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(ECO 095)   Aula 08 - Viabilidade do Projeto
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Aula 08 do curso de Modelagem de Negócios Inovadores, oferecido pela Escola de Extensão do Instituto de Economia da Unicamp, tratando da viabilidade econômica e financeira do projeto.

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(ECO 095) Aula 08 - Viabilidade do Projeto

  1. 1. Prof. Thiago ge negocios QQ Ribeiro Mod 1a cl N 'c' s Inouodores . e 53"* e 65° *° Aula O9 - Viabilidade do ProjeÍo Obletlvo Estlmar custos c receitas e . l l l l vcrlllcar a viabilidade 3o pro/ isto em k / [ ] uonatruçâo. / [ j Engenharia do ProjeÍo significado das Grandezas i [para]
  2. 2. Prof. Thiago de negocios QQ Ribeiro Mod 1a cl N 'c' s Inouodores . e 53"* e 65° *° Aula O9 - Viabilidade do ProjeÍo Obietivo Estimar custos c receitas e . l l l l vcriicicar a viabilidade do pro/ isto em k / l l uonatruçâo. / [ j Engenharia do ProjeÍo Significado das Grandezas i [Lili
  3. 3. nnxiiggenj (je negócios Inouüdomâ Aula O9 ~ Viabilidade do ProjeÍo , . › "a 1 rw
  4. 4. Aula O9 ~ Viabilidade do Projeto Olojetivo: Estimar custos e receitas e VÊFlllCÃ-ll' a viabilidade do Prgeto em conetrugão.
  5. 5. , 0105 Nado de rn Modalaâô O @Ora
  6. 6. Implementação do Projeto Aulas a e 1o
  7. 7. C. .. TOS RECURSOS &Pl 55.1393 SO »o *f* é** Oo 'r o § e S* “o o 7o 6* ' E OPERAÇÃO LUCRATIVA : a J. -âl› U-l A PÓSICÀC' No ii'. ER«: .=. D-a . a | .': .'. C›'< FHECEBIDC PRECO an. za. : l. '."Z? Ç~ (VALOR oaJETIvai _I GRAU DE SATISFAÇAO/ FIOELIDADE 'â
  8. 8. 50u novo, Preciso entrar nO mercado. O que posso afazer? Me diferenciar. .. Para eu me diferenciar devo aumentar O valor percebido pelo cliente. O que Preciso Para fazer isso?
  9. 9. Se eu aumentar a qualidade do meu roduto, ual o im acto P (l P disso nos custos?
  10. 10. CUSTOS - RECURSOS APLICADOS V : Aí
  11. 11. Se eu mexer nos custos imoactarei no meu Prego ou na minha margem de lucro. Qual o limite que tenho Para mexer nos Pregos e manter minha margem?
  12. 12. i ': › .4 a * ; !xl U *Minie AIJ( líl * A FOSICAO NO IvZERCADO nas: : PRECEBIC-: É “RECU i= ;n. ,"-_; no.3; ¡VALOR OBJETIVO¡ GRAU DE SATlSFAÇÀOMFIDELIDADE
  13. 13. Não tenho margem Para aumentar Pregos, mas Preciso me diferenciar Para ter ParticiPacão no mercado. O que devo fazer?
  14. 14. Enâenhariõ dO FECHO l l Fluxograma Bescritive
  15. 15. m_ . . . .,: :.. ..: 'L; ar. . n. ñ. .. .k mu». l à. . n. »mm ü n m. ._
  16. 16. Um Modelo de Negócios descreve a lógica de criação, entrega e captura de valor por parte de uma organização.
