Ilustrações

162.153 visualizações

Publicada em

0 comentários
19 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
162.153
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
195
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
720
Comentários
0
Gostaram
19
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Ilustrações

  1. 1. A borboleta e a flor.Certa vez um homem pediu a Deus uma flor e uma borboletaMas Deus lhe deu um cacto e uma lagartaO homem ficou triste pois não entendeu o porquê do seu pedido vir errado.E então, pensou:"Também, com tanta gente prá atender..."Mas, desistiu, e resolveu não questionar.Passado algum tempo, o homem foi verificar o pedido que deixara esquecido.Para sua surpresa:Do espinhoso e feio cacto havia nascido a mais bela das flores;E a horrível lagarta transformara-se em uma belíssima borboleta.Então, meu amigo, reflita:Deus sempre age certo.O Seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar dando tudo errado.Mesmo se você pediu a Deus uma coisa e recebeu outra, confie!Tenha a certeza de que Ele sempre te dá o que você precisa no momento certo!Mas... Nem sempre o que você deseja... É o que você precisa!Como nosso amoroso Deus nunca erra, siga em frente sem murmurar ou duvidar.O espinho de hoje...Será a flor de amanhã! Estratégia.Dizem que havia um cego sentado na calçada, com um boné a seus pés e um pedaço de madeiraque, escrito com giz branco, dizia: "Por favor, ajude-me, sou cego".Um publicitário da área de criação que passava em frente a ele parou e viu umas poucas moedasno boné.Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio.Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.Pela tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola.Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas.O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz,sobretudo querendo saber o que havia colocado.O publicitário respondeu: "Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outraspalavras".Sorriu e continuou seu caminho.O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia: "Hoje é Primavera, e não posso vê-la". Mudemosa estratégia quando não nos acontece alguma coisa.
  2. 2. Gato preguiçoso.Um gato preguiçoso vivia na casa de sua dona, comendo sua ração na hora que desejava,dormindo quase o dia todo, e vez ou outra brincando com a bola de meia-calça que lhe haviamdado.Certo dia ele viu algo se mexer atrás da cortina amarela da sala, mas não deu atenção, "deve sero vento" pensou. E logo ouviu sua dona gritando e chamando pelo marido por causa de um rato. Omarido cansado de ver ratos pela casa e o gato dormindo no sofá, decidiu mandar o gato embora.A dona, que gostava muito do felino, convenceu o marido a tomar uma decisão melhor: deixaramo bichano sem comida por um mês, e os ratos todos sumiram. Miolo de pão.Um casal tomava café no dia das suas bodas de ouro. A mulher passou a manteiga na casca dopão e deu para o seu marido, ficando com o miolo. Pensou ela: - Sempre quis comer a melhorparte do pão, mas amo demais meu marido e, por 50 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quissatisfazer o meu desejo". Para sua imediata surpresa o rosto do marido abriu-se num sorriso semfim e ele lhe disse: - Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 50 anos, sempre quiscomer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, eu jamais ousei pedir ! Assim éa vida... Muitas vezes nosso julgamento sobre a felicidade alheia pode ser responsável pela nossainfelicidade... Diálogo, franqueza, com delicadeza sempre, são o melhor remédio.
  3. 3. O prego do diabo.Temos que arrancar o prego do diabo! Você conhece a história do prego do diabo? A história contaque um homem estava disposto a fazer qualquer coisa a fim de ser milionário; então o diabomostrou-lhe uma mansão maravilhosa e disse que a daria, com uma condição: "Está vendo aqueleprego na parede? É meu, sempre será meu, você aceita?" E o homem aceitou. Anos depois, ohomem ofereceu um banquete em sua mansão. Foram convidados os homens mais importantesda cidade. A festa era um luxo e tudo estava superando as expectativas, quando alguém entrou ecolocou um pedaço de carniça fedorenta no prego da parede. O dono da mansão mandou chamaros seguranças e expulsou aquele intruso, mas então o diabo apareceu e disse:"Um momento, oprego é meu e eu tenho direito de usá-lo como eu quiser."Se deixarmos Satanás dominar umpequeno cantinho do nosso coração isto é o suficiente para que ele transtorne toda a nossa vida. Pecado Acariciado.Temos que arrancar o prego do diabo! Você conhece a história do prego do diabo? A história contaque um homem estava disposto a fazer qualquer coisa a fim de ser milionário; então o diabomostrou-lhe uma mansão maravilhosa e disse que a daria, com uma condição: "Está vendo aqueleprego na parede? É meu, sempre será meu, você aceita?" E o homem aceitou. Anos depois, ohomem ofereceu um banquete em sua mansão. Foram convidados os homens mais importantesda cidade. A festa era um luxo e tudo estava superando as expectativas, quando alguém entrou ecolocou um pedaço de carniça fedorenta no prego da parede. O dono da mansão mandou chamaros seguranças e expulsou aquele intruso, mas então o diabo apareceu e disse:"Um momento, o prego é meu e eu tenho direito de usá-lo como eu quiser."Se deixarmos Satanás dominar um pequeno cantinho do nosso coração isto é o suficiente paraque ele transtorne toda a nossa vida.
  4. 4. Perceba o que você tem!.O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua:- Sr.Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o Senhor tão bem conhece.Poderia redigir oanúncio para o jornal?Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu: "Vende-se encantadora propriedade, onde cantam ospássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de umribeiro. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda".Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.- Nem pensemais nisso, disse o homem. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha.Moral da história:Às vezes, não descobrimos as coisas boas que temos e vamos longe, atrás da miragem de falsostesouros. Um só time.Há alguns anos atrás, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove participantes, todos comdeficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos.Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si,terminar a corrida e ganhar.Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar. Osoutros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás.Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhou,deu um beijo no garoto e disse: "Pronto, agora vai sarar". E todos os nove competidores deram osbraços e andaram juntos até a linha de chegada.O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. E as pessoas que estavam ali,naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje.Porque?
  5. 5. Voe mais alto.Logo após a 2ª Guerra Mundial, um jovem piloto inglês que experimentava o seu frágil aviãomonomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de levantar vôo de um dospequenos e improvisados aeródromos da Índia, ouviu um estranho ruído que vinha de trás de seuassento. Percebeu logo que havia um rato a bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona,destruir o seu frágil avião. Poderia voltar ao aeroporto para se livrar de seu incômodo do perigosoe inesperado passageiro. Lembrou-se, contudo, de que os ratos não resistem a grandes alturas.Voando cada vez mais alto, pouco a pouco, cessaram os ruídos que quase punham em perigo asua viagem.Se o ameaçarem destruir por inveja, calúnia ou maledicência, VOE MAIS ALTO...!!!Se o criticarem, VOE MAIS ALTO...!!!Se fizerem injustiças a você, VOE MAIS ALTO...!!!E...Lembre-se sempre... os "ratos" não resistem ás alturas.
  6. 6. A abelha e o beija flor.Havia em um certo jardim uma abelha que vivia se deliciando do néctar das flores. Todas asmanhãs ela saia de sua colmeia e voava por entre as flores, alegre e feliz. Aquele jardim erasomente seu. As outras abelhas ficavam perto da colmeia. Ela não. Todos os dias voava longe,até chegar no seu paraíso, onde podia escolher livremente a flor que lhe serviria de banquete. Mascerto dia, ela notou algo diferente. Foi em uma flor e não encontrou o precioso néctar. Foi naoutra, e também havia sido sugada. Então ela pensou: - Será que minhas companheirasencontraram meu paraíso. Enquanto pensava nisso, foi surpreendida por uma visão que a deixouatordoada. Perto dela, a poucos metros da flor onde estava, havia um beija flor, sugando o néctarde uma linda rosa vermelha. Furiosa, a abelha voou até ele e, com o ferrão pronto para atacar,disse: - Quem deu permissão para você vir mexer nas minhas flores? Não sabe que este jardim émeu? Espantado, o beija flor olhou para a abelha e disse: - Bom dia, dona abelha! - Que bom dia,nada?. Disse furiosa a abelha. Quem deu permissão para você vir aqui sugar as minhas flores - Eunão sabia que elas eram suas. Pelo contrário, pensei que elas fossem do Criador. - Elas sãominhas, sim. Eu as encontrei primeiro. Não vou dividi-las com ninguém. Eu venho de longe todosos dias para sugar o néctar de cada uma delas. Conheço todas, desde que eram ainda pequenas.Você não tem direito de invadir meu jardim. - Mas existem tantas flores aqui. E, afinal de contas, oCriador disse que temos que repartir o que temos com os outros.... - Mas eu não reparto nada comninguém. Elas são minhas e pronto. Nesta hora, a abelha foi surpreendida por um pardal, que commuita fome, resolveu arriscar sua sorte, tentando devorar a abelha. Quando ela o viu, voou feitolouca por entre as flores, seguida de perto pela ave esfomeada. Já cansada e vendo que iria setornar um banquete para o pardal, ela olha para o beija flor e implora ajuda. O beija flor então voana direção do pardal, conversa com ele, que logo voa para longe. Ainda assustada, a abelhapergunta para o beija flor: - O que você disse para ele que fez com que ele fosse embora tãorápido? - Eu lhe disse que ali na frente, não muito longe daqui, há uma casa com um lindo jardim.Nele existem muitas flores, tão bonitas como estas. Disse-lhe também que todas as manhã, porvolta desta hora, o jardineiro joga muita comida para os pássaros. E ai eu lhe perguntei se ele nãopreferiria ir lá para se deliciar ao invés de ficar aqui, onde há apenas uma pequena e solitáriaabelha como alimento. Vendo que sua vida fora salva pelo beija flor, a abelha disse, um tantoquanto comovida: - Perdoe-me pelo meu egoísmo. Pode vir sempre que quiser colher o néctardestas flores. Afinal, elas são tantas e eu não dou conta de todas. Assim, os dois se tornaramgrandes amigos e, todas as manhãs, antes de iniciarem seu banquete, conversavam um poucosobre tudo aquilo que o Criador havia lhes dado. Quando deixamos de ser egoístas conquistamosgrandes amigos e descobrimos que aquilo o Criador nos deu pode ser o caminho para a conquistade grandes amizades. Contribuíção de Paulo Cesar Ramalho Projeto e-mail falando de Jesuspcramalho@globo.com icq: 209.118.426 www.pastorpaulocesar.hpg.com.br
  7. 7. A águia.A águia empurra gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração maternal seacelera com as emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que ela sente a resistência dos filhotesaos seus persistentes cutucões: “Por que a emoção de voar tem que começar com o medo decair?”, ela pensou. Esta questão secular ainda não estava respondida para ela....Como manda a tradição da espécie, o ninho estava localizado bem no alto de um pico rochoso,nas fendas protetoras de um dos lados dessa rocha. Abaixo dele, somente o abismo e o ar parasustentar as asas dos filhotes. “E se justamente agora isto não funcionar?”, ela pensou. Apesar domedo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão maternal estava prestes a secompletar. Restava ainda uma tarefa final.... o empurrão.A águia tomou-se da coragem que vinha de sua sabedoria interior. Enquanto os filhotes nãodescobrirem suas asas, não haverá propósito para sua vida. Enquanto eles não aprenderem avoar, não compreenderão o privilégio que é nascer uma águia. O empurrão era o maior presenteque ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor. E então, um a um, ela os precipitoupara o abismo... e eles voaram!Já faz muito tempo que a mediocridade tenta fazer-nos obedecê-la! Já faz muito tempo quedamos atenção aos que nos perguntam: “Por que ser diferente?”, ou que racionalizam: “Vamosfazer apenas o mínimo exigido”. Já faz muito tempo que concordamos em dar menos do que omelhor de nós, e ficamos convencidos de que a qualidade, a integridade e a autenticidade sãovirtudes negociáveis.Assim, cara águia companheira, levante vôo! Quando houver terminado este vôo, terá firmado umcompromisso inédito com uma vida de excelência em tudo. Estará tão encorajado que duvido quepossa sentir-se satisfeito em viver nas adjacências da mediocridade outra vez.E por que deveríamos satisfazer-se lá embaixo? Erga os olhos e mire tão alto que possa começara fazer aquilo para que foi criado: um vôo sublime.Há milênios a águia tem sido respeitada pela sua grandeza. Existe algo inspirador na graçaimpressionante de seu vôo, em sua magnífica envergadura, em suas garras poderosas. Ela plainasem qualquer esforço em altitudes, insensíveis aos ventos turbulentos que sopram comochicotadas por entre as fendas das montanhas.As águias não voam em bandos e tampouco se conduzem irresponsavelmente. Por serem fortesde coração e solitárias, representam qualidades que admiramos.Certamente você está ciente do fato de o estilo de vida semelhante ao da águia não ser barato.Custa caro ser diferente, especialmente quando a maioria está satisfeita em misturar-se epermanecer como maioria. Não há ímãs na terra mais poderosos, do que a pressão exercida pelosmedíocres.Embora todos nós tenhamos apenas uns poucos anos para viver neste pequeno planeta, são rarasas pessoas que tomam a decisão de desprezar a “média” e lutar contra a atração forte dos ímãsmedíocres. Enfrente o fato – a tarefa é dura! É como diz o velho provérbio “É duro alçar vôoaltaneiro, sublime, quando estamos rodeados de tantas galinhas!”
