DENGUE APRESENTAÇÃO: José Roberto de Moraes CRM 1860 Perito Médico Previdenciário  INSS- Al Clínico do HGE- Unidade de Eme...
Picada da Fêmea <ul><li>Momento do ataque </li></ul><ul><li>características gerais: </li></ul>
Fases do Mosquito da dengue
CICLO EVOLUTIVO DO  Aedes aegypti 5  a  7 dias 2 a 3 dias 20 dias 1 a 450 dias Ovos                                       ...
Clube dos Mosquitos da Dengue Maceió-Al
<ul><li>1986-  A primeira grande epidemia de dengue - Rio de Janeiro.  </li></ul><ul><li>Sucessivas epidemias no Brasil:  ...
Dengue <ul><li>Patogenia </li></ul>4. O vírus se libera  e circula no sangue. 3. O vírus infecta as  células brancas do  s...
Dengue 5. O segundo mosquito ingere o sangue com o vírus. 6. O vírus se multiplica  no intestino médio e em outros órgãos ...
Dengue <ul><li>Patogenia </li></ul>Mosquito pica/ Adquire o vírus viremia 0  5 Doença Ser humano 1 8  12  16  20  24  28 P...
Agente etiológico <ul><li>A dengue é uma doença febril aguda, de etiologia viral, transmitida por vetores artrópodes:  </l...
Fisiopatologia: <ul><li>Aumento da permeabilidade vascular : </li></ul><ul><li>perda de água, eletrólitos ,proteína para o...
Notas: <ul><li>Período de Incubação: de 3 a 7 dias. </li></ul><ul><li>Período de Viremia: começa um dia antes do aparecime...
Quadro Clínico geral: <ul><li>Febre alta (início abrupto) </li></ul><ul><li>Prostração </li></ul><ul><li>Boca amarga  </li...
DENGUE  Aspectos Clínicos na Criança
Crianças menores de cinco anos: <ul><li>O início pode passar despercebido, como:choro </li></ul><ul><li>Intermitente, apat...
Atendimento médico Inicial. <ul><li>Anamnese: </li></ul><ul><li>Colher informações de co-morbidades crônicas  </li></ul><u...
Exame Físico: <ul><li>Ectoscopia - edemas,icterícia,hiperemias,petéquias,sinais  </li></ul><ul><li>de desconforto respirat...
Técnica da  Realização da Prova do Laço (Rumpel-Leed) Fragilidade capilar:  <ul><li>Determinar a pressão arterial do usuár...
Régua auxiliar da Prova do Laço <ul><li>Régua JR (em acrílico) </li></ul>
DENGUE  PROVA DO LAÇO
Manifestações Hemorrágicas <ul><li>Hemorragias na pele: Petéquias, púrpuras e </li></ul><ul><li>equimoses </li></ul><ul><l...
Exames Complementares: <ul><li>Exame Inespecífico: Hemograma completo. </li></ul><ul><li>Nos casos de forte comprovação: <...
Diagnóstico Diferencial: <ul><li>Influenza,enteroviroses,malária,hepatites  </li></ul><ul><li>virais,leptospirose,febre ti...
Classificação do Quadro Clínico <ul><li>Grupo A: Febre, dor de cabeça, dor nos olhos, dor no corpo, muita fraqueza e, às v...
Classificação: <ul><li>Grupo C:  SINAIS DE ALARME:  queda brusca de temperatura ,intensa prostração,vômitos freqüentes e a...
AS QUATRO PERGUNTAS: <ul><li>Para estadiar os grupos bastam quatro perguntas: TEM DENGUE? GRUPO A TEM HEMORRAGIAS? GRUPO B...
Sinais de Alerta: <ul><li>Vômitos persistentes, </li></ul><ul><li>Dor abdominal intensa e contínua, </li></ul><ul><li>Dimi...
Sinais de Choque: <ul><li>Alterações do sensório, </li></ul><ul><li>Hipotensão arterial. </li></ul><ul><li>Taquicardia, </...
Indicações Para Internação: <ul><li>Presença de sinais de alerta. </li></ul><ul><li>Recusa na ingestão (alimentos ou líqui...