  17. 17. The Business Model Canvas
  18. 18. Fluxograma Descritivo ~Representaçãn gráhta de atlvidades seqüenríals : dnsmiidiis a Dürtll' da uuuzacào de siinxidias «Pudem abranger qualquer atividade na empresa (prdsddimentds operacionais ou deeisoriosl
  19. 19. Vamos "desenhar" com a maior precisão possivel o empreendimento: DESENHO DOS PRINCIPAIS PROCESSOS A visão prévia do funcionamento do novo empreendimento envolve a projeção dos principais processos que deverão ser implementados, através de:
  20. 20. -Descrição dos principais processos (produção, vendas e distribuição) e demanda de recursos produtivos -Criação de Fluxogramas e Diagramas de Análise de Processo -Determinação da Localização e Tamanho
  21. 21. lr” com a maior precisão possível c DESENHO DOS PRINCIPAIS PROCESSOS A visão prévia uncionamento do novo empreendimen o envolve a projeção dos principais processos que deverão ser implementados, através de:
  22. 22. DESENHO DOS A visão prévia do funcionamento do novo empreendimento envolve a projeção dos principais processos que deverão ser implementados, através de:
  23. 23. -Fluxogramas (descritivo e vertical); -Diagramas de Análise de Processo -Layout -Diagramas de Trajetória ou Percurso (cursogramas)
  24. 24. Percurso (cursogramas) | Fluxograma Descritiva -Representação gráfica de atividades seqüenciais construídos a partir da utilização de simbolos -Podem abranger qualquer atividade na empresa (procedimentos operacionais ou decisórios)
  25. 25. :Ô: p'°°°“° decisão (iocumcnto V~¡'l°'› documentos. Ó C) E; COVWCÍOT terminação linhas conectores
  26. 26. DP"FPCV" W su» r “ça ; c- CCFÍDÍI v1' " u prdvíé) 'tocompu raw * ao _Yntvmrscvcc D131 'uma n10 oDuh) de (GNOME 'z-z a cnlfrn! OÊ-«DCW t-C' daoãedtac- ao na saopeddc , ç : !.JP"¡f ca Dancer neçau o 'eüru c pen-co ao : open-mov 50 : RA arçawerto "uma a: ora-cu : Mu-nen: “CD-BUG «vn/ JO olçrnww: JL) gdrn"
  27. 27. J A &. : , V 7D i_ i_ Moo e oaóoo. : eoúolív_ . . . g . i . __ , _. .._
  28. 28. Mudança controlada e deliberada de qualquer característica fisica ou Operação quimica de um artigo ou objeto; montagem, desmontagem; prepa- ração para: outra operação, transportar, inspecionar ou armazenar. Mudança de lugar de um objeto (exceto se esse movimento faz Transporte parte de uma operação ou seja causado pelo operador durante uma operação de inspeção) Exame de um objeto para identificação, verificação da qualidade e Inspeção quantidade Parada ou estacionamento de um artigo ou objeto Guardar artigo ou objeto e protegê-Io contra remoções não Armazenagem autorizadas Inspeção e Execução simultânea de mais de uma atividade, pelo mesmo Armazenagem operador, no mesmo lugar de trabalho.
  29. 29. Huxogrann J-: rucal ' “-'"*': _'_'_f, :_; 'f_° '- Rain Riu tipo: : Fan: “cx-nn ? Mir
  30. 30. Fluxograma - Processo: Trocar pneus de um veículo r. : u¡ 9 1 1 1 1 1 1 1 1 1 . Parar o carro e desligar o motor . Abrir o porta ma as e ver-ficar o estepe . Pneu Sobressaiente (estepe) no suporte . Ferramentas no porta maias . Retirar o estepe do porta maias . Depositar o estepe ao iado . Retirar as ferramentas para a troca . Afrouxar os parafusos da roda . Ajustar o macaco ao veiculo O. Levantar o veicuio 1. Soitar os parafusos da roda 2. Retirar o pneu avariado 3. Verificar causa co esvaziamento do : Jneu 4. Depositar o pneu retirado ao 'ado S. Ajustar o estepe à roda 6. Parafusar o pneu na roda 7. verificação do ajuste dos parafusos 8. Aba-xar o veícuio 9. Guardar pneu vazio no aorta maias O. Guardar as ferramentas no porta maias 1. Ferramentas e Pneu avariado no porta maias
  31. 31. A construção de fluxogramas permitirá: -Visualização clara do processo - base para análise critica; -Identificação dos recursos necessários para realização das operações (máquinas, equipamentos, recursos humanos, etc. ) -Identificação do nivel e da amplitude das habilidades técnicas e administrativas requeridas pelo processo de gestão do empreendimento.
