de tecido, 
chamados de coxins endocárdicos, aparecem nas ...
SEPTAÇÃO ATRIAL 
Coxim 
endocárdico 
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Primum 
Foramen 
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DRENAGEM VENOSA SISTÊMICA 
Veia 
Cardinal 
Esquerda 
•Veia cardinais = tecido do embrião 
•Veias umbilicais = tecido place...
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DRENAGEM VENOSA PULMONAR 
União da VP 
primária 
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Coto 
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SEPTAÇÃO ATRIOVENTRICULAR 
Coxins 
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SEPTAÇÃO ATRIOVENTRICULAR 
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ARCOS AÓRTICOS 
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• 4a e a 8a semana: 4C - controle da distribuição 
do fluxo sanguíneo 
• Fixação cefálica e caudal = crescimento ...
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• Coxins endocárdicos: fusão na 6a semana 
• Folhetos valvares 
• Região inferior do septo atrial 
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• VVSS direitas = cavas 
• VVSS esquerdas = o seio coronário 
• Veia pulmonar comum = une AD às veias 
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• Septação atrial = duas duas fases 
• Ostium primum = primeiro orifício entre os átrios 
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  • O Feto não consegue se nutrir – daí se forma o SCV fetal
  • curvatura, rotação e constrição da porção média do tubo cardíaco
    novas estruturas cardíacas vão sendo identificadas: seio venoso (veias que retornam sangue ao coração), átrio único, via de entrada ventricular, conus cardíaco (vias de saída ventricular), truncus arteriosus (futura aorta e artéria pulmonar). Nesta fase, o coração ainda está relativamente pouco desenvolvido e o sangue flui numa corrente contínua. À medida que o tubo cardíaco cresce ele assume um formato em “U” e, em seguida, em “S”, a curvatura acontecendo entre as junções da via de entrada e via de saída. À medida que se curva, o tubo preenche a cavidade pericárdica.
  • curvatura, rotação e constrição da porção média do tubo cardíaco
    novas estruturas cardíacas vão sendo identificadas: seio venoso (veias que retornam sangue ao coração), átrio único, via de entrada ventricular, conus cardíaco (vias de saída ventricular), truncus arteriosus (futura aorta e artéria pulmonar). Nesta fase, o coração ainda está relativamente pouco desenvolvido e o sangue flui numa corrente contínua. À medida que o tubo cardíaco cresce ele assume um formato em “U” e, em seguida, em “S”, a curvatura acontecendo entre as junções da via de entrada e via de saída. À medida que se curva, o tubo preenche a cavidade pericárdica.
  • O Feto não consegue se nutrir – daí se forma o SCV fetal
  • O Feto não consegue se nutrir – daí se forma o SCV fetal
  • inicia-se com o desenvolvimento do septo primum, formado pela fusão da parede atrial.
    cresce em direção, ao coxim endocárdico, porém não se funde com o coxim endocárdico. A comunicação remanescente entre os átrios esquerdo e direito é denominada foramen primum. Uma segunda abertura, o foramen secundum aparece no septo primum. O septo primum continua a se desenvolver e se funde com os coxins endocárdicos. O foramen primum é obliterado porém, a comunicação entre os dois átrios continua através do foramen secundum.
    um segundo septo começa a crescer. Este septo secundum, à direita do septo primum, desenvolve-se cefálica e caudalmente. Uma abertura na sua região média, conhecida como foramen ovale, permanece e permite que o sangue passe entre os dois átrios. Este fluxo é unidirecional - da direita para a esquerda, porque o septo age como uma valva, evitando o retorno de sangue do átrio esquerdo para o direito. O foramen oval, com sua “valva” fazem com que sangue oxigenado proveniente da mãe passe para a região superior do corpo do feto.