  8. 8. A Águia e a GalinhaLeonardo Boff.História contada por James Aggrey, político e educador em Gana, numa reunião de liderançaspopulares, que discutiam os caminhos de libertação do domínio colonial inglês.“Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo cativoem sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas.Comia milho e rações próprias para galinhas. Embora a águia fosse a rainha de todos ospássaros”.Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquantopasseavam pelo jardim, disse o naturalista:__ Esse pássaro aí não é galinha. É uma águia.De fato – disse o camponês. É águia. Mas eu criei como galinha. Ela não é mais uma águia.Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão.Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Estecoração fará um dia voar às alturas.Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-adisse:__ Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suasasas e voe!A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu asgalinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.O camponês comentou:__ Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!__ Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia.Vamos experimentar novamente amanhã.No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe:__ Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.O camponês sorriu e voltou à carga:__ Eu lhe havia dito, ela virou galinha!__ Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia.Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram cedo. Pegaram a águia, levaram-na parafora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava ospicos das montanhas.O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:__ Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas evoe!A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então onaturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-seda claridade solar e da vastidão do horizonte.Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez para maisalto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento...”E Aggrey terminou conclamando:__ Irmãos e irmãs! Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus! Mas houve pessoas quenos fizeram pensar como galinhas. E muito de nós ainda acham que somos efetivamente galinhas.Mas nós somos águias. Por isso, companheiros e companheiras, abramos as asas e voemos.Voemos como águias. Jamais nos contentemos com os grãos que nos jogarem aos pés paraciscar.Texto extraído do Livro “A Águia e a Galinha”
  9. 9. A águia e o pardal.O sol anunciava o final de mais um dia e lá, entre as árvores, estava Andala, um pardal que nãose cansava de observar Yan, a grande águia. Seu vôo preciso, perfeito, enchia seus olhos deadmiração. Sentia vontade em voar como a águia, mas não sabia como o fazer. Sentia vontadeem ser forte como a águia, mas não conseguia assim ser. Todavia, não cansava de segui-la porentre as árvores só para vislumbrar tamanha beleza... Um dia estava a voar por entre a mata aobservar o vôo de Yan, e de repente a águia sumiu da sua visão. Voou mais rápido parareencontrá-la, mas a águia havia desaparecido. Foi quando levou um enorme susto: deparou deuma forma muito repentina com a grande águia a sua frente. Tentou conter o seu vôo, mas foiimpossível, acabou batendo de frente com o belo pássaro. Caiu desnorteado no chão e quandovoltou a si, pode ver aquele pássaro imenso bem ao seu lado observando-o. Sentiu um calafrio nopeito, suas asas ficaram arrepiadas e pôs-se em posição de luta. A águia em sua quietude apenaso olhava calma e mansamente, e com uma expressão séria, perguntou-lhe:- Por que estás a me vigiar, Andala?- Quero ser uma águia como tu, Yan. Mas, meu vôo é baixo, pois minhas asas são curtas evislumbro pouco por não conseguir ultrapassar meus limites.- E como te sentes amigo sem poder desfrrutar, usufruir de tudo aquilo que está além do quepodes alcançar com tuas pequenas asas?- Sinto tristeza. Uma profunda tristeza.. A vontade é muito grande de realizar este sonho... - Opardal suspirou olhando para o chão... E disse:- Todos os dias acordo muito cedo para vê-la voar e caçar. És tão única, tão bela. Passo o dia aobservar-te.- E não voas? Ficas o tempo inteiro a me observar? Indagou Yan.- Sim. A grande verdade é que gostaria de voar como tu voas... Mas as tuas alturas sãodemasiadas para mim e creio não ter forças para suportar os mesmos ventos que, com graça eexperiência, tu cortas harmoniosamente...- Andala, bem sabes que a natureza de cada um de nós é diferente, e isto não quer dizer quenunca poderás voar como uma águia. Sê firme em teu propósito e deixa que a águia que vive emti possa dar rumos diferentes aos teus instintos. Se abrires apenas uma fresta para que esta águiaque está em ti possa te guiar, esta dar-te-á a possibilidade de vires a voar tão alto como eu.Acredita! - E assim, a águia preparou-se para levantar vôo, mas voltou-se novamente ao pequenopássaro que a ouvia atentamente:- Andala, apenas mais uma coisa: Não poderás voar como uma águia, se não treinaresincansavelmente por todos os dias. O treino é o que dá conhecimento, fortalecimento ecompreensão para que possas dar realidade aos teus sonhos. Se não pões em prática a tuavontade, teu sonho sempre será apenas um sonho. Esta realidade é apenas para aqueles que nãotemem quebrar limites, crenças, conhecendo o que deve ser realmente conhecido. É para aquelesque acreditam serem livres, e quando trazes a liberdade em teu coração poderás adquirir asformas que desejares, pois já não estarás apegado a nenhuma delas, serás livre! Um pardalpoderá, sempre, transformar-se numa águia, se esta for sua vontade. Confia em ti e voa, entregatuas asas aos ventos e aprende o equilíbrio com eles. Tudo é possível para aqueles quecompreenderam que são seres livres, basta apenas acreditar, basta apenas confiar na tuacapacidade em aprender e ser feliz com tua escolha!
  10. 10. A águia ferida por uma flecha.Voava uma águia nas alturas quando foi atingida por uma flecha e caiu ao chão, mortalmenteferida. Em seus últimos momentos, a águia reparou que a flecha que a havia ferido trazia penasem uma das extremidades. "Triste o nosso fim", lamentou a águia, "que damos ao inimigo asarmas para nossa própria destruição".
  11. 11. A árvore das relações.Oi! Tudo bem?Saia de casa só pelo gostode caminhar. Sorria para todos. Faça umalbum de família. Conte estrelas. Telefone para seusamigos Diga: "Amo muito de você!" Converse com Deus. Voltea ser criança. Pule corda. Apague de vez a palavra "rancor". Diga "sim".De uma boa risada! Leia um livro. Peça ajuda. Corra. Cumpra uma promessa.Cante uma canção. lembre o aniversario de seus amigos. Ajude algum doente.Pule para se divertir, Mude de penteado, Seja disponível para escutar. Deixe seupensamento viajar. Retribua um favor. Termine aquele projeto. Quebre uma rotina.Tome um banho de espuma. Escreva uma lista de coisas que lhe dão prazer. Faça umavisita. Sonhe acordado. Desligue o televisor e converse. permita-se errar. Retribua umagentileza. Escute os gritos. Agradeça a DEUS pelo sol. Aceite um elogio. Perdoe-se...Deixe que alguém cuide de você. Demonstre que esta feliz. Faça alguma coisa quesempre desejou. Toque a ponta dos pés. Olhe com atenção uma flor. Só por hoje evitedizer "não posso". Cante no chuveiro. Viva intensamente cada minuto de Deus.Inicie uma tradição familiar. Faça um piquenique no quintal. Não se preocupe.Tenha coragem das pequenas coisas. Ajude um vizinho idoso.Afague uma criança. Reveja fotos antigas. Escute um amigo.Feche os olhos e imagine as ondas do mar.Brinque com seu mascotePermita-se brilhar. Deuma palmadinha nassuas próprias costas.Torça pelo seu time.Pinte um quadro.Cumprimente umnovo vizinho.Compre umpresente paravocê mesmo.Mude algumacoisa. DelegueTarefas. Diga"bem-vindo"a quem chegou.Permita quealguém o ajude.A - gra - de - ça!Saiba que nãoestá só. Decida-sea viver com"paixão": sem elanada de grande se consegue.
  12. 12. A árvore dos problemas.Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumascoisas na sua fazenda. O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil. O pneu de seu carro furou e eledeixou de ganhar uma hora de trabalho. A sua serra quebrou, ele cortou o dedo, e finalmente, seucarro não funcionou no final do dia na hora que iria embora. O homem que contratou o carpinteiroofereceu-lhe uma carona para casa e durante o caminho o carpinteiro não falou nada. Quandochegaram a sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família.Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiro paroujunto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com suas mãos. Depois deabrir a porta de casa, o carpinteiro transformou-se! Os traços tensos de seu rosto transformaram-se em um grande sorriso. Ele abraçou seus filhos e beijou sua esposa afetuosamente. Um poucomais tarde o carpinteiro acompanhou sua visita até o carro. Assim que eles passaram pela árvoreo homem perguntou por que ele havia tocado na planta antes de entrar em casa. "Ah", respondeuo carpinteiro, "esta é minha árvore dos problemas. Como eu sei que não posso evitar terproblemas no meu trabalho e, também sei, que não posso traze-los para meus filhos e esposa,então eu resolvi que toda a noite eu deixaria os meus problemas nesta árvore e os pegaria namanhã seguinte." "E funcionou?", perguntou o homem já chegando no seu carro. "Se o senhorquer saber, funcionou melhor do que eu esperava. Todas as manhãs quando eu volto para pegarmeus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noiteanterior..."