Tratamento: <ul><li>Ambulatorial : </li></ul><ul><li>Hidratação oral precoce e adequada  Adultos:  60 a 80 ml/Kg. </li></u...
Náuseas e vômitos   <ul><li>Dimenidrinato  </li></ul><ul><li>Bromoprida </li></ul><ul><li>Metoclopramida </li></ul><ul><li...
Complicações: <ul><li>Alterações neurológicas: </li></ul><ul><li>Tremores, parestesias , hiperestesia cutânea  </li></ul><...
Medicamentos contra-indicados: <ul><li>Aspirina  </li></ul><ul><li>Aspisin  </li></ul><ul><li>AAS- adulto ou infantil  </l...
Critérios de Alta Hospitalar <ul><li>A- Ausência de febre por mais de 24 horas </li></ul><ul><li>B- Melhora visível do qua...
Plano de combate à Dengue. <ul><li>Nada se resolve como num  passe de Mágica. </li></ul><ul><li>Ou será que se resolve? </...
Políticas Públicas de Saúde. <ul><li>Prevenção Primária: deve ter medidas adotadas de forma continuada  e que atinja a com...
Não seja Omisso(a) <ul><li>Melhor perder 30 minutos/dia, para detectar um foco da dengue, do que perder o seu “dengoso ou ...
Medidas objetivas de combate à Dengue: <ul><li>UTILIZAÇÃO DO FUMACÉ  (produtos adequados e eficientes) </li></ul><ul><li>E...
MEDIDAS PALIATIVAS: <ul><li>  Vestir-se com roupas longas e de cores claras, </li></ul><ul><li>  Utilizar telas de proteçã...
PREVINA-SE
Referências Bibliográficas : <ul><li>Medicina Ambulatorial. Editora Atheneu-2006. </li></ul><ul><li>Clínica Médica- dos si...
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Agradecimentos. <ul><li>Enquanto me atualizava sobre Dengue, surgiu a idéia de criar uma régua auxiliar da prova do Laço/F...
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Em Tempos De Dengue

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Apresentação sobre a Dengue, elaborada pelo Dr. José Robetro de Moraes

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Em Tempos De Dengue

  1. 1. DENGUE APRESENTAÇÃO: José Roberto de Moraes CRM 1860 Perito Médico Previdenciário INSS- Al Clínico do HGE- Unidade de Emergência Colaboração: Dr. André Lima EPM
  2. 2. Picada da Fêmea <ul><li>Momento do ataque </li></ul><ul><li>características gerais: </li></ul>
  3. 3. Fases do Mosquito da dengue
  4. 4. CICLO EVOLUTIVO DO Aedes aegypti 5 a 7 dias 2 a 3 dias 20 dias 1 a 450 dias Ovos                                                            
  5. 5. Clube dos Mosquitos da Dengue Maceió-Al
  6. 6. <ul><li>1986- A primeira grande epidemia de dengue - Rio de Janeiro. </li></ul><ul><li>Sucessivas epidemias no Brasil: Relaxamento? </li></ul><ul><li>Corte de Verbas? </li></ul><ul><li>“ O boêmio voltou novamente”... E veio pra ficar. </li></ul><ul><li>. </li></ul>
  7. 7. Dengue <ul><li>Patogenia </li></ul>4. O vírus se libera e circula no sangue. 3. O vírus infecta as células brancas do sangue e os tecidos linfáticos. 2. O vírus se multiplica em órgãos-alvo. 1. O vírus é transmitido para o homem na saliva do mosquito. 1 2 3 4
  8. 8. Dengue 5. O segundo mosquito ingere o sangue com o vírus. 6. O vírus se multiplica no intestino médio e em outros órgãos do mosquito, infectando as glândulas salivares. 7. O vírus se multiplica nas glândulas salivares. <ul><li>Patogenia </li></ul>6 7 5
