IMPÉRIO
BIZANTINO
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⇒ O imperador romano ConstantinoConstantino, em 330, reformou toda a
antiga cidade grega de BizâncioBizânci...
O governo de Justiniano:O governo de Justiniano:
⇒ Entre os séculos V e VI, o Império Bizantino enfrentou
dificuldades con...
A ReconquistaA Reconquista
Justiniana:Justiniana:
Revolta de Nika (532):Revolta de Nika (532):
⇒ Os altos impostos cobrados pela corte de Justiniano deixaram
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⇒ Enquanto o ocidente medieval afundara em grande insegurança
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JUSTINIANO:
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O Cesaropapismo:O Cesaropapismo:
⇒ Desde Constantino, os imperadores romanos e bizantinos
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⇒ O cesaropapismo bizantino, junto com os debates teológicos do
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Antônio I, líderes iconoclastas, com os soldados q...
Templo Ortodoxo em
São Paulo, bairro do
Paraíso.
Encontro entre o então Papa
Bento XVI e o Patriarca
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Encontro entre o Papa Francisco e o Patriarca Russo
Kirill (Cirilo), ocorrido em Havana – Cuba, em 13/02/2016.
A Basílica de Santa Sofia (A Basílica de Santa Sofia (Hagia SophiaHagia Sophia - Santa Sabedoria):- Santa Sabedoria):
⇒ Co...
Economia, sociedade e cultura:Economia, sociedade e cultura:
⇒ Base agrária e comercial. O Estado mantinha uma grande rede...
O fim do Império Bizantino:
⇒ No início do século XV, Constantinopla não conseguia reagir
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Império bizantino

  1. 1. IMPÉRIO BIZANTINO www.thiagohmlopes.blogspot.com
  2. 2. ORIGEM:ORIGEM: ⇒ O imperador romano ConstantinoConstantino, em 330, reformou toda a antiga cidade grega de BizâncioBizâncio afim de transferir a capital do Império Romano para o Oriente, devido as crises que Roma vinha enfrentando naquele momento. ⇒ Para o imperador, a cidade passou a ser chamada de NovaNova RomaRoma, mas a população consagrou o nome de Constantinopla.Constantinopla. ⇒ Em 395, o imperador TeodósioTeodósio decidiu dividir o Império RomanoImpério Romano em Ocidental e Orientalem Ocidental e Oriental. Constantinopla passou a ser a capital do lado Oriental. Resistindo quase um milênio após a queda definitiva de Roma em 476, até 1453.
  3. 3. O governo de Justiniano:O governo de Justiniano: ⇒ Entre os séculos V e VI, o Império Bizantino enfrentou dificuldades consolidar suas fronteiras, devido as invasões bárbaras e o sincretismo cultural entre o helenismo e o cristianismo. ⇒ Porém, com JustinianoJustiniano (527-565) conheceu seu apogeu econômico (impostos agrícolas) e máxima expansão territorial tentando reconquistar as fronteiras originais romanas, além do estabelecimento do Código Juris CivilisCódigo Juris Civilis. Enfrentou também crises sociais como a Revolta de Nika.Revolta de Nika.
  4. 4. A ReconquistaA Reconquista Justiniana:Justiniana:
  5. 5. Revolta de Nika (532):Revolta de Nika (532): ⇒ Os altos impostos cobrados pela corte de Justiniano deixaram a população de Constantinopla insatisfeita contra o governo. ⇒ Durante uma competição de bigas no hipódromo, um empate ocorrera entre dois cavaleiros populares, dividindo o público em duas grandes torcidas. O imperador decidiu intervir para conceder a vitória, enquanto o povo gritava “NIKA! NIKA! (vitória emNIKA! NIKA! (vitória em grego)grego)”. ⇒ As tensões explodiram. Do hipódromo para as ruas, a confusão tomou ares de guerra civil. Só foi pacificada após a reunião das tropas imperiais, sob orientação da imperatriz TeodoraTeodora, resultando na morte de cerca de 35 mil bizantinos.