  13. 13. A Assembléia na Carpintaria.Conta-se que na carpintaria houve uma estranha assembléia. Foi uma reunião das ferramentaspara acertar suas diferenças. O martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhenotificaram que queriam sua renúncia. A causa? Fazia demasiado barulho e, além do mais,passava todo o tempo golpeando. O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosseexpulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo. Diante do ataque oparafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera notratamento com os demais, entretanto sempre em atritos. A lixa acatou, com a condição de que seexpulsasse o metro, que sempre media os outros segundo sua medida, como se fora o únicoperfeito. Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou omartelo, a lixa, o metro e o parafuso.Finalmente a rústica madeira se converteu num fino móvel. Quando a carpintaria ficou sónovamente, a assembléia reativou a discussão. Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:“Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossos pontosvaliosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos, e concentremo-nos em nossos pontosfortes.” A assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa eraespecial para lixar asperezas, e o metro era preciso e exato. Sentiram-se então como uma equipecapaz de produzir móveis de qualidade. Sentiram alegria pela oportunidade de trabalhar juntos.Ocorre o mesmo com seres humanos. Basta observar a comprovar. Quando uma pessoa buscadefeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa. Ao contrário, quando se busca comsinceridade o ponto forte dos outros, florescem as melhores conquistas humanas. É fácil encontrardefeitos. Qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidades, isto é para os sábios.Você pode usar suas qualidades para ser útil no trabalho de Deus com certeza Ele irá lheaperfeicoar. A Bíblia funciona.Um medico cristão estava lendo sua Bíblia assentado num banco da praça, quando um senhor seaproximou e reconhecendo o médico disse: - Não posso crer que o senhor, com sua cultura,consiga ler e acreditar num livro como esse! - Por quê? Perguntou o médico. - Por que nemsabemos quem escreveu este livro. Eu não acredito numa coisa que nem sequer saiba quemescreveu. O medico olhou fixamente para o homem e perguntou-lhe: - O senhor acredita e usa atabuada? - Sim. uso-a freqüentemente. O senhor sabe quem escreveu a tabuada? - Não, não sei,respondeu o incrédulo. - Como é então que o senhor acredita e usa algo que o senhor nem sequersabe quem escreveu? Perguntou-lhe o médico. O homem embaraçado teve uma idéia brilhante erespondeu: - É que a tabuada funciona, e tudo mundo sabe disto. - Meu amigo, disse o médico, aBíblia também funciona muito bem. E eu poderia mostrar centenas de pessoas que tiveram suasvidas modificadas pela Palavra de Deus. Seus ensinos são vida para quem os coloca no coração.
  14. 14. A bomba dágua.Contam que um certo homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Foi quando elechegou a uma casinha velha – uma cabana desmoronando - sem janelas, sem teto, batida pelotempo. O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou,fugindo do calor do sol desértico. Olhando ao redor, viu uma bomba a alguns metros de distância,bem velha e enferrujada. Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela, e começou a bombear semparar. Nada aconteceu. Desapontado, caiu prostrado para trás e notou que ao lado da bombahavia uma garrafa. Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu o seguinte recado: "Vocêprecisa primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa, meu amigo. PS.: Faça o favorde encher a garrafa outra vez antes de partir." O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, láestava a água. A garrafa estava quase cheia de água! De repente, ele se viu em um dilema: Sebebesse aquela água poderia sobreviver, mas se despejasse toda a água na velha bombaenferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá no fundo do poço, toda a água que quisessee poderia deixar a garrafa cheia para a próxima pessoa... mas talvez isso não desse certo. Quedeveria fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar a água fresca e fria ou beber a águavelha e salvar sua vida? Deveria perder toda a água que tinha na esperança daquelas instruçõespouco confiáveis, escritas não se sabia quando? Com relutância, o homem despejou toda a águana bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear... e a bomba começou a chiar.E nada aconteceu! E a bomba foi rangendo e chiando. Então surgiu um fiozinho de água; depoisum pequeno fluxo, e finalmente a água jorrou com abundância! A bomba velha e enferrujada fezjorrar muita, mas muita água fresca e cristalina. Ele encheu a garrafa e bebeu dela até se fartar.Encheu-a outra vez para o próximo que por ali poderia passar, arrolhou-a e acrescentou umapequena nota ao bilhete preso nela: "Creia-me, funciona! Você precisa dar toda a água antes depoder obtê-la de volta!"
  15. 15. A Boneca e a Rosa Branca.Apressada, entrei em um shopping center para comprar alguns presentes de última hora para oNatal. Olhei para toda aquela gente ao meu redor e me incomodei um pouco. "Ficarei aqui umaeternidade; com tantas coisas para fazer", pensei. O Natal já havia se transformado quase em umadoença. Estava pensando em dormir enquanto durasse o Natal. Mas me apressei o máximo quepude por entre as pessoas que estavam no shopping. Entrei numa loja de brinquedos. Mais umavez me surpreendi reclamando para mim mesma sobre os preços. Perguntei-me se os meus netosrealmente brincariam com aquilo. Parti para a seção de bonecas. Em uma esquina encontrei ummenino de aproximadamente 5 anos segurando uma boneca bem cara. Estava tocando seuscabelos e a segurava com muito carinho. Não pude me conter; fiquei olhando para ele fixamente eperguntava-me para quem seria a boneca que ele segurava com tanto apreço, quando dele seaproximou uma mulher que ele chamou de tia. O menino lhe perguntou: "Sabe que não tenhodinheiro suficiente?". E a mulher lhe falou com um tom impaciente: "Você sabe que não temdinheiro suficiente para comprá-la". A mulher disse ao menino que permanecesse onde estavaenquanto ela buscava outras coisas que lhe faltavam. O menino continuou segurando a boneca.Depois de um tempo, me aproximei e perguntei-lhe para quem era a boneca. Ele respondeu: "Estaé a boneca que minha irmãzinha tanto queria ganhar no Natal". Ela estava certa de que PapaiNoel iria trazê-la". Então eu disse ao o menino que o Papai Noel a traria. Mas ele me disse: "Não,Papai Noel não pode ir aonde minha irmãzinha está. Eu tenho que entregá-la à minha mãe paraque ela leve até a minha irmãzinha". Então eu lhe perguntei onde estava a sua irmã. O menino,com uma feição triste, falou: "Ela se foi com Jesus. Meu pai me disse que a mamãe irá encontrar-se com ela". Meu coração quase parou de bater. Voltei a olhar para o menino. Ele continuou: "Pediao papai para falar para a mamãe para que ela não se vá ainda. Para pedir-lhe para esperar atéque eu volte do shopping". O menino me perguntou se eu gostaria de ver a sua foto e respondi-lheque adoraria. Então, ele tirou do seu bolso algumas fotografias que tinham sido tiradas em frenteao shopping e me disse: "Vou pedir para o papai levar estas fotos para que a minha mãe nunca seesqueça de mim. Gosto muito da minha mãe, não queria que ela partisse. Mas o papai disse queela tem que ir encontrar a minha irmãzinha". Me dei conta de que o menino havia baixado acabeça e ficado muito calado. Enquanto ele não olhava, coloquei a mão na minha carteira e retireialgumas notas. Pedi ao menino para que contasse o dinheiro novamente. Ele se entusiasmoumuito e comentou: "Eu sei que é suficiente". E começou a contar o dinheiro outra vez. O dinheiroagora era suficiente para pagar a boneca. O menino, em uma voz suave, comentou : "Graças aJesus por dar-me dinheiro suficiente". Ele falou ainda: "Eu acabei de pedir a Jesus que me dessedinheiro suficiente para que eu comprar esta boneca para a mamãe levar até a minha irmãzinha. EEle ouviu a minha oração. Eu queria pedir-Lhe dinheiro suficiente para comprar uma rosa brancapara a minha mãe também, mas não o fiz. Mas Ele acaba de me dar o bastante para a boneca daminha irmãzinha e para a rosa da minha mãe. Ela gosta muito de rosas brancas...". Em algunsminutos a sua tia voltou e eu, despercebidamente, fui embora. Enquanto terminava as minhascompras, com um espírito muito diferente de quando havia começado, não conseguia deixar depensar naquele menino. Segui pensando em uma história que havia lido dias antes num jornal, arespeito de um acidente, causado por um condutor alcoolizado, no qual uma menininha falecera esua mãe ficara em estado grave. A família estava discutindo se deveria ou não manter a mulhercom vida artificial. Logo me dei conta de que aquele menino pertencia a essa família. Dois diasmais tarde li no jornal que a mulher do acidente havia sido removida das máquinas que amantinham viva e morrido. Não conseguia tirar o menino da minha mente. Mais tarde, comprei umbuquê de rosas brancas e as levei ao funeral onde estava o corpo da mulher. E ali estava; amulher do jornal, com uma rosa branca em uma de suas mãos, uma linda boneca na outra, e afoto de seu filho no shopping. Eu chorava e chorava... Minha vida havia mudado para sempre. Oamor daquele menino pela sua mãe e irmã era enorme.