  32. 32. . Análise de Processo Fundamentada no questionamento critico para verificar as condições do processo e eventuais modlücações que se imponham para seu aperfeiçoamento m_ «mu 4,J'*›. I"¡ . . «naun L' . . wr›. ›"
  33. 33. Análise de Processo Fundamentada no questionamento critico para verificar as condições do processo e eventuais modificações que se imponham para seu aperfeiçoamento Oiãietivo: otimizar a produtividade ou o rendimento mfisico das operações
  34. 34. Com objetivo de eliminar ações não justificadas A FINALIDADE COM QUE É FEITO ALGO: O QUE? PARA QUE? PORQUE ISSO? QUE OUTRA COISA PODERIA SER FEITA?
  35. 35. Com a finalidade de combinar, redistribuir ou reordenar as operações O LUGAR ONDE É REALIZADO: ONDE? PORQUE ALI? EM QUE OUTRO LUGAR PODERIA SER?
  36. 36. A SUCESSÃO EM QUE A AÇÃO SE FAZ: QUANDO SE FAZ? PORQUE NESTA SEQUENCIA? EM QUE OUTRO MOMENTO PODERIA SER? ! A
  37. 37. A PESSOA QUE EXECUTA A AÇÃO: QUEM FAZ? PORQUE ESSA PESSOA? QUE OUTRA PODERIA FAZER?
  38. 38. Com o objetivo de simplificar o desenvolvimento do processo: OS MEIOS PELOS QUAIS AS AÇÕES SE DESENROLAM: COMO É FEITO? PORQUE DESSE MODO? DE QUE OUTRA MANEIRA PODERIA?
  39. 39. 17. Verificação do ajuste dos parafusos 18. Abaixar o veículo 19. Guardar pneu vazio no porta malas 20. Guardar as ferramentas no porta malas 21. Ferramentas e Pneu avariado no porta malas -Oferecer uma infra~estrutura necessária e propiciar o crescimento do negócio; -Garantir acesso facilitado aos clientes e fornecedores e permitir o escoamento da produção; 0 estudo de localização é diferente quando se trata de comércio e serviço ou de indústria.
  40. 40. O bcaideve -Oferecer uma infra-estrutura necessária e propiciar o crescimento do negócio; -Garantir acesso facilitado aos clientes e fornecedores e permitir o escoamento da produção; O estudo de localização é diferente quando se trata de comércio e serviço ou de indústria.
  41. 41. Locaiizagão: Comercio e Serviços -Onde o cliente é atendido: no próprio estabelecimento ou fora dele? -Quais são os hábitos e costumes do cliente? -E necessário facilitar o acesso direto ao público? -Se sim, como São a facilidades de acesso (serviços públicos de transporte, circulação e estacionamento de automóveis, fluxo de tráfego), segurança, limpeza, etc. ; -Onde está fisicamente instalada a concorrência mais próxima? -Há disponibilidade de mão-de-obra na região?
  42. 42. Locaiizagão: industria -Proximidade ou acesso fácil ao fornecedor da matéria-prima principal; -Proximidade do mercado principal: menor custo de transporte; -Disponibilidade de mão-de-obra - quanto mais especializada a indústria, maior a exigência de pessoal qualificado ou especializado; -Infra-estrutura local - oferta de serviços públicos de energia elétrica, transporte, segurança, limpeza, entre outros; -Há incentivos econômicos e fiscais na região? -Condições ambientais da região (clima, temperatura, pluviosidade, umidade, etc. ) são compativeis com o que se pretende produzir? -Legislação urbana sobre uso do solo - área permitida para indústria?