  9. 9. Dengue <ul><li>Patogenia </li></ul>Mosquito pica/ Adquire o vírus viremia 0 5 Doença Ser humano 1 8 12 16 20 24 28 Período de incubação extrínsico Mosquito pica/ transmite o vírus viremia Período de incubação intrínsico Doença Ser humano 2 DIAS
  10. 10. Agente etiológico <ul><li>A dengue é uma doença febril aguda, de etiologia viral, transmitida por vetores artrópodes: </li></ul><ul><li>Aedes Aegypti </li></ul><ul><li>Aedes Albopictus </li></ul><ul><li>Agente: Arbovírus do gênero Flavivírus pertencente à família Flavivíridae. </li></ul><ul><li>São conhecidos quatro sorotipos: </li></ul><ul><li>DEN 1, 2, 3 e 4. </li></ul>
  11. 11. Fisiopatologia: <ul><li>Aumento da permeabilidade vascular : </li></ul><ul><li>perda de água, eletrólitos ,proteína para o </li></ul><ul><li>interstício: </li></ul><ul><li>– Hipotensão </li></ul><ul><li>– Hemoconcentração </li></ul><ul><li>– Hipoproteinemia </li></ul><ul><li>– Hiponatremia </li></ul><ul><li>– Derrames cavitários . </li></ul><ul><li>Disfunção da hemostasia : </li></ul><ul><li>– Trombocitopenia </li></ul><ul><li>– Coagulopatia </li></ul>
  12. 12. Notas: <ul><li>Período de Incubação: de 3 a 7 dias. </li></ul><ul><li>Período de Viremia: começa um dia antes do aparecimento da febre e vai até ao 6º dia da doença. </li></ul><ul><li>Formas Clínicas: </li></ul><ul><li>a) dengue clássica inaparente e dengue sintomática </li></ul><ul><li>b) dengue hemorrágica (FHD/SCD) </li></ul>
  13. 13. Quadro Clínico geral: <ul><li>Febre alta (início abrupto) </li></ul><ul><li>Prostração </li></ul><ul><li>Boca amarga </li></ul><ul><li>Cefaléia frontal </li></ul><ul><li>Dor retro orbitária </li></ul><ul><li>Dores osteoarticulares e/ou musculares </li></ul><ul><li>Presença ou não de exantemas (acompanhados ou não de pruridos e/ou descamações) </li></ul><ul><li>Vômitos </li></ul><ul><li>Diarréias </li></ul><ul><li>Dor abdominal intensa </li></ul><ul><li>Sonolência </li></ul><ul><li>Irritabilidade </li></ul><ul><li>Sangramentos </li></ul><ul><li>Manifestações neurológicas </li></ul>
  14. 14. DENGUE Aspectos Clínicos na Criança
  15. 15. Crianças menores de cinco anos: <ul><li>O início pode passar despercebido, como:choro </li></ul><ul><li>Intermitente, apatia, recusa de </li></ul><ul><li>alimentos,sonolência ou irritabilidade. </li></ul><ul><li>Ou um quadro </li></ul><ul><li>Grave, como primeira </li></ul><ul><li>manifestação da doença. </li></ul>
  16. 16. Atendimento médico Inicial. <ul><li>Anamnese: </li></ul><ul><li>Colher informações de co-morbidades crônicas </li></ul><ul><li>(HAS,DM,DPOC,HEPATOPATIA, INSUF. RENAL, </li></ul><ul><li>ANEMIA FALSIFORME ) </li></ul><ul><li>Estabelecer a data do início da </li></ul><ul><li>doença,a ocorrência de casos semelhantes </li></ul><ul><li>na vizinhança,deslocamentos para áreas </li></ul><ul><li>epidêmicas nos últimos 15 dias. </li></ul><ul><li>Investigar o uso de medicamentos </li></ul><ul><li>( AAS,antiinflamatórios,dicumarínicos) </li></ul><ul><li>e alimentos que eliminem </li></ul><ul><li>pigmentos avermelhados etc. </li></ul>
