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CLODOMIRO CORREIA DE OLIVEIRA JUNIOR
ELIZABETH LIMA
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ANDRÉIA LUIZA
CLODOMIRO CORREIA DE OLIVEIRA JUNIOR
ELIZABETH LIMA
OTAVIANO NASCIMENTO RIBEIRO
WESLLEY ROCHA
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1. DESCRIÇÃO DO CONTEXTO
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5. DESCRIÇÃO DO PLANEJAMENTO DO PILOTO
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8.REFERÊNCIAS
ASSIS, R. D. A realidade atual do Sistema Penitenciário Brasileiro. 2007. Disponível em:
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Relatorio piloto

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Relatório do estudo piloto acerca do projeto de pesquisa sobre mercado de trabalho privado para ex-detentos.

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Relatorio piloto

  1. 1. FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU ANDRÉIA LUIZA CLODOMIRO CORREIA DE OLIVEIRA JUNIOR ELIZABETH LIMA OTAVIANO NASCIMENTO RIBEIRO WESLLEY ROCHA RELATÓRIO DE ESTUDO PILOTO NATAL OUTUBRO - 2013
  2. 2. ANDRÉIA LUIZA CLODOMIRO CORREIA DE OLIVEIRA JUNIOR ELIZABETH LIMA OTAVIANO NASCIMENTO RIBEIRO WESLLEY ROCHA RELATÓRIO DE ESTUDO PILOTO Relatório de Estudo Piloto apresentado ao Professor Fellipe Coelho da disciplina Práticas de Pesquisa da turma A, turno Noite do curso Bacharelado em Psicologia. NATAL OUTUBRO - 2013
  3. 3. SUMÁRIO 1. DESCRIÇÃO DO CONTEXTO ..................................................................................................................4 2. JUSTIFICATIVA ......................................................................................................................................4 3. OBJETIVOS............................................................................................................................................5 3.1 Objetivo geral.............................................................................................................................5 3.1 Objetivos específicos..................................................................................................................5 4. ESTRATÉGIA METODOLÓGICA DA PESQUISA.......................................................................................5 5. DESCRIÇÃO DO PLANEJAMENTO DO PILOTO.......................................................................................6 5.1 Instrumentos utilizados..............................................................................................................6 5.2 Participantes selecionados.........................................................................................................6 5.3 Local de aplicação.......................................................................................................................6 5.4 Tempo de aplicação, ..................................................................................................................7 5.5 Ocorrências durante a aplicação,...............................................................................................7 6. DESCRIÇÃO DOS RESULTADOS ENCONTRADOS...................................................................................8 7. CONCLUSÃO .........................................................................................................................................9 7.1 Necessidade de reformulação de estratégia metodológica ......................................................9 7.2 Capacidade dos dados responderem aos objetivos...................................................................9 7.3 Cuidados necessários na coleta de dados identificados a partir do estudo piloto....................9 7.4 Reformulações necessárias..................................................................................................... 10 8.REFERÊNCIAS...................................................................................................................................... 11
  4. 4. 4 1. DESCRIÇÃO DO CONTEXTO Atualmente muito se fala em questões criminais como redução da maioridade penal para que assim deixe de ser infração e passe a se constituir crime. Conforme números apresentados por pesquisas do Depen (Departamento Penitenciário Nacional), em doze anos (2000 à 2012), houve um aumento de 235,4% na população carcerária, chegando na número de 548.003 presos. Atualmente, conforme Juiz Losekkan em entrevista, o Brasil dispõe de um pouco mais de 300 mil vagas no sistema carcerário. De tal forma que irá afetar diretamente o que rege a Leis de Execuções Penais (Lei nº 7.210/84 - Art. 83): concerne que o processo de reintegração deste preso para que tenha condições de voltar ao convívio da sociedade, principalmente no que se refere a qualificação profissional. Apesar da não abertura do mercado de trabalho ao ex-presidiário seja resultando de preconceitos (primordialmente), existem leis, como o Decreto 9.9091, de 8 de março de 2010 cujo prevê que em contratos e convênios de obras e serviços realizados através da administração pública municipal da cidade de Natal (RN), fica obrigada a reserva de 3% da mão-de-obra a presidiários e 3% a ex-detentos, dado sendo observada por Gasparim (2010). Com isso, ainda é possível perceber incentivos, embora modestos, no campo público, porém através de pesquisas preliminares não foi possível verificar na cidade de Natal programas específicos de captação desta mão de obra egressa dentro do setor privado e por isso o interesse desta pesquisa uma vez que a captação laboral privada é maior que a pública, de forma geral. Tendo como ponto crucial o levantamento de fatores inclusivos (programas de inclusão, qualificação etc.) e fatores excludentes (preconceito, falta de qualificação etc.) para a absorção do setor privado. 