  43. 43. Ilustração do problema da localização: fatores mais importantes Pm3 = PF + t3 ¡'õu'ir'o§" i_ ___________ _Ig _____________ l_"'_5!'E°_5__J Mp1 = matéria prima 1 T1 = Transporte da Mp1 até a UP Mp2 = matéria prima 2 T2 = Transporte da Mp2 até a UP Mp3 = matéria prima 3 T3 = Transporte da Mp3 até a UP Outros insumos = embalagem, outros materiais. etc T4 = Transporte de Outros Insumos até a UP Pm1 = Preço do produto no Mercado 1 ti = transporte do Produto ao mercado 1 Pm2 = Preço do produto no Mercado 2 t2 = transporte do Produto ao mercado 2 Pm3 = Preço do produto no Mercado 3 t3 = transporte do Produto ao mercado 3 PF = Preço do Produto na Fabrica (UP) A escolha da localização "ótima" da Unidade de Produção (UP) é função (nos limites impostos pela natureza do produto e pelas políticas e estratégias da empresa) da minização dos custos gerados pela movimentação e transporte de insumos entre supridores e a unidade produtora e de produtos entre esta e os clientes em todos os casos em que tais custos dependam das distâncias e dos volumes movimentados
  44. 44. Em resumo, a melhor localização será aquela que permitir: -Aumentar a produção -Reduzir os custos de produção, vendas e distribuição.
  45. 45. A SUCESSÃO EM OUE A ACÁO SE FAZ: OUANDQ SE FAZ? finalidade de combinar, PORQUE NEsTA SEOUENCIA? com o objetlvo de simplificar tribuir ou reordenar a5 EM OUE OUT"? “OMENTO o desenvolvimento do processo: ções 9095"” SER- OS MEIOS PELOS oUAIsAs AçOEs WAR ONDE É REALIZADO¡ sE DESENROLAM: COMO E FEITO? POR UE ALP EM UE PORQUE DESSE MODO? DE OUE O ' O A PESSOA OUE EXECUTA A OUTRA MANEIRA PODERIA? i LUGAR PODERIA SER? AÇÃO: QUEM FAZ? PORQUE ESSA PESSOA? OUE OUTRA PODERIA FAZER? DETERMINAÇÃO DO TAMANHO R deternünação do tananho do anpreendknento deverá observar -Disponibilidade de recursos: se for restrita, pode dispensar modelagens mais complexas; -Descontinuidades nos tamanhos possiveis; -Escalas mínimas econômicas;
  46. 46. A determinação do tamanho do empreendimento deverá observar -Disponibilidade de recursos: se for restrita, pode dispensar modelagens mais complexas; -Descontinuidades nos tamanhos possiveis; -Escalas mínimas econômicas; -Demanda insatisfeita: Potencial de Mercado - Oferta Atual
  47. 47. I¡ HmTillifFH de iíimm. Ow: :- Lim-ll*- Totais . Tits 'irisltoài ECJHÇBCDES : :e custos UFLIÚTJDS para producao, e dlãlilbuiiju m» plüdtil iii Espoiiiiaçao mui. ma». rilielilíln a ekiiiilivià . m- mui: «it» sustrtc e apoia as DKIVLÚGÚEE
  48. 48. III. Resultados Econômicos Esperados, 'tendo em vista o volume da operações previsto Requisito básico: demonstrativos de receitas e custos para os produtos e para O conjunto do projeto.
  49. 49. IV. montantes e Fontes dos Recursos Financeiros projetados para os Investimentos em Capital Fixo e Capital de Giro Requisitos básicos: i) Definição dos processos básicos e auxiliares; ii) Definição do padrão tecnológico (da base técnica), do padrão organizacional, especificação das instalações, máquinas, equipamentos, etc. , iii) especificação das condições comerciais de compra e venda, etc.