  17. 17. Exame Físico: <ul><li>Ectoscopia - edemas,icterícia,hiperemias,petéquias,sinais </li></ul><ul><li>de desconforto respiratório,presença de exantemas, </li></ul><ul><li>movimentos da cabeça-pescoço,turgência jugular,estado de </li></ul><ul><li>Hidratação,tipo da marcha, etc. </li></ul><ul><li>Exame Físico Geral : </li></ul><ul><li>Hipersensibilidade do globo ocular à digito- </li></ul><ul><li>compressão,pesquisa de gânglios , exame do orofaringe,temperatura, </li></ul><ul><li>Peso corporal,tempo de enchimento capilar, sinais meningeos. </li></ul><ul><li>exame abdominal,ausculta cardíaca,verificar a PA </li></ul><ul><li>(sentado e em pé), ausculta respiratória e realização da </li></ul><ul><li>prova do laço: </li></ul>
  18. 18. Técnica da Realização da Prova do Laço (Rumpel-Leed) Fragilidade capilar: <ul><li>Determinar a pressão arterial do usuário, seguindo as recomendações técnicas. </li></ul><ul><li>Voltar a insuflar o manguito até o ponto médio entre a pressão máxima e a mínima (Ex.: PA de 120 por 80 mmHg, insuflar até 100 mmHg). O aperto do manguito não pode fazer desaparecer o pulso. </li></ul><ul><li>Aguardar 5 minutos com o manguito insuflado( 3 minutos-criança) </li></ul><ul><li>Orientar o usuário sobre o pequeno desconforto sobre o braço. </li></ul><ul><li>Após 5 minutos, soltar o ar do manguito e retirá-lo do braço do paciente. </li></ul><ul><li>Procurar por petéquias na área do antebraço abaixo da prega do cotovelo. </li></ul><ul><li>Escolher o local de maior concentração e traçar um quadrado de 2,5 X 2,5 cm, usando uma régua comum e marcar com uma caneta. </li></ul><ul><li>Contar nessa área o número de petéquias(pontinhos Vermelhos) </li></ul><ul><li>A prova do laço é considerada positiva se forem contadas 20 ou mais petéquias no adulto e 10 ou mais na criança. </li></ul><ul><li>Clique aqui: </li></ul><ul><li>http://www.telessauderj.uerj.br/ava/mod/resource/view. php ? inpopup = true&id =294 </li></ul>
  19. 19. Régua auxiliar da Prova do Laço <ul><li>Régua JR (em acrílico) </li></ul>
  20. 20. DENGUE PROVA DO LAÇO
  21. 21. Manifestações Hemorrágicas <ul><li>Hemorragias na pele: Petéquias, púrpuras e </li></ul><ul><li>equimoses </li></ul><ul><li>Sangramento gengival, epistaxe ou conjuntival . </li></ul><ul><li>Sangramentos gastrintestinais: </li></ul><ul><li>hematêmese, melena e hematoquesia </li></ul><ul><li>Sangramentos Gênito- Urinários: </li></ul><ul><li>Hematúria </li></ul><ul><li>Metrorragia </li></ul>
  22. 22. Exames Complementares: <ul><li>Exame Inespecífico: Hemograma completo. </li></ul><ul><li>Nos casos de forte comprovação: </li></ul><ul><li>Isolamento do vírus. </li></ul><ul><li>Sorologia Mac-Elisa. </li></ul><ul><li>Nas complicações: • Inespecíficos: a) Tipagem sanguínea ; b) Monitorização do hematócrito (2/2 horas); c) Dosagem de eletrólitos séricos e gasometria arterial; d) Contagem de plaquetas, tempo de parcial de tromboplastina e atividade da protrombina; Rx do tórax,Ultrassonografia,dosagem de </li></ul><ul><li>albumina, função hepática, função renal e </li></ul><ul><li>outros exames a depender das complicações. </li></ul>
