Por: Thiago André
É uma enfermidade infecciosa causada por protozoários
parasitas do gênero Plasmodium, transmitidos pela picada
do mosquito...
Também se denomina:
A designação paludismo surgiu no século XIX, formada a partir da
forma latinizada de paul, palude, com...
A malária mata 3 milhões de pessoas por ano, uma taxa só
comparável à da SIDA/AIDS, e afeta mais de 500 milhões de
pessoas...
Os países que têm regiões onde a malária é endêmica em 2003 (cor
amarela). Países em verde estão livres de casos autóctone...
Frequência de casos de malária por gravidade do tipo de
contaminação (vermelho escuro = mais grave, amarelo = menos grave).
A infecção humana começa quando um mosquito Anopheles
fêmea inocula esporozoítos dos plasmódios a partir da sua
glândula s...
A doença em seres-humanos é causada pelos efeitos diretos
da invasão e destruição eritrocitárias pelo parasito
assexuado e...
Mais tarde a célula se rompe, liberando merozoítos móveis
na corrente sanguínea e rapidamente os merozoítos
invadem os eri...
• Após serem ingeridos durante
a picada de um mosquito
Anopheles fêmea por
alimentar-se de sangue, os
gametócitos masculin...
A forma parasitária que é mortal dentro dos
seres humanos, não podem sobreviver dentro
dos mosquitos!
http://www.youtube.c...
A forma feminina do parasita madura num óvulo.
A forma masculina demora algum tempo mais, até
madurar em um espermatozoide...
O alimento do Plasmódio está dentro das
hemácias, sendo as hemoglobinas que
contém heme (ferro).
No Homem:
Trofozoítas
Esquizonte
Merozoítos
Gametocitos
Zigoto
Oocitos
Esporozoítas
Esquizogonia
zogonia
Varia de acordo com a espécie de Plasmodium:
•P. falciparum – 8-12 dias,
•P. vivax – 13-17 dias,
•P. malariae – 18-30 dias...
.
•Os intervalos entre as crises paroxísticas são diferentes
consoante a espécie.
•Normalmente há acessos de febre violent...
A detecção precoce de malária quaternária, em que o novo
acesso de febre ocorre no 4ª dia, é importante porque este
tipo p...
A malária causada pelo
protozoário P.falciparum caracteriza-se inicialmente
por sintomas inespecíficos como:
• Dores de ca...
Vários dias depois, com a destruição maciça de hemácias e
com a descarga de substâncias imunogênicas tóxicas
na corrente s...
Depois cessam os tremores e seguem-se 2 a 6h de febre de
até 41 °C, terminando em vermelhidão da pele e suores
abundantes....
Se a infecção for severa, geralmente por P. falciparum, podem
haver sintomas adicionais mais graves como:
• Choque circula...
A ruptura dos eritrócitos durante a liberação de merozoítos
é responsável pelos sintomas clínicos.
Quando grave, a hemólis...
•A morte pode ocorrer a cada crise de malária severa.
•Pode também ocorrer a chamada malária cerebral: a
oclusão de vasos ...
•A chamada malária maligna destrói maior número de
hemácias a cada reprodução dos merozoítos, além de
provocar sua aglutin...
Para as espécies de P. falciparum, P. vivax, P. ovale e P.
malariae, o ciclo da invasão de hemácias por uma geração,
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É importante ressaltar que: não é o rompimentos das hemácias
por sí que causa a febre característica da doença, mas sim a
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A malária é transmitida pela picada
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•Não há transmissão direta de
pessoa a pessoa.
•Raramente pode ocorrer a
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•Em cidades situadas em locais cuja
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metros, no entanto, o risco de
aquisição de malária é pe...
Contaminam-se ao picar os
portadores da doença, tornando-se
o principal vetor de transmissão
desta para outras pessoas.
•O mosquito da malária atinge números
suficientes de indivíduos para a
transmissão da doença em regiões onde
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Diagnóstico Clínico:
O elemento fundamental no diagnóstico clínico da malária, tanto
nas áreas endêmicas como não-endêmica...
Diagnóstico Laboratorial:
O diagnóstico de certeza da infeção malárica só é possível
pela demonstração do parasito, ou
de ...
Gota Espessa:
•É o método adotado oficialmente no Brasil para o
diagnóstico da malária.
•Mesmo após o avanço de técnicas d...
Esfregaço delgado:
Possui baixa sensibilidade (estima-se que, a gota espessa é
cerca de 30 vezes mais eficiente que o esfr...