  6. 6. CódigoCódigo Juris CivilisJuris Civilis:: ⇒ Enquanto o ocidente medieval afundara em grande insegurança jurídica, sem plena definição dos padrões legais, prevalecendo as tradições bárbaras (Direito ConsuetudinárioDireito Consuetudinário), Justiniano adaptou o Direito RomanoDireito Romano ao mundo cristão. Cerca de dez juristas compilaram as leis desde o governo de Adriano até Teodósio (século II até o IV). ⇒ Dividido em 4 partes: Código deCódigo de JustinianoJustiniano, toda a legislação romana revisada; Digesto ou PandectasDigesto ou Pandectas, composto pela jurisprudência romana; InstitutosInstitutos, princípios fundamentais do direito; Novelas ou AutênticasNovelas ou Autênticas, com leis formuladas por Justiniano. É considerado a base do Direito CivilDireito Civil moderno.
  7. 7. TRECHOS DO CÓDIGO DE JUSTINIANO: ⇒ Ninguém é forçado a defender uma causa contra aNinguém é forçado a defender uma causa contra a própria vontade.própria vontade. ⇒ Ninguém sofrerá penalidade pelo que pensa.Ninguém sofrerá penalidade pelo que pensa. ⇒ Ninguém pode ser retirado a força da própria casa.Ninguém pode ser retirado a força da própria casa. ⇒ Nada que não se permita ao acusado deve serNada que não se permita ao acusado deve ser permitido ao acusador.permitido ao acusador. ⇒ O encargo da prova fica com aquele que afirma e nãoO encargo da prova fica com aquele que afirma e não com o que nega.com o que nega. ⇒ Um pai não pode ser testemunha competente contraUm pai não pode ser testemunha competente contra um filho, nem um filho contra o pai.um filho, nem um filho contra o pai. ⇒ A gravidade de uma ofensa passada não aumenta a doA gravidade de uma ofensa passada não aumenta a do fato exposto.fato exposto. ⇒ Na aplicação da penalidade, deve ser levada em conta aNa aplicação da penalidade, deve ser levada em conta a TRECHOS DO CÓDIGO DE JUSTINIANO: ⇒ Ninguém é forçado a defender uma causa contra aNinguém é forçado a defender uma causa contra a própria vontade.própria vontade. ⇒ Ninguém sofrerá penalidade pelo que pensa.Ninguém sofrerá penalidade pelo que pensa. ⇒ Ninguém pode ser retirado a força da própria casa.Ninguém pode ser retirado a força da própria casa. ⇒ Nada que não se permita ao acusado deve serNada que não se permita ao acusado deve ser permitido ao acusador.permitido ao acusador. ⇒ O encargo da prova fica com aquele que afirma e nãoO encargo da prova fica com aquele que afirma e não com o que nega.com o que nega. ⇒ Um pai não pode ser testemunha competente contraUm pai não pode ser testemunha competente contra um filho, nem um filho contra o pai.um filho, nem um filho contra o pai. ⇒ A gravidade de uma ofensa passada não aumenta a doA gravidade de uma ofensa passada não aumenta a do fato exposto.fato exposto. ⇒ Na aplicação da penalidade, deve ser levada em conta aNa aplicação da penalidade, deve ser levada em conta a
  8. 8. O Cesaropapismo:O Cesaropapismo: ⇒ Desde Constantino, os imperadores romanos e bizantinos procuraram impor forte unidade nos territórios dominados por eles através do Estado e da Religião. Com isso, apresentavam-se como principais representantes de Deus na Terra, protegendo a Igreja Cristã e dirigindo o Estado. ⇒ Entre os bizantinos, essa ideia chegou ao extremo, dando aos basileusbasileus o direito de convocar concílios, sancionar decretos, nomear oficiais eclesiásticos (patriarcas, bispos, abades, etc). ⇒ Entre os imperadores Francos e do Sacro Império (Alta Idade Média), esse princípio também existiu.