  23. 23. Diagnóstico Diferencial: <ul><li>Influenza,enteroviroses,malária,hepatites </li></ul><ul><li>virais,leptospirose,febre tifóide,meningite, </li></ul><ul><li>farmacodermias, abscesso hepático, </li></ul><ul><li>infecção urinária e </li></ul><ul><li>doenças exantemáticas( sarampo, rubéola, </li></ul><ul><li>escarlatina, mononucleose,febre amarela) </li></ul><ul><li>etc. </li></ul>
  24. 24. Classificação do Quadro Clínico <ul><li>Grupo A: Febre, dor de cabeça, dor nos olhos, dor no corpo, muita fraqueza e, às vezes, pintas no corpo: sarampo ? Rubéola? > Prova do Laço negativa. </li></ul><ul><li>Grupo B: Pequenos sangramentos >Prova do Laço positiva, além de febre, dores e fraqueza. </li></ul>
  25. 25. Classificação: <ul><li>Grupo C: SINAIS DE ALARME: queda brusca de temperatura ,intensa prostração,vômitos freqüentes e abundantes. </li></ul><ul><li>Grupo D: Pressão muito baixa, palidez e suor frio, coração acelerado, dificuldade para respirar, </li></ul><ul><li>Desorientação,dedos e lábios cianóticos,além de desmaios. </li></ul>
  26. 26. AS QUATRO PERGUNTAS: <ul><li>Para estadiar os grupos bastam quatro perguntas: TEM DENGUE? GRUPO A TEM HEMORRAGIAS? GRUPO B TEM SINAIS DE ALARME? GRUPO C TEM CHOQUE? GRUPO D </li></ul>
  27. 27. Sinais de Alerta: <ul><li>Vômitos persistentes, </li></ul><ul><li>Dor abdominal intensa e contínua, </li></ul><ul><li>Diminuição repentina da temperatura corporal, </li></ul><ul><li>Letargia/ Agitação, </li></ul><ul><li>Hipotensão postural, </li></ul><ul><li>Diminuição da Pressão diferencial ( convergente) </li></ul><ul><li>Fezes pretas ou Sangramentos volumosos, </li></ul><ul><li>Derrames cavitários, </li></ul><ul><li>Dificuldade respiratória </li></ul>
  28. 28. Sinais de Choque: <ul><li>Alterações do sensório, </li></ul><ul><li>Hipotensão arterial. </li></ul><ul><li>Taquicardia, </li></ul><ul><li>Taquipnéia, </li></ul><ul><li>Pulso fraco ou ausente, </li></ul><ul><li>Palidez cutâneo-mucosa, pele fria e pegajosa. </li></ul><ul><li>Enchimento capilar lento, </li></ul><ul><li>Oligúria, </li></ul><ul><li>Acidose metabólica </li></ul>
  29. 29. Indicações Para Internação: <ul><li>Presença de sinais de alerta. </li></ul><ul><li>Recusa na ingestão (alimentos ou líquidos) </li></ul><ul><li>Comprometimento respiratório. </li></ul><ul><li>Dificuldades de acompanhamento ambulatorial. </li></ul><ul><li>Presença de co-morbidades. </li></ul><ul><li>Uso de dicumarínicos. </li></ul><ul><li>Plaquetas < 50.000 mm³ </li></ul>
  30. 30. Tratamento: <ul><li>Ambulatorial : </li></ul><ul><li>Hidratação oral precoce e adequada Adultos: 60 a 80 ml/Kg. </li></ul><ul><li>Crianças: 40 a 50 ml/Kg . =1/3 de solução salina ou soro caseiro, água de coco, suco de frutas ou chás. </li></ul><ul><li>Hospitalar : A critério médico. </li></ul><ul><li>Hidratação venosa e </li></ul><ul><li>Correção dos distúrbios eletrolíticos e </li></ul><ul><li>metabólicos. </li></ul><ul><li>Atenção:Observar rigorosamente o gotejamento do soro </li></ul><ul><li>e ficar atento aos sinais de hipervolemia. </li></ul>
  31. 31. Náuseas e vômitos <ul><li>Dimenidrinato </li></ul><ul><li>Bromoprida </li></ul><ul><li>Metoclopramida </li></ul><ul><li>Dor Crucial: </li></ul><ul><li>Paracetamol + Fosfato de Codeína. </li></ul><ul><li>Antipiréticos: </li></ul><ul><li>Metamizol ( dipirona) </li></ul><ul><li>Paracetamol </li></ul><ul><li>Prurido: </li></ul><ul><li>Antihistaminícos, pasta d’água, etc... </li></ul>