  16. 16. A Bruxa que Encontrou a Cristo.“Quando a coisa começava piorar, eu podia contar sempre com a possibilidade do suicídio que eraa maneira de fugir daquilo.” Barnnet: “No jardim de infância, na aulinha de arte, modelei umpequeno caixão com um corpinho dentro dele e falei para a professora que aquilo era umvampiro.” “O dia das bruxas para mim como criança era o mesmo que o Natal era para as demais.Eu pensava ser uma coisa legal. Sabe como é, coisas travessas eram engraçadinhas, e eu não vianada de mal nisso. E quando a coisa começasse a piorar, eu poderia contar sempre com apossibilidade do suicídio que era maneira de fugir daquilo. Eu gostava da idéia de ser morta e nãoexistir mais.” “Minha infância foi perfeita. Tinha pais perfeitos. Não tínhamos o Senhor em casa,mas eu tinha tudo o que uma criança gostaria de ter. A fascinação pelo oculto começou cedoquando ainda estava com 5 anos de idade, e começou com coisas simples como livros de históriasinfantis sobre bruxas e fantasmas. E isso foi crescendo. Chegou a um ponto em que se tornou umestilo de vida para mim. O que quero dizer é que eu tinha reações diferentes das outras pessoas.Quando assistia a um filme com vampiros dizia: “Quer saber? Isso é muito legal”. Levei a coisa pradentro do coração. Fiz disso minha vida.” A tolerância com as drogas, o álcool e o sexo tornaram-se também o estilo de vida de Barnnet, e sua fascinação pelo oculto tinha um preço. Quando eladormia seus sonhos se tornavam pesadelos difíceis de se distinguirem da realidade. “Algumasvezes eu podia quase que ouvir alguma coisa vindo pelo corredor. Eu podia senti-la, como seentrasse no meu quarto. Era tão mal que eu nem podia me mexer ou acordar. Me lembro sempreque toda vez eu travava uma luta, podia ouvir a mesma voz me dizendo, ‘Você sabe Barnnet, nãolute. Quanto mais você luta, pior pra você.’” Barnnet aumentou o consumo de drogas e álcool natentativa de se livrar dos sonhos, mas o resultado era depressão e pesadelos ainda piores. “Eusentia essa presença pesada sobre mim, puxando-me para baixo, tentando sugar toda minha vida.Podia ouvir como que um grito que começava baixinho e ia aumentando cada vez mais até aoponto que me deixava surda então acordava eu mesma gritando.” “Lembro que uma noite euestava muito deprimida. Queria morrer. Mas, naquela noite, pensei, ‘Bom, vou dar mais umachance a mim mesma, vou orar para o diabo.’ Eu queria orar para o próprio Satanás. Eu dizia,‘Vou orar para Satanás e vou pedir a ele para que me ajude. Vou dar minha vida a ele e pode serque ele me ajude e me livre disso.’ Então desenhei um pentagrama no chão, peguei uma vela e acoloquei num círculo comigo e orei ao diabo e entreguei minha alma a ele naquela noite. Nãoaconteceu nada. Chamei, gritei e gritei e ainda assim nada aconteceu. Daí pensei, ‘Bom, isso nãovai funcionar.’” Nada estava dando certo para Barnnet. Nem mesmo seu casamento e a chegadado primeiro filho conseguiram livra-la daquela depressão. Quando um colega de serviço de Rick,seu marido, presenteou-o com uma Bíblia, Barnnet começo a se interessar por ela. “Sentei-me e lium pequeno trecho dela, e comecei a pensar sobre o tinha lido. Naquele momento foi quandorealmente eu comecei a pensar sobre Deus. E quando comecei a ler aquela Bíblia era como sealguma coisa começasse a me perguntar, ‘E então, onde está sua esperança?’ Pensava que Deusestava realmente ali, mas não para mim. Era pro padre, pro pastor, pra qualquer outra pessoa,mas não para mim.” Barnnet disse que finalmente estava pronta para crer que Deus era para ela.“Eu estava na cozinha ocupada com meu afazeres, e estava tipo que murmurando pra mimmesma, ‘Bom, Deus, se você pode me tirar o amor que tenho pelas drogas, eu darei minha vidapara você.’ Eu simplesmente disse, ‘Deus...eu não consigo. Não tenho forças para faze-lo.’Naquela hora eu não entendia, mas eu estava realmente falando com Deus e Deus me ouviu.”Quando ela foi dormir aquela noite, Barnnet diz que alguma coisa incomum aconteceu. “Foi comose o brilho de um relâmpago passasse através de mim. Sentei-me de repente na cama, ajeitei-mee senti-me como se estivesse sóbria – instantaneamente sóbria. De repente uma voz me dizia -era uma voz confortante, nada apavorantes desta vez – ‘Querida, você vai parar com isto. Vocêtem que para com isto. Nunca mais às droga, nunca mais. Você vai para com isso.’ E naquelemomento senti-me como se estivesse sóbria, mas estava com medo. Eu tremia.” “Aquela pequenaoração que fizera na cozinha – não tinha sido nada formal. Era mais como uma conversa. Pramim, na verdade, Ele não estava ouvindo. Mas estava. Ele me atendeu. E aquele foi o dia quandoentreguei minha vida ao Senhor. Eu disse, ‘Senhor, é isso aí, vou ser uma cristã, vou viver para
  17. 17. você.’ Nunca mais fui a mesma. Não havia mais escuridão interior, aquela opressão queatormentava e nunca mais pensei em morrer.” O marido de Barnnet deu sua via a Jesus Cristologo depois dela. Eles agora educam seus três filhos onde o amor, não o medo, reina. “O Senhortrouxe esperança à minha vida. Agora sei quem eu sou e sei porque estou aqui. Ele é fiel.”Extraído de Amazing Stories da Christian Network Broadcasting A Caixa do Correio.Na África do Sul um homem recebeu um aviso do correio. Era um pacote. Tinha que pagar U$4,00para retirá-lo. Pegou o pacote, examinou-o, mas não conseguiu identificar o que tinha dentro. Nãoquis pagar os U$4,00. O pacote ficou 15 anos no correio. A caixa era levada de um lugar paraoutro dentro da agência do correio. Muitas vezes era usada para apoiar os pés. Até que um dia odono da caixa morreu. A caixa foi então leiloada, mas ninguém queria dar nada por ela. Até quealguém resolveu dar um lance de U$0,50. Ao abrir o pacote… Surpresa!!! Tinha dentro dele 15 mildólares. O que aconteceu com aquela caixa freqüentemente acontece com a Bíblia. A Bíblia érejeitada como algo sem valor. Mas há dentro dela uma riqueza de valor infinito: Jesus Cristo - AVida Eterna.
  18. 18. A CartaErli L. de Paula.Minha história começou numa tarde de setembro de 1988. Minha irmã estava querendo comprar oseu primeiro carro, e então comprou um jornal de classificados. Deitamos em nossas beliches comos pés para cima e enquanto ela folheava o jornal, conversávamos sobre vários assuntos. Entreeles, é claro, namorados e casamento. Eu estava com 22 anos, pensava em casar, ter filhos comoqualquer moça da minha idade. Só que achava que isso não iria acontecer tão cedo, pois já havianamorado algumas vezes, e me sentia um pouco decepcionada por ainda não ter encontrado apessoa certa. Muitos irmãos da igreja estavam orando por mim, pois sabiam desse meu desejo.Num dado momento minha irmã começou a fazer graça, dizendo que estava lendo um anúncio deum rapaz que procurava uma moça evangélica e com as minhas características. Pediu para euresponder. Eu não queria, mas ela insistiu tanto que eu acabei escrevendo. Ela e minha outra irmãse encarregaram de colocar a carta no correio. Passaram-se alguns dias, e eu recebia, parasurpresa minha, uma resposta. Fizemos a maior algazarra. Comecei a me corresponder com orapaz, trocamos os números de telefones e começamos a nos falar quase que diariamente.Chegou o dia de nos conhecermos pessoalmente. Que ansiedade. Ele veio acompanhado doirmão e da cunhada para assistir a um culto na minha Igreja. Pensei: "...puxa, como ele é bonito,alto, loiro,...um gato!". Mas era bastante tímido. Conversamos com meu pastor, que já sabia dahistória, e começamos a namorar. Ele passou a vir me visitar nos finais de semana, pois moravano ABC e eu em Cotia. Deus preparou um casal para hospedá-lo, até que meu pai aceitasse aidéia de deixá-lo ficar em minha casa. Tudo correu bem, e quando completava um ano derelacionamento, estávamos nos casando. Assim que casamos, entramos num consórcio de casaprópria. Fomos sorteados três meses depois. Deixamos o aluguel e fomos para a nossa casa. E omais incrível é que Deus nos livrou de uma grande perda, pois algum tempo depois o consórciofaliu. Vou completar onze anos de casada, tenho duas filhas maravilhosas, e o Senhor tem sido fieltodos esses anos. Estamos terminando a reforma e a ampliação de nossa casa. Mais um sonhorealizado. Um dia meu marido me disse que havia orado para receber uma única carta, e recebeusó a minha. Olhando para meu marido, ninguém imagina que ele tenha colocado um anúncio paraarrumar namorada, mas essa foi a maneira que Deus usou para nos unir. Afinal, " Ele move céus eterra em favor de seus filhos " . Erli L. de Paula Igreja Quadrangular - SP erli.lenke@ig.com.br
  19. 19. A carta do inimigo.Oi!!Eu o vi ontem, quando começou suas tarefas diárias. Você levantou-se sem orar a Deus, o diatodo você sequer fez menção de orar. De fato, nem se recordou de agradecer pelo alimento. Vocêé muito mal agradecido; é isso que gosto em você!Também satisfaz-me, a enorme falsidade que demonstra sempre que se fala sobre seucrescimento cristão. Raramente lê a Bíblia, e quando o faz, está muito cansado(a) para isso.Oras muito pouco e frequentemente ora sem pensar nas palavras que diz. Por qualquer motivofalta ou chega atrasado nas reuniões de oração. E o que dizer das suas queixas em cooperar naevangelizações. Tudo isso é fácil pra mim...Não posso descrever minha alegria que em todo este tempo que esta seguindo teu Deus, nãomudastes teu comportamento. Tantos anos se passaram e continuas comportando-se como noinício, você pensa que não tem nada pra mudar. Você me encanta!! Me recordo das piadas sujasque você diz e ri da graça que acha nelas.E eu rio de um filho de Deus que participa disso. A verdade é que ambos passamos bem... Amúsica vulgar e de duplo sentido que escutas, me encanta. Como sabe quais são os grupos quegosto de escutar? Também desfruto muito quando difamas e se rebela contra o seu Deus, me sintoextremamente feliz...E quando o vejo dançar esses tipos de movimentos que tanto o fascinam? Como gosto!Certamente quando te divertes de maneira santa, me desilude, mas não há problemas,sempre háoutras oportunidades... As vezes que me fazes serviços incríveis, quando dão mal exemplos aosfilhos e quando permite que percam a inocência, por meio da TV e coisas desse tipo.São muito perceptivos que logo imitam o que vêem ... Te agrada muito? Me agrada que rarasvezes tenho que tentar-te, porque sempre cai por tua própria conta... Você busca os momentospróprios e se expõe à situações perigosas... Agora... Se realmente me amas... Não mostre essacarta a ninguém!! Satanás