Testes rápidos para detecção de componentes antigênicos
de plasmódio - Testes imunocromatográficos representam
novos métod...
• POSITIVO: Duas linhas são visíveis, sendo uma linha na região controle (C) e outra na região
teste (T). A intensidade de...
O tratamento da Malária visa a atingir o parasito em
pontos-chave de seu ciclo evolutivo, os quais podem ser
didaticamente...
Esquizogonia:
É o nome dado à divisão de uma célula (em três ou
mais novas células), comum em protozoários (como os
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O tratamento adequado e oportuno da Malária é, hoje, o
principal alicerce para o controle da doença.
A decisão quanto ao t...
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•Primaquina – 15mg|Kg|dia – por 15 dias.
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As redes contra mosquitos ou mosquiteiros ajudam a
manter os mosquitos longe de pessoas e reduzir
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A melhor medida, até o momento, é a erradicação do
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que causa a doe...
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  1. 1. Por: Thiago André
  2. 2. É uma enfermidade infecciosa causada por protozoários parasitas do gênero Plasmodium, transmitidos pela picada do mosquito Anopheles “fêmea infectada”. •Se caracteriza como: Aguda ou Crônica. •Cusada por Quaisquer das 4 espácies de Plasmodium.
  3. 3. Também se denomina: A designação paludismo surgiu no século XIX, formada a partir da forma latinizada de paul, palude, com o sufixo -ismo. Malária é termo de origem italiana que se internacionalizou e que surge em obras em português na mesma altura. Paludismo
  4. 4. A malária mata 3 milhões de pessoas por ano, uma taxa só comparável à da SIDA/AIDS, e afeta mais de 500 milhões de pessoas todos os anos. É a principal parasitose tropical e uma das mais frequentes causas de morte em crianças nesses países: (mata um milhão de crianças com menos de 5 anos a cada ano). Segundo a OMS, a malária mata uma criança africana a cada 30 segundos, e muitas crianças que sobrevivem a casos severos sofrem danos cerebrais graves e têm dificuldades de aprendizagem.
  5. 5. Os países que têm regiões onde a malária é endêmica em 2003 (cor amarela). Países em verde estão livres de casos autóctones de malária em todas as áreas.
  6. 6. Frequência de casos de malária por gravidade do tipo de contaminação (vermelho escuro = mais grave, amarelo = menos grave).
  7. 7. A infecção humana começa quando um mosquito Anopheles fêmea inocula esporozoítos dos plasmódios a partir da sua glândula salivar durante a hematofagia. Essas formas são transportadas pela corrente sanguínea até o fígado, onde invadem as células do parênquima hepático e começam o período de reprodução assexuada. Mediante esse processo de amplificação (conhecido como esquizogonia ou merogonia intra-hepática ou pré- eritrocitária), um único esporozoíto produz vários merozoítos-filhos.
  8. 8. A doença em seres-humanos é causada pelos efeitos diretos da invasão e destruição eritrocitárias pelo parasito assexuado e pela reação do hospedeiro. Depois de uma série de ciclos assexuados (P. falciparum) ou imediatamente após a liberação do fígado (P. vivax), alguns dos parasitos desenvolvem-se em formas sexuadas de vida longa, morfologicamente distintas, responsáveis por transmitir a malária.
  9. 9. Mais tarde a célula se rompe, liberando merozoítos móveis na corrente sanguínea e rapidamente os merozoítos invadem os eritrócitos e se transformam em trofozoítos. A fixação é mediada através de um receptor específico da superfície do eritrócito. Ao fim do ciclo evolutivo intra-eritrocitário, o parasito consumiu quase toda a hemoglobina e cresceu a ponto de ocupar a maior parte do eritrócito. Agora denomina-se esquizonte. Ocorrem múltiplas divisões celulares (esquizogonia ou merogonia), e o eritrócito se rompe para liberar 6 a 30 merozoítos-filhos (clones), cada um potencialmente capaz de invadir um novo eritrócito e repetir o ciclo.
  10. 10. • Após serem ingeridos durante a picada de um mosquito Anopheles fêmea por alimentar-se de sangue, os gametócitos masculinos e femininos formam um zigoto no intestino médio do inseto. • Esse zigoto amadurece até um oocineto, que penetra e encista-se na parede intestinal do mosquito. • O oocisto resultante multiplica-se por divisão assexuada, até romper-se e liberar grande quantidade de esporozoítos móveis, que em seguida migram pela hemolinfa até a glândula salivar do mosquito, onde aguardam a inoculação em outro ser humano na segunda picada.