2. JUSTIFICATIVA Como apresentado em tópico anterior, este estudo tem como função verificar a viabilidade de inserção do egresso penitenciário no mercado de trabalho privado dada as dificuldades anteriormente enunciadas, para isso sendo trazidos à tona os fatores que poderão influenciar positivamente (inclusivos) ou negativamente (exclusivos) que serão fornecidos pelas próprias empresas do setor privado. E com isso traçar um plano de ação social, conforme matéria de Pivotto (2011), para que, caso necessário, aumente-se esta captação de mão-de-obra, tomando como exemplos programas que já existem em outros estados cuja finalidade vão do treinamento e capacitação do presidiário ao encaminhamento ao emprego, como exemplo: Afroreggae que possui o projeto “Empregabilidade” no Rio de Janeiro, Bem
  5. 5. 5 querer que possui o projeto “Construtores do Amanhã” em São Paulo, Coopereso – Cooperativa de Egressos e de Familiares de Egressos de Sorocaba, Módulo Respeito em parceria com a Superintendência do Sistema de Execução Penal (Susepe) de Goiás, Tem Quem Queira de Niterói. 3. OBJETIVOS 3.1 Objetivo geral Tem como objetivo geral a análise de como esta empresa do setor privado concebe a inserção laboral deste ex-detento em seu quadro funcional ou de outrem. 3.1 Objetivos específicos E de forma mais específica, para aprofundamento do objetivo geral, serão exploradas experiências existentes de inserção nestas empresas, como também identificar quais expectativas estes gestores possuem quanto ao desempenho laboral deste ex-apenado e também, principalmente, no que diz respeito da designação da vaga em que esta se dará por sua situação de egresso penitenciário ou decorrente de sua qualificação profissional. 4. ESTRATÉGIA METODOLÓGICA DA PESQUISA Com base em nos conceitos de Gray (2012), a estratégia metodológica utilizada é da entrevista semiestruturada de caráter exploratório, uma vez que assim abre espaço para que outros questionamentos sejam levantados dentro da pertinência, conforme o andamento da entrevista. Também facilitando assim a troca da ordem das perguntas de acordo com a receptividade do participante. Assim podendo ainda possibilitando um aprofundamento de respostas, já que, embora o estudo tenha caráter de descrição de ações diretas, devem ser levados em conta os sentidos subjetivos do participante, uma vez que isto será determinante para possíveis posicionamentos que refletirão no resultado do objetivo do estudo, que é a absorção de ex-apenados dentro do sistema empregatício privado. Para isso, foram realizadas três perguntas chaves. Tendo como participantes os gestores (decisores) de empresas privadas de médio e grande porte das áreas: alimentar, comercial (vendas) e serviços. Sendo esta escolha dada devido que são as maiores captadoras de mão-de-obra.
  6. 6. 6 5. DESCRIÇÃO DO PLANEJAMENTO DO PILOTO 5.1 Instrumentos utilizados Como informado na estratégia metodológica, o instrumento será a entrevista semiestruturada de caráter exploratório que constará de três perguntas chaves: a) É condição determinante para a contratação os bons antecedentes criminais? Independente da qualificação do candidato à vaga? (Se sim: Por quê? Se não: Por quê?) b) Atualmente existe algum tipo de programa para acolhimento para egressos na empresa? (Se sim: Qual? Se não: Por quê?) c) Qual a expectativa que o(a) Sr.(a) possui sobre o desempenho deste egresso na atuação profissional ? Sendo estas perguntas impressas em folhas de papel A4 (210 mm x 297 mm). Também sendo utilizada anotação escrita em caderno e gravação em áudio-vídeo. Sendo a entrevista realizada pelos discentes: Clodomiro Correia de Oliveira Junior e Otaviano Nascimento Ribeiro. Em que o primeiro discente ficou responsável pelas anotações em caderno enquanto o segundo efetuava as perguntas. 5.2 Participantes selecionados Decorrente do curto período para realização deste estudo, a participação se deu de acordo com a disponibilidade dos participantes. Foram feitos vários contatos, porém havia a necessidade do agendamento prévio. Inicialmente seriam três participantes mas dado a disponibilidade contra o tempo foi realizada com uma participante. A participante possui oito anos de experiência na área de gestão de pessoas em que faz diretamente a seleção de pessoas e coordena os processos seletivos. Possuindo formação superior e faz especialização dentro da área, porém não quis decorrer com maiores detalhes. Trabalha em uma empresa do ramo educacional de grande porte, atuante em vários estados do Brasil estando neste cargo há quatro meses. 5.3 Local de aplicação O local para a realização da entrevista se deu na empresa da participante, em sua sala, no horário da tarde (conforme disponibilidade tanto dos discentes quanto da participante). No momento também estava em sala seu colega de trabalho (subordinado) já que possuem mesas