  32. 32. Complicações: <ul><li>Alterações neurológicas: </li></ul><ul><li>Tremores, parestesias , hiperestesia cutânea </li></ul><ul><li>Diminuição nível de consciência: letargia, agitação, confusão mental, convulsões </li></ul><ul><li>Manifestações psíquicas: Psicose, demência, </li></ul><ul><li>amnésia,irritabilidade. </li></ul><ul><li>Disfunção cardiorrespiratória </li></ul><ul><li>Insuficiência Hepática </li></ul><ul><li>Plaquetopenia igual ou inferior a 50.000/mm3 </li></ul><ul><li>Hemorragia Digestiva </li></ul><ul><li>Derrames Cavitários: derrame pericárdico,pleural ou ascite. </li></ul>
  33. 33. Medicamentos contra-indicados: <ul><li>Aspirina </li></ul><ul><li>Aspisin </li></ul><ul><li>AAS- adulto ou infantil </li></ul><ul><li>Alidor </li></ul><ul><li>Melhoral Infantil </li></ul><ul><li>Ronal </li></ul><ul><li>Somalgin Cardio </li></ul><ul><li>Alka-Setzer / Sonrisal / superhist. </li></ul><ul><li>Atagripe </li></ul><ul><li>Besaprin </li></ul><ul><li>Buferin </li></ul><ul><li>Cheracap </li></ul><ul><li>Doloxene- A </li></ul><ul><li>Doril </li></ul><ul><li>Engov </li></ul><ul><li>Migrane </li></ul><ul><li>Benegripe </li></ul><ul><li>Etc. </li></ul>
  34. 34. Critérios de Alta Hospitalar <ul><li>A- Ausência de febre por mais de 24 horas </li></ul><ul><li>B- Melhora visível do quadro clínico. </li></ul><ul><li>C- Hematócrito normalizado e estável. </li></ul><ul><li>D- Plaquetas em elevação > 50.000/mm³. </li></ul><ul><li>E- Estabilização hemodinâmica por 24 horas, </li></ul><ul><li>F- Derrames cavitários em regressão e sem </li></ul><ul><li>repercussão clínica, quando presentes. </li></ul>
  35. 35. Plano de combate à Dengue. <ul><li>Nada se resolve como num passe de Mágica. </li></ul><ul><li>Ou será que se resolve? </li></ul>
  36. 36. Políticas Públicas de Saúde. <ul><li>Prevenção Primária: deve ter medidas adotadas de forma continuada e que atinja a comunidade como um todo , superando barreiras tais como: </li></ul><ul><li>Desinformação </li></ul><ul><li>Resistência às Mudanças </li></ul><ul><li>Exclusão Social </li></ul><ul><li>Conflitos de interesses etc. </li></ul><ul><li>Estratégias básicas: Condições socioeconômicas </li></ul><ul><li>(MEESA) </li></ul><ul><li>Atividades pedagógico-educacionais </li></ul><ul><li>Prática de bons hábitos alimentares </li></ul><ul><li>Atividades físicas regulares </li></ul><ul><li>Promoção de saúde no ambiente de trabalho </li></ul><ul><li>SONHO – 10 PESADELO- ZERO </li></ul>
  37. 37. Não seja Omisso(a) <ul><li>Melhor perder 30 minutos/dia, para detectar um foco da dengue, do que perder o seu “dengoso ou a sua dengosa” pelo resto da vida. </li></ul><ul><li>Prevenção é coisa séria! </li></ul>