     
  • curvatura, rotação e constrição da porção média do tubo cardíaco
    novas estruturas cardíacas vão sendo identificadas: seio venoso (veias que retornam sangue ao coração), átrio único, via de entrada ventricular, conus cardíaco (vias de saída ventricular), truncus arteriosus (futura aorta e artéria pulmonar). Nesta fase, o coração ainda está relativamente pouco desenvolvido e o sangue flui numa corrente contínua. À medida que o tubo cardíaco cresce ele assume um formato em “U” e, em seguida, em “S”, a curvatura acontecendo entre as junções da via de entrada e via de saída. À medida que se curva, o tubo preenche a cavidade pericárdica.
  • a septação ventricular se completa aproximadamente 1 semana após a septação atrial. O assoalho de tecido muscular do ventrículo cresce superiormente, na direção dos coxins endocárdicos. O tecido muscular não se funde com os coxins, desta forma, uma comunicação interventricular existe por um período. O foramen é obliterado ao final do segundo mês de gestação por tecido derivado dos coxins endocárdicos e dos bulbos conais do tronco arterioso. Estas protruberâncias no septo interventricular são extensões presentes no tronco arterioso.

     
  • a septação ventricular se completa aproximadamente 1 semana após a septação atrial. O assoalho de tecido muscular do ventrículo cresce superiormente, na direção dos coxins endocárdicos. O tecido muscular não se funde com os coxins, desta forma, uma comunicação interventricular existe por um período. O foramen é obliterado ao final do segundo mês de gestação por tecido derivado dos coxins endocárdicos e dos bulbos conais do tronco arterioso. Estas protruberâncias no septo interventricular são extensões presentes no tronco arterioso.

     
  • O Feto não consegue se nutrir – daí se forma o SCV fetal
  • O Feto não consegue se nutrir – daí se forma o SCV fetal
  • O Feto não consegue se nutrir – daí se forma o SCV fetal
  • O Feto não consegue se nutrir – daí se forma o SCV fetal
  • Celula C - PEC - Embriologia