  7. 7. 7 paralelas. Se tratando de um local fechado, com ar-condicionado. Ficando a entrevistada em sua cadeira e frente a ela o entrevistador, o discente Otaviano Nascimento Ribeiro e um pouco mais recuado o discente Clodomiro Correia de Oliveira Junior. 5.4 Tempo de aplicação, Feita a apresentação dos discentes, a explanação do que se tratava o estudo para esclarecimento e seu pressuposto, foi informado quais perguntas seriam feitas (por pedido da entrevistada) e assim feito o rapport. Tendo este momento inicial durado certa de 15 minutos. A aplicação se deu em tempo médio de 20 minutos, nos quais houve uma pausa para que a entrevistada pudesse passar comandos ao seu subordinado, porém não interferindo na sua vontade de responder as perguntas. 5.5 Ocorrências durante a aplicação, Como dito na sessão anterior, durante a entrevista propriamente dita houve uma pausa para que a entrevistada pudesse passar comandos ao seu subordinado. Outro fato curioso foi levantado em que a entrevistada fala de uma experiência que viveu na empresa anterior na qual disse que em um dos raros casos em que não foi solicitado o atestado de bons antecedentes, o funcionário era foragido. Sendo isso somente descoberto, pois esse apresentou problemas de conduta e após isso ficou instituído que seria sempre obrigatório este atestado. Também saliento que em alguns momentos, como a entrevista tem uma formatação semiestruturada, foram feitas perguntas secundárias até para tentar aprofundar nas questões chaves apresentadas e assim trazer novos questionamentos. Salienta-se que o discente responsável pelas anotações, em certos momentos assumiu o papel de segundo entrevistador, mas utilizando uma condução em forma de conversa para que a entrevistada se sentisse ainda mais confortável.
  8. 8. 8 6. DESCRIÇÃO DOS RESULTADOS ENCONTRADOS Como resultado foi informado que por padrão quando acontece desses bons antecedentes constarem alguma observação, o crime é analisada e isso é determinante para a contratação, independente de sua qualificação profissional. Porém, ela ressalta que infrações consideradas leves, tomando exemplos dados pela própria em entrevista – brigas com vizinhos, falta de pagamento de pensão alimentícia, é passível de contratação. Mas, ainda assim sua colocação se dará conforme o delito, como também exemplificado pela entrevistada no caso de alguém que cometeu algum desvio financeiro não será alocado em uma função que este lide diretamente com finanças. Deste modo passando uma ideia de que este indivíduo, independente de sua recuperação carregará tal estigma por um longo tempo ou até o final de sua vida. Também diz que tanto na empresa anterior quanto na atual, não existe programa específico para captação de mão de obra egressa penitenciária, não sendo por sua falta de vontade e sim porque a decisão final é do superior que não chega a participar de forma direta deste processo de seleção. E até o momento desde sua contratação no atual emprego (quatro meses), não foi feita nenhuma candidatura no qual o indivíduo estivesse em uma situação de ex-apenado. O que leva ao questionamento sobre se esse indivíduo não se candidata pela exigência dos bons antecedentes ou por falta de qualificação.
  9. 9. 9 7. CONCLUSÃO 7.1 Necessidade de reformulação de estratégia metodológica Embora a metodologia utilizada requeira uma maior atenção dado que a entrevista deve seguir orientações que vão além das partes estruturais, mas também técnicas de condução e exige o rapport, fica evidente que é para este estudo é a forma mais adequada para que possa ter dados personalizados, um aprofundamento dessas questões subjetivas em alguns casos e também possibilitando explorar histórias da vida e perspectiva com uma riqueza maior de respostas. E como utiliza a forma semiestruturada, favorece ainda mais adequações que podem ser realizadas durante a entrevista. 7.2 Capacidade dos dados responderem aos objetivos Tendo como objetivo geral a concepção da empresa privada na inserção laboral egressa penitenciária no seu quadro funcional e como objetivos específicos as experiências que já tiveram (ou não), a expectativa desses gestores no desempenho que estes funcionários possam vir têm ou possam vir a ter e a relação entre designação de vaga e atestado de bons antecedentes; foram satisfatórias as respostas obtidas uma vez que responderam todos esses questionamentos e até trazendo novas possibilidades de implementação de perguntas. 7.3 Cuidados necessários na coleta de dados identificados a partir do estudo piloto Durante o estudo piloto, tornou-se claro que alguns cuidados serão futuramente necessários para que a coleta de dados seja facilitada e com isso agilizar a tabulação desses dados, nos quais estão: a)Aumentar a familiaridade com o roteiro prevendo algumas pessoas que não são as perguntas chaves, porém poderão ser evocadas para uma maior consistência da resposta; b)Tentar ao máximo reservar o tempo do entrevistado para exclusivamente responder o roteiro de perguntas e as que foram pertinentes serem adicionadas durante sem que haja interrupção, uma vez que pode quebrar a rítmica; c)Verificar anteriormente o equipamento de gravação pois este pode se reconfigurar e terminar com o áudio em volume baixo, principalmente;
  10. 10. 10 d)Efetuar mais treinos de processos de entrevistas para assim adquirir maior segurança para na momento da entrevista real passar uma maior credibilidade e sensação de domínio do que é questionado e com isso fazer com que o entrevistado se sinta com maior segurança em responder. 7.4 Reformulações necessárias De forma geral, não existirá uma necessidade grande de mudança na estratégia de metodologia, sendo a maior necessidade o treino dos procedimentos a serem realizados durante a entrevista. E sendo um grupo de discentes de número razoável, delegar funções diferenciadas para que assim todo o processo ocorra de uma forma homogênea e dinâmica.