  11. 11. A forma parasitária que é mortal dentro dos seres humanos, não podem sobreviver dentro dos mosquitos! http://www.youtube.com/watch?v=XQAj4Y2cA1c
  12. 12. A forma feminina do parasita madura num óvulo. A forma masculina demora algum tempo mais, até madurar em um espermatozoide. Cada oocisto da origem á milhares de parásitos minúsculos.
  13. 13. O alimento do Plasmódio está dentro das hemácias, sendo as hemoglobinas que contém heme (ferro).
  14. 14. No Homem: Trofozoítas Esquizonte Merozoítos Gametocitos Zigoto Oocitos Esporozoítas Esquizogonia zogonia
  15. 15. Varia de acordo com a espécie de Plasmodium: •P. falciparum – 8-12 dias, •P. vivax – 13-17 dias, •P. malariae – 18-30 dias. Os três tipos mais importantes no brasil. •P. Ovale – 14 dias.
  16. 16. . •Os intervalos entre as crises paroxísticas são diferentes consoante a espécie. •Normalmente há acessos de febre violenta e tremores no 1° dia e, passadas 48 horas, já no 3° dia, novo acesso, sendo classificada de malária ternária.
  17. 17. A detecção precoce de malária quaternária, em que o novo acesso de febre ocorre no 4ª dia, é importante porque este tipo pode não ser devido a P. falciparum, sendo, portanto, menos perigoso. Os períodos de intervalo são: • P. falciparum - 36 a 48 horas, chamada de febre terçã maligna • P. vivax - a cada 48 horas, chamada de febre terçã benigna • P. ovale - de 48 a 50 horas, chamada de febre terçã benigna • P. malariae - a cada 72 horas, chamada de febre quartã
  18. 18. A malária causada pelo protozoário P.falciparum caracteriza-se inicialmente por sintomas inespecíficos como: • Dores de cabeça; • Cansaço; • Febre; • Náuseas; • Sudorese; • Esplenomegalia.
  19. 19. Vários dias depois, com a destruição maciça de hemácias e com a descarga de substâncias imunogênicas tóxicas na corrente sanguínea conforme o ciclo reprodutivo do parasita chega ao fim, ocorrem geralmente no fim da tarde: •Calafrios(calor e frio); •Febre 39-40°C; (periódica) •Palidez; •Tremores fortes (entre 15 min. e 1hr.) •Ondas de calor. •Anemia Hemolítica •Icterícia
  20. 20. Depois cessam os tremores e seguem-se 2 a 6h de febre de até 41 °C, terminando em vermelhidão da pele e suores abundantes. O doente sente-se perfeitamente bem depois, até à crise seguinte, dois a três dias depois.
  21. 21. Se a infecção for severa, geralmente por P. falciparum, podem haver sintomas adicionais mais graves como: • Choque circulatório (parasitas entupindo vasos sanguíneos); • Síncopes (desmaios); • Convulsões; • Delirium; • Hepatomegalia (inchaço do fígado); • Esplenomegalia (inchaço do baço); • Hipoglicemia • Problemas renais com urina escurecida por hemoglobinas; • Fraqueza muscular (ao ponto de não conseguir andar adequadamente); • Edema pulmonar resultando em dificuldade de respirar.
  22. 22. A ruptura dos eritrócitos durante a liberação de merozoítos é responsável pelos sintomas clínicos. Quando grave, a hemólise produz anemia e icterícia que pioram por fagocitose de eritrócitos infectados no baço. Ao contrário de outras formas de malária, P. falciparum causa: obstrução microvascular por que os eritrócitos infectados aderem ás células vasculares endoteliais. Isquemia se desenvolve, resultando em hipóxia de tecido, em particular no cérebro, nos rins, nos pulmões e no trato GI -> hipoglicemia e acidose láctica.
  23. 23. •A morte pode ocorrer a cada crise de malária severa. •Pode também ocorrer a chamada malária cerebral: a oclusão de vasos sanguíneos no cérebro pelos eritrócitos infectados causando déficits mentais e coma, podendo levar a problemas mentais irreversíveis ou morte. •Danos renais e hepáticos graves ocorrem pelas mesmas razões. •As formas causadas pelas outras espécies (benignas) são geralmente apenas debilitantes, ocorrendo raramente a morte.