  9. 9. O Cisma Cristão:O Cisma Cristão: ⇒ O cesaropapismo bizantino, junto com os debates teológicos do monofisismomonofisismo (teoria sobre a natureza de Cristo, inicialmente humana depois absorvida pela divina, separadas, diferente do princípio da TrindadeTrindade) e a iconoclastiaiconoclastia (movimento contra a veneração de imagens, ícones religiosos, considerada como idolatria. Os cristãos de Roma aceitam a iconoduliaiconodulia ou iconofiliaiconofilia), incentivaram a primeira grande ruptura da Igreja Cristã. ⇒ A disputa entre papas e imperadores provocou em 1054 a criação da Igreja Católica Apostólica OrtodoxaIgreja Católica Apostólica Ortodoxa (Igreja Grega, Bizantina ou do Oriente), mantendo no Ocidente a Igreja CatólicaIgreja Católica Apostólica RomanaApostólica Romana.
  10. 10. Miniatura feita no século IX, comparando os patriarcas João Gramático e Antônio I, líderes iconoclastas, com os soldados que torturaram Cristo.
  11. 11. Templo Ortodoxo em São Paulo, bairro do Paraíso. Encontro entre o então Papa Bento XVI e o Patriarca Ecumênico Bartolomeu I (2011).
  12. 12. Encontro entre o Papa Francisco e o Patriarca Russo Kirill (Cirilo), ocorrido em Havana – Cuba, em 13/02/2016.
  13. 13. A Basílica de Santa Sofia (A Basílica de Santa Sofia (Hagia SophiaHagia Sophia - Santa Sabedoria):- Santa Sabedoria): ⇒ Construída entre os anos de 532 e 537, considerado o maior dos templos cristãos até o Renascimento Cultural, destacando seu grande domo central suspenso, inovação arquitetônica do período. ⇒ Foi transformada em Mesquita pelos Otomanos, em 1453, onde construíram quatro grandes minaretes nos seus arredores. ⇒ A UNESCO protege esse monumento como grande museu ecumênico, devido ao sincretismo cristão, muçulmano e oriental, nas suas estruturas e arte.
  14. 14. Economia, sociedade e cultura:Economia, sociedade e cultura: ⇒ Base agrária e comercial. O Estado mantinha uma grande rede de funcionários e se mantinha com os impostos coletados sobre agricultores e comerciantes. ⇒ Devido a localização estratégica de Constantinopla, dividida entre o Ocidente e o Oriente, era um grande entreposto comercialentreposto comercial, servindo como portão de entrada e distribuição das especiarias orientais para a Europa. Tal importância provocou a cobiça de nobres europeus, que promoveram uma CruzadaCruzada para saquear o tesouro bizantino (4ª Cruzada - 1204). ⇒ No reinado de Basílio II,Basílio II, “bulgaroctonos”“bulgaroctonos” (mata-búlgaros), entre 976 e 1025, o Estado enfrentou um sério levante dos latifundiários, que negavam continuar pagando os altos impostos do governo. A violência imperial normalizou a situação.
  15. 15. O fim do Império Bizantino: ⇒ No início do século XV, Constantinopla não conseguia reagir aos ataques turco-otomanos. Em 14531453 a capital foi tomada pelos árabes, desestruturando toda a antiga organização bizantina, de bases gregas, romanas e cristãs. O Império Turco-OtomanoImpério Turco-Otomano controlou o território até o século XIX. ⇒ Parte dos intelectuais, artistas e altos comissários do Estado bizantino fugiram para a Europa, especialmente em cidades comerciantes como Florença, Genova e VenezaFlorença, Genova e Veneza, escapando de possíveis perseguições islâmicas. Colaboraram para o florescimento de novas ideias e estimularam o início doinício do Renascimento CulturalRenascimento Cultural. ⇒ Atualmente a antiga cidade de Bizâncio/Constantinopla recebe o nome de IstambulIstambul, o mais rico centro urbano da Turquia, ainda de grande importância pela sua posição estratégica entre o Ocidente (Europa) e Oriente (Ásia).

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