  20. 20. A carteira.Uma história de amor verdadeira...... Eu retornava pra casa, em um dia muito frio quando tropeceiem uma carteira. Procurei por algum meio de identificar o dono. Mas a carteira só continha trêsdólares e uma carta amassada, que parecia ter ficado ali por muitos anos. No envelope, muitosujo, a única coisa legível era o endereço do remetente. Comecei a ler a carta tentando acharalguma dica. Então eu vi o cabeçalho. A carta tinha sido escrita quase sessenta anos atrás. Tinhasido escrita com uma bonita letra feminina em azul claro sobre um papel de carta com uma flor aocanto esquerdo. A carta dizia que sua mãe a havia proibido de se encontrar com Michael mas elaescrevia a carta para dizer que sempre o amaria. Assinado Hannah. Era uma carta bonita, masnão havia nenhum modo, com exceção do nome Michael, de identificar o dono. Entrei em contatocom a cia. telefônica, expliquei o problema ao operador e lhe pedi o número do telefone noendereço que havia no envelope. O operador disse que havia um telefone mas não poderia me daro número. Por sua própria sugestão, entrou em contato com o número, explicou a situação e fezuma conexão daquele telefone comigo. Eu perguntei à senhora do outro lado, se ela conheciaalguém chamada Hannah. Ela ofegou e respondeu: - "Oh! Nós compramos esta casa de umafamília que tinha uma filha chamada Hannah. Mas isto foi há 30 anos!" - "E você saberia ondeaquela família pode ser localizada agora?" Eu perguntei. - "Do que me lembro, aquela Hannahteve que colocar sua mãe em um asilo alguns anos atrás", disse a mulher. "Talvez se você entrarem contato eles possam informar". Ela me deu o nome do asilo e eu liguei. Eles me contaram quea velha senhora tinha falecido alguns anos atrás mas eles tinham um número de telefone ondeacreditavam que a filha poderia estar vivendo. Eu lhes agradeci e telefonei. A mulher querespondeu explicou que aquela Hannah estava morando agora em um asilo. A coisa toda começaa parecer estúpida, pensei comigo mesmo. Pra que estava fazendo aquele movimento todo sópara achar o dono de uma carteira que tinha apenas três dólares e uma carta com quase 60 anos?Apesar disto, liguei para o asilo no qual era suposto que Hannah estava vivendo e o homem queatendeu me falou, - " Sim, a Hannah está morando conosco." Embora já passasse das 10 da noite,eu perguntei se poderia ir para vê-la.- "Bem", ele disse hesitante, "se você quiser se arriscar, elapoderá estar na sala assistindo a televisão". Eu agradeci e corri para o asilo. A enfermeira noturnae um guarda me cumprimentaram à porta. Fomos até o terceiro andar. Na sala, a enfermeira meapresentou a Hannah. Era uma doçura, cabelo prateado com um sorrisso calmo e um brilho noolhar. Lhe falei sobre a carteira e mostrei a carta. Assim que viu o papel de carta com aquelapequena flor à esquerda, ela respirou fundo e disse, - "Esta carta foi o último contato que tive comMichael". Ela pausou um momento em pensamento e então disse suavemente, - "Eu o amei muito.Mas na ocasião eu tinha só 16 anos e minha mãe achava que eu era muito jovem. Oh, ele era tãobonito. Ele se parecia com Sean Connery, o ator". - "Sim," ela continuou. "Michael Goldstein erauma pessoa maravilhosa. Se você o achar, lhe fale que eu penso freqüentemente nele. E", elahesitou por um momento, e quase mordendo o lábio, "lhe fale que eu ainda o amo. Você sabe", eladisse sorrindo com lágrimas que começaram a rolar em seus olhos, "eu nunca me casei. Eu jamaisencontrei alguém que correspondesse ao Michael..." Eu agradeci a Hannah e disse adeus. Quandopassava pela porta da saída, o guarda perguntou, - "A velha senhora pode lhe ajudar?" - "Pelomenos agora eu tenho um sobrenome. Mas eu acho que vou deixar isto para depois. Eu passeiquase o dia inteiro tentando achar o dono desta carteira". Quando o guarda viu a carteira, eledisse, - "Ei, espere um minuto! Isto é a carteira do Sr. Goldstein. Eu a reconheceria em qualquerlugar. Ele está sempre perdendo a carteira. Eu devo tê-la achado pelos corredores ao menos trêsvezes". - "Quem é Sr. Goldstein?" Eu perguntei com minha mão começando a tremer. - "Ele é umdos idosos do 8º andar. Isso é a carteira de Mike Goldstein sem dúvida. Ele deve ter perdido emum de seus passeios". Agradeci o guarda e corri ao escritório da enfermeira. Lhe falei sobre o queo guarda tinha dito. Nós voltamos para o elevador e subimos. No oitavo andar, a enfermeiradisse, - "Acho que ele ainda está acordado. Ele gosta de ler à noite. Ele é um homem bem velho."Fomos até o único quarto que ainda tinha luz e havia um homem lendo um livro. A enfermeira foiaté ele e perguntou se ele tinha perdido a carteira. Sr. Goldstein olhou com surpresa, pondo a mãono bolso de trás e disse, - "Oh, está perdida!" - "Este amável cavalheiro achou uma carteira e nós
  21. 21. queremos saber se é sua?" Entreguei a carteira ao Sr. Goldstein, ele sorriu com alívio e disse, -"Sim, é minha! Devo ter derrubado hoje a tarde. Eu quero lhe dar uma recompensa". - "Não,obrigado", eu disse. "Mas eu tenho que lhe contar algo. Eu li a carta na esperança de descobrir odono da carteira". O sorriso em seu rosto desapareceu de repente. - "Você leu a carta?" "Não só li,como eu acho que sei onde a Hannah está". Ele ficou pálido de repente. - "Hannah? Você sabeonde ela está? Como ela está? É ainda tão bonita quanto era? Por favor, por favor me fale", eleimplorou. - "Ela está bem... E bonita da mesma maneira como quando você a conheceu". Eu dissesuavemente. O homem sorriu e perguntou, - "Você pode me falar onde ela está? Quero chamá-laamanhã ". Ele agarrou minha mão e disse, "Eu estava tão apaixonado por aquela menina quequando aquela carta chegou, minha vida literalmente terminou. Eu nunca me casei. Eu sempre aamei." - "Sr. Goldstein", eu disse, "Venha comigo". Fomos de elevador até o terceiro andar.Atravessamos o corredor até a sala onde Hannah estava assistindo televisão. A enfermeiracaminhou até ela, "Hannah, " ela disse suavemente, enquanto apontava para Michael que estavaesperando comigo na entrada. "Você conhece este homem?" Ela ajeitou os óculos, olhou ummomento, mas não disse uma palavra. Michael disse suavemente, quase em um sussurro, -"Hannah, é o Michael. Lembra-se de mim?" - "Michael! Eu não acredito nisto! Michael! É você!Meu Michael!" Ele caminhou lentamente até ela e se abraçaram. A enfermeira e eu partimos comlágrimas rolando em nossas faces. - "Veja", eu disse. "Veja como o bom Deus trabalha! Se temque ser, será!". Aproximadamente três semanas depois eu recebi uma chamada do asilo em meuescritório. -"Você pode vir no domingo para assistir a um casamento? O Michael e Hannah vão seamarrar"! Foi um casamento bonito, com todas as pessoas do asilo devidamente vestidos para acelebração. Hannah usou um vestido bege claro e bonito. Michael usou um terno azul escuro. Ohospital lhes deu o próprio quarto e se você sempre quis ver uma noiva com 76 anos e um noivocom 79 anos agindo como dois adolescentes, você tinha que ver este par. Um final perfeito paraum caso de amor que tinha durado quase 60 anos... Um grande beijo... * A casa dos mil espelhos.(Folclore japonês) Tempos atras em um distante e pequeno vilarejo, havia um lugar conhecidocomo a casa dos 1000 espelhos. Um pequeno e feliz cãozinho soube deste lugar e decidiu visitar.Lá chegando, saltitou feliz escada acima até a entrada da casa. Olhou através da porta de entradacom suas orelhinhas bem levantadas e a cauda balançando tão rapidamente quanto podia. Parasua grande surpresa, deparou-se com outros 1000 pequenos e felizes cãezinhos, todos com suascaudas balançando tão rapidamente quanto a dele. Abriu um enorme sorriso, e foi correspondidocom 1000 enormes sorrisos. Quando saiu da casa, pensou: - Que lugar maravilhoso! Voltareisempre, um montão de vezes. Neste mesmo vilarejo, um outro pequeno cãozinho, que não era tãofeliz quanto o primeiro, decidiu visitar a casa. Escalou lentamente as escadas e olhou através daporta. Quando viu 1000 olhares hostis de cães que lhe olhavam fixamente, rosnou e mostrou osdentes e ficou horrorizado ao ver 1000 cães rosnando e mostrando os dentes para ele. Quandosaiu, ele pensou, - Que lugar horrível, nunca mais volto aqui. Todos os rostos no mundo sãoespelhos. Que tipo de reflexos você vê nos rostos das pessoas que você encontra? (TraduçãoSergio Barros - site Fonte Reflexão)
  22. 22. A casa queimada.Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e sabia queDeus o protegeria. Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar um dos motores falhou e opiloto teve que fazer um pouso forçado no oceano. Quase todos morreram, mas o homemconseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à derivadurante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada. Ao chegar à praia, cansado, porémvivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu se alimentar depeixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço construiu uma casinhapara ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significavaproteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormirsem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha. Um dia, ele estavapescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim, com comida abundante,estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qualtamanha não foi sua decepção, ao ver sua casa toda incendiada. Ele se sentou em uma pedrachorando e dizendo em prantos: - Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecercomigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhordeixou minha casa se queimar por completo. Deus, o Senhor não tem compaixão de mim? Nestemesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo: - Vamos rapaz?Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em suafrente um marinheiro todo fardado e dizendo: - Vamos rapaz, nós viemos te buscar... - Mas como épossível? Como vocês souberam que eu estava aqui? - Ora, amigo! Vimos os seus sinais defumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscarnaquele barco ali adiante. Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que olevaria em segurança de volta para os seus queridos. MORAL DA HISTÓRIA - Quantas vezesnossa "casa se queima" e nós gritamos como aquele homem gritou? Em Romanos 8,28 lemos quetodas as coisa contribuem para o bem daqueles que amam a Deus. Às vezes, é muito difícilaceitar isto, mas é assim mesmo. É preciso crer e confiar!
  23. 23. A cobra, a hiena e o pavão!.Havia num certo lugar uma comunidade composta de várias espécies de aves. Todos viviam emharmonia. Os patinhos e os marrecos nadavam todas as manhãs no lago, acompanhados doscisnes e os gansos. As galinhas e as peruas dividiam a tarefa de levar o filhotes para a escola,enquanto os papagaios e as maritacas faziam a festa nas árvores, avisando sempre que algumestranho se aproximava.Certo dia, uma cobra e uma hiena estavam andando por ali, quando, de repente, viram o pavão.Ao ver os dois, imediatamente o pavão exibiu seu belo leque de penas coloridas. A hiena passouimediatamente a rir do pavão, enquantoa cobra lhe disse:- Você é muito exibido. É só ver alguém que logo fica todo cheio de orgulho.- Do que você está falando? Eu não sou orgulhoso não. Apenas estou me espreguiçando...- Que espreguiçando que nada. Eu conheço você muito bem. Todo mundo por aqui sabe que vocênão pode ver alguém que logo fica todo assanhado.- Espere um pouco. Você está sendo maldosa comigo. Eu nunca fiz isso. E, além do mais, o que ébonito tem que ser mostrado mesmo ? disse o pavão já um tanto irritado.- Viu só. E depois diz que não é exibido. Quem lhe disse que este seu penacho é bonito? Sóporque é um pouco colorido? Bem que a dona gansa disse que você era metido.- A dona gansa disse isso? Que fingida. Ela sempre disse que me achava muito bonito.- Que nada...ela é falsa. Todos os dias ela se reúne com a dona cisne e com a dona perua parafalarem mal de você. Disseram até que já viram sua esposa paquerando o marreco que vive lá nolago.- Que infâmia. Minha esposa sempre foi fiel a mim. Ninguém pode falar nada dela ? disse irritado opavão.A hiena, que a tudo presenciava, continuava rindo sarcasticamente. Vendo que podia tirar algumproveito da situação, logo entrou na conversa.- Olha seu pavão, eu penso que a coisa está realmente feia para o seu lado.Eu não queria magoá-lo, mas a verdade é que ninguém gosta do senhor por aqui. Todos o olhamcom desprezo. O galo disse dia desses que está até com medo de que o senhor queira ocupar olugar dele, cantando para nos despertar pela manhã.- Mas quem disse que eu quero cantar? Eu nem pio direito?- É ? disse a hiena ? mas disseram que o senhor até foi fazer aula de canto para ocupar o lugar dogalo velho. A maritaca e o papagaio estão pensando em convocar uma assembléia da bicharadapara tratar do assunto. E, não querendo fazer fofoca, o senhor nem sabe o quanto o papagaio temfalado mal do senhor.Irritado com tudo o que ouviu, imediatamente o pavão correu até onde estavam as outras aves.Foi logo dando bicadas no galo, no marreco e no papagaio.Por outro lado, sua esposa foi tirar satisfação com a dona gansa, com dona cisne e com a perua.Em poucos minutos, só se via penas voando para todos os lados. Enquanto isso, a cobra e a hienaestavam de longe, assistindo a cena e rindo sem parar.No final do dia, muitas aves estavam machucadas. Algumas tiveram que se mudar de lugar devidoà confusão. Outras ficaram morando por ali mesmo,mas sem conversarem umas com as outras. Os filhotes, que culpa alguma tinham no assunto,foram proibidos de conversar com as outras espécies na escola e de brincarem juntos. E o pavão,ficou sem sua bela cauda, que foi arrancada durante a briga e sem a esposa, que o abandonou,levando consigo os filhos, pelo fato de seu esposo ter acreditado nas fofocas.Já a cobra e a hiena continuaram sendo amigas, até o dia em que a cobra picou a hiena, quemesmo morrendo, continuou mantendo seu sorriso mórbido.E a cobra seguiu seu caminho, solitária e rastejando-se, até encontrar outra comunidade ondepudesse destilar novamente seu veneno.