  24. 24. •A chamada malária maligna destrói maior número de hemácias a cada reprodução dos merozoítos, além de provocar sua aglutinação dentro dos vasos sangüíneos, podendo comprometer o fluxo de sangue em órgãos importantes e, conseqüentemente, levar à morte. •A doença se caracteriza pela ruptura de hemácias, quando ocorrem as típicas febres da malária, com sudorese e calafrios pronunciados. A destruição das hemácias pode acarretar outras conseqüências graves.
  25. 25. Para as espécies de P. falciparum, P. vivax, P. ovale e P. malariae, o ciclo da invasão de hemácias por uma geração, multiplicação interna na célula, hemólise (rompimento da hemácia) e invasão pela nova geração de mais hemácias dura cerca de 48 horas.
  26. 26. É importante ressaltar que: não é o rompimentos das hemácias por sí que causa a febre característica da doença, mas sim a liberação de pigmentos tóxicos produzidos pelos protozoários durante a sua reprodução no interior das hemácias, essa substância recebe o nome de 'Hemozoínas'.
  27. 27. A malária é transmitida pela picada das fêmeas de mosquitos do gênero Anopheles infectado. A transmissão geralmente ocorre em regiões rurais e semi- rurais, mas pode ocorrer em áreas urbanas, principalmente em periferias.
  28. 28. •Não há transmissão direta de pessoa a pessoa. •Raramente pode ocorrer a transmissão por meio de transfusão de sangue contaminado ou do uso compartilhado de seringas contaminados. •Mais raro ainda é a transmissão congênita. “Esses modos de transmissão não produzem doença latente e não provocam recorrências”
  29. 29. •Em cidades situadas em locais cuja altitude seja superior a 1500 metros, no entanto, o risco de aquisição de malária é pequeno. •Os mosquitos têm maior atividade durante o período da noite, do crepúsculo ao amanhecer.
  30. 30. Contaminam-se ao picar os portadores da doença, tornando-se o principal vetor de transmissão desta para outras pessoas.
  31. 31. •O mosquito da malária atinge números suficientes de indivíduos para a transmissão da doença em regiões onde as temperaturas médias sejam cerca de 20-30 °C, e umidade alta. •Só os mosquitos fêmeas picam o homem pois alimentam-se de sangue. •Os machos vivem de seivas de plantas. •As larvas se desenvolvem em águas paradas, e a prevalência máxima ocorre durante as estações com chuva abundante.
  32. 32. Diagnóstico Clínico: O elemento fundamental no diagnóstico clínico da malária, tanto nas áreas endêmicas como não-endêmicas, é sempre pensar na possibilidade da doença. Como a distribuição geográfica da malária não é homogênea, nem mesmo nos países onde a transmissão é elevada, torna-se importante, durante o exame clínico, resgatar informações sobre a área de residência ou relato de viagens de exposição ao parasita, como em áreas endêmicas (tropicais). Além disso informações sobre transfusão de sangue, compartilhamento de agulhas em usuários de drogas injetáveis, transplante de órgãos podem sugerir a possibilidade de malária induzida.
  33. 33. Diagnóstico Laboratorial: O diagnóstico de certeza da infeção malárica só é possível pela demonstração do parasito, ou de antígenos relacionados, no sangue periférico do paciente, através dos métodos diagnósticos especificados a seguir:
  34. 34. Gota Espessa: •É o método adotado oficialmente no Brasil para o diagnóstico da malária. •Mesmo após o avanço de técnicas diagnósticas, este exame continua sendo um método simples, eficaz, de baixo custo e fácil realização. •Sua técnica baseia-se na visualização do parasito através de microscopia ótica, após coloração com corante vital (azul de metileno e Giemsa), permitindo a diferenciação específica dos parasitos a partir da análise da sua morfologia, e pelos estágios de desenvolvimento do parasito encontrados no sangue periférico.
  35. 35. Esfregaço delgado: Possui baixa sensibilidade (estima-se que, a gota espessa é cerca de 30 vezes mais eficiente que o esfregaço delgado na detecção da infecção malárica). Porém, o esfregaço delgado é o único método que permite, com facilidade e segurança, a diferenciação específica dos parasitos, a partir da análise da sua morfologia e das alterações provocadas no eritrócito infectado.
  36. 36. Testes rápidos para detecção de componentes antigênicos de plasmódio - Testes imunocromatográficos representam novos métodos de diagnóstico rápido de malária. •Realizados em fitas de nitrocelulose contendo a nticorpo monoclonal contra antígenos específicos do parasito. Apresentam sensibilidade superior a 95% quando comparado à gota espessa, e com parasitemia superior a 100 parasitos/µL.
