Educação e diversidade

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Educação e diversidade

  1. 1. CENTRO DE EDUCAÇÃO Á DISTANCIA DA ANHANGUERA/UNIDERP Licenciatura em Pedagogia 1º semestre Acadêmicas: GEISE MARA R. PINHO/RA:350388/thavinnyegeize@hotmail.com JOCÉLIA NATIVIDADE DA COSTA/RA:350192/joceliacosta@hotmail.com MARIA LAURA P. DELGADO /RA: 377900/llauraflor@hotmail.com MIRIAN PEREIRA DE SOUZA/ RA: 377901/miriasouza21@hotmail.com SARA MARIA DE SOUZA/ RA:377904/sarinha2030@hotmail.com SUELY DOLORES DA SILVA/RA:377906 /su_otoniel@hotmail.com DISCIPLINA: EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE Apresentação na Disciplina: Educação e Diversidade: Sobre a orientação do professor tutor a distancia Ma. Mariciane Mores Nunese Professor tutor presencial Edemilso Gonçalves de Oliveira como requisito básico para a apresentação da ATPS do curso de Licenciatura em Pedagogia do 1º semestre. Campo Verde - MT 2012
  2. 2. ´´DIREITOS HUMANOS E PLURALIDADE CULTURAL`` A nação brasileira é constituída por culturas diversificadas, no entanto, as vezes enfrentam o preconceito e discriminação no meio social e cultural. A escola possui um papel essencial nas diversidades culturais, trás consigo a conscientização da identidade nacional, permitindo o ser humano conhecer as riquezas de nossas culturas. Os direitos humanos deve ser buscado pelos educadores na preservação e no cuidado dos mesmos, evitando assim a discriminação sem violar os direitos que assegura as leis. É no meio educacional que existe as diversas culturas, costumes, dogmas religiosos e outros. A instituição escolar em si é um alvo de discriminação, onde os estudantes são afetados por suas diferenças e pluralidades culturais. A escola deve se considerar como uma guerreira, lutando através de seus educadores e gestores, afim, de proporcionar e conscientizar o bem estar e respeito, direitos iguais, independentemente da cor da pele, de sua cultura, não importa as diferença o importante é que todos são seres humanos com direito de cidadania e participação na sociedade.
  3. 3. A INVENÇÃO DA INFÂNCIA Para refletir... Cada um de nós tivemos uma infância, um pouco parecida um dos outros, gostávamos de brincar de pega-pega, esconde-esconde, rouba-bandeira e varias outras brincadeiras, mas no entanto, nem todas crianças podia ter esses momentos de prazer, pois tinham que trabalhar para ajudar a seus pais. Devida a vida precária que a família vivia, as vezes passava por dificuldades financeiras que afetavam a alimentação familiar. Em algumas situações as crianças chegavam a falecer de desnutrição. Fazendo a comparação entre as crianças de décadas atrás e as da atualidade, podemos ver que elas não querem mais brincar da mesma forma que antes, pois preferem ficar nos Playstation, em jogos de armas e roubos, na frente de um computador ou televisão, assistindo programas inadequados a suas idades, que só incentiva nossos pequenos seres a cometer erros e ser rebeldes deixando-os atrevidos para com os pais. Ser criança, poder correr, brincar, pular, cair, machucar e chorar é que nos faz refletir e trazer na memória uma recordação incrível de uma infância prazerosa, algo que não volta atrás, mas que podemos passar para nossos filhos e alunos.
  4. 4. A invenção da infância: As mudanças do brincar
  5. 5. As diferenças Culturais, Sociais e os Estereótipos
  6. 6. O QUE IMPORTA NÃO É A COR DE SUA PELE, SUA CULTURA OU SUA ETNIA, O QUE IMPORTA MESMO É A IGUALDADE QUE SOMOS TRATADOS MEDIANTE AOS DESAFIOS QUE A ESCOLA PROPÕE.
  7. 7. SITUAÇÕES VIVENCIADAS NA PRATICA ESCOLAR DOS ACADÊMICOS Acadêmico: A  Em uma determinada escola aconteceu um fato desagradável, um educando era discriminado por ser homossexual, a turma criticava com palavras ofensivas. A educadora fez varias intervenções nessa problemática, mas nada se amenizou. A falta de respeito com as diferenças, social,cultural,religiosa, sexual entre outras não era valorizada dentro deste ambiente escolar. Juntamente com a gestão escolar a educadora organizou um ciclo de palestras na escola enfatizando as ´´Diferenças a ser Respeitada``, pois no caso desse aluno ele fez uma escolha, e cada ser tem sua opção. O direito do cidadão começa onde o do próximo termina.
  8. 8. Acadêmico : B  Ao final do primeiro bimestre no ano de 2008, no segundo ano do ensino médio, entrou para turma um aluno negro. A discriminação racial foi fluindo a cada dia que se passava, tornando um clima tenso durante as aulas, pois os alunos não estavam preparados para receber um aluno com essa diferença de cor. Enxergando que o aluno estava apenas ficando de lado, não havia interatividade dele com o restante da escola, a escola começou a interferir nessa discriminação, tomou as devidas providencias, através de palestras sobre a conscientização, não apenas racial, mas sobre todas as diversidades culturais e sociais.
  9. 9. Acadêmico : C  Uma escola de rede municipal em determinado município, ao receber um aluno com necessidades especial, entrou em choque pelo fato de não ter equipamentos e o prédio adaptado para receber este educando. Mas o motivo principal não era realmente este, o motivo acima de tudo, era por parte da gestão escolar que tinha medo da reação dos alunos, em receber um aluno com essa deficiência. Ao passar o tempo isso tudo se resolveu, porém, não por atitudes da escola, mas sim pelos pais da criança entrar na justiça, onde conseguiram colocar seu filho na escola, tendo todas as necessidades atendidas para essa criança. Hoje a realidade dessa escola é diferente, graças a atitude da família dessa criança, a escola é uma das que atende o maior numero de alunos com necessidades especial no municipal.