  24. 24. A conversão opera mudanças.O Espírito do Senhor se apossará de ti, ... e tu serás mudado em outro homem. ... Sucedeu, pois,que, virando-se ele para despedir-se de Samuel, Deus lhe mudou o coração. I Sam. 10:6 e 9.Coma idade de 29 anos, Charles Grandison Finney era um advogado promissor no Estado de NovaIorque. Os pastores que haviam tentado despertar-lhe o interesse pelo cristianismo desistiram,concluindo que ele estava além das esperanças - era um "caso perdido", alegavam.Até 1821, Finney nunca havia possuído uma Bíblia, mas a fim de tornar mais completa a suacoleção de livros, adquiriu uma para a sua biblioteca. Mas fez mais do que isso. Começou a ler oLivro. Ao contrário de Saul, que experimentou uma conversão instantânea, Finney começougradualmente a transferir seu interesse, dos Comentários de Blackwood para a Bíblia. Finneyconverteu-se, despediu-se de seus clientes e contou a seus colegas advogados que havia recebido"uma procuração do Senhor Jesus Cristo para pleitear a Sua causa".Durante os anos que se seguiram, Finney experimentou um sucesso fenomenal como evangelista,tanto na América como na Inglaterra. Em 1834, estabeleceu o Tabernáculo Broadway, na cidadede Nova Iorque, e mais tarde se tornou o segundo diretor do Colégio Oberlin. Sua vida foi de umadedicação sempre crescente ao Senhor. E tudo isso aconteceu porque um "livro de consulta" lhefoi parar na biblioteca e posteriormente no coração.
  25. 25. A coragem de Blandina.Blandina a menina escrava mártir da FrançaO povo na região de Gaul nunca tinha visto talcoragem. Os povos acompanharam de perto o grito vitorioso da menina escrava que mesmo nomeio de sua dor e sofrimento: "eu sou uma cristã e não há nada que faça eu voltar atrás." Mesmoque a multidão detestava estes cristãos, tiveram que admitir que nunca uma mulher resistiu a tantosofrimento e torturas terríveis.Era o ano 177 em Lyons, Gaul (França). O cristianismo tinha vindo primeiramente a Lyons há 25anos através de Policarpo de Smyrna (Turquia) onde tinha enviado Pothinus como um missionárioa Gaul. Pothinus tinha estabelecido diligentemente a igreja de Cristo em Lyons e em Viena.Enquanto a igreja cresceu, a resistência espiritual começou a manifestar, e a perseguição aoscristãos começou.Os cristãos foram excluídos dos negócios e de suas casas. Passaram por todos os tipos dohumilhações e de ferimentos pessoais. Os povos tinha autorização para bater, apedrejar e roubaros cristãos. Quando os crentes eram prendidos e examinados pelas autoridades da cidade,confessavam corajosamente sua aliança com Cristo.Ansiosos demais para esperar a chegada do juiz à região, alguns dos moradores da regiãotemendo ser torturados planejaram todas as sortes de falsas acusações aos cristãos tais comocanibalismo, incesto, e outras práticas demoníacas.Lazer do Feriado1 de Agosto era um feriado para comemorar o dia da Grandiosidade de Roma e do imperador; ojuiz esperou mostrar seu patriotismo patrocinando o lazer para a cidade inteira. Era caro empregargladiadores, lutadores e arqueiros. Seria muito mais barato torturar estes cristãos como a parte dolazer do feriado! Barbáries HumanosOs cristãos foram confinados na parte mais escura e mais terrível da prisão; muitos delesmorreram sufocados. Alguns foram colocados no “estoque”; outros foram colocados em umassento de Ferro Quente onde sua carne era queimada. Este era a pior das barbaríeis onde avítima era acorrentada em uma grade sobre carvões ardentes. Um exemplo deste instrumento detortura pode ser visto ainda hoje no museu de arqueologia em Lyons.92 anos de torturasParecia impossível que alguém poderia viver, sendo torturado cruelmente, contudo ungido pelosenhor, Pothinus exortava e incentivava a fé. Pothinus, após completar 92 anos em Lyons, morreuem uma “Pilha” na prisão dois dias após sua tortura no assento do julgamento. Essa pilha pode servisitada ainda hoje em Lyon.Sanctus, um diácono de Viena esteve firme em sua fé, mesmo depoisque as placas quentes vermelhas da “Pilha” foram prendidas às partes mais macias de seu corpo.Era "um exemplo para o outros, mostrando que nada é temível onde está o amor do pai, e nada édoloroso onde há a Glória de Cristo."Após ter resistido a tortura, alguns dos cristãos foram levados a um campo onde as bestasselvagens os devoravam para "lazer" da multidão. Entre o grupo estava a menina escravaBlandina, que já tinha resistido a torturas e crueldades inimagináveis. Blandina foi suspendida emuma estaca e exposta às bestas selvagens. Por pareceu pendurar em uma cruz e por causa de seusofrimento intenso, inspirou os outros cristãos. Quando a olharam foram lembrados de Cristo quehavia crucificado por eles e todos os que sofreram para a glória de Cristo.Nenhuma das bestas havia tocado em Blandina, da qual foi retirada da estaca e do molde naprisão. Os cristãos acreditavam que Deus a tinha preservado para outras competições para quesua vitória sobre as forças espirituais do mal fossem maior ainda.No último dia das competições, Blandina foi trazida outra vez com Ponticus, um menino deaproximadamente 15 anos. Onde a cada dia eram trazidos para testemunhar os sofrimentos deoutros e pressionados a negar sua fé e jurar por ídolos. Ponticus morreu primeiro não negando suafé, e Blandina permaneceu firme. Tinha sido muito incentivada por uma visão onde viu ir antesdela a Jesus. Agora estava pronta. Enfrentou sua morte regozijando como se sendo chamada auma festa na união das bestas selvagens.Depois que os corpos das foram expostos por seis dias, foram queimados às cinzas e jogados norio de Rhone. Os corpos daqueles que tinham sufocado na prisão foram jogados para os cães, eguardas foram enviados para impedir que os cristãos restantes os enterrassem o que os pagãos
  26. 26. não conseguiram foi matar a esperança da ressurreição para os Cristãos. A corrida do salmãoDavid Roper."Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei." - Mateus 11:28O salmão fascina-me. Em cada mês de Agosto percorro algumas milhas para o norte da minhacasa em Idaho e observo estes peixes a realizarem as últimas fases da viagem na sua corrida paraa desova nos bancos de areia nas margens do Lago Creek. Penso sempre na longa viagem queeles fizeram.Alguns meses antes eles deixam o Oceano Pacífico e começam o seu curso subindo o rioColumbia até ao rio Snake, depois subindo até à bifurcação principal do Rio Salmon com o EastFork até chegar ao Rio de Secesh atingindo o Lago Creek - mais de 1100 kms.Conduzidos pelo instinto, eles nadam contra as correntes, sobem quedas de água, e rodeiamrepresas hidroeléctricas. Apesar das águias, ursos, e muitos outros predadores, eles lutam paraalcançar o seu local ancestral de desova para aí porem os seus ovos.A sua viagem faz-me lembrar a viagem humana. Nós também temos um instinto para regressar acasa. "Existe na mente humana, e na verdade por instinto natural, um senso de Deidade," disseJoão Calvino. Nascemos e vivemos com o propósito expresso de conhecer e amar a Deus. Ele é afonte da nossa vida, e os nossos corações estão inquietos até que nos cheguemos a Ele.Estás inquieto hoje, dirigido pelo descontentamento e ansiando aquele efusivo "algo mais?" JesusCristo é a fonte da satisfação de tudo o que tu procuras. Vem a Ele hoje e encontra descanso paraa tua alma (Mateus 11:28). OS NOSSOS CORAÇÕES ESTÃO INQUIETOS ATÉ QUEENCONTREM O SEU DESCANSO EM CRISTO.Fonte: Nosso Pão Diário
  27. 27. A criança da roçaIlson Matos.Vou escrever sobre uma criança do interior, da roça, de apenas oito anos. Existia naquele recantouma vendinha de secos e molhados, mais molhados que secos, pois tinha mais bebidas quecomidas. O dono era tio da criança. No interior, a cachaça rola solta, e aquela criançaacompanhando o desenrolar dos acontecimentos, dia após dia. Não sei se o amado leitor sabe,mas quando os cachaceiros bebem, estalam a lingua. O menino vendo aquilo, pensou que erauma delicia o que tomavam e começou a bolar um meio de também participar daquela gostosura.Ficou na espreita por mais de dois meses, aguardando uma chance de poder saborear a bebidaescondido do tio. Um certo dia, o seu parente se descuidou, ele aproveitou a chance, pegou o copode dosagem, colocou uma boa dose e enviou garganta abaixo. O efeito foi totalmente diferente,todo o seu organismo estava queimando com o alcool, passou mal, esgasgou, e descobriu que abebida não era uma coisa de Deus. Nunca mais bebeu, e sua familia gosta até hoje da bebida.Hoje ele é evangelico, tem uma linda familia, todos trabalhando na obra do Senhor. Já passou dos50 e sempre agradece a Deus pelos oito anos, quando conheceu a bebida. O Senhor tem umpropósito na vida de cada um de nós, na sua também. ... Ia me esquecendo: AQUELA CRIANÇASOU EU. A CriseLuiz Almeida Marins Filho.Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorro quente. Ele não tinha rádio, televisão enem lia jornais, mas produzia e vendia bons cachorros quentes. Ele se preocupava com adivulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta eo povo comprava. As vendas foram aumentando e cada vez mais ele comprava o melhor pão e amelhor salsicha. Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender à grandequantidade de fregueses e o negócio prosperava... Seu cachorro quente era o melhor de todaregião! Vencedor, ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho. O menino cresceu e foi estudarEconomia numa das melhores faculdades do país. Finalmente, o filho, já formado, voltou paracasa, notou que o pai continuava com a vidinha de sempre e teve uma séria conversa com ele: --Pai, então você não ouve rádio? Você não vê televisão e não lê os jornais? Há uma grande criseno mundo. A situação do nosso país é crítica. Está tudo ruim. O Brasil vai quebrar. Depois de ouviras considerações do filho estudado, o pai pensou: "Bem, se meu filho estudou economia, lêjornais, vê televisão, então só pode estar com a razão." Com medo da crise, o pai procurou umfornecedor de pão mais barato (e, é claro, o pior) e começou a comprar salsicha mais barata (queera, também, a pior). Para economizar, parou de fazer seus cartazes de propaganda na estrada.Abatido pela notícia da crise, já não oferecia o seu produto em voz alta... Tomadas todas essas"providências", as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo, e chegaram a níveisinsuportáveis. O negócio de cachorro quente do velho, que antes gerava recursos até para fazer ofilho estudar Economia, quebrou. O pai, triste, então falou para o filho. -- Você estava certo, meufilho, nós estamos no meio de uma grande crise. E comentou com os amigos, orgulhoso: -- Benditaa hora em que eu fiz meu filho estudar Economia. Ele me avisou da crise...