  11. 11. 11 8.REFERÊNCIAS ASSIS, R. D. A realidade atual do Sistema Penitenciário Brasileiro. 2007. Disponível em: <http://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/3481/A-realidade-atual-do-sistema- penitenciario-brasileiro> Acesso em 03/06/2013. CAMARA DOS DEPUTADOS. Brasil tem 4ª maior população carcerária do mundo. Confira entrevista com o Juiz Losekann. 2013. Disponível em: <http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/radio/materias/COM-A-PALAVRA/439520- BRASIL-TEM-4-MAIOR-POPULACAO-CARCERARIA-DO-MUNDO.-CONFIRA- ENTREVISTA-COM-O-JUIZ-LOSEKANN.html> Acessado em 03/10/2013. CARVALHO, M. Homicídios de jovens crescem 837,5%. 2012. Disponível em: <http://tribunadonorte.com.br/noticia/homicidios-de-jovens-crescem-837-5/226161> Acesso em 03/06/2013. CEBELA. Mapa da Violência 2012. Disponível em: < http://mapadaviolencia.org.br> Acesso em 05/06/2013. CNJ. Cartilha da Pessoa Presa. 2ed., 2010. Disponível em: < http://www.fiesp.com.br/arquivo-download/?id=1551> Acesso em 01/10/2013. FREITAS, H. et al. O método de pesquisa survey. Revista de Administração. v. 35, n. 3. São Paulo: CNPq, 2000. 105-112 p. GASPARIM, G. 'Liberdade virou tormenta', diz jovem que ficou sem emprego após ser solto. Estados passam a determinar cotas de ex-detentos em empresas.Apesar de leis, ex-presos enfrentam resistência no mercado de trabalho. Disponível em: <http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2010/12/apesar-de-leis-ex- presos-enfrentam-resistencia-no-mercado-de-trabalho.html> Acesso em 10/08/2013. GRAY, D. E. Coletando dados: entrevista. In ______. Pesquisa no mundo real. Porto Alegre: Penso, 2012, pp. 299-319. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. Sistema Prisional. Disponível em: < http://portal.mj.gov.br/main.asp?View={D574E9CE-3C7D-437A-A5B6- 22166AD2E896}&BrowserType=NN&LangID=pt-br&params=itemID%3D%7B364AC56A- DE92-4046-B46C-6B9CC447B586%7D%3B&UIPartUID=%7B2868BA3C-1C72-4347- BE11-A26F70F4CB26%7D> Acesso em 01/10/2013 MIOTTO, A. B. A violência nas prisões. 2. Ed. Goiás: Ed. Da Universidade Federal de Goiás, 1992. 284 p. PIVOTTO, D. Organizações oferecem cursos profissionalizantes e ajudam os ex-detentos a conseguir vaga no mercado de trabalho. Conheça projetos que apoiam os ex-presidiários na busca poremprego.2011.Disponívelem: <http://g1.globo.com/profissao-reporter/noticia/2011/12/conheca-projetos-que-apoiam-os-ex- presidiarios-na-busca-por-emprego.html> Acessado em 06/10/2013.
  12. 12. 12 SILVA, A. P. S.; ROSSETI-FERREIRA, M. C. Continuidade/Descontinuidade no envolvimento com o crime: Uma discussão crítica da literatura na psicologia do desenvolvimento. Psicologia: Reflexão e crítica. Porto Alegre. V.15, n3, 2002. 279-291 p.

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