    1. 1. Cardiologia Carinho Cuidado Competência Círculo Comunicação Compromisso Coração Capacidade Criança Assistência Capacitação Resp. Social Capacitação Cooperação
    2. 2. Programa de Educação Médica Continuada Célula C UCMF – Caduceus - CirCor Real Hospital Português Recife - PE © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 2
    3. 3. NOÇÕES DE EMBRIOLOGIA 3 Programa de Educação Continuada em Saúde Curso: Cardiologia Pediátrica para Não Especialistas Módulo 1 – Aula 1 © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 3
    4. 4. CONSIDERAÇÕES GERAIS Final da 1a semana após a fertilização • Implantação do blastocisto na mucosa uterina Três primeiras semanas de gestação • Nutrição por difusão Terceira até oitava semana • Rápido desenvolvimento do SCV fetal Até a 26a - 28a semana de gestação • Tecido pulmonar fetal muito imaturo © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 4
    5. 5. Noções de Embriologia SISTEMA CARDIOVASCULAR FETAL Noções de Embriologia SISTEMA CARDIOVASCULAR FETAL necessita se estruturar para suportar a circulação necessita se estruturar para suportar a circulação intra-uterina e adaptar-se às rápidas mudanças intra-uterina e adaptar-se às rápidas mudanças do período neonatal do período neonatal © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 5
    6. 6. Noções de Embriologia TUBO CARDÍACO Fusão dos tubos endotelias TUBO CARDÍACO: único na linha média Duas camadas: endotelial e epitelial Fixo nas extremidades arterial e venosa Extremidade arterial Extremidade venosa © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 6
    7. 7. Noções de Embriologia TUBO CARDÍACO Crescimento – porção média Curvatura em “U” e em “S” Novas estruturas: seios venosos, átrio primitivo, ventrículo primitivo, bulbo cardíaco e tronco arterial Extremidade arterial Extremidade venosa © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 7
    8. 8. Noções de Embriologia TUBO CARDÍACO Fusão dos tubos endotelias TUBO CARDÍACO: único na linha média Duas camadas: endotelial e epitelial Extremidade arterial Extremidade venosa © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 4 ESTRUTURA PRIMITIVA 1. Seios venosos ORIGINA Parte da parede lisa do AD Seio coronário Nó sinoatrial ESTRUTURA PRIMITIVA 2. Átrio primitivo 3. Ventrículo primitivo Ventriculo esquerdo 4. Bulbo cardíaco e trunco arterial ORIGINA Região do AD com músculos pectíneos Artéria pulmonar, parte inicial da aorta e a maior parte do ventrículo direito. © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 8
    9. 9. VALVAS ATRIOVENTRICULARES • 4a - 8a semana de gestação. Feixes de tecido, chamados de coxins endocárdicos, aparecem nas paredes dorsal e ventral do canal atrioventricular. • Aí se desenvolvem a partir de tecido que prolifera Noções de Embriologia • Coxins se fundem dividindo canal num orifício esquerdo e um direito para a região atrioventricular © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 9
    10. 10. SEPTAÇÃO ATRIAL Coxim endocárdico Foramen Primum Foramen Secundum Forame Oval © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 10
    11. 11. DRENAGEM VENOSA SISTÊMICA Veia Cardinal Esquerda •Veia cardinais = tecido do embrião •Veias umbilicais = tecido placentário Veia Vitelina Esquerda Veia Umbilical Esquerda Noções de Embriologia •Veias vitelinas = saco vitelino Veia Cava Superior Veia Cardinal Direita Veia Umbilical Direita Veia Cava Inferior Veia Vitelina X Direita © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 11
    12. 12. Noções de Embriologia DRENAGEM VENOSA PULMONAR União da VP primária com as Coto pulmonar Incorporação da VPP Intestino primitivo SISTEMA CARDIOVASCULAR FETAL intrapulmonares na parede do AE necessita se estruturar para suportar a circulação intra-uterina e adaptar-AD se às rápidas mudanças AE do período neonatal AE Noções de Embriologia AD AE Septo primum AD VP primária © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 12
    13. 13. Noções de Embriologia SEPTAÇÃO ATRIOVENTRICULAR Coxins endocárdicos AD AE VE VD Noções de Embriologia Folhetos septais das valvas AV SIA primum SIV membranoso © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 13
    14. 14. SEPTAÇÃO ATRIOVENTRICULAR AD AE VD VE Formação Septal Formação Septal (coxins endocárdicos) © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 14
    15. 15. SEPTAÇÃO DO TRONCO-CONE Aorta Tronco Pulmonar © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 15
    16. 16. Noções de Embriologia ARCOS AÓRTICOS 1º arco à dir X X 2o arco à dir X X 3o arco à dir Art Carótida Dir Art Carótida Esq 4o arco à dir Inominada/Subclávia Arco Aórtico 5o arco à dir X X Septação do tronco-cone e formação da 6o arco à dir 1o arco à esq 2o arco à esq 3o arco à esq 4o arco à esq 5o arco à esq 6o arco à esq aorta e tronco pulmonar Septação do tronco-cone e formação da aorta e tronco pulmonar © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 16
    17. 17. Noções de Embriologia ARCOS AÓRTICOS Carótida Esq. Sub.Esq AP TBC Ao © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 17
    18. 18. SUMÁRIO • 4a e a 8a semana: 4C - controle da distribuição do fluxo sanguíneo • Fixação cefálica e caudal = crescimento com uma curvatura em “U” e depois em “S” • Rotação normal = para a direita © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 18
    19. 19. SUMÁRIO • Coxins endocárdicos: fusão na 6a semana • Folhetos valvares • Região inferior do septo atrial • Região superior do septo ventrcular • Parte da septação das grandes artérias. © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 19
    20. 20. SUMÁRIO • VVSS direitas = cavas • VVSS esquerdas = o seio coronário • Veia pulmonar comum = une AD às veias intrapulmonares = incorporada ao AE © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 20
    21. 21. SUMÁRIO • Septação atrial = duas duas fases • Ostium primum = primeiro orifício entre os átrios • Obliterado pela fusão do septo primum com os coxins endocárdicos • Comunicação remanescente na porção média do septo é o óstio secundum ou foramen oval • O 4o arco aórtico à esquerda = arco aórtico definitivo © Célula C 2014 Centro de Estudos - Caduceus 21

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