  10. 10. Acadêmico: D  Em uma determinada escola existia um garoto com uma enorme cicatriz no rosto,o qual era motivos de risos e criticas causando uma enorme discriminação, fazendo o educando se sentir excluído do meio escolar.A professora vendo a gravidade do problema pediu ao aluno que explicasse o motivo da cicatriz,ele não exitou muito e foi logo dizendo o que causou aquela horrível deficiência em seu rosto. O garoto explicou dizendo: Minha humilde casa estava em chamas quando percebi que minha irmãzinha estava lá dentro, escondido das muitas pessoas que estavam em volta da casa fui logo entrando para salva-la, quando consegui agarra-la desmoronou-se sobre meu rosto algo que estava em chamas, o que causou todo esse dano.Continuou ele dizendo, essa cicatriz me faz muito feliz porque salvei minha linda irmãzinha. Os colegas ficaram surpresos diante desse fato constrangedor,e passaram a respeitar o direito do aluno que possuía essa deficiência deixando de lado o preconceito.
  11. 11. Acadêmica: E  Em uma escola de nosso município, a aluna faz um desabafo a sua professora, ela relata que vinha de uma família muito preconceituosa. Diz que um de seus tios teve que se afastar do meio familiar, pois se casou com uma mulher de pele negra. Seus avos por serem extremamente racistas, não se conformou pelo fato de ter netos negros, por esse motivo conseguiu separar o casal, para que os mesmo não gerassem filhos místicos. Amesma ainda relatou que sofreu e sofre graves ameaças sobre a convivência com pessoas negras, por parte de seus avos e pais. A aluna continua a dizer que cresceu convivendo com essa situação, mas que luta para acabar com o preconceito, e mostrar a seus familiares, o erro que cometem por tratar as pessoas dessa forma.
  12. 12. Acadêmico: F  Certa vez em sala de aula a professora abordou um tema sobre nego e negro, no entanto foi tirado esse tema de um texto onde se referia a cor negra como sujos .Um estudante de cor de pele negra interrompeu a professora e perguntou-lhe se ela referia aquilo como uma coisa ruim para atingi-lo . A professora mais que depressa explica a ele que nego pode se referir a qualquer pessoa sem extinção de cor e que negro sim é uma raça. Mesmo a professora não tendo a intenção de um comportamento racista, essa atitude da educadora deu a parecer as diferenças raciais.
  13. 13. RELAÇÕES DE GÊNERO NA SALA DE AULA E NO COTIDIANO ESCOLAR: ATIVIDADES HABITUAIS, ROTINAS, DIFERENCIAÇÃO E DESIGUALDADE ENTRE O FEMININO E O MASCULINO.
  14. 14. OS ESTEREÓTIPOS DE GENEROS E A IMPORTÂNCIA DE UM TRABALHO EDUCATIVO Mediante aos esteórotipos de gênero no cotidiano escolar, podemos pensar em uma instituição de ensino, que trabalhe junto a sociedade, com trabalho em equipe, através de projetos que estimula a curiosidade e proporciona uma reflexão no emocional do ser humano. O educador junto a gestão escolar tem o papel de articular palestras explicativas, retratando a realidade social e cultural, apresentando as diferenças, discriminações e preconceito existente no meio social, além desses desafios pode ser elaborados planos de aulas que trabalhe todas as diferenças, sendo a cor da pele, o homossexual a religião, os deficientes e outros.
  15. 15. A escola deve trabalhar com todos itens citados acima, porém, ela necessita da colaboração, participação e compreensão da sociedade e da família um trabalho em conjunto. Os educadores entram com a explicação através de ensino, já a sociedade com o cumprimento de seus direitos e deveres, o respeito ao próximo. ´´Em parcerias conseguimos mudar as desigualdades existentes em nossa nação``.
  16. 16. DIREITOS HUMANOS E PLURALIDADE CULTURAL A pluralidade é a existência de várias culturas que faz do mundo um lugar rico, tornando cada ser único. A Sociedade brasileira é formada por diferentes povos, de várias regiões, tornando cada cidadão livre em participar de suas culturas diversificadas, porém, suas convivências entre grupos diferenciados nos planos sociais e culturais, as vezes são marcadas pelo preconceito e discriminação. Respeitar os direitos humanos é promover a vida em sociedade, sem discrimina-las, é preciso respeito as diferenças, pois cada um faz da vida o seu modo de pensar, do jeito em que se sente bem.
  17. 17. Incentivar cada um com respeito e ensinando a valorizar sua identidade cultural e regional, lutar por um mundo melhor onde o respeito as diferenças seja a base de uma visão cada vez mais rica para todos. Todo ser humano tem seus direitos iguais, pois sem os direitos o ser não é capaz de existir, não consegue se desenvolver ou participar plenamente da vida social e cultural.
  18. 18. REFERÊNCIAS <http:www.proposiçoes.fe.unicamp.br~proposiçoestextos51_artigos_auadd.pdf> Acesso em 25 março. 2012. <http: pedagogiando.blogspot.com.br2011_06_01_archive.html> Acesso em 27 março. 2012. <http: educa-tube.blogspot.com.br200905invençao-da-infancia.html> Acesso em 30 março. 2012. <http://www.google.com.brimagens> Acesso em 01 de abril. 2012. <http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br55125512_3.PDF> Acesso em 03 de abril. 2012. <http://www.infoescola.comsociologiaestereotipo> Acesso em 12 de abril. 2012.

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