  37. 37. • POSITIVO: Duas linhas são visíveis, sendo uma linha na região controle (C) e outra na região teste (T). A intensidade de cor da linha teste (T) poderá variar de acordo com a concentração presente na amostra. Todavia, qualquer intensidade de cor na linha teste indica resultado positivo. • NEGATIVO: Apenas uma linha é visível na região controle (C), não sendo observada linha na região teste. • INVÁLIDO: Não é evidenciada a linha controle (C). As razões mais comuns de falha são o volume insuficiente de amostra ou falha no procedimento técnico. Neste caso, reler a técnica e repetir o teste com uma nova tira. http://www.biomedicinapadrao.com/2012/06/imunocromatografia.html
  38. 38. O tratamento da Malária visa a atingir o parasito em pontos-chave de seu ciclo evolutivo, os quais podem ser didaticamente resumidos em: •Interrupção da esquizogonia sanguínea, responsável pela patogenia e manifestações clinicas da infecção, destruindo de formas latentes do parasitos do parasito no ciclo tecidual (hipnozoítos) das espécies P. vivax e P. ovale, evitando assim as recaídas tardias, interrupção da transmissão do parasito, pelo uso de drogas que impedem o desenvolvimento de formas sexuadas dos parasitos (gametócitos).
  39. 39. Esquizogonia: É o nome dado à divisão de uma célula (em três ou mais novas células), comum em protozoários (como os do gênero Plasmodium e Esporozoários) e que ocorre durante a fase assexuada do ciclo de vida do organismo. Hipnozoítos: Estado de dormencia, descanço, Parasito dormindo. OBS! Esquizontes teciduais no fígado podem persistir como hipnozoítas por até três anos no caso de P. vivax e P. ovale, mas não de P. falciparum ou P. malariae.
  40. 40. O tratamento adequado e oportuno da Malária é, hoje, o principal alicerce para o controle da doença. A decisão quanto ao tratamento do paciente com Malária deve ser precedida de informações sobre os seguintes aspectos: 1. Espécie de plasmódio infectante, pela especificidade dos esquemas terapêuticos a serem utilizados. 2. Idade do paciente, pela toxidade para crianças e idosos. 3. Historia de exposição anterior a infecção uma vez que indivíduos primoinfectados tendem a apresentar formas mais graves da doença. 4. Condições associadas, tais como: gravidez e outros problemas de saúde. 5. Gravidade da doença, pela necessidade de hospitalização e de tratamento com esquemas especiais de antimaláricos.
  41. 41. •Cloroquina – 5mg|Kg|dia – por 3 dias. •Primaquina – 15mg|Kg|dia – por 15 dias.
  42. 42. A quinina (ou o seu isómero quinidina), um medicamento antigamente extraído da casca da Cinchona, é ainda usada no seu tratamento. No entanto, a maioria dos parasitas já é resistente às suas acções. Foi suplantada por drogas sintéticas mais eficientes, como quinacrina, cloroquina, e primaquina. É frequente serem usados cocktails (misturas) de vários destes fármacos, pois há parasitas resistentes a qualquer um deles por si só. A resistência torna a cura difícil e cara. Cinchona contendo Quinina, o primeiro antimalárico
  43. 43. As redes contra mosquitos ou mosquiteiros ajudam a manter os mosquitos longe de pessoas e reduzir significativamente as taxas de infecção e transmissão da malária. Essas redes não são uma barreira perfeita e muitas vezes são tratadas com um inseticida destinado a matar o mosquito antes que ele tenha tempo para procurar uma forma de passar a rede. Estima-se que mosquiteiros tratados com inseticida (MTI) sejam duas vezes mais eficazes que os mosqueteiros não tratados e aumentam em 70% a proteção em comparação aos comuns.
  44. 44. •Os cremes repelentes de insetos também são eficazes, más mais caros que as redes. •A roupa deve cobrir a pele nua o mais completamente possível de dia. •O mosquito não tem tanta tendência para picar o rosto ou as mãos, onde os vasos sanguíneos são menos acessíveis, enquanto as pernas, os braços ou o pescoço possuem vasos sanguíneos mais acessíveis. •A drenagem de pântanos e outras águas paradas é uma medida de saúde pública eficaz.
  45. 45. A melhor medida, até o momento, é a erradicação do mosquito Anopheles que transmite o parasita Plasmodium, que causa a doença.

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