  28. 28. A determinação do buldogue.Nas ruas, há quem mude de calçada para evitar cruzar com um deles. Os músculos da boca sãobastantes desenvolvidos, quando o Buldogue Americano participa de caçadas e pega uma presa,às vezes é necessário usar uma alavanca, feita com um pedaço de pau, para força-lo a abrir aboca. Utilizado para guarda de propriedades, a caça de porcos selvagens e as lutas com animais."Combatiam touros e ursos, numa espécie de farra-do-boi ou farra-do-urso, para divertir platéias".O Buldogue não se intimida, parte para o ataque até a morte. Uma história conhecida é atribuídaao reverendo Bob Schuller e relata que um dia estava visitando os membros de sua igreja quandoviu um grande cachorro buldogue correndo na direção da calçada por onde ele estava andando.Todos os cachorros menores latiram e rosnaram para o buldogue por ele está invadindo territórioalheio. Mas o buldogue nunca desviou do caminho que tinha determinado e continuou como senada o estivesse atrapalhando. Quando Schuller se aproximou do buldogue, decidiu que não ia sedesviar do seu caminho por causa de um cachorro. No entanto, quando uma colisão se tornouaparente, foi o pregador que acabou desviando. O velho buldogue nem mesmo parou para olhar ohomem, continuando seu caminho como se não houvesse ninguém ao seu redor. Mas tarde,naquela noite, Schuller orou pedindo ao senhor que lhe desse o que aquele buldogue tinha,determinação. A direção errada.Um homem que habitava na bacia do rio Amarelo decidiu ir um dia à bacia do rio Yangzi, situadano reino de Chu. Todos sabem que o reino de Chu se encontra ao sul; no entanto o homem, aosubir na sua carruagem mandou que esta fosse em direção ao norte. --Olhe que está na direçãoerrada!--disse-lhe alguém a meio do caminho.--Para ir ao reino de Chu deve tomar a estrada sul enão esta. Está a ir em direção oposta! Mas o viajante respondeu: --Não tem importância. Os meuscavalos são possantes e velozes. --Você pode ter bons cavalos--disse-lhe o outro,--mas olhe quese persiste em continuar nesta direção nunca há de chegar ao reino de Chu! Retorquiu o viajante: --Não tem importância. Levo bastante dinheiro comigo. --Você pode ter muito dinheiro--reconsiderouo outro,--mas entenda que se teima em seguir nessa direção não haverá maneira de chegar aoreino de Chu! Tornou a replicar o viajante: --Não tem importância. Eu tenho um excelentecocheiro. --Bem, faça como quiser,--voltou a aconselhar o outro--mas desde já o previno quequanto melhores forem os seus cavalos, mais repleta for sua bolsa de moedas e mais exímio o seucocheiro, se você se obstinar em seguir nessa direção vai afastar-se ainda mais depressa do reinode Chu! Fábula chinesa
  29. 29. A escora da memória.Nas regiões mais quentes do Irã, a água potável é uma das coisas mais preciosas da vida. Ela écolhida em cisternas especiais e geralmente é levada em grandes cântaros por grandes distâncias.Um pai enviou seu filho para buscar água. "Mas meu filho", disse ele, "leva este cântaro e traz-nosalguma água, mas toma cuidado para não derrubar a vasilha e derramar a água." Com essaspalavras, estendeu o braço e deu uma sonora bofetada no lado da cabeça do filho. Com os olhoscheios de água, mas ainda segurando o cântaro, o filho dirigiu-se para a cisterna. "Porque batesteem nosso filho", perguntou a mãe zangada. "Ele nada fez!" A esse comentário o pai retrucou:"Essa bofetada será uma escora para a memória dele. Afirmo que, por toda a vida, jamais eleousará derrubar um cântaro cheio dágua. De que valeria eu lhe bater depois de ele talvez terquebrado o pote?" A história transmite, através de uma situação um tanto hostil, que grandeslições aprendidas, não são porventura aquelas que corrijam erros, mas sim as que não os deixamocorrer. Na vida, nem sempre o aprendizado é anterior ao erro, isso certamente não o invalida,mas torna-o bem mais árduo e doloroso. A espera confiante de um milagre.Em uma Faculdade de medicina, certo professor cristão propôs à classe a seguinte situação:Baseados nas circunstâncias que vou enumerar, que conselho dariam vocês a esta senhora,grávida do quinto filho?O marido sofre de sífilis e ela de tuberculose.Seu primeiro filho nasceu cego.O segundo morreu.O terceiro nasceu surdo.O quarto é tuberculoso e ela está pensando seriamente em abortar a Quinta gravidez.Que caminho vocês a aconselhariam tomar?Com base nestes fatos, a maioria dos alunos, não cristãos, concordou em que o aborto seria amelhor alternativa. O professor, então, disse aos alunos:- Os que disseram "sim" à idéia do aborto, acabaram de matar o grande compositor Ludwig VanBeethoven, um dos maiores gênios da música de todos os tempos.Grandes projetos e excelentes idéias às vezes são facilmente "abortados" quando as pessoasenvolvidas se vêem diante de situações difíceis.Tudo exige perseverança, tenacidade e principalmente fé em Cristo Jesus, pois sempre devehaver a esperança de que terminará bem.
  30. 30. A Esperança.Tenho uma amiga inteligente, talentosa e muito graciosa que mora em Seattle, nos EstadosUnidos. Seu nome é Carolyn Martin. Mas Carolyn sofre de paralisia cerebral, e o drama específicode sua situação é que os sinais visíveis da enfermidade – movimentos desengonçados com osbraços, baba, fala com dificuldade, uma cabeça bamboleante – levam as pessoas que seencontram com ela a ficar imaginando se ela é retardada. Na realidade, sua mente é uma daspartes que funcionam perfeitamente; o que lhe falta é o controle muscular. Carolyn viveu quinzeanos numa casa para retardados mentais, porque o Estado não tinha nenhum outro local onde pô-la. Seus amigos mais chegados eram pessoas como Larry, que arrancava de si todas as roupas ecomia as plantas ornamentais da instituição, e Arelene, que só sabia falar três sentenças echamava todo mundo de “ mamãe ”. Carolyn decidiu escapar daquela casa e encontrar um lugarsignificativo para si no mundo lá fora. Finalmente ela conseguiu mudar-se e ter o seu próprio lar.Ali, as tarefas mais triviais representavam um desafio avassalador. Levou três meses para elaaprender a preparar um bule de chá e servi-lo nas xícaras sem se escaldar. Mas Carolyn alcançouesse e muitos outros feitos. Matriculou-se numa escola de segundo grau, formou-se, então foiestudar na faculdade de sua cidade. Todo mundo no campus da faculdade conhecia Carolyn como“ a deficiente física ”. Viam-na sentada numa cadeira de rodas, encurvada, com grande esforçodatilografando as anotações num aparelho denominado Canon Communicator. Poucos sentiam–se à vontade em conversar com ela; não conseguiam acompanhar os sons desordenados quefazia. mas Carolyn perseverou, gastando sete anos para fazer um curso de ciências humanas quenormalmente levaria dois anos para completar. Em seguida, ela matriculou-se numa faculdadeluterana com o objetivo de estudar a Bíblia. Depois de estar dois anos ali, solicitaram-lhe quefalasse aos colegas na capela. Carolyn trabalhou muitas horas em cima do que ia falar.Datilografou A mensagem em sua forma definitiva - na sua velocidade média de quarenta e cincominutos por página – e pediu à sua amiga Josee que a lesse em seu lugar. Josee tinha uma vozforte e clara. No dia do culto na capela, Carolyn estava sentada em sua cadeira de rodas, do ladoesquerdo da plataforma. De quando em quando seus braços convulsionavam-se sem qualquercontrole, sua cabeça pendia para um dos lados de modo que quase encostava no ombro, ealgumas vezes um filete de saliva escorria até a blusa. Ao seu lado estava Josee, que lia o textobelo e maduro que Carolyn havia escrito, centrado nesta passagem bíblica: “ Temos, porém, estetesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós. ” ( 2Coríntios 4:7 ) Pela primeira vez, alguns estudantes viram Carolyn como um ser humanocompleto, como eles mesmos. antes disso, a mente de Carolyn, uma mente muito boa, tinhasempre sido restringida por um corpo “ desobediente ”, e dificuldades de fala haviam mascaradosua inteligência. Mas, ao ouvir sua mensagem lida em voz alta enquanto olhavam para ela nopalco, os estudantes puderam enxergar além do corpo numa cadeira de rodas e imaginar umapessoa completa. Com sua fala entrecortada Carolyn me contou sobre aquele dia, e eu sóconsegui entender mais ou menos metade das palavras. Mas a cena que descreveu tornou-se paramim uma espécie de parábola da transposição *: uma mente perfeita presa dentro de um corpoespástico, sem controle, e cordas vocais que falhavam a cada duas sílabas. A imagemneotestamentária de Cristo como sendo a cabeça do corpo assumiu um novo significado paramim; adquiri uma noção tanto da humilhação que Cristo experimenta em seu papel como cabeça,como também da exaltação que concede a nós, os membros de seu corpo. Nós, a igreja, somosum exemplo da transposição levada ao extremo. Lamentavelmente não oferecemos provainquestionável do amor e da glória de Deus. Algumas vezes, à semelhança do corpo de Carolyn,obscurecemos a mensagem em vez de a transmitirmos. Mas a igreja é a razão por detrás de todaa experiência humana, a razão primeira para existirem seres humanos: para de alguma formadeixar que outras criaturas que não são de Deus levem a imagem de Deus. Ele julgou que issovalia a pena, o risco e a humilhação. * TRANSPOSIÇÃO -> Milagre da Transposição: Que corposhumanos possam ser vasos cheios do Espírito Santo, que atos humanos corriqueiros de caridade ebondade possam tornar-se nada menos do que a encarnação de Deus na terra. Jesus Cristo, dissePaulo, agora atua como a cabeça do corpo. Sabemos como uma cabeça humana realiza sua
  31. 31. vontade: traduzindo, num sentido descendente, ordens que as mãos e os olhos e a boca possamentender. Um corpo saudável é aquele que segue a vontade da cabeça. Dessa maneira, o Cristoressurreto realiza sua vontade através de nós, os membros de seu corpo. Deus está calado ?Respondo a essa pergunta com uma outra: A igreja está calada ? Nós somos seus porta-vozes, ascordas vocais que Ele designou neste planeta. Um plano de uma transposição assim chocantegarante que a mensagem de Deus algumas vezes pareça confusa ou incoerente; garante queDeus algumas vezes pareça calado. Mas a incorporação era o seu objetivo, e, à luz disso, o Dia dePentecostes torna-se uma metáfora perfeita: a voz de Deus na terra, falando através de sereshumanos em formas que até eles não conseguiam compreender. A Existência de Deus.Damico era dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior. Era um homembastante inteligente mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa além doeu mundo material. Um certo dia, estava ele fechando a farmácia quando chegou uma criança aosprantos dizendo que sua mãe estava passando mal e que se ela não tomasse o remédio logo iriamorrer. Muito nervoso e após insistência da criança, resolveu reabrir a farmácia para pegar oremédio. Sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou pegando o remédiomesmo no escuro, entregou-o à criança, que agradeceu e saiu dali às pressas. Minutos depois,percebeu que havia entregado o remédio errado para criança e, se aquela mãe o tomasse, seriamorte instantânea. Desesperado, tentou alcançar a criança mas não teve êxito. Gritou emdesespero.. e o tempo passava e nada acontecia. Sem saber o que fazer e com a consciênciapesada, ajoelhou-se e começou a chorar e dizer que se realmente existia um Deus que não odeixasse passar por assassino. O tempo passava e ele, de joelhos ficava pensando que a mulherpoderia já estar morta e, certamente, ele teria de pagar por isso. Refletiu sobre suas intemperança,sobre seu mau humor principalmente sobre sua insensatez. De repente, sentiu uma mão tocar-lheo ombro esquerdo e ao virar deparou-se com acriança em prantos. Naquele momento ficoudesconsolado. Mas tinha uma certeza: Deus, de fato, não existia. Já podia imaginar o que estavapara lhe acontecer. O choro e o olhar triste daquela criança lhe atravessava a alma. No entanto,como um lampejo de sabedoria, perguntou ao menino o que lhe havia acontecido. Então aquelacriança começou a dizer: - "Senhor, por favor não brigue comigo, mas é que caí e quebrei o vidrodo remédio, dá pro senhor me dar outro?" Deus existe e te conhece pelo teu nome. Ele sempretem o melhor para você, por mais que as circunstâncias mostrem o contrário. Creia neste amorque é maior do que qualquer um dos seus problemas, mesmo que estes sejam grandes e de difícilresolução. Creia na vida melhor que Ele tem preparada para você! Creia neste amor!