  50. 50. V. montantes de Entradas e Saídas de Caixa Requisito básico: projeção dos prazos de pagamentos dos custos, dos prazos de desembolso efetivo de investimentos e dos prazos de recebimento das receitas.
  51. 51. padrão organizacional, especificação im il investimentos e É das instalações, máquinas, recebimento das r equipamentos, etc. , iii) especificação das condições comerciais de compra e venda, etc. l T T Estas ciiCras permitem a determinação de todos indicadores mais importantes para a avaliação previa do empreendimento (potencial de crescimento, condições de : Formação de custos e preços, estrutura de capital, potencial lucrativo, capacidade de “geração de caixa)
  52. 52. Significado das Grandezas @sms 5x05; QUANTIDADE PRODDZIDA: Relacionada diretamente com as politicas e estratégias de produção e politicas e estratégias de estocagem de insumos materiais, componentes. partes. submontagens e produtos acabados, que afetam a dinâmica do sistema de produção utilizado. ("JJSTOS VARIÁVBS UNITÁRIOS: -gastos cum insumos materiais e energéticos; -salários e encargos da mãu-de-obra direta; -servicos produtivos rornecidos por terceiras. Estes gastos dllelll respeito, portanto, às decisões relativas 'a engenharia ou ao prujElo do produto e dos processos de produção: às relações estabelecidas com fornecedores de insumos materiais e energéticos; às relações estabelecidas com os trabalhadores diretos da empresa. !als como politicas Salariais, de qualificação e/ uii incentivo ao desenvolvimento das habilidades tácnltas produtivas e decisões que afetam out ras esíeras da gestão empresarial. 0 montante de gastos com custos fixos esta' relacionado à decisões quanto ao padrão tecnológico utilizado e à estrutura administrativa da empresa. ouANnDADE VENDXDA E PREÇO DE VENDA CAPITAL Fixa CAPITAL CIRCULANTE: 0 montante, o padrão e a - ~ Relacionam-se com a politica de cgmpusiçãu do capital Fixo D999"? das “QWÊSPE CUSÍEíD Unítáriü d05 PFUGUtDS. a0 utilizado na unidade produtiva ¡muincas e estrategias @VPU de autüflümia Para “X3550 dO tem relação com a capacidade de relaclmladas 505 prazos de preço de venda, que, por sua vez, investimento em inovações entradas e saidas de CõlXã. bem depende da estrutura de mercado onde técnicas¡ (Dm o grau de como ao Volume de recursos at"? a empresa' “e”. °°'"° «da “a exigência do mercado quanto ao aplicados em estoques, pamwla' f°”"a. d° “Sema” "E539 padrão tecnológico e com o ritmo resultante ao sistema de mercado e do padrao de concorrencia de obsouscéncia do . .mixn d - d d que au vigora_ pro uçao a Ota o. tecnológico utilizado.
  53. 53. CUSTOS FIXOS: 0 montante de gastos com custos fixos está relacionado à decisões quanto ao padrão tecnológico utilizado e à estrutura administrativa da empresa.
  54. 54. CUSTOS VARIÁVEIS UNITÁRIOS: -gastos com insumos materiais e energéticos; -salários e encargos da mão-de-obra direta; -serviços produtivos fornecidos por terceiros. Estes gastos dizem respeito, portanto, às decisões relativas a engenharia ou ao projeto do produto e dos processos de produção; às relações estabelecidas com fornecedores de insumos materiais e energéticos; às relações estabelecidas com os trabalhadores diretos da empresa, tais como politicas salariais, de qualificação e/ ou incentivo ao desenvolvimento das habilidades técnicas produtivas e decisões que afetam outras esferas da gestão empresarial.