  38. 38. Medidas objetivas de combate à Dengue: <ul><li>UTILIZAÇÃO DO FUMACÉ (produtos adequados e eficientes) </li></ul><ul><li>EVITAR O ACÚMULO DE ÁGUA (dentro e fora de casa) </li></ul><ul><li>MÉTODO MNEUMÔNICO: PVC  </li></ul><ul><li>P ÉS - DE PLANTAS,FLORES E VASOS COM ÁGUA PARADA(devem ser evitados). Cuidado com as BROMÉLIAS </li></ul><ul><li>           PNEUS USADOS (devem ser guardados ao abrigo da chuva).   E se possível, furados.                       </li></ul><ul><li>V ASILHAS ou vasilhames - Garrafas vazias, latas, panelas, bandejas, baldes,copos etc. (devem ser guardados de “boca” para baixo). </li></ul><ul><li>C ONSTRUÇÕES -CASAS OU EDIFÍCIOS - Lages, telhados, calhas, ralos, cisternas, tonéis, tanques, piscinas, caixas de água ou coletores de água de geladeiras (devem ser sempre limpos ou bem fechados). </li></ul>
  39. 39. MEDIDAS PALIATIVAS: <ul><li>  Vestir-se com roupas longas e de cores claras, </li></ul><ul><li>  Utilizar telas de proteção em portas ou janelas, </li></ul><ul><li>  Usar mosquiteiros, </li></ul><ul><li>Uso de Inseticidas c/ restrições, </li></ul><ul><li>  Usar repelentes com moderação e sob orientação, </li></ul><ul><li>  Acender velas repelentes de andiroba ou citronela (encontradas no comércio), </li></ul><ul><li>Sempre colocar (nos locais suspeitos) água sanitária, vinagre , sal de cozinha,fumo diluído em água ou borra de café, na tentativa de amenizar e bloquear o desenvolvimento de larvas. </li></ul>
  40. 40. PREVINA-SE
  41. 41. Referências Bibliográficas : <ul><li>Medicina Ambulatorial. Editora Atheneu-2006. </li></ul><ul><li>Clínica Médica- dos sinais e sintomas ao diagnóstico e tratamento.Editora Manole 1ª edição/2007. </li></ul><ul><li>UFMG / infotec. </li></ul><ul><li>Doenças Relacionadas ao Trabalho : Ministério da Saúde </li></ul><ul><li>Dengue diagnóstico e manejo clínico-Ministério da Saúde(secretaria de vigilância em saúde.) 3ª edição/2007. </li></ul><ul><li>Decifra-me ou Devoro-te. Ministério da Saúde.Edição 2007 </li></ul><ul><li>PECD-SESAU ( Dr. Celso Tavares) assessor técnico da área de vigilância Epidemiológica- AL. junho de 2007 e abril de 2008. www.dengue.org.br </li></ul><ul><li>www.cetesb.sp.gov.br </li></ul><ul><li>www.sucen.sp.gov.br </li></ul><ul><li>Revista Brasileira de Epidemiologia.(site) </li></ul>
  42. 42. Entrada Proibida
  43. 43. Agradecimentos. <ul><li>Enquanto me atualizava sobre Dengue, surgiu a idéia de criar uma régua auxiliar da prova do Laço/Fragilidade capilar. </li></ul><ul><li>Assim, nasceu a régua JR. </li></ul><ul><li>Meus agradecimentos: </li></ul><ul><li>Dr. Emmanuel Fortes - Presidente do CREMAL </li></ul><ul><li>Sr. Ronaldo Medeiros – Gerente Regional do INSS-Al </li></ul><ul><li>Dr. Tadeu Muritiba –Presidente da FAPEAL </li></ul><ul><li>Dr. Fernando Peixoto- Membro da diretoria – FAPEAL </li></ul><ul><li>Dr. Alfredo Aurélio Marinho Rosa – EX- gerente Geral da UE </li></ul><ul><li>Divulgações: </li></ul><ul><li>Dr. André Lima- Escola Paulista de Medicina </li></ul><ul><li>Srª Milene Karine Z. Volpe - Hospital Estadual de Sumaré- UNICAMP </li></ul><ul><li>Dr. Mário Augusto – HGE </li></ul><ul><li>Thiago Roberto Sarmento de Moraes- Acad. De Medicina – UFAL </li></ul><ul><li>Dr. Mário Fernando da Silva Lins- Secretário Geral- FENAM </li></ul><ul><li>ASCOM- HGE ( EU ) – jornalista Arnaldo Santos </li></ul><ul><li>Jornalista Alessandra Brandão Câmara - FAPEAL </li></ul><ul><li>E finalmente quero agradecer ao apoio da Imprensa Alagoana pela divulgação. </li></ul>

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