  32. 32. A fábula do velho sábio.Era uma vez um guerreiro, famoso por sua invencibilidade na guerra. Era um homemextremamente cruel e, por isso, temido por todos. Quando ele se aproximava de uma aldeia, osmoradores saiam correndo para as montanhas, onde se escondiam do malvado guerreiro.Subjugou muitas aldeias. Certo dia, alguém viu ele se aproximar com seu exército de umapequena aldeia, onde viviam alguns agricultores e entre eles um velhinho, muito sábio. Quando opessoal escutou a terrível notícia da aproximação do guerreiro, tratou de juntar o que podia e fugirrapidamente para as montanhas. Só o velhinho ficou para trás. Ele já não podia fugir. O guerreiroentrou na aldeia e foi cruel, incendiando as casas e matando alguns animais soltos pelas ruas. Atéque chegou na casa do velhinho. O velhinho, quando o viu se assustou. E sem piedade, foidizendo ao velhinho que seus dias haviam chegado ao fim. Mas, que lhe concederia um últimodesejo, antes de passá-lo pelo fio de sua espada. O velhinho pensou um pouco e pediu que oguerreiro fosse com ele até o bosque e ali lhe cortasse um galho de uma árvore. O guerreiro achouaquilo uma besteira. -"Esse velho deve estar gagá. Que último desejo mais besta." Mas, se esseera o último desejo do velhinho, havia que atendê-lo. E lá foi o guerreiro até o bosque e com umgolpe de sua espada, cortou um galho de uma árvore.-" Muito bem" disse o velhinho. -"O senhorcortou o galho da árvore. Agora, por favor, coloque esse galho na árvore outra vez." O guerreirodeu uma grande gargalhada, dizendo que esse velho deve estar louco, pois todo mundo sabe queisso já não é mais possível, colocar o galho cortado na árvore outra vez". O velhinho então lherespondeu: - "Louco é você que pensa que tem poder só porque destrói as coisas e mata aspessoas que encontra pela frente. Quem só sabe destruir e matar, esse não tem poder. Poder temaquela pessoa que sabe juntar, que sabe unir o que foi separado, que faz reviver o que parecemorto. Essa pessoa tem verdadeiro poder".
  33. 33. A fé e a corda.Esta é a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais desafios. Ele resolveu,depois de muitos anos de preparação, escalar o Aconcágua. Mas ele queria a glória somente paraele, e resolveu escalar sozinho sem nenhum companheiro, o que seria natural no caso de umaescalada dessa dificuldade.Ele começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde, porém ele não havia se preparado paraacampar resolveu seguir a escalada, decidido a atingir o topo. Escureceu, e a noite caiu como umbreu nas alturas da montanha, e não era possível mais enxergar um palmo à frente do nariz, nãose via absolutamente nada. Tudo era escuridão, zero de visibilidade, não havia lua e as estrelasestavam cobertas pelas nuvens.Subindo por uma "parede", a apenas 100 metros do topo, ele escorregou e caiu... Caía a umavelocidade vertiginosa, somente conseguia ver as manchas que passavam cada vez mais rápidasna mesma escuridão, e sentia a terrível sensação de ser sugado pela força da gravidade. Elecontinuava caindo e, nesses angustiantes momentos, passaram por sua mente todos os momentosfelizes e tristes que ele já havia vivido em sua vida. De repente ele sentiu um puxão forte quequase o partiu pela metade ... shack! Como todo alpinista experimentado, havia cravado estacasde segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura.Nesses momentos de silêncio, suspenso pelos ares na completa escuridão, não sobrou para elenada alem do que gritar:"Oh, meu Deus! Me ajude!"De repente uma voz grave e profunda vinda do céu respondeu:"O que você quer de mim, meu filho?""Me salve, meu Deus, por favor!""Você realmente acredita que eu possa te salvar?""Eu tenho certeza, meu Deus.""Então corte a corda que tem mantém pendurado..."Houve um momento de silêncio e reflexão. O homem se agarrou mais ainda a corda e refletiu quese fizesse isso morreria...Conta o pessoal de resgate que ao outro dia encontrou um alpinista congelado, morto, agarradocom força com as suas duas mãos a uma corda ... a tão somente dois metros do chão.E você, que tão seguro você está da sua corda? Por que você não a solta?
  34. 34. A Felicidade.Um dia, Deus e os anjos se reuniram e decidiram criar um homem e uma mulher. Planejaram criá-los à sua imagem e semelhança. Então, um deles disse: - Esperem! Se vamos criá-los à nossaimagem e semelhança, irão ter um corpo igual ao nosso, força e inteligência igual a nossa!Devemos pensar em algo que os diferencie de nós, senão estaríamos criando novos deuses.Devemos tirar-lhes algo, mas o que poderíamos tirar? Depois de muito pensarem, chegaram àconclusão que deveriam tirar-lhes a FELICIDADE, mas o problema era onde escondê-la para quenunca encontrassem. Então começaram a discutir... - Vamos escondê-la na montanha mais alta daTerra! - Não te recordas que demos força a eles? Alguém conseguirá subir até o topo destamontanha e saberão onde ela está. - Então vamos escondê-la no fundo do mar! - Também nãoseria um bom lugar, pois lhes demos inteligência e alguém certamente vai criar alguma máquinaque os fará submergir e encontrá-la. - Quem sabe, possamos escondê-la em um planeta bemdistante! - Também não seria eficaz, pois lhes demos a curiosidade e a ambição, portanto, irãoquerer ultrapassar limites e logo criarão algo para voar pelo espaço e certamente a encontrarão.Depois de muito discutirem e não chegarem a nenhuma conclusão, o sábio anjo que não haviafalado, pediu a palavra e disse: - Creio que sei onde poderemos colocar a FELICIDADE em umlugar que eles nunca descobrirão! Todos ficaram espantados e lhe perguntaram..... - Então nosdiga, onde? E ele respondeu: - Colocaremos a FELICIDADE dentro deles, pois estarão tãopreocupados buscando-a fora, que nunca a descobrirão. Todos ficaram de acordo e desde entãotem sido assim: "O HOMEM PASSA A VIDA TODA BUSCANDO A FELICIDADE SEM SABERQUE A TRAZ CONSIGO MESMO".
  35. 35. A fita rosa.O que os homens tem a ver com o câncer de mama ? Um elegante homem de meia-idade entroucalmamente em um café e sentou-se. Antes de fazer seu pedido, ele pode perceber que um grupode rapazes, sentados a uma mesa próxima, estavam rindo dele. Ele logo deduziu que o motivo erauma pequena faixa rosa na lapela de seu terno. Muito incomodado com a situação, ele mostrou afaixa aos rapazes e perguntou: - E isto? Todos gargalharam. Um deles disse: - Desculpe-me cara,mas nos estávamos apenas comentando como esta pequena faixa fica bonita no seu terno azul. Ohomem, então, tranqüilamente, convidou-o para sentar-se com ele.O rapaz, apesar deconstrangido, concordou. Educadamente, o homem lhe explicou que estava usando a faixa paraalertar as pessoas sobre o câncer de seio. E concluiu: - Eu uso isto em honra da minha mãe. Odialogo prosseguiu: - Oh, lamento amigo. Ela morreu de câncer nos seios... - Não. Ela esta viva epassa bem. Entretanto, seus seios alimentaram-me na infância, e confortaram-me quando estavaassustado, ou sentia-me solitário.Eu sou muito grato pelos seios de minha mãe e por sua saúde. -Hummm, retrucou o rapaz - sei... - E eu uso esta faixa em honra de minha esposa também. - E elatambém esta ok? - Oh, sim. Ela esta ótima. Seus seios tem sido uma grande fonte de amor eprazer para nos dois; e com eles, ela nutriu e alimentou a nossa linda filha ha 23 anos. Eu souagradecido pelos seus seios e por sua saúde também. - Humm. E eu suponho que você use istoem honra de sua filha também? - Não. E muito tarde para honrar a minha filha, usando isto agora.Minha filha morreu de câncer nos seios ha um mês. Ela pensou que ela era muito jovem para teresta doença; e quando, acidentalmente, notou um pequeno inchaço nos seios, ela ignorou-o. Elapensou que estava tudo bem, uma vez que não sentia dores; e que não havia motivos parapreocupar-se. Chocado e envergonhado, o soberbo rapaz disse: - Oh, cara, eu lamento muito. -Então, em memória de minha filha, eu, orgulhosamente, também uso esta pequena faixa rosa.Através dela, tenho tido oportunidades de elucidar as pessoas. Agora, vá para casa e conversecom sua esposa e suas filhas, sua mãe e seus amigos. E o homem, então, deu ao rapaz uma faixapara que ele também a usasse. O rapaz ergueu a cabeça, vagarosamente, e pediu: - Você meajuda a coloca-la? III João 1:2 "Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde,assim como e prospera a tua alma." Este e o mes da mulher e devemos nos conscientizar sobre ocâncer de mama. Se você e mulher, faca auto-exames regularmente e, anualmente, mamografias.Seja você mulher ou homem, encoraje as mulheres que você ama a fazerem o mesmo. "Porquegastar dinheiro com guerras, guerrilhas inúteis, foguetes espaciais, ao invés de gastar com a curado câncer, aids, a fome...?" "Este é um verdadeiro holocausto!" Fonte: Palavra Divina

×