  55. 55. QUANTIDADE PRODUZIDA: Relacionada diretamente com as politicas e estratégias de produção e politicas e estratégias de estocagem de insumos materiais, componentes, partes, submontagens e produtos acabados, que afetam a dinâmica do sistema de produção utilizado.
  56. 56. QUANTIDADE VENDIDA E PREÇO DE VENDA: Relacionam-se com a politica de custeio unitário dos produtos, ao grau de autonomia para fixação do preço de venda, que, por sua vez, depende da estrutura de mercado onde atua a empresa, bem como da sua particular forma de inserção neste mercado e do padrão de concorrência que ali vigore.
  57. 57. (3AEÍTFd. TTXKk O montante, 0 padrão e a composição do Capital Fixo utilizado na unidade produtiva têm relação com a capacidade de investimento em inovações técnicas; com o grau de exigência do mercado quanto ao padrão tecnológico e com o ritmo de obsolescência do "mix" tecnológico utilizado.
  58. 58. CAPITAL CIRCULANTE: Depende das decisões de politicas e estratégias relacionadas aos prazos de entradas e saidas de caixa, bem como ao volume de recursos aplicados em estoques, resultante ao sistema de produção adotado.
  59. 59. Determinação da Receita Total Ponto de partida: Pbno Hnualde Vendas Previsão do volume vendido de cada produto, no periodo de planejamento Em geral, 5 anos, com demonstrativos mensais para o primeiro ano, trimestrais para o segundo e anuais para os demais) r P "vlr-'a Expressão da Recena Tbtat RT a (ogk - PVBk) Onde: produto i, na região j, no cliente k Quantidade vendida: Fatores internos: forma de inserção do empreendimento no mercado, curva
  60. 60. Ponto de partida: Pbno Hnuaide Vendas: Previsão do volume vendido de cada produto, no periodo de planejamento Em geral, 5 anos, com demonstrativos mensais para o primeiro ano, trimestrais para o segundo e anuais para os demais) Pregos de Vericia unitários P = C 4-l_ P - C = L
  61. 61. Expressão da Receita Totai: RT = (Q®k«PN5k) Onde: produto i, na região j, no cliente k Quantidade vendida: Fatores internos: forma de inserção do empreendimento no mercado, curva de utilização da capacidade produtiva instalada Fatores externos: taxa de crescimento do PIB, do mercado especifico, etc. pico_
  62. 62. A partir dos custos primários (variáveis ou diretos de produção) e do "mark up" médio do setor de atividade, ou Estabelecido pela empresa a partir de um sistema de custeio, ou Definido pelo mercado: valores utilizados para produtos ou serviços semelhantes pelos concorrentes já estabelecidos E E E
  63. 63. lIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII Estabelecido pela empresa a partir de um sistema de custeio, ou Definido pelo mercado: valores utilizados para produtos ou serviços semelhantes pelos concorrentes já estabelecidos _______ r______ Determinação dos Custos Totais m5 : :cv i Expressão Geral: “e e Onde cvj: custo do produto j vi: custo variável do tipo 1 CT= CFT+CVT “WPWCVÀ mcj : margem de contribuição do produto j = resultado bruto ao nivel do produto ou também chamado margem bruta de lucro. pvj = preço de venda não calculado internamente mas "tomado" ou “formado” diretamente na transação econômica e, nesse sentido, é um valor "dado" neste i ímétodo.
  64. 64. Expressão Geral: CT = CFT + CVT
  65. 65. mó : :cv i para i = 1 a n tipos de custos e j = 1 a m produtos Onde cvj: custo do produto j vi: custo variável do tipo i ng = rvj . - cvj mcj = margem de contribuição do produto j = resultado bruto ao nivel do produto ou também chamado margem bruta de lucro. pvj = preço de venda não calculado internamente mas "tomado" ou "formado" diretamente na transação econômica e, nesse sentido, é um valor "dado" neste n do.
  66. 66. Determinação dos preços de vendas unitários PVC= CT+L PVc = custos em valor + [ (custos em taxa + m) ' PVc l PV<3=CT+L preço unitário de venda calculado custo total unitário UCFO PVc * [1 a (custos em taxa + m)] = custos em valor L= P/ c-CT tos podem ser determinados de autônoma (valor em moeda) ou ente do preço de venda (taxa, indice ou percentual: › PVc - [(custos em taxa + m)*PVc] = custos em valor PVc = custos em valor z' [1 - (custos em taxa + m)]
  67. 67. Pvc= cr+L Onde: PVc = preço unitário de venda calculado CT = custo total unitário L = lucro L= P/ c-CT Os custos podem ser determinados de forma autônoma (valor em moeda) ou dependente do preço de venda (taxa, indice ou percentual) »E E*
  68. 68. PVC= CT+L PVc = custos em valor + [ (custos em taxa + m) * PVc ] PVc - [(custos em taxa + m)*PVc] = custos em valor PVc * [1 - (custos em taxa + m)] = custos em valor PVc = custos em valor / [1 - (custos em taxa + mil
  69. 69. CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO LucRnllVn Pomv DE EOUIIJERID ! ou mvzuntmo) PN= CF/ |MC PN x Valor da Receita no Ponto de Equilíbrio (F = Custos Fixos (Totais ou do Produto) IME x Índice da Margem de Contribuição - HC / Receita = (Receita ~ rostos Variáveis) / Receita amanha) - u-avm (oaêiuuiuan: 7 r onde¡ ]). '*1*i)Qln[iiir HARGETDESEGJRAFJÇA Ms (Ri) RT e FNT na (x) Onde: ns x Margem de Segurança ar = Rexona mal mn = Reteita no Ponto de uiveianentn (RlWPNTi/ RT
  70. 70. Receita Receita de Equilíbrio Receita Total = Custo Total 7' / . / /j Ponto de Equilíbrio / ' . 1 _r . l / 4 , à Quantidade de Equilíbrio um VL ' r O f) ll' Quantidade
  71. 71. PONTO DE EQUILÍBRIO (ou NIVELAMENIO) PN = CF / ii/ xc Onde: PN = Valor da Receita no Ponto de Equilibrio CF = Custos Fixos (Totais ou do Produto) IMC = Indice da Margem de Contribuição = MC / Receita = (Receita - Custos Variáveis) / Receita
  72. 72. MARGEM DE sEGURANçA M5 (ma) = RT - PNT M5 (X) = (RT - PNT) / RT Onde: MS = Margem de Segurança RT = Receita Total PNT = Receita no Ponto de Nivelamento
  73. 73. Tabela 11 - Gráfico do Ponto de Nivelamento - Evolução ano 1 a ano 3 'M050 das Ano 1 (40% da Ano 2 (60% da Ano 3 (30% da Ano 4 (100% da Capacidade) Capacidade) Capacidade) Capacidade) «neceauweun íímmzmm 2. Custos Variáveis Totais - 504.304 757.205 1.009.608 1.252.010 4. Custos Fixos Totais 156.186 | 156.186 | 173.930 200.019 230.022 5. Custos Totais 156.186 | 660.990 | 931.135 1.209.627 1.492.031 s. Ponto de Nivelamento Rs | 453.203 | 504.689 530.393 667.452 (v. ) 43.7 37.7 34.7 7. Margem de Segurança (°/ .) 2520 C30 2030 O00 , _ u t J c y o u o -o- 1 ? ezeca To: a ~ « - ~ - -~ L Custos a-. e 5 TctaT-. r 1 @DO O00 - ~› . '. CuÉÍÓÊ : «9570355 55,5 05,5, - - - 5 CuSÍOS Tora 5 wcoca: :: e-açõe: inolwàífada Anclwêüízva : vciwñõãca Aroá _1COí: oa CaCacTdade! Cana: case Cacsmoaoe) Casa: Gene

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